Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O recente atentado a Pradera, Valle, em 16 de janeiro deste ano, é uma mostra da fria e selvagem crueldade dos terroristas a quem o governo do camarada Santos indultará.

Essa vagabundagem que cozinham em Havana e na Casa de Nariño deve acabar.

 

Chegou a Periodismo sin Fronteras um áudio onde se ouve claramente Iván Márquez dar a ordem de pôr a bomba e detoná-la utilizando um telefone. A conversação é de 14 de janeiro e mostra perfeitamente que não existe vontade de paz desses delinqüentes e nos alerta sobre o terrível perigo que significa votar na fórmula Santos-Vargas Lleras, para continuar com o infame propósito de converter terroristas em pais da pátria.

As pessoas já não sabem quem são mais mentirosos na mesa de diálogos de Havana: se os delegados do governo colombiano ou os terroristas das FARC. Enquanto o governo e seus delegados mintam ao país sobre o que lhes estão cedendo aos bandidos das FARC, a custa da vida dos colombianos, os narco-terroristas das FARC assassinam colombianos inermes e têm a senvergonhice de negá-lo, mostrando assim seu desprezo pela morte dos que dizem defender.

Comentário de Julio Severo:
Venho alertando sobre a Conferência “Christ at the Checkpoint” (Cristo no Posto de Controle) desde o ano passado. E agora o próprio governo de Israel oficialmente avisa que os evangélicos precisam evitar essa conferência dominada por líderes evangélicos esquerdistas que apoiam a Teologia da Libertação Palestina. No ano passado, denunciei que o presidente dessa conferência esteve no Brasil. Para ver quem no Brasil se envolveu com ele, leia “Mensageiros palestinos”: Como Cristo e os cristãos são usados para promover a causa palestina e Ativista anti-Israel faz palestra em Portas Abertas do Brasil. Eis agora o artigo do jornal israelense Israel Today com o importante aviso do governo de Israel:


O Ministério das Relações Exteriores (MRE) de Israel distribuiu um comunicado de última hora recomendando que os cristãos se mantenham afastados da Conferência “Christ at the Checkpoint” (CatC) que começa amanhã (segunda-feira) na cidade de Belém ocupada pelos palestinos. O comunicado, que veio em resposta a uma investigação do jornal Israel Today, considera a conferência CatC como uma grave ameaça de longo prazo para a segurança de Israel.


Audácia e inconsciência: eis tudo o que um idiota necessita para ter sucesso.


Os ataques que Olavo de Carvalho tem sofrido nas últimas semanas mostram uma virulência e até uma sofisticação que não se tinham visto em anteriores ofensivas esquerdistas contra o filósofo. Desta vez a investida veio do movimento eurasiano, mas é evidente que o trabalho sujo teria de ficar a cargo de figuras menores, como Carlos Velasco. Apesar da sua relativa insignificância, as informações a respeito do Sr. Velasco podem elucidar sobre os processos de recrutamento do eurasianismo e sobre como se dá a corrupção interior dos novos militantes.

Contrastes
Em 2011 realizou-se um debate entre o filósofo Olavo de Carvalho e o professor Aleksandr Dugin a propósito dos Estados Unidos e a Nova Ordem Mundial, em que este último saiu visivelmente humilhado e de mau humor [1]. Alguns alunos do filósofo chegaram a temer pela vida do seu professor, dada a sua postura tão destemida face a um oponente com uma retaguarda tão poderosa, leia-se “KGB” [2]. Um desses alunos foi Carlos Velasco, que em maio de 2011 informou-me da sua intenção, não concretizada, de escrever a Olavo de Carvalho (ambos éramos alunos do filósofo, tendo o Sr. Velasco recentemente deixado de o ser), para aconselhá-lo a uma postura mais moderada face a Aleksandr Dugin, de modo a não colocar em risco a própria vida. Entre outras coisas, disse-me:

Percebam os leitores que em todos os casos, a reverência, o apreço, a dedicação fluem para as pessoas concretas dos líderes políticos, membros do clube, e não para os respectivos povos.


Dize-me a quem admiras. E eu te direi que isso me basta. Muito tem sido escrito sobre as afeições do governo brasileiro no cenário internacional. Eu mesmo já escrevi sobre a carinhosa saudação de Lula na 10ª Reunião do Foro de São Paulo, em Havana, no ano de 2001: “Obrigado, Fidel, por vocês existirem!”. E não satisfeito com tão derretida manifestação de afeto, Lula arredondou o discurso com esta faiscante pérola: “Embora o seu rosto esteja marcado por rugas, Fidel, sua alma continua limpa porque você não traiu os interesses do seu povo”. Que coisa horrível! E note-se: é uma adoração coletiva. Interrogue qualquer membro do governo sobre violações de direitos humanos, prisões de dissidentes, restrições às liberdades individuais na ilha dos Castro. Verá que ele, imediatamente, passa a falar de ianques em Guantánamo. Essa afinidade entre nossos governantes e os líderes cubanos é carnal, como unha e dedo. Quando se separam, dói. Noutra perspectiva, parece, também, algo estreitamente familiar. Filial, como quem busca a bênção do veterano e sábio pai, fraternal na afinidade dos iguais, e crescentemente paternal, pelo apoio político, moral e financeiro à velhice dos dois rabugentos ditadores caribenhos. E haja dinheiro nosso para consertar o estrago que a dupla já leva mais de meio século produzindo.

“Sou testemunha de que o nosso Partido Democrata tem uma longa tradição de
 curvar-se a tiranos.”

 Para o desertor de mais alta patente da espionagem soviética, a fraqueza da resposta dos EUA aos atos de Putin representa um sério perigo.


Ion Mihai Pacepa: Ao ver como o presidente Barack Obama lida com Vladimir Putin pela invasão da Criméia e ameaças à Ucrânia me dá uma deprimente sensação de déjà vu.

Não me entenda mal. Respeito o presidente dos Estados Unidos, e desejo ajudá-lo. Cresci com a fotografia do presidente americano na parede da minha casa em Bucareste. Meu pai, que passou a maior parte da vida trabalhando para a General Motors na Romênia, amava os Estados Unidos, mas jamais pisou neste país. Para ele, os Estados Unidos eram apenas uma terra de sonhos, milhares de milhas distante. Ou seja, o presidente americano era o símbolo tangível do seu sonho. E para mim também. Tenho orgulho de que os Estados Unidos tenham alcançado a maturidade suficiente para eleger um presidente negro, e, idealmente, o primeiro presidente negro americano deveria ter um lugar de honra na história da política externa do nosso país. Mas, infelizmente, não é isso que estamos vendo.

Olavo de Carvalho comenta as calúnias de Carlos Velasco e Victor Fernandes. Também explica o eurasianismo, suas origens no nacional-bolchevismo, e da vergonha que impôs ao seu ideólogo maior, Aleksandr Dugin, que, como agente russo, pretende arrebanhar adeptos no Brasil, mas, já desqualificado por Olavo, o vê como seu principal obstáculo.

Olavo também conta fatos interessantes de sua vida e trajetória intelectual.





A democracia burguesa desespiritualizou o mundo, criando um deserto das almas onde ressoam, juntos ou separados, mas sempre poderosamente atraentes como vozes da salvação, os apelos da mentalidade revolucionária -- marxista, tradicionalista-fascista ou islâmica. Se não for possível cristianizar o capitalismo, o futuro será decidido por um desses três, ou pelos três juntos. O que é certo é que a "civilização laica" só existe para se destruir a si mesma.

* * *

Recebi de um aluno, cujo nome não vou divulgar por enquanto, as seguintes informações:

Desde que o prof. Olavo debateu com o Alexander Dugin, uma multidão de seguidores russófilos, na ânsia de estabelecer a Rossiya-Matushka, decidiram apoiar o esquema do Dugin. Ele visitou quatro universidades (inclusive a minha), dando palestras e vendendo livros. Comprei quatro exemplares e assisti uma palestra. A multidão de alunos eurasianos era algo surreal, de cinqüenta a cem, todos organizando os mínimos detalhes para o Uvazhayemyy Uchitel'. 

Qual a origem da expressão “pecado social”? Creio que é a própria teologia da libertação que cunhou a expressão.


Fui ouvir uma palestra sobre as epístolas paulinas e, lá pelas tantas, a palestrante falou de “pecado social”. E insistiu que a “sociedade” pode ser considerada pecadora. Na hora rebati, dizendo que o pecado é algo individual e que não é possível que uma sociedade faça penitência e se arrependa. Disse mais: sociedade é abstração, não é sujeito de nada.

Ao chegar à casa fui direto consultar o Catecismo da Igreja Católica. Respirei aliviado, pois lá o tal pecado social não está catalogado. A teologia da libertação ainda não conseguiu esse feito.

Desde a publicação do livro do delegado Romeu Tuma Jr. ninguém ignora que o assassinato de reputações, praticado com recursos do Estado e primores de sordidez que desafiam a imaginação humana, é o procedimento usual e normal da quadrilha comunopetista para lidar com aqueles que a incomodem.

Mas, no tempo em que o delegado começou a beber sua quota desse veneno, a poção só era servida a políticos, a altos funcionários ou a empresários dos quais se desejasse extorquir algum dinheiro.

Desde então a indústria da intriga progrediu muito. Sofreu ao mesmo tempo uma transformação e um upgrade, ampliando seu círculo de alvos e elevando-se a instrumento perfeito da censura total, do controle completo do fluxo de informações, uma espécie de Marco Civil avant-la-lettre.

medalhabandidoO Brasil é um país realmente atípico em muitas coisas. Sempre fomos considerados um povo extremamente simpático, povo do futebol, do carnaval e do samba e, para citar pelo menos uma característica pela qual realmente vale a pena ser elogiado, um povo empreendedor. Mas com o advento do governo petista temos visto muitas novas “jabuticabas” surgindo a cada dia, e uma que eu não poderia deixar de comentar diz respeito ao tratamento que nosso governo está dando a bandidos de todo tipo, numa atitude tipicamente esquerdista, como tudo o que esse governo faz, de “reescrever” o passado. Aliás, essa é a base do esquerdismo: minta sobre o futuro, e quando o futuro chegar, e com ele a sua realidade horrorosa, minta sobre o passado, apagando todos os rastros que possam levar ao verdadeiro culpado da desgraça atual, a própria esquerda.

A lista de bandidos tornados em heróis vai desde criminosos no campo das ideias, como Paulo Freire, até terroristas como Cesare Battisti e Marighella, passando por corruptos golpistas como José Genoíno. Segue abaixo uma breve lista com alguns casos de dar nojo a qualquer um que preze pela justiça e pela verdade.

Para os brasileiros, ainda não "caiu a ficha" de que o mundo está em uma corrida desenvolvimentista no qual o trabalho é visto como um fator de produção estratégico.

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O que trago na figura acima é um aviso postado por um dos maiores supermercados de Belém, que avisa não ser mais possível deslocar funcionários do estabelecimento para carregarem as compras de seus clientes até suas residências, devido a quê? À legislação trabalhista!


A entrevista abaixo foi concedida ao meu amigo Jarbas Aragão, do Gospel Prime, em novembro do ano passado, mas por algum motivo não foi publicada. Assim, tomei a liberdade de publicá-la aqui para vocês. 

Camila, o que é ser ativista cristão?
Eu não sei, Jarbas. O meu trabalho com o blog, no Facebook e, agora, na rádio VOX, são decorrências da minha vida junto à minha família. Eu me considero uma mulher cristã, uma esposa e uma mãe que compreendeu a sua vocação e que procura vivê-la ao máximo e da melhor maneira possível, pois é isso o que me faz feliz e que eu creio que Deus espera de mim. Se escrevo ou falo defendendo o homeschooling, o direito à vida e os valores tradicionais da cultura ocidental é porque amo e defendo aquilo em que acredito. Não se trata de uma "causa", mas de vida real e amor. Todo o resto é consequência disso.

Nesta semana, deparei-me com um artigo publicado num site eurasiano russo que procurava expor Olavo de Carvalho como agente provocador de uma guerra civil no Brasil. Seu autor, Carlos Velasco, é alguém que conheci pessoalmente e que recentemente começou a perseguir e detratar o filósofo brasileiro. Ao ler o artigo, vi que utilizou de correspondência minha que lhe enviei quando acreditava ser uma pessoa de confiança, no intento de mais uma de suas falhadas tentativas de expor o já mencionado professor.

O artigo em questão é confuso, tem muitas mentiras a serem desfeitas, e o Sr. Carlos Velasco já foi tão ridicularizado e desmoralizado, que vou expor do que tenho conhecimento de causa, pois ele usa de retórica para confundir o leitor e distorcer um e-mail que lhe enviei. Além disso, Carlos Velasco mente.

O Sr. Carlos Velasco refere:

aristotelesSe você freqüentou alguma dessas curiosas instituições que no Brasil se chamam “escolas”, com certeza aprendeu que na Renascença o pensamento moderno dissipou as trevas medievais, colocando a ciência no lugar de uma névoa de superstições e crendices, como a magia, a alquimia e a astrologia.

Se chegou à universidade, então, adquiriu a certeza absoluta de que foi isso o que aconteceu.

Pois é, aprendeu tudo errado.

O assalto moderno ao pensamento escolástico predominante na Idade Média começou justamente trazendo de volta as práticas mágicas que a escolástica havia expulsado dos domínios da alta cultura.

Os pioneiros da modernidade – Tommaso Campanella, Giordano Bruno, Pietro Pomponazzi, Lucilio Vanini, entre outros -- não só eram crentes devotos das artes mágicas, mas sua revolta contra a escolástica baseou-se essencialmente no desejo de colocá-las de novo no centro e no topo da concepção do mundo.

Os russos acreditam que o balanço do poder mudou a seu favor, e portanto podem agir impunemente.


“O intolerante e ciumento olho do Kremlin no final das contas pode apenas distinguir entre vassalos e inimigos. Se um país não desejar ser este, deve se reconciliar e tornar-se aquele”.

George F. Kennan

Comecei esta série de comentários dia 20 de janeiro com o artigo “Previsões para a Terceira Guerra Mundial”. Naquele primeiro texto, eu relatei como um conhecido grupo de astrólogos, xamãs e parapsicólogos russos previram o início da Terceira Guerra Mundial para março de 2014. E aqui estamos próximos ao início de uma séria crise que pode facilmente escalar para uma guerra mundial. Um leitor do meu blog recentemente observou: “Ou essa coisa escapou do controle de Moscou ou Moscou tem planos muito maiores no horizonte”.