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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Enviei novamente ao Reinaldo Azevedo, agora completa e com algumas correções:

Prezado Reinaldo: 

Não sou um "seguidor do deputado Bolsonaro" e, é óbvio, jamais assinaria qualquer petição para tirar você da Veja, mas peço que você preste atenção a estas explicações:


(1) Ao chamar o seu colega de "estuprador", sem a menor provocação, a deputada Maria do Rosário lhe imputou caluniosamente uma conduta criminosa;

(2) Ela não o fez no calor de uma discussão, mas por iniciativa unilateral;

(3) Ela repetiu a acusação calma e friamente, ao responder "É sim" quando o deputado lhe perguntou "Agora sou eu o estuprador?". Isso denota conduta deliberada. 

Por que as instituições nada fazem contra a matriz de corrupção instalada no coração do poder? Mistério.

Por que Bolsonaro suscita maior comoção e interesse entre os formadores de opinião do que as denúncias da geóloga Venina Velosa da Fonseca? Mistério.

Por que o relatório de uma Comissão Nacional da Verdade que sepulta verdades e ressuscita mentiras ganha espaço como se credibilidade tivesse, malgrado afronte a própria lei que a criou? Mistério.

Por que, para tantas pessoas, o mal está na mera existência da revista Veja e não nos crimes que ela denuncia? Mistério.

Por que é tão solenemente ignorada a existência do Foro de São Paulo, como bem sinaliza Olavo de Carvalho? Mistério.

"Gostaríamos de informar que amanhã seremos mortos com nossas famílias."


"O número de cristãos perseguidos no mundo é de 150 milhões." Há muitas outras estatísticas, terríveis e dramáticas, nas páginas do "Livro Negro da Situação dos Cristãos no Mundo", uma iniciativa única de estudiosos franceses, coordenada pelo jornalista Samuel Lieven. Instantâneos de uma guerra global e amorfa.

Em particular, há uma estatística desconcertante: "80 por cento dos atos de perseguição religiosa no mundo são contra cristãos". Quantas vítimas? O Centro para o Estudo do Cristianismo Global traz a média de cem mil cristãos mortos a cada ano por sua fé ao longo da última década. Uma média de cinco cristãos a cada minuto.

A quem tem um preconceito infundado sobre as armas de fogo, convido a
conhecer mais sobre o assunto.
 

Muitos brasileiros têm pavor de armas, como se fossem uma coisa do mal. Infelizmente, nos últimos 25 anos o estado e a mídia conseguiram colar nas armas a culpa pela violência, quando na verdade foi o banimento delas que deixou os brasileiros indefesos e à mercê de criminosos que atacam com a certeza de que não haverá resistência da vítima. Quando eu tinha meus dez anos de idade lembro muito bem que meu tio andava armado, e meu pai sempre falava em comprar a dele. Lembro de ter entrado numa loja com ele e ver as armas expostas, armas que podiam ser compradas por cidadãos obedientes à lei. Isso soa hoje como fantasia no Brasil, depois que o governo conseguiu desarmar grande parte da população, e não tirou uma pistola sequer das mãos dos criminosos.

Chamar de estuprador o algoz maior dos estupradores não fazia o menor sentido, evidentemente, exceto como inversão histérica da situação real.


A saúde mental de uma comunidade pode ser aferida pela dos indivíduos que ela eleva aos mais altos postos e incumbe de representá-la. O mais breve exame do Brasil sob esse aspecto leva a conclusões que já ultrapassam a escala do alarmante e se revelam francamente aterrorizantes.

Já tivemos um presidente que achava lindo fazer sexo com cabritas, se gabava de haver tentado estuprar um companheiro de cela – prova de macheza, segundo ele – e confessava entre risos as mais cínicas mentiras de campanha. É claro que a tropa dos seus guarda-costas e marqueteiros corria, nessas ocasiões, para dar a essas declarações o sentido de meras brincadeiras, mas, supondo que o fossem, é igualmente evidente que pessoas adultas normais não se divertem com gracejos tão torpes.

A Venezuela se degenera, a Argentina vai no mesmo caminho e ambos começam a ficar, cada vez mais, parecidos com a venerada ilha dos Castro.

Infelizmente, é nessa direção que apontam, de fato, os movimentos da política externa petista.


O Brasil ainda não chegou nesse ponto, mas o dirigente político de qualquer país que se aprofunde em tal ideologia  fala para um povo que enfrenta escassez de tudo, que sai de uma fila para entrar noutra. São países onde se tabelam preços de produtos que não existem, onde a inflação dispara e de onde, quem pode sair, foge correndo. O discurso oficial, porém, proclama vitórias populares, sucessos indiscerníveis, luminosos dias do porvir e ataca ferozmente inimigos externos que estão se lixando para ele. Assim fazem em Cuba, assim fazia Chávez, assim tem sequência o processo venezuelano com Maduro. Para aí vai, célere, a Argentina. Nunca lhes faltam idiotas defensores do regime, dentro e fora do país, para aplaudir seus discursos.

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Parada conjunta da Wehrmacht e do Exército Vermelho comemora a invasão vitoriosa da Polônia, em Brest. General alemão Heinz Guderian e brigadeiro russo Semyon Krivoshein.

mapO Iêmen (1), por ser parte da península arábica possui – por várias razões – uma importância elevada para o seu vizinho ao norte, a Arábia Saudita. O país desfruta de uma posição geopolítica especial por ter um bom controle sobre o estratégico Golfo de Aden, ao mesmo tempo em que o país também se debruça sobre o extremamente estratégico Estreito de Bab-el-Mandeb bem como toda a sensível via marítima através do Mar Vermelho. O Iêmen também é a sede da Jabal Marran (as Montanhas Marran), as quais se estendem continuamente desde o Golfo de Aden até a região de Taif no sudoeste do país. Outro motivo que torna o Iêmen um país muito importante para a Arábia Saudita é a sua fronteira em comum com as províncias de Jazan e do leste da Arábia Saudita com predominância xiita (2). Talvez seja por essas razões que muitos analistas acreditam que o Iêmen é um eixo relevante para o estabelecimento da segurança na Arábia Saudita. Este também é o motivo pelo qual – quando as ondas velozes do Despertar Islâmico estavam ameaçando o governo saudita – Riad [capital da Arábia Saudita] fez um acordo com a Irmandade Muçulmana no Iêmen. Segundo aquele acordo, a Arábia Saudita optava por um recuo no âmbito político e no de seguridade aquiescendo com a divisão do poder político no Iêmen com o Partido Islah, o qual representa a Irmandade Muçulmana no Iêmen.

No ano passado, centenas de entidades, entre as quais a CNBB e a OAB, formaram uma Coalizão pela Reforma Política e Eleições Limpas. Reitero, aqui, o desafio recentemente feito por Bruno Braga, em artigo que pode ser lido no meu site (aqui): se houver real interesse cívico por eleições limpas, comecem pelo último pleito.

Desnecessário rememorar. Os fatos, além de recentes, se agravam com a reviravolta adotada pela presidente. Ela consegue fazer pior do que Lula em 2002. Naquele ano, antes das eleições, Lula jogou no lixo o discurso demagógico e populista construído ao longo de seus anos de oposição e firmou uma “Carta ao povo brasileiro” comprometendo-se com preservar o que condenara. Seus eleitores, se leram a carta, não entenderam bulhufas. Dilma, em 2014, não escreveu carta alguma. Afirmou reiteradamente, até o dia 26 de outubro, que os desatinos que cometia na condução da Economia e das finanças públicas atendiam ao mais elevado interesse público. Quem dissesse o contrário era atacado com os piores adjetivos. No dia 27, mudou tudo.

Pela primeira vez, um governo islamista expôs a dimensão maligna e terrorista do CAIR.


Nós que acompanhamos o movimento islamista caímos das nuvens em 15 de novembro quando soubemos que o gabinete ministerial dos 
Emirados Árabes Unidos incluiu o Conselho de Relações Americano Islâmicas (CAIR) na lista de 83 organizações terroristas proscritas, juntamente com o Talibã, Al-Qaeda e EIIS.

Foi uma surpresa, já que as próprias autoridades dos EAU têm um histórico de promover o islamismo, porque o CAIR tem um histórico de levantar fundos nos EAU e também porque a embaixada dos EAU em Washington já teceu elogios ao CAIR.


Karl Marx ensinava que a estatização dos meios de produção – etapa inicial da construção do socialismo – seria um processo complexo que deveria se estender por muitas décadas ou séculos.

 

 

O falecido Jean Mellé, fundador e diretor do “Notícias Populares”, que se tornaria um clássico do jornalismo de escândalo, era um refugiado romeno que tinha sólidas razões para odiar o comunismo. Grande e musculoso, de vez em quando agarrava um de seus subordinados pela goela e, com um olhar feroz de grão-inquisidor, perguntava: “Você estar comunisto?”. Se a resposta fosse “Não”, ele se dava por satisfeito.


Em noventa por cento dos casos, o interrogado era um membro do Partido e saía rindo do patrão cujo poder ameaçador se neutralizava a si mesmo com uma dose patética de ingenuidade.

A grande verdade de 2014: não são os pobres que precisam do PT, mas é o PT que precisa dos pobres em estado de pobreza. Para quem não se deu conta, essa é a nova relação de causa e efeito da miséria no Brasil.



"Não creio que seja hora de torcer contra nem de ficar cobrando pelo que foi dito em campanha".

Economista Roberto Teixeira da Costa, em artigo publicado no jornal "O Globo" em 30 de novembro.

O texto em questão leva um título bem alinhadinho e elegantemente palaciano: "Voto de confiança". O quê? Voto de confiança? Quer dizer que não se deve cometer a leviandade de cobrar o que foi dito em campanha? Ora, leitor, isso me parece moral com agendamento, com data de vigência, segundo calendário eleitoral. A propósito: calendário eleitoral tem foto de mulher pelada, como folhinha de borracharia? Quer dizer que a presidente pode se eleger dizendo uma coisa até o dia 26 de outubro e fazer o oposto a partir do dia 27? E quem apontar a desonestidade de tal conduta torce contra o país?

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Com o PT no governo por pelo menos mais quatro anos, é certo que o holocausto brasileiro será ainda mais horrendo.


Existe, atualmente, um verdadeiro holocausto no Brasil. Não me refiro ao livro de Daniela Arbex, que trata dos horrores ocorridos em um hospício mineiro, onde mais de 60.000 internos foram tratados, até suas mortes, como animais em um verdadeiro campo de concentração nazista. Refiro-me aos cerca de 60.000 brasileiros que são mortos todos os anos em acidentes rodoviários e outro tanto que são assassinados

Os números aqui apresentados são arredondados para 60.000. Não se trata de chutometria, mas da constatação, p. ex., de que muitas mortes nas estradas não são devidamente contabilizadas, pois não se leva em conta quem morre em hospital devido a acidente rodoviário.

tm

Comentário do tradutor:
Ao fim de março, o filósofo Roger Scruton publicou um artigo no qual tecia algumas críticas quanto à reação infeliz com que o Ocidente reagiu ao assalto russo contra a Ucrânia. Na ocasião ele referiu-se às sanções como uma política 'cega' fruto de uma 'profunda ignorância histórica'.

O texto abaixo, escrito pelo embaixador iraniano na Rússia e que também é presidente de um centro de pesquisas irano-eurasiático, é curioso por delinear de forma bastante clara um exemplo das conseqüências inesperadas que os Estados Unidos e a União Européia produziram com suas sanções econômicas à Rússia. As sanções produzem um duplo efeito prejudicial (desde um ponto de vista ocidental): ao mesmo tempo que alguns países da União Européia perderam o acesso dos seus produtos ao mercado consumidor da Rússia (no texto será mencionado o caso da Polônia que passou a ser impedida de exportar sua produção agrícola para a Rússia) também foi aberto uma espécie de imensa reserva de mercado, uma esponja, que pode ser utilizada pela Rússia para estreitar relações comerciais, estratégicas e amistosas justamente com os países que ela pretende influenciar ou atrair para sua zona de influência. (Sem esquecer que o Irã também vivencia uma situação de embargo econômico.)