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09 Abril 2013
Artigos -
Ambientalismo
Nas ruas, o fracking é objeto de pequenos protestos de grupos ecologistas agigantados pela mídia.
Um documentário aterrorizador apóia a campanha antiprogresso com imagens de alto impacto emotivo, mas de desconhecido fundamento científico.
A Espanha identificou recursos de gás de xisto suficientes para atender às suas necessidades energéticas durante 39 anos. Atualmente o país importa quase 99% do que consome, segundo informou o jornal madrilense “El País”.
Porém, esse gás só pode ser aproveitado utilizando-se a conhecida e rentável tecnologia moderna de fragmentação hidráulica ou fracking.
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09 Abril 2013
Artigos -
Aborto
Em alguns países da Comunidade Européia já não é mais possível formar-se em medicina, se o estudante recusar-se a praticar um aborto em seus últimos anos de graduação.
O aborto está amplamente legalizado no mundo desenvolvido e no continente asiático. Na Europa, na América do Norte, na Austrália e em países da Ásia. Com pouquíssimas exceções (onde se legalizou) o número de abortos tem aumentado a cada ano, especialmente após a sua aprovação, nos Estados Unidos. Em 20 anos, o aumento foi espantoso: 200 mil para mais de um milhão e meio por ano. O número de abortos também cresceu a cada ano, sem nenhuma diminuição até hoje na Espanha, Inglaterra, Canadá, África do Sul, Nova Zelândia, Austrália, Índia, Rússia, Cuba e muitos outros. Com isso cresce gradativamente a banalização da vida, em todos os aspectos. O aborto, que era antes um crime, passou a ser propositalmente propagandeado, primeiro como um problema de saúde pública, depois como um direito das mulheres, considerado não mais como um mal menor que a sociedade tolera por uma questão de saúde pública, mas explicitamente um novo direito humano, o direito de matar, por qualquer motivo, o próprio filho não nascido.
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08 Abril 2013
Media Watch -
Outros
Não é segredo o protagonismo da Rede Globo em prol da ditadura gayzista, malgrado ter elaborado um rol de princípios editoriais com a pretensão de conferir a si própria uma reputação de respeitabilidade, como exaustivamente tenho denunciado.
Desta vez, contudo, o maniqueísmo empregado ao que chama de jornalismo o invalida completamente sob tal rótulo, por mais elástica que possa ter tal definição: trata-se tão somente de propaganda ideológica pura e simples, já sem pejo de camuflar-se: refiro-me à matéria "Criança transexual é proibida de usar banheiro feminino em escola nos EUA".
Começando pelo modo como os apresentadores anunciaram de forma eloquente a matéria: "Nos Estados Unidos, a família de uma criança de apenas seis anos está brigando na Justiça com a escola pelo direito de ela usar o banheiro!".









Digamos, por motivos de pura ironia, que seu nome seja Christian, uma vez que se mostrou tão irritado — em outra conversa velha de um ano, e que agora não vem ao caso — ao tratar das “desprezíveis” raízes cristãs (the christian roots) do Ocidente. Christian, um diretor de cinema brasileiro, basicamente de curtas-metragens, me foi apresentando como sendo curador de uma relevante mostra de cinema do Rio de Janeiro. “Não se preocupe”, me disse, “pelo que ouvi falar a respeito do seu filme, com certeza irei gostar muito”. Eu não estava preocupado, mas quis saber o que ele ouvira. “Ué, bróder, me disseram que seu curta é uma porrada no estômago. Fiquei curioso. Se eu curtir, ele poderá ser selecionado pro meu festival.” Corria o ano de 2007, ano em que eu rodara meu filme Espelho, a suposta “porrada no estômago”, e, naquele momento, estávamos na festa de encerramento de mais uma edição da Goiânia Mostra Curtas, taças de vinho à mão, enquanto, ao nosso lado, uma fila se formava para o bufê que já começara a ser servido. Era noite e o pátio da Secretaria de Cultura estava abarrotado de cineastas, atores, políticos, empresários e culturetes em geral, todos muito satisfeitos em participar de um evento do gênero. Era como se uma atmosfera cosmopolitana tivesse subitamente descido sobre a cidade. Nada como testemunhar que o cinema goiano, em particular, e o brasileiro, em geral, parecia ter finalmente tomado impulso — muito embora não se soubesse exatamente em qual direção...