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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Olavo de Carvalho: "Fazemos piada para aliviar o sofrimento humano, para a aliviar a tristeza, para tirar das costas das pessoas essa carga de tristeza e fazer com que elas vejam a vida de uma maneira mais leve e animadora. Nesse sentido, o humor é uma expressão do amor humano.
Agora, se o humor é baseado somente em raiva, azedume, agressividade, não vai dar certo. Não dá mesmo."

 

Que outra justificativa podemos encontrar para tais medidas senão a preparação para a legalização da pedofilia (isso na melhor das hipóteses)?


A recente distribuição e aplicação das vacinas anti-HPV nas escolas deu o que falar. Ouvi de muitas mães, ditas cristãs inclusive, que não devíamos ver "chifre em cabeça de cavalo", que não devíamos "demonizar" todas as coisas, pois, afinal de contas, hoje em dia "é assim mesmo", as meninas acabam perdendo a virgindade mais cedo. Sim, na opinião de tais mães, não devemos nortear nossas vidas por aquilo que deveria ser, mas por aquilo que é. Em outras palavras, se a menina se comporta como uma perfeita vagabunda aos 11 anos de idade, bem, trate-a como a perfeita vagabunda que é, não lute para livrá-la dessa vida e para preservá-la de uma iniciação sexual precoce. Não. Precisamos ser "práticos", seja lá que diabos isso queira dizer.

No entanto, apesar da satisfação destas e de muitas outras prudentes mamães Brasil afora, que agora não terão suas promissoras filhas contaminadas pelo HPV, o número de casos com efeitos colaterais severos não foi pequeno. E isso que só levamos em conta aquilo que veio a público, pois não temos como mensurar os casos de pessoas que não buscaram auxílio ou simplesmente não entraram para as estatísticas.

A maioria não lutará por ideias abstratas como o marxismo, a menos que essas ideias sejam sentimentalmente e miticamente enxertadas em uma nação.
Eis o  porquê Dugin está trabalhando duro.


Foi Aristóteles quem nos disse em sua Metafísica que nossos antepassados “antigos e antiguíssimos” retratavam o sol, a lua e os corpos planetários como deuses. Esses antepassados acreditavam que “o divino envolve toda a natureza”. Mitos eram propagados pelos nossos ancestrais, disse Aristóteles, com o fim de “persuadir o povo e para fazê-lo submeter-se às leis e ao bem comum” (1).

Um famoso sedutor de multidões e criador de mitos do século passado chamado Adolf Hitler escreveu um livro intitulado Mein Kampf no qual postulava a teoria (leia-se mito) dos judeus como “os inimigos da raça ariana”. Ele confidenciaria mais tarde a seu criado particular, Heinz Linge, que os judeus não eram na verdade “uma raça”, mas representavam um estado de espírito ou ideia (i.e. um mito opositor).


malevolaMalévola é aquela que quer praticar o mal e acaba por praticar o bem, não é bonitinho? Assim, o bem depende do mal.
A velha gnose de sempre. Nesse sentido, o filme é aterradoramente anticristão.


Como percebo o cinema? Como um conjunto de técnicas e ações que buscam contar uma história na linguagem própria do cinema. A base de tudo está no texto. A arte de representação se insere como parente do teatro, mas é dele diferente, porque as cenas podem ser repetidas quantas vezes necessárias, até a perfeição, permitindo inclusive que atores medíocres se consagrem. A fotografia é uma de suas alavancas principais, assim como a música. As técnicas cinematográficas têm variado no tempo, mas a arte de contar histórias, não. Existem bons filmes desde o início do cinema, e também filmes ruins atualmente, tempo de técnica superlativa. Vejo filmes como se lendo um livro eu estivesse.

Qualquer gênero pode gerar obras primas. Os clássicos do Far West não deixam de dar grande testemunho. Gênero quase em desuso, as obras primas da primeira metade do século XX são sempre encantadoras, mesmo para aqueles que já as viram. E empregavam técnica primitiva.

A ONG que exige que Panamá e Colômbia violem os direitos humanos de uma colombiana asilada, que tem o direito de ser protegida pelo Panamá, é a mesma que defendeu em 2004 quatro terroristas que os Estados Unidos capturaram nos confins do Afeganistão e Paquistão em 2001, e encerrado em Guantánamo.


Você já tinha visto uma ONG defensora dos direitos humanos que exige a certos Estados desconhecer, atacar e violar os direitos humanos? Você tinha visto dois Estados latino-americanos jogar fora uma tradição de respeito ao direito de asilo porque uma ONG lhes disse que o façam? Essa ONG existe e esses Estados existem. E a Colômbia é um deles. Não vale a pena, no momento, dar a conhecer o nome dessa grotesca e influente ONG, nem discutir que credibilidade podem ter suas credenciais no momento de se apresentar nos circuitos judiciais e no mundo cada vez mais enrarecido dos direitos humanos.

No momento, há que constatar um fato: mal orientados por juristas fanáticos, Colômbia e Panamá estão pisoteando o direito de asilo, um dos direitos do homem mais antigos do mundo, que esses dois países respeitavam há até cinco anos.

 Em qualquer grupo social pode-se avaliar sem muita dificuldade se ali predominam a percepção alerta, a presteza e criatividade das reações, ou o apego indolente a chavões e frases feitas que se repetem como mantras enquanto a realidade vai correndo, mudando e passando como um trator sobre a multidão de sonsos.


Muitas previsões, dizia Thomas Mann, são enunciadas não porque vão se realizar, mas na esperança de que não se realizem. Todas as que fiz, especialmente as mais alarmantes, foram assim. Com uma diferença: as previsões sempre se realizaram, a esperança nunca.

 

Nos assuntos humanos, a certeza absoluta é geralmente uma utopia. O máximo que se alcança é uma probabilidade razoável. E o culto devoto que o homem contemporâneo consagra aos números não o levará mais longe: uma probabilidade, calculada até os centésimos de milionésimos, continuará sempre sendo o que é -- uma probabilidade, não uma certeza.

Santos estará submetido a pressões sem precedentes, porque foram os aliados ideológicos dos irregulares que emprestaram a ele um fundamental apoio para que ganhasse o segundo turno


O resultado das recentes eleições efetuadas na Colômbia gera inúmeras expectativas, entre elas, até que ponto o presidente Juan Manuel Santos terá que fazer concessões aos setores da extrema-esquerda durante seu segundo mandato.

É certo que Santos contava com um amplo respaldo popular, mas sua derrota no primeiro turno ante Oscar Iván Zuluaga, mostrava que requeria o apoio de um setor que, embora historicamente contrário à sua política social e econômica, está identificado plenamente com uma parte de sua gestão: os diálogos com as forças da narco-guerrilha.

Em seu espetacular livro “O caminho para a servidão”, F. A. Hayek demonstra com exatidão a importância de se conhecer o passado para se ter a nítida ideia de futuro. Escreve ele:

... embora a história nunca se repita em condições idênticas, e exatamente porque o seu desenrolar nunca é inevitável, podemos de certo modo aprender do passado a evitar a repetição de um mesmo processo. Não é preciso ser profeta para dar-se conta de perigos iminentes. Uma combinação de vivência e interesse muitas vezes revelará a um homem certos aspectos dos acontecimentos que poucos terão visto”.

Mas alguns vêem, ainda que por isso sejam rotulados de paranóicos.

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É hora de parar de ser birrento e entender que, sem esses votos, não se vai a lugar algum.


Em 2012, em plena campanha presidencial americana, a produtora "Citizens United" lançou o documentário "The Hope and the Change" para retratar eleitores de Barack Obama em 2008 que estavam arrependidos e que votariam em Mitt Romney naquele ano. "The Hope and the Change" é a peça de marketing político mais poderosa e persuasiva da desastrada campanha republicana daquele ano, um dos poucos acertos num mar de erros.

O documentário traz 40 entrevistas com pessoas reais que contam todo o processo que vai da esperança com a eleição do primeiro presidente negro dos EUA até a decepção com o Obama real, além do mito criado pela tropa de choque da esquerda americana na imprensa, na academia, nos sindicatos, nos talk-shows da TV e em Hollywood.

Não conheço outro evangélico que tenha tido a coragem e a persistência de Julio Severo para enfrentar, de um lado, a perseguição estatal e, de outro, as ameaças dos fascistas “do bem”. Se isso é ser radical, graças a Deus pelo radicalismo.


Friederich Nietzsche foi o último grande crítico do cristianismo. Depois dele, os intelectuais seculares não tiveram escolha senão a de refazer com outras palavras os questionamentos e críticas do filósofo alemão.

Nietzsche falava da perspectiva de um ateu sem o otimismo infantil nos que assola. Ele sabia que, se Deus não existe, não há salvação possível para o homem. Todas as ideologias, utopias e filosofias são meras ilusões e funcionam como válvulas de escape.

A agressão nicaragüense em conluio com a ALBA e os comunistas da região, se materializou na espúria sentença da Corte de Haya que cerceia da Colômbia 75 mil quilômetros de mar territorial e os dá à Nicarágua. Ante esta realidade, é evidente que China, Rússia e os comunistas da região querem ficar com San Andrés.


Desde antes de começar as conversações de paz da administração Santos com as FARC em Havana, foi reiterativo e recorrente o tema do futuro a médio e longo prazo das Forças Militares. Em diversos cenários o presidente disse que os soldados não têm de que se preocupar, porque seu futuro não está incluído na agenda, enquanto que os terroristas insistem em que é necessário reavaliar as Forças Militares, mudar a doutrina de segurança nacional, reduzi-las à mais mínima expressão, entregar amplas zonas do território colombiano aos cúmplices das FARC, não entregar as armas e para rematar, fazê-las parte das novas forças bolivarianas de defesa, enquadradas na óptica castro-chavista da América Latina.

Documento nº 91 da CNBB defende "conselhos" e "radicalização da democracia".

Os progressistas assumiram postos de comando, tornaram-se ordenadores de despesa, formaram seus "conselhos" e os doutrinaram na ideologia marxista, para justificar e legitimar os encaminhamentos da "democracia radical" dentro da Igreja, relegando os padres conservadores aos papéis secundários de vigários, sem poder algum de decisão.


Em 2010, por ocasião da 48ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, realizada em Brasília (para comemorar o jubileu de ouro da fundação da capital federal, em pleno planalto central do País, o então secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa apresentou o documento nº 91: "Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática", assinado em 11 de março daquele ano, meses antes do pleito que elegeria Dilma Rousseff como presidente. Naqueles dias da 48ª Assembléia, estive em Brasília, e procurei vários bispos, inclusive o próprio Dom Dimas, chamando a atenção do Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=4030), que o então presidente Lula havia apresentado nas vésperas do Natal do ano anterior, e que causou grande apreensão em vários setores da sociedade brasileira. Solicitamos que a CNBB tivesse um posicionamento firme sobre o aspecto anticristão do PNDH3. Mas não foi possível tal posição. Os temas da Assembléia vinham das bases, e um deles era o documento nº 91. "Um tema para entrar aqui em discussão vem das bases, dos conselhos!", ressaltou um dos prelados. Em relação ao PNDH3, a apreensão inicial foi apenas passageira. Logo as vozes se calaram, e vieram as acomodações conhecidas.  A execução do PNDH3 continuou como prioridade do governo do PT, legitimado pelo silêncio e conivência de muitos. Depois que passou a chiadeira inicial, o PT se sentiu respaldado a agir com mais celeridade aos propósitos contidos no PNDH3. 

Foi-lhe perguntado sobre o que lhe dava mais prazer na vida. Respondeu que era quando o time pelo qual ele torcia marcava um gol.

Ele não estava sozinho nessa deformação da alegria.


Na minha juventude, por mais difícil que seja me lembrar dela atualmente, eu era muito bom nos esportes. Nunca poderia, no entanto, ser mais que apenas muito bom neles, porque nunca os levei suficientemente a sério para isso. Um jogo era, para mim, apenas um jogo; eu me dedicava a ele de corpo e alma apenas enquanto ele estava sendo jogado. Depois que ele terminava, era como se não tivesse passado de fumaça dispersada pelo vento.

Não tinha nada contra aqueles que se dedicavam aos esportes, mas achava-os tolos; eu continuava a jogar tênis, regularmente, às vezes, mas vencer ou perder me causava apenas uma emoção fugaz, exultante ou triste, de acordo com o caso. Para mim, na verdade, o jogo é que importava.

Passados alguns dias depois do choque com a vitória roubada do camarada Juan Manuel Santos, o Notalatina faz nova edição comentando aquele fatídico 15 de junho e denúncias feitas pelo ex-presidente Uribe dois dias antes das eleições em sua conta de Twitter. Entretanto, em vez de escrever um texto, preferi traduzir e publicar dois artigos: o primeiro, que dá nome a esta edição, da lavra do ex-presidente e senador eleito Álvaro Uribe, e o segundo do querido amigo Ricardo Puentes Melo. E o faço porque eles dizem tudo, melhor do que eu poderia fazê-lo, sobre o que aconteceu no segundo turno da eleição presidencial na Colômbia. Leiam com atenção e desfrutem, sobretudo o vídeo no final. 


Venceu a trampa, denuncia Uribe

Comunicado do ex-presidente Uribe.

Nossa gratidão à doutora Marta Lucía Ramírez e aos milhões de colombianos que acompanharam esta luta.

Em nome da paz, o governo Santos impulsionou a maior corrupção da história caracterizada por abuso de Governo, entrega de somas de dinheiro a parlamentares para compra de votos, oferta de dinheiro do Governo a Prefeitos e Governadores para forçá-los a intervir ilegalmente na campanha em favor do presidente-candidato, compra de votos, violação da Lei de Garantias, propaganda ilegal com dinheiro do Estado em pauta publicitária que coincide com a publicidade do candidato-presidente.

Uma avaliação das limitações humanas não está presente em lugar algum nas ações ou teorias neoconservadoras. Deste modo, é improvável que eles evitem aventuras estrangeiras, déficits de orçamento ou aquele tipo de conservadorismo compassivo (que significa o derradeiro colapso da própria civilização).


Parece que estamos a testemunhar uma operação de distração que alveja a fronteira dos EUA com o México (que por sinal está abarrotada de pessoas). Qualquer pessoa com faro estratégico deveria estar alarmada com o rumo que esse caso está tomando. É um fato objetivo, queiram ou não, que alguém investiu muito para bagunçar nossa fronteira. Agora, inclusive, a patrulha de fronteira enviou pessoas do Arizona para o Texas. Entretanto, as principais rotas do tráfico de drogas que chegam aos EUA passam pelo Arizona. E como bem sabemos, esses são os mesmos caminhos usados por Moscou no passado para contrabandear armas de destruição em massa (ADM) sem que fossem detectados pelos nossos serviços de segurança. Sendo assim, há razão para nos preocuparmos, especialmente se considerarmos que a Rússia voltou ao seu elevado estado de alerta e à consequente mobilização e exercício de tropas. Ao mesmo tempo, o Iraque está sendo perdido para um tipo de blitzkrieg terrorista. Tudo isso é muito desconcertante, embora Washington continue com sua costumeira estupidez. Enquanto o inimigo se movimenta em todos os fronts, nossos líderes em Washington estão como gatinhos cegos: perdidos e condenados. Eles não sabem o que estão fazendo e não conseguem vislumbrar a ameaça letal que se forma no horizonte.