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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Condenar a cosmologia medieval porque em alguns pontos ela não coincide com os “fatos observáveis do mundo físico” é tão estúpido quanto condenar um desenho por não haver correspondência biunívoca entre os traços a lápis e as moléculas que compõem o objeto retratado.

Estruturas representativas abrangentes só podem ser compreendidas e julgadas como totalidades. O fisicalismo ingênuo, apegando-se aos detalhes mais visíveis, deixa sempre escapar o essencial. A Física de Aristóteles foi rejeitada no início da modernidade porque dizia que as órbitas dos planetas eram circulares e porque sua explicação da queda dos corpos não coincidia com a de Galileu. Só no século XX o mundo acadêmico entendeu que, retiradas essas miudezas, o valor da obra persistia intacto justamente porque não era uma “física” no sentido moderno do termo e sim uma metodologia geral das ciências. Quatro séculos de orgulhosas cretinices científicas haviam tornado incompreensível um texto com o qual ainda se pode aprender muita coisa (v. as atas do congresso da Unesco Penser avec Aristote, org. M. A. Sinaceur, Toulouse. Érès, 1991).

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Embaixada dos EUA é reaberta em Cuba no mesmo prédio onde deixou de funcionar, há mais de 50 anos.

No dia 20 de julho o presidente Obama selou com o ditador Raúl Castro o fim das hostilidades entre os dois países, reabrindo suas antigas embaixadas nos mesmos edifícios onde funcionavam antes. Da noite para o dia, Cuba foi cirurgicamente higienizada dos cartazes que antes xingavam e mandavam àquele lugar o país do Tio Sam. Nas ruas uns comemoravam, enquanto outros, lúcidos, diziam não acreditar em mudança real e benéfica para o povão, o cubano “a pé”. E estavam cobertos de razão.


nircA desinformação é tão velha quanto o Cavalo de Tróia. No passado ela existiu como um recurso colateral da guerra propriamente dita. Hoje, para o Kremlin a “psico-esfera” é o teatro primordial do conflito.

As fantasias conspiratórias do canal Russia Today põem em prática as “medidas ativas”, táticas psicológicas da velha KGB que o desertor soviético Oleg Kalugin descreveu como “o coração e a alma dos serviços de inteligência”.


Uma torrente de sites e perfis até havia pouco desconhecidos invadiu a Internet. Procedência: Rússia.

Margo Gontar, da escola de jornalismo da Universidade Mohyla, em Kiev, procurou imagens de crianças mortas no Google e as encontrou. Estavam todas em sites de notícias e nas redes sociais com títulos que atribuíam as mortes a gangues fascistas ucranianas treinadas pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), narra um estudo de Peter Pomerantsev, publicado originalmente no jornal britânico The Guardian.

Peter Pomerantsev está especializado no tema e é autor de Nada é verdade e tudo é possível: o coração surrealista da Nova Rússia (Nothing Is True and Everything Is Possible: The Surreal Heart of the New Russia, PublicAffairs – Perseus Book, EUA, 2014, 256 páginas).


O que ainda segura o PT é o uso criminoso de verba estatal para comprar apoio político, seja na Internet, seja na mídia de larga escala. Ao não priorizarmos esta batalha, temos que gastar esforços ao cubo em outras demandas.


Ilimar Franco acusa movimentos de direita de “nazismo” e inicia nova fase da guerra midiática contra a liberdade


O jornalista Ilimar Franco, do Globo, resolveu levar a guerra midiática contra os opositores do PT a novos patamares. Ele adentrou ao território do confronto aberto. Enfim, as organizações Globo resolveram, assim como fizeram na ditadura militar, abraçar com toda força a ditadura petista. Para compreendermos diante de qual nível de baixeza estamos, melhor começar com a análise de Alexandre Borges, com muitas informações interessantíssimas:

"Quando a ultra-petista Tereza Cruvinel saiu do jornal O GLOBO em 2007 para assumir a presidência da EBC (TV Brasil, NBR TV, Agência Brasil e várias rádios) a convite de Lula, deixou em seu lugar o cunhado Ilimar Franco. É como no futebol quando um técnico sai e deixa seu carregador do saco de bolas e uniformes no lugar. Tereza Cruvinel na adolescência foi militante da Liga Operária, atual PSTU, mas depois deu uma “guinada à direita” e acabou petista.


Combater a instituição familiar é atentar contra a humanidade e a liberdade. A família é essência do espaço privado, grupo humano em relação ao qual o Estado só deve agir para proteger e onde não deve entrar sem expressa e muito bem justificada determinação judicial.


É provável que só com ler o título deste artigo alguém já me esteja admoestando mentalmente: "Olha que Estado é laico!". Como se eu não soubesse! Tal advertência, tantas vezes lida e ouvida, tem por finalidade silenciar qualquer opinião que, objetiva ou subjetivamente, mantenha relação com alguma orientação religiosa cristã. Isso leva ao seguinte disparate: o ateu, o comunista, o materialista, o maria-vai-com-as-outras, o iletrado e o doutor, podem falar sobre quaisquer assunto, especialmente sobre moral e valores. Admitem-se, inclusive, com reverências e como referências, posições das mais diferentes culturas, da txucarramãe à budista. Calem-se, contudo, os que pretendam dizer algo que guarde relação com a tradição judaico-cristã, fundadora, com a filosofia grega e o direito romano, da civilização ocidental.


Os indivíduos que raciocinam apenas em termos geopolíticos são completamente incapazes de conceber a existência de interesses que transcendem vários países.

 Se alguém tenta ter uma visão mais ampla e que contemple os vários elementos em jogo, rapidamente é acusado de irrealismo, de estar delirante, porque para os intelectuais modernos só é real aquilo que reforça os seus sentimentos.


Acto 1 Como chegamos ao ponto actual?

Na construção da distopia europeia – um nome que considero apropriado para o projecto político da União Europeia –, um elemento importante é a criação de um imaginário europeu comum que se sobreponha às memórias e modos de ser nacionais. Contudo, a burocracia europeia tratou logo de centralizar-se em Bruxelas, distanciando-se das pessoas e ficando também longe dos seus corações. Durante muitos anos isto pareceu conveniente aos tecnocratas, que preferiam ir moldando os países à distância através da imposição de legislação comunitária [1]. Mas quando o projecto europeu deixou de ter uma ênfase económica e passou a ter um fulcro político [2], tornou-se necessário forjar um sentimento europeu. Não existindo raízes históricas para isso, as crises são sempre um bom pretexto [3]. A crise financeira internacional, que se tornou visível em 2008, mostrou-se auspiciosa para estes fins. Alguns países do sul da Europa, como Portugal e Grécia, viram as suas dívidas soberanas atingirem níveis incomportáveis e tiveram que pedir resgates financeiros à Comissão Europeia e ao Fundo Monetário Internacional, a que se juntou depois o Banco Central Europeu para formar a chamada troika.


Como sempre, as avaliações de Lula são feitas para testar os limites da credulidade de seus zumbis.

Tanto Marina Silva quanto o PSB mostram que na hora de escolher entre a democracia e o totalitarismo, ficam com o segundo.


No Sindicato dos Bancários do ABC, o ex-presidente Lula, prestes a ver o sol nascer quadrado, mostrou-se ainda mais desesperado que o costumeiro dos últimos meses. Logo ele, cujo partido bate recorde de mentiras, se disse “cansado das mentiras e safadezas”. O mestre do cinismo quer nos convencer de que as pedaladas fiscais, a corrupção na Petrobrás e o estelionato eleitoral são antes invenções da oposição do que fatos do mundo, comprováveis empiricamente.

O livro Without Conscience, de Robert Hare, nos lembra de um detalhe fundamental: os psicopatas são caracterizados, dentre muitos outros fatores, por se fingirem de vítimas quando são pegos. Nessa toada, Lula faz seu draminha patético:

O que a gente vê na televisão parece os nazistas criminalizando o povo judeu.


Essa totalidade, na política, é a farinha e o fermento do totalitarismo.


Certamente o leitor já teve ocasião de ouvir entrevistas do tipo em que o repórter pergunta - "O que é isto ou aquilo para você?". E o entrevistado responde - "Ah! Isso para mim é tudo!".

Tudo? Como assim "tudo"? Atribuir totalidade a algo é sintoma de fragilidade mental. Coisa nenhuma pode corresponder ao todo na medida em que o todo é, por definição, a agregação de tudo. Nem Deus pode ser tudo porque se o fosse acabaria agasalhando sua contradição, seu antípoda, o sujeito da fumegante fornalha do andar de baixo. Mesmo assim, o fato permanece: muitas pessoas agem como se alguma coisa fosse tudo, mesmo.


Só caberia ao ministro Joaquim Levy demitir-se imediatamente, sinalizando de vez a opção estratégica de política econômica feita pelo governo. Sua permanência no governo é uma imoralidade, pois endossa a irresponsabilidade fiscal assumida.


A semana foi encerrada com uma sinalização desastrosa do governo de Dilma Rousseff sobre o futuro imediato da Nação, ao revisar as metas de arrecadação e de superávit primário. De novo, temos que a presidente reafirmou sua crença no desenvolvimentismo e não deu bolas para a racionalidade. A reação do mercado foi imediata, com seguidas quedas na bolsa de valores e desvalorização do real. O Brasil pode perde o famoso grau de investimento.


Talvez o traço mais característico da modernidade seja precisamente a coexistência enervante entre uma ciência sem espiritualidade e uma espiritualidade sem base natural.


Por que o Papa Francisco, ao falar do simbolismo sagrado da natureza, preferiu citar um místico muçulmano em vez de colher alguma frase na imensa literatura cristã sobre o assunto? Os cérebros iluminados da mídia nacional e internacional enxergaram aí toda sorte de intenções ecumênicas e diplomáticas, mas não creio que esse simples detalhe de um discurso papal possa ser compreendido sem um recuo histórico de muitos séculos.

“Nós falamos com palavras, mas Deus fala com palavras e coisas”, dizia Sto. Tomás de Aquino. Na época dele, e de fato desde o começo do cristianismo, isso era uma obviedade de domínio público. Muito antes de ditar aos profetas as palavras da Bíblia, Deus havia criado o universo, sendo inconcebível que não deixasse aí as marcas da sua Inteligência, do Logos divino que contém em si a chave de todas as coisas, fatos e conhecimentos.

Antes que se diga que o blogueiro está exagerando, vamos apresentar um fato inquestionável: que governo antes do Partido dos Trabalhadores se esforçou tanto para erotizar e iniciar sexualmente as crianças e adolescentes no Brasil?

Verdade seja dita, Olavo de Carvalho, aquele que é chamado de fascista iletrado por Marco Antonio Villa, sempre alertou sobre essa demanda da agenda da esquerda. Muitos não acreditaram.


Duas postagens da página Humaniza Redes do Governo Federal, causaram indignação e revolta entre os usuários das redes sociais nesta semana. Nas duas publicações, o governo usa uma didática desonesta e um linguajar politicamente correto para promover a pedofilia. Segundo as afirmações ali veiculadas, "é preciso diferenciar abuso sexual de pedofilia, pois nem sempre os dois estão relacionados".

Participantes durante a passeata do Dia Quds em Teerã queimam as bandeiras dos EUA e de Israel em 10 de julho de 2015. (imagem: ISNA)


O que exatamente a Administração Obama acredita que tenha mudado na liderança do Irã? De todas as perguntas que permanecem sem resposta, na esteira do acordo do P5+1 com o Irã, essa talvez seja a mais não-respondida de todas.

Miguel Nagib, do Escola Sem Partido, responde à pergunta: "Combater ideologização em sala de aula é censura?"


Censura é cerceamento à liberdade de expressão. Ocorre que não existe liberdade de expressão no exercício estrito da atividade docente. Se existisse, o professor não seria obrigado a transmitir aos alunos o conteúdo de sua disciplina: poderia usar suas aulas falando sobre futebol e novela.

Também não existe liberdade de expressão quando a pessoa se dirige a indivíduos que são obrigados a escutá-la, como os alunos numa sala de aula. Do contrário, a liberdade de consciência desses indivíduos –garantida pela Constituição– seria letra morta. O que a Carta Magna assegura ao professor é a liberdade de ensinar.

Essa liberdade, porém, não confere ao professor o direito de abusar do seu cargo e da audiência cativa dos alunos para promover suas convicções políticas e ideológicas.


Como Olavo de Carvalho já previra há mais de 20 anos, o jornalismo no Brasil deixou de ser informativo para se tornar desinformador. Totalmente dominado pelo peso das estatais e com jornalistas formados para moldar a mente dos brasileiros pelas ideologias esquerdistas, tornou-se uma imprensa amorfa e repetitiva: ler um ou outro jornal, assistir qualquer televisão dava no mesmo, pois todas repetiam, com pequenas variações de estilo, a mesma mensagem burrificante baseada nos ensinamentos de Antonio Gramsci.

Há anos os brasileiros se desinformam através de pravdas ou granmas disfarçados de propriedades privadas, por isto muito mais hipócritas do que seus modelos originais, francamente partidários e ideológicos. Aqui, acessar o verdadeiro sentido oculto, "O Outro Lado da Notícia", é  tarefa para quem entende - não de imprensa, mas de Gramsci!


o imbecil coletivo 10 livros que mudaram minha vida rodrigo gurgelSe Edmund Wilson me vacinou contra os estruturalistas, Olavo de Carvalho me vacinou contra o marxismo e a intelectualidade materialista, hedonista e cética que pontifica na mídia e na universidade brasileiras.


De Euclides da Cunha, (1) Os Sertões foi o primeiro livro que estudei com o olhar de leitor malicioso — não no sentido de “má índole”, o mais comum entre nós, infelizmente, mas no sentido de “astúcia”, “sagacidade”. A motivação veio de Paulo Vieira, meu professor de português no velho Instituto de Educação, em Jundiaí. Quando comecei “A Terra”, tive uma vertigem: aquilo era incompreensível — o livro exigia muito mais que um dicionário constantemente aberto ao meu lado. Foi, aos 17 anos, o primeiro lampejo de que as melhores obras literárias estão além, muito além do que o leitor inocente vê no seu contato superficial, passageiro. Ir e voltar pelas páginas, descobrir a musicalidade que a linguagem pode alcançar, sentir que aquele livro estava além dos meus conhecimentos — tudo me impulsionava a ir adiante, a perseverar.