A notícia é espantosa.

Ouvi dizer que havia um abaixo-assinado solicitando a cassação do registro de psicólogo do Pastor Silas Malafaia por posicionar-se publicamente contra o homossexualismo. De fato, a petição existe e está na primeira página da AVAAZ (http://www.avaaz.org/po/petition/)

Ouvi também dizer (ver mensagem abaixo) que alguém havia feito um abaixo-assinado pela NÃO cassação do registro de psicólogo de Silas Malafaia.

Quando fui clicar no “link” indicado , eis que não encontrei mais o abaixo-assinado. Que houve?

Pesquisei e encontrei a resposta: a AVAAZ resolveu retirar do ar o abaixo-assinado em favor de Silas Malafaia! Eis o motivo alegado:

“Infelizmente, a maioria dos membros da Avaaz não apoiaram sua petição e, seguindo nossos Termos de Serviço, tivemos que removê-la de nosso site. Nós sentimos muito por isso e esperamos que isso não impeça sua participação ou criação de outras campanhas”. A retirada do ar teria ocorrido quando as assinaturas chegaram a 65 mil, um número que ultrapassa os 63.364 dos que votaram pela cassação.

Como reação, Silas Malafaia iniciou um novo abaixo-assinado contra a sua cassação, que pode ser visto em http://abaixoassinado.vitoriaemcristo.org/_gutenweb/_site/gw-assinatura/

Eu já assinei. Assine você também a fim de que o Brasil não seja engolido pela tirania homossexualista. ( www.juliosevero.com)


Nota do editor:

O comentário do padre Luiz Carlos Lodi da Cruz adquire importância sabendo-se do posicionamento estúpido de alguns cristãos ante o episódio, e que a AVAAZ, chefiada no Brasil pelo petista Pedro Abramovay, mantém relações próximas e de fina sintonia com organizações ligadas ao Instituto Patrícia Galvão - referência na defesa de políticas globalistas anticristãs e que atentam sistematicamente contra os direitos individuais, dentre as quais, o aborto, o gayzismo, o feminismo e o “controle da mídia”. Em nível internacional, a AVAAZ integra a vasta rede de organizações que promovem a modelagem da opinião pública e o ativismo jurídico em favor destas causas espúrias, mas preciosas ao globalismo ocidental.

Enquanto alguns cristãos omitem seu apoio a Silas Malafaia evocando diferenças teológicas pontuais e que pouca relação tem com o atual cenário de perseguição jurídica anticristã, caindo na lorota de uma esquerda “cristã” cínica que em tudo tenta incriminar Malafaia, outros deixam diferenças teológicas muito maiores de lado para defender o que realmente está em jogo: o direito à livre opinião, à livre expressão, à liberdade religiosa e o valor dela no exercício da profissão e de suas vocações por parte de QUALQUER cidadão, de QUALQUER credo religioso.

Fica evidente o quão fácil é para alguns poucos revolucionários relativamente treinados transformar toda uma massa de religiosos orgulhosos e pedantes num pelotão de marionetes. Estudar teologia pode fazer o ser humano perceber com maior clareza algumas verdades espirituais, mas nem sempre lhe dá o discernimento necessário para ver quem é seu verdadeiro adversário num ambiente de combate cultural e perseguição religiosa no qual um dos lados empreende uma estratégia de terra arrasada, enquanto o outro empina o nariz dizendo “esse homem não nos representa”. E assim, abrem o precedente para que a perseguição ganhe força e ataque em outras frentes.




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