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Capra e Gramsci, juntos, formaram a engenhosa dobradinha revolucionária que tratou de afundar o ensino brasileiro no mais tenebroso abismo de ignorância, pedantismo e violência anti-cristã.


Quando li o texto do professor Olavo de Carvalho sobre a obra de Fritjof Capra, caiu sobre mim um bloco de compreensões que me humilhavam diante de mim mesmo: de um só vez, entendi que Capra nunca foi escritor, tampouco um intelectual. É apenas um propagandista da Nova Ordem Mundial, encarregado de preencher o imaginário cultural com um conteúdo místico-científico que sirva de base para os devaneios da Nova Era. A destruição do seu pensamento, levada a cabo por Olavo de Carvalho, é um verdadeiro massacre dada a penetração de Capra na cultura do início do século XXI.

A influência de Capra vai desde o meio acadêmico das ciências exatas, passando pelos sonhos idílicos das humanas, pela cultura pop, até descer âncora nos submundos das subculturas urbanas. Do outro lado, mas com um suporte intelectual mais robusto, está o comunista italiano Antonio Gramsci, impulsionador da revolução cultural no Brasil. Gramsci é, de longe, o intelectual mais citado e comentado das ciências humanas e sociais em toda a América Latina.

Capra e Gramsci, juntos, formaram a engenhosa dobradinha revolucionária que tratou de afundar o ensino brasileiro no mais tenebroso abismo de ignorância, pedantismo e violência anti-cristã. Foi sem grandes surpresas que tive que suportar Capra em aulas de mestrado, nas quais eram despejadas altas doses de mentalidade revolucionária nova era muito mal travestida de física quântica.

Olavo de Carvalho demonstra o escasso conhecimento de Capra sobre o que pretende dizer, assim como aparentemente também sobre o fato mesmo de ser um completo tapado no que fala. Principalmente quando decide descrever mundos orientais e o faz montado em suas utopias ocidentais pós-modernas. Olavo transforma Capra no que ele é: um garotinho palpiteiro que, no entanto, influenciou a moda da nova opinião pública.

Quanto a Gramsci, o livro tem a função importante e saneadora de um alerta para a presença do pensamento mais influente das ciências sociais de hoje, sua estratégia macabra de consolidação da hegemonia esquerdista. Não há como entender o consenso midiático e acadêmico vigente no Brasil e no mundo sem considerar a contribuição do comunista italiano.

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Pensei estar num filme do Monty Python: TODOS os frequentadores da loja de conveniência tinham barba e rabos de cavalo samurai, e bebiam long negk no gargalo. Este mundo está ficando engraçado. Um deles tinha um poodle.

Chega a ser realmente muito engraçado. Você vê um playboy com um carrão, de barbona e coque, depois vê um mecânico trabalhando, de barbona e coque, depois aparece um estudante de humanas, do mesmo jeito. Depois vemos um ator global, um jogador de futebol e assim vai, sucessivamente... A moda não deixa de ser algo democrático... além de um indício de falecimento da personalidade.

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A autoridade de grupos de referência sobre o indivíduo compensa a perda da autoridade moral da família na sociedade moderna e anestesia a sensação de solidão. Isso ocorre mesmo em indivíduos aparentemente isolados.

A autoridade familiar tem vigência temporária e deve terminar por erigir uma personalidade real. Já o grupo que a substitui, pode ser virtual, assim como a sua autoridade sobre o sujeito. Com virtual não me refiro ao "da internet", mas aquele que não é composto de pessoas reais e sim de "avatares" de comportamento, pensamento e ação, que submetem a personalidade individual a um jogo de imitações anestésicas, fazendo-o pensar que tem uma personalidade, enquanto apenas repete chavões idênticos. Essas características não precisam ser facilmente encontráveis no entorno social imediato, em pessoas reais. Basta que se tenha notícia de algo semelhante, o que pode ser dado pela cultura do entorno por meio de ficções baseadas em indução de comportamentos.

Mas como é que o indivíduo não percebe que seu comportamento é imitativo?, podemos perguntar. Não percebe porque essa percepção é ofuscada pela carência ou necessidade de identificação, uma situação gerada na ausência da família e que, portanto, afeta a própria cognição social. Resumindo: a falta da autoridade familiar deixa um indivíduo perdido para sempre.

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O domínio que exerce o politicamente correto sobre nós é o da acusação silenciosa, implícita, que nos faz gastar tempo e saliva na tarefa inútil de nos diferenciar dos rótulos odiosos para, afinal, deixarmos as verdades fundamentais de fora de toda atenção. Quanta gente perde tempo por ai tentando mostrar que não é homofóbico, intolerante ou omisso, enquanto mentiras maiores vão se acumulando! Quantos começam um texto dando mil desculpas para afinal dizer a que vieram! E assim a verdade vai perdendo espaço para os rótulos e auto defesas, porque no fundo estamos apenas pensando em nossa imagenzinha quando, na verdade, estes rótulos sequer existem. Quanto tempo perdido!

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É possível apontar muitos erros graves da Igreja. Um deles é o abandono sistemático dos índios que, entregues ao zoológico a céu aberto proposto pelos antropólogos, têm a sua alma obstruída por ideias de liberdade ancestral e relativista que mais fazem em mantê-los no estágio de Adão enquanto os negam Cristo que é a verdadeira liberdade. Quanto aos índios, de certo, os seus erros podem ser minimizados pela misericórdia do Criador. Já quanto à omissão da Igreja...


Cristian Derosa é jornalista e editor do site Estudos Nacionais.




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