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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Que esperança teriam os jihadistas se reconhecessem em nossa civilização uma instalação consciente, duradoura e profunda daquilo que amamos, ensinamos a nossos filhos e carregamos dentro de nós sob o signo da herança tradicional?


Na obra de Julián Marias existe um conceito importantíssimo para compreensão de sua antropologia: o de instalação. Sendo o homem uma estrutura – dinâmica e dramática – está no mundo por meio das instalações (raça, idade, língua, condição sexuada, etc). Na perspectiva do pensador espanhol, as instalações são instrumentos de presença, e analisá-las ajudaria no conhecimento apropriado da realidade humana. Por serem naturais – não existe um homem sem raça, língua ou sexo – permitem, a partir da radicalidade individual, inferir a respeito de toda a espécie.

Muitos católicos são ludibriados pela versão enganosa de que o islamismo é uma das três grandes religiões monoteístas, como se estas quase se equivalessem.


Os atentados de Paris chocaram o mundo. Imediatamente se reavivou o debate sobre o terrorismo de inspiração islâmica. Diversos líderes mundiais, comentaristas, analistas políticos, passaram a repetir à exaustão algo que já se vai tornando um realejo, sempre que a opinião mundial é abalada por algum grande atentado, como os de Paris, Nova Iorque, Londres, Madrid, Mumbai, Bali, etc.: os terroristas não representam o Islã. Será isto verdade?

A questão islâmica pode ser debatida sob muitos aspectos. Debruço-me, neste post, em apenas um deles, que considero de fundamental importância: a natureza da crença religiosa do islamismo. Já tive oportunidade de abordar em outro post a influência que as correntes revolucionárias modernas exercem nos movimentos islâmicos que travam sua guerra cultural e militar contra o Ocidente.

lulaA direita jamais conseguiu derrotá-lo porque jamais conseguiu compreendê-lo. E não conseguiu compreendê-lo porque insistia em descrevê-lo com os chavões jornalísticos do dia, em vez de medi-lo na escala maior da História.


O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva leva uma vida invejavelmente rica e apaixonante, mas num ponto ele tem razão de se queixar: é o homem mais incompreendido do Brasil. Nunca um personagem foi tão falado, comentado, analisado, louvado e achincalhado sem critério nem senso de observação, sem comparações objetivas nem conceitos descritivos apropriados. Cada um exerce ferozmente, a respeito dele, a paixão humana de juntar palavras no vazio para obter, da contemplação da mera ordem gramatical, a sensação voluptuosa de ter dito algo de importante.

O fascismo de Mussolini foi simplesmente uma imitação da “terceira via” de Lênin.

Os níveis de consumo eram ditados pelo Estado, e os rendimentos 'excedentes' tinham de ser renunciados na forma de impostos ou 'empréstimos'.


A economia do fascismo italiano é frequentemente ignorada ou banalizada porque muito do que continha é encontrado em economias do mundo contemporâneo. Vejamos alguns componentes da economia fascista: planejamento central, pesados subsídios estatais, protecionismo (altas tarifas), aguda nacionalização, favorecimentos escancarados, enormes déficits, altos gastos governamentais, socorro financeiro a bancos e indústrias, burocracia em cima de burocracia, massivos programas de bem-estar social, endividamento nacional desenfreado, inflação galopante e “um arcabouço econômico nacional integrado, multiclasse e altamente regulado.”1

Desde que optamos pela educação domiciliar, nossos filhos fortaleceram o gosto pelo aprendizado, pela disciplina nos estudos e um notável um amor pelos livros. Convivendo e estudando em um lugar saudável, amoroso, se tornaram crianças muito mais felizes e autoconfiantes.


Sou editora, redatora e pesquisadora sobre Educação Clássica. Meu marido é mestre em administração de empresas, publicitário, escritor e professor. Educamos nossos filhos em casa utilizando o modelo de Educação Clássica (Artes Liberais).

Diversos motivos nos levaram a optar pela educação domiciliar. O principal deles é o calamitoso resultado dos estudantes brasileiros – todos educados em escolas brasileiras – nos testes nacionais e internacionais de Educação. Vamos relembrar alguns fatos convenientemente esquecidos pelos que defendem a ideia de que educação de qualidade só pode ser obtida na escola:

No momento em que escrevo essas linhas, o Exército Brasileiro está ensinando suas táticas de guerra na selva ao exército bolivariano da Venezuela — o mesmo que se prepara para matar brasileiros caso o PT caia do poder.

Isso não basta para que eu chame de traidor o comandante da instituição?

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Lembrem-se: da sua lista de ameaças externas ao Brasil o general Villas-Boas OMITIU O FORO DE SÃO PAULO. Depois afirmou claramente que suas idéias sobre a defesa nacional são as mesmas do sr. Aldo Rebelo, as quais são as mesmas do seu partido, as quais são as mesmas do Foro de São Paulo. Por fim, declarou que o Exército está preparado para combater NÃO O GOVERNO COMUNISTA E LADRÃO, mas A CRISE SOCIAL, ISTO É, O PROTESTO POPULAR. É de estranhar que essa criatura faça favores com dinheiro público a um governo estrangeiro que ameaça invadir o Brasil?

O Ocidente é o alvo comum. O fundamentalismo e o terrorismo islâmico almejam sua destruição. O marxismo cultural quer abolir da vida sociopolítica ocidental os resistentes princípios e valores que, sustentando sua civilização, impedem-no de se propagar.


O marxismo cultural não existiria sem o conhecimento teórico e o domínio do papel estratégico dos símbolos e da linguagem. Por isso, ele cria e difunde expressões que se tornam instrumentos eficientes de intervenção no ambiente sócio-político. Essas palavras, com o significado que lhes é atribuído, servem, entre outros fins, para danificar a imagem daquilo que os manipuladores da linguagem querem destruir e, também, para apresentar como bom algo que a sociedade habitualmente rejeita.

É o que acontece, de um lado, entre muitas outras, com enrolações tipo direito de decidir, educação cidadã, criminalização dos movimentos sociais, e com as contraposições "incluído-excluído" e "oprimido-opressor". De outro com os vocábulos neoliberal, conservador, mercado, capital, e por aí vai.

cpvABSOLVAM o Coronel Luis Alfonso Plazas Vega!

Petição à Sala Penal da Corte Suprema de Justiça

 

Em 6 de novembro de 1985, o grupo terrorista M-19, financiado por Pablo Escobar, tomou o Palácio da Justiça de Bogotá em uma tentativa falida de golpe de Estado, causando a morte de mais de 100 pessoas. O Presidente nesse momento, Belisario Betancur, ordenou ao Exército recuperar o Palácio, e foi assim que o Coronel Alfonso Plazas Vega encabeçou a defesa do Palácio, salvando 263 vidas. Depois de uma anistia que indultou todos os delitos do M-19, o Ministério Público iniciou, em 2007, um processo contra o Coronel Plazas pelo desaparecimento de 12 pessoas que supostamente haviam saído com vida do Palácio. Entretanto, dos 12 desaparecidos, casualmente 10 foram posteriormente identificados, alguns estavam vivos e outros figuravam entre os cadáveres recuperados do Palácio da Justiça no dia do atentado. O processo incluiu testemunhos falsos impulsionados por um membro do M-19. Houve até uma declaração da promotora, que disse ter recebido os testemunhos de alguém que havia participado da retomada do Palácio. Esta pessoa desmentiu ter feito tal declaração e explicou que jamais havia estado no Palácio da Justiça. Mesmo assim, em 2010, por essas “provas”, o Coronel Plazas foi condenado a 30 anos de cárcere.


Sexta-feira 13 tem a fama de ser um dia de azar. As explicações do porquê são as mais variadas. Os supersticiosos redobram sua atenção, cobrem-se de cuidados, tudo para evitar serem atingidos pela má sorte do dia. Ontem foi uma sexta-feira 13. E o que vimos acontecer em Paris não tem nada a ver com azar, com má sorte, com qualquer confluência não-ordenada de situações ruins que culminam em tragédia. Muito pelo contrário.

A contagem oficial das autoridades francesas dá conta que 153 foram assassinadas. Mais de duas centenas de pessoas ficaram feridas, a metade em estado grave. Oito terroristas morreram, sete deles em atentados suicidas. Somente na casa de shows Bataclan, mais de 100 pessoas foram executadas sob gritos de “Allah’u Akbar!” – “Deus é Maior”, em árabe. Acontecia, no Stade de France, um jogo amistoso entre as seleções nacionais de futebol da França e da Alemanha. A democrata cristã Angela Merkel, chanceler alemã, estava presente. O socialista François Hollande, presidente francês, também. Foram evacuados. Mais tarde, Hollande falou em rede nacional, confirmou os atentados e anunciou três medidas: fechamento imediato das fronteiras, declaração de estado de emergência e imposição de um toque de recolher (o que não era feito desde a Segunda Guerra Mundial). Hollande também determinou a convocação de um gabinete de crise para compreender o que realmente aconteceu – quem foram os agressores, o que os motivou e como evitar que coisas semelhantes aconteçam.

paulocruzNão, a sociedade brasileira não é racista. Há racismo no Brasil, sim. E o que chamo de racismo é qualquer discurso que reafirme a existência de raças, seja para o bem ou para o mal.

O racismo é assunto muito presente no debate público em nosso país. Frequentemente a sociedade brasileira é chamada de “racista” por um grupo de paladinos da bondade composto, geralmente, pela esquerda política. Isso foi tão repetido ao longo dos anos que muitos acreditam ser verdade. Nós temos certeza que enquanto indivíduos não somos racistas, mas, ao mesmo tempo, afirmamos que a sociedade da qual somos parte, o é. Será que isso é verdade? Será que a sociedade brasileira é realmente racista? Ou será que a esquerda se utiliza desse discurso somente para se perpetuar no poder?

Paulo Cruz, dono do blog “Esperando as musas”, nos ajudou a responder essas perguntas na brilhante entrevista que segue.

1) Olá, Paulo. Primeiramente, gostaria de salientar que é um prazer realizar essa entrevista com você. De início, você poderia nos contar um pouco da sua história?


Citar Brecht no contexto de um apelo à radicalização da luta esquerdista não é de maneira alguma um adorno literário inocente: é sugerir que os comunistas façam aquilo que Brecht os ensinava a fazer e que aliás eles sempre fizeram.


Como o rótulo de “intelectual de esquerda” já esteve associado a escritores do porte de um Álvaro Lins e de um Sérgio Milliet, é bom advertir que, usado hoje em dia, ele só guarda com o seu objeto a relação distante de um ser vivo com a sua miniatura de plástico. 

Nesse sentido, o sr. Mauro Luís Iasi corresponde aproximadamente àquilo que, nos meios comunopetistas, se entende por esse termo na atualidade.

Não lhe faltam, com efeito, os traços essenciais que definem o tipo: um cargo acadêmico, o total desconhecimento dos assuntos em que pontifica e a presunção de superioridade moral, quando não intelectual.


No Facebook, meu amigo Bruno Dornelles​ chama atenção para o absurdo de que há apenas mil confirmados na página do protesto anti-PT do dia 15/11/15, enquanto mais de 15 mil pessoas em menos de uma semana já registraram sua disposição para brincar num toboágua gigante que será instalado numa das principais avenidas de Porto Alegre. É patético, de fato. Mas não imaginemos que recorremos mais ao brinquedo do que ao protesto porque estamos fartos da situação do país. Pelo contrário! A situação é terrível porque nos recusamos, há décadas, a sair do parquinho. Não confundamos causa e efeito.

jb“Um homem só é interessante se amar alguma coisa”.

Ler as Cartas de Jacob Burckhardt, escritas entre 1838 e 1897, é conhecer um homem completo. Ele não foi apenas o compulsador de arquivos empoeirados, trabalho cuja importância aprendeu com Leopold von Ranke, mas também desenhista, compositor, pianista, amante dos vinhos e da ópera, principalmente de Verdi, excelente observador dos costumes e eterno insatisfeito consigo mesmo, qualidades que nos concederam, dentre outras obras, A cultura do Renascimento na Itália.

São poucas as cartas nas quais Jacob Burckhardt não faz algum comentário a respeito de política, que acompanhava pelos jornais e se correspondendo com amigos de toda a Europa. Em muitas delas, temos a decepcionante impressão de que o historiador fala do nosso tempo.

O governo - é o que se lê - está mais preocupado com a imagem da oposição do que com o país. Seus mastins de guarda e fabricantes de versões decidiram que 93% da população brasileira é formada por "golpistas" inglorious.


No tempo em que com prazer se viajava de carro pelo Brasil, houve um período em que não era incomum cruzar-se por postos ocupados por bonecos de madeira, com a farda da PRF. Na posição ereta e atenta, o boneco transmitia a quem se aproximasse a sensação de estar sob vigilância da autoridade policial. Eram todos gêmeos idênticos e, na imagem que me ficou, usavam bigode. Com o tempo, tornavam-se fisionomias conhecidas dos viajantes. Tenho me lembrado muito de tais bonecos nestes meses em que contemplo severa inatividade em instituições da República.


A verdade por trás dessas pesquisas idiotas sobre alimentação é uma só: essa turma globalista quer instituir um Codex Alimentarius que, além de deixar todo mundo fraco e doente, faz baixar os níveis de testosterona a tal ponto que os homens se tornam umas mariquinhas.

A OMS, a ONU e sua Agenda 2030 e demais organizações e agendas malditas devem ser, no mínimo, motivo de eterna chacota; não podem ser sinônimo de autoridade jamais.

Não se pode respeitar gangues que desejam destruir com os pequenos e médios produtores, patenteando absolutamente tudo e jogando o controle na mão de grandes corporações que vendem veneno em forma de comida.

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