O eurodeputado britânico Nigel Farage nocauteia Herman Van Rompuy, presidente da União Européia, com uma contundente saraivada de perguntas. Afinal, nem na Europa, nem no resto do mundo, sabe-se como Van Rompuy, notório entusiasta de um governo mundial, chegou à presidência da UE. "Quem votou em você?"; "Essa é a democracia européia?", questiona Farage, atento aos desmandos de Van Rompuy, membro do Clube de Bilderberg e da Comissão Trilateral, como bem denunciou o parlamentar italiano Mario Borghezio.

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Após criar uma farsa de dimensão global, valendo-se da ignorância geral sobre a Constituição hondurenha, a esquerda da América Latina -- um balaio que une políticos vigaristas, subversivos de toda ordem, terroristas e narcotraficantes -- teve das urnas de Honduras a resposta clara dos que afirmavam representar: o povo, que deu a vitória para o opositor de Zelaya, Porfírio "Pepe" Lobo, que conseguiu mais de 55% dos votos.

Elvin Santos, candidato derrotado do partido de Manuel Zelaya, alerta a nação para o fato de que agora é dever de todos rejeitar os "interesses particulares e privilegiar os interesses da pátria". E termina por afirmar: "Ao presidente eleito, conte conosco." Já Zelaya e as lideranças de países dominados pelo Foro de São Paulo -- Brasil, Venezuela, Cuba, Equador, Bolívia, Uruguai, entre outros --, mais uma vez desprezam as instituições hondurenhas, questionando a legitimidade da eleição e mentindo sobre o índice de abstenções.

A estes, os oportunos recados de Porfírio Lobo já ecoam: que Chávez nem ninguém se atreva a meter o nariz na política do país, que não há pressa para que outros países reconheçam o novo governante, e que "Zelaya é história".

Dentre os países que reconheceram a validade do pleito estão os Estados Unidos, Israel, Inglaterra, China, Polônia, Taiwan, Colômbia, Peru, El Salvador, México, Panamá, República Tcheca e, com algumas ressalvas, a União Européia.

Com a plena legimitidade ao processo eleitoral dada pelo Congresso de Honduras, que com prudência impediu a reconstituição de Zelaya ao cargo de presidente, mais uma vez a pequena nação dá ao mundo uma aula de soberania, independência e coragem, ao enfrentar o comunismo continental e uma Comunidade Internacional frouxa e cada vez mais conivente com tiranos, ditadores e outros inimigos da liberdade política.



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