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ostsOs senhores do Secretariado das FARC se vêem muito contentes nesses dias. Enfundados em suas camisetas verde-branca, símbolo da grande pureza que os habita, e alinhados no palanque improvisado de sua X Conferência, nos Llanos del Yari, os chefes do terrorismo na Colômbia acreditam que triunfaram. Todo mundo lhes diz isso. Os 400 jornalistas estrangeiros e colombianos que foram parar nesse fim de mundo para cobrir a parte visível do evento, não pouparam elogios e los bajulam: vocês são fortes e ganharam, explicam. Em Bogotá, os altos amigos secretos de Timochenko repetem esse mesmo refrão nos coquetéis.

Entretanto, há algo que não está claro. Como esses senhores puderam chegar a esse conto dos incríveis acordos de 297 páginas? Há pouco eles estavam vencidos, dispersos e escondidos em vários países. Agora se deixam fotografar alinhados sobre um estrado levantado dentro de um espaço de 60 hectares “intervindos”, não se sabe com permissão de quem, para perorar sobre a paz em auditórios, barracos e toldos. A coisa parece incrível.

Triunfamos, dizem. Porém, no fundo, não sabem bem como nem por quê. O que vivem nestes dias é magnífico, grandioso, sublime, como disse Iván Márquez. “É um milagre”, lançou Jaramillo, o comissionado da paz. Ao mesmo tempo, tudo isso é insólito e misterioso. Após 60 anos de agressões à Colômbia, de ofensivas, derrotas e fugas a cada ano, de lutas absurdas e até fratricidas, agora a flauta está soando nas FARC. Ante os microfones tratam de fazer ver que sabem sim como e por quê estão lá. Mas não é certo. Eles também, nas profundezas de suas psiquis, estão cheios de dúvidas. Sobretudo ignoram o melhor: quem lhes permitiu chegar tão longe.

Ante os microfones, Timochenko atribuiu esse prodígio ao portentoso Hugo Chávez. Outro deles pensa que o mérito corresponde ao senil Fidel Castro. Outro agradeceu timidamente a Juan Manuel Santos, mas por deixar que 24 membros das FARC saíssem dos cárceres para que assistam ao evento “histórico”, não por havê-los levado a Havana. Ninguém entre eles reconhece nada a Santos, ninguém diz que devem tudo a ele. Pois não é certo. Não lhe devem isso. Então, a quem devem semelhante momento de glória?

Todavia, essa é a pergunta do momento. Quem ajudou as FARC nesses quatro anos? É a pergunta que todos evitam nessa semana de “debates” em El Diamante, onde vários chefes das FARC recordaram seus anos de militância urbana na qual uma parte da atividade era ir a reuniões e plenos aborrecedores, mais ou menos clandestinos, para discutir textos durante horas e dias e que era de conhecimento de todos que as decisões já haviam sido tomadas pela direção central. Pois tal é o ABC da democracia interna do partido leninista.

Em El Diamante ocorreu o mesmo: os delegados e os chefes se reuniram, falaram muito, leram documentos em voz alta, trataram de alinhar os receosos, votaram e mostraram que havia “apoio total” das “bases” e que elas haviam tomado a decisão de aprovar o que os “comandantes” cozinharam em Havana.

Mas isso não é certo. O arranjo já estava preparado e vinha de alguma parte de cima, onde há muitas zonas obscuras. Pois o da paz, apesar de tudo o que Santos e os meios de comunicação dizem, é algo que continua desconcertando. Não vêem claro nem o novo partido, nem o desarmamento, nem a nova carroça para agarrar outras formações, eleitoralmente falando, desde o centro até o “progressismo”. Tudo isso é muito estranho. Como fazer esquecer as atrocidades cometidas? Como falar aos colombianos? Por isso Iván Márquez, o mais astuto de todos, decidiu lançar um balde de água fria para que sua gente aterrisse e não engula a desmobilização por pura euforia.

Márquez disse à CNN nesses dias que não entregarão as armas “até que haja uma lei de anistia e indulto”. Para ele, a função do 24 de agosto em Cuba, o evento em Yari e o encontro com Santos em Cartagena, em 26 de setembro, não é nada, nem será nada, se não houver o sinal que permita às FARC se sentir seguras e dispostas a ir às “zonas de normalização”, onde terão que entregar as armas, segundo o conveniado em Cuba. Porém, nem a Colômbia, nem a Corte Penal Internacional querem saber de anistias nem de privilégios para semelhantes chefes criminosos. Nessas condições, a “paz” de Santos continuará sendo, durante meses ou anos, um castelo frágil que pode se derrubar a qualquer momento.

Então, como é? As FARC não devem a alguém este momento de glória? Com o SIM no plebiscito de 2 de outubro, como diz Santos, “as FARC vão desaparecer”? Ou, pelo contrário, continuarão armadas e na ofensiva, e avantajadas por uma situação institucional degradada, e a Colômbia “neoliberal” terá que se ajoelhar ante seus verdugos? Esse é o dilema. Entretanto, os colombianos poderão, se a Registradoria ainda existe, frear em seco as piores ambições das FARC votando NÃO em 2 de outubro.

Em todo caso, para voltar ao enigma: as bases das FARC vão descobrir muito cedo uma coisa. Esta comédia em vários episódios do “triunfo” inesperado das FARC se devem a Barack Obama. Foi dele que Santos recebeu, desde o primeiro dia, o aval para avançar na terrível aventura de negociar os equilíbrios da Colômbia, Ele respaldou cada passo desse processo. Sem ele, nem Santos, nem Chávez, nem os Castro, teriam podido evitar os riscos desse pacto abominável. Obama tem grande responsabilidade pelo que ocorra à Colômbia nos próximos anos. E em outros países. Viram a indiferença de Obama frente ao martírio do povo venezuelano? Isso dura desde 2008. É tempo demasiado.

As FARC acreditavam que elas haviam conseguido a capitulação de Santos por seus méritos próprios? Desenganem-se. Sem Obama, Santos não teria alcançado nada. Obama acaba de enviar, para confirmar, um desses potentes “sinais de paz” que ele bem conhece: Gulbudin Hekmatyar, chefe de Hezb i islami, o verdugo de Kabul nos anos 1990, o autor da emboscada de Uzbin, onde morreram dez soldados franceses, o homem que ajudou Bin Laden em 2001 em Tora Bora a romper o cerco dos americanos, acaba de assinar um “acordo de paz” com o governo afegão. Não poderão nem tocá-lo. A embaixada americana saudou isso como “um passo para a solução pacífica do conflito afegão”. O mesmo método e as mesmas palavras. E sem dúvida os mesmos efeitos. A linha Obama, em sua fase final, é pois de aplicação universal. A Colômbia não podia escapar, pois não tinha presidente. Esperemos que isto não termine em um desastre como o da Venezuela e o que ocorreu no Iraque e Síria.


Tradução: Graça Salgueiro




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