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O presidente Donald Trump mais uma vez falou direto para o povo dos Estados Unidos e mais uma vez ele foi ajudado involuntariamente pela imprensa. Enquanto os eleitores estão torcendo, a imprensa está odiando tudo.

Donald J. Trump ganhou a Casa Branca não porque a mídia o amasse - como fazia com Hillary Clinton em geral e Barack Obama servilmente - mas porque ele foi capaz de contornar a mídia e usá-la, ao mesmo tempo, para levar sua mensagem direto ao povo americano. Trump novamente mostrou essa habilidade incrível de contornar a mídia e usá-la ao mesmo tempo, em sua conferência de imprensa de quinta-feira.

Donald Trump é excepcionalmente capaz de falar com os americanos como uma "pessoa real". Em outras palavras, ele não vem como um adulador sabe-tudo, como Obama, nem parece uma serpente tortuosa como Hillary tantas vezes fez. Na verdade, ele não parece um "político". Para o Sr. e a Sra. América ele aparece como uma figura confiável. (Na verdade, na conferência de imprensa ele admitiu isto quando disse que estava achando difícil se conduzir como um "político").

Com a mídia (e o establishment de Washington de ambos os partidos) claramente tentando destruí-lo, se opondo a permiti-lo relatar sobre suas políticas e administração, Trump instintivamente entende que ele precisa contornar a mídia e falar direto para os eleitores.

Astuciosamente, o presidente usou a própria imprensa que está "contornando" como um veículo para levar sua mensagem ao povo. E esta conferência de imprensa de 16 de fevereiro foi um exemplo perfeito da habilidade de usar a própria imprensa hostil para fazer seu apelo, afastando o hábito da mídia de embutir suas próprias opiniões  na "notícia".

Esta conferência foi um grande exemplo de Trump usando a imprensa para golpear a própria imprensa. O presidente cobriu tal quantidade de tópicos que ele claramente deixou a imprensa perplexa e num estado quase catatônico. Mas seu principal ponto foi se lixar para a imprensa hostil a ele e a sua administração.

No início, Trump falou sobre quão injusta a mídia foi para seu agora ex-conselheiro, o General Mike Flynn. No dia anterior, Trump já havia insistido em que ele sentia que Flynn era um "homem maravilhoso" e criticou a "mídia falsa" pela forma como maltratou o general. Ele também acusou a imprensa de ajudar os insiders a filtrarem material confidencial.

Durante seu elogio a Flynn, Trump insistiu que Flynn não fez nada errado. "O que [Flynn] fez não estava errado", exclamou Trump. "O que estava errado era a maneira como outras pessoas, inclusive vocês mesmos nesta sala, receberam essa informação, porque isso era informação classificada dada ilegalmente. Esse é o verdadeiro problema”.

"Você pode falar tudo o que quiser sobre a Rússia, que é tudo falsa notícia (fake news), fabricada para tentar explicar a derrota dos democratas", acrescentou. "E a imprensa cai bem nesta jogada."

Não só o presidente insistiu que Flynn estava perfeitamente certo ao falar com a Rússia sobre suas intenções, mas acrescentou que se Flynn não tivesse falado com a Rússia, ele teria ordenado que o fizesse, pois este era o seu trabalho.

"Eu o despedi pelo que ele disse ao [vice-presidente] Mike Pence, é muito simples", disse Trump a uma pergunta. Mas ele acrescentou: "Mike [Flynn] estava fazendo seu trabalho, ele estava conversando com países e potenciais aliados ou adversários. Certamente ele fez o que devia para servir o Presidente. Eu mandaria que ele fizesse isso se eu achasse que ele não o faria. Eu não o dirigi, mas eu o teria dirigido, porque esse é o trabalho dele".

Mais tarde, a Rússia foi mais uma vez o tema da conversa e o presidente novamente rejeitou alegações de que ele já teve algo a ver com a Rússia.

“Não tenho nada a ver com a Rússia. Já disse, não tenho negócios lá, não tenho nada. Agora, quando WikiLeaks, com o qual eu não tenho nada a ver, dá estas informações, eles não estão dando informações classificadas. Eles estão dando notícias como  o que foi dito sobre Hillary traindo os debates. O que, aliás, ninguém menciona” - disse Trump.

"Ninguém menciona que Hillary recebeu as perguntas para os debates", continuou ele. "Você pode imaginar - a sério - você pode imaginar se eu recebi as perguntas? Seria a cadeira elétrica. OK, ele (Trump) deve ser colocado na cadeira elétrica - vocês iriam clamar pela reinstituição da pena de morte, OK”!

Se isso não bastasse para enlouquecer a imprensa, Trump também lançou um de seus ataques contra a "mídia falsa", que tinha seus apoiadores aplaudindo nas tribunas.

Quanto à performance de Trump na entrevista, um dos segmentos mais engraçados foi quando Trump rebaixou a CNN ainda mais do que ele já tem feito. Durante a entrevista, Jim Acosta da CNN disse que se sentia humilhado, pois Trump estava atacando sua rede. Mas, como ele estivesse reclamando, Trump interrompeu-o.

"Estou mudando isso de notícias falsas (fake news)", disse Trump antes de acrescentar que a CNN é agora "notícia muito falsa" (very fake news)”.

A maioria entendeu a piada. Jim Acosta não.

Apesar da frivolidade, Trump foi muito sério sobre quão mal a imprensa o tem tratado.

"A imprensa tornou-se tão desonesta que, se não falarmos sobre isso, estamos fazendo um enorme desserviço ao povo americano", disse Trump. "O nível de desonestidade está fora de controle."

Trump também destruiu a mídia, dizendo: "Eu nunca vi mídia mais desonesta, francamente, do que a mídia política.

Não há nada a fazer além de publicar suas palavras ...

“Amanhã muitos de nossos repórteres e os de outros povos não dirão a verdade, e não tratarão o povo maravilhoso de nosso país com o respeito que merecem. E espero que, no futuro, possamos ser um pouco, um pouco diferentes e nos dar bem, se isso for possível. Talvez não seja, e isso também está OK. Grande parte da mídia em Washington, D.C. e Nova York e Los Angeles, em particular, não fala para o povo, mas para interesses especiais e para aqueles que lucram com um sistema muito, muito obviamente falido”.

“A imprensa tornou-se tão desonesta que, se não falamos sobre isso, estamos fazendo um enorme desserviço ao povo americano, um tremendo desserviço. Temos de falar sobre isso, descobrir o que está acontecendo porque a imprensa está honestamente fora de controle. O nível de desonestidade está fora de controle. Concorri para presidente para representar os cidadãos de nosso país. Eu estou aqui para mudar este sistema falido, para que ele passe a servir bem suas famílias e suas comunidades”.

A CNN ficou chocada com a coisa toda, é claro, mas publicou uma interessante lista de algumas das linhas mais memoráveis do presidente que vale a pena olhar.
Enquanto a mídia pode estar torcendo as mãos e cuspindo ácido, os fãs de Trump estão amando tudo isso.

Um dos maiores cheerleaders de Trump, o apresentador da Fox News Sean Hannity, o colocou bem num tweet sobre a conferência.

 


Sean Hannity: Amazing Press conference by @realDonaldTrump @POTUS He calls out alt-left propaganda media for never ending lies. A total beat down!


Publicado no Constitution.

Tradução e divulgação: Papéis Avulsos - www.heitordepaola.com




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