| 28 Janeiro 2011
Artigos -
Economia
Emissão descontrolada de moeda é coisa do diabo, isso Goethe nos legou na sua obra.
Isso, todos os economistas sensatos, desde Adam Smith, sabem.
Os gigantescos bailouts aplicados à economia norte-americana desde 2008, sobretudo depois da posse de Barack Obama, não foram suficientes para resgatar a economia daquele país da crise. Não satisfeito, o governo Obama está injetando US$ 600 bilhões no suposto de que emissão de dinheiro falso tenha o poder mágico de se transformar em riquezas. É a crença da modernidade de que pela mão do Estado e da criação de leis os homens podem escapar às limitações de natureza física e da vida em sociedade. Pensam que encontraram a perfeição em seus decretos.
O governo da Alemanha foi exceção, aconselhado pelo seu brilhante ministro das Finanças. A Alemanha tem know how em hiperinflação e sabe o tamanho da desgraça que ela causa, como nós também descobrimos da pior forma, vivendo uma. E eles ainda lêem Goethe e seu magnífico Fausto. Está lá, na grande obra escrita no início do século XIX, quando a lorota keynesiana ainda não existia e nem a emissão de moeda sem lastro, o milagre que Mefistófeles fez, enganando o rei, para encontrar riqueza ex nihilo. Emissão descontrolada de moeda é coisa do diabo, isso Goethe nos legou na sua obra. Isso, todos os economistas sensatos, desde Adam Smith, sabem.
Hoje em dia são os governantes, como o "rei" Obama, que enganam o povo com suas macaquices mefistofélicas. Querem dinheiro? Tomem, nem mais é preciso pintar moeda, basta um simples comando nos computadores do Federal Reserve. No mundo inteiro essa alucinação demoníaca tomou conta dos governos.
O que esperar desses fatos? O mesmo que o rei do poema de Goethe viu nos seus domínios: o desastre. Quando virá? A data é incerta e a forma também. Mas virá. Nenhum governante, nem mesmo Mefistófeles batizado de Obama, tem o poder de anular as leis naturais. A magia da moeda falsa vai se esfacelar e o peso do espírito da terra tomará conta dos fatos.
Quem viver verá.
