"Para o cristianismo, não importa a raça, o que importa é a fé". Nivaldo Cordeiro comenta em vídeo o racismo, o mito da pureza racial, como uma invenção da modernidade, e a fúria anticristã presente na mentalidade moderna, que se manifesta nas ideologias coletivistas causadoras dos banhos de sangue de alcance global que ocorreram ao longo do século XX. O atentado em Oslo é um alerta: tudo isso pode se repetir.

Os atentados sangrentos de Oslo, que ceifaram dezenas de pessoas, fizeram soar os sinos de alarme. Como nos anos Trinta estamos vivendo de novo a ascensão da Besta Loura de que nos falou Nietzsche. De novo e de novo Mefistófeles, o "Demônio do Norte", fez sua turnê sobre a Europa e sobre o mundo. O atirador é claramente um louco, mas são os loucos aqueles que são os mais sinceros e refletem os movimentos profundos da alma coletiva. Observemos os resultados das últimas eleições nos paises europeus. Veremos que o racismo é o seu denominador comum, não o mero racismo social, que temos por aqui, mas o racismo letal, elevado à condição de razão de Estado.

Vivemos a síndrome de Ricote. Melhor ler de novo os grandes livros da literatura, especialmente o Dom Quixote, de Cervantes, o Fausto, de Goethe, e o Doutor Fausto, de Thomas Mann. Eles nos legaram o mapa do caminho para compreensão do drama de nosso tempo.





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