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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O Dr. Paul R. McHugh é um brilhante ex-psiquiatra-chefe do Johns Hopkins Hospital. Ele já escreveu mais de 125 artigos bem avaliados pelos colegas em revistas médicas, e publicou seis livros acadêmicos. Quando se trata das mudanças recentes do ex-atleta olímpico Bruce Jenner, ele tem coisas a dizer que deixará os esquerdistas furiosos.

Bráulio Pelegrini Escobar, motorista do Uber espancado por taxistas, em 26/11/15.
"O Uber achou que Porto Alegre era terra de ninguém. Não é!", disse Fortunati.
Nisso o prefeito tem razão: Porto Alegre não é terra de ninguém; é terra de filhos da p...


Porto Alegre parece ser a menos gaúcha das cidades gaúchas. Parte dos habitantes desta paradoxal capital do Rio Grande sofre de um mal pouco recorrente no restante do estado: o mal da superficialidade sentimental, agravado por muita suscetibilidade. Analisando certas reações, a impressão é de que se trata de uma minoria de porto-alegrenses; mas uma minoria influente, em certa medida organizada, com acesso a rotativas e microfones, ao ponto de determinar os rumos da cidade. Falo dos insuporto-alegrenses.

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Thomas Cole, 'The Course of Empire: Destruction', 1836.

Somente uma atitude será capaz de interromper esse caminho de autodestruição, e essa atitude é o retorno da Europa ao Cristianismo.


A Europa ainda parece um tanto atônita diante da carnificina perpetrada em Paris pelos terroristas do Estado Islâmico. A reação instantânea de muitos países ocidentais foi, de certa forma, algo natural e já esperado: a restrição de entrada de refugiados, operações policiais cinematográficas em seus próprios territórios, o aumento dos bombardeios a posições do Estado Islâmico na região do Levante, dentre outras.

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A pior parte é que esta é a versão de uma "escalada" de Obama. Ele poderia ter tirado os caminhões-tanques do ISIS há muito tempo, mas aí os motoristas teriam morrido. (Via J.E. Dyer)

"Em Al-Bukamal, destruímos 116 caminhões-tanque, o que acreditamos irá reduzir a capacidade do ISIL de transportar os seus produtos petrolíferos roubados", disse Warren. "Este é o nosso primeiro ataque contra caminhões-tanque, e para minimizar os riscos para os civis, realizamos um lançamento de folhetos antes do ataque. Fizemos uma demonstração de força. Fizemos as aeronaves essencialmente zumbir sobre os caminhões a baixa altitude."

Os panfletos, que caíram ao solo cerca de 45 minutos antes dos ataques, diziam simplesmente: "Saiam de seus caminhões agora, e fujam deles.  Aviso: Ataques aéreos estão vindo.  O caminhões-tanque serão destruídos.  Afastem-se de seus caminhões-tanque imediatamente. Não arrisque sua vida." 

1.   E agora, mídia chapa branca?

Os leitores certamente leram os debochados textos com que alguns colunistas procuraram identificar os defensores do impeachment não apenas com o presidente da Câmara, mas com o caráter do presidente da Câmara. Sim, não lhes falta coragem para tanto. A estratégia era a seguinte: "Você defende o impeachment? Então você é um safado como o Cunha".

O petismo e o dinheiro do governo promovem estratégias assim. Tentam apagar da memória das pessoas o fato de que a presidente tem apoio de apenas 7% dos brasileiros. Fazem de conta que o impeachment é "coisa do Cunha" e não uma exigência do povo brasileiro. Saltam por cima dos R$ 49 bilhões saqueados da Petrobras, e fingem calafrios éticos com os R$ 4 milhões do Cunha (um décimo de milésimo do montante roubado da Petrobras).

Os sonhos de Lula se chocam com as liberdades políticas básicas dos brasileiros e com a diversidade de pensamento existente na sociedade brasileira.


Em recente discurso, durante o 3º Congresso da Juventude do PT, Lula afirmou que o "ideal" seria que um único partido pudesse governar o Brasil todo: "O ideal de um partido é que ele pudesse ganhar a presidente, 27 governadores, 81 senadores e 513 deputados sem se aliar a ninguém". O "desejo ideológico" de Lula é transformar o PT em um pleno partido de Estado.

A fala do ex-presidente Lula não pode ser interpretada como um mero sonho pessoal de transformar o PT em um partido mais forte, capaz de conduzir os rumos da política nacional sem a necessidade de construir alianças. Não se trata também simplesmente de uma forma de dizer aos jovens petistas que a realidade política acaba por tornar necessária a articulação e ou a união com outros partidos para garantir a governabilidade. Trata-se de uma declaração que comunica aos petistas o ideal de conduzir o PT para além da hegemonia dos partidos de esquerda.


Se aplicarmos lei igual, deve-se tratar a França agora como os franceses e europeus tratam Israel. Isto seria:


1. Toda esta semana nos fazermos de idiotas com os atentados. Que não saia (a notícia) em nenhum jornal.

2. Quando a França responder, aí começaremos a falar. Mas a falar mal da França, não do ISIS.

3. Organizamos uma marcha contra a embaixada francesa pela desproporcionalidade em sua resposta. Cartazes com legendas “França imperialista”, “Fora franceses da França”, são de uso obrigatório.

O estrago já está feito.


O Governo Federal lançou a proposta de Base Nacional Comum Curricular, disponível no site do Ministério da Educação desde o último dia 16 de outubro, pelo seguinte link: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/documento/BNCC-APRESENTACAO.pdf. Esse documento, previsto na lei 13.005/2014, do Plano Nacional de Educação (PNE), visa estabelecer a base curricular que deverá ser cumprida por aproximadamente 190 mil escolas da educação básica, entre públicas e particulares, inclusive as confessionais.

Desde o seu lançamento, circula nas escolas para colher sugestões. Depois de colhidas as contribuições em ideias e feita a redação final, ele deverá ser avaliado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), até o mês de junho de 2016. Portanto, há tempo hábil para gestões que atendam aos interesses educacionais dos alunos e também de proteção deles e das suas famílias.

Quando digo que a lama é de todos nós é para que meditemos sobre o viés ambientalista que domina certos vingadores da mídia e do Ministério Público.


Não há como não ficar comovido com a tragédia provocada pelo rompimento da barragem que segurava a lama da mineradora de Mariana. A chegada da lama ao mar, escurecendo as águas, foi espetáculo catastrófico. A visão da fauna morta onde o rio de lama passou choca. Os mortos no vilarejo à jusante da barragem compuseram um cenário que em muito lembra as ruinas de Pompeia soterrada pelo Vesúvio.

Poderíamos aqui recuperar os versos desesperados de Zeca Pagodinho:

Que importa
Se há tanta lama nas ruas
E o céu é deserto e sem brilho de luar?

Fazer cultural, formação crítica e autonomia do ser, aplicados a Macaquinhos, valem por assinatura da jihad cultural vermelha que assola o país.


A atração da peça, por falta de coisa melhor a apresentar, é proporcionada pela nudez dos atores, dedicados a entreveros e diversidades... Eles giram pelo palco, se enroscam e desenroscam, se movimentam em círculos e chegam ao clímax: o círculo se fecha e os "atores", uns nos outros, metem o dedo exatamente lá onde você está pensando. E esse "lá" é o sentido de todas as cenas. A mais recente apresentação do dito espetáculo ocorreu na 17ª Mostra Sesc Cariri Culturas, em Juazeiro do Norte, no último dia 18.

O que a França e o resto da Europa vão começar a fazer desde agora vai se parecer muito ao que Israel faz em defesa de sua segurança.

Estes massacres, que estão apenas começando, são um aviso ao mundo e muito especialmente ao Fã-Clube de Gaza, anti-semitas de primeira hora, que continuam apoiando ideologicamente todas estas bestas.


Alá é o maior. Os terroristas gritavam isto enquanto fuzilavam, um por um, os espectadores do teatro “Bataclan” em Paris. Há quanto tempo vimos dizendo que a Europa é uma sementeira de terroristas muçulmanos, e que o que o mundo viu agora não é nada?

Quantas vezes dissemos que a França, particularmente, é um dos epicentros e que, como se fosse pouco, conta com a cumplicidade de sua população ensurdecida, pseudo-esquerdista, auto-denominados pacifistas?

Essas mulheres não eram consideradas úteis como escravas. Elas não seriam úteis para um jihadista buscando "adorar" a Allah por meio do estupro das não-islâmicas, autorizado pela doutrina islâmica. Então, foram assassinadas.


Esta é, infelizmente, uma conseqüência da visão islâmica sobre os não-muçulmanos e sobre as mulheres praticada pelo ISIS. Essas mulheres iazidis foram desafortunadas o suficiente para serem ambos. Elas também eram um pouco mais velhas. Então elas não tinham nenhuma utilidade para seus captores do ISIS e foram assassinadas.

Tufos de cabelos e fragmentos de ossos saiam grotescamente para fora da vala. Estima-se que quase 80 mulheres estejam enterradas nesta vala comum, com idade entre 40 e 80 anos de idade. Os corpos são de mulheres Yiazidis, assassinadas pelos açougueiros do Estado islâmico.

Como a História já nos provou à saciedade, a firmeza dos princípios e a beleza dos sentimentos apenas sobrevivem em ambientes minimamente seguros.
É óbvio que o mundo ocidental tem de reagir, dentro e fora das suas fronteiras.


Há datas memoráveis. Para o bem e para o mal. Bastam, aqui e agora, alguns exemplos, necessariamente breves e significativos: o Neolítico, cerca de 10 000 anos a.C., período durante o qual surge a agricultura, uma inovação humana extraordinária.

A queda de Roma, invadida pelos bárbaros. A invenção da máquina a vapor, por volta de 1712.

A Revolução Francesa de 1789, com os seus sonhos e pesadelos totalitários.

O filósofo Olavo de Carvalho disponibiliza ao público a aula 316 de seu Curso Online de Filosofia, ministrada no último sábado (14).

"Um dos fatores que asseguram a permanência no poder de um governo que tem o apoio de apenas 1% da população é o respaldo internacional."

"Sem um estudo desse fenômeno do globalismo nunca vamos entender o que está acontecendo no Brasil."

As forças dirigentes da política externa brasileira jamais expressaram às nações democráticas qualquer sentimento de proximidade e parceria semelhante ao que cultivam com as ditaduras comunistas e com os tiranetes da Ibero-América.


Deve estar bem presente na lembrança de todos a espantosa declaração da presidente Dilma na Assembleia da ONU, em 23 de setembro do ano passado, recomendando "diálogo, acordo e intermediação" para resolver o terrorismo do EI. Na véspera, os Estados Unidos haviam bombardeado posições dos terroristas e nossa mandatária lamentou "enormemente" a conduta. Perguntei então: como negociar com aqueles degenerados? Quem iria levar um papo com eles? A própria presidente? O Marco Aurélio Garcia? Nesse tipo de encontro, o negociador entra com o pescoço e o EI com a faca. O negociador com a mulher e o EI com o estuprador.

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