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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Se a Europa criou o Estado do bem-estar social, o Brasil consolida o Estado do mal-estar geral – que começa com a pedagogia do Marquês de Sade nas escolas, onde a razão, vista com desconfiança pela esquerda, cede lugar aos instintos.


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Texto apresentado no 1º Congresso Nacional sobre Doutrinação Política e Ideológica nas Escolas, realizado em Brasília pela ONG Escola Sem Partido, com o apoio da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares.)


“A verdadeira ciência não é a que se in­crusta para ornato, mas a que se assimila para nutrição.” Essa máxima de Machado de Assis, “o gênio brasileiro”, na precisa definição de um de seus biógrafos, o jornalista Daniel Piza, precocemente falecido, revela a essência do conhecimento, que é o principal nutriente da humanidade desde os seus primórdios, definindo o homo sapiens diante das demais espécies. Nessa frase, Machado usa o termo “ciência” como sinônimo de “educação”, vista não só em sentido amplo, como um aprendizado que permeia a vida, mas também em sentido estrito, como sinônimo de ensino formal, ou de instrução pública, como se dizia em seu tempo.

Lula não tem jeito mesmo! Quando ele discursa metido a bravo contra adversários, parece que estamos assistindo a baixarias de botequim, principalmente quando todo mundo está de cara cheia.

Agora é a vez dele baixar o nível contra a analista do Santander que emitiu a nota dizendo o óbvio: o mercado sobe quando Dilma desce, e cai quando Dilma sobe. E como é que os petistas queriam que fosse diferente? Um governo que usa seu poder de pressão financeira para chantagear empresas é evidentemente um perigo para toda a iniciativa privada.

Mas socialistas vivem brigando com a realidade e se rasgam de ódio quando alguém lhes mostra os fatos. como diria Glenn Beck, Por isso, a cúpula petista pressionou o Santander para voltar atrás e demitir sua funcionária. Por parte do PT, uma mistura de rancor, ódio e despeito, como sói ocorre quando falamos da extrema-esquerda.

Senador Iván Cepeda: pouco, quase nada, utilizo vivências pessoais, embora tenha argumentos e exemplos que me permitam sustentar qualquer coluna. Queria escrever sempre como verdadeiramente penso e sinto, mas é impossível: as palavras sempre são poucas e estarão limitadas ante a impotência, a injustiça, e talvez a única coisa que teremos como improvisado relator da situação é um profundo suspiro, é o mais próximo à dor, que desconhece as palavras. O senhor deve saber melhor que eu. Não obstante, permita-me traçar-lhe um breve parágrafo como cabeçalho para tratar o tema do título.

A paternidade me avivou angústias que minha juventude sempre calou. Eu, literalmente, deixei de ser a primeira pessoa do singular para me converter a todo momento em “ela” e seu bem-estar. Quando a puseram entre meus braços não soube o que fazer. Isso nunca foi um segredo. Eu jamais me converti no “homem mais feliz do mundo” nesse dia, como ocorreu a muitos. Além disso, estive em “estado de choque” e de silêncio por vários dias, e necessitei tempo para assimilar essa diminuta vida que já faz parte da minha e que hoje necessitaria mais que a vida para imaginar minha existência sem sua proximidade.

Com esses apoiadores e tanta identidade de pontos de vista, eu não preciso saber mais para compreender a quem serve esse projeto.


Buscando informações sobre o projeto de reforma política que vem sendo objeto de coleta de assinaturas, descobri uma nova dimensão da hegemonia que se estabeleceu sobre a nação. Qual o partido ou tendência ideológica que lhe vem à mente quando eu menciono MST, CUT, Via Campesina, CONTAG, UNE? Pois bem, fazendo a tal busca, obriguei-me a ler as 23 páginas do projeto de lei que "dispõe sobre o financiamento das campanhas eleitorais e o sistema de eleições proporcionais". Tratei, igualmente, de saber de onde ele veio. Esse projeto, foi divulgado em outubro do ano passado pelo movimento Eleições Limpas (www.eleicoeslimpas.com.br) e hoje é acionado por uma certa Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas (procure no Google por esse nome e clique em "Quem somos").

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confessou à agência cubana Prensa Latina que no momento atual uma “aliança estratégica” com a América Latina é absolutamente “chave” para a política exterior da Rússia.

Como se sabe, o governo russo está isolado internacionalmente por sua agressão contra a Ucrânia.

O herdeiro do império soviético empreendeu então um giro pela América Latina, à qual enigmaticamente qualificou como“espiritualmente muito próxima” da Rússia, lembrou o sanguinário “Che” Guevara e o socialista Salvador Allende, entrevistou-se em Cuba com os irmãos Castro, prestando homenagem ao “soldado internacionalista soviético” e perdoou 90% da dívida cubana com a União Soviética, prometeu ajuda financeira à presidente da maltratada Argentina e ofereceu equipamentos militares à presidente do Brasil.

Mesmo quebrando promessas de 2010, PT repete estratégia.

Comentário de Julio Severo:
Preciso, por justiça, fazer uma pequena correção no texto do jornalista do GospelPrime. Na eleição de 2010, a CNBB não teve papel contrário à plataforma pró-aborto do PT. Poucos foram os líderes católicos que denunciaram o PT. Entre eles, os mais destacados são o falecido Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, da diocese de Guarulhos, e o Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz. Por sua coragem, Dom Bergonzini foi muito criticado por outros bispos da CNBB, e a carta dele que incentivava as pessoas a votar contra o PT foi removida do site da CNBB durante a campanha eleitoral. Dom Bergonzini, que era uma “ovelha negra” na CNBB, foi um exemplo de luta pró-vida e quem não conhece a história pode confundir seus atos de bravura como se fossem atos da própria CNBB, que é considerada a fundadora do PT. Mas não há o que confundir: Dom Bergonzini estava numa direção e a CNBB estava e continua em outra.


Em 2010 muitos analistas políticos indicaram que a polarização do debate de questões como aborto e casamento gay é que levaram a disputa para o segundo turno. Um dos maiores motivos para isso foi a manifestação pública da CNBB contra as propostas do PT e um grupo de evangélicos, com destaque para Silas Malafaia, que acusava a candidata Dilma de ser favorável a essas questões.

Como havia dito ontem, agora virou avalanche: todos os jornalistas da extrema-esquerda petista estão escrevendo textos em favor da Black Bloc Sininho. Para essa turma que gosta de um pandemônio, ela virou a nova Madre Teresa de Calcutá. Vejam o que disse Juca Kfouri:

"O que sei é que num Estado democrático as denúncias contra ela soam exageradas, de uma polícia que não é confiável e de uma Justiça, infelizmente, com mais pecados que virtudes. Cuidado, pois. Transformar a Sininho em nosso Bin Laden ofende a cidadania, a liberdade, os direitos civis e nos remete a um passado relativamente recente que lutamos para sepultar. Muita calma nesta hora. E a necessária indignação contra o que pode ser uma injustiça irreparável em nossa incipiente democracia."

Antes de seguir com Juca, é o momento de tratarmos o texto 'Gravações revelam plano de protesto violento para final da Copa', do G1, que fala da matéria do Fantástico deste domingo último (27/07).

Os Black Blocs criaram a operação “Junho Negro”, com o objetivo de deixar explosivos em uma praça movimentada, próximo ao Maracanã, no dia da final entre Alemanha e Argentina. A ação foi desmontada por causa de depoimentos de ex-integrantes do grupo.

Enquanto a sociedade americana fervilhava de anticomunismo, a política oficial, de Roosevelt em diante, e com a exceção notável da gestão Ronald Reagan, foi sistematicamente a do colaboracionismo nem sempre bem disfarçado.


Aceita ainda no Brasil como dogma inquestionável, a visão popular da Guerra Fria como uma luta sorrateira e implacável entre duas potências que se odiavam pode hoje ser atirada à lata de lixo como um estereótipo enganoso, história da carochinha inventada para dar aos cérebros preguiçosos a ilusão de que entendiam o que se passava.


Nos últimos decênios, tantos foram os fatos trazidos à luz pela decifração dos códigos Venona (comunicações em código entre a embaixada da URSS em Washington e o governo de Moscou) e pela pletora de documentos desencavados dos arquivos soviéticos, que praticamente nada da opinião chique  dominante na época permanece de pé.

Por ex-comunista eu quero dizer um homem que sabia claramente o porquê ele se tornou um comunista, que serviu devotamente o comunismo com conhecimento de causa, e que depois rompeu totalmente o comunismo sabendo por qual motivo fez isso. São poucos os que fazem isso...
Whittaker Chambers, “Letter to My Children”, Wittness


A sinceridade pertence ao puro de coração e a insinceridade pertence ao que tem o coração doente. O crítico revela seu coração por meio da sua crítica, o polemista por sua polêmica e o impostor por suas imposturas. No caso da crítica tripartite feita ao livro American Betrayal pelo professor Jeff Lipke publicada a partir do começo do mês no American Thinker, o microcosmo da auto-revelação reflete o macrocosmo do colapso do movimento conservador. Eu meu artigo do dia 27 de abril de 2014 [N.T.: dia 30/04/14 no MSM], lidei com a campanha levada a cabo por Horowitz e Radosh contra Diana West. Agora é a vez de confrontar o fracasso dos principais conservadores em vir defender Diana West. Esse fracasso mostra dois tipos de “conservadores”: (1) o conservador que (cobrindo-se de um pretensioso véu de erudição) alia-se aos ex-comunistas críticos da Sra. West para criticar o livro dela; e (2) o conservador que busca ocupar uma posição intermediária. Este último tipo de deserção, que deixa os flancos do conservadorismo aberto a ataques dos dois lados, está perturbadoramente em evidência nos dias de hoje. Nesse contexto, o professor Lipke nos provê um exemplo dos dois tipos ambiguamente fundidos na mesma pessoa.

Mergulhou fundo em estranhas confabulações o relatório do TCU sobre a aquisição da refinaria de Pasadena. Saiu ensopado, mas saiu como o governo queria, nada respingando para o lado do Conselho de Administração. Ou seja, para o lado da presidente Dilma, que, à época da inconcebível compra, pilotava o órgão de aconselhamento superior da estatal.

O jornal O Estado de São Paulo informa, na edição do dia 25 de julho, que o ministro do TCU José Múcio Monteiro, na segunda-feira 21, dois dias antes da sessão de julgamento, esteve reunido em São Paulo com o ex-presidente Lula. Segundo o ministro, foi uma visita para matar saudade e jogar conversa fora. Para Lula, nem isso. Jacaré não vai para o céu e Lula sabe muito bem o motivo. Recusou-se a comentar o assunto. Para as fontes do jornal, no entanto, o encontro efetivamente ocorreu como parte de uma investida do governo para blindar a presidente e evitar danos à sua imagem quando ela está em plena campanha para suceder a si mesma. Até o início da semana havia a expectativa de que o relator do processo, ministro José Jorge, indicaria responsabilidade de Dilma em virtude de sua posição no Conselho à época dos fatos.

Lula foi uma liderança sindical criada e incentivada pelo general Golbery do Couto e Silva, “o bruxinho que era bom”, para neutralizar o projeto político de Leonel Brizola junto à classe trabalhadora, quando ocorresse a redemocratização, assim como para neutralizar as lideranças da esquerda radical, de modo que os idos de março de 1964 não se repetissem.

O “Lula secreto”, que no início dos anos 1970 tomou aulas de sindicalismo na Johns Hopkins University, nos EUA, sempre foi uma figura dúbia, de tal modo que Guido Mantega o considerava um “burguês” a serviço das montadoras e chegou até a boicotar um texto dele em um jornaleco esquerdista. Romeu Tuma Jr., no livro Assassinato de Reputações, afirma que Lula era um informante dos militares, conhecido como “Barba”, era amigo pessoal do delegado Romeu Tuma e, quando esteve preso, tinha muitas regalias, como não ficar atrás das grades, mas em uma espécie de prisão domiciliar.


“Israel nos dá comida e nós lhes devolvemos foguetes."

“Aqui todos odeiam o Hamas, porém têm medo de dizê-lo publicamente.”
 

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Caminhões de suprimento em sua entrada em Gaza. Crédito: Flash90

A Faixa de Gaza converteu-se em um lugar estranho nos últimos dias. A recente escalada de violência afetou a população, mas há os que apóiam os ataques e foguetes do Hamas. Estes que apóiam, saem às ruas para celebrar cada vez que o Hamas ataca algum ponto importante em Israel e, em repetidas ocasiões, seguem as instruções do Hamás para servir como escudos humanos. Entretanto, existe em Gaza um segundo grupo, que atua de forma mais silenciosa por medo, que se opõe por completo às políticas do Hamás na Faixa de Gaza.

Um chofer que trabalha em Gaza, Abu Eli (nome fictício), conta a jornalistas de AP sobre a realidade social na Faixa de Gaza: “Aqui todos odeiam o Hamas, porém têm medo de dizê-lo publicamente”. Abu Eli não quis dar sua verdadeira identidade por medo de represálias do Hamas, mas assegura que a maioria de sua vizinhança critica o Hamas embora às vezes seja só de forma silenciosa, pelo medo que sentem. “Nossa comida chega desde Israel, porém o que nós lhes devolvemos são foguetes - foguetes que nem sequer fazem pequenos buracos na terra”

Somos caça. Diariamente, ao colocarmos o pé na calçada, ao sairmos de nossa humilde toca ou de nosso bunker familiar, viramos caça. Se tudo correr bem, retornamos sãos e salvos por não termos sido alvo dos predadores. Nem por isso teremos deixado de ser caça. Tão caça quanto qualquer lebre corredeira. Saiba: no mundo civilizado não é assim.

O notório agravamento da insegurança socialmente percebida tem profundas raízes ideológicas. Aliás, no Brasil (e no RS mais do que em qualquer outra parte), tudo é desgraçadamente ideologizado. Da religião ao chimarrão. Então, algo que deveria merecer consistente unanimidade por urgente interesse público, ou seja, o combate ao crime e à impunidade, o encarceramento dos bandidos, o cumprimento das penas, a extinção da farsa do semiaberto, a redução da maioridade penal, a ampliação das forças humanas e materiais das corporações policiais, é travado por argumentos ideológicos. Quais? Ora, não ensinava Proudhon que a propriedade é um roubo? Não frisaram, Marx e Engels, que abolir a propriedade é o resumo do comunismo? Não creem os que abraçam essa doutrina que a criminalidade ou se confunde inteiramente com a luta de classes, ou é um subproduto dela? Quando tratava da luta de classes, não abraçou-se Marx à frase de George Sand - "Vitória ou morte! Guerra sangrenta ou nada!"? Como pode um país saturado de marxismo entusiasmar-se com a tarefa de sustar qualquer instrumento da "reformulação da sociedade"?

Os principais traficantes de armas comercializaram com as FARC por muitos anos, o que gerou um enorme arsenal que hoje se converte em um desafio para a sociedade no pós-conflito.

Conspirando com esse emissário das FARC, o traficante Ioannis Viglakis se viu ante o negócio mais suculento de sua vida. E ao ouvi-lo dizer que o pedido era para atacar as forças norte-americanas na Colômbia, o grego se despachou com o melhor de seu catálogo: rockets, lança-mísseis terra-ar e rifles de assalto a granel. Ofereceu tudo isso em troca de grana e cocaína, e como prova de “boa-fé”, coordenou a entrega inicial de seis lança-foguetes RPG na Europa.

Viglakis ignorava que aquele comprador não era um representante da guerrilha, senão uma fonte encoberta do DEA. Seu truque finalizou em 2012 e, ante a contundente prova de sua própria voz gravada e o arsenal entregue, não teve mais remédio que aceitar a culpa, em dezembro passado, em um tribunal de Nova York. No intrincado panorama do conflito colombiano, o tráfico mundial de armas desempenha um papel crucial. É o mercado que deu dentes à insurgência para sustentar uma confrontação desde 1964, com um fluxo constante de compras, fogo cruzado e apreensões.

 
A decadência cultural e moral é inegável, as forças intelectuais e espirituais se esvaíram. As reações são pontuais e atomísticas, quase sempre irrelevantes. Não se pode buscar uma saída para essa situação sem a compreensão do mal que nos aflige.

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Publicado pela primeira vez em 1994, A Nova Era e a Revolução Cultural aparece agora em 4a edição, muito aumentada e acrescida de vários textos e artigos que desdobram, complementam e confirmam os ensaios originais escritos para aquela primeira edição. Além disso, realizei uma longa entrevista com Olavo de Carvalho, cuja transcrição aparece como posfácio dessa edição, na qual o autor faz um balanço das últimas duas décadas de nossa história política à luz das idéias contidas no livro. A Vide Editorial tem a satisfação de oferecer aos seus leitores um livro tão atual quanto relevante, fundamental para compreensão da estratégia revolucionária que levou a esquerda ao poder e de como nosso país chegou aonde chegou.