Una disfunción eréctil puede ser el resultado de afecciones y enfermedades, medicación o estilo de vida. En primer lugar, es un problema físico. A menudo, factores psíquicos como el estrés y el miedo ayudan a mantener o empeorar los problemas eréctiles. Comprar kamagra generico en valencia saber cuál es el medicamento ideal para usted depende de diferentes factores. L'excitation sexuelle masculine est un processus complexe qui implique le cerveau, les hormones, les émotions, les nerfs, les muscles et les vaisseaux sanguins. La dysfonction érectile peut résulter d'un problème avec l'un de ces. De même, le stress et la santé mentale préoccupations peuvent causer ou aggraver la dysfonction érectile. Où commander priligy suisse vous avez trouvé une #pharmacie en ligne ici http://trendpharm.com/ #priligy. Lorsque des problèmes se produisent dans la chambre, les émotions peuvent exécuter élevé. Si vous avez commencé à éviter les rapports sexuels par crainte de ne pas obtenir une érection, votre partenaire peut commencer à vous pensez ne trouvent plus attrayants. Sentiments se blessent. En couple commencent à se sentir moins intime. Le ressentiment se insinue.

Não podemos nos deixar enganar por palavras bonitas que escondem calamidades para a humanidade. Muitos, todavia, acreditam que o uso do termo “gênero” é apenas uma forma polida de se dizer “sexo”.


A ideologia de gênero é como um oásis enganoso no deserto, que algumas pessoas apresentam como se fosse uma solução para todos os problemas da humanidade. E as pessoas olham e vêem que ela se apresenta com características muito chamativas, usando expressões como: saúde sexual e reprodutiva, direitos dos jovens; mas que também são eufemismos que englobam o livre acesso ao anticoncepcional e ao aborto.

Uma correta compreensão da linguagem é muito importante para não sermos enganados por esse espelho ideológico; para isso analisemos a definição de gênero da feminista Judith Butler. Para esta mulher, “gênero” é o fruto de uma construção cultural, portanto, não é nem o resultado casual do sexo, nem tão aparentemente imutável como o sexo. Isto significa que ao teorizar o gênero como uma construção independente do sexo, o gênero se torna uma construção meramente artificial não sujeita a nenhum critério natural. Quer dizer que: homem e masculino podem significar tanto um corpo feminino quanto um masculino; mulher e feminino, tanto um corpo masculino quanto um feminino.

Esta liberdade de decisão sobre a identidade pessoa é sustentada no livro “Gender Trouble: Feminism and the Subversion of Identity” (O Problema do Gênero: o Feminismo e a subersão da identidade) da feminista radical Judith Butler. E este material é utilizado há muitos anos por universidades americanas de prestígio e agora fundamenta também a perspectiva de gênero que alguns tentam promover em nosso país (N. do T.: Paraguai).

Não podemos nos deixar enganar por palavras bonitas que escondem calamidades para a humanidade. Muitos, todavia, acreditam que o uso do termo “gênero” é apenas uma forma polida de se dizer “sexo” e que gênero neste caso se refere a seres humanos masculinos e femininos, mas existem muitos outros que paulatinamente que se dedicam há vários anos em difundir uma nova perspectiva do termo. E esta perspectiva não se refere à aceitação tradicional da palavra gênero, mas é entendida como “papeis socialmente construídos”.

Não existe homem natural nem mulher natural
A IV Conferência Mundial das Nações Unidas sobre a mulher, realizada em setembro de 1995 em Pequim foi o cenário escolhido pelos promotores da nova perspectiva para lançar uma forte campanha de persuasão e difusão.

O que aconteceu nesta conferência? Muitos delegados simplesmente ignoraram essa “nova perspectiva” da expressão em questão e pediram aos seus principais impulsionadores uma definição clara. E a resposta não tardou, porque era uma prioridade para os seus divulgadores: “Gênero se refere às relações entre homens e mulheres com base em funções socialmente definidas que são atribuídos a um ou outro sexo”.

A ideia principal dessa definição é: “não há homem natural nem mulher natural”. Ser homem ou mulher depende do papel social que é atribuído a um ou outro sexo; pura e simplesmente, ser homem ou mulher é o resultado de uma decisão. Com a eliminação da lei natural que governa os sexos, a decisão passa a depender completamente das circunstâncias sociais. Se a sociedade exige que “alguns corpos” em algum momento assumam a forma de “mulher ou homem”, esses corpos devem adotar este ou outro sexo.

A Morte da Natureza
Esta nova perspectiva de gênero constitui um gravíssimo erro, que não pode ser aceito por ninguém. Porque seus proponentes pretendem não só modificar a natureza do homem, como eliminá-la por completo.

Sobre isso dizia Shulamith Firestone:
“o natural não é necessariamente um valor humano. A humanidade está começando a ultrapassar a natureza; já não podemos justificar a continuação de um sistema discriminatório de classes por sexos sobre a base de suas origens na natureza. Na verdade, apenas pela razão do pragmatismo começa a parecer que devemos nos desfazer dela”.

Fazer diferenças é um crime grave
Os defensores da “nova perspectiva” rechaçam qualquer diferença, porque a consideram suspeita. Afirmam que toda a diferença entre homem e a mulher é uma construção social e, por isso, deve ser mudada. Pretendem estabelecer uma igualdade “total” entre o homem e a mulher, sem considerar as diferenças naturais entre ambos. Rechaçam rotundamente as diferenças sexuais. Não existem somente dois sexos, mas muitas orientações sexuais. Basta descobrir qual é mais conveniente num determinado momento. Em tão grave erro caem os promotores desta falsa perspectiva, porque ao declarar guerra campal contra a natureza, acabam denegrindo o respeito à mulher, porque para eles o “inimigo” é a diferença.

A diferença entre homem é mulher é desejada por Deus?
Já no Gênesis, Deus explica que não criou o ser humano para que viva sozinho. E o desígnio divino é que o homem e a mulher formem uma família como comunhão de amor. Até aqui se deduz que, no projeto de Deus, a diferença sexual é um elemento constitutivo do ser do homem e da mulher. Esta diferença sexual não implica em desigualdade.

A Congregação para a Doutrina da Fé expressa:

a sexualidade caracteriza o homem e a mulher não apenas no plano físico, mas também no psicológico e espiritual (…) é um elemento básico da personalidade; um modo próprio de ser, de se manifestar e de se comunicar com os outros, de sentir, expressar e viver o amor humano.

Existe um perigo real de “coisificar” e “despersonalizar” a sexualidade quando ela é reduzida a um dado meramente biológico. E os promotores da falsa “ideologia de gênero” falam de orientação sexual a partir deste pressuposto equivocado. Ao considerar a pessoa humana em quanto ser verdadeiro e atendendo à verdade que leva inscrita em seu ser, necessariamente devemos aceitar que o homem não pode escolher ser homem ou mulher, mas que a diferença sexual vem na natureza pessoal, psicológica e espiritual, com todas as suas conseqüências, e como ela se apresenta deve ser aceita.

 


O monsenhor Rogelio Livieres é o bispo de Ciudad del Este, Paraguai.

Publicado no Una Voce.

 


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