Una disfunción eréctil puede ser el resultado de afecciones y enfermedades, medicación o estilo de vida. En primer lugar, es un problema físico. A menudo, factores psíquicos como el estrés y el miedo ayudan a mantener o empeorar los problemas eréctiles. Comprar priligy generico en barcelona saber cuál es el medicamento ideal para usted depende de diferentes factores. L'excitation sexuelle masculine est un processus complexe qui implique le cerveau, les hormones, les émotions, les nerfs, les muscles et les vaisseaux sanguins. La dysfonction érectile peut résulter d'un problème avec l'un de ces. De même, le stress et la santé mentale préoccupations peuvent causer ou aggraver la dysfonction érectile. Où commander cialis sans ordonnance vous avez trouvé une #pharmacie en ligne ici http://trendpharm.com/ #cialis. Lorsque des problèmes se produisent dans la chambre, les émotions peuvent exécuter élevé. Si vous avez commencé à éviter les rapports sexuels par crainte de ne pas obtenir une érection, votre partenaire peut commencer à vous pensez ne trouvent plus attrayants. Sentiments se blessent. En couple commencent à se sentir moins intime. Le ressentiment se insinue.

Ninguém em seu juízo perfeito pode negar a evidência do controle absoluto que o governo dispõe sobre todos os órgãos do Estado. O CNE (Conselho Nacional Eleitoral) converteu-se praticamente em um ministério eleitoral a serviço do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), de Chávez.


Ante este sombrio panorama não temos outra opção que, sob protesto, reafirmar nossa vontade democrática e ir votar em 14 de abril e apoiar a valente luta que Henrique Capriles fará para resgatar os valores fundamentais de nossa sociedade.

Não nos referimos nesta ocasião ao famoso texto de Lenin, senão à resposta que se deveria dar frente ao incomensurável abuso de poder que vieram praticando descaradamente os herdeiros de Chávez.

Ninguém em seu juízo perfeito pode negar a evidência do controle absoluto que o governo dispõe sobre todos os órgãos do Estado. O CNE (Conselho Nacional Eleitoral) converteu-se praticamente em um ministério eleitoral a serviço do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela), não se cumpriu com o disposto na Constituição para designar o cargo vacante de Controlador Geral da República, o Ministério Público só se ativa quando recebe ordens precisas provenientes de Miraflores, a Assembléia não reflete o resultado do voto popular uma vez que os que perderam as eleições legislativas são, por umas manobras arteiras para alterar a representação popular, maioria. A Força Armada se confessa chavista e intervém descaradamente no debate político e por último, o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) interpreta a Constituição de maneira atropelada para assegurar a perpetuação do chavismo sem Chávez no poder.

Frente a estes fatos perversos que são o embrião de um Estado totalitário, o que quê devemos fazer, os que acreditamos, do mesmo modo que Churchill, que “a democracia é o menos mal dos sistemas políticos”?. Em primeiro lugar, não silenciar sobre o abuso de poder, denunciar sistematicamente as violações à Constituição, exigir que o CNE responda à verdadeira distribuição política dos votos e não continue sendo um dócil instrumento do governo, reclamar as contínuas e persistentes violações dos direitos humanos, assinalar as conseqüências negativas para todos da desacertada política econômica do governo que nos converte em venezuelanos mais pobres, e culpar o governo por não saber enfrentar a violência desmedida que ganha cada dia que passa mais mortes.

Ante este sombrio panorama não temos outra opção que, sob protesto, reafirmar nossa vontade democrática e ir votar em 14 de abril e apoiar a valente luta que Henrique Capriles fará para resgatar valores fundamentais de nossa sociedade como são a tolerância, o diálogo, a combinação e a responsabilidade de administrar os recursos do Estado em benefício de todos e não de um só segmento.

A luta será desigual, os abusos estarão na ordem do dia, porém a única coisa que não podemos nos permitir é nos render incondicionalmente. O país não se acabará no dia 14, a menos que renunciemos a lutar pelo restabelecimento de uma verdadeira democracia em nosso país. Por isso, e apesar de todos os obstáculos, temos que apoiar Capriles e não deixar de votar nesse domingo crucial pelo nosso futuro.



Editorial do Analitica.com

Tradução: Graça Salgueiro

 


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