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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM




Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Santos estará submetido a pressões sem precedentes, porque foram os aliados ideológicos dos irregulares que emprestaram a ele um fundamental apoio para que ganhasse o segundo turno


O resultado das recentes eleições efetuadas na Colômbia gera inúmeras expectativas, entre elas, até que ponto o presidente Juan Manuel Santos terá que fazer concessões aos setores da extrema-esquerda durante seu segundo mandato.

É certo que Santos contava com um amplo respaldo popular, mas sua derrota no primeiro turno ante Oscar Iván Zuluaga, mostrava que requeria o apoio de um setor que, embora historicamente contrário à sua política social e econômica, está identificado plenamente com uma parte de sua gestão: os diálogos com as forças da narco-guerrilha.

Em seu espetacular livro “O caminho para a servidão”, F. A. Hayek demonstra com exatidão a importância de se conhecer o passado para se ter a nítida ideia de futuro. Escreve ele:

... embora a história nunca se repita em condições idênticas, e exatamente porque o seu desenrolar nunca é inevitável, podemos de certo modo aprender do passado a evitar a repetição de um mesmo processo. Não é preciso ser profeta para dar-se conta de perigos iminentes. Uma combinação de vivência e interesse muitas vezes revelará a um homem certos aspectos dos acontecimentos que poucos terão visto”.

Mas alguns vêem, ainda que por isso sejam rotulados de paranóicos.

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É hora de parar de ser birrento e entender que, sem esses votos, não se vai a lugar algum.


Em 2012, em plena campanha presidencial americana, a produtora "Citizens United" lançou o documentário "The Hope and the Change" para retratar eleitores de Barack Obama em 2008 que estavam arrependidos e que votariam em Mitt Romney naquele ano. "The Hope and the Change" é a peça de marketing político mais poderosa e persuasiva da desastrada campanha republicana daquele ano, um dos poucos acertos num mar de erros.

O documentário traz 40 entrevistas com pessoas reais que contam todo o processo que vai da esperança com a eleição do primeiro presidente negro dos EUA até a decepção com o Obama real, além do mito criado pela tropa de choque da esquerda americana na imprensa, na academia, nos sindicatos, nos talk-shows da TV e em Hollywood.

Não conheço outro evangélico que tenha tido a coragem e a persistência de Julio Severo para enfrentar, de um lado, a perseguição estatal e, de outro, as ameaças dos fascistas “do bem”. Se isso é ser radical, graças a Deus pelo radicalismo.


Friederich Nietzsche foi o último grande crítico do cristianismo. Depois dele, os intelectuais seculares não tiveram escolha senão a de refazer com outras palavras os questionamentos e críticas do filósofo alemão.

Nietzsche falava da perspectiva de um ateu sem o otimismo infantil nos que assola. Ele sabia que, se Deus não existe, não há salvação possível para o homem. Todas as ideologias, utopias e filosofias são meras ilusões e funcionam como válvulas de escape.

A agressão nicaragüense em conluio com a ALBA e os comunistas da região, se materializou na espúria sentença da Corte de Haya que cerceia da Colômbia 75 mil quilômetros de mar territorial e os dá à Nicarágua. Ante esta realidade, é evidente que China, Rússia e os comunistas da região querem ficar com San Andrés.


Desde antes de começar as conversações de paz da administração Santos com as FARC em Havana, foi reiterativo e recorrente o tema do futuro a médio e longo prazo das Forças Militares. Em diversos cenários o presidente disse que os soldados não têm de que se preocupar, porque seu futuro não está incluído na agenda, enquanto que os terroristas insistem em que é necessário reavaliar as Forças Militares, mudar a doutrina de segurança nacional, reduzi-las à mais mínima expressão, entregar amplas zonas do território colombiano aos cúmplices das FARC, não entregar as armas e para rematar, fazê-las parte das novas forças bolivarianas de defesa, enquadradas na óptica castro-chavista da América Latina.

Documento nº 91 da CNBB defende "conselhos" e "radicalização da democracia".

Os progressistas assumiram postos de comando, tornaram-se ordenadores de despesa, formaram seus "conselhos" e os doutrinaram na ideologia marxista, para justificar e legitimar os encaminhamentos da "democracia radical" dentro da Igreja, relegando os padres conservadores aos papéis secundários de vigários, sem poder algum de decisão.


Em 2010, por ocasião da 48ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, realizada em Brasília (para comemorar o jubileu de ouro da fundação da capital federal, em pleno planalto central do País, o então secretário-geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa apresentou o documento nº 91: "Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática", assinado em 11 de março daquele ano, meses antes do pleito que elegeria Dilma Rousseff como presidente. Naqueles dias da 48ª Assembléia, estive em Brasília, e procurei vários bispos, inclusive o próprio Dom Dimas, chamando a atenção do Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (http://www.heitordepaola.com/publicacoes_materia.asp?id_artigo=4030), que o então presidente Lula havia apresentado nas vésperas do Natal do ano anterior, e que causou grande apreensão em vários setores da sociedade brasileira. Solicitamos que a CNBB tivesse um posicionamento firme sobre o aspecto anticristão do PNDH3. Mas não foi possível tal posição. Os temas da Assembléia vinham das bases, e um deles era o documento nº 91. "Um tema para entrar aqui em discussão vem das bases, dos conselhos!", ressaltou um dos prelados. Em relação ao PNDH3, a apreensão inicial foi apenas passageira. Logo as vozes se calaram, e vieram as acomodações conhecidas.  A execução do PNDH3 continuou como prioridade do governo do PT, legitimado pelo silêncio e conivência de muitos. Depois que passou a chiadeira inicial, o PT se sentiu respaldado a agir com mais celeridade aos propósitos contidos no PNDH3. 

Foi-lhe perguntado sobre o que lhe dava mais prazer na vida. Respondeu que era quando o time pelo qual ele torcia marcava um gol.

Ele não estava sozinho nessa deformação da alegria.


Na minha juventude, por mais difícil que seja me lembrar dela atualmente, eu era muito bom nos esportes. Nunca poderia, no entanto, ser mais que apenas muito bom neles, porque nunca os levei suficientemente a sério para isso. Um jogo era, para mim, apenas um jogo; eu me dedicava a ele de corpo e alma apenas enquanto ele estava sendo jogado. Depois que ele terminava, era como se não tivesse passado de fumaça dispersada pelo vento.

Não tinha nada contra aqueles que se dedicavam aos esportes, mas achava-os tolos; eu continuava a jogar tênis, regularmente, às vezes, mas vencer ou perder me causava apenas uma emoção fugaz, exultante ou triste, de acordo com o caso. Para mim, na verdade, o jogo é que importava.

Passados alguns dias depois do choque com a vitória roubada do camarada Juan Manuel Santos, o Notalatina faz nova edição comentando aquele fatídico 15 de junho e denúncias feitas pelo ex-presidente Uribe dois dias antes das eleições em sua conta de Twitter. Entretanto, em vez de escrever um texto, preferi traduzir e publicar dois artigos: o primeiro, que dá nome a esta edição, da lavra do ex-presidente e senador eleito Álvaro Uribe, e o segundo do querido amigo Ricardo Puentes Melo. E o faço porque eles dizem tudo, melhor do que eu poderia fazê-lo, sobre o que aconteceu no segundo turno da eleição presidencial na Colômbia. Leiam com atenção e desfrutem, sobretudo o vídeo no final. 


Venceu a trampa, denuncia Uribe

Comunicado do ex-presidente Uribe.

Nossa gratidão à doutora Marta Lucía Ramírez e aos milhões de colombianos que acompanharam esta luta.

Em nome da paz, o governo Santos impulsionou a maior corrupção da história caracterizada por abuso de Governo, entrega de somas de dinheiro a parlamentares para compra de votos, oferta de dinheiro do Governo a Prefeitos e Governadores para forçá-los a intervir ilegalmente na campanha em favor do presidente-candidato, compra de votos, violação da Lei de Garantias, propaganda ilegal com dinheiro do Estado em pauta publicitária que coincide com a publicidade do candidato-presidente.

Uma avaliação das limitações humanas não está presente em lugar algum nas ações ou teorias neoconservadoras. Deste modo, é improvável que eles evitem aventuras estrangeiras, déficits de orçamento ou aquele tipo de conservadorismo compassivo (que significa o derradeiro colapso da própria civilização).


Parece que estamos a testemunhar uma operação de distração que alveja a fronteira dos EUA com o México (que por sinal está abarrotada de pessoas). Qualquer pessoa com faro estratégico deveria estar alarmada com o rumo que esse caso está tomando. É um fato objetivo, queiram ou não, que alguém investiu muito para bagunçar nossa fronteira. Agora, inclusive, a patrulha de fronteira enviou pessoas do Arizona para o Texas. Entretanto, as principais rotas do tráfico de drogas que chegam aos EUA passam pelo Arizona. E como bem sabemos, esses são os mesmos caminhos usados por Moscou no passado para contrabandear armas de destruição em massa (ADM) sem que fossem detectados pelos nossos serviços de segurança. Sendo assim, há razão para nos preocuparmos, especialmente se considerarmos que a Rússia voltou ao seu elevado estado de alerta e à consequente mobilização e exercício de tropas. Ao mesmo tempo, o Iraque está sendo perdido para um tipo de blitzkrieg terrorista. Tudo isso é muito desconcertante, embora Washington continue com sua costumeira estupidez. Enquanto o inimigo se movimenta em todos os fronts, nossos líderes em Washington estão como gatinhos cegos: perdidos e condenados. Eles não sabem o que estão fazendo e não conseguem vislumbrar a ameaça letal que se forma no horizonte.

O decreto de Dilma Wanda pretende subverter a ordem constitucional, ao "reposicionar o Estado", para torná-lo peça da ambição maior do Foro de São Paulo: promover o socialismo-comunismo na América Latina.


O Foro de São Paulo realizou em 2013 o seu 19º encontro. A organização, naquele ano reunida na capital paulista, concentrou suas atividades em dois objetivos centrais: aprofundar as mudanças e acelerar a integração nacional. Uma síntese do que supostamente foram os resultados dos trabalhos está na "declaração final" do encontro. Um documento que fixa uma série de diretrizes para os seus membros. Uma, em especial - se relida hoje - chama a atenção:

[...] "Temos que REPOSICIONAR O ESTADO e APROFUNDAR a democracia, ASSEGURAR A HEGEMONIA e a estabilidade política para a realização das MUDANÇAS e GERAR NOVOS ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO POPULAR NA GESTÃO PÚBLICA e no cumprimento dos direitos básicos da população" (Tradução livre do texto abaixo destacado) [1].


O governo federal abriu seu saco de bondades: Reintegra, Refis, PSI, ampliação das margens de preferências de produtos nacionais em licitações, novo acordo automotivo com a Argentina, isenção de IR para abertura de capitais por empresas de médio porte e desoneração da folha de pagamentos estão entre as medidas mais relevantes. Tudo às vésperas das eleições. Vai colar?

Não posso afirmar que isto garantirá a apoio dos empresários, mesmo porque o PT tem um longo histórico de desapreço à sua palavra, embora reconheça que, segundo eles próprios, tenham saído satisfeitos com tais medidas. Convém, no entanto, analisar o seu alcance e demonstrar aos leitores se atendem às condições para o estabelecimento de um cenário estável, atraente e confiável para os investimentos por parte da indústria.

Primeiramente, vou esclarecer aos leitores do que trata cada um dos itens desse pacote e comentar sobre eles ao final: 

1. A re-eleição de Juan Manuel Santos, em 15 de junho passado, é uma verdadeira derrota do uribismo. Porém, ela não é definitiva, nem marca o fim de uma época. Pelo contrário, o combate entre democracia e coletivismo na Colômbia se agudiza. Santos terá quatro anos mais para culminar seu único plano de governo: seu processo de capitulação ante as FARC. Essa linha é o que ele chama de “processo de paz”. Essa capitulação, que Santos mostrou como uma via razoável para a paz, não é só um erro, é uma calamidade para a Colômbia. Desde 1970, cada governo colombiano propôs às FARC soluções pacíficas. As FARC as rechaçaram sempre. Fizeram saber que a capitulação era a única saída. É o que chamam “solução política”. Não eram cálculos locais. Eram os desígnios da URSS em plena Guerra Fria. A via da capitulação começou a ser uma tentação. Ela existiu de maneira latente e vacilante, com altos e baixos, desde então. Essa idéia, inoculada à classe dirigente pelas próprias FARC, é o maior logro subversivo desse aparato de morte, desde sua fundação nos anos 50. Só Álvaro Uribe Vélez, em seus dois períodos de governo (2002-2010), rechaçou essa tentação e conseguiu tirar as FARC do universo político e militar. Com Juan Manuel Santos essa tentação renasceu e transbordou. Hoje chega a seus limites mais extremos. Pela primeira vez, um presidente põe em evidência o liberalismo político e econômico da Colômbia e ganha uma eleição apresentando isso como um “processo de paz”. Se esse projeto não for derrotado, a Colômbia terá que aceitar ser mais uma vítima da depredação política, econômica e financeira de Cuba, o verdadeiro artífice da subversão global, como é hoje a Venezuela.

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Hawking e Mlodinow fizeram um trabalho completamente suficiente de derrotar seu próprio argumento.

Há um velho ditado que diz “dê muita corda a alguém e ele vai se enforcar”.  A ideia é que, se alguém está errado ou mentindo, quanto mais o tempo passa, mais óbvio isso se torna presente. Bem, a Bantam Books deu a Stephen Hawking e Leonard Mlodinow toda a corda que eles queriam, e o resultado é The Grand Design (O grande projeto), um novo livro no qual eles argumentam contra a necessidade (e a existência) de Deus. Aqui está o núcleo de seu argumento:

[Assim], como Darwin e Wallace explicaram como o projeto aparentemente milagroso de formas de vida poderiam aparecer sem a intervenção de um ser supremo, o conceito do multiverso pode explicar o ajuste fino das leis físicas, sem a necessidade de um Criador benevolente que fez o universo para o nosso beneficio. Como existe a lei da gravidade, o universo pode e vai criar a si mesmo do nada. A criação espontânea é a razão pela qual existe algo em vez de nada, por que o universo existe, porque nós existimos.

Equivocada exoneração do secretário de Administração Penitenciária de Goiás — por conta de reportagem do “Fantástico” — é uma das muitas ações do Executivo, do Judiciário e do Ministério Público que só reforçam o poder dos bandidos.

Ninguém de relevância política neste País tem coragem de enfrentar a legislação pró-bandido ditada pelas universidades, sob a inspiração de Michel Foucault. E a imprensa é cúmplice das universidades na defesa dos direitos humanos de criminosos em detrimento da segurança da população.


O “Fantástico”, da Rede Globo, mostrou que duas grandes penitenciárias do Brasil — a de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, e a de Aparecida de Goiânia, em Goiás — são comandadas pelos próprios presos. De dentro das cadeias, os chefões do crime encomendam roubos de veículos, que acompanham em tempo real pelos celulares de última geração, e extorquem dinheiro das famílias de outros presos, em quantias que podem chegar a R$ 500. Além disso, promovem churrascos com mais de mil espetinhos e bacanais com prostitutas todo final de semana. Em conversas telefônicas, um preso disse: “Mulher não falta. É todo domingo”. Outro arrematou: “Carne aqui é mato”. E a reportagem ainda mostrou celas com geladeiras duplex abarrotadas de comida, TV de tela plana, ventiladores e liquidificadores, entre outros eletrodomésticos.

roboucupaQuem cedeu às exigências e padrões da FIFA? Quem multiplicou as sedes e construiu estádios onde sequer existem clubes de futebol? Quem, se não o próprio Lula, criou o cenário para a festa do dia 12, não no histórico Maracanã, não na Capital Federal, mas no estádio do seu Corinthians?


Quem xingou Dilma no Itaquerão? Fossem sonoros aplausos, a comunicação oficial não teria constrangimento em ressaltar a ruidosa e alegre saudação popular dedicada à presidente. Mas não foram aplausos. Impunha-se, portanto, circunscrever a ação dos torcedores a um pequeno e seleto grupo de privilegiados e em encontrar responsáveis pelo ocorrido.