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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM




Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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belabiszkuRecentemente a Justiça húngara condenou Béla Biszku (foto) – membro do Partido Comunista e hoje com 92 anos – a cinco anos e meio de prisão por crimes de guerra cometidos contra a população civil desarmada em 1956.

Trata-se do primeiro processo de um antigo líder civil comunista desde o fim da escravidão do país à ditadura soviética, noticiou “Libération” de Paris. 

Biszku supervisionava o conselho militar que mandou abrir fogo contra os civis durante manifestações de protesto em Budapest no dia 6 de dezembro (quatro mortos), e em Salgotarjan (norte do país), em 8 dezembro (46 mortos).

As vítimas não foram insurgentes armados, mas civis que protestavam pacificamente. 

Biszku foi premiado com o Ministério do Interior de 1957 a 1961 e com a vice-presidência do Conselho de Ministros até 1978, ano em que se retirou da política. 

Desde o fim dos anos 90 a Hungria condenou uma quinzena de chefes de polícia e oficiais do exército. Mas o processo de Béla Biszku – quem era apenas uma peça da máquina comunista que ficou quase intocada na Europa do Leste – foi arquivado.

A todos os que compreendem o valor da vida humana,


Conforme anunciado em mensagens anteriores, no dia 4 de junho o deputado Givaldo Carimbão, do PROS de Alagoas, e mais 12 líderes de outros partidos, protocolaram na Câmara o Requerimento de Urgência 10.413/2014 para que o PL 6033/13, de autoria do Deputado Eduardo Cunha do PMDB/RJ, que revoga a Lei do Cavalo de Tróia, seja imediatamente votado e aprovado no Plenário da Câmara.

A Lei do Cavalo de Tróia, também conhecida como Lei 12.845, sancionada pela presidente Dilma logo após a visita ao Brasil do Papa Francisco, permite que o governo introduza da prática do aborto provocado em toda a rede hospitalar pública e privada no Brasil. O aborto somente poderá ser pedido em casos de violência contra a mulher, mas a lei especifica que a nova definição de violência é "QUALQUER RELAÇÃO SEXUAL NÃO CONSENTIDA" e que, mesmo assim, a mulher não precisa provar a violência sofrida, bastando a sua palavra de que a relação sexual não foi consentida. Os detalhes a este respeito estão na mensagem abaixo.


Em qualquer outro lugar, a Copa é um bem aguardado evento. No Brasil, representa uma inversão na escala das prioridades nacionais, que transcorre em meio a obras paradas, atrasadas, incompletas por motivos técnicos e financeiros.

  

 

Se você reparar bem, a cada abalo que o governo da presidente Dilma registra em sua sacolejada escala Richter, segue-se algum plano mirabolante ou algum anúncio bilionário destinado a acalmar as ondas. Seja o abalo moral ou político, a reação oficial vem sempre de um ou de outro modo. Ora o governo anuncia providências estruturais que não funcionam (como essa de intervir no futebol e estancar a evasão de atletas para o exterior), ora reúne o ministério, os governadores, a imprensa, o empresariado, os movimentos sociais e informa que está destinando bilhões de reais para isto ou para aquilo.

Um informe de uma agência da ONU reconhece que a maior parte dos feridos em Gaza desatenderam as chamadas de advertência feitas pelas forças israelenses.

Como já ocorreu em outros conflitos anteriores em Gaza, o Exército de Israel avisa os civis de que se vai bombardear sua casa. Em que pese isso, na recente escalada na Faixa já faleceram várias dezenas de pessoas, muitos deles civis e, lamentavelmente, também algumas crianças. A prática dos avisos tenta minimizar o número de vítimas civis em um cenário que é extremamente complicado para isso, uma vez que a maior parte dos locais utilizados pelos terroristas para armazenar armas ou lançar foguetes ou mísseis a Israel, são edifícios de uso civil e residências.

Trata-se de um aspecto dos ataques de Israel que tem pouco eco na mídia, porém até a agência EFE - cuja cobertura dos acontecimentos não se destaca precisamente por um enfoque pró-Israel - relatava há alguns dias o caso de uma família que explicava que durante a noite receberam uma chamada de uma pessoa que falava árabe mal, e que se identificou como membro dos Serviços de Segurança israelenses. Nesta chamada, se lhes pediu que abandonasse o edifício porque ele ia ser atacado em cinco minutos. Alguns membros desta família são suspeitos de fazer parte do Hamas.

 O Hamas faz uso das muitas tentativas da IDF de fornecer alerta antecipado utilizando civis como escudos humanos com o objetivo de impedir ataques.


A guerra urbana é um desafio árduo, pois os terroristas frequentemente estão localizados em áreas densamente habitadas. Para limitar as baixas civis, as Forças de Defesa de Israel utilizam ataques cirúrgicos nas posições terroristas.

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Durante os três primeiros dias da Operação 
Protective Edge, as Forças de Defesa de Israel (IDF) fizeram uso ostensivo de táticas para evitar baixas entre civis na Faixa de Gaza. Conforme a operação progride, a IDF está coletando mais evidências de que o Hamas utiliza-se de áreas densamente habitadas na Faixa de Gaza e da população civil para a sua própria proteção.

rbcO cristianismo prescreve a confissão, o perdão e a pena expiatória para os transgressores da lei de Deus. Já a lei abstrata estatal é inflexível, inexorável, e não cogita de perdão algum. Nosso mundo já está assim, o Leviatã e suas leis pairam acima da moral e da consideração individual.


Adorei o filme Robocop dirigido por José Padilha. De qualquer ângulo que se olhe é um bom filme, exceto por um grave erro no argumento, sobre o qual já falarei. O remake só não é uma obra prima porque escapou da discussão de fundo sobre a Justiça e seu aparato repressivo. Essa discussão levaria à própria discussão da natureza da lei, sua legitimidade, sua extensão, sua fonte.

Ambientado num tempo futurista, de ficção científica, o Robocop do Padilha faz uma viagem sobre os futuros instrumentos bélicos autômatos, tempo no qual soldados seriam substituídos por máquinas controladas remotamente. De fato, já temos algo assim com os drones. Mas o argumento do filme se funda na recusa do Senado de aprovar o uso policial dessas máquinas, porque as mesmas não sentiriam “emoções”. Aqui está a falha clamorosa.

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Ocorrências do gênero, provocadas por aeronaves militares russas, vêm aumentando de intensidade sobre o Báltico, com manobras de aproximação dos países do Norte europeu, aliás, longe da Ucrânia.


A OTAN destacou quatro caças britânicos Typhoon para interceptar uma formação de sete aviões de guerra russos que ingressaram no espaço aéreo internacional do Báltico, informou o Ministério de Defesa do Reino Unido. O esquadrão russo preferiu dar meia volta.

Os jatos britânicos operam a partir da base lituana de Siauliai e integram o contingente enviado à região como parte das medidas preventivas da aliança ocidental diante da crise na Ucrânia, informou “La Nación” de Buenos Aires.

“Foi um operativo bem-sucedido de nossos efetivos de terra e ar”, comentou o comandante britânico Ian Townsend, chefe da missão do Reino Unido no Báltico.

No princípio do mês de julho o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, reuniu durante três dias em Cartagena de Índias os ex-presidentes Bill Clinton, Felipe González, Ricardo Lagos, Tony Blair e Fernando Henrique Cardoso (FHC), para o que ele chamou de “Terceira Via”. O objetivo, na realidade, era buscar apoio para seu projeto utópico e criminoso de selar a paz entre governo e FARC. Tudo às custas do contribuinte.


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FHC escreveu, então, um artigo que foi publicado no site do PSDB, cumprindo com o acordado no encontro de propagandear, perante o mundo, que Santos é o “presidente da paz” e os que têm-se mostrado contra esta aberração porque prima pela impunidade, são “inimigos da paz”.


Nossa decadência parece não ter limites. A última fronteira foi cruzada – fomos humilhados no que éramos considerados deuses, e o país do futebol assistiu à goleada das goleadas. Tudo parece culminar para a aniquilação completa das virtudes no Brasil.

Este é o castigo final para o país que não se prepara para nada. No período de uma década algumas nações do mundo foram capazes de gerar mudanças profundas e positivas em suas histórias. Em quase doze anos o PT não só paralisou o Brasil, mas empurrou-o para trás. Os governos petistas foram tão competentes como nossa seleção, e temos tomado gol atrás de gol.

1 x 0 – Educação

Quando o PT começou a governar o Brasil éramos o último colocado no exame PISA, ocupando o 40o lugar. Durante esses doze anos vários países foram adicionados à lista de participantes, e o Brasil conseguiu se manter nas últimas colocações, sempre próximo à 60posição. Não houve melhoras, nem conquistas, nem planos, nem ações, nem nada. A educação brasileira foi tratada pelos governos petistas com o maior descaso possível.


Houve uma época em que o povo da Índia tinha de entrar em uma lista de espera para conseguir comprar o carro 
Ambassador, que era fabricado pela Hindustan Motors e que era uma mera e óbvia cópia do sedã britânico Morris Oxford de algumas décadas anteriores. 

O motivo para essa lista de espera era simples: o governo indiano não permitia a importação de carros estrangeiros, pois queria evitar a concorrência e, com isso, "proteger e estimular" a indústria nacional.

O fato de que o Ambassador era uma mera cópia não é nenhum motivo de condenação.  A primeira câmera Nikon era uma óbvia cópia de uma câmera alemã chamada Contax, e a primeira Canon era uma óbvia cópia da também alemã Leica. A diferença é que, ao longo dos anos, Nikons e Canons foram se aperfeiçoando até se tornarem o estado da arte, tanto durante a era do filme quanto na atual era digital.

JERUSALÉM, Israel — Enquanto contra-ataca o Hamas - a organização terrorista palestina que declara publicamente sua intenção de varrer o Estado judeu do mapa -, Israel enfrenta condenação do mundo árabe.

O porta-voz do Reino Hashemita da Jordânia pediu uma parada imediata na “agressão bárbara” de Israel.

A República Islâmica do Irã, responsável em grande parte pelo financiamento, treinamento e armamento do Hamas e outras organizações islâmicas, pediu ao Ocidente que condene a “agressão selvagem” dos sionistas “contra o povo inocente e indefeso da Palestina.”

O presidente Barack Obama igualou ambos os lados ao exortá-los “a não agir na base da vingança.”

O momento da derrota se mostra oportuno para avaliarmos o quanto o evento e suas circunstâncias são fúteis e transitórias.

 


Não vou escrever sobre o jogo. O futebol já tem cronistas em quantidade e qualidade suficiente. Interessa-me o jogo entre Brasil e Alemanha numa outra perspectiva.


Entendo que muitos ainda chorem ante o fracasso da turma do Felipão. Mas é preciso ponderar: aquilo que assistimos foi, apenas, um jogo de futebol. Não era o Brasil que estava ali. O Mineirão, na última terça-feira, era uma ilha cercada pelo Brasil real, por um Brasil que tem muito mais com que se preocupar. Pessoalmente, rezo para que as lágrimas que lavaram tantos rostos pintados de verde e amarelo não levem consigo um amor à pátria comum que habitualmente começa e termina em dois tempos de 45 minutos.

Além de passar anos monitorando o crime nas cadeias ao invés de exigir que ele seja prevenido à força, o Ministério Público chega a defender que criminosos como Beira-Mar não podem ser vigiados quando recebem visitas.


Em 2012, foram assassinadas no Brasil 56.337 pessoas. Trata-se de um verdadeiro genocídio da população brasileira, que começou na década de 80 e se acelerou na década de 90, quando as taxas de homicídios tiveram um crescimento vertiginoso nas grandes cidades. Os dados são do Mapa da Violência 2014, um estudo anual dos homicídios no Brasil, realizado desde 1998 pela equipe do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), com o apoio do governo federal, que encampa oficialmente suas conclusões. O Mapa da Violência 2014, com os dados consolidados de 2012, será publicado em breve, mas os dados prévios mostram que o número de homicídios no País cresceu 13,4% em relação aos 49.695 assassinatos cometidos em 2011.

 Aproveitando a natural distração da Copa, e imitando a presidente Dilma, que gols políticos estariam fazendo ou preparando os presidentes Maduro,
Mujica, Morales, Correa e Kirchner?


Poucos dias antes do começo da Copa do Mundo, a presidente Dilma Rousseff, do Brasil, lançou um preocupante gol político de meio de campo, que passou desapercebido para a maioria dos brasileiros que estavam com as atenções voltadas para o importante evento esportivo.

Trata-se do Decreto nº 8.243, que institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS), um mecanismo pelo qual as denominadas “organizações não-governamentais” (ONG), as “redes” e os “movimentos sociais” passarão a ter influência direta sobre o conjunto da administração pública federal, incluindo a “formulação”, a “monitoração” e a “avaliação” de todos os programas e políticas públicas.

Society is a contract between the past, the present and those yet unborn.
Edmund Burke


Na fímbria espessa da demagogia, a propaganda estabeleceu, desde 1975, um conjunto de mitos que, ainda hoje, vicejando com o brilho pálido do “pensamento único”, dominam quase por inteiro, independentemente das fórmulas políticas de circunstância, o imaginário ilhéu.

Um desses mitos fabulosos diz-nos, por exemplo, que o nazismo de Hitler e o socialismo marxista eram inimigos mortais e irreconciliáveis, estando um para o outro como a Gália de Astérix e os soldados romanos de Júlio César.