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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Falta quanto para sugerir que um pedófilo não deve ser contratado como funcionário de escola seja considerado preconceito e um comportamento a ser criminalizado?


Como tenho avisado insistentemente aqui, o lobby pedófilo está vindo de forma avassaladora e coordenada, usando os canais usuais que há décadas inoculam as piores idéias no Ocidente: a grande imprensa "progressista". Os veículos de esquerda mais ideológicos e influentes entre jornalistas como o The New York Times, The Washington Post e o The Guardian são os preferidos dos apologistas do sexo entre adultos e crianças para que a mensagem seja reverberada e multiplicada em outros jornais, sites e blogs, além de revistas acadêmicas, de comportamento e entre na pauta de "movimentos sociais" e "moderninhos", que entedem modernidade como retroceder ao neolítico.

Os mesmos que vêem com simpatia o sexo entre adultos e crianças são os mesmos que acham que a publicidade infantil é um absurdo a ser combatido, o que dá uma idéia perfeita do caráter disfuncional destes tempos em que Kinder Ovo e McLanche Feliz são combatidos e molestamento sexual cada vez mais incentivado.


Quanto mais profunda se mostra a corrupção material do PT, mais profunda é a necessidade que seus eleitores em boas condições de vida parecem ter de se alienar da realidade e defender o partido com mais vigor. Em outras palavras, a corrupção material, quando praticada por um grupo visivelmente psicopata, parece incitar com igual teor a corrupção espiritual e psicológica. Isso é plenamente observável a cada nova denúncia de uma nova pilhagem que o governo pratica sobre o erário público.

É consideravelmente perceptível nesse grupo de eleitores a necessidade de se defender de um crime apontando ora a rotina da prática, ora a similaridade dela nos adversários do partido (vejam como os escândalos do PSDB são evocados para justificar os do PT, como se um crime expiasse o outro). Isso muito se parece com algum tipo de mecanismo de defesa psicológica que pretende restaurar uma suposta normalidade. Porquanto, admitir que se está votando de boa vontade em um partido que tem uma nítida agenda de destruição do país implicaria ter de admitir posições que seriam extremamente desconfortáveis psicologicamente.

"É extremamente difícil para um psicólogo acreditar no valor de qualquer ideologia social baseada em premissas psicológicas simplificadas."
Andrew M. Lobaczewski, em 'Ponerologia: psicopatas no poder'.

Em 1939, os países ocidentais, ao avaliar vis-à-vis a situação da Alemanha nazista e da Rússia comunista, erraram tão horrorosamente nos seus prognósticos que, para dizer a verdade, a guerra que se seguiu foi muito pior que a política do apaziguamento, pois esta última tinha como fim ganhar o tempo necessário para se preparar para a guerra. Como acabou por acontecer, os Aliados ocidentais declararam guerra quando não deviam e quando não estavam fortes o bastante, ajudando assim a criar a aliança germano-soviética que subjugou a Polônia, a França e mais alguns outros países. O Ocidente subestimou a força militar alemã e escolheu o pior momento possível para desafiar Hitler. Se eles tivessem esperado apenas mais um ano eles estariam fortes o bastante para não sofrerem derrotas.

Louise Troh, em entrevista para Associated Press, disse que está exausta da quarentena a qual ela e sua filha estão passando. A Sra. Louise é a dona do apartamento onde Thomas Eric Duncan esteve hospedado, e onde este se tornou a primeira pessoa a ser infectada pelo para o vírus do Ebola fora do continente africano. Louise afirma estar sofrendo do stress e cansada de estar trancada, porém o fato mais importante é que os EUA deixaram entrar em seu território uma pessoa portando o vírus mortal que está amedrontando o oeste da África.

Até 28 de setembro de 2014 o número de casos no continente africano é de 7191 pessoas, com 3286 vítimas fatais, configurando uma tragédia com uma taxa de mortalidade de 45,7%. Porém esses dados não podem ser levados totalmente a sério, pois a realidade das autoridades locais e voluntários internacionais é de medicina de guerra. Dentre os casos relatados existem vários falsos positivos. E isso ocorre pois há uma necessidade urgente de isolar qualquer pessoa que manifeste sintomas que possam estar relacionados à doença. Outro problema é que dos dados oficiais relatados são relacionados a pessoas que procuram assistência em hospitais e delegacias, então qualquer óbito fora desse escopo não é contabilizado. Com isso a taxa de mortalidade pode ser considerada muito maior, já que dados técnicos apontam que a taxa de mortalidade em epidemias anteriores beiravam os 90%.

Quanto à questão das declarações da apóstola, é impossível dizer que ela não fez intensa campanha pela Marina enquanto falava, ao mesmo tempo, de revelações sobre o governo do Brasil.

As atitudes e palavras dela são apenas um elo de uma longa corrente de apoio irracional a Marina.


Finalmente, a apóstola responsável (Valnice Milhomens) por campanhas pela Marina como presidente confessou culpa — mas não dela. Ela confessou que Marina perdeu porque o povo evangélico “não está preparado” por não votar em Marina aos milhões como suspostamente tinha de fazer.

Para o não cumprimento das profecias dela, ela apelou para o argumento de que as pessoas têm o livre arbítrio. Para ela, o povo evangélico tinha Marina em termos gerais como resposta abençoada de Deus para o Brasil, mas rejeitou a “bênção.”

Nosso voto é uma opção pela democracia, rejeição a um esquema de poder que está aparelhando o Estado, gerando totalitarismo. Apenas isso.


Se todos fizermos como esses nossos irmãos, se não lutarmos contra os pagãos por nossa vida e por nossas tradições, eles em breve nos exterminarão da terra!
(1ª Mac. 2,40)

Realismo versus idealismo
Entre o real e o ideal há um hiato. O homem sensato o percebe, e sabe ater-se à realidade, enquanto busca transformá-la, transformando-se ele mesmo neste processo.

Entretanto, neste debate eleitoral, certo grupo bem-intencionado tem propalado sua própria perplexidade mediante um tipo de proselitismo pela abstenção, alegando como argumento o socialismo dos candidatos à presidência da república, favorecendo colateralmente a eleição da candidata governista.

O mito do voto como “dever irrenunciável”, invocado pela Constituição brasileira, é de origem autoritária. Foi inventado pela ditadura de Getúlio Vargas, em 1934.


Não simpatizo com o voto obrigatório. Esse tipo de voto nunca foi essencial para a democracia, nem para proteger o Estado de direito. Não é uma peça fundamental dele. O princípio da soberania do povo procura que todos os cidadãos tenham o direito de eleger suas autoridades e seus representantes, não que todos os cidadãos votem. É uma distinção fundamental. O que conta é que o voto seja livre, universal (um cidadão, um voto), direto ou indireto, igual e secreto. O voto obrigatório é um produto das circunstâncias, não de alguns princípios. É um recurso autoritário contra o abstencionismo. É uma espécie de aborto institucional que nenhuma das grandes democracias históricas, como Estados Unidos, Grã Bretanha e França acreditaram indispensável adotar.

Nas grandes nações democráticas o voto é livre e facultativo, quer dizer, que o eleitor não tem a obrigação jurídica de votar. O ato de votar é, para ele, um ato livre de sua vontade, não o resultado de uma pressão institucional.

 Muitos dos mais proeminentes ativistas LGBT no mundo têm endossado descaradamente, ou dado sua aprovação implícita ao que a esquerda eufemisticamente chama de “intimidade intergeracional” (leia-se: estupro de crianças).


Alegações chocantes feitas por Michael Egan, que quando era menino atuou no filme “X-Men,” contra Bryan Singer, diretor e produtor descaradamente gay desse filme, estão chocando Hollywood. Mas a reação tem sido silêncio relativo. Digo “silêncio relativo” porque, a menos que ele seja um padre católico, o falso discurso da esquerda relativista é que um homem gay é sempre a vítima e nunca o vitimador.

Apesar disso, esse episódio recente mais uma vez colocou sob os holofotes a ligação há muito tempo já provada entre o estilo de vida homossexual (inclusive o movimento homossexual) e a pedofilia — uma ligação que, apesar das negações dos progressistas ao contrário, está escondida diante dos olhos de todos.

O artigo do Times expôs, de forma espantosa, a corrupção de instituições esquerdistas como o Brookings Institution, o Center for American Progress e o National Democratic Institute.
A revelação não encontrou nenhum centavo doado a instituições conservadoras como o American Enterprise Institute, a Heritage Foundation e o Hudson Institute.
 


Em uma revelação de 4.000 palavras, de deixar cair o queixo, "Potências Estrangeiras Compram Influência de Grupos de Estudo" publicada no New York Times em 7 de setembro, Eric Lipton, Brooke Williams e Nicholas Confessore analisam o desconhecido problema de governos estrangeiros financiarem Grupos de Estudo.

O trio descobriu que embora a extensão, em sua totalidade, seja "difícil de ser levantada … desde 2011, pelo menos 64 governos estrangeiros, entidades controladas pelo estado ou por autoridades governamentais, têm contribuído com um grupo dos 28 maiores institutos de pesquisa baseados nos Estados Unidos". Usando as informações disponíveis, incompletas, eles estimam "uma contribuição ou um compromisso de no mínimo US$92 milhões vindos de governos estrangeiros interessados, nos últimos quatro anos. Com toda a certeza o total é bem mais do que isso".

Os países europeus e asiáticos que se libertaram do comunismo em fins do século passado e adotaram a economia de mercado encontram-se, hoje, em diferentes mas ascendentes níveis de evolução econômica e social.


Embora pilote minha churrasqueira com razoável competência, não sou perito em cortes de carnes. Li outro dia que o corte de costela é o mais consumido no Rio Grande do Sul. Pessoalmente, porém, não sou bem sucedido nas ocasiões em que tento assá-las. Repete-se algo que muitas vezes ouvi anfitriões comentarem em churrascadas alheias: "Esta costela não é bem aquela". Entende-se por "aquela", nessa frase, a costela ideal, com bastante carne, pouca gordura, osso delgado, macia e saborosa.

Nada está resolvido, exceto uma primeira lição aos arrogantes, aos que se julgam tutores da sociedade, pretendendo conduzi-la sob cabresto, como boiada, para as mangueiras de sua hegemonia e do totalitarismo que a acompanha.

Nada está resolvido, exceto que foi uma ilusão petista a ideia de que poderiam fazer no país o que bem entendessem. A sociedade, de modo bem consistente, deu muito mais votos à oposição do que ao governo, refletindo o que já se respirava nas ruas, oxigenando a consciência política nacional.

Ficou muito claro na voz das urnas que o governo petista, sob o ponto de vista eleitoral, só tem, como dividendos a receber, os lucros do coronelismo de Estado. O assistencialismo, elevado pelo PT à categoria das maiores realizações humanas, mantém a submissão dos carentes no ponto de calda para adoçar a vida do partido nas disputas eleitorais. E nada para elevar essa multidão a um patamar de dignidade superior.

De acordo com o portal GospelPrime, “Em 2010, o nome de Marina Silva foi citado em profecias, especialmente da apóstola Valnice Milhomens. No ano seguinte, o pastor Bob Hazlett do Ministério Touch of Fire, pregava na Conferência Dunamis 2011 e trouxe uma revelação. Como não era ano eleitoral, ela foi pouco comentada até ser lembrada nos últimos meses. O pastor americano… anunciou que Deus mudaria o controle da nação, levantando uma mulher ‘segundo o coração de Deus’ que se ajoelha diante de Deus. Sua eleição iria abalar a nação brasileira e levá-la para uma época de prosperidade.”

Conforme detalhou meu artigo “Inflamados por uma profecia americana, evangélicos brasileiros querem uma mulher na presidência do Brasil,” Hazlett, na mesma época, fez duas profecias:

1. Vitória da seleção brasileira na Copa do Mundo, com um reavivamento mundial como resultado dessa vitória.

2. Vitória de uma mulher de Deus na presidência do Brasil. Essa vitória foi amplamente interpretada como se referindo a Marina.

Um dos aspectos mais tristes da vida brasileira, para este comentarista, é a escassez ou completa ausência de atividade espiritual naquilo que se escreve e se publica, seja em livros, na mídia ou mesmo em blogs. Por atividade espiritual entendo a meditação solitária em que a consciência toma posse de si mesma como autocriação e liberdade que luta para realizar-se no mundo espaçotemporal e aí encontra, ao mesmo tempo, seus obstáculos e seus instrumentos. É só apreendendo assim a medida e a proporção entre aquilo que podemos ser e aquilo em que vamos nos tornando, que chegamos a nos conhecer como natureza inseparavelmente criada e criadora, no sentido de Scot Erígena, indescritível portanto como figura e imagem e só apreensível como força e conflito até o momento em que a morte, como nos ensina o soneto de Mallarmé, nos fixa para sempre no formato imutável de um destino realizado e esgotado.

Só quem se dedica incessantemente a essa atividade pode pronunciar a palavra “eu” com algum conhecimento de causa, ou até com algum direito legítimo. Os demais, quando a dizem, nada mais designam do que a figura totalmente fictícia que desejariam, para fins de vantagem prática ou alívio de complexos, projetar na tela da mente alheia ou na da sua própria.

A igreja precisa se opor ao marxismo seja qual for o nome adotado por ele: socialismo, comunismo, progressismo. Precisa rejeitá-lo em qualquer área que ele queira se infiltrar: política, filosofia, história, sociologia, teologia, etc. Precisa falar contra, escrever contra, votar contra.


Um verdadeiro cristão deve ser completamente antimarxista. Por quê? Pelo simples fato do marxismo ser anticristão.

E o marxismo não é anticristão em sua história. É anticristão em sua essência. Não é anticristão por ter matado milhões de cristãos. Antes matou milhões de cristãos por ser anticristão. Esse é um fato. Qualquer tentativa de negá-lo não passará de no mínimo auto engano e no máximo pura fraude.

Nenhuma surpresa com as revelações de Paulo Roberto Costa e de Alberto Youssef. Trata-se apenas de mais do mesmo, aqui como em toda parte. O único antídoto é a receita liberal, de reduzir o Estado a suas funções ditas clássicas.


O país acompanha estarrecido as revelações de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef sobre as estripulias da corrupção de larga escala. Todos já sabem e mesmo sentiram na pele a perene corrupção de pequena escala, aquela do fiscal da prefeitura ou do Trabalho. Se a corrupção é intrínseca ao homem, ela o é mais ainda ao Estado, que defino como o mal potenciado e comprimido, capaz de realizar grande devastação.