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O Japão está sendo, pela segunda vez, a vítima principal do fogo nuclear, fruto do ativismo da suprema arrogância do homem moderno.

Quando vi as primeiras imagens do terremoto e, depois, do monumental tsunami que o seguiu, eu parei diante da TV e rezei. Em meu imaginário mais apocalíptico eu sempre considerei que o fim do mundo, se um dia vier, será daquela forma. Na verdade, as cenas exibidas já estavam nos filmes do chamado gênero de cinema-catástrofe e nos de ficção científica futurista. Não dá para não se compadecer com o sofrimento da população japonesa, em geral, e especialmente naquela que reside próximo ao epicentro dos eventos.

Vimos que depois da fúria dos elementos tudo se acalmou. O mar voltou ao seu vai e vem normal. A terra ficou firme. Essa é a característica dos males naturais: a natureza se corrige a si própria e, passada a tempestade, sabemos que sempre virá a bonança. Mas os males causados pela mão humana são de outro feitio. Estamos vendo agora os horrores das avarias nas usinas nucleares. O homem resolveu brincar de Deus fabricando o fogo das estrelas. E, como no mito, soltou os demônios e não consegue mais fazê-los voltar à caixa que os continha. O mal em largas proporções que as avarias das usinas pode fazer ainda não tem como ser dimensionado. A figura emblemática do Imperador japonês vindo à TV falar sobre o assunto mostra que a gravidade não é pequena. Em maio próximo vou oferecer um curso que terá como foco a obra de Goethe, Fausto. Este livro sempre me seduziu e me puxou para dentro de si. A questão do mal tem sido premente em tudo aquilo que tenho lido. Nos últimos tempos resolvi aprofundar meu estudo sobre o Fausto e sobre o seu autor. Fui compelido a fazer isso, eu que poderia estar fazendo qualquer outra coisa. Mas o Fausto me seduziu e em tão má hora estou concluindo minhas pesquisas para o curso. Goethe conseguiu, a um só tempo, fazer a crônica da modernidade e prever a tragédia que viria por obra desse novo homem, que nasceu do abandono da fé cristã ou, mais precisamente, do novo homem que passou a cultivar o Negador. Goethe registrou esse momento da alma coletiva do Ocidente.

Quando Mefistófeles alcunhou de forma irônica o seu pupilo de Dom Microcosmo é que vemos um instante da genialidade de Goethe. O símbolo está em toda parte, tendo tomado o lugar antes reservado à cruz. Na expressão poética está contida toda a arrogância do homem moderno, que resolveu "aperfeiçoar" a natureza, a natural assim como a social. Só podia dar nas tragédias do século XX; só podia dar na tragédia atual de Fukushima. O Japão está sendo, pela segunda vez, a vítima principal do fogo nuclear, fruto do ativismo da suprema arrogância do homem moderno.

A tragédia vai se prolongar. O Japão empobreceu instantaneamente e ainda não é possível medir o tamanho do empobrecimento. Toda a população japonesa sofrerá com esse empobrecimento repentino. Se for preciso remover centenas de milhares de pessoas de suas casas será uma tragédia imensa, desconhecida em tempos de paz. Fácil mover pessoas, mas a infra-estrutura deixada para trás não é reprodutível facilmente. Onde irá toda essa gente? Onde morar? Água? Esgoto? Empregos? Escolas? Deixar tudo para trás é um sacrifício sem limite. Sem contar as seqüelas psicológicas inevitáveis em um momento de exílio involuntário, talvez para nunca mais.

Em boa hora os países nuclearizados estão revendo sua política nuclear e revisando suas normas de segurança. Espero que nosso governo faça o mesmo. É hora de ter prudência e meditar sobre os limites da ação humana. Que o sacrifício japonês não seja em vão!



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