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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Algumas argumentações esquerdistas são tão vergonhosas que parecem fruto de neurose ou algum outro desvio mental, pois não podem ter sido de forma alguma elaboradas por pessoas em sã consciência.

É o caso desta rotina, onde eles como de costume fingem defender os pobres (embora nós já saibamos que é só encenação). Em seguida, eles dizem que nós, da direita, odiamos qualquer forma de melhoria dos pobres (como aquelas que vieram após o Plano Real). Daí eles concluem dizendo que nós estamos com raiva da esquerda por que “os pobres agora podem viajar de avião”.

Repare este comentário de um petralha, que, obviamente, foi bloqueado:

No meio científico americano, e excluídas as opiniões dos apologistas professos desta ou daquela religião, o debate sobre a questão religiosa  divide-se, grosso modo, entre os que juram, como Daniel Dennet e Sam Harris, ser a religião uma etapa superada na evolução biológica da espécie humana e os que afirmam que a crença religiosa, ou ao menos uma vaga aspiração metafísica, é uma necessidade permanente, imutável e indestrutível dos seres humanos. Estes últimos chegam a acreditar que não existem ateus de verdade, que o ateísmo é só da boca para fora (http://www.science20.com/writer_on_the_edge/blog/scientists_discover_that_atheists_might_not_exist_and_thats_not_a_joke-139982).

Os argumentos a favor de cada uma dessas correntes são eruditíssimos e ambas fazem questão de apoiar-se nas mais atualizadas pesquisas científicas. É uma pena que tanto esforço intelectual se desperdice numa discussão que parece ser calculada para não levar a parte alguma.

Na última sexta-feira aconteceu um grande tiroteio a poucos metros da minha casa. Preocupou-me a possibilidade de ser atingido por uma bala perdida. Minha viúva ficaria absolutamente desamparada, porque não conto com representação alguma na sociedade civil. Não gozo de privilégios, pois minha minoria, a dos homens-brancos-católicos-heterossexuais-estudiosos-trabalhadores é a mais desorganizada e desmobilizada de que se tem notícia; por conseguinte, é a mais menosprezada e avacalhada. Mas eu bem mereço (ao menos é o que depreendo das manifestações das organizações representantes das supostas minorias e que se pretendem opostas à minha minoria). Vejamos.

1 - Trato minha noiva como uma princesa, minha mãe como uma rainha e as demais mulheres como os seres especiais que são. Contudo, nasci homem e, portanto, sou naturalmente um opressor, digno de pouco mais do que a morte.

2 - Sou totalmente contra o conceito de divisão de raças. Entendo que há apenas uma raça, a humana. Todavia, com minha branquidão medonha, já saí do ventre materno oprimindo, escravizando à distância (no tempo e no espaço) e com uma enorme dívida histórica.

Não importa O QUÊ ou COMO é dito! Se o que for dito contradizer - por mínimo que seja - aquilo que militância gayzista impõe às pessoas normais (i.e. pessoas não alinhadas ao gayzismo, sejam elas heterosexuais ou homossexuais), você será chamado de "homofóbico (sic)" e será acossado e assediado de todas as formas possíveis e imagináveis por um grupo da extrema-esquerda mais fascista. A verdade é essa. (O Clodovil Hernandes experimentou isso: http://youtu.be/U2SvVzsu-zI)

Repito. Na minha opinião, o Levy Fidelix desperdiçou uma oportunidade interessante de destruir a apologista do genocídio e gayzista Luciana Genro e - de certa forma - prejudicou o grupo que ele representa. Prejudicou de que forma? Reforçando NOS gayzistas os preconceitos dos quais eles JÁ SÃO eivados. Ou seja, o Levy reforçou algo que JÁ É muito agudo. Isto com certeza não é um prejuízo grave. O movimento gayzista é minúsculo e não conta com o apoio nem mesmo da maioria dos homossexuais. É possível especular que no mínimo 60% dos homossexuais não participam ou não concordam com o movimento gayzista (e é exatamente por isso que foi cunhado e é utilizado o termo "gayzista", para diferenciar o militante da causa gay do homossexual não militante). Ou seja, o grupo "ofendido" pelo Levy é muito pequeno, minúsculo. Aliás, é necessário dizer que o grosso desse movimento nem mesmo é composto por homossexuais DE FATO, mas por uma caterva de simpatizantes ou jovens universitários que são sustentados por um governo pró-gayzista e que fazem militância enquanto deveriam estar ESTUDANDO. Falando o português claro: uma militância engrossada por JOVENS CORRUPTOS que desviam a verba destinada para a sua educação para fins de proselitismo ideológico e militância partidária. Em resumo: é este grupelho insignificante, mas muito ruidoso, que histericamente se sentiu "ofendido" pela fala do Levy Fidelix.

O vício do raciocínio metonímico consiste em tomar a parte pelo todo, ou o instrumento pela ação, mas enxergando aí uma identidade real em vez de uma  mera figura de linguagem.


O traço estilístico mais constante e saliente nos escritos dos imbecis é a indistinção entre coisas objetivamente diferentes que têm o mesmo nome. Levado pelo potente automatismo da construção verbal separado da percepção, da memória e da imaginação, o sujeito extrai, de premissas referentes a um objeto, conclusões sobre outro objeto completamente diverso designado pela mesma palavra. Isso é o que propriamente se chama “equívoco”: tomar a identidade nominal como identidade real. O estilo característico dos imbecis é um arquitetura de equívocos.


Desfazer um equívoco não é difícil. O problema com o imbecil é que ele não sabe que o é, nem imagina, portanto, que deveria deixar de sê-lo; e os equívocos que comete são tantos e tão grosseiros que não é possível desfazê-los sem tornar evidente que o desempenho da sua inteligência está abaixo do normal – um dano à sua querida auto-imagem contra o qual ele se defenderá com todas as suas forças. A imbecilidade, como o segredo esotérico, protege-se a si mesma.

Um leitor recomendou-me comentar o artigo de Leonardo Boff publicado no JB de 25 de agosto com o título de "O socialismo não foi ao limbo". É o que faço aqui.

O artigo de Boff, resenhado, fica assim:

1) caiu o Muro de Berlim, muro do socialismo existente, que se reconhece violador de direitos humanos, autoritário, etc; 2) caiu, também, o muro de Wall Street e se deslegitimaram o neoliberalismo e o capitalismo; 3) o capitalismo centralizaria uma riqueza imensa em 737 grupos econômico-financeiros enquanto 85 pessoas acumulariam recursos equivalentes aos ganhos de 3,5 bilhões de pobres; 4) é necessário recuperar a experiência das reduções jesuítas e o comunismo da república comunista cristã dos guaranis; 5) o socialismo é tudo de bom; 6) o capitalismo é tudo de ruim e seus efeitos na sociedade são terríveis; 7) a única saída é acabar com a propriedade privada e instituir a propriedade social dos meios de produção, acautelando-se para que os indivíduos adiram a esse projeto de modo consciente e queiram viver as novas relações.

***

O Dr. Milton Simon Pires, médico cardiologista e intensivista (UTI), concursado e funcionário do Hospital Nossa Senhora da Conceição (conhecido apenas como Hospital Conceição) em Porto Alegre desde junho de 2010, ao chegar para trabalhar na manhã do dia 22 de setembro constatou que seu ponto eletrônico estava bloqueado, então foi perguntar o que havia ocorrido. Encaminharam-no ao setor de Relações Humanas quando uma funcionária entregou-lhe um documento no qual dizia que ele estava afastado do trabalho por 60 dias. Perguntada, a jovem não soube responder, pois era encarregada apenas de fazer a entrega.

O documento recebido foi a Portaria nº 443/14, que resolve “afastar por 60 dias ‘a contar do recebimento desta’ o Dr. Milton Pires (...), conforme o disposto do Art. 9º do Regulamento de Procedimentos e Sanções Disciplinares do Grupo Hospitalar Conceição (GHC)”. Constam os nomes e assinaturas dos doutores Carlos Eduardo Nery Paes, Diretor Superintendente do GHC, Dr. Gilberto Barichello, Diretor Administrativo e Financeiro, e apenas o nome, sem assinatura, do Dr. Paulo Ricardo Bobek, Diretor Técnico e chefe do Dr. Milton.

Um dos membros do painel os convidou para “encontrar a próxima geração de pessoas que estendam os limites.”
Katherine Marshall, da Universidade Georgetown, disse aos que estavam presentes que “fossem além das estruturas formais” das religiões e se envolvessem em debate “intra-religioso” em oposição a “inter-religioso.”


O Fundo de População da ONU (UNFPA) está mergulhando de cabeça na teologia, exegese e práticas espirituais num novo manual sobre religiões, sexualidade e questões reprodutivas para diplomatas e funcionários da ONU.

Quem antes dizia que a agenda cultural da esquerda leva, inevitavelmente, à defesa de abominações como a zoofilia, necrofilia e a pedofilia, era considerado louco.

Isso só poderia ser paranóia de gente muito careta, certo? Errado!

Infelizmente, os piores temores são sempre passíveis de encontrar a realidade quando se trata de lobbys organizados da esquerda e sua fúria contra a família tradicional…

Em artigo intitulado “Pedofilofobia”, publicado na Folha de S. Paulo, no último dia 21, o filósofo Hélio Schwartsman questionou a decisão da Justiça que mandou recolher todos os exemplares da revista Vogue Kids.

Há poucos dias, no estado de Córdoba, ao norte da Colômbia, narco-guerrilheiros das FARC riam-se às gargalhadas enquanto disparavam contra um grupo de policiais que foram emboscados. Sete policiais morreram, e os detalhes das sinistras gargalhadas foram narrados por sobreviventes (El Heraldo, Colômbia, 19.09.14).

Essa zombaria sangrenta, que choca profundamente às pessoas de bem, talvez seja um símbolo do sentimento que anima as FARC, no momento em que realizam conversações de “paz” com o governo colombiano em Havana, na própria cova do lobo, desde há dois anos.

Porta-vozes das FARC acabam de declarar que “nunca estivemos tão longe de uma entrega ou rendição como agora”, e que dialogam com o presidente Santos porque ele não nos considera como “terroristas” (El Espectador, 22.09.14). Como se ficasse alguma dúvida sobre suas reais intenções, acrescentaram: “Ninguém nas FARC estabeleceu nem dissemos ao Governo, em nenhum momento, que vai haver um só momento de entrega das armas. Repetimos, ninguém vai ter a foto da entrega de armas das FARC”. E concluíram: “A entrega das armas não existe como figura nem está na linguagem nem em nosso dicionário” (TeleSul, de 28.08.2014).

 O objetivo de Putin é tomar para si a indústria de defesa presente no leste ucraniano. Ele precisa de fábricas que construirão turbinas para seus submarinos e fábricas de mísseis balísticos em Dnepropetrovsk.
 

O Memorando de Minsk, que em teoria trouxe paz à Ucrânia, dá à Rússia um tempo de folga para que ela reagrupe, para futuras ações ofensivas, suas forças convencionais e clandestinas. Escrevendo direto da Criméia, um observador acredita que as forças russas movimentarão suas tropas em direção à Ucrânia quando o clima esfriar. Pelo menos um jornalista polonês acredita que os russos na verdade farão isso em questão de semanas. Previsivelmente nomeadas de República Popular de Lugansk e República Popular de Donetsk, esses dois territórios passaram a ser, de acordo com o memorando, enclaves russos permanentes instalados em território ucraniano. Será que a Rússia se satisfará com isso?

Meus caros amigos,

Trabalhando desde junho de 2010 na UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre, minha contínua luta contra as barbaridades feitas contra a saúde pública no Brasil são do seu conhecimento. Foi através do blog de Ricardo Setti na Revista VEJA que, no início de 2013, “Santa Maria e a Guerra do Vietnam” (artigo de minha autoria) chegou ao conhecimento público trazendo um sério aviso sobre a vinda dos médicos cubanos. Depois de “Carta à Presidente Dilma” e de uma série de outros textos publicados tanto no meu blog “Ataque Aberto” quanto no grupo de Facebook, “Inglourious Doctors”, comecei a pagar, pessoalmente, dentro do meu emprego, o preço das minhas opiniões políticas.

Assassinar reputações de inimigos não é tática nova da esquerda brasileira. O doutor Romeu Tuma Júnior provou isso ao país. Trabalhando num grupo hospitalar que atende 100% dos pacientes pelo SUS, no qual entrei por concurso público e que é controlado por gente do PC do B, acredito que não seja necessário ser teórico da conspiração para compreender e aceitar o que acontece com aqueles que se opõem ao modelo de gestão de saúde no Brasil. Antiga, mas eficiente, a tática é sempre a mesma: atribuir desempenho ruim nas avaliações funcionais e relatos de conflitos e dificuldade de relacionamento no local de trabalho funcionam como estopim dos processos administrativos, como os quais se pretende “limpar” o serviço público dos opositores.

“Não há felicidade sem liberdade, nem liberdade sem bravura.”
Tucídides


Timothy Garton Ash, catedrático de Estudos Europeus na Universidade de Oxford, Inglaterra, escreveu (no dia 17 de Setembro) um artigo estimulante no El País, enfrentando, sem temor, os novos problemas da ordem internacional: das ameaças bélicas dissimuladas do sr. Putin ao terror sórdido do autoproclamado “Estado Islâmico do Iraque e do Levante”, que faz tremer, pela crueldade, a própria Al-Qaeda.   

É sempre um prazer ler Garton Ash e os seus comentários bem informados; deliciosos até.

Ademais, as democracias, regimes frágeis pela sua própria vocação e forma específica de legitimação, não suportam a falta de clareza estratégica, num mundo marcado, refira-se ainda, por guerras assimétricas, turbulências e poderes subversivos.

A política moderna está saturada de mitos. E de idiotas que acreditam neles.

Idiota, aqui, no sentido (grego) clássico do termo.

Na sua face mais medíocre, a política moderna virou enredo de filme da Walt Disney. Existem heróis e vilões, o bem e o mal, e milhões de soluções mágicas para tudo.

Hoje o debate político é definido nos seguintes termos: “caras bonzinhos” tentando salvar o mundo contra “caras maus” que visam apenas o lucro.

Ainda hoje tem gente que acha que só “caras maus” se opõem ao Estado de Bem-Estar Social, um modelo econômico paternalista no qual, basicamente, alguns cidadãos vivem sustentados por outros, que trabalham e pagam impostos.

Após o PT ter chegado ao poder, os mesmos veículos que antes eram fidedignos e parceiros passaram a ser vistos como manipuladores e inimigos. Acumulam-se, desde então, as tentativas de lançar controle sobre os meios de comunicação.


Entre 1980 e 2002, o Partido dos Trabalhadores foi uma ininterrupta saraivada de pedras contra as vidraças do poder. Pedra dura sem ternura, nem meias palavras. O partido adotou a denúncia como elemento central de suas estratégias, dividindo-se entre as tribunas dos parlamentos e os balcões do Ministério Público e do Poder Judiciário. Era carga cerrada, que ganhava eficiência e eficácia com produção de cartilhas e com a rápida propagação das mensagens e orientações até o mais solitário vereador ou militante, no mais remoto dos municípios. Onde houvesse um meio de comunicação e alguém para ser municiado, ali chegava a informação ou a versão mais conveniente para o ataque, em dimensões nacionais, aos adversários da hora. Foram mais de duas décadas disso.