Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Agora que a poeira baixou, posso voltar ao assunto. Se visse aquele rapaz amarrado no poste com uma tranca de bicicleta, provavelmente eu o ajudaria. Daria a ele um pouco de água e ficaríamos conversando em voz baixa até a chegada da polícia. Qual o seu nome, rapaz? Quantos anos tem? Por que estava assaltando? Acredita em Deus? Ouviu falar em Jesus Cristo? Já olhou para o mar? Talvez rezássemos.

E não faria nada disso porque sou bonzinho. Sei que não passo de um pecador miserável. Conversaria com o rapaz só porque não consigo agir de outra maneira; porque meu pai me ensinou assim. Não posso ver ninguém sofrendo sem me lembrar de algo que aconteceu há muito tempo.

As ambições de Putin vão muito além da Ucrânia.


Na medida em que o regime de Putin invade a Ucrânia, tornou-se evidente que uma nova força para o mal emergiu em Moscou. É essencial que os americanos se tornem conscientes da natureza da ameaça.

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Bandeira do partido nacional-bolchevique e a estátua de Lênin.

Putin é descrito às vezes com um revanchista, procurando recriar a União Soviética. Isto é uma simplificação útil, mas não é realmente exata. Putin e muitos da sua gangue podem ter sido comunistas em algum momento, mas eles não o são mais, hoje em dia. Em vez disso, eles adotaram uma nova ideologia política totalitária conhecida como “Eurasianismo”.

As raízes da eurasianismo remontam à interação de emigrantes czaristas com pensadores fascistas nas entre-guerras França e Alemanha. Porém, nos últimos anos, o seu expoente principal tem sido o muito notório e produtivo teórico político Aleksandr Dugin.


huberMorreu em 28 de fevereiro, em Miami, aos 95 anos, Huber Matos Benítez, revolucionário cubano de 1959. Ele foi o primeiro a passar pelo infindável martírio que a adesão de Fidel ao marxismo-leninismo, posterior à sua malfadada revolução, impõe ao povo de Cuba. Presto minha homenagem a esse valente cidadão, verdadeiro herói, com todos os méritos e dores inerentes a tão qualificador substantivo. Em reverência a ele transcrevo um trecho do meu livro "Cuba, a Tragédia da Utopia".

***

São vários os casos emblemáticos na caminhada de Fidel sobre cadáveres rumo ao poder absoluto, sempre secundado pelo mano Raul. Um deles é o do comandante Hubert Matos. Na hierarquia revolucionária não havia coronéis nem generais. O posto máximo era o de comandante. Huber Matos entrou em Sierra Maestra e em combates que se seguiram, após intermediar uma operação considerada decisiva para a vitória de Fidel: o fornecimento de armas e munições, em meados de 1958, para a arremetida final contra o exército de Batista. Ganhando o posto de comandante e contando com a confiança de Fidel, passou a divergir dele quando percebeu o alinhamento comunista de seu líder. Ele relata sua amarga experiência no livro "Como llegó la noche".

As transcrições estão aí. Verdade aterradora ou desinformação cubana plantada de propósito? Que os Castro são frios o bastante para mandar matar mesmo o melhor amigo se este começar a atrapalhar seus planos, não é novidade.


Recebi há pouco um vídeo de “Anonymous Venezuela” onde, ao que tudo indica, os hackers dessa organização invadiram o site do PSUV e entraram na conta de Diosdado Cabello, pois é assim que o vídeo começa. Digo “ao que tudo indica” porque não confio 100% nesse grupo, pelo menos nos do Brasil, que já demonstrou muita “informação” plantada e que depois mostrou-se ser falsa. Entretanto, considerando o teor do que é dito, que está em absoluta consonância com a praxis cubana e chavista, resolvi transcrever todas as mensagens apresentadas no vídeo e publico-as aqui já traduzidas.

 

O original pode ser visto através do próprio vídeo que é apenas um “passeio” pela conta de Cabello, onde as mensagens enviadas a ele vão sendo apresentadas, uma a uma. As pessoas que se dirigem a ele falam como se ao verdadeiro chefe e não assinam, exceto uma mulher chamada “Delcy Rodríguez”.


No dia 20 de fevereiro, data marcada em que recebi ameaça de que se eu não parasse de denunciar o esquerdismo de Ariovaldo Ramos, dados e endereços de minha família seriam difundidos pela internet, Danilo Fernandes, dono do Genizah, e o novo chanceler do Mackenzie, Rev. Davi Charles Gomes, apareceram juntos em foto amistosa e sugestiva.

A foto também traz Uziel Santana, presidente da ANAJURE.

Uziel Santana, Danilo Fernandes e Davi Charles Gomes


Para quem já sabe que o dono do tabloide sensacionalista é um promotor de Ariovaldo e sua teologia ideológica, não houve novidade. Para quem também sabe que Ariovaldo e sua teologia ideológica nunca teve portas fechadas no Mackenzie, nenhuma novidade. Aliás, o “principal evento de juventude cristã no Brasil,” realizado em novembro de 2013 no Mackenzie, trouxe a nata da liderança esquerdista evangélica brasileira. O principal preletor foi Ariovaldo. O patrocinador foi o Genizah.

A gangue de motociclistas agressivamente patrióticos é um ponto chave do poder russo em sua forma branda dentro das antigas repúblicas soviéticas.


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Alexander Zaldostanov, apelidado de “o cirurgião”, líder de um grupo de motoqueiros russos chamado Night Wolves - Lobos Noturnos -, comparece a uma reunião de ativistas que defendem a Rússia levantando a bandeira nacional, na frente do prédio do parlamento em Simferopol, na Criméia.

Os Lobos Noturnos são o maior clube de motociclistas da Rússia, com mais de 5 mil membros. Agressivamente patrióticos, eles acreditam que “onde quer que os Lobos Noturnos estejam, esse local deve ser considerado parte da Rússia”. Nesse sábado, os Lobos Noturnos organizaram uma enorme caravana desde o nordeste da Ucrânia, através das regiões de língua russa no leste, até a Criméia. Eles tinham como objetivo distribuir suprimentos para as forças milicianas favoráveis a Rússia nessas regiões. Um membro da célula local do grupo disse: “Não queremos que o que ocorreu em Kiev ocorra aqui. Nazistas e bandidos tomaram o poder lá. Se tivermos que lutar, vamos lutar com tudo o que conseguirmos juntar a nossa disposição.”

A ilusão com um happy end é por ignorância de como funciona um partido revolucionário. Perceberam só agora que "tá tudo dominado" MESMO? Não é uma frase vã, é a pura verdade. Não existe Judiciário independente neste país há muito tempo. Nem Forças Armadas, nem nada!


Tão logo começou o chamado “julgamento do século” (putz!) em agosto de 2013, percebi que se tratava de um circo montado para enganar a classe supostamente letrada do país e escrevi um artigo, Panem et Circensis. Escrito em 3 de agosto, fui alvo de críticas por não dar crédito à “insuspeita” máxima instituição judiciária da Nação. Um verdadeiro delírio de vingança anti-petista totalmente baseado em wishful thinking tomou conta dos bem pensantes conservadores: "agora vai! O STF vai por na cadeia esta corja de petistas canalhas". Pensei: “esperem e verão”. Quando houve as condenações e vimos os mesmos sendo levados ao xilindró com a mão na velha saudação comunista, o delírio foi aos píncaros. E eu continuei pensando e dizendo para quem queria me fazer ver a realidade: “esperem e verão”. Quando se discutiram os embargos infringentes alguns começaram a duvidar, mas o delírio se impôs. Pensavam e diziam: "é claro que eles não vão aprovar". Eu esperava, acreditando que iam sim.

Ora, só faltavam dois votos para virar o jogo e o PT não iria perder esta. Deu no que deu. Agora não espero mais, grito com prazer sádico: EU NÃO DISSE?

Todos os que militaram na esquerda sabem o quanto Olavo está certo; sabem que tal contradição é reconhecida e exaltada, nas fileiras esquerdistas, com o descaramento típico dos que se consideram acima do bem e do mal – e, principalmente, acima de todos os seus semelhantes.


Passados quase vinte anos desde sua primeira edição, esgotado há pelo menos um triênio, O imbecil coletivo, de Olavo de Carvalho, continua a constranger e afrontar a intelligentsia esquerdista nacional, que se mostrou, até o momento, incapaz de realizar um debate à altura das proposições olavianas, preferindo encaramujar-se na mudez aparente, por meio da qual recusa o debate franco mas porta-se como velha alcoviteira.

Envolver seus oponentes num halo de silêncio e desprezo ou refutá-los utilizando argumentos ad hominem – nessas duas atitudes pusilânimes resume-se a estratégia da esquerda para derrotar aqueles que não rezam segundo o catecismo marxista-leninista. Veja-se, por exemplo, o tratamento ministrado a Gilberto Freyre durante décadas, o esquecimento a que se condenou Álvaro Lins (depois de abandonar o catolicismo, tornou-se marxista, mas nunca se submeteu a ditames partidários) e as críticas que Wilson Martins recebeu depois de morto, como a de Flora Süssekind, que propôs “matar mais uma vez” o crítico literário.[1] Em todos esses casos, contudo, as estratégias esquerdistas funcionaram apenas temporariamente: o reconhecimento de Freyre não pára de crescer; Lins volta a ser, gradualmente, estudado pelos jovens; e os sete volumes de A história da inteligência brasileira, de Martins, receberam nova edição, revista e atualizada, pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. Veritas filia temporis, non auctoritatis [2] diziam, com razão, os antigos.

Diante desse cenário é importante levar em conta que a eleição do dia 5 de outubro não será como outras quaisquer.
Nosso país estará decidindo se quer ser uma republiqueta bolivariana ou uma nação respeitável, alinhada com as democracias do planeta.


Completou-se, na manhã de quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014, mais uma página na história da construção da hegemonia petista. Ela desenha para o Brasil um estado totalitário, à margem da democracia constitucional. Confirmou-se a formação de uma bancada governista dentro do Supremo Tribunal Federal, situação que passamos a partilhar com os países do eixo bolivariano que, há mais tempo, abandonaram o princípio da independência dos poderes. O STF, apesar de todos os seus pesares, ainda era um último recurso contra o arbítrio. Varreu-se, agora, a linha divisória que nos separava do mundo das trevas onde reina, todo poderoso, o partido que hegemonizou a política nacional. Cerrou-se a porta onde poderíamos bater para conter o braço longo do Estado em suas ingerências na vida privada e o uso abusivo do aparelho estatal. O petismo, que governa a República, que chefia e partidariza o Estado, que mantém a soldo a maioria parlamentar, capturou também o STF para seu aprisco.

Por conta da habilidade da KGB de se infiltrar nos movimentos que faziam oposição a Moscou, todas as revoluções ou mudanças políticas no extinto bloco soviético são enigmáticas. Nunca podemos estar certos sobre quem de fato ganhou até sabermos – após um longo tempo – em quais mãos está o poder.


Na última semana Tennent “Pete” Bagley faleceu. Ele foi uma pessoa importante na história da CIA, especialmente no que diz respeito ao deslindamento da inteligência americana que teve início nos anos 1960 – deslinde esse que nos traz à presente crise que está se desenvolvendo em Kiev e Washington. Nos dias atuais, uma guerra estourou no leste europeu entre a “União Soviética oculta” – nome usado por Boris Chykulay – e o povo ucraniano. É uma guerra que atingiu sua massa crítica e suas ramificações vão longe.

Uma piada: O que aconteceu em Kiev já deve ter acontecido em Washington; mas no caso ucraniano eles aprenderam o segredo de uma contrarrevolução bem-sucedida após viverem décadas sob o domínio soviético. O socialismo americano – mesmo que a minha piada (acima) tenha um pouco de exagero –, assim como o socialismo soviético, é, não obstante, um sistema burocrático e corrupto em que os líderes do governo não prestam conta mesmo quando a propriedade privada e as liberdades individuais estão sob risco. Na Rússia, o sistema socialista tem um aspecto adicional: ele fez uso de um velha instituição czarista: a polícia secreta. A KGB da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas usaram dos métodos czaristas de controle de oposição e da rede de agentes secretos – muitos dos quais se passavam até mesmo por inimigos do governo.

A crise parece insustentável pois, por uma lado a resistência arrisca diariamente sua vida - desarmada - contra um repressão cada vez mais sofisticada, considerando a presença de cubanos enviados desde Havana para manter o poder de Maduro a qualquer preço, sua galinha dos ovos de ouro. 


Desde o dia 12 de fevereiro os estudantes venezuelanos estão nas ruas de todo o país protestando por mais segurança, pela deposição do ilegítimo e usurpador presidente Nicolas Maduro mas, sobretudo, pela expulsão das hordas cubanas que invadiram a Venezuela sob o comando do falecido Hugo Chávez e agora fortalecidos por Maduro.

É necessário, antes de tudo, que se faça uma distinção entre os manifestantes e protestos na Venezuela e os que saíram às ruas no Brasil. Lá, os estudantes comprovadamente estudam nas universidades e sofrem com a violência dentro dos campus, onde bandos armados invadem o recinto para roubar, agredir e provocar desordens. Outro fator determinante dessas manifestações que só pretendem acabar quando os objetivos forem alcançados, é que participam junto aos estudantes, professores, profissionais liberais, empresários, comerciantes, políticos, jornalistas, gente do povo, sem distinção de classe social, credo ou idade. O mais marcante dessa resistência, e que contrasta flagrantemente com o que se vê no Brasil, é que não há depredação do patrimônio público ou privado e os manifestantes não possuem qualquer tipo de arma. Suas armas são a bandeira nacional, cartazes e sua voz.

Prezados amigos,

Tão logo o deputado Marco Feliciano denunciou na Câmara a campanha de assassinato de reputação que eu vinha sofrendo (v.https://www.youtube.com/watch?v=CIFB9RXmIi0), a militância do crime, decerto mobilizada por alguma Excelência em pânico, mudou de tática e passou a tentar bloquear a minha conta no Facebook para que, diante do assalto multitudinário à minha pessoa e à minha honra, não me restasse  nem mesmo este miserável e último recurso de defesa que é espernear na internet.

O ardil consiste simplesmente em entrar na minha conta desde um IP qualquer que não seja o meu, acionando automaticamente o Facebook para que bloqueie a conta e inicie um procedimento de verificação.

Tentaram isso ontem usando um IP registrado numa cidade da Índia.

Como eu conseguisse restaurar a conta, aperfeiçoaram o sistema. Fornecem ao Facebook, não sei como, um número de telefone falso ou  imaginário (hoje foi +33 7 87 16 56 82), de modo que o código para restauração da conta é enviado a esse número e não chega jamais a mim. Assim, torna-se impossível reativar o acesso à minha página.

A coisa é de uma sordidez que desafia a imaginação. Se quer saber, nem mesmo me surpreende que apelem a esse recurso, ou talvez, mais tarde, a outros mais abjetos ainda. A mentalidade dessa gente faria os porcos vomitarem, se lhes fosse servida no cocho.

Ainda não sei bem o que fazer diante desse descalabro, mas creio que solicitar um inquérito à Polícia Federal não seria má idéia. Tentarei fazer isso.

Se você puder divulgar o episódio, ficarei grato. 

Obrigado desde já e um abraço do


Olavo de Carvalho




O deserto moral da esquerda é como qualquer outro deserto. Em terras áridas quase nada sobrevive, o que sobrevive geralmente rasteja, e a beleza é exceção.


O mundo ideal de um esquerdista é algo muito triste e horrível de se imaginar. Nele as crianças não nasceriam mais do relacionamento entre um homem e uma mulher – seriam sintetizados a partir do DNA de dois homens ou de duas mulheres. As famílias também não existiriam mais, pois desde o nascimento o Estado tomaria as crianças para si e cuidaria de sua criação e educação. A liberdade de expressão não seria possível, pois todo exercício de livre pensamento seria classificado como crime contra a boa ordem da sociedade. A fé religiosa seria substituída pela adoração dogmática e incondicional ao Partido, e todas as pessoas viveriam num estado constante e eterno de mediocridade, patrocinado porcamente pela única classe dominante que restou, a cúpula do Partido.

chataMulher estuda acionar empresa na justiça porque foi chamada de "chata".

São largos os passos que damos em direção a uma sociedade completamente imbecilizada e infantilizada, formada não mais por indivíduos autônomos, capazes de avaliar cada situação conforme a realidade que se lhes impõem, mas por uma massa débil e suscetível àquilo que a intelligentsia determina que é ofensivo (como chamar seu amigo chato de "chato", seu amigo negro de "negão" ou seu amigo branco de "branquelo").


Na mesma medida em que se ofende e ocupa a Justiça com besteiras inócuas e geralmente vazias de sentido [Quantas vezes você chamou alguém de "filho da puta" com a real intenção de dizer que a mãe desse alguém é de fato uma "mulher lúbrica que se entrega à libertinagem" (Houaiss)?], essa massa em já avançado estado de solidificação condescende e transige ante ofensas reais e malignas.

monumentoO site Opera Mundi realmente supera todos os limites de canalhice. A matéria “Ucranianos derrubam monumento erguido para soldados que lutaram contra nazismo” é uma tentativa de controle de frame das mais desonestas possíveis.

Acredite se quiser, mas eles escreveram o parágrafo abaixo:

O “Soldado Soviético”, monumento erguido na Ucrânia em lembrança às tropas que lutaram contra o nazismo na Segunda Guerra Mundial, foi derrubado neste domingo (23/02) na região oeste do país. O ato foi realizado por opositores ao presidente Viktor Yanukovich e ligados à ultradireita europeia. O objetivo, segundo os próprios manifestantes, é “limpar símbolos da União Soviética”. “Nós não somos a Rússia nem soviéticos”, cantavam durante o protesto.