Em apoio ao Pe. Paulo Ricardo

O Pe. Paulo Ricardo, conhecido por se opor à agenda do marxismo cultural (aborto, feminismo, gayzismo, etc.) e por confrontar e denunciar a infiltração comunista na Igreja Católica, está sendo perseguido. Pretendem calá-lo e afastá-lo de suas atividades ministeriais fazendo uso da calúnia e de críticas absolutamente descabidas, baseadas em ódio e má-fé.

Clique abaixo para assinar a petição pública em defesa do pleno direito à liberdade de expressão e opinião do Pe. Paulo Ricardo.

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"A ONU achou um jeito de implementar seu governo global, e o mundo será gerido por painéis pseudocientíficos". A avaliação é do Dr. Ricardo Augusto Felício, pesquisador em Climatologia Antártica e Variabilidade Climática, que denuncia os novos planos dos eco-imperialistas e a insistência em mentiras como o "aquecimento global".

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As metrópoles fantasmas na China evidenciam que o tão alardeado crescimento econômico chinês é, em boa medida, uma farsa, e o quanto os comunistas investem na desinformação e na mentira.

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Aviso aos católicos: ser socialista gera excomunhão automática.

   

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True Outspeak - 16 de maio de 2012

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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A principal tarefa do consenso acadêmico há 200 anos tem sido precisamente a de impor a autoridade do erro como padrão supremo de racionalidade em todos os campos do conhecimento humano, e acabar sendo sempre desmentido por um ou dois gênios isolados, teimosos e mal subsidiados.


No estudo admirável que publicou em 1994 sob o título The Soviet Tragedy, Martin Malia pergunta por que os sovietólogos ocidentais, tão prestigiosos, tão bem pagos, tão dotados de amplos meios de investigação, não atinaram nem por um momento com a queda iminente da URSS, e, ao contrário, continuaram prevendo, até a véspera do desenlace, uma nova era de progresso espetacular para o gigante de pés de barro. 

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Confira a lista de indicações do MSM na Livraria Cultura, com os livros que nenhum leitor bem informado pode deixar de ler.
22625366O Imbecil Coletivo O Verdadeiro Che Guevara

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A volta de Marta ao PLC 122 de Fátima Cleide nada mais é do que a volta ao projeto do caos e da mentira.

Graças a Deus, a visão progressista da Teologia da Missão Integral, que pinta os opositores do PLC 122 como paranoicos, está perdendo força. Um número cada vez maior de pessoas está enxergando as horrendas consequências que a sociedade brasileira sofrerá se o projeto de supremacismo gay for aprovado.


Cansada da resistência do povo brasileiro, mas animadíssima com o recente mau exemplo de Obama apoiando o “casamento” gay, a senadora petista Marta Suplicy tomou a decisão, em 15 de maio, de retomar o texto do PLC 122 que havia sido proposto pela ex-senadora Fátima Cleide, a antiga relatora do PLC 122 que foi facilmente derrotada em seu estado exatamente por defender o supremacismo gay.

 Esta edição faz um paralelo entre alguns fatos ocorridos há apenas uma semana e intimamente relacionados, começando pelo atentado ao Dr. Londoño, passando por ações das FARC e uma tentativa de atentado ao ex-presidente Uribe que seria perpetrado hoje, na Argentina, onde ele vai oferecer uma palestra e que felizmente foi abortado em tempo.

 
O Notalatina volta a falar no atentado sofrido por Dr. Fernando Londoño há oito dias, no centro de Bogotá, apresentando dois áudios produzidos por ele hoje em seu programa “La Hora de la Verdad”. N primeiro, relata aos seus colegas de mesa de trabalho como ocorreu o atentado, suas sensações, sua dor ao conhecer que seus amigos e escoltas haviam morrido, tudo contado de uma forma dramática e sentida que torna-se impossível, até aos corações mais duros e insensíveis, não se comover.

O explosivo e o modus operandi, segundo dizem os peritos, levam a assinatura do ETA, o bando terrorista espanhol que vem delinqüindo com as FARC, com o auspício e os dólares de Hugo Chávez e a vista cúmplice e facilitadora deste governo.


Fernando Londoño fez o que todo mundo acreditava ser impossível: no primeiro ano do governo de Álvaro Uribe conseguiu aumentar o número de efetivos do Exército em mais de cem mil homens dotando-os de armamento de primeiro nível, e os preparou para enfrentar os bandos terroristas guerrilheiros. Ao mesmo tempo, nomeou o coronel Alfonso Plazas Vega na Direção Nacional de Estupefacientes para que golpeasse diretamente o narcotráfico aonde lhe dói mais: em suas finanças. E assim se fez.

Um povo que durante milênios foi afastado de sua terra, rapidamente mostrou que mesmo em diáspora continuou sendo uma poderosa nação.

Foi demais para Stalin – e continua sendo para supostos aliados ocidentais.

 


Com as declaradas intenções nazistas de exterminar os judeus, Stalin, ele mesmo antissemita, aproveitou para mostrar-se como campeão da defesa dos judeus e outras minorias. A fábrica de mentiras comunista criou o mito de que o Pacto Molotov-Ribbentropp era uma saída stalinista para salvar a URSS e o comunismo da “reação capitalista antirrevolucionária representada pelo nazismo”, e não o que realmente era: a continuação lógica da aliança com a Alemanha na conquista e destruição dos países livres da Europa ocidental (1). Hitler seria apenas a ponta de lança da ofensiva e para tal Stalin implicitamente endossou a política de extermínio judaico. Substituiu Máxim Lítvinov, nascido Meir Henoch Mojszewicz Wallach-Finkelstein, um judeu de rica família de banqueiros de Bialystock, da função de Comissário do Povo para Assuntos Exteriores, que exercia desde 1930, por Vyácheslav Mikháilovich Mólotov.

Vale lembrar que o comunista, advogado e ator Mário Lago, descaradamente, aconselhava todos os esquerdistas que foram presos a dizer que foram torturados.

A jornalista Mírian Macedo, no texto “A verdade: eu menti”, confirma essa prática sistemática da esquerda.


O general Luiz Eduardo Rocha Paiva, em entrevista à jornalista Miriam Leitão, em março de 2012, colocou em dúvida a afirmação de Dilma Rousseff, antiga terrorista da VAR-Palmares, de que tenha sido torturada, como ela já afirmou inúmeras vezes. Eu também tenho dúvidas a respeito. Afinal, por que acreditar em uma mentirosa compulsiva, como Dilma?

cigarrinho panHOUVE UM TEMPO, há não muito tempo, em que um garotinho negro marotamente fumando (comendo) um cigarro (confeito) de chocolate ao leite não passava mesmo disso: um garotinho negro marotamente fumando um cigarro de chocolate ao leite. Acreditem: eu mesmo fumei o chocolate. Hoje, não mais. Hoje, o garotinho negro marotamente fumando um cigarro de chocolate ao leite significa: a sórdida propaganda capitalista de um menino afrodescendente em situação de risco a imitar, inocentemente, o não menos sórdido hábito capitalista de inalar duas mil substâncias tóxicas que o vão, curto prazo, levar inevitavelmente à impotência, ao câncer e à morte. Pior: a um quadro televisivo com a gárgula vestida de branco que atende pelo nome de Drauzio Varella.

Estatísticas provam. Estatísticos – dedo em riste! – asseveram: todos os fumantes morrerão. Incrível, nunca havia pensado nisso. Mas nunca havia pensado também noutra coisa.

A guerra não está a quatro dias de distância, mas ela se aproxima.


Em maio de 1967, violando descaradamente acordos de trégua anteriores, o Egito expulsou do Sinai os pacificadores da ONU, moveu 120 mil soldados para a fronteira com Israel, bloqueou Eilat (a saída sul de Israel para o oceano), assinou repentinamente um pacto militar com a Jordânia e, junto com a Síria, decretou guerra para a destruição final de Israel.

Retorno ao fato porque é de riqueza extraordinária. Quem assistiu "Diários de Motocicleta" há de lembrar da passagem de Che Guevara pelo leprosário de San Pablo, atendido por uma congregação de religiosas no meio da selva, às margens do Amazonas. E há de lembrar que para os sinistros efeitos do filme, Che é apresentado como um santo abrasado de amor aos enfermos, e as irmãs como um perverso corpo de autoridades locais. Pura mistificação! Após duas semanas fazendo travessuras por ali enquanto superava uma crise de asma, Che bateu asas e foi fazer seu turismo revolucionário noutra freguesia. Quanto às irmãs, tão maltratadas pelo filme, continuaram, vida afora, enfiadas no mato, cuidando dos leprosos. Eis um bem torneado exemplo da diferença entre o verdadeiro amor ao próximo e a fantasia que empresta ao marxismo e ao comunismo o brilho vulgar das lantejoulas. Para o cineasta Walter Salles as religiosas eram megeras e Guevara um anjo de bondade.

Por se tratar de um projeto de longo prazo, as FARC desenvolvem ao mesmo tempo e com todas as suas estruturas armadas e desarmadas um plano coeso, unido por tarefas táticas definidas em cada campo.


O ambiente político está esquentado na Colômbia por conta do ressurgimento do terrorismo urbano e da presença midiática que as FARC conseguiram com o seqüestro do jornalista francês, do cinematográfico atentado contra o ex-ministro Fernando Londoño nas ruas de Bogotá, e da inesperada acusação de um promotor de direitos humanos contra o dirigente liberal Sigifredo López, por sua possível participação no seqüestro dos deputados do Valle em março de 2002, frente à inação e inaptidão do comandante da Terceira Divisão do Exército da época.

A inflação tem aumentado mais do que o previsto? Ponham a culpa nas empregadas domésticas! O dólar está disparando? Ah, mas isto é bom para os exportadores! Tungada na poupança? Ah, foi só um pouquinho...


Prezados leitores,

Nesta semana, tenho acompanhado os principais jornais televisivos, para extrair do conjunto uma constatação: o Brasil está começando a embicar a proa.

O que estarrece nessa situação toda é que a agressividade dessa escumalha comunofascista é recebida com loas e louros pela imprensa.


A perseguição aos judeus na Alemanha iniciou-se efetivamente no ano de 1933. Em 1º de abril, pouco depois de subir ao poder, Adolf Hitler decretou um boicote oficial a todos os comércios – mercearias, joalherias, armazéns, bancos, dentre outros – que pertencessem a famílias judias. A tropa de choque do partido nazista, a Sturmabteilung, pichava a palavra Juden (“judeu”, em alemão) nas vitrinas das lojas, e muitos membros da SA ficavam parados diante dos estabelecimentos comerciais de judeus ostentando cartazes com os dizeres: Deutsche! Wehrt Euch! Kauft nicht bei Juden! (“Alemães! Defendam-se! Não comprem de judeus!”). Com o tempo, passou-se a pichar as palavras Achtung. Juden. (“Atenção. Judeu.”) nas portas dos prédios, nos muros das residências e nas calçadas diante das moradias de famílias judias.

A desintegração da família é a causa ou a cura para a crise global do declínio populacional? Dois recentes artigos em importantes revistas de política externa levantam a questão.

“Na medida em que o abandono do casamento e a normalização do divórcio estão remodelando os compromissos de vida no Japão, o segmento dos adultos férteis casados está se reduzindo dramaticamente”, diz Nicholas Eberstadt. “E o casamento é o único caminho real para as pessoas serem pais e mães. A condição de mãe solteira permanece, por assim dizer, inconcebível por causa da humilhação permanente conferida por nascimentos fora do matrimônio. Aliás, os japoneses adotaram em massa e de modo voluntário uma vida sem filhos”. Eberstadt é um demógrafo e economista político no American Enterprise Institute. Seu artigo apareceu no volume mais recente da publicação Wilson Quarterly.

O que os defensores da Lei Seca pretender não é diminuir os acidentes, mas ter mais elementos para criminalizar a conduta dos cidadãos.


Vejo no noticiário sobre as recentes audiências públicas sobre a Lei Seca, inconformado com o massivo pensamento prevalente em favor da tolerância zero ao álcool, firmado com base no hegemônico pensamento de que o "interesse coletivo deve pairar acima dos interesses individuais e das questões comerciais", como se o mais coletivo dos interesses não fosse justamente os direitos individuais fundamentais e como se houvesse alguma contraposição entre os interesses da segurança pública e os interesses comerciais.