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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Essa ideologia, se pudesse, acabaria com o imenso usucapião denominado Brasil.


Assistindo às presidenciáveis no debate promovido pela Band, percebi que vivemos sob a influência de uma ideologia escancaradamente reacionária. Seus adeptos, encilhando-se a fórmulas superadas, se dedicam, por todos os modos, a puxar as rédeas da humanidade e da civilização. Lembrei-me dos Fóruns Sociais Mundiais e de seu slogan - "Um outro mundo é possível". Sim, sim, escrevi eu à época. Um novo Big Bang, uma nova Criação, um novo Paraíso com maçãs para todos.

Foi em nome dessa ideologia que, em abril de 2000, muitos saíram às ruas a vociferar contra o Descobrimento. Quando o MST invade uma propriedade rural, eles chamam de ocupação. Quando se referem ao desembarque dos portugueses em Porto Seguro, falam em invasão. Por algum motivo obscuro ainda não escolheram Cabral, primeiro invasor, como patrono do MST. É claro que se os portugueses tivessem tocado direto para as Índias, nosso país seria hoje o que são as tribos que se mantiveram sem contato com a civilização. Vale dizer: viveríamos lascando pedra.

marina

Marina Silva em 1986, no Acre, liderando camponeses.

No dia 13 de agosto de 2014, a morte do candidato à presidência da República, Eduardo Campos, trouxe mais uma vez ao cenário político a possibilidade de Marina Silva ocupar o cargo supremo do Executivo nacional. O que apresento nas próximas linhas é um apanhado histórico e crítico daquilo que penso ser, do ponto de vista teórico, a base do seu pensamento político e tomarei como ponto de partida o conceito de “ecoteologia”, segundo as definições de Afonso Murad (ver. Revista Pistis Prax., Teol. Pastor., Curitiba, v. 1, n. 2, p. 277-297, jul./dez. 2009). Uma comparação entre o fanatismo ecológico no Brasil e o genocídio perpetrado pelo Khmer Vermelho no Camboja é a conclusão que faço ao final.

Olavo de Carvalho é filósofo, escritor e jornalista e atualmente escreve para o jornal Diário do Comércio da Associação Comercial de São Paulo. É autor de vários livros, incluindo O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Também é o fundador do renomado Seminário de Filosofia.

Islamidades: Hoje um dos temas mais debatidos nos meios conservadores é a islamização da Europa. Quase sempre esta discussão é acompanhada de uma multiplicidade de posições ideológicas, desde neoconservadores até eurasianos. O fato incontestável é que a enfermidade espiritual do Velho Continente abriu as portas para a entrada do islamismo como o substituto de um cristianismo "caduco", incapaz de se apresentar de modo convincente. O surgimento de uma elite islâmica europeia parece ser a concretização daquilo que já estava contido nos escritos de Guénon e Schuon décadas passadas. Até que ponto este processo de islamização é profundo e irreversível?

Olavo de Carvalho: A penetração do Islam no Ocidente não começou com a imigração em massa, nem com o terrorismo, nem com a espetacular agitação política que se viu nas últimas décadas. Ela remonta à ação discreta de René Guénon, iniciada na segunda década do século XX e dirigida a uma elite intelectual altamente capacitada, bem longe dos olhos da mídia, dos “analistas políticos” e da maioria dos orientalistas acadêmicos. Quando Frithjof Schuon fundou nos anos 50 a tariqa que Guénon considerou o primeiro resultado significativo do seu trabalho, ela já atraiu intelectuais de primeiríssimo plano, cuja ação permaneceu discreta pelo menos até a década de 90. Foram setenta anos de conquista dos corações e mentes nas altas esferas intelectuais, políticas e financeiras.

Comentário de Julio Severo: 
Por conta de uma "revelação", alguns grupos neopentecostais estão tratando Marina como se tivessem sido hipnotizados por um messianismo, como se Marina fosse a escolhida de Deus para ser presidente do Brasil. Marina pode ser incoerente em muitas questões importantes para os cristãos, mas Deus nunca é. Deus não tem parte na Teologia da Libertação, já defendida por Marina como o “evangelho vivo” (http://bit.ly/GL9Pfm).

Marina é a candidata de Leonardo Boff, Caio Fábio e Valnice Milhomens. Exatamente 20 anos atrás, no falido programa de TV “Pare & Pense,” Caio e Valnice estavam apresentando Lula para o público evangélico. Agora é Marina… É preciso realmente um dom de revelação para saber o final dessa novela? A trama de Caio no antigo programa era de fato aproximar Lula dos evangélicos, mas Valnice, com todas as suas revelações, foi incapaz de enxergar a trama.

Se Marina for de fato a escolha de Deus para ser presidente, conforme querem Boff, Caio e Valnice, então Marina fará sua traição mais importante: ela dará um chute na Teologia da Libertação e em todos os militantes esquerdistas — especialmente seu vice, Beto Albuquerque, um falso católico que, segundo Revolta Brasil, é um defensor do aborto e da agenda gay — que fazem cara de nojo quando ela tenta assumir uma postura ética, cristã e verdadeira contra o aborto e a agenda gay.

Sem isso, o messianismo que vem crescendo com base em revelações não passa de messianismo sustentado por sentimentalismo religioso. Não é a primeira vez que isso acontece na história humana. E os resultados são sempre desastrosos. A Bíblia não nos manda engolir revelações e profecias, mas primeiramente avaliar e julgá-las (cf. 1 Co 14:29). Leia agora o artigo de Dener. Não sei se ele é a favor da Dilma, do Aécio ou do Obama — nenhum dos quais apoio. Só sei que, neste artigo, ele disse verdades que precisam de nossa atenção.

Em 2003, ainda no começo do governo do presidente Lula eu, que ainda não era jornalista, dei uma entrevista para o Estadão na qual afirmava categoricamente: “não confio na Marina Silva nem para cuidar do meu jardim”. Clique aqui para conferir. Confirmei minhas palavras no discurso que proferi na ONU ao receber de Kofi Annan o prêmio das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Os petistas se arrepiaram, reclamaram e me criticaram. Não deu outra: se arrependeram. Em 2010, quando o Partido Verde aceitou a bancar a candidatura de Marina para presidência da República, novamente eu avisei em diversas oportunidades, que eles estavam dando um tiro no próprio pé. Fui criticado e esculhambado por algumas lideranças do PV. Não deu outra: eles também se arrependeram.

A eventual consagração de Marina Silva como presidente da República significará o passo final para o caos, pois a possibilidade de governança ou governabilidade tende a desaparecer.
 

A boutade de Abílio Diniz, o empresário que aderiu de mala e cuia ao PT, vem muito a calhar aqui: “o país não é ingovernável, mas é ‘ingerenciável’.” Esse tem sido o resultado das sucessivas administrações esquerdistas, desde 1985. Os governos Lula e Dilma aprofundaram a transformação do Estado, de tal sorte que se criou sua incapacidade gerencial, de gerenciar-se a si mesmo e de prover os serviços públicos que dele o povo espera.

Não é à toa que a inflação está voltando forte, irresistível, inexorável. Os desequilíbrios governamentais sempre se transformam, com o passar dos dias, na peste inflacionária. Podemos ver o fenômeno a olhos vistos, no Brasil, que virou um grande laboratório a céu aberto. É possível ver o que está predito por economistas sensatos quando os governos saem dos seus próprios sapatos e crescem além da conta.

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 “Admirar sempre moderadamente é sinal de mediocridade”, ensinava Leibniz. Uma das constantes da mentalidade nacional é precisamente o temor de admirar, a necessidade de moderar o elogio – ou entremeá-lo de críticas – para não passar por adulador e idólatra.

Já mencionei esse vício em outros artigos, assinalando que ele resulta em consagrar a mediocridade como um dever e um mérito – às vezes, a condição indispensável do prestígio e do respeito.

Mas não é vício isolado. Vêm junto com pelo menos mais dois, que o prolongam e consolidam:

Como cidadão que acompanha o movimento na esquina desta eleição, permitam-me enviar um conselho ao candidato Aécio Neves. Meu caro Aécio, ou você faz como era usual na minha Santana do Livramento dos anos 50 e dá um risco com o pé no chão, estabelecendo os limites do seu campo político, definindo qual é o seu lado e o que ele significa, ou vai beber água suja nessa eleição. O senhor enfrenta neste pleito duas adversárias com posições radicais e elas não podem ser enfrentadas com luvas de pelica e punhos de renda, como já disse alguém.

O programa de governo assumido por dona Marina Silva tratou de deixar claro que também é favorável à ideia contida no "decreto dos sovietes", ou seja, que irá amarrar as decisões políticas e a gestão pública aos pareceres dos movimentos sociais. Alguns se surpreenderam com isso. No entanto, a candidata do PSB entrou na disputa riscando o chão, explicitando o seu quadrado. E por isso, crescendo. O PSDB de Aécio Neves tem, no próprio programa que é favorável ao parlamentarismo, muito mais a dizer sobre mudanças institucionais. Tem muito maior contribuição a oferecer para sustar a marcha da democracia brasileira para os braços de um projeto totalitário.

“Homem, homem, não se pode viver inteiramente sem piedade.”
 Dostoievski, citado por Koestler em O Zero e o Infinito

“Que Deus nos proteja dos santos!”
Georges Bernanos


O filósofo francês Maurice Merleau-Ponty, em 1947, havia chamado a atenção do público culto para um aspecto intrigante da política: a escolha, explicava ele, não é entre a pureza e a barbárie, mas entre graus variáveis de violência. (James Madison, ainda no séc. XVIII, esclarecera, no Federalista n.º 48, que o poder tem uma dimensão opressora e por isso carece de freios e limites – mas os incautos e sonhadores não leram esta obscura passagem…).

É certo que Ponty, homem de esquerda, estava a reagir aos efeitos devastadores provocados pela publicação do Darkness at Noon (O Zero e o Infinito, na tradução portuguesa), de Arthur Koestler, uma denúncia inteligente e implacável do fenômeno totalitário, retratando, com aquele olhar de lince, a farsa monumental dos chamados “Processos de Moscou”, orquestrados pelo aparato repressivo de Estaline nos anos 1930.

Marina escolheu o PSB por falta absoluta de opção. Continua apoiando petistas do Acre e do Rio de Janeiro.
Continua sem saber que economia é ciência e não slogan de sonháticos e pesadeláticos.


Um dia o prefeito da maior capital do país se definiu como alguém que não era de centro, nem de direita e nem de esquerda. Entendi que ele era de baixo.

Agora temos uma política profissional – sempre viveu disso – repetindo o discurso de Collor: cuidado com os políticos (os outros). O perigo maior é ela própria.

Segue a íntegra do meu pronunciamento na audiência pública sobre o Decreto 8243/2014, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, no Senado Federal, no dia 05 de agosto de 2014.


Exmo. Senador Anibal Diniz, que preside estes trabalhos, Ministro Gilberto Carvalho, Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Prof. Leonardo Avritzer, professor de Ciência Política da UFMG, Prof. Dalmo Dallari, professor da USP, Prof. José Matias Pereira, professor de Administração Pública da UnB, senadores e demais aqui presentes. Cumprimento a mesa e pelo vejo serei a única voz dissonante, o que é salutar para o debate democrático, que nos leva à reflexão, que é justamente o objetivo desta audiência pública. 


No Uruguai, a dois meses das eleições presidenciais, as pesquisas constatam até o momento um retrocesso do governante Frente Ampla, de esquerda. Além das pesquisas, que não são infalíveis, o concreto é que se percebe um envelhecimento mental e psicológico desse partido.

O ex-presidente do Uruguai e atual candidato da Frente, o Dr. Tabaré Vázquez, há até um ano tido como quase seguro ganhador, está perdendo impulso e baixou nas intenções de voto, na mesma proporção em que sobe um jovem candidato do opositor Partido Nacional, Dr. Luis Alberto Lacalle Pou, de 42 anos.

O frenteamplista Vázquez não envelheceu somente em idade. Sua aparência cansada colabora com o eclipse de um carisma de comunicador que teve outrora, inclusive com bom trânsito no centro político. Para compensar esse envelhecimento, o partido de Vázquez escolheu como candidato a vice-presidente o jovem Raúl Sendic, ex-presidente entre 2008 e 2013 da petroleira estatal ANCAP, a maior empresa do país. Porém, a nomeação de Sendic, por má sorte, coincidiu com a divulgação de perdas milionárias da ANCAP nos balanços dos últimos quatro anos, o qual não fala bem de sua capacidade de administrador público. Até o momento, a Frente bloqueou no Parlamento uma investigação sobre as reais causas desse mal resultado.

À medida que as operações israelenses contra o Hamas estão perdendo intensidade, apresento sete insights sobre o conflito que já dura um mês:

Escudo antimísseis: O impressionante desempenho da Cúpula de Ferro, o sistema de proteção que derrubou praticamente todos os foguetes do Hamas que ameaçavam vidas ou propriedades, acarreta importantes implicações militares tanto para Israel quanto para o mundo. Seu sucesso sinaliza que a "Guerra nas Estrelas" (como os adversários apelidaram maliciosamente a Cúpula de Ferro quando da sua criação em 1983), pode realmente proporcionar proteção contra foguetes e mísseis de curto alcance e provavelmente de longo alcance mudando, potencialmente, o futuro das operações militares.

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A Cúpula de Ferro em ação, protegendo israelenses.

Túneis: O uso de túneis atrás das linhas inimigas não é uma tática nova, já teve sucesso, historicamente falando, como por exemplo na Batalha de Messines em 1917, quando minas britânicas mataram 10.000 soldados alemães. As Forças de Defesa de Israel (IDF) sabiam da existência dos túneis antes do início das hostilidades em 8 de julho, mas não avaliaram quantos eram, comprimento, profundidade, qualidade da construção e sofisticação eletrônica. Jerusalém percebeu rapidamente, segundo o Times of Israel, que a mesma supremacia de "Israel no ar, mar e terra não se dava no subsolo". Assim sendo, as Forças de Defesa de Israel (IDF) precisavam de mais tempo para atingir o domínio subterrâneo.

Marina Silva quer governar com e para seu grupelho político, que é socialista e ambientalista, de costas para a realidade.


Todos os candidatos estão usando o mote da “mudança”, até mesmo quem é da situação, tentam seduzir o eleitorado para o engajamento revolucionário. Os marqueteiros admitem que sem o mudancismo não se ganha, ignorando solenemente que o povo brasileiro é majoritariamente conservador e não deseja mudança na ordem estabelecida. Dilma Rousseff não cansa de dizer que dará continuidade ás mudanças que o PT vem fazendo, desde que assumiu. Como pode alguém ser da situação e falar em mudança? Aqui é preciso uma exegese cuidadosa do discurso político em uso.

Há uma sutil confusão entre mudança de nomes (e de partidos) com a mudança da ordem vigente. Certo que todas as candidaturas são de esquerda e o esquerdismo consiste precisamente nisso, no discurso da mudança, até mesmo “contra tudo que está aí”. A esquerda quer modificar o status quo porque acha que tem as soluções para os problemas humanos, bastando, para isso, vontade política. Obviamente é delírio perigoso. Por detrás do argumento está o ímpeto perfectibilista de todos os revolucionários, que acham que podem aperfeiçoar a natureza, inclusive a natureza humana.

Primeiramente, bom dia a todos vocês!
Mas não sei quando vocês vão ler a minha carta. Então é um bom dia, mas também pode ser uma boa tarde. E, é claro, a gente sabe que pode ser também uma boa noite. Uma dessas coisas.
E vocês recebam meu carinho em qualquer época do dia em que estiverem.
É um orgulho falar com vocês. Porque, é assim, vocês são gente. Nossa gente. E é aquilo. Tem que gostar. Político gosta ou não vai gostar nunca. E eu gosto. Do que? De gente.