Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Banheiros da UFRN após intervenção de “coletivos”.

Não se engane: a instalação de banheiros unissex nas escolas e universidades não representa nenhum avanço em favor das mulheres ou das minorias.

No Brasil moderno você pode defender qualquer bizarrice desde que ela venha embalada em um discurso de “respeito às minorias” ou “combate ao preconceito”.

O tweet que iniciou o ataque que ocorreu dez dias depois em Garland, no Texas.

O ataque contra um concurso de caricaturas de Maomé em 3 maio em Garland no Texas, provocou muitos debates a respeito dos vínculos dos agressores com o Estado Islâmico, também conhecido como EIIS, EIIL e Daesh. O EIIS os treinou como agentes? Esses agentes fazem parte de uma nova rede terrorista no Ocidente?

Os pobres não são pobres por causa dos ricos. Eles são pobres por causa do Estado, são pobres porque não há concentração maior de renda do que a promovida pelo Estado quando fica com quase 40% de tudo que se produz no país!


Escrevo este artigo em defesa de meus interesses próprios. Não, não me entenda mal. Não tenho fortuna grande, nem média, nem pequena. Minha fortuna é minha família, são meus amigos, meus leitores, minha fé e meus valores imateriais. Mas considero que defendo interesses próprios, como cidadão brasileiro, quando reprovo a taxação das grandes fortunas, como qualquer aumento de impostos, porque essa é uma ideia de jerico. Dela sequer se pode dizer que vem embalada nos ideais do igualitarismo. Não no nosso caso. Não na concepção mau caráter que lhe deu origem.

evococaOs militares venezuelanos do “Cartel dos Sóis” (formado por generais do Exército), e militares cubanos que estão na Venezuela em postos-chave para facilitar o tráfico de cocaína com as FARC, são os parceiros dos bolivianos. 

 

No princípio de 2015 o coronel do Exército boliviano, Germán Rómulo Cardona Álvarez, elaborou um informe com o carimbo de “Top Secret” e enviou às máximas autoridades militares de seu país. Nesse documento ele revela inúmeras irregularidades cometidas por membros do governo Evo Morales, solicitando que se investigasse para apurar possíveis responsabilidades, uma vez que se tratava de assunto de segurança nacional. A denúncia informa delitos que vão desde o tráfico de influência até o tráfico de armas, e a criação de um grupo para-militar internacional dirigido pela Venezuela e Bolívia, com a colaboração das FARC.


Vladimir Putin convocou uma reunião plenária dos altos funcionários do Serviço Federal de Segurança da Federação Russa (FSB), polícia política e serviço secreto de seu regime, segundo informou o jornal de Paris Le Figaro.

Dirigindo-se a seus “camaradas” e súditos, o antigo espião da KGB pintou o quadro de uma Rússia rodeada de inimigos e ordenou-lhes enfrentar um vasto leque de ameaças heterogêneas que perturbam sua imaginação: desde o terrorismo caucasiano até a oposição liberal na Duma, passando pelas tentativas de “abalar o sistema financeiro”.

Putin insistiu que só “uma Rússia mais forte” poderá realizar as “mudanças positivas”.

Mesmo uma vida piedosa, quando desapegada da inteligência, sofre com os males da ignorância e pode, até por isso, acabar sucumbindo diante da complexidade da existência.


Em primeira mão, informo meus amigos que está em andamento o projeto de meu livro que se chamará Cristianismo Inteligente. Nele, compartilharei minha ideia sobre a natureza do cristianismo, que está muito além da trivialidade da ritualística e da banalidade dos pensamentos rasteiros. Assim, segue um pequeno trecho, para vocês entenderem um pouco sobre o que estou tratando:

“O que a inteligência tem a ver com fé? Esta, como muitos pensam, não deveria recolher-se ao seu ambiente propício, falando apenas com os seus, que é para quem interessa seu discurso, sem pretender alçar-se para além de seus círculos afins? Aliás, foi isso que ouvi desde garoto: que não deveria aventurar-me demais em questões intelectuais, pois elas poderiam causar-me a perda de minhas convicções religiosas.


Sugiro um programa “Harmonize PT”, para acabar com a semeadura de ódio que o partido, há anos, semeia onde quer que a imaginação humana possa vislumbrar uma fissura em grupos sociais.


Todos já sabem que o tal “Humaniza Redes” é jogada de marketing saída da cabeça do João Santana. Ou assemelhado. Resulta em bem concebida forma de censura a todos que não amam o PT, o petismo, o governo petista, a presidente Dilma e o ex-presidente Lula. Portanto, é violência disfarçada. É a “criminalização” do antipetismo.

 As organizações, personalidades e práticas políticas construídas em torno do partido da estrela, na cabeça dos que conceberam o Humaniza Redes, devem ser objeto de devoção e reverência nacional. Saudados com “Hasta la vitoria, siempre!”.

Caricatura de Bosch Fawstin, vencedora do Concurso e Exposição de Arte sobre Maomé em Garland no Texas, realizado em 3 de maio de 2015.


A liberdade de expressão está ameaçada nos dias de hoje. Não apenas na Europa, de onde eu venho. Mas também aqui, nos Estados Unidos.

A última vez que estive nos Estados Unidos foi há menos de duas semanas. Estive em Garland, Texas, onde proferi um discurso em um concurso sobre as caricaturas de Maomé.


No último programa da Joice Hasselman, o sr. Marco Antonio Villa, sem citar o meu nome, já que não é homem para isso, voltou a chamar-me de "embusteiro", "171" e coisas similares, desta vez por ter atribuído ao dramaturgo comunista Bertolt Brecht a seguinte frase, dita a propósito dos condenados nos Processos de Moscou: "Se eram inocentes, tanto mais mereciam ser fuzilados."

Brecht, segundo Villa, jamais disse isso.

É tudo invenção minha. Infelizmente, o episódio é testemunhado pelo filósofo Sidney Hook na página 493 do seu livro de Memórias, Out of Step. An Unquiet Life in the 20th. Century (New York, Carrol& Graf, 1987) e, segundo Paul Johnson – em Intellectuals, página 190 da edição de 2007 da Harper Perennial (agradeço ao Filipe G. Martins este lembrete) --, foi confirmado por outra testemunha, o prof. Henry Patcher, da City University.

O leitor pode verificar por si mesmo nas imagens que acompanham este artigo.


O general Ion Mihai Pacepa, o oficial de mais alta patente que desertou do bloco soviético, disse ao Accuracy in Media que as recentes revelações do caso Snowden-NSA o convenceram de que a chegada do informante Snowden na Rússia foi “o resultado de uma bem planejada operação de inteligência russa” contra os Estados Unidos.

Snowden “é um agente do serviço de inteligência russo no exterior”, concluiu o general.

O mais recente livro de Pacepa, Disinformation, escrito em co-autoria com o professor Ronald Rychlak, foi publicado pelo WND Books. Segundo ele, o presidente russo Vladimir Putin, antigo oficial da KGB, e os seus camaradas transformaram a Rússia na “primeira ditadura de inteligência da história”.


Nas últimas semanas os debates sobre o desarmamento, ou seu fim, se intensificaram em decorrência da tramitação do Projeto de Lei 3.722/2012 do deputado catarinense Rogério Peninha Mendonça.

De um lado, quase em desespero, aqueles que advogam pela manutenção do chamado Estatuto do Desarmamento, aprovado em 2003 à sombra do reconhecido Mensalão. Entre eles, o próprio Governo Federal que nesta semana criou “democraticamente”, pelas mãos do Ministério da Justiça, um grupo especial para debater novas medidas com o intuito de ampliar o desarmamento no país. As aspas no democraticamente se devem ao pequeno detalhe que apenas desarmamentistas foram chamados para compor tal grupo.

Do outro lado, como é o caso deste que escreve, pessoas que veem nas armas de fogo não o demônio ou o mal encarnado, mas sim um instrumento de defesa, subsistência e liberdade. Talvez resida nesta última palavra – liberdade – o verdadeiro temor de alguns.


As FARC se reorganizaram, cresceu sua agressividade e a mesa de Havana resultou ser uma vulgar janelinha por onde Timochenko passa suas exigências e Santos obedece.


Ante o mistério que encerra o entreguismo de Santos ante as FARC, ante a impossibilidade de saber, no momento, o que é que há por trás da obstinação de fazer concessões sem contraprestação a esse perigoso bando armado e aos cubanos, resta o recurso de fazer, ao menos, o inventário das motivações intelectuais que poderiam explicar essa particular atitude.

 

Pois deve haver teorias que incendeiam essa mente. Só a loucura gasosa do Prêmio Nobel que lhe prometeram não dá para tanto. Examinemos pois uma dessas teorias, que tem a vantagem de aparecer a cada certo tempo nos discursos do presidente. Juan Manuel Santos, de vez em quando, diz ser partidário da “terceira via”, sem explicar a qual das numerosas variantes dessa construção ele é adepto.

O objetivo da nova educação não é necessariamente persuadir racionalmente ninguém de nenhum daqueles pontos de vista, mas dissuadir a todos da idéia de que exista a possibilidade de uma arbitragem racional a respeito.


O senso comum a respeito do ensino na sociedade moderna, repetido como dogma indiscutível por ministérios, ONGs, educadores e pais, é o de que a educação de crianças e jovens tem de ser universal. Com isso, todos querem dizer que acreditam existir um núcleo mínimo de valores e conhecimentos que devem ser compartilhados por toda a sociedade e passados de geração a geração através de instituições desenhadas especificamente com esse fim. Essa premissa se funda, por sua vez, numa outra, a de que, sem aquele núcleo mínimo, o tecido social será corroído desde dentro por indivíduos que instaurariam o caos e a desordem.

Muitas das patologias atuais vistas entre muitos negros é uma consequência do estado de bem estar social (welfare state), que tem feito o comportamento auto-destrutivo menos custoso para o indivíduo.


Vigaristas e pessoas com pouco entendimento desejam que acreditemos que os problemas atuais dos negros são o resultado continuado de um legado de escravidão, pobreza e discriminação racial. O fato é que a maioria das patologias sociais vistas nos bairros negros pobres é inteiramente nova na história dos negros.

Hoje a esmagadora maioria das crianças negras são criadas em famílias sob a responsabilidade de uma mãe solteira. Nos anos de 1880, três quartos das famílias negras eram biparentais. Em 1925, 85% das famílias negras, em Nova York, eram formadas por casais. Um estudo das famílias escravas no século XIX descobriu que em três quartos das famílias todas as crianças tinham o mesmo pai e a mesma mãe.

 Espero que tão destapada confissão de culpa emitida pelo Sinpro/RS sirva de alerta aos pais e à direção das escolas.

Não é por acaso que nosso sistema de ensino se tornou um dos piores do mundo civilizado.


Duvido que algum pai, ao matricular o filho numa escola, fique na expectativa de que lhe sejam enfiadas na cabeça as ideias políticas que seus professores tenham. Os pais esperam exatamente o oposto. Esperam que os professores não façam isso porque reservam tal tarefa para si mesmos, segundo os valores e a cultura familiar. Quando um professor, o sujeito no quadro negro, o cara de cima do estrado, que corrige prova e dá nota, usa a autoridade e os poderes de que está revestido, para fazer a cabeça de crianças e jovens, exerce sua profissão de modo abusivo. Figurativamente, pratica estupro de mentes juvenis. Se o professor quer fazer proselitismo político, se anseia por cooptar militantes para sua visão de mundo, de sociedade, de economia, de política, de história, que vá procurar um vizinho, um colega, um superior. Figurativamente, que deixe de ser abusador e vá enfrentar alguém de seu tamanho intelectual.