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Persiste (na atualidade) uma idéia, amplamente estimulada por certo gênero sensacionalista de literatura[1], de que os nazistas eram principalmente inspirados por agentes ocultos que operavam desde antes de seu advento (...) resultando num fascínio pós-guerra. Este fascínio é talvez invocado pela irracionalidade e políticas macabras e pelo curto domínio continental do Terceiro Reich. (...) Para o jovem observador (atual) o naciona-socialismo freqüentemente é tido como um misterioso interlúdio da história.
Nicholas Goodrick-Clarke

Se acreditarmos em absurdos, cometeremos atrocidades.
Sarvepalli Rahda Krishnan


Os historiadores comumente se referem às fontes do nazismo como oriundas apenas de filosofias racionais nascidas do Iluminismo. No entanto, creio que seja muito mais derivada de uma reação à racionalidade do Iluminismo, assim como o comunismo, que não abordarei com profundidade neste momento. Ambos são reações à ascensão da burguesia, dos ‘comuns’, dos sans-culottes [2] ao cenário político e à racionalidade e pragmatismo capitalistas, à democracia e à liberdade individual. Tanto os comunistas como os nazistas construíram, a ferro e fogo, sociedades tão aristocráticas como as do Ancien Régime, com a diferença de que esta ‘aristocracia’ não tinha por base as mesmas falsas premissas da antiga nobreza, baseada no sangue e na ‘unção por Deus’. Foi John Locke o primeiro a advertir: ‘os reis também são homens’, em nada diferem dos demais. E acrescento eu: a ‘unção por Deus’ não passou de uma falácia inventada pelos chefes francos e endossada por papas que freqüentemente ‘esqueciam’ os Mandamentos Sagrados de Jesus e do Velho Testamento. Por esta - e outras razões - o verdadeiro clero cristão recolheu-se às ordens monásticas, onde foi resguardada a filosofia antiga e a riqueza da filosofia medieval.

Comunismo e nazismo substituíram os três Estados (nobreza, clero e burguesia) por um regime baseado em apenas duas classes: a ‘Nova Classe’ (apudMilovan Djilas) de aristocratas, e um povo escravo e ‘sub-humano’ ou, como diria Orwell, os membros do partido e os proles [3] e ao mesmo tempo tentaram fundar novas ‘religiões’. Os comunistas, conforme a premissa marxista de que a religião é o ópio do povo, tentaram uma nova religião ateísta, um verdadeiro ópio, o dos intelectuais (apud Raymond Aron), os nazistas fizeram renascer antigos mitos germânicos de uma raça superior, do Valhalla e Wotan. Ambos tentaram matar Deus. E um povo sem Deus ‘não é que não acredite em nada, mas acredita em tudo’, como disse Chesterton, inclusive em absurdos (Rahda Krishnan). Foi Dostoiévsky quem disse: ‘se Deus não existe, tudo é permitido’ – o Gulag, as câmaras de gás nazistas, o terror comunista russo e chinês, Pol Tot, etc.

Os substitutos do Deus judaico-cristão foram fórmulas mágicas totalmente irreais e esotéricas. Ocultismo, misticismo, charlatanismo, orientalismo e crenças pseudo-científicas orientais como hatha-yoga, herbanismo, re-encarnações, não apenas são partes inerentes ao movimento nacional-socialista como estão entranhados em seu âmago e serão explicitadas ao longo deste texto. Antes, porém, é necessário examinar brevemente aquele que os nazistas chamavam de Mestre.

Friedrich Nietzsche: precursor do nazismo?
Muito do que Nietzsche escreveu é perfeitamente aproveitável pelo nazismo, mas nem tudo. Há certas passagens insuportáveis, que levaria uma pessoa a um campo de concentração se as repetisse durante o ‘Reich de mil anos’. Um dos pais dos totalitarismos do século XX, Nietzsche, é pródigo em condenar a civilização burguesa do século XIX como decadente, conservadora, mole, sem valor, e não merecedora da dura herança nórdica dos germanos. Tanto nazistas como marxistas fazem beicinho ao falar a palavra ‘burguês’ [4]. O desprezo de Nietzsche (assim como dos marxistas) pelo século XIX, seus ataques à Cristandade, aos movimentos humanitários e ao governo parlamentar evidenciam a revolta contra a razão e a liberdade. O que mais quereria um seguidor de Hitler senão a criação de um partido que unisse ambas as ideologias: um nacional-socialismo? No Anticristo afirmou Nietzsche:

A igualdade das almas perante Deus, esta mentira, (...) esta bomba anarquista em que se tornou a última revolução, a idéia moderna é o princípio da destruição de toda a ordem social – isto é dinamite cristã.

A paixão pelo refazer, renovar, nascer de novo, encontrados em todos os movimentos revolucionários, especialmente entre a elite revolucionária é encontrada com os nazistas e nas palavras de Nietzsche. Mas o uso da palavra ‘revolução’ é uma das maiores mentiras já inventadas pela humanidade. Entende-se como um movimento para o futuro, quando não passa de um retorno ao passado aristocrático:

A democracia tem sido em todos os tempos a forma pela qual a força organizada foi perdida... O liberalismo, ou a transformação da humanidade em gado... A moderna democracia representa a forma histórica de decadência do Estado... Os dois partidos opostos, socialistas e nacionalistas – ou como forem chamados nos diferentes países da Europa – se merecem, inveja e vagabundagem são as forças motivacionais de ambos.

Acrescenta Brinton (loc.cit.): cristianismo e democracia são ambos demonizados e citados como parceiros preparando a destruição da velha sociedade antecipando a nova. Pergunto: de que velha e nova sociedade falava Nietzsche? Não seria da velha e corrupta sociedade aristocrática e da nova sociedade da igualdade perante a lei, ao rule of Law e o direito dos abjetos ‘comuns’ escolherem livre e periodicamente seus governantes sem ‘sangues nobres’ mas iguais aos eleitores, e tirá-los do poder quando agem contrários à vontade dos eleitores? Os europeus centrados em si mesmos jamais tomaram conhecimento das inserções pelos Founding Fathers e framers da Constituição Americana, de checks and balances que refreassema democracia plena que viam como um perigo a ser evitado, mas através de processos legais e não autoritários e aristocráticos [5].

É necessário perguntar: será que a liberdade e a democracia são realmente valores primariamente cristãos, ou já se encontravam no Velho Testamento, a Torah? Os judeus já conheciam a liberdade e a ampla discussão das Escrituras milênios antes do nascimento de Jesus. A liberdade e os princípios da democracia são valores judaico-cristãos. Não estaria aí uma das razões do antissemitismo?

O ‘suposto assassino de Deus’ diz com toda clareza: ‘(os judeus) são parasitas, decadentes, e responsáveis pelos três grandes males da civilização moderna: cristianismo, democracia e marxismo’. Sua famosa expressão ‘vontade de poder’sugere ausência de piedade, agressão, política de expansionismo, perfeitamente ilustradas pela ascensão de Hitler ao poder. Nietzsche detestava a democracia, o pacifismo, o individualismo, o cristianismo, as idéias humanitárias e adorava autoridade, pureza racial, espírito guerreiro e uma dura vida.

Como seria de esperar numa mente corroída pela sífilis terciária, Nietzsche era prenhe de paradoxos, como sua visão dos alemães e dos judeus oscilava freqüentemente. Num de seus surtos de antipatia pelos seus conterrâneos alemães, disse:

Confesso que os alemães são meus inimigos. Desprezo toda sorte de conceitos obscuros, toda sorte de covardia para decidir entre sim e não. Por quase mil anos eles se enrolaram e confundiram tudo que tocaram. Quando eu penso em alguém contrário a todos meus instintos, o resultado é sempre um alemão. (...) A estupidez anti-francesa e anti-polonesa, a estupidez romântico-cristã, a estupidez teutônica, a estupidez antissemita..... (...)

Os antissemitas não perdoam aos judeus por terem intelecto e fortuna. Antissemitismo: outro nome para a incompetência e para a destruição do que está bem feito. (...) Que benção são os judeus entre os alemães! Notem a obtusidade, o grossos cabelo amarelo, os olhos azuis e a falta de intelecto estampada em sua face, a linguagem, o comportamento... entre os alemães... (...) Os judeus são, sem sombra de dúvidas a raça mais pura, mais forte e mais inteligente da Europa atual.

Estas são precisamente as qualidades atribuídas pelos nazistas ao caráter völkish dos arianos! Bem se vê que os nazistas não podiam aceitar Nietzsche em bloc. Pelo contrário, quando ele falava como os nazistas, era considerado o profeta que possui a verdadeira visão do futuro, quando discorda, é apenas um mortal do qual não se pode esperar que se eleve acima de seu tempo e ambiente [6]. Certamente os nazistas aproveitaram das obras de Nietzsche o que lhes interessava e censuraram o resto!

 

Notas:
[1] Alguns exemplos: The Holcroft Covenant, de Roberto Ludlum, The ODESSA File, de Frederick Forsyth e Os Meninos do Brasil, de Ira Levin. Há livros sobra a incessante busca de Martin Borman, sobre uma possível sobrevivência de Hitler, etc. Mesmo que não seja esta a intenção dos autores os livros estimulam as fantasias sobre o fascínio de um nazismo super-poderoso que renasceu dos escombros da I Guerra Mundial. Esta observação nada tem a ver com os reais grupos de neonazistas.

[2] Sans-Culottes (do francês "sem calção") era a denominação dada pelos aristocratas aos artesãos, trabalhadores e até pequenos proprietários participantes da Revolução Francesa a partir de 1771, principalmente em Paris. Recebiam esse nome porque não usavam os elegantes culottes, espécie de calções justos que apertavam no joelho que a nobreza vestia, mas uma calça de algodão grosseira. Na época da Revolução Francesa, a calça comprida era o típico traje usado pelos burgueses.

[3] É preciso notar que a primeira tentativa de criar uma sociedade assim foi dos próceres mais privilegiados da Revolução Francesa como Robespierre, Danton, etc. Embora fossem tragados pelo Terror criado por eles, Napoleão o fez em seu lugar.

[4] Crane Brinton: The National Socialists Use of Nietzsche, Journal of the History of Ideas, Vol. 1, No. 2 (Apr., 1940), pp. 131-150 Published by: University of Pennsylvania Press. Os trechos de Nietzsche aqui citados são da seleção deste artigo de Brinton.

[5] Ao menos até o governo Obama que tende a se tornar imperial.


[6]Mutatis mutandis o mesmo ocorre com os marxistas e Marx: a teoria marxista básica, da evolução do capitalismo criando suas próprias contradições para a revolução proletária, não foi respeitada em nenhum país comunista. Os dois maiores países comunistas foram duas economias predominantemente agrárias: Rússia e China.


Publicado no jornal Visão Judaica, de Curitiba.

 

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