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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O decreto de Dilma Wanda pretende subverter a ordem constitucional, ao "reposicionar o Estado", para torná-lo peça da ambição maior do Foro de São Paulo: promover o socialismo-comunismo na América Latina.


O Foro de São Paulo realizou em 2013 o seu 19º encontro. A organização, naquele ano reunida na capital paulista, concentrou suas atividades em dois objetivos centrais: aprofundar as mudanças e acelerar a integração nacional. Uma síntese do que supostamente foram os resultados dos trabalhos está na "declaração final" do encontro. Um documento que fixa uma série de diretrizes para os seus membros. Uma, em especial - se relida hoje - chama a atenção:

[...] "Temos que REPOSICIONAR O ESTADO e APROFUNDAR a democracia, ASSEGURAR A HEGEMONIA e a estabilidade política para a realização das MUDANÇAS e GERAR NOVOS ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR NA GESTÃO PÚBLICA e no cumprimento dos direitos básicos da população" (Tradução livre do texto abaixo destacado) [1].


O governo federal abriu seu saco de bondades: Reintegra, Refis, PSI, ampliação das margens de preferências de produtos nacionais em licitações, novo acordo automotivo com a Argentina, isenção de IR para abertura de capitais por empresas de médio porte e desoneração da folha de pagamentos estão entre as medidas mais relevantes. Tudo às vésperas das eleições. Vai colar?

Não posso afirmar que isto garantirá a apoio dos empresários, mesmo porque o PT tem um longo histórico de desapreço à sua palavra, embora reconheça que, segundo eles próprios, tenham saído satisfeitos com tais medidas. Convém, no entanto, analisar o seu alcance e demonstrar aos leitores se atendem às condições para o estabelecimento de um cenário estável, atraente e confiável para os investimentos por parte da indústria.

Primeiramente, vou esclarecer aos leitores do que trata cada um dos itens desse pacote e comentar sobre eles ao final: 

1. A re-eleição de Juan Manuel Santos, em 15 de junho passado, é uma verdadeira derrota do uribismo. Porém, ela não é definitiva, nem marca o fim de uma época. Pelo contrário, o combate entre democracia e coletivismo na Colômbia se agudiza. Santos terá quatro anos mais para culminar seu único plano de governo: seu processo de capitulação ante as FARC. Essa linha é o que ele chama de “processo de paz”. Essa capitulação, que Santos mostrou como uma via razoável para a paz, não é só um erro, é uma calamidade para a Colômbia. Desde 1970, cada governo colombiano propôs às FARC soluções pacíficas. As FARC as rechaçaram sempre. Fizeram saber que a capitulação era a única saída. É o que chamam “solução política”. Não eram cálculos locais. Eram os desígnios da URSS em plena Guerra Fria. A via da capitulação começou a ser uma tentação. Ela existiu de maneira latente e vacilante, com altos e baixos, desde então. Essa idéia, inoculada à classe dirigente pelas próprias FARC, é o maior logro subversivo desse aparato de morte, desde sua fundação nos anos 50. Só Álvaro Uribe Vélez, em seus dois períodos de governo (2002-2010), rechaçou essa tentação e conseguiu tirar as FARC do universo político e militar. Com Juan Manuel Santos essa tentação renasceu e transbordou. Hoje chega a seus limites mais extremos. Pela primeira vez, um presidente põe em evidência o liberalismo político e econômico da Colômbia e ganha uma eleição apresentando isso como um “processo de paz”. Se esse projeto não for derrotado, a Colômbia terá que aceitar ser mais uma vítima da depredação política, econômica e financeira de Cuba, o verdadeiro artífice da subversão global, como é hoje a Venezuela.

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Hawking e Mlodinow fizeram um trabalho completamente suficiente de derrotar seu próprio argumento.

Há um velho ditado que diz “dê muita corda a alguém e ele vai se enforcar”.  A ideia é que, se alguém está errado ou mentindo, quanto mais o tempo passa, mais óbvio isso se torna presente. Bem, a Bantam Books deu a Stephen Hawking e Leonard Mlodinow toda a corda que eles queriam, e o resultado é The Grand Design (O grande projeto), um novo livro no qual eles argumentam contra a necessidade (e a existência) de Deus. Aqui está o núcleo de seu argumento:

[Assim], como Darwin e Wallace explicaram como o projeto aparentemente milagroso de formas de vida poderiam aparecer sem a intervenção de um ser supremo, o conceito do multiverso pode explicar o ajuste fino das leis físicas, sem a necessidade de um Criador benevolente que fez o universo para o nosso beneficio. Como existe a lei da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o universo existe, porque nós existimos.

Equivocada exoneração do secretário de Administração Penitenciária de Goiás — por conta de reportagem do “Fantástico” — é uma das muitas ações do Executivo, do Judiciário e do Ministério Público que só reforçam o poder dos bandidos.

Ninguém de relevância política neste País tem coragem de enfrentar a legislação pró-bandido ditada pelas universidades, sob a inspiração de Michel Foucault. E a imprensa é cúmplice das universidades na defesa dos direitos humanos de criminosos em detrimento da segurança da população.


O “Fantástico”, da Rede Globo, mostrou que duas grandes penitenciárias do Brasil — a de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e a de Aparecida de Goiânia, em Goiás — são comandadas pelos próprios presos. De dentro das cadeias, os chefões do crime encomendam roubos de veículos, que acompanham em tempo real pelos celulares de última geração, e extorquem dinheiro das famílias de outros presos, em quantias que podem chegar a R$ 500. Além disso, promovem churrascos com mais de mil espetinhos e bacanais com prostitutas todo final de semana. Em conversas telefônicas, um preso disse: “Mulher não falta. É todo domingo”. Outro arrematou: “Carne aqui é mato”. E a reportagem ainda mostrou celas com geladeiras duplex abarrotadas de comida, TV de tela plana, ventiladores e liquidificadores, entre outros eletrodomésticos.

roboucupaQuem cedeu às exigências e padrões da FIFA? Quem multiplicou as sedes e construiu estádios onde sequer existem clubes de futebol? Quem, se não o próprio Lula, criou o cenário para a festa do dia 12, não no histórico Maracanã, não na Capital Federal, mas no estádio do seu Corinthians?


Quem xingou Dilma no Itaquerão? Fossem sonoros aplausos, a comunicação oficial não teria constrangimento em ressaltar a ruidosa e alegre saudação popular dedicada à presidente. Mas não foram aplausos. Impunha-se, portanto, circunscrever a ação dos torcedores a um pequeno e seleto grupo de privilegiados e em encontrar responsáveis pelo ocorrido.

livroCorzoOs ensaios do novo livro de Pedro Corzo destilam, nas palavras do autor, “preocupação” e “dor” pela “falta de solidariedade da política latino-americana em relação a Cuba, e o escasso compromisso dos líderes da região com o enraizamento da democracia no continente”.



Miami - O jornalista, cineasta e ativista cubano Pedro Corzo, exilado em Miami, reúne no livro “Mediataciones en la Vía”, conferências e ensaios publicados nos últimos 20 anos e prognostica que “o castrismo sobreviverá aos Castro (Fidel e Raúl)” como “forma de poder”.

“Não considero que o castrismo tenha morrido, porque o castrismo não é uma ideologia, senão uma forma de manter o poder”, expôs hoje Corzo em uma entrevista, na qual mostrou-se convicto de que o processo de “sucessão dinástica” em favor do presidente cubano, Raúl Castro, trata de articular um “processo de transição dentro do próprio castrismo”. 

A Al-Qaeda e seus parceiros estão mais perigosos do que nunca, tendo mudado do terrorismo para a conquista de territórios. O bem estar dos americanos e de outras nacionalidades depende dessa realidade ser reconhecida e abordada na prática.


A
tomada de poder de Mosul pelos jihadistas em 9 de junho significa controlar a segunda maior cidade do Iraque, se apoderar de um enorme depósito de armas, de US$429 milhões em ouro, caminho livre para conquistar Tikrit, Samarra e possivelmente a capital Bagdá. Os curdos iraquianos tomaram Kirkuk. Trata-se do evento mais importante no Médio Oriente desde o inicio das revoltas árabes em 2010.

Eis o porquê:

Ameaça regional: os Militantes do Exército Islâmico no Iraque e na Síria (ISIS), grupo dedicado ao terror, está prestes a derrubar os governos do Iraque e da Síria e possivelmente mais, começando pela Jordânia. Presente nos dois lados da fronteira Iraque/Síria, ele poderia tanto fazer desaparecer a fronteira centenária entre essas duas criações coloniais como acabar a existência desses estados como entidades unitárias, subvertendo assim a ordem política do Oriente Médio na forma que ela surgiu a partir da Primeira Guerra Mundial. O governo dos EUA avisa corretamente que o ISIS é "uma ameaça para toda a região".

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Profanação (“arte”) revolucionária feito por um dos coletivos armados chavistas (1).


Comentário do tradutor, Francis Lauer
:
Há alguns meses o Partido dos Trabalhadores/Foro de São Paulo anunciou oficialmente através de sua propaganda política em cadeia nacional a preparação do “Segundo Grande Salto Brasileiro. O salto mais definitivo de nossa história (simbolizado por uma bandeira vermelha à frente da bandeira brasileira e da do PT)”. Diferente de todas as outras promessas não realizadas esta, sim, está sendo perpetrada dia a dia e com muita rapidez e eficiência (2). Concomitante à formalização de uma lista negra de jornalistas inimigos do esquema forista, bem como de outras tramóias, foi dado o importantíssimo passo de decretar a formação dos sovietes brasileiros (batizados de “Conselhos Populares” pela dona Marina Silva - REDE/PSB). Esses Conselhos Populares (sovietes) são mecanismos próprios da práxis comunista. Possuem o objetivo alegado de integrar a sociedade civil – os tais “movimentos sociais”, Organizações NO Governo (“OnGs”), coletivos, braços partidários, etc. – no esquema de governo comunista, dando aos sovietes atribuições executivas, legislativas e judiciárias, atribuições que até então, na vigência do “estado burguês”, eram exclusivas dos representantes eleitos pelo voto.

O PT não foi “designado”, foi o fundador do Foro de São Paulo, arquitetado pelo Marco Aurélio Garcia. Toda a ideia do Foro é genuinamente made in Brazil. Fidel apreciou a dádiva e incentivou Lula.


Nota de Heitor De Paola
:
Entrevista concedida a Fabiano Guimarães e Bruna Santana como parte da reportagem “Dialética das esquerdas: O Foro de São Paulo”, para o trabalho de conclusão de curso (TCC) de jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Informaram os entrevistadores que sua reportagem foi um sucesso e estão aprovados. Parabéns aos novos jornalistas!


1 - O Foro foi criado em 1990 para “reconquistar no América Latina o que foi perdido no leste europeu”, segundo o próprio Fidel. Como interpretar essa fala? Quem havia perdido o quê? Em suma, em que Cuba dependia da URSS?

Caiu a máscara. Desnudou-se o rei. O que está em debate, afirma Gilberto Carvalho, é a hegemonia política (quem não sabe que é esse e só esse o jogo que interessa ao PT?).


O resumo deste texto é o seguinte: para o PT, ouvir a sociedade civil significa ouvir-se a si mesmo. Afirmo-o e passo a provar.

No dia 18 de junho realizou-se, em algum lugar do Palácio do Planalto, um encontro dirigido pelo ministro chefe da Casa Civil, Gilberto Carvalho, com pessoas ligadas às áreas de articulação social de seu gabinete e representantes de algumas entidades vinculadas ao tema da participação social. No foco da reunião estava o Decreto Nº 8243, através do qual a presidente Dilma instituiu o Plano Nacional de Participação Social. A longa reunião, com mais de duas de duração, foi filmada e o vídeo pode ser assistido no YouTube buscando pelo título "Encontro de participação social".

dugin"Dentre as doutrinas neopagãs, as opiniões de A. DUGIN ocupam uma posição à parte. Em particular, isto se explica pelo status do autor, chefe do movimento “Eurásia” (pelo fato de ser um dos conhecidos ideólogos do movimento “Rússia”), por sua colaboração ativa com o Comitê Islâmico e por ser um político ambicioso."


A doutrina de Aleksandr DUGIN: Novas associações religiosas da Rússia de caráter destrutivo e oculto: um guia.
Departamento Missionário do Patriarcado de Moscou da Igreja Ortodoxa Russa.
Belgorod, 2002


A doutrina de Aleksandr DUGIN


Dentre as doutrinas neopagãs, as opiniões de A. DUGIN ocupam uma posição à parte. Em particular, isto se explica pelo status do autor, chefe do movimento “Eurásia” (pelo fato de ser um dos conhecidos ideólogos do movimento “Rússia”), por sua colaboração ativa com o Comitê Islâmico e por ser um político ambicioso.

Adaptado ao Brasil, o garantismo possibilitou a inserção de uma escancarada inversão de valores ao Direito e à própria Justiça Penal, praticamente transformando o bandido em vítima e imprimindo à vitima o status de vilã.

A incorporação torta do garantismo Penal ao Direito Penal brasileiro acabou transformando tal doutrina em um monstro a serviço do socialismo.


Não tendo triunfado a chamada “luta armada”, pela qual os prepostos do comunismo internacional pretendiam fazer do Brasil uma ditadura-satélite e inscrever o país nos quadros totalitários da história, a revolução migrou para esfera cultural, na qual logrou grande êxito na subversão dissimulada procedida através da estratégia gramsciana, visando o mesmo fim. Na mesma esteira, ocorreu uma vasta infiltração revolucionária no universo jurídico brasileiro, em especial no âmbito do Direito Penal, que acabou por transformar este campo em um terreno fértil para a ação da esquerda radical.

Bilhões foram gastos nos luxos de um festival futebolístico que não estava nos planos nem nas urgências da família brasileira.


Não sei se vocês repararam na beleza que está sendo a Copa, sua organização, a qualidade da algumas equipes, a lotação dos belos estádios, o comportamento civilizado dos torcedores visitantes, cujo colorido e bulício enfeita as ruas das cidades-sede com riqueza de tons e sons. Isso é fato e fatos não se contestam. A Copa, como tal, vai bem, obrigado.

 

É verdade que a sociedade esteve dividida, nos últimos meses, em relação a esse evento. De um lado, aqueles que reprovavam o padrão elevado e oneroso imposto pelas rigorosas exigências da FIFA, a atenção dada ao conforto dos visitantes, o ínfimo padrão dos serviços prestados pelo Estado brasileiro aos cidadãos nativos, o atraso das obras, especialmente daquelas ligadas à mobilidade urbana, que restariam como benefício permanente às cidades onde se disputam os jogos. Tudo isso formou um quadro de repulsa que evoluiu até se tornar francamente majoritário na sociedade. De outro lado, situavam-se os defensores do evento, que focavam, prioritariamente, os ganhos decorrentes da promoção do país, as receitas proporcionadas pelos turistas e os investimentos em infraestrutura relacionados à sua realização.

Não é muito difícil entender que uma ideologia voltada à reconstrução de um dos impérios mais sangrentos de todos os tempos acabará, mais dia menos dia, revelando a sua própria índole cruel e homicida.

Estudantes da Universidade Estatal de Moscou estão exigindo a demissão do prof. Alexandre Duguin por ter defendido, desde o alto da sua cátedra, a matança sistemática dos ucranianos, que segundo ele não pertencem à espécie humana.

“Matem, matem, matem”, disse ele. “Não há mais o que discutir. Digo isso como professor.”

A declaração integral e exata está aos 17m50s deste vídeo:

(http://euromaidanpr.wordpress.com/2014/06/15/moscow-students-demand-to-fire-dugin-from-the-moscow-state-university-for-sparking-hatred-towards-ukrainians/).