Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Em tais condições, nada serve melhor à ruína do país que a modorra institucional, que o conformismo dos tíbios e o silêncio dos omissos. Espero que o Congresso do PT desperte as instituições para seus compromisso com o bem do país.


Quando tudo vai bem, o que a gente menos quer falar é em mudança. Deixa como está! Não mexe!

Estou falando dos membros das instituições. Dos órgãos do Estado, do governo, do parlamento, da justiça. Para esse específico e decisivo conjunto de pessoas, de autoridades, tudo está muito bem. Não têm do que se queixar. Os vencimentos são bons, os subsídios idem, prerrogativas e privilégios também, o modelo lhes garantiu acesso aos postos que ocupam, as regras do jogo lhes foram convenientes. Em grande parte, conquistaram suas posições com méritos intelectuais nos postos ocupados por concurso, e por méritos políticos nos postos eletivos ou de indicação. Tudo está no seu lugar e todos estão onde querem. Deixa tudo como está!


O rol dos supostos direitos prometidos é vasto, em quantidade e irresponsabilidade
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A verdade é que supostas reparações e correções artificiais de aparentes injustiças servem apenas a tensionar a população, a colocar-nos uns contra os outros, a dividir para conquistar, enfim.


Nas eleições passadas e nos discursos políticos de sempre, “direito” foi e é uma das palavras mais utilizadas por políticos em seus discursos. A estratégia é eficaz, pois nós, eleitores e cidadãos em geral, somos especialmente simpáticos à ideia de receber. Oferecer algo, contudo, é um pouco mais difícil – a não ser que usemos verbas públicas e façamos o “bem” com dinheiro alheio.

Por isso os meios de comunicação de massa e as escolas [não só públicas] fazem todo um trabalho de colonização das consciências [é a doutrinação ideológica] para que haja uma aceitação da cultura da morte, sem que as pessoas se dêem conta de que estão sendo manipuladas e agindo contra o que naturalmente elas jamais fariam se não estivessem sendo condicionadas culturalmente a isso.


Exmo. Sr. Senador Paulo Paim, presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, Profª. Fernanda Takitani, Dr. Gollop, Dra. Lenise Garcia, membros da mesa, e demais presentes.

Estando de volta a esta Casa Legislativa, novamente no Senado, para, mais uma vez, fazer a defesa da vida desde a concepção, que é o propósito do Movimento Legislação e Vida1, da Diocese de Taubaté, fundado por nosso Bispo Dom Carmo João Rhoden, e que há dez anos2, junto com outras entidades e grupos, especialmente a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, que aqui representamos nesta audiência pública, inúmeras vezes vindo ao Congresso Nacional para trazer informações aos parlamentares, exortando-os a decidirem em favor da vida e da família3, cujo combate pela vida tem se intensificado a cada dia, conforme S. João Paulo II expos na sua memorável encíclica Evangelium Vitae, dizendo que há um combate de mentalidades, cujo drama tem se agudizado em nossos dias, um conflito entre a cultura da morte e a cultura da vida. "Existe uma crise profunda da cultura"4, uma "conjura contra a vida"5, com circunstâncias dramáticas e terrificantes, que "tornam por vezes exigentes até o heroísmo as opções de defesa e promoção da vida"6. A vida humana tem um valor sagrado, que deve ser respeitado e salvaguardado, em todas as circunstâncias, desde a concepção até a morte natural. A questão do aborto é a ponta do iceberg. Sabemos que há um holocausto silencioso, vitimando milhares de seres humanos, a cada dia, em todas as partes do planeta, vidas ceifadas ainda no ventre materno, do modo mais cruento e doloroso, pois o inimigo de Deus tem sede do sangue inocente.

A aplicação do esquema gramscista obteve mais sucesso no Brasil do que em qualquer outro país do mundo.

O Brasil que o PT criou é feio, miserável, repugnante, tormentoso e absolutamente insustentável.



Volto a explicar, agora ponto por ponto, a catástrofe estratégica monstruosa com que o PT destruiu a si mesmo e à nação. 

1. No incipiente capitalismo brasileiro, as grandes empresas são quase sempre sócias do Estado, o único cliente que pode remunerá-las à altura dos serviços que prestam.


Na Parada Gay de São Paulo, a apologia da pedofilia se fez presente, e mais uma vez se confirmou a proximidade entre os objetivos dos gayzistas e dos pedófilos.

O Brasil prova que sempre o buraco é mais embaixo e a fossa não tem fim. Circula pela internet o vídeo de um menino de 10 anos, com trejeitos afeminados, seminu, fazendo coreografias sensuais de "funk", em plena cerimônia gayzista-fascista da Parada Gay de 2015 em São Paulo. Tudo financiado, é claro, com o dinheiro roubado dos contribuintes pela narcoditadura de Dilma Rousseff, pelo governo de Geraldo Alckmin, do PSDB, no estado de São Paulo, e de Fernando Haddad, do PT, na capital.


A falsa equivalência moral de que sionismo é racismo foi uma tática criada pela União Soviética para justificar sua recusa em condenar o anti-semitismo.


Cinco estudos cobrindo nove países europeus demonstram que cerca de 40% dos europeus pensam que Israel é um Estado “nazista”.

A retórica desempenha um importante papel na demonização de Israel. Além do uso de mentiras, a disseminação de argumentos falsos está entre as principais técnicas da demonização. Portanto, é importante que aqueles que defendem publicamente Israel sejam treinados a perceber o que há por trás de tais táticas.

Entrar no debate aceitando a expressão “homofobia” como válida é permitir que uma mentira seja a norteadora das discussões.


Quer entrar em um embate de ideias já praticamente derrotado? Simples! Basta aceitar os termos e pressupostos apresentados pelo adversário. Assim, não importa o que você disser, nem que a construção de seu pensamento possua uma lógica arrebatadora, no fim das contas, o malogro é inescapável e o insucesso evidente.

Na disputa entre os promotores da agenda homossexualista e os cristãos está ocorrendo exatamente isso. Estes, de boa-fé, com má estratégia e muita voluntariedade, acabam, invariavelmente, saindo derrotados das discussões ou, pelo menos, tendo a necessidade de ceder em alguns pontos, simplesmente, porque iniciam seus argumentos conforme a linguagem e pressupostos apresentados segundo a concepção do movimento LGBT.

“O controle de armas dá as costas a este simples fato: pessoas que usam armas para infringir a lei, infringirão a lei para obter armas”.

Isto pode surpreender, por não ter nenhuma publicidade, mas pessoas usam armas defensivamente (quase sempre sem dispará-las) dois milhões e meio de vezes a cada ano.



O número abominável de assassinatos por todo o país tem, previsivelmente, renovado o apelo pelo maior controle de armas. Defensores do banimento de armas caem na falácia clássica que é usualmente associada às políticas econômicas. Mas isto se aplica completamente a todas as políticas governamentais, incluindo controle de armas.


Se tudo der certo, o tipo se completa com um boné virado para trás, um baseado na mochila e uma camiseta do Che. A pergunta é: quem quer alguém assim na sua empresa ou local de trabalho?


Todo dia, leitores me enviam relatos sobre a hegemonia marxista nos ambientes acadêmicos. Há exceções, claro, mas são isso mesmo. A coisa funciona mais ou menos assim:

1) cursos voltados para educação intoxicam universitários com conteúdo marxista e explicações simplistas da realidade;
2) professores licenciados, elevados à condição de intelectuais orgânicos, vão para as salas de aula do ensino fundamental e médio ensinar o que aprenderam.


A comunicação para eles, como foi também para os hitleristas, é uma técnica, uma arma ideológica para legitimar sua guerra contra a democracia liberal. O comunista, educado em um verdadeiro culto à mentira, é um verdugo que se apresenta como vítima.


As elites governamentais colombianas, tão conformistas sempre ante o fenômeno criminal comunista - pois foram descerebradas a respeito nos anos 1930 e 1940 por vários líderes exaltados do Partido Liberal -, nunca entenderam qual idioma falava essa gente, nem quais barbaridades podiam lançar empregando frases de alto valor positivo, emocional e consensual.

Não é senão ler o que disse há três dias Pastor Alape e ver como esse discurso arrepiante suscitou um certo entusiasmo e até o otimismo na jornalista que falou com ele “em um aprazível local de Havana”. Se tivesse entendido o sentido real do que o chefe terrorista dizia, ela teria saído consternada, e não teria intitulado “As FARC não descartam reclusão especial”. Alape disse, na realidade, o contrário.


rpmÉ inadmissível que alguns, para se vingar de um jornalista independente e para proteger certos interesses políticos, queiram se desfazer de Ricardo Puentes e destruir o importante espaço de liberdade que ele criou.


O Ministério Público acaba de cometer um novo atropelo judicial contra a liberdade de imprensa na Colômbia. O jornalista Ricardo Puentes Melo, diretor do conhecido portal web Periodismo sin Fronteras, de Bogotá,  (N.do.E.: e colaborador do Mídia Sem Máscara) é objeto neste momento de um processo no qual careceu da possibilidade de se defender. As acusações contra ele não são só absurdas senão que, além disso, o juiz da causa antecipou a pena e impôs uma sanção econômica desproporcional, sem que o processo tenha culminado, ao decretar o embargo da casa onde o jornalista vivia e trabalhava.

O juiz argumentou que esse embargo é destinado a garantir o pagamento da indenização que a demandante exige do demandado. Em conseqüência, Ricardo Puentes teve que abandonar seu domicílio e está frente a um julgamento que rompe com as garantias processuais mais clássicas, entre elas a presunção de inocência. Esse processo põe em perigo a existência pessoal, civil e laboral do jornalista.

A atual inexplicável aliança entre comunistas e nazistas na América do Sul é melhor compreendida como um jogo complexo que remonta à penetração do Terceiro Reich por agentes soviéticos durante a guerra.


Alexander Dugin, o teórico geopolítico russo e conselheiro do presidente Putin, tem dito que o século XX foi o “século da ideologia”. Foi um século no qual, como predisse Nietzsche, ideias (e ideologias) guerrearam umas contra as outras. As três facções em guerra foram, em ordem de aparição: liberalismo (da esquerda e da direita), comunismo (assim como a social-democracia) e fascismo (incluindo o nacional-socialismo de Hitler). Estas três ideologias combateram-se mutuamente até “a morte, criando, em essência, toda a dramática e sangrenta história política do século XX”. De acordo com Dugin, o liberalismo veio a vencer no final do século XX. Ainda que vitórias deste tipo raramente sejam permanentes. Na verdade, Dugin diz-nos que o liberalismo já se desintegrou na “pós-modernidade”. Dugin argumenta que, com seu foco no indivíduo, o liberalismo conduziu à globalização, e globalização significa que o homem é “libertado de sua adesão a uma comunidade” e de qualquer identidade coletiva...” Isto aconteceu porque a massa de seres humanos, “compreendida inteiramente por indivíduos, é atraída em direção à universalidade e busca tornar-se global e unificada”. Mesmo agora este ímpeto em direção à globalização coincide com a glorificação da liberdade total “e a independência do indivíduo de qualquer tipo de limite, incluindo razão, moralidade, identidade... disciplina, e assim por diante”. O resultado, diz Dugin, é o “Fim da História” de Francis Fukuyama. Mas não nos enganemos, explica Dugin. A história não termina realmente. O que realmente aconteceu, na verdade, é que a realização do triunfo do liberalismo tem sido o desastre da humanidade. É um desastre para o indivíduo, devido ao indivíduo ter perdido seu ancoradouro. É um desastre para a liberdade, porque agora estamos sob “a tirania das maiorias”. É um desastre para nossa economia, porque a espoliação é o princípio emergente do mercado. E aqueles que desejam preservar sua identidade racial, nacional ou religiosa são apontados como inimigos pelo politicamente correto tão iludido como desumano.

“É extremamente perturbador ver o Governo da Venezuela empregar e dar proteção e segurança a facilitadores e arrecadadores de fundos do Hezbolah”.


Consultar a internet para saber a que horas deveria se prostrar para orar, foi “um risco indevido que Oday Nassereddine nunca deveria ter corrido de maneira voluntária”, adverte um informante - a ele devem-se as seguintes revelações - que seguiu de perto a atividade desse indivíduo e outros membros de sua família. Oday teve o cuidado de onde e quando telefonava com seu celular, para evitar ser localizado em determinadas missões, mas não se deu conta de que quando teclava suas coordenadas em uma página web na Venezuela para conhecer os momentos de levante e ocaso do sol, estava divulgando na rede sua própria localização. Seus dígitos, lidos à distância, permitiram traçar seus passos. Assim, a DEA norte-americana soube que residia em Barquisimeto, a só vinte e seis quilômetros do campo de treinamento que o Hezbolah tinha em Yaritagua, no vizinho estado Yaracuy, e que o próprio Oday Nassereddine comandava. As práticas de guerrilha realizavam-se na fazenda que foi expropriada do deputado da oposição Eduardo Gómez Sigala.

A mesma insólita afeição, aliás, é tributada à ditadura comunista bolivariana e não revela qualquer consideração pelas dificuldades que os venezuelanos enfrentam.


Solidariedade é um estado de espírito que nos envolve com aflições alheias. Não é apenas condolência, mas algo “sólido”, que nos leva a ajudar concretamente os demais. A palavra é muito cara ao cristianismo, cuja doutrina a define como expressão social da caridade, amor ao próximo em dimensão comunitária.

 Tenho ouvido falar em “solidariedade a Cuba”. Que significa isso, quando se manifesta em partidos políticos e atos de apoio ao regime? Solidariedade só pode existir em relação a pessoas ou grupos que sofrem, como é o caso do povo daquele país. A ligação sentimental de alguém ou de algum governo com a tirania que escraviza a ilha há 56 anos tem outro nome e é bem feio. Define, aliás, o que vem fazendo a esquerda mundial, desde o dia 2 de dezembro de 1961, quando Fidel descantou o verso da revolução e proclamou: “Soy marxista-leninista!”.


Tomar o poder e exercê-lo na máxima medida das suas possibilidades é a essência e missão da intelectualidade revolucionária.


A teoria embutida no espaço entre o fato e a generalização que Gramsci dela extrai é a própria teoria gramsciana da hegemonia, segundo a qual a cultura reinante em qualquer época ou lugar é o instrumento pelo qual a classe dominante impõe sua ditadura mental a toda a população.

Interpor uma teoria entre os fatos e a conclusão, em vez de esperar que a própria acumulação de fatos sugira a conclusão, já é trapaça suficiente para desmoralizar qualquer teorizador. Mas a teoria da hegemonia ultrapassa os últimos limites da vigarice razoável e tenta nos fazer engolir como realidade universal e constante algo que é uma impossibilidade material pura e simples.