| 21 Fevereiro 2005
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Em 31 de Janeiro o Pravda proclamava, “A Rússia vai retirar o dólar americano da política financeira nacional.” Mês passado, o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU (DESA) e a Conferência das Nações Unidas em Comércio e Desenvolvimento lançaram um relatório (historiador de finanças Niall Ferguson escreveu em Unholy Alliance (Uma Não-Santa Aliança), Horowitz segue a linha de ascensão do neo-comunismo através do movimento pacifista. Em um capítulo com o título “Revolução Islâmica,” conta como as idéias marxistas foram enxertadas no Islam. Foi o Aiatollah Khomeini quem adotou o conceito marxista de “um mundo dividido entre oprimidos e opressores” . Foi Khomeini aquele que descreveu os EUA como o “grande Satã”, ganhando, então, a simpatia da esquerda internacional. O objetivo da jihad radical agora inclui “justiça social”. Segundo Horowitz, “Ao definir seu movimento como a revolução dos oprimidos, Khomeini conseguiu empolgar o apoio da esquerda iraniana e do exterior. Conseqüentemente, em seu nascedouro o regime islamo-fascista foi apoiado pelo Partido Comunista Iraniano e pela esquerda ‘progressista’ internacional”. Marxistas e neocomunistas avançam de braço dado com o radicalismo feminista e ambientalistas radicais.
O fim proposto é a destruição do livre-mercado. As mentiras marxistas permearam a cultura, deixando milhões de cidadãos predispostos a dar atenção à propaganda de poderes estrangeiros hostis e de terroristas. Nossos conservadores, orgulhosos de si próprios, deram-se parabéns pela “morte do comunismo”. Agora devem, bem quietinhos, admitir que o comunismo está bem vivo. Não apenas vivo, como sendo ensinado para nossos filhos em nossas escolas. Vejamos o caso do egrégio professor da Universidade do Colorado, Ward Churchill, que comparou as vítimas do 11/9 a nazistas. Algumas pessoas acham que despedir Churchill violaria os direitos conferidos pela Primeira Emenda. A Primeira Emenda, no entanto, não foi escrita com o propósito de remover descontentes subversivos das Universidades do país. Ela diz: “O Congresso não fará Leis no sentido de estabelecer uma religião, ou proibir o exercício de uma delas ou, mesmo, afetando a liberdade de expressão ou de imprensa”. Não proíbe escolas e empresas de despedirem empregados subversivos. A emenda simplesmente proíbe o Congresso de declarar ilegal este ou aquele discurso. Ninguém alega ter sido ilegal o pronunciamento de Ward Churchill. Entretanto, em nenhum lugar, existe lei que obrigue o Estado do Colorado – ou qualquer outro Estado – a manter subversivos no corpo docente. Se não podemos combater a subversão em nosso próprio país, como poderá a frágil democracia iraquiana sobreviver?
Não está muito longe o dia em que haverá um abalo na economia e os inimigos dos EUA sairão arrastando-se para fora da toca &ndas h; dentro e fora do país. A Rússia e a China não são países amigos. A esquerda socialista é sua quinta-coluna pronta para uso. Portanto, a questão do dia não é simplesmente a sobrevivência da democracia iraquiana, mas a sobrevivência mesma da democracia americana. Em um livro recentemente lançado por Ben Stein e Phil DeMuth, Desequilíbrios econômicos podem elevar os politicamente desequilibrados ao poder. Já vimos o que ocorreu na Grande Depressão. Os politicamente desequilibrados tomaram o poder na Alemanha e desencadearam uma guerra que ceifou a vida de 55 milhões de pessoas. Se há uma razão para oposição ao movimento (pseudo)pacifista, ela está aí acima. Apesar das imperfeições que possam ter os EUA e equivocadas que possam ser as políticas de George W. Bush, não são nada, comparadas à malevolência da mentalidade anticapitalista que anima – como o álcool anima o alcoólatra - os descontentes politicamente desequilibrados de nosso tempo. Ludwig von Mises escreveu Notas:
© 2005 Jeffrey R. Nyquist
Publicado por Financialsense.com
Tradução: Ricardo A.N. Dornelles.
