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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O processo de desconstrução, demolição ou implosão da ordem social envolve a derrubada de seus pilares. Entre eles, a instituição familiar, a disciplina, o respeito à lei, a religiosidade, e o direito de propriedade.


Mudanças sociais importantes se fazem por reforma ou por revolução? Tem-se aí pano para muita manga e a sobra ainda dá um colete razoável. No final do século 19 estabeleceu-se um debate acerca dos caminhos para alcançar a nova ordem social, política e econômica almejada pelos comunistas. Alguns autores passaram a defender que os avanços nessa direção se fizessem através da luta sindical e das cooperativas. Eram os reformistas. Rosa de Luxemburgo postou-se contra eles. Em 1900 publicou "Reforma ou Revolução?", condenando o reformismo e afirmando, entre outras coisas, que os sindicatos ocupam-se com lutar por melhores salários, sendo, portanto, órgãos de defesa do proletariado, mas não de ataque ao capitalismo. Enfim, segundo Rosa, reformar serviria à conveniência do capital e só a revolução seria libertadora.

O que o New York Times e outros meios noticiosos importantes parecem decididos a esconder de seus leitores, é que seus fotógrafos e jornalistas têm dificuldade para ir e vir livremente nessa zona de combate.


Se alguma vez você se perguntou por quê a cobertura fotográfica do
 New York Times em Gaza mostrou quase que exclusivamente crianças palestinas mortas e sangrando no hospital de Shifa e muito poucos homens armados do Hamas, ou do lançamento de mísseis contra Israel desde uma escola ou de uma mesquita para ilustrar a narração do que ocorre lá, o referido jornal tem uma resposta surpreendente: Tyler Hicks, o fotógrafo ganhador do prêmio Pulitzer, faz um trabalho medíocre.

Para toda pessoa que sabe algo de foto-reportagem, a resposta do New York Times suscita algumas perguntas muito sérias sobre a saúde mental das pessoas que fazem este periódico, assim como sobre a lealdade desse jornal a respeito de um dos maiores fotógrafos de sua época, que põe sua vida em perigo diariamente pelo New York Times nos pontos quentes do globo e nas zonas de conflito.

Procure conferir as manchetes dos jornais de hoje: quase invariavelmente estará em destaque uma notícia que envolva um caso de corrupção. Procure também conversar sobre a situação atual do País com as pessoas de seu convívio: quase certamente ouvirá exclamações indignadas do quanto a corrupção é a principal causa dos problemas do Brasil. Exemplo caricato dessa mentalidade pôde ser visto em variações extremas durante a Copa do Mundo: logo antes e até o início do evento, surgiram diversas teorias a respeito da “compra” da Copa pelo Brasil. Após as goleadas sofridas nos dois últimos jogos, o raciocínio previsivelmente se inverteu: o Brasil não teria “comprado”, mas “vendido” a Copa!

Não parecer haver dúvidas para o brasileiro médio de que o Brasil se tornaria um paraíso escandinavo se não houvesse o nível endêmico de corrupção que encontramos aqui. O discurso tem previsivelmente a seguinte estrutura: “se os políticos não roubassem tanto, teríamos uma das melhores educações do mundo” (onde se lê educação, leia-se também saúde, transporte, saneamento básico e qualquer outro serviço com o qual a pessoa esteja insatisfeita).

Um cristão marxista faz tanto sentido quanto uma luz escura em um quadrado redondo. É mais que um paradoxo, é um absurdo. No entanto, em nossa era relativista, onde se busca conciliar o inconciliável, minha afirmação é que parece absurda. Mas não é. É a pura verdade.

Os que se espantam com essa afirmação provavelmente desconhecem não apenas a história do marxismo. Ignoram completamente seus próprios fundamentos, sua real natureza. Se os conhecessem com certeza saberiam que cristianismo e marxismo são tão incompatíveis quanto a luz e as trevas.

Um tempo atrás a incompatibilidade entre ambos era óbvia e este artigo seria desnecessário. Muitos ficariam chocados ao ver cristãos verdadeiros debruçados sobre textos de pensadores marxistas e tentando absorvê-los. Depois da queda do Muro de Berlim alguns acreditam que o marxismo se tornou inofensivo, como se o veneno não fosse mais mortífero somente porque um frasco se quebrou.

Escrevo de teimoso, portanto: a persistência da pobreza que o governo se recusa a reconhecer têm como causa esse 
crescente avanço do Estado sobre a economia nacional.


A cartilha manda repetir sempre as mesmas coisas, ainda que não resistam a uma acareação com os fatos, porque a repetição se impõe à razão e acaba sendo mais convincente do que eles. Não importa que o realejo cause lesão por esforço repetitivo. O resultado compensa.

Assim, ao longo dos anos, nossos ouvidos enrouqueceram de escutar que o país vivia sob um sistema econômico iníquo, que gerava aberrantes desníveis de renda e concentração de riqueza. Tão repetida cantoria acabou por convencer cautos e incautos de que somente uma guinada para a esquerda poderia nos conduzir ao éden da igualdade, da justiça e da prosperidade geral. Gradualmente, então, foi se abrindo a porta para o socialismo, apesar de os fatos, pela janela, berrarem que isso é uma loucura e que tal sistema não consegue apresentar um único caso de prosperidade e democracia. Têm razão os fatos: o anunciado socialismo, sempre, excetuadas suas elites, igualou a todos na pobreza, e só ao Estado concedeu liberdades. Mas isso quase ninguém diz e é nesse caminho que estamos sendo lenta e docilmente conduzidos.

Por mais de um século, os cristãos sionistas têm sido firmes em seu apoio a uma pátria judaica. Surgindo desse movimento, os evangélicos têm servido como base do sionismo cristão devido a uma série de razões teológicas, morais e políticas. Ao mesmo tempo, há um movimento crescente de grupos de linha protestante (presbiteriana, luterana, metodista, etc.) que criticam Israel.

Com o apoio de grupos palestinos anti-Israel e organizações não-governamentais financiadas por filantropos esquerdistas, como George Soros, alguns estão tentando convencer os evangélicos a deixarem de apoiar Israel. Poderão Israel e a comunidade judaica contar com o apoio evangélico, ou será que os evangélicos seguirão o caminho dos grupos de linha protestante (presbiteriana, luterana, metodista, etc.) em sua crítica crescente ao Estado judeu?

“Sempre houve uma tendência de antissionismo em algumas partes da comunidade evangélica. Ele sempre esteve lá, mas era uma força inexpressiva,” disse Dexter Van Zile, analista de mídia cristã para o Comitê de Precisão das Reportagens do Oriente Médio nos EUA (CAMERA).


A tentativa do governo do PT de intimidar Romeu Tuma Jr., por meio de uma ação constrangedora e truculenta realizada pela Polícia Federal, é mais um fato a confirmar a denúncia do próprio Tuma Jr. feita em seu livro, ‘Assassinato de Reputações’: já está em pleno funcionamento um estado policial petista, no qual a lei e o direito são desprezados e os inimigos do PT são perseguidos da maneira mais vil e vergonhosa.



www.videversus.com.br
www.radiovox.org 

 
 

abdw

O simples uso das palavras nada significa se você não sabe o significado delas.
Carl Jung

Na controvérsia envolvendo o livro American Betrayal, fui remisso em um aspecto: não escrevi uma resenha apropriada do livro. Em vez disso, escrevi duas versões de uma resenha que foram rejeitadas por editores. Estou grato por isso, pois não havia verdadeiramente investido o tempo necessário para fazer o serviço direito. Eu não havia apreciado devidamente o impacto da campanha contra a obra ou o quão efetiva a campanha foi. Aos que ainda não leram o livro, ele trata da infiltração comunista no governo americano e a influência que a política americana sofreu durante os anos críticos da Segunda Guerra Mundial e no período que se seguiu a ela. Os fatos revisitados no livro não são grandes novidades. O que é original é a maneira pela qual esses fatos são apresentados, isto é, de uma maneira que nos possibilita ver o cenário mais amplo de ação com muito mais clareza. Essa é a grande conquista de Diana West.

A mente comunista não funciona segundo os cânones da psicologia usual, mas segue uma lógica própria onde se misturam, em doses indistinguíveis, a habilidade dialética, o auto-engano histérico e a mendacidade psicopática.


Meu artigo anterior suscitou uma pergunta interessante na área de comentários: Se há tanta gente nas altas esferas colaborando com o comunismo, como é que ele ainda não dominou o mundo?


A primeira e mais óbvia resposta é que “o comunismo” como regime, como sistema de propriedade, é uma coisa, e o “movimento comunista” enquanto rede de organizações é outra. O primeiro é totalmente inviável, mas por isso mesmo o segundo pode crescer indefinidamente sem jamais ser obrigado a realizá-lo, limitando-se, em vez disso, a colher os lucros do que vai roubando, usurpando, prostituindo e destruindo pelo caminho.


São duas faixas de realidade completamente distintas, que se mesclam numa confusão desnorteante sob a denominação de “comunismo”.

Conforme se desenrola a ação terrestre israelense em Gaza, consequência dos ataques incessantes do Hamas, os mitos e falsidades da mídia sobre Gaza estão sendo reciclados com o acréscimo de algumas novidades.

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A seguir alguns dos mitos oriundos da cobertura e do passado:

MITO #1: É verdade que os palestinos de Gaza estão atacando Israel com o disparo indiscriminado de foguetes, mas que outra resposta eles poderiam dar ao asfixiante bloqueio de Israel?

Os líderes israelenses, a começar pelo Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu, imaginam que a maneira de proteger seus cidadãos é invadir Gaza e explodir seus túneis – e, caso civis e crianças de Gaza morram, trata-se de algo triste, porém inevitável. E alguns gazenses pensam que eles já estão numa prisão ao ar livre, sendo asfixiados sob o embargo israelense, e a única forma de alcançar alguma mudança é disparando foguetes – e se algumas crianças israelenses morrerem, isso também é ruim, mas 100 vezes mais crianças palestinas já estão sendo mortas. (Nicholas Kristof, New York Times, 20 de julho de 2014, Who's Right and Wrong in the Middle East?)

Ruy Castro, em artigo no jornal Folha de São Paulo publicado no dia 4 de agosto, mostra toda sua decepção com um fenômeno que, ele percebe, vem ocorrendo com a juventude contemporânea. São os movimentos de espírito tradicionalista ou de moral conservadora, como aqueles que valorizam a virgindade, os que reclamam um retorno às formas mais tradicionais de culto e aqueles que voltaram a valorizar eventos muito tradicionais na sociedade, como as festas de debutantes e as formaturas.

O articulista sente, com tudo isso, que sua geração lutou em vão. Ele, como mesmo se afirma, um garoto de 68, demonstra toda sua tristeza com o rumo da sociedade e sua retomada dos modos antigos, de valores que, pessoas como Ruy Castro, tinham dado por ultrapassados, mortos e esquecidos. O escritor acredita, sinceramente, que o sangue, o sêmen e o suor derramados pelos seus, no final das contas, estão sendo desperdiçados pelos jovens atuais.

Todos sabemos. Lula tem um problema com as elites. É só ficar solto no palanque, sem texto para ler, e lá vem ele com seu xingamento às elites, para adequar o conteúdo do discurso ao modo vulgar de discursar.

Tudo muito postiço, como nos políticos que usam os pronomes e as concordâncias segundo o auditório. Mas o Lula que quer se descolar das elites é membro aplaudido do seleto grupo! Convive com a elite política e ocupou o topo de sua cadeia alimentar. Tem atuado de modo intenso e rentável como representante da elite das construtoras nacionais. Costuma posar para fotografias e fazer agrados a atletas de elite. Seu partido nasceu no ventre da elite acadêmica do país. Nela e por ela foi concebido e propagado nas salas de aula onde se forma nossa elite intelectual. Mais do que nenhum outro homem público em nossa história foi beneficiado pela ação orquestrada da elite cultural e artística que, quase em uníssono, atuou e continua atuando em seu favor. Como presidente, usou sua prerrogativa para indicar membros aos mais altos cargos das carreiras jurídicas do país, cuja elite, em boa parte, lhe deve favores. Também como presidente, seja de direito, seja de fato, abriu as torneiras dos bancos oficiais para despejar dinheiro bom e barato nas contas bancárias de nossas maiores corporações empresariais. Descobriu, há muito tempo, que bons vinhos, uísques, charutos e lagosta ao Thermidor são mais prazerosos do que vinho de garrafão, cachaça, mata-rato e buchada de bode.


Passado quase um século marcado por uma república mantida à base da fraude, duas ditaduras e uma experiência republicana repleta de instabilidades políticas, o Brasil inaugurou, em 1985, a sua Nova República, como um verdadeiro marco em defesa da estabilidade institucional e do desenvolvimento econômico-social. Um dos principais pontos desse novo procedimento democrático foi a instauração da urna eletrônica, tratada como uma evolução da democracia que estabeleceria agilidade, modernidade e segurança aos milhões de eleitores do país na escolha de seus governantes. Infelizmente, com uma análise mais apurada, chegaremos à conclusão de que esse pensamento se dá muito mais mais como uma forma de conforto psicológico do que pela real segurança existente na nossa urna eletrônica.


Nossa primeira experiência democrática eletrônica se deu em Santa Catarina – sete anos após a experiência indiana, o que impediu o nosso reconhecimento da paternidade do dispositivo. A urna eletrônica foi instaurada em maior escala no país pela primeira vez nas eleições de 1996, em mais de 50 municípios, e implantada em todas as regiões do país nas eleições de 2000. Com a implementação em larga escala, a discussão sobre a real segurança do modelo por especialistas em informática se tornou inevitável.

Pode-se dizer que Olavo de Carvalho é um ‘filósofo’ na verdadeira acepção do termo. Honra lhe seja feita!


Existem centenas senão milhares de definições de filosofia. Todas quase tão numerosas quanto foram os pensadores ao longo dos séculos, pois cada filósofo tende a definir a filosofia à sua imagem e semelhança. No seu monumental ‘Diccio­nario de Filosofia’, o filósofo espanhol José Ferrater Mora (1912-1991), citando Josef Pieper, observava que, “enquanto perguntar ‘Que é a física?’ não é formular uma pergunta pertencente à ciência física, mas uma pergunta prévia;perguntar ‘Que é a filosofia?’ é formular uma pergunta filosófica — uma pergunta eminentemente filosófica”. Dessa forma, conclui Ferrater Mora, “cada sistema filosófico pode valer como uma resposta à pergunta acerca do que é a filosofia e também acerca do que a actividade filosófica representa para a vida humana”.

Todavia, como sustenta o filósofo italiano Nicola Abbagnano (1901-1990), também autor de um ‘Dicionário de Filosofia’, a despeito da disparidade de significações de “filosofia”, é possível reconhecer nelas algumas constantes, entre as quais, segundo ele, “a que mais se presta a relacionar e articular os diferentes significados desse termo é a definição contida no ‘Eutidemo’ de Platão: filosofia é o uso do saber em proveito do homem”.

Se a Europa criou o Estado do bem-estar social, o Brasil consolida o Estado do mal-estar geral – que começa com a pedagogia do Marquês de Sade nas escolas, onde a razão, vista com desconfiança pela esquerda, cede lugar aos instintos.


(
Texto apresentado no 1º Congresso Nacional sobre Doutrinação Política e Ideológica nas Escolas, realizado em Brasília pela ONG Escola Sem Partido, com o apoio da Fenep (Federação Nacional das Escolas Particulares.)


“A verdadeira ciência não é a que se in­crusta para ornato, mas a que se assimila para nutrição.” Essa máxima de Machado de Assis, “o gênio brasileiro”, na precisa definição de um de seus biógrafos, o jornalista Daniel Piza, precocemente falecido, revela a essência do conhecimento, que é o principal nutriente da humanidade desde os seus primórdios, definindo o homo sapiens diante das demais espécies. Nessa frase, Machado usa o termo “ciência” como sinônimo de “educação”, vista não só em sentido amplo, como um aprendizado que permeia a vida, mas também em sentido estrito, como sinônimo de ensino formal, ou de instrução pública, como se dizia em seu tempo.