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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Os narco-guerrilheiros poderão continuar armados por um tempo indeterminado, enquanto se desenvolvam as atuais ou futuras conversações de “paz”, porque sempre terão alguma desculpa de falta de garantias, ou do que seja, para não entregar as armas.

 

Em Cuba, os porta-vozes das narco-guerrilhas FARC, em intermináveis diálogos de “paz” com o governo colombiano, declararam que nunca tiveram, e nem sequer têm, a intenção de abandonar as armas de um momento para o outro. Duas frases do porta-voz das FARC, Andrés Paris, em coletiva de imprensa em Havana, falam por si mesmas sobre as reais intenções dos narco-guerrilheiros.

 

“Ninguém estabeleceu nas FARC nem dissemos ao Governo, em nenhum momento, que vai haver um só momento de entrega de armas. Repetimos, ninguém vai ter a foto da entrega de armas das FARC”. Como se tivesse ficado alguma dúvida, o porta-voz guerrilheiro rematou: “A entrega das armas não existe como figura, nem está na linguagem nem em nosso dicionário” (TeleSul, de 26 de agosto de 2014, apresenta a versão completa).

1 - É e sempre foi socialista.

2 - Foi criada no PT.

3 - Antes de se filiar ao PT Marina era integrante do PRC (Partido Revolucionário Comunista), uma organização política clandestina, de orientação marxista, mais extremista do que o PT.

4 - Foi fundadora da CUT no Acre.

5- Foi ministra de Lula e conivente com diversos desmandos do PT.

6 - Marina fala muito sobre ética, mas estava no PT durante o Mensalão (2005 e 2006) e permaneceu no PT mesmo após o estouro do escândalo na mídia.

O cristianismo ucraniano tem apoiado amplamente uma pressuposição tradicional ortodoxa de que o estado é o único parceiro viável para a Igreja. A sociedade civil tem sido efetivamente ignorada.
Entretanto, a Maidan forçou todas as igrejas a reconsiderarem essa abordagem.


A Ucrânia foi dividida pela luta civil. Os meses do inverno de 2014 testemunharam protestos anti-governo de três meses na praça de Kyiv conhecida como Maidan, os quais levaram à renúncia forçada do presidente ucraniano Viktor Yanukovych, após quatro anos no cargo. A esse fato, seguiu-se a anexação da Criméia pela Rússia e à guerra de fato no leste do país, que segue enquanto escrevo.

Estes eventos são mais que políticos. Eles tocam em experiências mais fundamentais de consciência e dignidade, refletindo um despertar da sociedade civil - e uma reação que busca um retorno a uma vida pública dominada pelo estado.

Independente de qualquer opinião política que os analistas possam ter, o discurso de Barack Obama no último dia 10 chamou atenção pelo fato do mandatário americano se referir ao grupo islâmico por ISIL e não por ISIS. Terminado a transmissão da véspera do 11 de setembro, imediatamente todos os debates giraram em torno do estranho do repetido acrônimo ISIL, e se por um lado democratas tentavam defender o espirito cosmopolita do Obama ao tentar introduzir algum sotaque a palavra ISIS e por outro lado republicanos estavam irados por outra estripulia, politicamente correta, onde o líder da nação tentava enfiar, gola a abaixo do povo americano, um estrangeirismo em uma sigla inglesa, que no final das contas siginifica Islamic State of Iraq and Syria (Estado Islâmico do Iraque e da Síria).

Já no final da mesma semana, depois de muito falatório a respeito da pronúncia do presidente, algumas organizações da notícias, informados principalmente por jornalistas canadenses e ingleses, começaram a mudar o tom e noticiar que o termo ISIL já vinha sendo utilizado a mais de um mês por David Cameron (premiê inglês) e Stephen Harper (premiê canadense) e que este, afinal, é o termo correto para definir o grupo de jihadistas provenientes de toda a parte do mundo se intitulam Islamic State (Estado Islâmico). Então, o que significa o L ao fim da sigla e qual é a sua importância? E por que Obama utilizou o termo ISIL, já que o termo ISIS era o termo pela mídia americana?

O totalitarismo, para cujo porto estamos sendo levados pelo nariz, não pode conviver com sistemas de valores que não sejam ditados pelo Estado.


Virou moda invocar a laicidade do Estado para desqualificar opiniões, religiões e igrejas. É o tipo de coisa que só acontece no Brasil, país em que presidentes da República se atrapalham com rudimentos de português e matemática. Fosse o pensamento prática frequente entre nossa elite, tais invocações à laicidade do Estado seriam rechaçadas pelo que de fato são: ensaios totalitários visando a calar a boca da maioria da população.

A leitura dos preceitos que os constituintes de 1988 incluíram em nossa Carta Magna sobre o tema esclarece, acima de qualquer dúvida, que eles desejavam, nesse particular, limitar a ação do Estado e não das pessoas, suas religiões e igrejas, como agora, maliciosamente, lendo a carta pelo seu avesso, alguns pretendem fazer crer. Enfaticamente, a CF determina ser "inviolável a liberdade de consciência e de crença", que "ninguém será privado de direitos por motivo de crença" e que o Estado não pode estabelecer ou impedir cultos.

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Será que Washington não aprendeu nada com a Geórgia e a Ucrânia?
Nagorno-Karabakh, independentemente da distância, é a próxima frente na campanha da Rússia de reconstruir seu império perdido. 


A Ucrânia não é o único lugar onde a Rússia está criando problemas. Desde a queda da União Soviética em 1991, Moscou tem rotineiramente apoiado os separatistas nos estados fronteiriços, a fim de coagir esses estados a aceitarem seus ditames.

Estou lendo uma biografia recente do Ortega y Gasset e já cobri com os olhos uma boa metade do seu volume avantajado. O livro me veio à memória porque, no começo dos anos Vinte, o filósofo espanhol escrevia textos desesperados que formaram, depois, o volume Espanha Invertebrada, prolegômeno do famoso A Rebelião das Massas, publicado como livro em 1930. Ortega y Gasset constatava a ausência dos melhores e a tomada do poder pelos piores, exatamente como estamos vendo no Brasil de hoje. Qualquer observador da cena nacional haverá de escrever textos desesperados, pois estamos indo de desastre em desastre e uma explosão de violência política não está fora do horizonte, como aliás não estava na Espanha dos tempos de Ortega. Quem não se lembra da terrível guerra civil espanhola?

A nota interessante é que, com Ortega, aconteceu aquilo que Olavo de Carvalho chamou de paralaxe cognitiva, de forma radical. Ortega clamava pelos melhores e ele, que se achava o melhor, encarnou por um tempo o próprio homem-massa, ansioso por chegar ao poder. Ortega queria o poder para implantar o que chamou de “liberalismo socialista”, algo que certamente não defendeu ao final da vida.  Claro que é uma contradição, pois hoje é possível melhor definir os dois termos, embora na origem ambos os movimentos, socialista e liberal, estivessem unidos pela revolução. Talvez a angústia de Ortega se tenha devido a esse abismo espiritual em que ele estava metido, de saber que o desastre vinha, mas que ele próprio inconscientemente se percebia como um agente do desastre. São as ironias que a vida traz.

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Ao longo dos últimos dias, dois grandes desdobramentos ocorreram em relação a atual crise na Ucrânia. O primeiro foi um encontro entre o presidente russo Vladimir Putin e o seu equivalente ucraniano, Petro Poroshenko, em 26 de agosto de 2014 na Bielorrússia e que foi descrito pela mídia internacional como sendo infrutífero. O segundo desdobramento foi a liberação de fotos por satélite mostrando colunas militares russas, em 21 de agosto, penetrando na porção leste da Ucrânia, próximas à cidade de Novoazovsk no sudeste. As fotos também revelam forças militares russas capturadas pelo exército ucraniano, o que suscitou reações severas por parte da União Europeia, da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e dos Estados Unidos. A resposta da Rússia, numa tentativa de negar a sua presença militar direta na Ucrânia, veio na forma de uma declaração de que as forças russas capturadas eram formadas por voluntários.

Em 25 de agosto pp. o jornal “Lecce News”, da cidade de Lecce, ao sudeste da península italiana, publicava impressionantes declarações do núncio da Santa Sé em Cuba, monsenhor Bruno Musarò, sobre a realidade cubana que se encontrava em visita à região da qual é oriundo.

O núncio Musarò diagnosticou em poucas palavras “as condições de pobreza absoluta e de degradação humana e civil na qual se encontram os cidadãos cubanos, que são vítimas de uma ditadura socialista que os tem subjugados desde há 56 anos”.

“O Estado controla tudo” e “a única esperança de vida para as pessoas é fugir da ilha”, explicou o núncio Musarò, descrevendo a situação de degradação, penúria e opressão dos cubanos. E concluiu dizendo que, inexplicavelmente, “até hoje, transcorrido mais de meio século, continua-se falando da Revolução e se louva-a, enquanto as pessoas não têm trabalho e não sabem como fazer para dar de comer a seus próprios filhos”.

Atribui-se ao jornalista Cândido Norberto a frase segundo a qual, em política, pode acontecer tudo, inclusive nada. Por exemplo: pode explodir um avião sobre o cenário eleitoral; pode acontecer algo enigmático, tipo vir à superfície mais um escândalo e o governo melhorar sua posição. E também pode acontecer nada, pelo simples motivo de que parcela imensa da população, em flagrante desânimo, joga a toalha no ringue. As pesquisas desta semana indicam que nação está agendando um encontro de boi com matadouro. E vai abanando o rabo na direção de um entre dois neocomunismos: o sem Pai Nosso de Dilma ou o com Pai Nosso de Marina.


É possível que o leitor destas linhas pense que estou paranóico. Não, meu caro. Pergunto-lhe: você leu o documento final do 20º Encontro do Foro de São Paulo (aquela organização que a grande mídia nacional diz que, se existe, não fede nem cheira?). Quem lê o referido documento não só fica sabendo que o bicho existe, mas que é poderoso e bate no peito mostrando poder.

Com essa violência total, aberta e soterrada, é o que os chefes estrangeiros das FARC, as ditaduras totalitárias que mais dano fizeram ao gênero humano, e agora o Foro de São Paulo, lhes dizem: “vocês são a vanguarda de uma revolução luminosa”.


Sem arrependimento, nenhum acordo de paz é possível. Sem o arrependimento do agressor, a paz é inalcançável. Esse é o nó górdio da atual negociação de paz: os chefes das FARC estão anos-luz de alcançar essa lucidez, essa altura moral, essa nobreza de espírito indispensável para que eles possam se reconciliar verdadeiramente com o país que martirizaram durante mais de 60 anos, para entrar, realmente, em um novo começo.

A noção de arrependimento é central em tudo isto. É a lição mais profunda deixada por Nelson Mandela e Frederik de Klerk. Se essa noção é descartada, como foi até agora na Colômbia, é impossível chegar a algo sério em matéria “pós-conflito”. Jamais haverá um “pós-conflito” na Colômbia sem esse elemento. Um compromisso de arrependimento sincero do agressor deve chegar de alguma maneira.

O politicamente correto foi uma invenção marxista com o fim de destruir a sociedade ocidental desde dentro... E na Rússia não há qualquer vestígio de politicamente correto! A razão para isso é que os marxistas não precisam solapar a sociedade russa desde dentro, pois ela já é marxista.
Konstantin Preobrazhensky, “Como o Ocidente foi enganado por Vladimir Putin”


Para entender o que se passa na Ucrânia, é proveitoso ter em conta o baú russo de truques estratégicos e políticos. É nossa incapacidade de entender esses truques que nos levou a avaliar erroneamente as jogadas e as intenções russas. Falando só aqui entre nós, é o caso de perguntar se nosso atual método de ameaça de sanções econômicas é algo solidamente realista, dado que temos em nosso meio tanto agentes quanto amigos russos. Afinal de contas, há algo estranho em um sistema econômico vulnerável como o nosso perseguindo um Estado (Rússia) que tem um longo histórico semi-autárquico.

Encontro eurasiano e antissemita em São Paulo
Leiam o que vai acontecer em SP entre os dias 10 e 12 deste mês, no ofício de Marcelo Itagiba:


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Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2014

Exmo. Diretor Geral do Departamento de Policia Federal

Este mês, nos dias 10, 11 e 12, na cidade de São Paulo/SP, acontecerá um chamado Encontro Nacional Evoliano. Tal encontro pretende discutir assuntos contrários aos princípios da nossa Constituição Federal e das leis brasileiras., com a difusão de idéias de cunho racista.

Ameaças de morte, apedrejamento de sua residência, perseguição, terror – tudo o que não se faz nem aos piores assassinos, se fez com a referida torcedora.


Um dos textos mais conhecidos do evangelho cristão é aquele em que Jesus se dirige a uma turma prestes a apedrejar uma prostituta, e lhes diz: quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. A lição, que deveria ser óbvia, é a de que somos todos imperfeitos, e portanto incapazes de fazer julgamentos sobre os outros. A narrativa bíblica confirma que os envolvidos no episódio captaram a mensagem, já que se retiraram um a um, deixando a cena do quase-linchamento.

O episódio envolvendo a torcedora gremista, Patrícia, e o goleiro do Santos, Aranha, é a prova de que nossa sociedade está profundamente adoecida. Não seria correto defender a atitude da torcedora, já que ela estava errada. Houve o xingamento, o xingamento foi racista, e a coisa toda foi gravada. Mas a sequência de fatos deflagrados por esse acontecimento pontual tomou proporções irracionais e absurdas, envolvendo desde pessoas comuns até entidades como o STJD, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

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Bombardeiro russo Tupolev.

A força aérea japonesa obrigou dois bombardeiros estratégicos russos Tupolev Tu-95 a se afastarem do espaço aéreo nipônico, do qual tinham se aproximado imprudentemente, informou o Ministério de Defesa de Tóquio, citado pela agência “RIA-NOVOSTI” de Moscou.

Após se aproximarem da ilha de Okinawa, sede da maior base americana no Oriente, os bombardeiros russos foram bordejando o arquipélago japonês.