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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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asO diretor do Instituto de História Social, Pierre Rigoulot acaba de publicar em “Le Figaro”, em 14 de janeiro de 2016, um artigo no qual afirma que Karl Marx faz parte da gênesis dos crimes conhecidos sob o qualificativo, sobretudo desde o informe secreto de Khrushchev de 1956, como essencialmente, se não exclusivamente, “stalinistas”. Rigoulot vê no rigoroso trabalho de André Senik sobre o “Manifesto do Partido Comunista” a refutação do clichê de que “não se pode condenar Marx pelos crimes cometidos em seu nome”. Eu aqui a coluna de Pierre Rigoulot:

 


Há livros que são um acontecimento. O de André Senik, intitulado “O Manifesto do Partido Comunista ante os olhos da história”, que ele acaba de publicar, é isso. É um acontecimento intelectual e político. Com ele, fecha-se um círculo.


Responsável por milhões de mortes, Stalin, Mao e Lenin foram finalmente desacreditados. Entretanto, faltava responder a uma pergunta: Stalin, Mao e Lenin traíram o pensamento de Karl Marx ou os desastres que todos os regimes comunistas causaram estavam em germe na famosa obra de Marx, “O Manifesto do Partido Comunista”? Este tema não é secundário. Se todos há tempoadmitem que Marx havia enterrado um pouco precipitadamente o capitalismo, eles continuaram lendo-o com respeito e o deram para seus filhos e alunos ler O Manifesto Comunista, um texto que qualificavam com freqüência de “visionário”, de “chamado à justiça social”, de “hino à humanidade” e muitas outras coisas.

mdaO Museu do Amanhã nada mais é do que uma fábrica de grilhões de consciência.


Desde o alardeado início das obras do Museu do Amanhã, sempre me intrigou a seguinte questão: como um museu pode ser voltado para o amanhã de vez que o que se coloca dentro de um museu são artefatos do passado? Como colocar artefatos que ainda não existem dentro de um museu voltado para o amanhã? Para o futuro? Sendo que tanto um quanto o outro são apenas imagináveis, seriam, portanto, meras abstrações desprovidas de realidade? O que, afinal, lá seria posto em exibição?

No dia 1ᵒ de janeiro de 2016, assistindo pela manhã ao noticiário da Globo News, me deparei com uma reportagem que mostrava por dentro o Museu do Amanhã, construído no Rio de Janeiro recentemente.

Homem armado se aproxima de carro da polícia de Filadélfia e atira no policial Jesse Hartnett, em 8 de janeiro.
O criminoso afirma que agiu em favor do ISIS.

Indonésia
Em 14 de janeiro, os terroristas do ISIS atacaram um centro comercial lotado em Jacarta, incluindo um café Starbucks, matando, pelo menos, dois e ferindo 24. "Foi o primeiro grande ataque em Jacarta desde os ataques simultâneos de 2009 nos hotéis JW Marriott e Ritz-Carlton, que deixaram sete mortos. Desde então, o governo secular tem feito grandes incursões em resposta aos grupos terroristas em um país asiático, onde cerca de 87% dos seus 255 milhões de habitantes são muçulmanos."

Lembram da ideologia de gênero, barrada no Congresso Nacional? E da posterior pressão do MEC, tentando obrigar estados e municípios a adotá-la? Pois retorna, agora, pela BNC.


A burocracia do MEC está com pé no estribo para cavalgar de vez a educação brasileira. Refiro-me ao uso extensivo e abusivo daquilo que a Constituição determina: fixação de "conteúdos mínimos" para o ensino fundamental. No recentemente aprovado Plano Nacional de Educação (2014-2024) foi inserido um negócio chamado Base Nacional Comum Curricular (BNC) e, obviamente, coube ao MEC, povoado de companheiros, realizar a frutuosa tarefa. O ministério reuniu 116 especialistas de 35 universidades e produziu um calhamaço que, neste momento, está "aberto" a sugestões da sociedade. Ora, a sociedade nem sabe o que está acontecendo. E o que está acontecendo é gravíssimo! Aquilo que, na perspectiva do constituinte de 1988, deveria ser um conjunto de conteúdos, se converteu num manual para homogeneizar cabeças e tornar hegemônica, no ambiente escolar, a ideologia que, há tempos, grassa e desgraça a educação brasileira.

 



O governo do PT alinha-se ao pensamento fundante da ideologia de gênero: a família não está devidamente preparada para a orientação sexual e familiar dos filhos.

A e
ducação das crianças na escola, não somente pública mas também privada e confessional, era a última barreira a ser vencida pela revolução sexual e de costumes que o governo do PT dissemina.

 

 

Crianças de escolas públicas e privadas que estudarem com os livros didáticos de 2016 do MEC para a primeira fase do Ensino Fundamental serão informadas sobre arranjos familiares de gays e lésbicas, com adoção de filhos. Elas tomarão conhecimento também de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar melhor os próprios corpos e os corpos dos outros através de exercícios em sala de aula, orientadas pelo livro didático. Os livros também lhes dirão das doenças sexualmente transmissíveis e dos mais diferentes métodos anticonceptivos. A ministração desses conteúdos se inicia já no 1º ano, com alunos de 6 anos de idade e, numa gradação de complexidade, estende-se ao 5º ano, quando os alunos têm 10 anos. 

Uma turba de árabes em Malmö arremessa garrafas, ovos e bombas de fumaça contra uma manifestação pacífica de judeus, em janeiro de 2009. A polícia ordenou aos judeus, que tinham permissão para a realização do comício, que se dirigissem para uma viela.


Uma manifestação contra o racismo estava marcada para o dia 9 de novembro na cidade de Umeå, Suécia, para lembrar a Noite dos Cristais (a noite de 1938 em que 400 judeus foram assassinados na Alemanha e 30.000 judeus do sexo masculino foram enviados a campos de concentração). Só que havia um pequeno detalhe: os judeus da Umeå não foram convidados para a manifestação. A razão disto, de acordo com Jan Hägglund, um dos organizadores do evento, é que a manifestação poderia causar "mal estar ou provocar uma situação de insegurança para eles".

Há vários esforços separados em curso para fazer alterações na Constituição dos Estados Unidos. Dois em particular constituem uma preocupação imediata: (1) o silêncio estrondoso dos meios de comunicação sobre o esforço esquerdista bem financiado para chamar por uma convenção constitucional "em 2020," é, em si, bastante assustador. O seu potencial para respeitar liberdades americanas básicas não é bom. Isso seria pelo design da liderança desta organização avessa à liberdade, controlada por uma elite de esquerda, e financiada pelo bilionário George Soros. Se os EUA cairem nas mãos desta turba não seria por acaso.

O "caldo" engrossa
2 - No entanto, ao mesmo tempo, também há um projeto da direita que – embora bem intencionado – pode  conduzir a resultados indesejáveis semelhantes. Isso seria provavelmente acidental e apesar da liderança desta operação seja mais orientada para a liberdade.O problema: Do que podemos discernir é que os “bandidos” (o primeiro grupo) aqui são mais bem financiados e mais bem organizados e coesos do que os "mocinhos" (o segundo grupo).

Infelizmente, eu testemunhei o nascimento do terrorismo anti-americano. Anos atrás ouvia o general Aleksandr Sakharovsky, chefe da espionagem estrangeira da União Soviética, pontificar que a nossa maior arma contra o nosso ‘principal inimigo’ (os EUA) deveria ser, a partir de então, o terrorismo, pois as armas nucleares haviam tornado obsoleta a força militar convencional.

Conheci bem Sakharovsky – ele foi conselheiro chefe da inteligência soviética para a Romênia durante cinco anos. A sua aparência não era a de uma pessoa cruel, mas o terrorismo era a sua solução favorita para problemas políticos; durante os seus anos de atuação na Romênia, instigou a matança de cerca de 50 mil anti-comunistas. Depois, Sakharovsky serviu 16 anos – período sem precedentes – como chefe do serviço de inteligência estrangeiro da União Soviética (1956-1972), tempo durante o qual espalhou o terrorismo anti-americano pelo mundo.

Em 1969, Sakharovsky tranformou o sequestro de aviões – a arma escolhida para o 11 de setembro – em terrorismo internacional. Em 1971, lançou a Operação Tayfun (palavra russa para “tufão”), destinada a transformar o antigo ódio mundial contra os nazistas em um ódio contra os EUA, o novo ‘poder de ocupação’."

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A dependência crescente da Rússia está relacionada com a decisão de Merkel, após o acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, de suprimir progressivamente o programa de energia nuclear da Alemanha.


Tendo aparentemente sido assegurado por Eric Holder, do Departamento de Justiça, que ele não irá enfrentar acusações de espionagem, ao contrário de sua fonte, Edward Snowden, Glenn Greenwald voltou para os EUA e está lucrando com sua notoriedade. Seu livro, 'No Place to Hide: Edward Snowden, the NSA, and the U.S. Surveillance State' (Sem Lugar para se Esconder: Edward Snowden, a NSA, e o Estado de Vigilância dos EUA, em tradução livre), será lançado em breve, e ele estará aparecendo em 15 de maio com um de seus heróis, Noam Chomsky, um membro líder dos subprodutos do Partido Comunista, os Comitês de Correspondência para a Democracia e o Socialismo.

No entanto, existe um estatuto de limitações de 10 anos, o que significa que a administração que suceder a Obama poderia acusar os cúmplices de mídia de Snowden de violar a Lei de Espionagem (Seção 798).

O Brasil precisa de um novo IPES, congregando amplos setores da vida nacional em volta de um objetivo comum: a recuperação da sociedade brasileira, em todos seus aspectos, não só econômicos.


O Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES) foi fundado em 1961 no Rio de Janeiro pelo coronel Golbery do Couto e Silva e um grupo de empresários anticomunistas, dispostos a readequar e a reformular o Estado brasileiro. Tinha por objetivo criar barreiras intelectuais contra a propagação das ideias marxistas durante o governo João Goulart. Promovia Estudos de Problemas Brasileiros para os governos militares pós-1964.

“No setor privado, destaca-se o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes), fundado em 1961. O Ipes é geralmente associado à conspiração para depor o presidente João Goulart, mas a sua contribuição foi relevante para as reformas. Na verdade, o Ipes apoiou uma série de estudos sobre problemas estruturais da economia de que participaram muitos especialistas, entre os quais Roberto Campos, Mário Henrique Simonsen e Delfim Netto” (Maílson da Nóbrega, in “Há esperança”, Veja no. 2459, 6/1/2016).


Sempre que o sujeito aparece como premido por alguma investigação ou, mas grave ainda, como "premiado" na delação de alguém, a saída é quase sempre a mesma: trata-se de regular contribuição para despesas de campanha. Tudo de acordo com a regra e aprovado, direitinho, pela Justiça Eleitoral.

 Estamos tão habituados a isso quanto com a conversa daqueles que jamais estão a par de qualquer irregularidade, ainda que tenham a seu dispor multidão de servidores e instituições regiamente pagos para tarefas de fiscalização e controle. Tais autoridades nunca se surpreendem porque, mesmo depois de informadas, continuam sabendo coisa alguma. Afinal, mais de duas dezenas de ministros e ex-ministros da presidente estão sob investigação.

12528313_745507645550007_432657037_oManter a alta cultura viva é crucial para a preservação da paz e da democracia”.
Roger Scruton


A notícia de que a Inglaterra está prestes a ter sua nova “grammar school” em 50 anos despertou uma reação hostil de quase toda a esquerda. Isso era previsível porque existe uma tensão entre nossa cultura democrática e o tipo de educação tradicional que se espera encontrar em uma boa “grammar school”. Frequentemente ouvimos que um sistema que ‘segrega’ aqueles que são capazes de receber um educação acadêmica rigorosa dos que não são é ‘elitista’ e que, portanto, é contrário aos princípios igualitários de uma verdadeira democracia. Isso é verdade, especialmente no mundo da alta cultura. Se uma determinada cultura não está disponível para todos – segundo os igualitários – então ela deve ser deixada de lado como uma questão privada, que não tem espaço na educação pública.

Por elas, nem uma palavra. Não mais do que se elas jamais tivessem existido, essas centenas de mulheres alemãs, violentadas, agredidas sexualmente por uma turba formada por cerca de mil homens de origem magrebina, em sua maioria “refugiados”. Os votos do Papa ao corpo diplomático (votos quase que inteiramente consagrados aos imigrantes!) não trazem qualquer alusão ao fato. Por outro lado, o soberano pontífice continuou a exortar a Europa a permanecer acolhedora e a perpetuar-se como o “farol da humanidade”.

O Papa Francisco exortou os europeus a “vencer seu medo” aos imigrantes, “apesar das inevitáveis dificuldades”. Será isso uma alusão? As agressões sexuais em massa, utilizadas como arma de guerra para aterrorizar as populações invadidas, serão uma das “inevitáveis dificuldades” da acolhida de imigrantes às quais devemos nos acostumar?

01Reinaldo Azevedo mostrou-se INCAPAZ de refutar qualquer dos meus argumentos. Só usou de deboches e rotulações e no fim preferiu refugiar-se por trás de uma bela desconversa.

DESAFIO publicamente o Reinaldo Azevedo a me mostrar uma única frase na qual o deputado Jair Bolsonaro tenha pregado a implantação de uma ditadura militar no Brasil de hoje.
Repito: UMA ÚNICA.


Primeira postagem de Reinaldo Azevedo, publicada nesta segunda, 11 de janeiro:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mbl-o-vem-pra-rua-este-blogueiro-e-a-bocalidade-da-extrema-burrice-disfarcada-de-extrema-direita/

Olavo:

Como a minha mensagem à coluna do Reinaldo Azevedo não foi publicada até agora, repito:

Dividir a direita em “democratas” e “golpistas” é um simplismo indigno da sua inteligência, caro Reinaldo. Ademais, é um princípio elementar de ciência política não julgar movimentos políticos somente pelos “valores” que eles dizem representar, – isto é, pela imagem que buscam ostentar –, mas pela substância das suas ações e pela qualidade da sua estratégia. Escreverei algo mais detalhado sobre isso, e espero que possamos trocar umas idéias a respeito.

A coluna de Reinaldo Azevedo não só representa uma inversão total da realidade, mas joga lama na água dos acontecimentos, criando rótulos e misturando conceitos.


Esta postagem é um desabafo, mas também uma análise sobre o estado de coisas a que chegamos no Brasil. Como a maioria deve saber, em sua coluna de ontem (11), o jornalista Reinaldo Azevedo fez um duro ataque aos que criticam os movimentos pró-impeachment, colocando-os todos no mesmo saco de gatos, a que ele chama de ‘golpistas’ e ‘bolsonarianos’ [http://tinyurl.com/hscakrj].

A análise feita pelo jornalista, além de maliciosa, é completamente estapafúrdia. Julgamos que só pode ser fruto de uma profunda confusão mental, talvez um efeito colateral do seu trotskismo de juventude, o qual, segundo o próprio Reinaldo Azevedo, ainda lhe deixa marcas.