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flQuem não conhece a história política e o pensamento de Fernando Henrique Cardoso talvez tenha ficado um tanto surpreso com seu artigo, escrito para o jornal O Globo, no dia 4 de setembro. Nele, o ex-presidente deixa claro quais são suas convicções políticas e de qual lado do espectro ele se encontra.

Quem um dia imaginou que FHC pudesse ser um representante da direita, ou de um neoliberalismo, como os esquerdistas amam apontar, pôde constatar ali que se equivocou redondamente.

Em seu texto, Fernando Henrique, apesar de fazer críticas pontuais ao PT, enxerga os erros do Partido dos Trabalhadores apenas na forma como seus integrantes atuaram nos últimos anos, jamais nas convicções políticas e nas bandeiras levantadas por eles.

Isso porque o PSDB, partido fundado por FHC no final dos anos 80, possui, em seu projeto, diferenças meramente marginais em relação ao que propõe o PT. Uma diferença de método, não de concepções sociais, certamente.

Na verdade, Fernando Henrique deixa claro que os esquerdistas como os petistas não são os verdadeiros inimigos, mas, no máximo, adversários circunstanciais brigando por um mesmo espaço de poder. Os inimigos de verdade estão mais à direita, e são aqueles que ele chama de “ultraconservadores em matéria comportamental”, denominando a união destes com outros grupos como “o atraso”.

Na cabeça de FHC, PSDB, PT, PMDB e DEM representam a vanguarda do pensamento político e aqueles que estão à direita representam o retrocesso. Dentro desse entendimento não surpreende o ex-presidente ainda cogitar a possibilidade do Partido dos Trabalhadores se reinventar, abrindo-se para um diálogo não hegemônico. É que, para ele, os erros do PT não são estruturais, mas circunstanciais. São, na verdade, um desvio de sua finalidade original nobre e justa.

Para quem não sabe, já em 1992, Fernando Henrique Cardoso participou da reunião do Diálogo Interamericano de Princeton e, naquela oportunidade, convidou Luiz Inácio Lula da Silva, além de outros membros do PT, a estarem juntos com ele. E os petistas apenas não se vincularam ao programa apresentado por já estarem comprometidos com o Foro de São Paulo.

Considerando que o Diálogo Interamericano previa o fornecimento de sustentação política aos eleitos da esquerda para que tomassem e fossem mantidos no poder, as atitudes de FHC em relação à transmissão do governo dele para Lula ficam fáceis de ser compreendidas. Passar a faixa presidencial para alguém da esquerda não significava, de nenhuma maneira, uma derrota, mas apenas mais uma etapa da construção da hegemonia socialista no continente.

É preciso ter em vista que o comprometimento de Fernando Henrique Cardoso com a ideologia que sempre defendeu, a saber, o socialismo, lhe torna amigo de seus adversários políticos atuais. Para ele, as disputas entre os esquerdistas é salutar e necessária, fazendo parte da dialética do próprio movimento.

O que fica claro em seu artigo é que o único movimento que parece ser inaceitável é o surgimento de políticos de direita e conservadores, que são vistos pelo ex-presidente como representantes do que há de mais retrógrado.

E, apesar de tudo, há ainda direitistas que acreditam que podem ter nesse senhor um aliado confiável. O erro, neste caso, é indesculpável.

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