Lutar contra a iniquidade institucionalizada no Brasil. O apelo é do pastor Paschoal Piragine, que fala das iniciativas de católicos e evangélicos já realizadas contra a legislação revolucionária que o PT visa consolidar no país, favorecendo as causas do movimento gayzista, o aborto, o infanticídio entre os índios, e as demais propostas de cunho totalitário e anticristão do Plano Nacional de Direitos Humanos 3. Piragine alerta a igreja quanto ao radicalismo do PT nestas questões, quanto às retaliações aos que se opuseram ao partido e adverte sobre as consequencias espirituais e sociais que o advento dessas leis pode trazer sobre a nação.

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Editorial

Índio pode virar o jogo

No instante mesmo em que acusava de calúnia quem mencionara sua ligação com os narcoguerrilheiros colombianos, o PT se irmanava com eles para protestar contra a liquidação do chefe da quadrilha, o célebre Raul Reyes, tão íntimo da liderança petista.

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O violador do sigilo de Verônica Serra é filiado ao PT. Seus dados foram parar nas mãos de blogueiros a serviço do PT e nas escrivaninhas da campanha de Dilma Rousseff. Outra coisa engraçada é que as vítimas da Receita Federal Petista são ligadas ao PSDB e somente a este partido, que casualmente é o de José Serra.

Quando a imprensa mostrou que o esquema petista de violação de sigilos fiscais vitimou inclusive a filha de José Serra, Lula recomendou cautela aos brasileiros, pois alguns de nós estávamos concluindo que os crimes cometidos pelos petistas têm alguma coisa a ver com os petistas. Por entender que as ilações apressadas ameaçam a segurança nacional, o Estadista Global pontificou:

 

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Desde muito cedo, Alejandro se deu conta do macabro plano que o Foro de São Paulo, com o planejamento cubano, o apadrinhamento político brasileiro e o financiamento venezuelano podia conseguir na América Latina.

O traço político que distingue Alejandro Peña Esclusa e que mais preocupa o governo é que ele preenche todos os requisitos para ser Presidente da República em futuro a curto prazo.

Neste país vamos direto para um governo de transição. Uma vez que termine o pesadelo socialista incompetente de Chávez, a oposição socialista democrática em outro esforço de unidade terá um candidato único para ocupar a direção do país: esse candidato, a mim me parece óbvio, será Antonio Ledezma, que não só tem merecido, senão que estou certo de que manejará melhor que ninguém esse difícil período de transição entre ditadura e democracia.

Nota introdutória de Graça Salgueiro: É necessário conhecer um pouco do que se passa na Colômbia para compreender a gravidade da denúncia feita pelo jornalista Ricardo Puentes Melo no artigo abaixo.

Um dos principais objetivos do Foro de São Paulo - e que foi enfatizado no XVI Encontro ocorrido em agosto do ano em curso - é acabar com as Forças Armadas, coisa que eles já estão conseguindo na Argentina, no Uruguai e brevemente no Brasil, primeiro com a criação do Ministério da Defesa e ultimamente, com as Forças Armadas completamente subjugadas a este sem qualquer poder de decisão.

Se alguém queima a bandeira americana, é protesto legítimo. Se alguém coloca um crucifixo em um balde de urina, é "arte". Se alguém quer construir uma mesquita a poucos passos do maior atentado islâmico da história, é "liberdade de expressão".

Vejam como são as coisas neste mundo. Um obscuro pastor da Flórida, cuja igreja é composta de não mais do que 50 indivíduos, decidiu anunciar publicamente que queimaria um Corão no dia 11 de setembro, afirmando que o Islã seria coisa do Diabo. Cada maluco com sua mania: seria uma cerimônia que não duraria mais do que alguns minutos em uma pequena igreja da Flórida, aberta apenas aos membros.

Porém, o mundo inteiro ergueu-se contra.

PT e PSDB, juntos, transformaram a palavra esquerda numa palavra mágica significando democracia e liberdade, com conteúdo oposto ao que ela realmente representa: o horror da tirania e do genocídio comunistas.

Desde que o ovo da serpente gerado pela relação incestuosa USP/UNICAMP pariu seus filhotes políticos ainda nos últimos anos dos governos militares, alguns poucos perceberam e denunciaram que o fim dos partidos liberais e conservadores estava próximo, era questão de poucos anos. PT e PSDB nasceram com o projeto claríssimo de banir da vida política nacional o que denominavam 'direita', que para seus próceres estava umbilicalmente ligada à 'ditadura militar'. Assim definidas, as forças liberais e conservadoras foram marcadas para fenecer lentamente. Ainda resistiram bravamente nos governos Sarney, Collor e Itamar, mas finalmente sucumbiram em 94.

Frente ao tirano, o pior conselheiro é o medo porque só favorece a permanência do regime no poder.

O Antigo Testamento - à parte de refletir a Palavra - é um livro de história, que constantemente exige uma mudança de atitude dos homens.

Os distintos profetas advertem o povo de Israel - uma e outra vez - de que se não abandonarem seu apego aos falsos deuses, sofrerão severos castigos. Os "falsos deuses" são aquelas atitudes que degradam a condição divina do homem, afastando-o do verdadeiro amor.

O que detém a oposição à candidata da situação senão precisamente o temor servil, covarde e incompatível com uma nação independente?

Escrevo em pleno dia da independência do Brasil. Um dia que tem sido esvaziado de seu valor e simbologia cívicas nos últimos anos, reduzido a mero feriadão. Este 7 de setembro de 2010 nasce sob a tenebrosa perspectiva de traição da que talvez seja a frase mais marcante do nosso Hino de Independência - alguém lembra dele? Estará sendo tocado em algum lugar, numa repartição pública ao menos, além do meu computador? Caso já tenha esquecido, a letra do hino está reproduzida no fim do artigo.

Tal protesto é a prova definitiva de que a gestão que a procuradora destituída adiantava contava com o apoio do Partido Comunista Colombiano, dado que as pessoas e grupos que assinam estão vinculados a essa formação.

A lista que segue inclui os nomes de grupos e pessoas que "protestam" publicamente pela destituição da procuradora Ángela María Buitrago Ruíz, decisão tomada pelo Procurador Geral da Nação, Guillermo Mendoza Diago, e anunciada pela imprensa colombiana em 2 de setembro de 2010. Os que assinam o protesto se apresentam como "familiares de vítimas de graves violações aos direitos humanos", e como ONGs "defensoras de direitos humanos". As duas denominações são abusivas. Dessa declaração se depreende uma curiosa concepção dos "direitos humanos". Os que assinam o protesto só representam uma ínfima minoria das famílias vítimas de violações aos direitos humanos. Na lista não há uma só pessoa, nem uma só ONG que tenha se preocupado jamais com os milhares de mortos, feridos, mutilados e arruinados que os ataques do narco-terrorismo deixaram na Colômbia.

Somos regidos por uma legislação arcaica que é voltada para impedir de todas as formas a criação de novos partidos que nasçam em âmbito estadual ou regional.

Estamos na reta final das eleições de 2010. Cuidando de manter os espaços conquistados e ampliá-los ainda mais, o atual presidente, montado numa popularidade obtida através favores concedidos aos grandes empreiteiros, banqueiros, funcionários e, demagogicamente, à população mais pobre, busca firmar o domínio do seu partido sobre o País.

Calou-se, na alma de cada cidadão, a voz da consciência que, na escura solidão da sua alma, lhe trazia a lembrança amarga de seus delitos e de seus vícios.

A toda hora aparecem pastores, padres e, sobretudo, jornalistas e políticos - sim, jornalistas e políticos, essas personificações supremas da moralidade - clamando contra "a degradação dos costumes". O próprio termo, completamente deslocado, que empregam para nomear o mal, prova que são parte dele. "Degradação dos costumes" é uma expressão quantitativa, escalar: supõe a vigência permanente de uma escala contra a qual se mede o decréscimo da obediência rotineira aos valores que ela quantifica.

Os brasileiros parecem corrompidos o suficiente para aceitar o fato como normal. Mas a provável eleição de Dilma Rousseff escandaliza os observadores internacionais.

"Meu amigo, eles acharam a fórmula. Dê ao povo um celular, TV a cabo, a "sensação" de que eles estão participando da economia e eles não vão nem pensar em liberdade. Bilhões de peões, a assim chamada classe média da China, os pobres "em ascensão" do Brasil, não têm nenhuma idéia do que foi a Carta dos Direitos ou a Carta Magna. A soma total deles, como uma horda de bárbaros, vai esmagar os pobres americanos, o último povo do mundo que tem alguma tradição subsistente de liberdade e direitos individuais. Esse pessoal nouveau-riche do Terceiro Mundo vai queimar a constituição por uma TV nova, comprada em 12 prestações no cartão de crédito."

 

Chegou a hora de traçarmos linhas vermelhas entre a crítica legítima e as iniciativas que buscam demonizar Israel.

O papel infame de Richard Goldstone como cabeça simbólico do relatório do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC), acusando as Forças de Defesa de Israel (FDI) de crimes de guerra é apenas um exemplo de judeus proeminentes que exploram suas origens como uma maneira de caluniar seu povo. De fato, até recentemente, Goldstone era considerado um judeu respeitável, até mesmo um sionista. Ele se deixou cegar pela arrogância e pelo ego, e se permitiu ser seduzido pelos inimigos mais amargos de seu povo, dando legitimidade a uma calúnia sangrenta contra o Estado Judeu.

O Brasil elegerá a primeira mulher de nossa história, como também a primeira terrorista, guerrilheira, ladra, assassina, totalitarista, assaltante de banco, para a tristeza dos poucos homens de bem.

É relativamente comum ouvir na imprensa o refrão comum das eleições brasileiras, quando o elemento é o voto: o "espetáculo" da democracia! Na prática é um chavão cheio de fantasias, como se o voto definisse, por si mesmo, o aspecto essencial do sistema democrático. Neste caso, o voto é um fetiche, um objeto de culto, como se a expressão popular fosse a mais sacrossanta das escolhas políticas. Quem se prestasse a estudar história sabe que o voto, antes de provar a validade do sistema democrático, foi a arma mais perfeita das ditaduras totalitárias do século XX, e continua sendo o instrumento preferido dos déspotas do século XXI. Hitler, Mussolini, Stálin, Fidel Castro, Saddam Hussein, Hugo Chavez e outros demais tiranos usaram o voto como simulacro de legitimidade popular. Se o sufrágio universal já serviu para alguma coisa, foi justamente para arruinar a democracia.

Já se tornaram proverbiais a amizade política e a conivência ideológica do mentor-mór da candidatura de Dilma Rousseff, o Presidente Lula, com Hugo Chávez e seu processo socialista "bolivariano"; Lula considera um "excesso de democracia" as prisões arbitrárias, as perseguições políticas, o cerceamento violento de órgãos da imprensa, etc.

Os laços de inequívoca amizade e companheirismo entre Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad, o líder do regime islamo-fascista do Irã, têm despertado em relação ao Presidente explicáveis desconfianças e fundadas críticas, no Brasil e no Exterior.