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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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bbQueremos aqui reafirmar neste manifesto que rechaçamos toda e qualquer proposta de separatismo e de golpe militar,
pois queremos o Brasil unido e fortalecido democraticamente.


Saímos às ruas para defender a democracia brasileira, seriamente ameaçada pelo projeto de poder totalitário do PT, instrumentalizado pelo Foro de São Paulo (organização terrorista que reúne partidos de esquerda e grupos criminosos do continente latino-americano) para implantar o bolivarianismo no Brasil e demais países da América Latina, sob o comando dos irmãos Castro.

Nosso movimento é pela democracia, pela soberania nacional, pela verdade, pela dignidade e pela liberdade. Sabemos que o PT está empenhado em extinguir as liberdades individuais, amparado no pior populismo e clientelismo, com as já evidentes consequências econômicas desastrosas, a generalizada degradação moral e a insegurança institucional, com o Estado e a sociedade civil aparelhados para uma hegemonia ideológica que coloca em risco as liberdades individuais.

Com desdém lançarei meu desafio
Bem na face do mundo,
E verei o colapso desse pigmeu gigante
Cuja queda não extinguirá meu ardor.
Então vagarei semelhante a um deus,
Vitorioso, pelas ruínas do mundo
E, dando às minhas palavras uma força dinâmica,
Sentir-me-ei igual ao Criador
Karl Marx


Na última semana a ABC News divulgou uma reportagem em que se diz que hackers conectados ao governo russo são suspeitos de instalar um tipo de malware nos computadores que controlam as usinas de energia e estações de tratamento de água dos Estados Unidos. Esse malware é capaz de debilitar os serviços públicos da América. Um ato de sabotagem tão monstruoso não seria apenas um ato de guerra, mas também um monstruoso crime, pois as vítimas seriam cidadãos comuns que foram alvejados pelo simples fato de possuírem uma determinada nacionalidade. Por que o governo russo faria tal coisa?

Qualquer prefeita, candidata a reeleição, que fizesse dez por cento do que foi feito na campanha de Dilma teria seu nome retirado das urnas por decisão da Justiça Eleitoral.


Raras vezes se ouviu semelhantes confissões. Confessaram em dueto, Lula e Dilma. "Eles não sabem o que somos capazes de fazer!" proclamou ele, enfático. "Nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição!" admitiu ela, faceira.

E assim foi. Nunca se viu tanta baixaria. Nunca a verdade foi tão chicoteada pela mentira. Nunca se disse tanta estupidez, porque a estupidez, de algum modo, renderia votos. Desde as eleições que sucederam o Plano Cruzado, em 1986, não se praticava no Brasil um estelionato eleitoral de tais proporções. Todas as providências, todas as urgentes providências demandadas pela péssima situação econômica e pelas deficitárias contas públicas agravaram-se por terem sido postergadas para depois das eleições. Ainda se discutem as urnas e já os preços administrados pelo governo começam a subir. A realidade nacional não podia chegar ao conhecimento do povo. Menos ainda na hora de o povo deliberar sobre quem estava mais capacitado para enfrentar a realidade.

“Os covardes morrem várias vezes antes da sua morte, mas o homem corajoso experimenta a morte apenas uma vez”.
William Shakespeare

O deputado estadual Carlos Bezerra Jr. (PSDB) ficou calado quando o Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou uma Lista Negra de jornalistas que “cometem o pecado” de criticar o governo Dilma.

Até mesmo a ONG internacional Repórteres Sem Fronteiras condenou a Lista Negra do PT contra jornalistas e humoristas críticos ao governo. Mas Carlos Bezerra – que adora citar Martin Luther King – ficou bem quietinho.

Meu amigo alerta: “O PT está construindo no Brasil o mesmo regime de que nós escapamos no Leste Europeu”.


Pai,

Pediram-me para escrever um artigo sobre a ditadura militar e eu logo pensei em você. Tecnicamente, sou um filho da ditadura. Nasci em São Paulo, em 10 de julho de 1970, durante o governo Médici, perto do lugar em que Carlos Marighella fora morto meses antes. Mas nunca esquecerei um fato que eu não pude agradecer em vida: entre combater a ditadura – como fizeram seus dois melhores amigos, Arno Preis e João Leonardo – e formar uma família, você ficou com a segunda opção, e por isso eu existo. Arno e João morreram na luta armada; você me deu a vida.

Lembro-me de uma cena: você e a mãe lendo uma carta na mesa da cozinha, no apartamento da Alameda Barão de Limeira, em São Paulo. Falavam baixo, como se não quisessem ser ouvidos. A carta era de João Leonardo, que estava no exílio. Vocês tinham medo. João Leonardo, o Baiano, encontraria a morte em junho de 1975.


Após sucessivas ameaças da Rússia e a invasão da Ucrânia, a Letônia teme pelo seu futuro. Ela tem apenas 2 milhões de habitantes, 27% dos quais são etnicamente russos.

Muitos são oficiais soviéticos aposentados, que decidiram permanecer no país com suas famílias após o colapso da URSS, segundo informa “The Washington Post”.

O Kremlin está anunciando à Letônia, em tom de agressão, que "defenderá" esses russos étnicos em seu território custe o que custar.

O pretexto é bem conhecido, já funcionou na Crimeia e está funcionando à toda no leste ucraniano.

Quando não há explicação moralmente aceitável é preferível deixar o dito pelo não dito. E Lula maneja com perfeição a prolongada retórica do silêncio.


Todo dia recebo mensagens de petistas. Muitas procedem de gente boa, que tenta justificar moralmente seu voto em Dilma sob a alegação de que "corruptos por corruptos eu fico com os que, na minha opinião, estão conduzindo melhor o país".

Tal frase é produto de duas informações falsas. Segundo ela, a) os números do governo petista seriam favoráveis quando comparados com os do governo tucano; b) se o governo petista foi uma infindável sucessão de escândalos, com o alto comando do partido mudando-se para a Papuda, também no governo FHC houve corrupção, "como todo mundo sabe". Sabe? Veremos.

Essa inconsistência terminológica alimenta o caos total.


A definição de terrorismo acarreta implicações práticas porque caracterizar formalmente uma ação violenta como 
terrorista, gera consequências importantes na lei dos EUA.

Suspeitos de terrorismo podem permanecer presos por mais tempo do que suspeitos de crimes comuns após a detenção sem acusação. Eles podem ser interrogados sem a presença de um advogado. Eles são condenados a sentenças de reclusão mais severas. "Presos por terrorismo" estão sujeitos a restrições mais pesadas, conhecidas como Medidas Administrativas Especiais ou SAMs. A "Lei de Seguro de Risco de Terrorismo de 2002" proporciona às vítimas corporativas de terrorismo um tratamento especial (já se encontra em vias de renovação) e protege proprietários de construções de determinados processos judiciais. Quando se invoca o terrorismo, as famílias das vítimas, como por exemplo, as do ataque do Forte Hood em 2009, recebem benefícios extras, como diminuição nos impostos, seguro de vida e compensações relacionadas a combates. Eles podem até receber um arranha-céu na cidade de Nova Iorque.

 

Benedita da Silva

De acordo com a coluna Radar, do jornalista Lauro Jardim, da revista Veja, no que depender de Silas Malafaia, Benedita da Silva será a nova interlocutora entre o governo do PT e a população evangélica.

Em sua coluna, Lauro diz: “Silas Malafaia estendeu a mão ao governo. Na quarta-feira, o deputado federal eleito Sóstenes Cavalcante, candidato lançado por Malafaia, fez uma visita a Gilberto Carvalho. Sugeriu que Benedita da Silva seja a interlocutora entre o governo e o mundo evangélico.”

Não se sabe, e talvez jamais se saiba, quantos milhões de dólares do Estado venezuelano o tenente-coronel Hugo Chávez pôs nas mãos de Lula da Silva e Marco Aurélio Garcia, sua mão direita e homem encarregado da Conexão São Paulo-Caracas, para ganhar a presidência do Brasil em 2003.

Chávez cumpria com obediência um compromisso selado com Fidel Castro, seu pai putativo: montar o ex-sindicalista metalúrgico de proveniência trotskista na presidência da primeira potência sul-americana e desde lá estender a mancha do castro-chavismo por toda a região. A julgar pelos milhares de milhões de dólares anuais e os mais de 100 mil barris de petróleo diários oferecidos a Cuba desde então, a mão com que se auxiliou o PT para entrar no poder pela porta grande há de haver sido extremamente generosa. Tanto, como para que Chávez aparecesse intempestivamente quando lhe dava na telha e nas ocasiões mais inoportunas por Brasília para ver como cresciam os lucros de seu investimento político. Passar a vê-lo em funções, mesmo que rompesse o protocolo e perturbasse o Itamaraty, era um direito adquirido.

Evo Morales, o presidente boliviano, é agradecido, pois reconheceu publicamente que seu acesso e continuidade no poder, ao qual chegou no 2005, é conseqüência da assistência de todo tipo que o desaparecido Hugo Chávez e o tristemente presente Fidel Castro lhe prestaram.

Chávez e Castro facilitaram a Morales os recursos materiais e logísticos que necessitava para desestabilizar o país e se converter em uma alternativa de poder, porque se não fosse por estes dois autocratas, o líder cocalero não teria passado de ser um agitador de ofício que recorria à violência extrema para impor sua vontade e incrementar sua influência, porém sem possibilidades de ganhar umas eleições presidenciais.

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Paulo Batista, Bene Barbosa, Hermes Rodrigues Nery, Kim Patroca Kataguiri e Paulo Eduardo Martins integram o Movimento Brasil Livre, que saiu às ruas, em ato pró-impeachment da presidente Dilma Roussef, em São Paulo, em 1º de novembro.


Os que saíram às ruas em 1º de novembro, na primeira manifestação pró-impeachment, catalizaram, de imediato, o sentimento geral do povo, ao que pode ter sido o maior embuste de toda nossa história.

Está posto o dilema para Dilma Rousseff, que é saber o que fazer com a questão da economia. O ministro Guido Mantega está demissionário e se arrasta no cargo feito um morto-vivo. Quem conhece os meandros do poder sabe que um ministro da Fazenda fraco é meio caminho andado para o desastre, sobretudo numa hora que decisões difíceis precisam ser tomadas. É ele quem tem que dizer “não” aos demais ministros, em nome da presidente.

Por que Guido Mantega ainda não foi substituído? Quem segura o ministro é o próprio Lula, é a sua cota pessoal. Só sairá quando o ex-presidente assim decidir. Será na escolha do nome que ficarão claros os caminhos que Dilma Rousseff escolheu. Um nome igual ou à esquerda do atual ministro significará a ampliação da política supostamente desenvolvimentista, a mesma que desarrumou as contas públicas e desalinhou os preços relativos. Um nome mais conservador significará a sinalização de que a inflação, de fato, será combatida.

Olavo: “Você não tem uma democracia quando um só partido domina o Judiciário, o STF e Justiça Eleitoral ao ponto de querer impor uma eleição com apuração secreta: só eles têm acesso, você tem de confiar na palavra deles e não se tem o direito de fiscalização”.

A aparente incoerência está totalmente de acordo com a estratégia petista: acalmar os mercados e
ajustar a economia, enquanto se reorganiza politicamente.


“Já disse para meus companheiros que eles precisam ler uma das decisões de Lênin, depois da Revolução de 1917. Ele fez concessões a multinacionais sobre a exploração do petróleo de Baku, porque não tinha dinheiro para explorar (...) problema é o sentido político de tomar essas medidas. Você toma essas medidas no sentido de aprofundar o modelo ou no sentido de processualmente criar condições para outro modelo (...) faria muito bem a alguns críticos do PT a leitura de algumas decisões de quando houve rupturas e confrontos”
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A análise acima, de meados de 2003, no primeiro governo de Lula, foi feita para o jornal ‘Estado de São Paulo’ pelo mensaleiro condenado José Genoíno, na época presidente do PT.