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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Stálin é a figura de louvor do PCdoB, o mais fiel e antigo aliado do PT
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Com a desculpa de celebrar um capítulo da vitória dos Aliados contra a Alemanha nazista, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) fez uma verdadeira homenagem ao genocida Josef Stálin, responsável pela morte de mais de 60 milhões de seres humanos.

O PCdoB publicou em seu site o editorial “Em 9 de maio, os 70 anos da gloriosa vitória de um ideal”, no qual confunde propositalmente a derrota dos nazistas com “a vitória do ideal comunista”, uma falsificação da História que lembra as profecias de Orwell:

“O 9 de maio representa a derrocada da ideologia mais reacionária, terrorista e criminosa que o capitalismo produziu, o nazi-fascismo[…] Marca também uma retumbante vitória dos povos da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e do movimento comunista internacional, indubitavelmente os principais protagonistas da luta antifascista.”


agAlan Gross não desfrutou de nenhuma das vantagens dos espiões cubanos nas prisões norte-americanas.


Há ao menos dois informativos que pretendem apresentar eventos ou situações difíceis de entender e aceitar. O mais conhecido é o “Acredite ou não” de Ripley, mas também há o micro radial “Nosso Insólito Universo”, no qual narram-se acontecimentos extraordinários, eventos misteriosos e estranhos, para os quais é difícil encontrar uma explicação.

Em qualquer destes exemplos caberia a decisão de Alan Gross de se somar aos que trabalham a favor das viagens a Cuba e procuram incrementar as relações comerciais entre os Estados Unidos e a ditadura insular, sem exigir do governo de Havana mudanças substanciais nas injustas leis que o conduziram à prisão, as mesmas que possibilitaram o fuzilamento de milhares de pessoas e o encarceramento de centenas de milhares.

Que o sr. Villa está doente, não se discute. A estreiteza do seu campo de visão é decididamente anormal. É um tipo de glaucoma intelectual.


Giambattista Vico ensinava que nada conhecemos tão bem quanto aquilo que nós mesmos inventamos. O sr. Marco Antonio Villa ilustra essa regra com perfeição. Após declarar, em artigo do Globo, que, “na política é indispensável, ao enfrentar um adversário, conhecê-lo” -- abertura triunfal que realiza às mil maravilhas o ideal literário do  Conselheiro Acácio –, ele inventa um PT à imagem e semelhança da sua própria estreiteza mental e o enfrenta até mesmo com certa bravura.

No seu entender, o PT nada tem de comunista. É apenas “um mix original que associa pitadas de caudilhismo, com resquícios da ideologia socialista no discurso — não na prática —, um partido centralizado e a velha desfaçatez tupiniquim no trato da coisa pública, tão brasileira como a caipirinha que seu líder tanto aprecia.”


A Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional (CCDHRN) informou nesta segunda-feira (4) que durante o passado mês de abril houve ao menos 338 detenções por motivos políticos. Embora a cifra seja inferior à registrada em março, apresenta graus superiores de violência policial, especialmente contra as “Damas de Branco”. “Ao longo do mês de abril identificamos 101 vítimas inocentes de outras formas de repressão política em Cuba, tais como agressões físicas, fustigamentos, ações vandálicas e ‘atos de repúdio’ como forma de intimidar os dissidentes pacíficos e aterrorizar ainda mais os cidadãos”, expressa o documento “Atos de Repressão Política” no mês de abril de 2015.

51 Damas de Branco e 38 ativistas [1] de diferentes movimentos opositores defensores de direitos humanos do país, estiveram detidos por mais de seis horas nas mãos da Segurança do Estado neste domingo 3 de maio em Havana, Cuba. Berta Soler, representante do movimento Damas de Branco, contou a PanAm Post que o grupo leva cinco domingos, desde o passado 5 de abril, manifestando na Missa dominical, na qual difundem imagens dos presos políticos, repartem mensagens em defesa dos direitos humanos e demandas contra o Governo cubano. Em razão destas manifestações pacíficas, Soler denunciou que a Polícia Nacional Revolucionária, em conjunto com o Ministério do Interior e os grupos de apoio vestidos de civil, detiveram, reprimiram, perseguiram e violentaram os que saíram para protestar.


A presidente Dilma Rousseff indigitou, há algumas semanas, o advogado e professor Luiz Edson Fachin para ocupar a vaga do Supremo Tribunal Federal aberta com a saída prematura do Ministro Joaquim Barbosa. Para ser aprovado, seu nome precisa ainda passar por sabatina no Senado.

Logo que foi conhecido, o nome de Fachin começou a enfrentar resistências de variadas índoles.

De acordo com opiniões, nos meios jurídico e político, Fachin está envolvido em episódios na sua carreira profissional – supostas irregularidades cometidas enquanto foi procurador do Estado do Paraná – que deitariam sombras sobre uma das exigências para o cargo de Ministro de Supremo Tribunal, a “ilibada reputação” (*). Motivo pelo qual sua sabatina já foi adiada duas vezes.

  É a quase impunidade assegurada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente que tem estimulado o uso de menores para a prática de muitos crimes.

 

(Procure no Google por "maioridade penal" e, em seguida, busque "imagens". Ali você verá centenas de exemplos da desonestidade intelectual que denuncio neste artigo.)  


"Reduzir a maioridade penal não vai acabar com a violência!", proclama o debatedor em tom veemente. Ninguém afirmou uma tolice dessas, mas o sujeito passa a detonar a frase que ele mesmo fez como se, assim, estivesse destruindo a tese da redução da maioridade penal. Um criminoso de 16 anos tem que ir para a cadeia por uma série de razões e "acabar com a violência" não é uma delas. Seja como for, essa é uma das bem conhecidas e nada honestas artimanhas empregadas em debates: atribuir à tese adversária argumentos que não foram empregados em seu favor, para dar a impressão de que ela é destruída quando tais argumentos são desmontados.


A Reforma Política da Coalizão encabeçada pela CNBB-OAB favorece o PT e seu projeto de poder totalitário exposto no Caderno de Teses e nas atas do Foro de São Paulo.


1 – O Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Coalizão encabeçada pela CNBB-OAB não foi objeto de deliberação na 53ª assembleia dos Bispos. Estamos falando do PL em si. O PL não foi nem discutido nem votado por todos os Bispos presentes na Assembléia. Não estamos nos referindo à NOTA do momento nacional que foi votada, e que faz apenas uma ligeira menção à “proposta da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, da qual a CNBB é signatária, se coloca nessa direção”, mas ao PL em si, que deveria ter sido analisado, com a devida contextualização e suas implicações, etc. O PL em si não foi deliberado.


O führer de Garanhuns e seus propagandistas goebbelianos precisam do ódio como fator de luta (segundo ensinou Che Guevara).


O que efetivamente mobilizou o nazismo contra os judeus não foram as destrambelhadas especulações biológicas que apenas favoreceram o trabalho sujo dos que executaram as políticas de extermínio. A causa principal foi o mito da "conspiração judaica", difundindo a ideia do poder econômico do povo judeu e a ele atribuindo a culpa pelos males nacionais. Ao longo da história, mobilizações nacionalistas sempre procuraram identificar um inimigo interno ou externo, direcionando-lhe as animosidades. No nazismo, à exemplo do comunismo, foi acionado este fermento revolucionário que excita os piores sentimentos: a falácia de que o outro, como indivíduo, raça ou classe seja, objetivamente, causador da pobreza do pobre.

A APP-Sindicato, na condição de braço do PT, NÃO LUTA pela educação e muito menos pela democracia, mas sim pelos interesses estratégicos do partido.

 
Não sou tucano, não tenho nenhum apreço especial pelo Sr. Beto Richa, não aprovo seus métodos para sanear a economia do Estado do Paraná e muito menos suas posturas pouco democráticas no trato de temas que afetam interesses específicos. Ademais, entendo que o PSDB, ressalvados posicionamentos pontuais de seus membros, é o colchão amortecedor das quedas do PT; é o cobertor que aquece os petistas quando eles estão com frio. Dito isso, farei um brevíssimo e insignificante comentário sobre a repercussão dos conflitos entre a Polícia Militar do Paraná e os professores e os "professores" da APP-Sindicato-PR.


A imprensa (por burrice ou malícia) e os intelectuais orgânicos (ligados direta e indiretamente ao PT) já marcaram posição no caso: foi um "massacre" contra os professores perpetrado pela força policial "fascista" do Governo TUCANO do Estado do Paraná. Sendo um massacre, só resta difundir a ideia de que o Paraná inteiro está de "LUTO" pela educação e, ora bolas, pelo "fim da democracia".


O massacre do Cauca apresenta-se depois da decisão de Santos, em março, de suspender os bombardeios aéreos das bases das FARC, como prêmio pela promessa que os guerrilheiros fizeram de um cessar fogo em dezembro.


A execução de 11 soldados colombianos antes do amanhecer de 15 de abril no estado do Cauca por parte das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), está se convertendo em um momento definidor para o presidente Juan Manuel Santos. O mandatário apostou sua presidência às negociações de paz com as FARC, porém as conversações, que agora se encontram em seu quarto ano, polarizaram um país que costumava estar unido contra os rebeldes.

Com o massacre no Cauca a divisão aprofundou-se e o ressentimento latente do público explodiu ante o que alguns vêem como a submissão de seu comandante-em-chefe à guerrilha. Dias depois dos assassinatos, em uma marcha em Bogotá para honrar os heróis militares, o presidente enfrentou uma onda de vaias.

Foi preciso que se instalasse a maior crise das últimas décadas para que a política econômica fosse modificada.


Ontem a Câmara de Deputados aprovou a Medida Provisória 665, que reduz benefícios trabalhistas e impõe arrocho contra os trabalhadores. A própria edição da Medida Provisória mostra a grande contradição que é intrínseca ao PT. De um lado, denuncia o “neoliberalismo” supostamente por esse ser contra os trabalhadores, fazendo discurso populista sobre temas econômicos complexos. Do outro, praticou uma medida saneadora necessária, pois que o modelo desenvolvimentista adotado pela presidente Dilma Rousseff esgotou-se em meio à mais grave crise econômica desde 1930. O princípio de realidade triunfou sobre o discurso populista. No último programa do PT Lula ainda vociferava suas palavras de ordem de 30 anos atrás, mas foram palavras ao vento, sem influir nas decisões tomadas.

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O autor, de maneira bastante competente e patriótica, não se eximiu de analisar como os esquerdistas brasileiros, que estão no poder desde a chamada reabertura democrática.


Em um artigo escrito há algum tempo, indiquei o livro Fascismo de esquerda, escrito por Jonah Goldberg, como forma de entender o funcionamento, a atuação e a mentalidade das esquerdas e como elas usam os poderes políticos, econômicos e culturais para se impor e se consolidar no poder. Realmente este é um livro incrível! No entanto, sendo um escritor americano, Goldberg analisa a história americana, dissecando as táticas esquerdistas nos Estados Unidos. Ainda assim, o que ele apresenta é muito instrutivo e ajuda, mesmo o leitor que não vive a realidade daquele país, a entender como agem e pensam os marxistas, em geral.

Mas antes que o leitor brasileiro creia estar abandonado e que para entender como se deu a formação esquerdista em seu próprio país precise acessar apenas documentos esparsos ou trechos espalhados em livros diversos, é bom que ele conheça uma obra publicada pela sempre relevante Biblioteca do Exército, chamada Cenas da Nova Ordem Mundial – uma visão do mundo como ele é, escrita pelo Gen. Sérgio Augusto de Avellar Coutinho.

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Confira a lista de indicações do MSM na Livraria Cultura, com os livros que nenhum leitor bem informado pode deixar de ler.
22625366O Imbecil Coletivo O Verdadeiro Che Guevara

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MST, agitadores profissionais ao estilo blackbloc, CUT, PT, PSTU e afins. Sem falar na imprensa local. Esquerdinha, caricata e desavergonhada. Então são estes os representantes dos professores nas manifestações no Paraná? Muito bem! Palmas! "Salve o bolivarianismo!" Enquanto isso, as instituições democráticas do Brasil pedem socorro.

Reivindicar educação, melhores condições e salários é uma questão que se distancia, e muito, de unir forças contra quem peleja contra a própria nação, uma vez que a militância vista nas fotos é sabidamente petista, totalitária. Defende quem está acabando com o país. No Brasil, nada mais funciona. Nem o Estado de Direito, nem a economia, nem os serviços públicos. Diante de tantos esquemas sórdidos, que vão da aliança espúria com a ditadura cubana e com as FARC no Foro de São Paulo, aos inúmeros e escabrosos casos de corrupção já denunciados, será que os senhores professores realmente não percebem que estão sendo usados como massa de manobra pelo bando que sucateou a educação e a economia nos últimos 13 anos? Lembro ainda que petistas e congêneres integram as hordas que promoveram a derrocada cultural do país pela tática gramsciana no último meio século.

O futuro do PT depende da CNBB
Completamente desmoralizado por causa dos escândalos vultuosos de corrupção, repudiado veementemente nas ruas, o Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguirá se reeleger em 2018. Nem uma eventual fraude nas urnas poderá salvá-los; ante uma eleição esmagadoramente desfavorável, uma “vitória” fraudada causaria um levante sem igual. Eles são conscientes disso.

A única alternativa que lhes resta é dar um Golpe de Estado, ou seja, suspender as instituições democráticas que caracterizam um Estado de Direito.

Para fazê-lo, porém, estão bastante desguarnecidos. Sem o favor do exército nacional e com uma militância de guerrilha insuficiente para tanto, um golpe lhes seria muito difícil e, além disso, viria em desencontro com a fachada democrática que falsamente exibem.

A saída para o impasse seria a Reforma Política, que consta de dois momentos: uma reforma eleitoral, e uma nova constituinte exclusiva e soberana. Em outras palavras, o sistema político brasileiro passaria por uma alteração completa.