Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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noéEsse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio.

Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%.

 

Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir, do meu amigo Don Feder, traz a perspectiva dele, como um escritor judeu conservador, sobre o filme que aparenta tratar de Noé, um dos homens mais importante da Torá. Li vários artigos americanos sobre esse filme, e de longe o texto de Don é o melhor e merece ser divulgado aos quatro cantos do Brasil.


No filme “Noé,” a fábula ambientalista, aprendemos que pessoas más (descendentes de Caim) constroem cidades, comem carne e fazem armas. (Eles provavelmente pertenciam, na época antes do dilúvio, aos grupos contrários ao desarmamento da população.) Eles também fazem mineração a céu aberto, no processo transformando a terra numa desolação árida que parece o Afeganistão sem os conforto modernos.

Crenças místicas na Vaterland, educação da juventude e antissemitismo.


A reação germânica ao positivismo estava intimamente conectada com a crença numa força vital cósmica existente na Natureza, uma força obscura cujos mistérios não poderiam ser entendidos pela ciência, mas através do oculto, o “enxergar com a própria alma” (H. Blavatsky). Este ponto de vista estava ligado à crença da oposição entre esta força cósmica e tudo o que é artificial e construído pelo homem (...)A maioria dos historiadores ignorou esta linha de pesquisa porque é muito exagerada (e irracional) para ser levada à sério. No entanto, essas ideias deixaram uma profunda impressão numa nação inteira.
George L. Mosse (1)


O pensamento völkisch é fundamentalmente místico, guardando, se tanto, uma forma de racionalismo altamente abstrato que exclui qualquer pensamento analítico. Ontologicamente estava enraizado num conceito de natureza fluindo da “realidade superior” do cosmos para o homem, tornando-se cristalizada no horizonte, na paisagem, no meio ambiente e no estilo de vida do Volk. Esta atitude rejeita o cristianismo – e o judaísmo – em favor de uma cosmovisão panteísta da natureza como fonte das condições especiais e no potencial exclusivamente humano. A própria paisagem alemã supostamente despertava características culturais superiores. Os alemães, embora tivessem chegado ao futuro, deveriam retornar ao passado – um passado desprovido de tudo, menos da voz primeva da Natureza. Só aquelas pessoas que estavam próximas à Natureza poderiam compreender através de suas almas, a força de vida cósmica interior que constitui o eterno.

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Este é o IPEA hoje em dia. Mais uma instituição que perdeu toda sua credibilidade por causa do aparelhamento petista.


Conforme já se sabe, a pesquisa do IPEA afirmando que 65% das pessoas diziam que mulheres com o corpo à mostra mereciam ser atacadas não apenas se baseou em uma fraude intelectual, como também inclui um suposto erro. Eu digo “suposto” pois existe também a tese de mais uma fraude.

Pois bem. Na verdade, apenas 26% das pessoas disseram achar que “mulheres com o corpo à mostra mereciam ser atacadas”. A desculpinha é que a planilha do IPEA teria sido trocada por engano. Então tá.

Vejam os dois pontos grotescos da pesquisa:

A solução é estruturar um movimento aglutinador com planos concretos e objetivos definidos.


Os recentes sufrágios eleitorais para o Congresso da República ratificaram pela enésima vez a falta de preparação, coordenação e orientação, da qual adoece a reserva ativa das Forças Militares e da Polícia Nacional para dialogar, que alguns de seus integrantes alcancem cadeiras tão ansiadas quanto necessárias no Senado da República e na Câmara de Representantes.

Se pergunta-se, cada um dos fracassados aspirantes terá na ponta da língua a eterna desculpa de que a reserva não é unida, que não se apóia ninguém, que se prefere votar nos dirigentes tradicionais, etc., etc. E evidentemente, que cada um deles deveria ter sido a cabeça de lista para aglutinar o acumulado dos votos, pois segundo essa visão míope, ele abriria a passagem para novos aspirantes ao Congresso.

Perguntaram a Mario Vargas Llosa, em uma de suas visitas a Buenos Aires, se era progressista. Soou agressiva a questão, como se se inferisse a priori que não era. Assim se desnudava antes a quem era negro, judeu, cigano, homossexual ou alguma das muitas condições que se discriminavam (e discriminam) no mundo. Agora não ser progre implica um estigma infernal. O escritor limitou-se a uma resposta educada. Teria sido conveniente que ele perguntasse à entrevistadora o que ela entendia por progressismo. Então lhe teria transferido a incumbência de explicar algo que se converteu em um nó górdio.

Com efeito, o progressismo se associa aos partidos políticos chamados de esquerda, em oposição aos conservadores, chamados de direita. Preconizam o progresso (valha a redundância) em todas as ordens. Porém, resulta que muitos dos partidos e líderes que se proclamam de esquerda levam a cabo políticas cruamente opostas ao progresso: tiranizam suas nações, cerceiam a liberdade de opinião, geram pobreza, submetem a justiça aos miseráveis interesses do grupo dominante, são hipócritas, desprezam a dignidade individual, corrompem a democracia, quebram o reto caminho do direito e outras calamidades do mesmo tipo.

 As mobilizações militares que vemos nos dias de hoje coincidem não apenas com o completo desarmamento do Ocidente, mas com uma campanha de longo prazo de sabotagem contra o próprio instinto.

 
Dia 26 de março, o Daily Mail noticiou a seguinte manchete: “Kim Jong-Um disse aos chefes militares de seu país para se prepararem para a guerra com a Coreia do Sul em 2015, diz mídia de Seul”. O ditador do Norte, é claro, está sempre ameaçando com novas guerras. Entretanto, essa é a primeira vez que esse tipo de informação aparece com calendário definido (em termos de especificação do ano do ataque). O que é digno de nota nesse caso é como ele é concordante com o que disseram as autoridades chinesas. Em um discurso de agosto de 2005, proferido pelo ex-Ministro da Defesa Chinês Chi Haotian, intitulado A guerra se aproxima de nós, pode-se ler na sua transcrição:

“... apenas com um poder que possa ser capaz de extinguir totalmente o Japão e debilitar os Estados Unidos, nós poderemos conseguir a paz. O problema de Taiwan não pode ser prolongado por mais 10 anos – e haverá guerra dentro deste prazo!”

Sob as barbas de todos, a governo acaba de baixar uma medida duríssima contra a propaganda comercial e pois, contra a liberdade de expressão.

 

Enquanto os empresários vivem correndo atrás de cada ossinho que o governo lhes joga...

Enquanto os pais e mães vivem atrás da tela da tevê assistindo a Rede Globo fazer proselitismo gayzista e "denunciar" o machismo da fraudulenta pesquisa do IPEA...

Enquanto todos os cidadãos vão pensando que a Venezuela fica muito longe daqui...

O governo do PT, por meio da Secretaria dos Direitos Humanos - Conselho Nacional dos direitos da criança e do Adolescente - Conanda, acaba de instalar a censura à propaganda dirigida ao público infantil.

Considero suficientemente provado o grau de influência do modelo institucional sobre o recrutamento de lideranças para a elite política. São elas mesmas que o confessam.


Pergunto: os males da política brasileira estão relacionados mais diretamente ao caráter dos indivíduos, das pessoas concretas que ocupam postos de poder, ou ao modelo institucional que adotamos? Há muitos anos participo de debates que buscam saber qual a galinha e qual o ovo nesse dilema.

Dirá alguém que é uma questão menor e que o Brasil vive as urgências impostas por clamorosas denúncias e estridentes silêncios. No entanto, de denúncia em denúncia, de silêncio em silêncio e de urgência em urgência, vamos postergando toda e qualquer tentativa de formar consenso a propósito desse tema. E como precisamos de um consenso! Como precisamos fazer com que a nação vasculhe, atrás do palco, na coxia, as estruturas que movem de modo tão desastroso os cordéis do poder!

1. María Corina Machado, líder opositora e deputada venezuelana, solicitou em Brasília que os governos democráticos da região, como o do Brasil, retirem seu respaldo e solidariedade ao governo de Maduro, porque em relação ao drama do povo venezuelano, reprimido violentamente pelo governo, “a indiferença neste caso é cumplicidade”. Corina Machado fez extensas e documentadas declarações na Comissão de Relações Exteriores do Senado brasileiro, em uma sessão que durou quatro horas.

2. Em suas declarações, Machado mostrou que o governo de Maduro não respeita a Constituição e que a partir de janeiro começou a usar as forças de segurança e de grupos para-militares armados para torturar, deter e assassinar venezuelanos, e acrescentou que esses fatos não podem ser ignorados por nenhum governo democrático da América Latina.

Quando terminou a redação de “A Condição Humana”, Hannah Arendt fez questão de deixar claro o quão perigoso era o fato dos pensadores de uma sociedade acreditarem na liberdade de idéias como algo intocável. Salientou que, na vigência de um regime totalitário, muitas vezes o agir pode ser perigosamente mais fácil do que o pensar.

Essa semana, uma pesquisa do IBOPE mostrou algo que, até onde sei, não tem precedentes na história política brasileira: a queda nas pesquisas de um determinado candidato oficial do governo (Dilma) favorecendo a subida de um candidato não oficial (Lula) do mesmo governo na mesma eleição. É tão grande a desgraça da política brasileira, é tão miserável e anêmica a capacidade de se fazer oposição ao PT que os institutos de pesquisas não tem sequer pudor de apresentar dois candidatos do mesmo partido como alternativa aos entrevistados! O PT é algo tão grande, tão forte são seus valores (ou a falta deles) na vida política do Brasil que ele tornou-se governo e oposição ao mesmo tempo. Em certo sentido é como se pudéssemos dizer dessa gente aquilo que se dizia da Igreja na Idade Média e mudar a frase para “fora do PT não há salvação”.

A oposição parlamentar, política, partidária, raramente incomoda o PT. O partido quer calar é a oposição que se ouve e se vê. Ela está nas redes sociais, nessa miríade de mensagens, imagens e textos que circulam e recirculam, alcançando um universo ilimitado de pessoas.


A presidente Dilma convocou o camarada Franklin Martins novamente para a guerrilha da comunicação social. Ele vai comandar a campanha petista na imprensa e nas redes. Franklin havia dirigido a comunicação nos  governos petistas e é possível que tenha sido responsável por todas as perguntas não feitas - eu disse não feitas -  a Lula pelos jornalistas brasileiros nos últimos 12 anos. Coube-lhe, por bom tempo, lidar com a distribuição de verbas publicitárias federais à mídia nacional. Tal prática sempre se revelou excelente para estimular a auto-censura nos meios de comunicação. Coincidência ou não, as últimas semanas foram marcadas por demissões de conhecidos jornalistas que vinham merecendo destaque nacional e cujos comentários alcançam elevados índices de reprodução nos arquivos do YouTube.

mcmMaría Corina Machado: "Hoje em dia, o que está em jogo é a democracia. Alguns dizem que na Venezuela há uma guerra civil, mas o que existe é uma guerra contra os civis,
promovida pelo Estado."


Na quarta-feira (2), a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado brasileiro, promoveu uma audiência pública para supostamente debater a crise política na Venezuela e trouxe a deputada María Corina Machado para que ela pudesse relatar o que estava acontecendo em seu país. A decisão foi tomada no dia 28 de março, por iniciativa do presidente da comissão, Ricardo Ferraço do PMDB-ES. A  senadora do PCdoB, Vanessa Grazziotin não aceitou a idéia de se ouvir María Corina sem que também viesse alguém do governo. O senador pelo PSBD, o terrorista Aloysio Nunes, alegou que isso era uma desculpa para que María Corina não denunciasse o que estava ocorrendo DE FATO em seu país, mas que aceitava a proposta desde que não houvesse vândalos do PCdoB agredindo a deputada.

Entrevista com Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, Professor de Teologia Moral.


O Brasil tem protagonizado nas últimas semanas a tentativa de implantação da ideologia do gênero por meio da Votação do Plano Nacional de Educação.

Nessa última quarta-feira houve a terceira tentativa de votação na câmara dos deputados, embora mais uma vez adiada, à causa, dessa vez, de bate-boca e provocação de deputados contra os manifestantes pró-vida e pró-família presentes na sala.

“Muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero”, disse à ZENIT o Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva, sacerdote da Diocese de Osasco - SP, pároco da Igreja São Domingos (Osasco), doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Romana da Santa Cruz e professor de Teologia Moral.

Sempre é bom lembrar o que significa o direitismo depressivo, termo criado por este blogueiro que vos escreve.

Direitismo depressivo é a condição do discurso político de uma pessoa da direita que assume um padrão de composto de propaganda de inevitabilidade para o adversário (ou seja, o adversário de esquerda sempre tem a vitória garantida quando e da forma que quiser), que serve como racionalização para um pedido por intervenção militar que, inevitavelmente, serve como mais uma propaganda não intencional para ajudar a esquerda.

Dentro dessa ótica, o direitista depressivo opera em um continuum no qual seus discursos se baseiam em racionalizações para:

SBT: “Militares transformam homem em assassino para acobertar crimes”.

A reportagem conta a história de Orlando Sabino. Um paciente psiquiátrico que é apresentado como uma espécie de “bode expiatório” criado pelos militares para encobrir os crimes cometidos por eles em ações nos estados de Minas Gerais e Goiás.

Após assistir à matéria e fazer uma breve pesquisa na internet sobre o assunto, é inevitável colocar algumas questões: