Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Matheus Bazzo, Olavo de Carvalho e Josias Teófilo.

Acredito que o último intelectual brasileiro tão completo como Olavo de Carvalho foi Gilberto Freyre, que morreu em 1987. Por esse fato, eu sentia necessidade de um filme sobre Olavo, algo que ainda não existe, o que é lamentável."


“O Jardim das Aflições” é um documentário longa-metragem sobre a vida de Olavo de Carvalho que está em fase de produção. O idealizador e diretor do filme, que será gravado na Virgínia, Estados Unidos, é Josias Teófilo. O objetivo, segundo o cineasta, é captar o dia-a-dia, o trabalho, e um pouco da filosofia de Olavo. Teófilo destaca que se trata de uma produção livre de recursos do Estado, utilizando, para cobrir os custos, apenas o método crowdfunding (financiamento coletivo).

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A Venezuela comprou 80 blindados Norinco VN4, adaptados para reprimir protestos,
produzidos pela estatal China North Industries Corporation (Norinco).


Desde o ano 2000, a China comunista aumentou mais de 20 vezes seu comércio com a América Latina, calculou o jornal El País, de Madri.


A distorção da atual legislação está, visivelmente, ampliando aquilo que pretende evitar e desprotegendo aqueles que pretende resguardar. Por isso aumenta a criminalidade entre os jovens.


A gritaria da deputada Maria do Rosário, que pode ser assistida neste vídeo, impõe alguns comentários. Os adjetivos selecionados pela oradora visam a criar uma dicotomia, onde a perversidade está nos deputados favoráveis à redução da maioridade penal e a bondade nas "organizações sociais" que a ela se opõem. De onde saiu a ideia de que a defesa da sociedade, mediante a privação da liberdade dos criminosos, é um ato mau? A deputada acusa a comissão, também, de estar assumindo uma ideologia de classe que é, por definição, a ideologia dela mesma, como petista e ex-PCdoB. Por isso, fala como se a redução da maioridade penal visasse seleção por classe social. Foi Sua Excelência e não a comissão ou o projeto que quis pautar o assunto como conflito de classe.

 

Quem é Ángela María Buitrago?

 

Após a vitória pírrica que ela obteve ao fazer Ricardo Puentes Melo fugir da Colômbia, um dos jornalistas de investigação mais intrépidos e honestos do país, após conseguir que um tribunal embargasse seu domicílio, medida de grande violência social e psicológica, alguns tratam de mostrar a ex-promotora como uma eficiente funcionária cujas investigações “foram reconhecidas inclusive pela justiça internacional”.

 

Não existe isso. Em agosto de 2010, o Promotor Geral, Guillermo Mendoza Diago, pediu a renúncia da senhora Buitrago porque as investigações que ela pretendia monopolizar, todas de militantes que defenderam o país na luta contra os narco-terroristas do M-19, e de alguns funcionários e políticos acusados de “para-política”, estavam mal instruídas ou estancadas.

Envergonha muito observar lições cristãs recortadas e prostituídas por ideólogos para que sirvam de munição numa guerra profana que vira brasileiro contra brasileiro, irmão contra irmão, corrompendo corações e transformando o amor em algo seletivo.


Em sua magnífica obra “A República”, Platão nos brinda com um diálogo acerca do que seria a Justiça. Um dos personagens inquiridos é Polemarco, que prontamente responde com toda franqueza de seu torpe coração: Justiça é ajudar os amigos e prejudicar os inimigos[1].

Claro que a política evoluiu muito depois de Platão e hoje muitos políticos entendem que na Justiça está incluído o ato de destruir antigos aliados – excelentes bodes expiatórios - após a chegada ao poder com o objetivo de manter o controle indisputado de tudo, como aconselhava o chefe florentino de milícias, Maquiavel. Fórmula mais do que repetida por políticos de viés stalinista até às ditaduras de hoje. Nada melhor do que um pouco de sangue humano socialista para limpar a sujeira da causa socialista.


Em tais condições, nada serve melhor à ruína do país que a modorra institucional, que o conformismo dos tíbios e o silêncio dos omissos. Espero que o Congresso do PT desperte as instituições para seus compromisso com o bem do país.


Quando tudo vai bem, o que a gente menos quer falar é em mudança. Deixa como está! Não mexe!

Estou falando dos membros das instituições. Dos órgãos do Estado, do governo, do parlamento, da justiça. Para esse específico e decisivo conjunto de pessoas, de autoridades, tudo está muito bem. Não têm do que se queixar. Os vencimentos são bons, os subsídios idem, prerrogativas e privilégios também, o modelo lhes garantiu acesso aos postos que ocupam, as regras do jogo lhes foram convenientes. Em grande parte, conquistaram suas posições com méritos intelectuais nos postos ocupados por concurso, e por méritos políticos nos postos eletivos ou de indicação. Tudo está no seu lugar e todos estão onde querem. Deixa tudo como está!


O rol dos supostos direitos prometidos é vasto, em quantidade e irresponsabilidade
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A verdade é que supostas reparações e correções artificiais de aparentes injustiças servem apenas a tensionar a população, a colocar-nos uns contra os outros, a dividir para conquistar, enfim.


Nas eleições passadas e nos discursos políticos de sempre, “direito” foi e é uma das palavras mais utilizadas por políticos em seus discursos. A estratégia é eficaz, pois nós, eleitores e cidadãos em geral, somos especialmente simpáticos à ideia de receber. Oferecer algo, contudo, é um pouco mais difícil – a não ser que usemos verbas públicas e façamos o “bem” com dinheiro alheio.

Por isso os meios de comunicação de massa e as escolas [não só públicas] fazem todo um trabalho de colonização das consciências [é a doutrinação ideológica] para que haja uma aceitação da cultura da morte, sem que as pessoas se dêem conta de que estão sendo manipuladas e agindo contra o que naturalmente elas jamais fariam se não estivessem sendo condicionadas culturalmente a isso.


Exmo. Sr. Senador Paulo Paim, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, Profª. Fernanda Takitani, Dr. Gollop, Dra. Lenise Garcia, membros da mesa, e demais presentes.

Estando de volta a esta Casa Legislativa, novamente no Senado, para, mais uma vez, fazer a defesa da vida desde a concepção, que é o propósito do Movimento Legislação e Vida1, da Diocese de Taubaté, fundado por nosso Bispo Dom Carmo João Rhoden, e que há dez anos2, junto com outras entidades e grupos, especialmente a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, que aqui representamos nesta audiência pública, inúmeras vezes vindo ao Congresso Nacional para trazer informações aos parlamentares, exortando-os a decidirem em favor da vida e da família3, cujo combate pela vida tem se intensificado a cada dia, conforme S. João Paulo II expos na sua memorável encíclica Evangelium Vitae, dizendo que há um combate de mentalidades, cujo drama tem se agudizado em nossos dias, um conflito entre a cultura da morte e a cultura da vida. "Existe uma crise profunda da cultura"4, uma "conjura contra a vida"5, com circunstâncias dramáticas e terrificantes, que "tornam por vezes exigentes até o heroísmo as opções de defesa e promoção da vida"6. A vida humana tem um valor sagrado, que deve ser respeitado e salvaguardado, em todas as circunstâncias, desde a concepção até a morte natural. A questão do aborto é a ponta do iceberg. Sabemos que há um holocausto silencioso, vitimando milhares de seres humanos, a cada dia, em todas as partes do planeta, vidas ceifadas ainda no ventre materno, do modo mais cruento e doloroso, pois o inimigo de Deus tem sede do sangue inocente.

A aplicação do esquema gramscista obteve mais sucesso no Brasil do que em qualquer outro país do mundo.

O Brasil que o PT criou é feio, miserável, repugnante, tormentoso e absolutamente insustentável.



Volto a explicar, agora ponto por ponto, a catástrofe estratégica monstruosa com que o PT destruiu a si mesmo e à nação. 

1. No incipiente capitalismo brasileiro, as grandes empresas são quase sempre sócias do Estado, o único cliente que pode remunerá-las à altura dos serviços que prestam.


Na Parada Gay de São Paulo, a apologia da pedofilia se fez presente, e mais uma vez se confirmou a proximidade entre os objetivos dos gayzistas e dos pedófilos.

O Brasil prova que sempre o buraco é mais embaixo e a fossa não tem fim. Circula pela internet o vídeo de um menino de 10 anos, com trejeitos afeminados, seminu, fazendo coreografias sensuais de "funk", em plena cerimônia gayzista-fascista da Parada Gay de 2015 em São Paulo. Tudo financiado, é claro, com o dinheiro roubado dos contribuintes pela narcoditadura de Dilma Rousseff, pelo governo de Geraldo Alckmin, do PSDB, no estado de São Paulo, e de Fernando Haddad, do PT, na capital.


A falsa equivalência moral de que sionismo é racismo foi uma tática criada pela União Soviética para justificar sua recusa em condenar o anti-semitismo.


Cinco estudos cobrindo nove países europeus demonstram que cerca de 40% dos europeus pensam que Israel é um Estado “nazista”.

A retórica desempenha um importante papel na demonização de Israel. Além do uso de mentiras, a disseminação de argumentos falsos está entre as principais técnicas da demonização. Portanto, é importante que aqueles que defendem publicamente Israel sejam treinados a perceber o que há por trás de tais táticas.

Entrar no debate aceitando a expressão “homofobia” como válida é permitir que uma mentira seja a norteadora das discussões.


Quer entrar em um embate de ideias já praticamente derrotado? Simples! Basta aceitar os termos e pressupostos apresentados pelo adversário. Assim, não importa o que você disser, nem que a construção de seu pensamento possua uma lógica arrebatadora, no fim das contas, o malogro é inescapável e o insucesso evidente.

Na disputa entre os promotores da agenda homossexualista e os cristãos está ocorrendo exatamente isso. Estes, de boa-fé, com má estratégia e muita voluntariedade, acabam, invariavelmente, saindo derrotados das discussões ou, pelo menos, tendo a necessidade de ceder em alguns pontos, simplesmente, porque iniciam seus argumentos conforme a linguagem e pressupostos apresentados segundo a concepção do movimento LGBT.

“O controle de armas dá as costas a este simples fato: pessoas que usam armas para infringir a lei, infringirão a lei para obter armas”.

Isto pode surpreender, por não ter nenhuma publicidade, mas pessoas usam armas defensivamente (quase sempre sem dispará-las) dois milhões e meio de vezes a cada ano.



O número abominável de assassinatos por todo o país tem, previsivelmente, renovado o apelo pelo maior controle de armas. Defensores do banimento de armas caem na falácia clássica que é usualmente associada às políticas econômicas. Mas isto se aplica completamente a todas as políticas governamentais, incluindo controle de armas.


Se tudo der certo, o tipo se completa com um boné virado para trás, um baseado na mochila e uma camiseta do Che. A pergunta é: quem quer alguém assim na sua empresa ou local de trabalho?


Todo dia, leitores me enviam relatos sobre a hegemonia marxista nos ambientes acadêmicos. Há exceções, claro, mas são isso mesmo. A coisa funciona mais ou menos assim:

1) cursos voltados para educação intoxicam universitários com conteúdo marxista e explicações simplistas da realidade;
2) professores licenciados, elevados à condição de intelectuais orgânicos, vão para as salas de aula do ensino fundamental e médio ensinar o que aprenderam.


A comunicação para eles, como foi também para os hitleristas, é uma técnica, uma arma ideológica para legitimar sua guerra contra a democracia liberal. O comunista, educado em um verdadeiro culto à mentira, é um verdugo que se apresenta como vítima.


As elites governamentais colombianas, tão conformistas sempre ante o fenômeno criminal comunista - pois foram descerebradas a respeito nos anos 1930 e 1940 por vários líderes exaltados do Partido Liberal -, nunca entenderam qual idioma falava essa gente, nem quais barbaridades podiam lançar empregando frases de alto valor positivo, emocional e consensual.

Não é senão ler o que disse há três dias Pastor Alape e ver como esse discurso arrepiante suscitou um certo entusiasmo e até o otimismo na jornalista que falou com ele “em um aprazível local de Havana”. Se tivesse entendido o sentido real do que o chefe terrorista dizia, ela teria saído consternada, e não teria intitulado “As FARC não descartam reclusão especial”. Alape disse, na realidade, o contrário.