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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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isO presidente eleito Hassan Rouhani em uma conferência de imprensa anunciou recursivamente a inclinação do Irã para melhorar os laços com a vizinhança árabe na região do Golfo Pérsico. (1) A sinalização dada pelo Irã foi recebida positivamente por toda a vizinhança, incluindo a Arábia Saudita. A principal questão é, por qual motivo, apesar da abordagem moderada na arena da política externa e apesar das melhorias nas relações com a maior parte dos estados do Golfo Pérsico, as relações entre Teerã e Riad ainda não alcançaram um câmbio qualitativo após mais de um ano? Considerar os fatores a seguir ajudará a compreender a frigidez dominante na relação entre os dois estados.

A percepção de ameaça mútua: o Irã e a Arábia Saudita são rivais naturais na região, principalmente devido aos seus posicionamentos geopolíticos e às suas ideologias contraditórias. Assim, qualquer desdobramento regional é capaz de contribuir para transformar esta rivalidade em hostilidade. A Primavera Árabe é um [desses desdobramentos] que recentemente afetou suas interações mútuas.

O Irã, sob a presidência de Mahmoud Ahmadinejad, bendisse a deposição dos déspotas árabes e também apoiou fortemente a população Xiita na região de modo que eles pudessem concretizar suas demandas. Estes tópicos, junto com a ênfase ideológica do Irã na arena da política externa, fizeram com que os líderes sauditas visualizassem Teerã novamente como uma séria ameaça; isso ocorreu pois eles possuem algumas similaridades com os regimes depostos, em termos de estrutura política, e também pelo fato de que eles possuem uma minoria Xiita desemparelhada com o governo no poder. (2)

Uma mídia que não se envergonha de usar recursos como os de Adghirni já nos ajuda a demonstrar o que é morar em um país vivenciando fases intermediárias do bolivarianismo.


Se olharmos a estratégia de guerra dizendo para “bater onde dói”, há um ponto que incomoda muito os bolivarianos: chamá-los pelo nome e explicar ao povo o que isso significa.

Observem as reações deles: sempre começam a se explicar, ficando na defensiva. Eles não fazem o mesmo se os chamamos de comunistas, pois o senso comum percebe isso como muito fora da realidade.

O jornal oficial da ditadura cubana, o Granma, publicava no dia seguinte que a “Reeleição de Rousseff avaliza a sucessão de mudanças no Brasil”, para a qual os Castros contribuíram enormemente com seus mais de 13 mil espiões disfarçados de médicos.


Quando o então candidato Aécio Neves conseguiu votos para chegar ao segundo turno, comentei no meu programa
 Observatório Latino na Rádio Vox, que essa havia sido a praxis do Foro de São Paulo em toda a América Latina para enganar os eleitores, fazendo-os crer com isso que respeitavam o “jogo democrático”. “Permitindo” que um candidato opositor fosse disputar o cargo à Presidência, o processo seguiria mostrando o opositor à frente nas pesquisas eleitorais para em seguida dar empate técnico e, finalmente, mostrar seu candidato superando o opositor com alguns pontos de vantagem. Dessa forma, dava-se passagem para a fraude que seria cometida no dia do pleito. E assim foi. Rigorosamente igual.

Para bem da democracia, da respeitabilidade das instituições e da legitimidade dos mandatos, que tudo seja auditado e investigado.


Escreverei sobre fato novo, valendo-me de notícias velhas. Não faz um ano, nem dois, nem três, que os meios de comunicação e as redes sociais vêm divulgando análises técnicas independentes, estudos elaborados em universidades, opiniões de juristas, alarmantes experiências feitas por hackers e insistentes alertas de que o sistema de votação utilizado no Brasil é vulnerável e de que a transmissão de dados via internet também não proporciona segurança. É insistentemente dito que essas deficiências fazem com que o sistema usado em nosso país seja refugado por muitos outros. Salta aos olhos mais desatentos que um sistema de votação que não permite recontagem tem um gravíssimo e imperdoável pecado original.

Os milhões de brasileiros que estão inconformados com o governo esquerdista têm uma oportunidade histórica de levar adiante uma oposição racional e inteligente.


1. A re-eleita presidente do Brasil, Srª Dilma Rousseff, do esquerdista Partido dos Trabalhadores (PT), em suas primeiras palavras de festejo e de alívio ante a apertada vitória eleitoral, prometeu:
 “Meu primeiro compromisso deste segundo mandato é o diálogo”.

2. Essa primeira promessa presidencial de “diálogo”, reiterada em várias partes de seu discurso, é exatamente o contrário do que ela disse e fez ao longo de seu primeiro mandato, marcado pela intolerância política, pela asfixia da propriedade privada e da livre iniciativa, pela corrupção governamental e por uma política externa pró-chavista. Tudo isso contribuiu para dividir politicamente o país pela metade, e conseguiu levar os opositores da Srª Rousseff a uma situação de indigestão inédita na história desse país, conhecido por sua cordialidade.

(Apontamentos inspirados pelo livro Russia’s kleptocracy de Karen Dawisha e à luz da metodologia de Golitsyn)

“Por podermos constatar que há um sistema astuto e complexo na Rússia — que por sinal é opaco e cheio de detalhes interessantes e regras internas — deveríamos concluir que o sistema só veio a se concretizar por causa de um projeto consciente. Mas como? Evidências mostram que indubitavelmente ele não se concretizou por acaso. Este livro rejeita com veemência a ideia frequentemente disseminada pelos meios acadêmicos ocidentais de que Putin é um ‘autocrata acidental’ ou um ‘bom czar rodeado por maus boiardos’.”
Karen DawishaPutin’s Kleptocracy: Who Owns Russia?

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Uma das coisas mais importantes para um fraudador é fazer com que seus alvos não percebam que estão sendo vítimas de fraude.

Você talvez dirá: “Mas isso é óbvio, Luciano”. Mas será que essa lição que os auditores de fraudes aprendem logo nas primeiras aulas é tão intuitiva assim?

Na verdade, muitos acabam sendo enrolados exatamente nos momentos em que o fraudador usa truques para tentar convencer suas vítimas de que “tudo está indo de acordo com a normalidade”.

Uma das maiores vitórias do movimento socialista foi, como queria Antonio Gramisci, o aniquilamento da resistência católica.

De fato, nos tempos do Papa Pio XI, havia uma tão grande consciência a respeito, que o mesmo pôde escrever que "socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista" (Quadragesimo anno). Na sequência, ele inclusive previniu a Igreja contra o socialismo cultural, que ele chamava de educacional, tão perverso quanto o anterior.

Contudo, as décadas se passaram e as advertências de Pio XI, Pio XII e João XXIII foram sendo ignoradas... Os socialistas entraram dentro da Igreja e começaram a confundir a mente dos fieis, até o ponto de que não apenas os mesmos não conseguiam mais discernir os porquês da Igreja em condená-los, mas passaram até a tornar-se seus defensores contra a mesma Tradição à qual diziam pertencer.

“A democracia, o progresso e a tolerância são valores que ainda não se implantaram na Terra (…). Em suma, o mundo sempre foi perigoso. O Ocidente é que deixou de estar vigilante.”
Margaret Thatcher


Em meados do séc. XIX, era um país promissor e muito rico. Atraía emigrantes e aventureiros.

A Argentina era, nesse tempo, um pouco como o Zimbabwe da época colonial: um território próspero e bem governado.

Acarinhava a livre-iniciativa e seguia os bons conselhos de Adam Smith, o grande mestre escocês da filosofia moral. Investimento. Poupança. Trocas voluntárias. Criação de riqueza.

Tudo andava sobre rodas.

Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.

Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.

Primeira série de fraudes:

A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira.


O linguista Alain Bentolila explica por que os ministros franceses enganam a população quando constrangem a língua francesa em nome da luta contra a discriminação.


Nada nem ninguém pode dar uma explicação crível que explique por que as palavras, sejam orais ou escritas, vejam seus respectivos sentidos dados por certa combinação de sons ou por certo grupo de letras mais que por outro. Nada predispõe o grupo de sons [g a t o] a evocar o sentido da palavra “gâteau” (bolo, em francês); ao mesmo tempo que em espanhol, nada chama os mesmos sons (ou perto disso) a dar o sentido de “gato” (em francês, “chat”). É necessário, portanto, que aceitemos a arbitrariedade do signo linguístico e dar à questão “por que escrevemos isso assim?” a única resposta justa: “porque sim!” e não “porque deveria ser assim”.

Nós temos, certamente, alguns remédios, sempre provisórios, contra a vertigem da arbitrariedade do signo. Assim, se eu me pergunto “por que dizemos ‘reconstrução’?”, posso explicar “porque ‘construir’, ‘construção’, ‘reconstrução’”. Mas na verdade, ao fazer isso eu apenas postergo a resposta; porque à pergunta “por que ‘construir’?”, eu responderei certamente porque essa palavra vem do latim, con-struere (sobre o modelo “destruir”), mas provocarei rapidamente a pergunta “por que ‘struere’?”, que me enviará talvez a uma raiz indo-européia que marcará, certamente, o fim de minha busca impossível.

Olavo: "Primeiro, denunciar essa eleição e pegar o 'seu' Toffoli.
Depois, partir para ao impeachment da Dilma, que só com o escândalo do porto (em Cuba), é líquido e certo.
E terceiro: entrar com o pedido de fechamento do PT, e criminalização de todos os seus direitores, pois a Lei dos Partidos Políticos, de 1995, determina que será fechado todo partido que se comprove subordinado a entidade estrangeira". (O Foro de São Paulo).

Olavo de Carvalho: "Falta [ao PT] aparelhar duas coisas: polícia e Forças Armadas. Ele só não partiram para um ditadura comunista total e explícita por não terem os meios materias para se fazer isso. Não hora em que tiverem, acabou. Vira Cuba mesmo. Eles estão indo muito moderadamente, muito lentamente, com muita prudência, por não ter o poder armado na mão. Mas é só o que falta."

E mais denúncias contra o PT.

 

O combate ao PT prossegue e o dever de denunciá-lo se mantém:
Lixo e cocaína nas campanhas eleitorais do PT: 

Foram utilizadas 428.894 urnas eletrônicas para contabilizar os votos de 112 milhões de eleitores que compareceram. Cada urna recebeu, em média, 261 votos.

O relatório fraudulento apresentado pela autoridade máxima do processo eleitoral, Dias Toffoli (advogado do PT), diz que a Dilma recebeu 3.5 milhões de votos a mais do que o Aécio Neves. Ou seja, bastaria transferir metade dessa diferença "mais um" de um candidato apra o outro para mudar o resultado (1 milhão e 700 mil votos +1).
Isso pulverizado em 428.894 urnas significa a fraude de apenas 4 votos por urna (1.5% dos votos considerando-se a média de 261 votos por urna). Para fazer a fraude basta que 4 pessoas que não compareceram tenham seus votos computados pelo sistema (pessoas mortas, por exemplo), ou que 4 votos nulo/branco sejam computados para a Dilma. Ou uma combinação disso.

Outro ponto: 1 milhão e 700 mil votos equivale ao total de 6513 urnas, apenas 1.5% de todas as urnas em operação. Bastaria que 1.5% das urnas fossem totalmente fraudadas. 98.5% das urnas restantes ficariam absolutamente intactas.

Levaram Maquiavel às últimas consequências e fizeram da máxima de que “o feio em eleição é perder” seu norte. A imoralidade da campanha petista não teve limites.


É necessário agora menos analisar a vitória apertada de Dilma Rousseff do que a derrota de Aécio Neves. Nunca o PT esteve tão próximo da derrota eleitoral, nunca as circunstâncias estiveram tão propícias ao projeto do PSDB, nunca foi tão fácil. O que aconteceu?

Fácil? Sim. Estamos em meio a uma crise econômica, que se agrava dia a dia. Estamos em meio ao retorno da inflação, que se amplia dia a dia. Estamos em meio ao sucateamento final da indústria nacional, patrimônio dos brasileiros, que os maus governo do PT estão levando ao desaparecimento. Estamos em meio a uma crise nas relações exteriores, com o Brasil ignorado pelos grandes mercados, principalmente pelos EUA. E podemos agora deixar de receber investimentos estrangeiros por conta do continuísmo catastrófico do PT.