Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Estudantes formados por Lazarsfeld se tornaram verdadeiros “gurus” da indústria publicitária e seus estudos eram também aplicáveis à política. Trabalhavam para grandes empresas e órgãos governamentais com considerável influência em muitos países.

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O primeiro resultado da pesquisa de opinião do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) tentava demonstrar um povo machista e violento, o que a esquerda buscou identificar imediatamente com um conservadorismo. Daquele primeiro resultado vieram inúmeras manifestações de políticos, incluindo o próprio ex-presidente Lula, chamando a atenção para o perigo representado pelos supostos 46% da população. Na carona do IPEA, impulsionou-se votações de leis sobre violência doméstica que a relacionavam com o machismo da sociedade. Estas leis, por sua vez, já estão servindo de modelo para a inclusão da ideologia de gênero não mais somente no novo Plano Nacional de Educação, mas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, o que terá caráter permanente. O extenso uso político e militante daqueles primeiros resultados mostra o intuito dessa verdadeira operação de engenharia social.

Pat Buchanan tornou-se um companheiro de viagem e idiota útil.

Ele não pode – e nem poderia – ver que as mentiras de Moscou evoluíram para engolir tanto a direita quanto a esquerda.

O desertor Konstantin Preobrazhensky avisou que a religião conservadora se tornou fio condutor da subversão russa.


Blaise Pascal escreveu que o homem é repleto de erros. “Esse erro é natural”, explicou Pascal, “infausto e indelével. Nada mostra a ele a verdade; tudo o engana”. Em linhas similares, Frederico o Grande disse: “O homem foi feito para o erro. O erro entra em sua mente naturalmente e nós descobrimos apenas algumas verdades após muito esforço”. Os conservadores são especialmente culpados de errar quando se trata da União das Repúblicas Socialistas Soviética, Rússia e o comunismo. Para entender as complexas realidades subjacentes, deve-se primeiro descobrir o caráter enganoso da própria coisa. Um comunista é um ser humano com o poder de uma pessoa. Como outros humanos políticos, ele não muda suas crenças com a mesma frequência que troca de roupa. Ele não desiste facilmente e se torna de repente um capitalista. Por outro lado, é totalmente normal para um comunista se disfarçar de capitalista. Lênin fez isso na década de 1920 e Stálin fez seus arranjos com o capitalismo na década de 1940. Houve uma “coexistência pacífica” nos anos 1950 sob Krushchev, um détente sob Brezhnev e a perestroika com Gorbachev; E hoje, em Moscou, Vladimir Putin finge ser um cristão. Quem seria ingênuo o bastante para acreditar nesta última ilusão? Dentre todos, essa pessoa é Patrick J. Buchanan, que escreveu um artigo intitulado "Deus agora está do lado da Rússia?"


Dilma Rousseff foi vendida a seu eleitorado como gestora competente. Mas autorizou a Petrobras a pagar mais de um bilhão de dólares por uma lebre que mia.

 

Todo esse imbróglio serve para mostrar o quanto é maléfica a confusão que fazemos no Brasil entre Estado, governo e administração pública, como se fosse tudo a mesma coisa.

 

 

A compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras, tanto na transação em si, quanto no que aconteceu após se tornar de conhecimento público, é dos atos mais constrangedores de nossa história administrativa. Nem encomendando se conseguiria produzir semelhante sucessão de ações e reações que primam pela falta de decoro e pela hipocrisia. Atenção, jornalismo nacional! Hora de acordar, rapaziada! O rolo é conhecido desde 2012! É difícil entender as razões pelas quais a pauta dormiu nas gavetas durante todo o ano de 2013.

carteiroO nome é Gil Diniz.

Ele foi ao primeiro lançamento do meu livro, evento que aconteceu em uma das áreas mais nobres de São Paulo, num shopping cujo nome dispensa explicação: Pátio Higienópolis. Qualquer morador da capital sabe que Higienópolis é bairro de elite, é lugar de endinheirados. Chegou na livraria trajando seu uniforme de trabalho: calça azul, sapatos, e camiseta amarela com o logotipo dos Correios. Sim, a estatal que um dia serviu de estopim para o maior escândalo da história da República, o Mensalão, abriga em seus quadros pessoas de grande caráter, como Gil.

Depois de ficar um bom tempo na fila, onde rapidamente fez amizade com outros ditos reacionários, chegou com o livro em mãos e me disse, com orgulho:


Olavo: “Documentos oficiais da própria União Soviética e da própria KGB, provam que havia uma verdadeira invasão de agentes da KGB em todos os escalões do poder no Brasil, e não só do estado: em empresas privadas e estatais, institutos de pesquisa científica, universidades, redações de jornal, etc. A KGB estava praticamente no poder no Brasil."

“Continuo lançando meu desafio: há 50 anos os historiadores esquerdistas no Brasil ficam escarafunchando tudo em busca de escândalos que comprometam o governo americano. É inacreditável, Denise, mas até hoje, não descubriram o nome de um único agente da CIA comprovadamente lotado no Brasil na época."

"Quem é o dono da narrativa determina o capítulo seguinte."



Obama e as mulheresA política é para profissionais e os profissionais estão vencendo, tanto aqui como lá.


A esquerda quer eleger Hillary Clinton em 2016. Não por coincidência, de uma hora para outra o assunto na imprensa americana, uma espécie de departamento de marketing do Partido Democrata (com honrosas exceções), além dos talk-shows e da militância virtual, é a “discriminação contra mulheres”.

A foto do post, de terça (08/04), mostra Barack Obama cercado de mulheres, como manda o manual populista, assinando um decreto para “dificultar que empregadores paguem mais a homens do que mulheres na mesma função”. A tática é manjada, mas sempre dá certo:

1) A esquerda inventa uma pauta que divide a sociedade, balcanizando a população em grupos e jogando uns contra os outros, estimulando ou criando ressentimentos, ódios e conflitos.

O desenvolvimentismo é uma fraude teórica e um perigo como elemento inspirador da administração do Estado. Mas como mudar isso, se a maioria dos funcionários públicos acha que o erro teórico é a verdade?


A imprensa está cheia de análises sobre um possível “volta, Lula”, tentando explicar porque isso pode acontecer. Um ponto comum nas análises é culpar a presidente Dilma pelos problemas econômicos, como se ela fosse a autora do projeto que está em curso no país. Claro, ela está de acordo com ele, mas é preciso separar o trigo do joio. A política econômica é a do PT, não é meramente da presidente, assim como sua política “social”. A coisa tem raízes históricas mais profundas.

Quem estuda a história econômica do Brasil sabe que, desde os anos 30, um suposto conjunto de conhecimentos em economia foi desenvolvido para patrocinar o desenvolvimento econômico. A obra de Celso Furtado é um momento de consolidação dessa visão de mundo, que tem gerado legiões de discípulos universitários, que ora ocupam o poder. Tudo começou com o Partido Comunista. Essa visão de mundo infiltrou-se no Estado paulatinamente desde então. Politicamente, vivemos o apogeu desse falso saber no comando do Estado com o PT. Aí está a origem da tragédia que se anuncia.


“Professor,

Sou aluno do Curso de Ciências Sociais da (...). Admiro seu trabalho há um ano e estou amadurecendo a idéia de me tornar aluno do Seminário de Filosofia, o que me impede é o tempo. Hoje na aula de História Moderna uma colega minha expôs para toda a turma a minha admiração pelo seu modo de pensar, prontamente os colegas começaram a me olhar com olhar de reprovação. O professor desta disciplina, estava presente em sala e ao ouvir o comentário da minha colega, começou a se dirigir a mim de maneira debochada sobre as denuncias que o senhor faz há vinte  anos, perguntas do tipo: "Você realmente acredita que há uma conspiração revolucionária gramsciana em andamento no Brasil?’ ou ‘Você é tolo ao ponto de acreditar que estamos sob uma ditadura petista?’.

O professor seguiu rompendo com toda q qualquer ética profissional e passou a alvejar a sua pessoa, atribuindo adjetivos como alarmista, fascista e reacionário e dizendo que o senhor é maluco, mas admitia que é um bom professor de Filosofia e portador de uma erudição impar (inclusive ele disse que a mãe dele foi sua aluna). Fiquei muito constrangido e sem resposta devido ao estado de choque em que me encontrei em ver um professor universitário me admoestando por minhas preferências politico-filosóficas. Um único colega mais conservador (por minha influência) veio em minha defesa e indagou qual é o problema de gostar do senhor e sobre a necessidade de alguém esculachar’ o senhor devido a idéias divergentes, encerrando a discussão e deixando o professor e os colegas mais falantes sem respostas.

A paz entre a Rússia e o Ocidente foi assegurada enquanto o interesse próprio dos oligarcas russos assim exigiu. Porém, não está mais tão claro que a paz esteja dentre seus interesses.


Com a cegueira habitual sobre a sua situação real, a União Europeia respondeu ao confisco da Criméia com a imposição de 'sanções' à hierarquia russa. Os chefes da máfia que rodeia e dependem do presidente Putin não mais terão a permissão para viajar às suas villas na Toscana ou para fazer saques em suas imensas contas em bancos europeus. As amantes, com o coração partido, permanecerão solitárias por meses a fio a não ser que convidem um dos eurocratas no restaurante do andar abaixo. As mansões em Mayfair permanecerão fechadas até que o gesso comece a cair, times de futebol em dificuldades e cavalos de corrida buscarão em vão por um comprador. Pensar que essas coisas farão a mais mínima diferença na política externa expansionista russa é uma ilusão de uma inocência inacreditável. Mais importante do que isso, contudo, é a profunda ignorância histórica que essa medida revela.

É vergonhoso que a maioria dos governos dos países da América tenham sido capazes de se pôr de acordo em estabelecer uma espécie de política comum que só beneficia os regimes despóticos do hemisfério, sem considerar que com essa atitude deixam em absoluta falta de defesa os povos submetidos aos regimes autoritários.

A conduta de muitos dos políticos latino-americanos reflete, no melhor dos casos uma grande miopia e no pior, uma franca e aberta cumplicidade com os autocratas, situação confirmada na Assembléia da Organização de Estados Americanos (OEA), quando se impediu à deputada María Corina Machado expor a realidade que seu país padece sob o regime de Nicolás Maduro.

O povo cubano tem sido a vítima por antonomásia da estultícia, covardia e oportunismo dos líderes políticos do hemisfério. Apesar de que a política de desestabilização do governo de Cuba não havia mudado para seus pares do hemisfério, a maioria dos governos do continente modificou sua política para Havana, restabeleceu relações diplomáticas e comerciais com a ilha enquanto a OEA deu seu aval às mesmas.

É impossível afirmar que essas mudanças entre os evangélicos americanos não terão reflexos entre os evangélicos brasileiros, que já estão infiltrados por um significativo número de evangélicos progressistas.


Há uma campanha em andamento, e vem ocorrendo por algum tempo especialmente nos Estados Unidos, para persuadir os evangélicos acerca de várias questões, inclusive “casamento” gay e iniciativas anti-Israel, usando interpretações muitas vezes seletivas ou anormais do que a Bíblia ensina.

As organizações que buscam mudar a opinião pública evangélica são bem coordenadas e muitas vezes financiadas por grupos esquerdistas, tais como a Fundação da Sociedade Aberta de George Soros.

Os evangélicos progressistas estão determinados a avançar suas posturas esquerdistas sobre “casamento” gay e Israel.

Essa é a definição real do comunismo: controle efetivo e total da sociedade civil e política, sob o pretexto de um “modo de produção” cujo advento continuará e terá de continuar sendo adiado pelos séculos dos séculos.


Nos dicionários e na cabeça do povinho semi-analfabeto das universidades, a diferença entre capitalismo e comunismo é a de um “modo de produção”, ou, mais  especificamente, a da “propriedade dos meios de produção”, privada num caso, pública no outro. Mas isso é a autodefinição que o comunismo dá a si mesmo: é um slogan ideológico, um símbolo aglutinador da militância, não uma definição objetiva. Se até os adversários do comunismo a aceitam, isto só prova que se deixaram dominar mentalmente por aqueles que os odeiam – e esse domínio é precisamente aquilo que, no vocabulário da estratégia comunista, se chama “hegemonia”.

Objetivamente, a estatização completa dos meios de produção nunca existiu nem nunca existirá: ela é uma impossibilidade econômica pura e simples. Ludwig von Mises já demonstrou isso em 1921 e, após umas débeis esperneadas, os comunistas desistiram de tentar contestá-lo: sabiam e sabem que ele tinha razão.

soralNeste artigo, vamos passar em revista os “valores” louvados pelos amigos de Alain Soral, que são convidados a eventos “Igualdade e Reconciliação” e/ou transmitidos nos vídeos do site da associação. As citações são autênticas, as fotos não foram retocadas, esta é a realidade do soralismo.

1.Christian Bouchet

Bouchet é um prolífico autor satanista, autor de: “O Ocultismo”, “A Wicca”, “O Neo-paganismo”, “O Espiritismo”, “A Antroposofia”, “Aleister Crowley”, “Aleister Crowley, abordagem histórica de um mago contemporâneo”, “Aleister Crowley e o movimento telemita”, “Karl Maria Wiligut, o mago de Himmler”, etc.

Christian Bouchet
confessa: “Frequentei essa organização (Ordo Templis Orientis - ver nota ao fim do artigo), como também frequentei a Golden Dawn, os martinistas, as obediências maçônicas egípcias, etc.”

noéEsse é o jeito que Hollywood vê cristãos e judeus dedicados — como pessoas cheias de um fanatismo que beira a psicose e leva ao ódio e homicídio.

Em sua segunda semana, as receitas do filme “Noé” afundaram em 60%.

 

Comentário de Julio Severo: O artigo a seguir, do meu amigo Don Feder, traz a perspectiva dele, como um escritor judeu conservador, sobre o filme que aparenta tratar de Noé, um dos homens mais importante da Torá. Li vários artigos americanos sobre esse filme, e de longe o texto de Don é o melhor e merece ser divulgado aos quatro cantos do Brasil.


No filme “Noé,” a fábula ambientalista, aprendemos que pessoas más (descendentes de Caim) constroem cidades, comem carne e fazem armas. (Eles provavelmente pertenciam, na época antes do dilúvio, aos grupos contrários ao desarmamento da população.) Eles também fazem mineração a céu aberto, no processo transformando a terra numa desolação árida que parece o Afeganistão sem os conforto modernos.

Crenças místicas na Vaterland, educação da juventude e antissemitismo.


A reação germânica ao positivismo estava intimamente conectada com a crença numa força vital cósmica existente na Natureza, uma força obscura cujos mistérios não poderiam ser entendidos pela ciência, mas através do oculto, o “enxergar com a própria alma” (H. Blavatsky). Este ponto de vista estava ligado à crença da oposição entre esta força cósmica e tudo o que é artificial e construído pelo homem (...)A maioria dos historiadores ignorou esta linha de pesquisa porque é muito exagerada (e irracional) para ser levada à sério. No entanto, essas ideias deixaram uma profunda impressão numa nação inteira.
George L. Mosse (1)


O pensamento völkisch é fundamentalmente místico, guardando, se tanto, uma forma de racionalismo altamente abstrato que exclui qualquer pensamento analítico. Ontologicamente estava enraizado num conceito de natureza fluindo da “realidade superior” do cosmos para o homem, tornando-se cristalizada no horizonte, na paisagem, no meio ambiente e no estilo de vida do Volk. Esta atitude rejeita o cristianismo – e o judaísmo – em favor de uma cosmovisão panteísta da natureza como fonte das condições especiais e no potencial exclusivamente humano. A própria paisagem alemã supostamente despertava características culturais superiores. Os alemães, embora tivessem chegado ao futuro, deveriam retornar ao passado – um passado desprovido de tudo, menos da voz primeva da Natureza. Só aquelas pessoas que estavam próximas à Natureza poderiam compreender através de suas almas, a força de vida cósmica interior que constitui o eterno.