True Outspeak - 25 de janeiro de 2012

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Entrevista censurada pela revista IstoÉ
Entrevista concedida a Rachel Costa, no dia 9 de novembro de 2011.

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O “Eurodesastre”. Pouco mais de 2 minutos com Nigel Farage ao microfone no Parlamento Europeu ensinam e informam mais do que meses assistindo aquilo que a imprensa brasileira dilmista chama de “cobertura internacional”.

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“Complete a frase para mim: ‘Não há problema em matar um bebê no útero quando...’”.

Com algumas perguntas simples, e apelando para a lógica mais elementar acerca do valor da vida de um bebê, um repórter esclarece jovens acerca da insanidade que é o aborto, e de quantos bebês já morreram nos Estados Unidos desde a legalização dessa prática assassina. Ele evoca a história da Alemanha, que por se deixar levar de forma irracional pelos slogans nazistas, fez o mundo mergulhar na maior guerra da história, com quase 60 milhões de mortos.

A relevância, a verdade e a justiça inerentes à doutrina cristã também são ressaltadas de forma incisiva no documentário.

http://heartchanger.com/

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O padre Armando Brédice, de 94 anos, foi coroinha do padre Pio de Pietrelcina, e atualmente é vigário da paróquia Santa Terezinha, no Cruzeiro Novo, Brasília. Em seu testemunho, ele fala do temperamento, do trabalho e da perseguição empreendida contra o padre pelas autoridades civis, eclesiásticas e pelo Papa Pio XI. Destaca os milagres e outros episódios impressionantes da vida de Pio de Pietrelcina.

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O padre Paulo Ricardo denuncia o plano formalizado que pretende, assumidamente, calar a voz de toda e qualquer pessoa que evoque seus valores religiosos no debate público, visando a legalização ampla e irrestrita do aborto. Destaca a participação do PT nesse plano e denuncia: "nenhum partido trabalhou mais em favor do aborto no Brasil do que o PT".

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Olavo de Carvalho explica a mentalidade revolucionária.

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Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Após criar uma farsa de dimensão global, valendo-se da ignorância geral sobre a Constituição hondurenha, a esquerda da América Latina -- um balaio que une políticos vigaristas, subversivos de toda ordem, terroristas e narcotraficantes -- teve das urnas de Honduras a resposta clara dos que afirmavam representar: o povo, que deu a vitória para o opositor de Zelaya, Porfírio "Pepe" Lobo, que conseguiu mais de 55% dos votos.

Elvin Santos, candidato derrotado do partido de Manuel Zelaya, alerta a nação para o fato de que agora é dever de todos rejeitar os "interesses particulares e privilegiar os interesses da pátria". E termina por afirmar: "Ao presidente eleito, conte conosco." Já Zelaya e as lideranças de países dominados pelo Foro de São Paulo -- Brasil, Venezuela, Cuba, Equador, Bolívia, Uruguai, entre outros --, mais uma vez desprezam as instituições hondurenhas, questionando a legitimidade da eleição e mentindo sobre o índice de abstenções.

A estes, os oportunos recados de Porfírio Lobo já ecoam: que Chávez nem ninguém se atreva a meter o nariz na política do país, que não há pressa para que outros países reconheçam o novo governante, e que "Zelaya é história".

Dentre os países que reconheceram a validade do pleito estão os Estados Unidos, Israel, Inglaterra, China, Polônia, Taiwan, Colômbia, Peru, El Salvador, México, Panamá, República Tcheca e, com algumas ressalvas, a União Européia.

Com a plena legimitidade ao processo eleitoral dada pelo Congresso de Honduras, que com prudência impediu a reconstituição de Zelaya ao cargo de presidente, mais uma vez a pequena nação dá ao mundo uma aula de soberania, independência e coragem, ao enfrentar o comunismo continental e uma Comunidade Internacional frouxa e cada vez mais conivente com tiranos, ditadores e outros inimigos da liberdade política.



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