o ataque de Madri para os espanhóis e a atrocidade de Beslan para os russos. Doze trabalhadores decapitados no Iraque Allah Knows Best, e em um filme de 2004, implorou a seu assassino: “Não faça isso. Não faça isso. Tenha piedade. Tenha piedade!” Então o assassino rasgou-lhe o peito com uma faca e cortou-lhe a garganta com outra, a ponto de quase o degolar.

O provável assassino, Mohammed Bouyeri, de 26 anos, nascido na Holanda e portador de cidadania holandesa e marroquina, usou uma das facas para prender ao corpo de Van Gogh uma acusado, junto com mais seis companheiros, de participar de uma “conspiração terrorista”. As autoridades lamentou publicamente que o país tenha ignorado por tanto tempo a presença do radicalismo islâmico. “Por um período demasiado longo julgamos ter uma sociedade multicultural e que bastaria nos abrirmos uns para os outros. Fomos muito ingênuos ao acreditar que as pessoas poderiam coexistir em sociedade.”

Jozias van Aartsen, líder da bancada do VVD no Parlamento, foi mais longe ao advertir que a “jihad chegou à Holanda e um pequeno grupo de jihadistas ameaça os princípios de nosso país. Essa gente não quer mudar nossa sociedade, eles querem destruí-la”.

Um dia após o assassinato, vinte mil manifestantes se reuniram para denunciar o crime e 30 pessoas foram detidas por incitação ao ódio contra os muçulmanos. O ministro do Interior, Johan Remkes, uma pequena guerra civil.    

Imediatamente os holandeses publicou um editorial inimaginável antes do assassinato de Van Gogh, reclamando “uma campanha de repressão contra os fanáticos muçulmanos fundamentalistas”. Mesmo políticos de esquerda Notas:


Para mais informações sobre esse caso, leiam “danielpipes.org

Tradução: Márcia Leal.

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