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Nem o ICBF, nem a ONU, nem a UE, nem o governo Santos, parecem querer abrir os olhos sobre o processo das crianças em poder das FARC, e sobre os perigos que se encerram sobre os escolares em geral.


As FARC querem perpetuar o controle das crianças recrutadas e dos meninos seqüestrados que consigam sair de suas fileiras nos próximos meses. Querem controlá-los de perto para que não contem à imprensa que vida desgraçada tiveram dentro dessa organização criminosa e para que não passem, com o tempo e a reflexão, ao campo político contrário.

Para isso inventaram um astuto programa. Chamam-no “Caminho diferencial de vida”. Dizem que esse grupo se encarregará de “consolidar” os “projetos de vida” dos menores que deixem as armas. Prometem que através desse programa eles poderão “reintegrar esses menores à sociedade”. Porém, não haverá a tal “reintegração”: esses meninos passarão diretamente das tendas guerrilheiras, ou das zonas de “normalização” a esse organismo, para continuar sendo doutrinados pelas FARC. Para que? Para enviá-los em seguida para engrossar as fileiras da organização política que as FARC querem lançar sob a cobertura do falso “processo de paz”.

Não basta, pois, pedir ao narco-terrorismo que devolva as crianças, pois uma vez “libertadas”, os menores cairão em uma nova estrutura do controle que os “educará” de maneira questionável para depois utilizá-los em outras atividades. A Colômbia deve abrir os olhos ante os organismos que as FARC estão criando para anular o esforço da sociedade para pôr em liberdade as crianças-soldados e os meninos seqüestrados.

Foi Timochenko, cognome de Rodrigo Londoño, chefe das FARC, quem deu a chave dessa nova manobra contra os menores ao dizer, nesse 8 de fevereiro, que as crianças serão “transladadas pela Cruz Vermelha Internacional e pelos delegados de organizações sociais” (leia-se FARC) a lugares desconhecidos, “uma vez que todos os guerrilheiros cheguem às zonas veredais transitórias de normalização”. Nessas paragens misteriosas, e sem testemunhas da sociedade, os menores “atravessarão as fases de restabelecimento de direitos, reparação e re-incorporação e inclusão social por parte do Estado colombiano”. Já se pode imaginar o que se esconde por trás dessas palavras escolhidas, como “fases de restabelecimento”, “inclusão social”, etc.

Esse projeto infame, que reduzirá a pó as esperanças da sociedade acerca do reencontro normal dessas crianças-vítimas com suas famílias e com o país, terá cinco pilotos, ideologicamente homogêneos: Sergio Jaramillo, comissionado para a paz Clara López, ministra do Trabalho Joshua Mitrotti, diretor da Agência para a Reintegração, e dois chefes das FARC: Pastor Alape e Jairo Quintero.

Podemos esperar que esse programa tratará essas crianças com dignidade e respeito? Que não voltarão a lhes inculcar os valores de ódio das FARC? Que lhes ensinarão os valores democráticos, os únicos que lhes permitirão se reinserir realmente em uma sociedade liberal? Permitam-me duvidar. O programa foi idealizado para que funcione sem controle algum, longe das vistas da sociedade, pois o objetivo é que os menores trabalhem dentro de uma cúpula fechada.

Paula Gaviria, Conselheira Presidencial para os Direitos Humanos e neta do ex-presidente Belisario Betancur, dirigirá o programa “Caminho diferencial de vida”. Ela se deu conta de que esse organismo tem um objetivo oculto e que o respeito aos direitos humanos das crianças será só uma frase sobre o papel? No momento ela não pôde sequer estabelecer a lista das crianças em poder das FARC pois Timochenko freia toda informação a respeito. De fato, as FARC semearam a mais completa confusão para que ninguém tenha uma idéia precisa de quantas crianças estão nessas fileiras e nem onde estão. Não dão dados exatos de seus cativos e negam toda possibilidade de que os organismos aceitos por eles façam inspeções físicas para estabelecer um balanço realista sobre o tema. Há cifras não confirmadas sobre meninas guerrilheiras que estariam grávidas e poderiam dar a luz nas semanas e meses que vêm a 300 bebês nos novos acampamentos, segundo os cálculos do Major-General do Exército (r) Carlos Fernando Quiroga, que estima, além disso, que há nas FARC 2.500 menores de idade.

No Velho Continente, os diários informam que a reintegração das crianças em poder das FARC é “a prioridade” de Eamon Gilmore, um ex-sindicalista e ex-ministro do Trabalho da Irlanda, que agora está na Colômbia na qualidade de enviado especial da União Européia (UE) para que observe o processo de paz. Entretanto, Gilmore também anda nas nuvens. Parece não se dar conta do que está acontecendo com as crianças que as FARC têm. Não denunciou a atitude negativa das FARC ante esse expediente, pois toda sua energia é direcionada a repetir as palavras de ordem e explicações que a equipe do presidente Santos lança. O objetivo de Gilmore, que esteve ligado ao Official Sinn Féin, o braço político do IRA, é dar ao mundo, através das agências de imprensa, uma imagem positiva do “processo de paz”.

Gilmore, por exemplo, não assinalou que há coisas pouco claras no tema do “Caminho diferencial de vida”, nem quis criticar sequer a cifra risível que as FARC dão das crianças que admitem ter, só 50, quando são, na realidade, mais de 3.600 segundo o jornalista Herbin Hoyos. Gilmore tampouco quer investigar as informações de Caracol Radio no sentido de que inúmeras crianças recrutadas foram entregues diretamente às suas famílias para que saiam das estatísticas e não falem com a imprensa. Nem uma palavra sobre outras crianças que foram foram deixadas soltos no monte sem orientação e proteção alguma.

O enviado especial da UE não reagiu contra o que as FARC fizeram dias atrás em um colégio de Ibagué, quando a diretora do órgão educacional, sem permissão dos pais de família, jogou um grupo de estudantes (entre 9 e 12 anos) em uma rodovia nacional para que fizessem ali a comédia de receber com alvoroço uma coluna armada das FARC que passava de ônibus por esse lugar. Jaime Romero, o professor que denunciou essa arbitrariedade, foi expulso do colégio sem que o ministério da Educação Nacional tenha feito nada para recolocá-lo em seu cargo. A diretora admitiu que ela está levando a cabo um programa conhecido como “Plantão pela paz” em favor das FARC, o qual inclui, além do descrito, aulas de ateísmo e outros temas sulfurosos. O professor Romero diz que ninguém sabe de onde saiu esse programa nem quem o financia.

Esse episódio permite pensar que as FARC, além dos programas já conhecidos para tratar as crianças que sairiam de suas fileiras, têm outros planos clandestinos para os menores que estão nos colégios e escolas, os quais já estão sendo manipulados, como deixa ver o ocorrido no colégio de Ibagué. Tudo isso permite ver até que ponto pode haver milicianos ou simpatizantes infiltrados em alguns colégios e escolas de municípios decididos a utilizar os menores em atos de propaganda e até de recrutamento das FARC. Entretanto, todo o mundo dorme tranqüilo. Nem a grande imprensa nem os organismos públicos se interessaram em investigar o que está acontecendo em Ibagué. As crianças da Colômbia continuam na maior desproteção. 

Nem o ICBF, nem a ONU, nem a UE, nem o governo Santos, parecem querer abrir os olhos sobre o processo das crianças em poder das FARC, e sobre os perigos que se encerram sobre os escolares em geral. Todos esses atores parecem hipnotizados pela propaganda oficial elaborada desde Bogotá. Depois de que várias personalidades levantaram a voz sobre o tema, a UNICEF se contentou com uma declaração em janeiro onde pede às FARC “acelerar” a saída de menores. A UNICEF só recebeu 13 crianças desde setembro passado, quando Santos e as FARC anunciaram que haviam pactuado a saída das crianças das FARC.

Em todo caso, ninguém se interroga acerca do programa “Caminho diferencial de vida”, o qual deveria ser examinado de perto pelos verdadeiros defensores de direitos humanos na Colômbia. Sua forma atual é inadmissível. Os pactos dizem que as crianças serão entregues às suas famílias, e não como querem as FARC, a um programa obscuro que funcionará não se sabe onde. O Ministério Público, a Procuradoria e até uma comissão de parlamentares estariam na hora de entrar e agir a respeito. Não podemos permitir que as crianças-vítimas saiam da guerrilha narco-comunista para cair em estruturas sinistras que escapam à visão dos poderes públicos.


Tradução: Graça Salgueiro




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