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SPAÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Já nos primeiros dez minutos do seu debate com Flávio Morgenstern no Grêmio Politécnico, sobre a ditadura militar (v. https://www.youtube.com/watch?v=5h3jnaGz59Q&feature=youtu.be), o prof. Igor Fuser exemplificou com rara concisão a regra de que ninguém pode mentir com eficiência se não falsifica primeiro a própria situação de discurso.

 

Ele começou se queixando de que não há espaço para debates sobre o tema na grande mídia, onde reina a versão oficial única e indiscutível. Quem o ouvisse acreditaria, portanto, estar diante de um porta-voz da minoria amordaçada. Uma vez transmitida essa impressão, o prof. Fuser estava livre para impingir à platéia, sem temor de represálias, a mesma versão oficial à qual ele parecia se opor. E assim ele fez.

Eu amo esses caras! Eles falam pelas vozes de tantos traídos, de tantos iludidos! A eleição do próximo dia 5 de outubro passa a depender muito, muito mesmo, da ruptura que fizeram com seu passado recente.

 


De uns tempos para cá se tornou impossível encontrar um novo petista. Só há velhos petistas. Por muitos anos, contudo, não foi assim. O sujeito vinha de uma família tradicionalmente ligada ao PSD, ao PL ou à UDN e, depois, à ARENA ou ao PDS. Contava anos e anos votando nos partidos conservadores ou liberais. E de repente - vupt! -, se bandeava para o Partido dos Trabalhadores. O PT era o novo, oposição "a tudo isso que está aí", e era promissor (promessas e leviandades permitidas à oposição não faltavam ao PT, que navegava nas águas serenas da utopia). Durante anos, a gente via isso acontecer todo dia, toda hora. O partido da estrela se expandia com velocidade de seita evangélica, salpicando de estrelinhas os espaços urbanos do país. Cada novo petista considerava-se a mais recente encarnação do Bem. Em seus olhos luzia um brilho místico, como se houvessem presenciado revelação particular de alguma divindade. O petismo era mais do que uma religião. Era, concretamente, o novo Céu e a nova Terra.

billIgualdade e inclusão não se fazem com favores do governo, com bolsa família, com ajudinha temporária.
Inclusão e igualdade se fazem com oportunidade de emprego, com salários dignos e preços acessíveis.


Antes de qualquer coisa eu gostaria de deixar claro que nunca fui “paga pau” desse país. Aliás, até vir para cá, e quando eu ainda acreditava nas mentiras do aquecimento global, eu nutria um certo desprezo por saber que os Estados Unidos não tinham assinado o tratado de Kyoto e, por ter estudado biologia, sempre achei isso um absurdo. Enquanto o mundo todo lutava para reduzir as emissões de gases na atmosfera, os americanos só pensavam em dinheiro.

Bastaram duas visitas para eu decidir por me mudar com meu marido para cá. E hoje, vivendo aqui há quase 30 dias, minha percepção mudou bastante, e posso dizer que a adaptação não tem sido uma das coisas mais fáceis, mas que estamos conseguindo evoluir a cada dia.

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Faltando por volta de uma semana para as eleições presidenciais na Colômbia, que se realizam no próximo domingo 25 de maio, um escândalo sem precedentes sacudiu o país. A revista Semana, de propriedade da família do presidente Juan Manuel Santos e dirigida por um sobrinho seu, publicou um vídeo escandaloso onde o candidato do Centro Democrático (partido do ex-presidente Uribe), Oscar Iván Zuluaga, aparece fazendo conchavos com o suposto hacker, Andrés Sepúlveda, no qual combinam um “golpe de Estado” contra Santos.

Tão logo foi divulgado o vídeo, Zuluaga e Uribe deram declarações públicas afirmando a falsidade e a montagem do mesmo. Ato contínuo, o advogado de Zuluaga, Dr. Jaime Granados (que também defende o Coronel Plazas e o próprio ex-presidente Uribe) deu entrada no Ministério Público de uma denúncia acerca do vídeo, junto com um laudo forense onde fica comprovada uma montagem grosseira para afastar o candidato Zuluaga da corrida eleitoral.

Pois é necessário saber que toda esta confusão do “hacker neo-fascista” começou com um alerta das próprias FARC em Cuba.


A pergunta é: Semana recebeu o apoio do G2 cubano na elaboração do petardo molhado contra o candidato presidencial do Centro Democrático? As análises que vários especialistas fizeram do vídeo que a revista de Felipe López Caballero lançou à opinião pública como um osso, para confundi-la, uma semana antes do primeiro turno da eleição presidencial de 25 de maio de 2014, demonstra que os artífices desse embrulho trabalharam com precipitação, incompetentemente, e não contaram com a habilidade e determinação dos colombianos para desnudar essa nova conspiração contra a democracia.

 

Sem sombra de dúvidas foi uma semana negra como há muito tempo não se via. A famigerada e descabida Lei da Palmada foi, enfim, aprovada na Câmara dos Deputados. E a Universiade Federal de Santa Maria aprovou a política de segregação racial como política oficial e, terror dos terrores, o aborto foi legalizado via medida administrativa.

Lei da palmada (Lei 7672/2010)
Num ato bastante simbólico e por si só revelador da natureza da coisa, a Xuxa Meneghel – “a rainha dos baixinhos” – foi à Câmara dos Deputados e, da sua visita, resultou que a da Lei da Palmada foi aprovada. Como se não bastasse, o deputado e pastor Eurico (PSB) não apenas foi expulso, mas destituído (indevidamente) da Comissão de Constituição e Justiça e teve o seu nome achincalhado nos jornais e redes sociais. É a velha “tolerância dos tolerantes”. Desde pelo menos 2011 a Xuxa Meneghel tem feito lobby pesado através de sua fundação em prol da aprovação dessa lei importantíssima tanto para o cenário da revolução cultural quanto para o globalismo novo-ordista. A lei é um verdadeiro cavalo de Troia e tem diversas implicações problemáticas, ela consegue desde ab-rogar orientações pedagógicas contidas nas Sagradas Escrituras até colocar o Estado onipotente dentro da casa de cada cidadão, entre outras coisas, todas elas perigosíssimas.

Queridos amigos,

Meu aluno, o jovem Kim Kataguiri, entrevistou-me em seu canal no Youtube. Falamos sobre política brasileira, filosofia, conservadorismo, a situação na Ucrânia e muito mais.



Os que não tiveram a oportunidade de ouvir meu antigo programa de rádio True Outspeak, agora podem escutar a reprise de vários episódios pela Rádio Vox. O programa vai ao ar todos os dias às 20 horas e pode ser acessado no site da rádio. http://radiovox.org. A Rádio Vox é a primeira rádio conservadora da internet brasileira. Para saber mais e conhecer a programação, visitem sua página no facebook: https://www.facebook.com/rvoxoficial

E não deixem de acessar a apostila Inteligência, verdade e certeza, no meu Seminário de Filosofia. O texto completo pode ser lido aqui: http://seminariodefilosofia.org/apostila/inteligencia-verdade-certeza. Abaixo, um trecho.

O que vemos diante de nós é um espetáculo medonho de rendição interminável e entreguismo.


No final de “1984”, de George Orwell, o herói e aspirante a revolucionário Winston Smith é torturado brutalmente por capangas do governo macabro no Ministério do Amor. Após esse sofrimento, sua vontade é totalmente estraçalhada, ele trai seus aliados mais próximos, bem como a si mesmo e, além do mais, aprende a "amar" o Grande Irmão, a horrível entidade totalitária que fez de sua vida algo insuportavelmente infeliz. O próprio Winston não ganha absolutamente nada com este negócio, exceto certa deformada paz de espírito e uma impressão perversa de que ele, de alguma forma, "fez a coisa certa":

"Ele olhou para o enorme rosto. Foram-no necessários quarenta anos para que aprendesse que tipo de sorriso se escondia por baixo do bigode escuro. Oh mal-entendido cruel e desnecessário! Oh teimoso e obstinado exílio do peito acolhedor! ... Estava tudo bem, tudo estava bem, a luta tinha terminado. Ele havia ganhado a vitória sobre si mesmo. Nós amávamos o Grande Irmão.”

mdmO aborto pode ser chamado de infanticídio porque tanto o feto quanto o bebê recém-nascido não são pessoas.[1]

Se você é um médico ginecologista e não quer fazer abortamentos, é como um policial que não usa armas, e deve parar de exercer sua profissão.[2]

Num serviço público, de acordo com a norma técnica, o médico responsável é obrigado a fornecer o abortamento.[3]



Há uma guerra cultural pelo coração do Ocidente.[4] E, puxados para o centro dessa guerra, estão conceitos cardinais à vida humana e à forma como as pessoas enxergam o mundo e a si mesmas. Tais conceitos e formas de enxergar o mundo são tratados diretamente pela medicina e pelas profissões que lidam com a vida, a morte e o sofrimento humano, daí a importância das práticas de saúde neste cenário belicoso de nossos dias.

A medicina, obviamente, está no olho do furacão, justamente pelo fato de que ela pode ser instrumentalizada para outros fins que não a saúde do ser humano. Uma das formas mais insidiosas e perigosas dessa instrumentalização, sem dúvida nenhuma, é por meio da engenharia social movida pela troca de palavras e de idéias.

Como sempre ensinou a literatura estratégica soviética, a preparação mais importante é a preparação psicológica da população.

A invasão russa à Crimeia não foi o primeiro caso da Rússia tomando um pedaço da Ucrânia.


Recentemente entrevistei três pessoas diferentes que falaram respectivamente sobre a luta pela liberdade na Ucrânia, na Venezuela e na Romênia. Do escritor e analista político Sammy Eppel, aprendi como os comunistas estão lidando com as poderosas forças de oposição na Venezuela. Também conversei novamente com o ativista ucraniano Boris Chykulay, que me passou uma atualização dos eventos na Ucrânia e ofereceu uma análise da situação. E também entrevistei Anca Marie Cernea, que foi bondosa o bastante para explicar a crise ucraniana desde um ponto de vista romeno. A Romênia, por sinal, é um país que mesmo nos dias de hoje luta para romper seus velhos grilhões comunistas.

Muitas famílias francesas tiram seus filhos das aulas que ensinam ou viriam a ensinar a negação “das diferenças sexuais entre homens e mulheres”, noticiou a BBC Brasil.

A polêmica foi gerada pelo programa “ABCD da Igualdade”, concebido pelos Ministérios da Educação e dos Direitos das Mulheres, no governo socialista de François Hollande.

O pretexto do programa é combater as ideias “homofóbicas” e misóginas, a fim de que uma moça queira ser engenheira ou bombeira e um rapaz vire parteiro.

Mas, na realidade, o temor generalizado é de que o governo pretende impelir a “teoria do gênero” na mente das crianças para eliminar a ideia das diferenças naturais biológicas e sociais entre os homens e mulheres e promover a homossexualidade.

O racismo, para a esquerda, existe sistemicamente. Ele existe institucionalmente. Ele existe coletivamente, mas não individualmente.

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Seu bebê é racista?

Há alguns anos, a capa da versão impressa da revista Newsweek questionou: “Seu Bebê é Racista?” A foto do bebê olhando exposta nas gôndolas dos supermercados, exposta nos aeroportos para ser vista pelos passageiros à espera do seu voo e para ser vista pelos pacientes em consultórios de odontologia têm olhos azuis.

Desde que comecei a ler livros, meu sonho era um dia emergir do meio social culturalmente depressivo e ter um círculo de amigos com quem pudesse conversar seriamente sobre arte, literatura, filosofia, religião, as perplexidades morais da existência e a busca do sentido da vida – o ambiente necessário para um escritor desenvolver sua autoconsciência e seus talentos. Li centenas de biografias de escritores e todos eles tiveram isso.

Nunca realizei esse sonho, nunca tive esse ambiente estimulante.

Por volta dos quarenta anos, entendi que não o teria nunca, e decidi que minha obrigação era fazer tudo para que outros o tivessem.

Toda a minha atividade de ensino é voltada para isso. É com profundo desprezo que ouço gente dizendo que o objetivo dos meus esforços é “criar um movimento de direita”.

Enfim, a Universidade Presbiteriana Mackenzie, através de seu programa "Academia em Debate” da TV Mackenzie", se pronunciou em público sobre a Teologia da Missão Integral (TMI).

O problema da TMI é antigo, especialmente nos meios calvinistas do Brasil. Então, por que só agora um pronunciamento público vindo da mais elevada instituição calvinista do Brasil?

Diante da avalanche de indagações do público, líderes mais perto do foco da Teologia da Missão Integral estão sob a pressão, de seu próprio público religioso, de dar respostas. Não muito tempo atrás, sob a mesma pressão, Renato Vargens, pastor calvinista de Niterói, também teve de emitir o que ele chamou de uma “pequena nota” sobre a TMI.

Nossa tendência é duvidar da possibilidade do mal totalitário. Preferimos acreditar que os grandes ideais, as grandes ideias e os grandes ideólogos estão sempre voltados para bem da humanidade, quando na verdade estão lutando por poder e mais poder.

 

Começou a ser divulgado há alguns anos que Hitler teria sido indicado para o Prêmio Nobel da Paz em 1938.[1] Tivesse o fato se consumado, o valor do prêmio estaria destruído pela ironia da história. Nesse mesmo ano Neville Chamberlain, embaixador britânico, assinou o Tratado de Munique. ... [Hitler] assinou uma resolução afirmando que os dois povos [alemães e britânicos] jamais fariam guerra entre si. Chamberlain exibiu o documento à multidão ao retornar à Grã-Bretanha, mas Hitler não deu a menor importância ao papel.[2] Três semanas depois ele ordenaria as ações que quebrariam o Tratado e mergulharia o mundo no terror nazista.

Também é preciso lembrar que em 1939, Hermann Rausching publicou seu livro “Hitler me disse,” [3] onde as suas conversações com o führer revelavam planos tão diabólicos que a grande maioria se recusou a crer. Parecia impossível que um governante arquitetasse tais planos. Os anos seguintes demonstrariam o realismo da obra. Os planos esboçados por Hitler no livro de 1939 são hoje, em grande parte, registros históricos.