Una disfunción eréctil es la impotencia de obtener o mantener una erección. comprar kamagra sin receta españa saber cuál es el medicamento ideal para usted depende de diferentes factores. L'excitation sexuelle masculine est un processus complexe qui implique le cerveau, les hormones, les émotions, les nerfs, les muscles et les vaisseaux sanguins. La dysfonction érectile peut résulter d'un problème avec l'un de ces. De même, le stress et la santé mentale préoccupations peuvent causer ou aggraver la dysfonction érectile. Où achat kamagra sur internet vous avez trouvé une #pharmacie online ici http://trendpharm.com/ #kamagra. Lorsque des problèmes se produisent dans la chambre, les émotions peuvent exécuter élevé. Si vous avez commencé à éviter les rapports sexuels par crainte de ne pas obtenir une érection, votre partenaire peut commencer à vous pensez ne trouvent plus attrayants. Sentiments se blessent. En couple commencent à se sentir moins intime. Le ressentiment se insinue.

Como boi de piranha dessa desconstrução, exploram-se os homossexuais.


Dizem os demagogos que abrir uma escola é fechar uma cadeia. Mentira. Escola serve para instruir, não para educar; o que a escola, uma boa escola, pode fazer é transformar um assaltante em estelionatário, mas não mais que isso.

O que educa é a família, e a família íntegra. Uma mãe sozinha estará sempre em desvantagem, por mais heroicos que sejam seus esforços. Afinal, a dialética do “tira bonzinho” e do “tira malvado” não é invenção de filme americano, mas a realidade das reações naturais de pai e mãe. Ser ambos ao mesmo tempo é simplesmente impossível.

Para alegria dos cafajestes, contudo, a nossa legislação premia o mau pai. Algumas décadas atrás, quem “fizesse mal a uma moça” teria de casar com ela, assumindo as responsabilidades de esposo e pai, sob pena de, no mínimo, ostracismo. Já hoje a única responsabilidade, o teor total dos deveres paternos, consiste em comprometer para o conjunto dos filhos um terço da renda registrada em carteira. Não pagar é uma das pouquíssimas maneiras de ainda ser preso.

Mas o que é um terço da renda, mesmo para a minoria que tem carteira assinada? É muito menos que o que um pai de família desembolsa, em termos financeiros. Em termos de compromisso afetivo e emocional e de esforço – acordar de madrugada, levar criança doente ao médico... –, é nada.

E, para a mãe, haveria ainda um incentivo econômico a ter filhos de pais diferentes, fazendo com que cada um possa levar o terço da renda formal do pai. É bem verdade que o coração tem razões que a própria razão desconhece e que poucas mulheres racionalizam assim a própria reprodução, mas o incentivo está aí.

Para jogar uma pá de cal, o casamento civil – já transformado em contrato temporário pelo divórcio – traz menos direitos que a dita união estável, que não requer coabitação. Ou seja: vale mais a pena não casar.

Na campanha de nossas elites revolucionárias contra a educação e contra a família, já tão bem- sucedida na legislação, o alvo da vez é o casamento. Faz-se tudo para mudar-lhe o sentido, para fazer da instituição de direito natural voltada à reprodução e à educação das gerações futuras uma espécie de celebração do afeto sexuado, como se o recreio fosse a escola e o flavorizante, o alimento. Como boi de piranha dessa desconstrução, exploram-se os homossexuais.

De nada adianta multiplicar as escolas se se impede que sejam educadas as crianças que elas tentam instruir. O analfabetismo funcional e a criminalidade são apenas o resultado da experiência social de que nosso país é cobaia.



Publicado no jornal Gazeta do Povo.

Carlos Ramalhete é professor.



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