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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM




Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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rbcO cristianismo prescreve a confissão, o perdão e a pena expiatória para os transgressores da lei de Deus. Já a lei abstrata estatal é inflexível, inexorável, e não cogita de perdão algum. Nosso mundo já está assim, o Leviatã e suas leis pairam acima da moral e da consideração individual.


Adorei o filme Robocop dirigido por José Padilha. De qualquer ângulo que se olhe é um bom filme, exceto por um grave erro no argumento, sobre o qual já falarei. O remake só não é uma obra prima porque escapou da discussão de fundo sobre a Justiça e seu aparato repressivo. Essa discussão levaria à própria discussão da natureza da lei, sua legitimidade, sua extensão, sua fonte.

Ambientado num tempo futurista, de ficção científica, o Robocop do Padilha faz uma viagem sobre os futuros instrumentos bélicos autômatos, tempo no qual soldados seriam substituídos por máquinas controladas remotamente. De fato, já temos algo assim com os drones. Mas o argumento do filme se funda na recusa do Senado de aprovar o uso policial dessas máquinas, porque as mesmas não sentiriam “emoções”. Aqui está a falha clamorosa.

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Ocorrências do gênero, provocadas por aeronaves militares russas, vêm aumentando de intensidade sobre o Báltico, com manobras de aproximação dos países do Norte europeu, aliás, longe da Ucrânia.


A OTAN destacou quatro caças britânicos Typhoon para interceptar uma formação de sete aviões de guerra russos que ingressaram no espaço aéreo internacional do Báltico, informou o Ministério de Defesa do Reino Unido. O esquadrão russo preferiu dar meia volta.

Os jatos britânicos operam a partir da base lituana de Siauliai e integram o contingente enviado à região como parte das medidas preventivas da aliança ocidental diante da crise na Ucrânia, informou “La Nación” de Buenos Aires.

“Foi um operativo bem-sucedido de nossos efetivos de terra e ar”, comentou o comandante britânico Ian Townsend, chefe da missão do Reino Unido no Báltico.

No princípio do mês de julho o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, reuniu durante três dias em Cartagena de Índias os ex-presidentes Bill Clinton, Felipe González, Ricardo Lagos, Tony Blair e Fernando Henrique Cardoso (FHC), para o que ele chamou de “Terceira Via”. O objetivo, na realidade, era buscar apoio para seu projeto utópico e criminoso de selar a paz entre governo e FARC. Tudo às custas do contribuinte.


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FHC escreveu, então, um artigo que foi publicado no site do PSDB, cumprindo com o acordado no encontro de propagandear, perante o mundo, que Santos é o “presidente da paz” e os que têm-se mostrado contra esta aberração porque prima pela impunidade, são “inimigos da paz”.


Nossa decadência parece não ter limites. A última fronteira foi cruzada – fomos humilhados no que éramos considerados deuses, e o país do futebol assistiu à goleada das goleadas. Tudo parece culminar para a aniquilação completa das virtudes no Brasil.

Este é o castigo final para o país que não se prepara para nada. No período de uma década algumas nações do mundo foram capazes de gerar mudanças profundas e positivas em suas histórias. Em quase doze anos o PT não só paralisou o Brasil, mas empurrou-o para trás. Os governos petistas foram tão competentes como nossa seleção, e temos tomado gol atrás de gol.

1 x 0 – Educação

Quando o PT começou a governar o Brasil éramos o último colocado no exame PISA, ocupando o 40o lugar. Durante esses doze anos vários países foram adicionados à lista de participantes, e o Brasil conseguiu se manter nas últimas colocações, sempre próximo à 60posição. Não houve melhoras, nem conquistas, nem planos, nem ações, nem nada. A educação brasileira foi tratada pelos governos petistas com o maior descaso possível.


Houve uma época em que o povo da Índia tinha de entrar em uma lista de espera para conseguir comprar o carro 
Ambassador, que era fabricado pela Hindustan Motors e que era uma mera e óbvia cópia do sedã britânico Morris Oxford de algumas décadas anteriores. 

O motivo para essa lista de espera era simples: o governo indiano não permitia a importação de carros estrangeiros, pois queria evitar a concorrência e, com isso, "proteger e estimular" a indústria nacional.

O fato de que o Ambassador era uma mera cópia não é nenhum motivo de condenação.  A primeira câmera Nikon era uma óbvia cópia de uma câmera alemã chamada Contax, e a primeira Canon era uma óbvia cópia da também alemã Leica. A diferença é que, ao longo dos anos, Nikons e Canons foram se aperfeiçoando até se tornarem o estado da arte, tanto durante a era do filme quanto na atual era digital.

JERUSALÉM, Israel — Enquanto contra-ataca o Hamas - a organização terrorista palestina que declara publicamente sua intenção de varrer o Estado judeu do mapa -, Israel enfrenta condenação do mundo árabe.

O porta-voz do Reino Hashemita da Jordânia pediu uma parada imediata na “agressão bárbara” de Israel.

A República Islâmica do Irã, responsável em grande parte pelo financiamento, treinamento e armamento do Hamas e outras organizações islâmicas, pediu ao Ocidente que condene a “agressão selvagem” dos sionistas “contra o povo inocente e indefeso da Palestina.”

O presidente Barack Obama igualou ambos os lados ao exortá-los “a não agir na base da vingança.”

O momento da derrota se mostra oportuno para avaliarmos o quanto o evento e suas circunstâncias são fúteis e transitórias.

 


Não vou escrever sobre o jogo. O futebol já tem cronistas em quantidade e qualidade suficiente. Interessa-me o jogo entre Brasil e Alemanha numa outra perspectiva.


Entendo que muitos ainda chorem ante o fracasso da turma do Felipão. Mas é preciso ponderar: aquilo que assistimos foi, apenas, um jogo de futebol. Não era o Brasil que estava ali. O Mineirão, na última terça-feira, era uma ilha cercada pelo Brasil real, por um Brasil que tem muito mais com que se preocupar. Pessoalmente, rezo para que as lágrimas que lavaram tantos rostos pintados de verde e amarelo não levem consigo um amor à pátria comum que habitualmente começa e termina em dois tempos de 45 minutos.

Além de passar anos monitorando o crime nas cadeias ao invés de exigir que ele seja prevenido à força, o Ministério Público chega a defender que criminosos como Beira-Mar não podem ser vigiados quando recebem visitas.


Em 2012, foram assassinadas no Brasil 56.337 pessoas. Trata-se de um verdadeiro genocídio da população brasileira, que começou na década de 80 e se acelerou na década de 90, quando as taxas de homicídios tiveram um crescimento vertiginoso nas grandes cidades. Os dados são do Mapa da Violência 2014, um estudo anual dos homicídios no Brasil, realizado desde 1998 pela equipe do sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, coordenador da Área de Estudos da Violência da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), com o apoio do governo federal, que encampa oficialmente suas conclusões. O Mapa da Violência 2014, com os dados consolidados de 2012, será publicado em breve, mas os dados prévios mostram que o número de homicídios no País cresceu 13,4% em relação aos 49.695 assassinatos cometidos em 2011.

 Aproveitando a natural distração da Copa, e imitando a presidente Dilma, que gols políticos estariam fazendo ou preparando os presidentes Maduro,
Mujica, Morales, Correa e Kirchner?


Poucos dias antes do começo da Copa do Mundo, a presidente Dilma Rousseff, do Brasil, lançou um preocupante gol político de meio de campo, que passou desapercebido para a maioria dos brasileiros que estavam com as atenções voltadas para o importante evento esportivo.

Trata-se do Decreto nº 8.243, que institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS), um mecanismo pelo qual as denominadas “organizações não-governamentais” (ONG), as “redes” e os “movimentos sociais” passarão a ter influência direta sobre o conjunto da administração pública federal, incluindo a “formulação”, a “monitoração” e a “avaliação” de todos os programas e políticas públicas.

Society is a contract between the past, the present and those yet unborn.
Edmund Burke


Na fímbria espessa da demagogia, a propaganda estabeleceu, desde 1975, um conjunto de mitos que, ainda hoje, vicejando com o brilho pálido do “pensamento único”, dominam quase por inteiro, independentemente das fórmulas políticas de circunstância, o imaginário ilhéu.

Um desses mitos fabulosos diz-nos, por exemplo, que o nazismo de Hitler e o socialismo marxista eram inimigos mortais e irreconciliáveis, estando um para o outro como a Gália de Astérix e os soldados romanos de Júlio César.

Uma das consequências de ficar velho é deixar de acreditar nos velhos chavões. Desde que me entendo por gente, ouço falar: “Não dê esmola”. Funcionários do governo, cientistas sociais, ongueiros e demais personagens das classes falantes são praticamente unânimes em condenar o simples ato de dar dinheiro a um mendigo. Desde criança acho que essa conversa é uma tremenda bobagem. Hoje tenho certeza. Continuarei dando esmola quando puder e quiser. Não posso fazer isso sempre (do contrário não faria outra coisa na vida), mas peço que me deixem em paz quando atender a alguém que pede um trocado.

Os militantes dizem que esmola não resolve nada. Ora, façam-me o favor de passar amanhã! Quem são vocês para dizer que esmola não resolve nada? Já moraram na rua? Já passaram fome, sede, frio? Já sentiram vontade de tomar um gole de cachaça para espantar a dor e a solidão? Agora vou me recusar a atender uma necessidade imediata de quem está sofrendo, só porque vocês dizem que dar esmola não é uma “atitude cidadã”?

Será de espantar que o século que se inspirou em Marx e Nietzsche tenha sido o mais violento, o mais assassino de toda a história humana?


Tempos atrás comentei aqui o trecho de Hegel que enaltecia a capacidade humana de suprimir mentalmente todo dado exterior ou interior, a capacidade, em suma, de negar o universo inteiro e fazer da consciência de si a única realidade, entrando na “irrestrita infinitude da abstração absoluta ou universalidade, o puro pensamento de si mesmo” (v. 
http://www.olavodecarvalho.org/semana/081114dc.html).


Faltou dizer que isso é a condição sine qua non para operar seja a “crítica radical de tudo quanto existe” proposta por Karl Marx, seja a “derrubada de todos os valores” almejada por Nietzsche.

O balanço da Copa é, sem dúvida, totalmente negativo. O país gastou o que não podia; o investimento privado não veio; as obras estruturais não saíram das planilhas; os voos ficaram aquém do esperado; o comércio vendeu menos do que no Dia das Mães; obras foram feitas a toque de caixa, irresponsavelmente, chegando a cair um viaduto em Belo Horizonte.

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Definitivamente, a aposentadoria precoce do ministro Joaquim Barbosa, do Supremo, comprova que o Brasil é um país sem heróis. E o Hino Nacional Brasileiro, apropriado pelo futebol, é o retrato desse país “de menor”, que jamais alcança a maioridade moral e se coloca diante da vida como uma torcida organizada. A própria noção de patriotismo nada tem a ver com o país em si, mas com uma disputa futebolística que ocorre de quatro em quatro anos, embalada pelo Hino Nacional, que, por sinal, reflete, sem querer, os defeitos da nação. Seus versos iniciais transformam o mero córrego do Ipiranga num grande Nilo tropical, que banha a própria nação, e ainda enaltece o brado retumbante do povo heróico que vive às suas margens.

A relação das FARC e Mães da Praça de Maio é de conhecimento público.

O lenço é o símbolo do extremismo marxista encoberto na simpática flâmula dos direitos humanos. Nem mais nem menos.

Enquanto as pessoas se encontram narcotizadas com o Mundial de Futebol, ontem a Câmara de Deputados aprovou o projeto kirchnerista que busca declarar o lenço branco das Mães da Praça de Mayo como “emblema nacional argentino”. E o que significa isto concretamente? Pois que o lenço passará a ser parte da simbologia pátria, colocado à altura do hino nacional e da mesmíssima escaparela [1] argentina. Uma vitória cultural mais, em suma, do marxismo gramsciano.

 ivan

Comentário do tradutor, Francis Lauer:
Recentemente as agências de mídia globalistas, em uníssono e em todo o planeta, divulgaram um informe da ONU revelando que o número de refugiados no mundo havia superado a cifra de 50 milhões de pessoas em 2013, o maior número desde a Segunda Guerra Mundial. Normalmente este tipo de informação é veiculado de modo acrítico (a exposição do dado puro) ou num tom falsamente crítico que não vai ao âmago real da questão (como faz a própria ONU). No primeiro caso não há diferença entre ler a notícia veiculada pela BBC (Inglaterra), ou pela Deutsch-Welle (Alemanha) ou assistindo ao Jornal Nacional; no segundo caso o que há é o favorecimento de uma agenda que, como veremos, é a própria origem causadora do problema aparentemente denunciado.