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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Há 84 anos, em 12 de agosto de 1930, nascia em Budapeste Schwartz György, depois renomeado George Soros, o mais bem sucedido gestor de fundos multimercados da história.

 

A profecia de Fátima, "Os erros da Rússia se espalharão pelo mundo", faz cada vez mais sentido. Estou lendo Death Orders. The Vanguard of Modern Terrorism in Revolutionary Russia, de Anna Geifman (Praeger International, 2010), onde aprendo que o terrorismo foi de cabo a rabo uma invenção russa, que começou como um fenômeno local e hoje é um flagelo mundial.

A autora também desfaz a confusão alimentada pelos espertalhões que disseminam e pelos bobocas que repetem o lugar-comum: “O terrorista é um é, para o outro, um combatente pela liberdade.” O terrorismo, explica a Prof. Geifman, define-se por um traço inconfundível que o distingue da morte de civis causada acidentalmente em ataques a alvos militares: terrorismo é ato de violência premeditadamente, deliberadamente calculado para espalhar o terror na população civil e, assim, fomentar a desordem social com vistas a determinados fins políticos. Nivelar, para distingui-los, o “terrorista” e o “combatente pela liberdade” é uma confusão de gêneros. Disseminada pela malícia ou pela ignorância, obscurece o fato de que o terrorismo é uma tática de combate e não o motivo ideológico do combate.


Para fazer bonito diante do Ministério Público, Judiciário, OAB e universidades, o governo goiano aplicou cegamente a política esquerdista de transformação dos bandidos em vítimas da sociedade — o que contribui para o aumento da criminalidade no Estado.


Os assassinatos de mulheres em Goiânia, que ganharam manchetes em todo o País, não podem ficar confinados entre o sensacionalismo de parte da imprensa e o oportunismo da maioria dos políticos. Ainda que fique comprovado que foram praticados por um psicopata, esses crimes desnudam o grave problema da segurança pública no Brasil, que deveria pautar a campanha de todos os candidatos a presidente da República. Infelizmente, não é o que está ocorrendo. Em Goiás, a exemplo do que acontece também em São Paulo, a criminalidade é politizada pela esquerda, que, estando fora do poder nesses Estados, tende a atribuir aos governos locais – ambos tucanos – a responsabilidade pelo crescimento da violência.

A Lei Islâmica exige muito dos muçulmanos, qual o sucesso deles em atingir esses preceitos?

Scheherazade S. Rehman e Hossein Askari da Universidade de Georgetown oferecem uma resposta em um artigo publicado em 2010, "

O Quão Islâmicos são os Países Islâmicos?" Nele são listados os ensinamentos islâmicos, calculadas as maneiras como esses ensinamentos são aplicados em 208 países e territórios. Eles postulam quatro índices distintos (economia, lei e governança, direitos humanos e políticos, relações internacionais), feito isso, são organizados em um único índice geral, que eles chamam de IslamicityIndex.

EI2 significa IslamicityIndex Econômico; LGI2 IslamicityIndex de Lei e Governança; HPI2 IslamicityIndex de direitos humanos e políticos e IRI2IslamicityIndex de Relações Internacionais. Juntos formam o IslamicityIndex (I2).

Isso pode causar certa surpresa, os dez primeiros países da lista do Islamicity são, começando pelo topo da lista, Nova Zelândia, Luxemburgo, Irlanda, Islândia, Finlândia, Dinamarca, Canadá, Reino Unido, Austrália e Holanda. Os últimos dez são Maiote, Cisjordânia e Gaza, Somália, Ilha de Man, Eritréia, Sudão, Ilhas do Canal, Iraque, República Federal dos Comoros e Angola. Visto de outra maneira, nenhum dos dez primeiros países "islâmicos" possui maioria muçulmana, mas em sete dos últimos dez, metade ou mais da população é muçulmana.


Olavo de Carvalho: “Só por alguma notável exceção devem as instituições velhas, estabilizadas pelo tempo, ser abolidas por lei. Em geral é melhor humanizá-las, aperfeiçoá-las e transmutá-las até que se tornem melhores do que qualquer alternativa reformista ou revolucionária.”

“Hoje em dia as pessoas todo mundo quer espiritualidade, grandes idéias, mas não quer a presença de Deus.”
 

 

O processo de desconstrução, demolição ou implosão da ordem social envolve a derrubada de seus pilares. Entre eles, a instituição familiar, a disciplina, o respeito à lei, a religiosidade, e o direito de propriedade.


Mudanças sociais importantes se fazem por reforma ou por revolução? Tem-se aí pano para muita manga e a sobra ainda dá um colete razoável. No final do século 19 estabeleceu-se um debate acerca dos caminhos para alcançar a nova ordem social, política e econômica almejada pelos comunistas. Alguns autores passaram a defender que os avanços nessa direção se fizessem através da luta sindical e das cooperativas. Eram os reformistas. Rosa de Luxemburgo postou-se contra eles. Em 1900 publicou "Reforma ou Revolução?", condenando o reformismo e afirmando, entre outras coisas, que os sindicatos ocupam-se com lutar por melhores salários, sendo, portanto, órgãos de defesa do proletariado, mas não de ataque ao capitalismo. Enfim, segundo Rosa, reformar serviria à conveniência do capital e só a revolução seria libertadora.

O que o New York Times e outros meios noticiosos importantes parecem decididos a esconder de seus leitores, é que seus fotógrafos e jornalistas têm dificuldade para ir e vir livremente nessa zona de combate.


Se alguma vez você se perguntou por quê a cobertura fotográfica do
 New York Times em Gaza mostrou quase que exclusivamente crianças palestinas mortas e sangrando no hospital de Shifa e muito poucos homens armados do Hamas, ou do lançamento de mísseis contra Israel desde uma escola ou de uma mesquita para ilustrar a narração do que ocorre lá, o referido jornal tem uma resposta surpreendente: Tyler Hicks, o fotógrafo ganhador do prêmio Pulitzer, faz um trabalho medíocre.

Para toda pessoa que sabe algo de foto-reportagem, a resposta do New York Times suscita algumas perguntas muito sérias sobre a saúde mental das pessoas que fazem este periódico, assim como sobre a lealdade desse jornal a respeito de um dos maiores fotógrafos de sua época, que põe sua vida em perigo diariamente pelo New York Times nos pontos quentes do globo e nas zonas de conflito.

Procure conferir as manchetes dos jornais de hoje: quase invariavelmente estará em destaque uma notícia que envolva um caso de corrupção. Procure também conversar sobre a situação atual do País com as pessoas de seu convívio: quase certamente ouvirá exclamações indignadas do quanto a corrupção é a principal causa dos problemas do Brasil. Exemplo caricato dessa mentalidade pôde ser visto em variações extremas durante a Copa do Mundo: logo antes e até o início do evento, surgiram diversas teorias a respeito da “compra” da Copa pelo Brasil. Após as goleadas sofridas nos dois últimos jogos, o raciocínio previsivelmente se inverteu: o Brasil não teria “comprado”, mas “vendido” a Copa!

Não parecer haver dúvidas para o brasileiro médio de que o Brasil se tornaria um paraíso escandinavo se não houvesse o nível endêmico de corrupção que encontramos aqui. O discurso tem previsivelmente a seguinte estrutura: “se os políticos não roubassem tanto, teríamos uma das melhores educações do mundo” (onde se lê educação, leia-se também saúde, transporte, saneamento básico e qualquer outro serviço com o qual a pessoa esteja insatisfeita).

Um cristão marxista faz tanto sentido quanto uma luz escura em um quadrado redondo. É mais que um paradoxo, é um absurdo. No entanto, em nossa era relativista, onde se busca conciliar o inconciliável, minha afirmação é que parece absurda. Mas não é. É a pura verdade.

Os que se espantam com essa afirmação provavelmente desconhecem não apenas a história do marxismo. Ignoram completamente seus próprios fundamentos, sua real natureza. Se os conhecessem com certeza saberiam que cristianismo e marxismo são tão incompatíveis quanto a luz e as trevas.

Um tempo atrás a incompatibilidade entre ambos era óbvia e este artigo seria desnecessário. Muitos ficariam chocados ao ver cristãos verdadeiros debruçados sobre textos de pensadores marxistas e tentando absorvê-los. Depois da queda do Muro de Berlim alguns acreditam que o marxismo se tornou inofensivo, como se o veneno não fosse mais mortífero somente porque um frasco se quebrou.

Escrevo de teimoso, portanto: a persistência da pobreza que o governo se recusa a reconhecer têm como causa esse 
crescente avanço do Estado sobre a economia nacional.


A cartilha manda repetir sempre as mesmas coisas, ainda que não resistam a uma acareação com os fatos, porque a repetição se impõe à razão e acaba sendo mais convincente do que eles. Não importa que o realejo cause lesão por esforço repetitivo. O resultado compensa.

Assim, ao longo dos anos, nossos ouvidos enrouqueceram de escutar que o país vivia sob um sistema econômico iníquo, que gerava aberrantes desníveis de renda e concentração de riqueza. Tão repetida cantoria acabou por convencer cautos e incautos de que somente uma guinada para a esquerda poderia nos conduzir ao éden da igualdade, da justiça e da prosperidade geral. Gradualmente, então, foi se abrindo a porta para o socialismo, apesar de os fatos, pela janela, berrarem que isso é uma loucura e que tal sistema não consegue apresentar um único caso de prosperidade e democracia. Têm razão os fatos: o anunciado socialismo, sempre, excetuadas suas elites, igualou a todos na pobreza, e só ao Estado concedeu liberdades. Mas isso quase ninguém diz e é nesse caminho que estamos sendo lenta e docilmente conduzidos.

Por mais de um século, os cristãos sionistas têm sido firmes em seu apoio a uma pátria judaica. Surgindo desse movimento, os evangélicos têm servido como base do sionismo cristão devido a uma série de razões teológicas, morais e políticas. Ao mesmo tempo, há um movimento crescente de grupos de linha protestante (presbiteriana, luterana, metodista, etc.) que criticam Israel.

Com o apoio de grupos palestinos anti-Israel e organizações não-governamentais financiadas por filantropos esquerdistas, como George Soros, alguns estão tentando convencer os evangélicos a deixarem de apoiar Israel. Poderão Israel e a comunidade judaica contar com o apoio evangélico, ou será que os evangélicos seguirão o caminho dos grupos de linha protestante (presbiteriana, luterana, metodista, etc.) em sua crítica crescente ao Estado judeu?

“Sempre houve uma tendência de antissionismo em algumas partes da comunidade evangélica. Ele sempre esteve lá, mas era uma força inexpressiva,” disse Dexter Van Zile, analista de mídia cristã para o Comitê de Precisão das Reportagens do Oriente Médio nos EUA (CAMERA).


A tentativa do governo do PT de intimidar Romeu Tuma Jr., por meio de uma ação constrangedora e truculenta realizada pela Polícia Federal, é mais um fato a confirmar a denúncia do próprio Tuma Jr. feita em seu livro, ‘Assassinato de Reputações’: já está em pleno funcionamento um estado policial petista, no qual a lei e o direito são desprezados e os inimigos do PT são perseguidos da maneira mais vil e vergonhosa.



www.videversus.com.br
www.radiovox.org 

 
 

abdw

O simples uso das palavras nada significa se você não sabe o significado delas.
Carl Jung

Na controvérsia envolvendo o livro American Betrayal, fui remisso em um aspecto: não escrevi uma resenha apropriada do livro. Em vez disso, escrevi duas versões de uma resenha que foram rejeitadas por editores. Estou grato por isso, pois não havia verdadeiramente investido o tempo necessário para fazer o serviço direito. Eu não havia apreciado devidamente o impacto da campanha contra a obra ou o quão efetiva a campanha foi. Aos que ainda não leram o livro, ele trata da infiltração comunista no governo americano e a influência que a política americana sofreu durante os anos críticos da Segunda Guerra Mundial e no período que se seguiu a ela. Os fatos revisitados no livro não são grandes novidades. O que é original é a maneira pela qual esses fatos são apresentados, isto é, de uma maneira que nos possibilita ver o cenário mais amplo de ação com muito mais clareza. Essa é a grande conquista de Diana West.

A mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática.


Meu artigo anterior suscitou uma pergunta interessante na área de comentários: Se há tanta gente nas altas esferas colaborando com o comunismo, como é que ele ainda não dominou o mundo?


A primeira e mais óbvia resposta é que “o comunismo” como regime, como sistema de propriedade, é uma coisa, e o “movimento comunista” enquanto rede de organizações é outra. O primeiro é totalmente inviável, mas por isso mesmo o segundo pode crescer indefinidamente sem jamais ser obrigado a realizá-lo, limitando-se, em vez disso, a colher os lucros do que vai roubando, usurpando, prostituindo e destruindo pelo caminho.


São duas faixas de realidade completamente distintas, que se mesclam numa confusão desnorteante sob a denominação de “comunismo”.

Conforme se desenrola a ação terrestre israelense em Gaza, consequência dos ataques incessantes do Hamas, os mitos e falsidades da mídia sobre Gaza estão sendo reciclados com o acréscimo de algumas novidades.

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A seguir alguns dos mitos oriundos da cobertura e do passado:

MITO #1: É verdade que os palestinos de Gaza estão atacando Israel com o disparo indiscriminado de foguetes, mas que outra resposta eles poderiam dar ao asfixiante bloqueio de Israel?

Os líderes israelenses, a começar pelo Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu, imaginam que a maneira de proteger seus cidadãos é invadir Gaza e explodir seus túneis – e, caso civis e crianças de Gaza morram, trata-se de algo triste, porém inevitável. E alguns gazenses pensam que eles já estão numa prisão ao ar livre, sendo asfixiados sob o embargo israelense, e a única forma de alcançar alguma mudança é disparando foguetes – e se algumas crianças israelenses morrerem, isso também é ruim, mas 100 vezes mais crianças palestinas já estão sendo mortas. (Nicholas Kristof, New York Times, 20 de julho de 2014, Who's Right and Wrong in the Middle East?)