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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Mergulhou fundo em estranhas confabulações o relatório do TCU sobre a aquisição da refinaria de Pasadena. Saiu ensopado, mas saiu como o governo queria, nada respingando para o lado do Conselho de Administração. Ou seja, para o lado da presidente Dilma, que, à época da inconcebível compra, pilotava o órgão de aconselhamento superior da estatal.

O jornal O Estado de São Paulo informa, na edição do dia 25 de julho, que o ministro do TCU José Múcio Monteiro, na segunda-feira 21, dois dias antes da sessão de julgamento, esteve reunido em São Paulo com o ex-presidente Lula. Segundo o ministro, foi uma visita para matar saudade e jogar conversa fora. Para Lula, nem isso. Jacaré não vai para o céu e Lula sabe muito bem o motivo. Recusou-se a comentar o assunto. Para as fontes do jornal, no entanto, o encontro efetivamente ocorreu como parte de uma investida do governo para blindar a presidente e evitar danos à sua imagem quando ela está em plena campanha para suceder a si mesma. Até o início da semana havia a expectativa de que o relator do processo, ministro José Jorge, indicaria responsabilidade de Dilma em virtude de sua posição no Conselho à época dos fatos.

Lula foi uma liderança sindical criada e incentivada pelo general Golbery do Couto e Silva, “o bruxinho que era bom”, para neutralizar o projeto político de Leonel Brizola junto à classe trabalhadora, quando ocorresse a redemocratização, assim como para neutralizar as lideranças da esquerda radical, de modo que os idos de março de 1964 não se repetissem.

O “Lula secreto”, que no início dos anos 1970 tomou aulas de sindicalismo na Johns Hopkins University, nos EUA, sempre foi uma figura dúbia, de tal modo que Guido Mantega o considerava um “burguês” a serviço das montadoras e chegou até a boicotar um texto dele em um jornaleco esquerdista. Romeu Tuma Jr., no livro Assassinato de Reputações, afirma que Lula era um informante dos militares, conhecido como “Barba”, era amigo pessoal do delegado Romeu Tuma e, quando esteve preso, tinha muitas regalias, como não ficar atrás das grades, mas em uma espécie de prisão domiciliar.


“Israel nos dá comida e nós lhes devolvemos foguetes."

“Aqui todos odeiam o Hamas, porém têm medo de dizê-lo publicamente.”
 

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Caminhões de suprimento em sua entrada em Gaza. Crédito: Flash90

A Faixa de Gaza converteu-se em um lugar estranho nos últimos dias. A recente escalada de violência afetou a população, mas há os que apóiam os ataques e foguetes do Hamas. Estes que apóiam, saem às ruas para celebrar cada vez que o Hamas ataca algum ponto importante em Israel e, em repetidas ocasiões, seguem as instruções do Hamás para servir como escudos humanos. Entretanto, existe em Gaza um segundo grupo, que atua de forma mais silenciosa por medo, que se opõe por completo às políticas do Hamás na Faixa de Gaza.

Um chofer que trabalha em Gaza, Abu Eli (nome fictício), conta a jornalistas de AP sobre a realidade social na Faixa de Gaza: “Aqui todos odeiam o Hamas, porém têm medo de dizê-lo publicamente”. Abu Eli não quis dar sua verdadeira identidade por medo de represálias do Hamas, mas assegura que a maioria de sua vizinhança critica o Hamas embora às vezes seja só de forma silenciosa, pelo medo que sentem. “Nossa comida chega desde Israel, porém o que nós lhes devolvemos são foguetes - foguetes que nem sequer fazem pequenos buracos na terra”

Somos caça. Diariamente, ao colocarmos o pé na calçada, ao sairmos de nossa humilde toca ou de nosso bunker familiar, viramos caça. Se tudo correr bem, retornamos sãos e salvos por não termos sido alvo dos predadores. Nem por isso teremos deixado de ser caça. Tão caça quanto qualquer lebre corredeira. Saiba: no mundo civilizado não é assim.

O notório agravamento da insegurança socialmente percebida tem profundas raízes ideológicas. Aliás, no Brasil (e no RS mais do que em qualquer outra parte), tudo é desgraçadamente ideologizado. Da religião ao chimarrão. Então, algo que deveria merecer consistente unanimidade por urgente interesse público, ou seja, o combate ao crime e à impunidade, o encarceramento dos bandidos, o cumprimento das penas, a extinção da farsa do semiaberto, a redução da maioridade penal, a ampliação das forças humanas e materiais das corporações policiais, é travado por argumentos ideológicos. Quais? Ora, não ensinava Proudhon que a propriedade é um roubo? Não frisaram, Marx e Engels, que abolir a propriedade é o resumo do comunismo? Não creem os que abraçam essa doutrina que a criminalidade ou se confunde inteiramente com a luta de classes, ou é um subproduto dela? Quando tratava da luta de classes, não abraçou-se Marx à frase de George Sand - "Vitória ou morte! Guerra sangrenta ou nada!"? Como pode um país saturado de marxismo entusiasmar-se com a tarefa de sustar qualquer instrumento da "reformulação da sociedade"?

Os principais traficantes de armas comercializaram com as FARC por muitos anos, o que gerou um enorme arsenal que hoje se converte em um desafio para a sociedade no pós-conflito.

Conspirando com esse emissário das FARC, o traficante Ioannis Viglakis se viu ante o negócio mais suculento de sua vida. E ao ouvi-lo dizer que o pedido era para atacar as forças norte-americanas na Colômbia, o grego se despachou com o melhor de seu catálogo: rockets, lança-mísseis terra-ar e rifles de assalto a granel. Ofereceu tudo isso em troca de grana e cocaína, e como prova de “boa-fé”, coordenou a entrega inicial de seis lança-foguetes RPG na Europa.

Viglakis ignorava que aquele comprador não era um representante da guerrilha, senão uma fonte encoberta do DEA. Seu truque finalizou em 2012 e, ante a contundente prova de sua própria voz gravada e o arsenal entregue, não teve mais remédio que aceitar a culpa, em dezembro passado, em um tribunal de Nova York. No intrincado panorama do conflito colombiano, o tráfico mundial de armas desempenha um papel crucial. É o mercado que deu dentes à insurgência para sustentar uma confrontação desde 1964, com um fluxo constante de compras, fogo cruzado e apreensões.

 
A decadência cultural e moral é inegável, as forças intelectuais e espirituais se esvaíram. As reações são pontuais e atomísticas, quase sempre irrelevantes. Não se pode buscar uma saída para essa situação sem a compreensão do mal que nos aflige.

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Publicado pela primeira vez em 1994, A Nova Era e a Revolução Cultural aparece agora em 4a edição, muito aumentada e acrescida de vários textos e artigos que desdobram, complementam e confirmam os ensaios originais escritos para aquela primeira edição. Além disso, realizei uma longa entrevista com Olavo de Carvalho, cuja transcrição aparece como posfácio dessa edição, na qual o autor faz um balanço das últimas duas décadas de nossa história política à luz das idéias contidas no livro. A Vide Editorial tem a satisfação de oferecer aos seus leitores um livro tão atual quanto relevante, fundamental para compreensão da estratégia revolucionária que levou a esquerda ao poder e de como nosso país chegou aonde chegou.

 “O Egito não intervirá para deter a guerra na Faixa de Gaza porque o Hamas conspirou com a Irmandade Muçulmana contra o Egito.
O Hamas trabalhava com a Irmandade Muçulmana contra o exército egípcio”.


O atual ataque do Hamas a Israel persuadiu a previsível confusão de nacionalistas palestinos, islâmicos, ultra-esquerdistas e anti-semitas de sair da caverna para criticar de forma ameaçadora o Estado judeu. Porém, mais curiosamente, Israel está recebendo apoio, ou contenção e equanimidade pelo menos, de fontes inesperadas:

O Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon: “Hoje nos enfrentamos ao perigo de uma escalada integral em Israel e Gaza com a ameaça de uma ofensiva terrestre ainda palpável e somente evitável se o Hamás deixar de disparar projéteis”. As Forças libanesas de Interior detinham dois particulares por haver disparado projéteis sobre Israel. Efetivos da segurança egípcia confiscavam uma vintena de projéteis que estavam sendo introduzidos de contrabando em Gaza. Mahmoud Abbas, secretário da Autoridade Palestina, assistia em Israel a uma “conferência de paz” organizada pelo diário Haaretz, a mesma jornada em que começava o atual enfrentamento* e indignou o Hamás por sua disposição a seguir trabalhando com o Governo de Israel. O ministro jordaniano de Exteriores, Nasser Judej exigia que Israel “detenha imediatamente sua escalada”, porém equilibrava isto com chamamentos à “restauração da calma total e o respeito aos civis” e “a volta às negociações diretas”.


Para Olavo de Carvalho, com admiração.  


Fustel de Coulanges mostrou-nos, desde 1864, que o homem é um ser complexo, reunindo, aliás, na sua radical incompletude, contributos díspares de várias épocas históricas.

De quantas faces é composta a face humana? Ainda o sabemos?

Contra a frivolidade mediática dominante, temos de voltar à sabedoria e ao diálogo sereno com os clássicos. É uma tarefa inadiável.

Mas a esquerda, essa fábrica ininterrupta de mentiras, poluiu o nosso ambiente político perigosamente. Abastardou tudo.

 Elis nunca fez entretenimento, sempre quis a revolução. Sempre militou pela revolução.


Fui ver o espetáculo Elis, a Musical, em cartaz no Teatro Alpha. Uma superprodução muito bem cuidada, com texto de Nelson Motta e Patrícia Andrade, contando relances da biografia de Elis Regina e, claro, seguindo a trilha sonora das canções gravadas pela cantora. No papel principal Leila Garin, brihante, convincente, ótima cantora, acompanhada de ótimo elenco. Eu não a conhecia, virei seu fã. A direção é de Dennis Carvalho.

O espetáculo fez sucesso no Rio de Janeiro e o repete em São Paulo, não apenas por ser portador de elevado nível artístico, mas também porque a plateia se reconhece no palco. Em alguns momentos, aqueles que são da minha geração não podem deixar de se emocionar quando a atriz canta O Bêbado e o Equilibrista, do João Bosco e Aldir Blanco. Ou a sempre belíssima e revolucionária Como Nossos Pais, do Belchior. Eu me emocionei pelas lembranças que tenho e pela carga emocional que essas canções provocam em mim. Hoje sei, todavia, que são peças de propaganda política envelopadas em músicas cativantes.

Lorenzo Madrigal, reconhecido colunista de El Espectador, a quem de modo algum se poderia rotulá-lo de uribista, descreveu com franqueza esta semana o que está ocorrendo na política nacional, a propósito de três fatos concomitantes da conjuntura atual: a tentativa de desbancar o Procurador (Alejandro Ordóñez), a condenação de Andrés Felipe Arias, e a cruzada para que se levante o asilo do Panamá à María del Pilar Hurtado.

“O poder, que Echandía não soube para que servia (certamente que soube), permite destruir o inimigo e negar-lhe pela rádio, pela imprensa, pelos tribunais (olho!), pelo Congresso, pela administração pública, qualquer possibilidade de emergir de uma derrota eleitoral. O unanimismo absolutista não é a melhor maneira de fazer a paz”, sentenciou em sua coluna semanal.

Nada mais e nada menos que o empreendimento grotesco de alinhar os quatro poderes e enfileirá-los contra o adversário político, não com o propósito democrático de confrontá-lo em uma lide civilizada, senão de arrasá-lo e destruí-lo. Imprensa, executivo, legislativo e judiciário, todos em uma como em Fuenteovejuna.

O investimento de 10% do PIB em educação pode não surtir o efeito desejado, caso o ensino brasileiro não se liberte da doutrinação que o assola, como defende a ONG Escola Sem Partido, que realiza o primeiro congresso a tratar do tema.


Caso a educação pudesse ser feita apenas com dinheiro, sem dúvida, o Brasil teria um ensino de Primeiro Mundo. Com a promulgação pela presidente Dilma Rousseff do Plano Nacional de Educação (Lei Federal 13.005), em 25 de junho último, o Brasil terá de aplicar 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, o que significa uma soma anual de R$ 484 bilhões, considerando o PIB de 2013, segundo o IBGE. Hoje, o País investe 5,8% do PIB em educação e, a partir do quinto ano de vigência do plano, isto é, em 2019, esse investimento terá de ser de 7%, alcançando os 10% no final da vigência do plano, em 2024.

Imensa maioria dos palestinos mortos são homens adultos.

Essa informação é baseada em dados oriundos do Hamas através da Al Jazeera, ambos são aliados íntimos. Os dados reais provavelmente revelam uma situação ainda mais extrema.

A narrativa anti-Israel é de que o Estado Judaico está assassinando civis aleatoriamente. Apesar do Hamas utilizar escudos humanos, a lista de baixas oriunda do próprio Hamas não revela isso.

Notavelmente apenas 12% de todos os mortos são mulheres, embora a população feminina perfaça metade da população”, diz o Comitê para Exatidão das Reportagens sobre o Oriente Médio na América (CAMERA). “Outro ponto, a idade média relatada dos gazenses mortos está em torno de 15 anos. Homens abaixo dos 15 anos perfazem apenas 13% de todas as fatalidades, embora esta idade represente metade de todos os homens na Faixa de Gaza.”

A criminosa derrubada de um avião comercial da Malaysia Airlines teve o efeito de um raio: matou infelizmente a vários, mas — precisamente como fazem tais raios — iluminou com uma claridade terrível um panorama então coberto de trevas.

Densas trevas, sim, que há anos vêm toldando progressivamente os horizontes de política internacional, com óbvios reflexos sobre a política interna dos países onde ainda há liberdade.

Convém que a realidade assim posta em evidência com o fulgor irresistível, mas tão transitório, de um raio, não seja esquecida pela opinião pública.

Bem ao certo, o que houve? Ainda se discutem pormenores. Mas, o fato essencial está aí: um país agressor já tinha invadido e anexado uma região de um país vizinho: a Rússia se empossou ilegalmente e pela violência da Criméia.

A medida do verdadeiro amor é a medida do sacrifício pelo bem do outro.

 


Têm sido frequentes os casos de jovens que se deixam fotografar nuas por seus namorados e, depois, passam pelo constrangimento de saber que essas imagens foram postadas nas redes sociais. As consequências de tão imprópria prova de amor desabam sobre a parte frágil, determinando padecimento, processos judiciais, enfermidades psíquicas, crises de adaptação social e familiar e, em certos casos, suicídio por total incapacidade para enfrentar a situação. Surpreende que, mesmo com a reiterada divulgação de tais casos, algumas moças ainda se exponham em tão desnecessárias liberalidades.

Poucas coisas são tão grotescas quanto a coexistência pacífica, insensível, inconsciente e satisfeita de si, da afetação de inconformismo com a subserviência completa à autoridade de um corpo docente.


Aprender, imitar e introjetar o vocabulário, os tiques e trejeitos mentais e verbais da escola de pensamento dominante na sua faculdade é, para o jovem estudante, um desafio colossal e o cartão de ingresso na comunidade dos seus maiores, os tão admirados professores.

A aquisição dessa linguagem é tão dificultosa, apelando aos recursos mais sutis da memória, da imaginação, da habilidade cênica e da autopersuasão, que seria tolo concebê-la como uma simples conquista intelectual. Ela é, na verdade, um rito de passagem, uma transformação psicológica, a criação de um novo “personagem”, apoiado no qual o estudante se despirá dos últimos resíduos da sentimentalidade doméstica e ingressará no mundo adulto da participação social ativa.