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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Como Olavo de Carvalho já previra há mais de 20 anos, o jornalismo no Brasil deixou de ser informativo para se tornar desinformador. Totalmente dominado pelo peso das estatais e com jornalistas formados para moldar a mente dos brasileiros pelas ideologias esquerdistas, tornou-se uma imprensa amorfa e repetitiva: ler um ou outro jornal, assistir qualquer televisão dava no mesmo, pois todas repetiam, com pequenas variações de estilo, a mesma mensagem burrificante baseada nos ensinamentos de Antonio Gramsci.

Há anos os brasileiros se desinformam através de pravdas ou granmas disfarçados de propriedades privadas, por isto muito mais hipócritas do que seus modelos originais, francamente partidários e ideológicos. Aqui, acessar o verdadeiro sentido oculto, "O Outro Lado da Notícia", é  tarefa para quem entende - não de imprensa, mas de Gramsci!


o imbecil coletivo 10 livros que mudaram minha vida rodrigo gurgelSe Edmund Wilson me vacinou contra os estruturalistas, Olavo de Carvalho me vacinou contra o marxismo e a intelectualidade materialista, hedonista e cética que pontifica na mídia e na universidade brasileiras.


De Euclides da Cunha, (1) Os Sertões foi o primeiro livro que estudei com o olhar de leitor malicioso — não no sentido de “má índole”, o mais comum entre nós, infelizmente, mas no sentido de “astúcia”, “sagacidade”. A motivação veio de Paulo Vieira, meu professor de português no velho Instituto de Educação, em Jundiaí. Quando comecei “A Terra”, tive uma vertigem: aquilo era incompreensível — o livro exigia muito mais que um dicionário constantemente aberto ao meu lado. Foi, aos 17 anos, o primeiro lampejo de que as melhores obras literárias estão além, muito além do que o leitor inocente vê no seu contato superficial, passageiro. Ir e voltar pelas páginas, descobrir a musicalidade que a linguagem pode alcançar, sentir que aquele livro estava além dos meus conhecimentos — tudo me impulsionava a ir adiante, a perseverar.


Os que me acompanham sabem que tenho escrito muito sobre o homem-massa, esse espécime definido pelo filósofo espanhol José Ortega y Gasset no famoso livro 'A Rebelião das Massas' e que é muito pouco compreendido nos dias de hoje. O homem-massa, que ascendeu ao poder, é aquele que define hodiernamente os padrões de pensamento, de comportamento e até de diversões. As mostras cotidianas do predomínio desse sujeito são fartas e quero aqui comentar algumas delas.

Um exemplo que tenho dado é o caso do Adib Jatene, o famoso cardiologista que faleceu há pouco tempo. Ele foi o caso do homem que adquiriu uma excelência técnica inigualável no ofício da medicina e, a partir daí, quis bancar de sábio em ciência política. Legou-nos a execrável CPMF, no suposto de que essa derrama fiscal melhoria os serviços públicos, quando se sabe que isso não é verdade. É claro que, por detrás da visão de Jatene, está a sua crença no coletivismo comunista, ideologia que ele adquiriu independente e a despeito da sua destreza de cirurgião. Casos como o dele repetem-se amiúde.


Durante trinta anos de vigência da hegemonia intelectual da esquerda, todos os direitistas, sem exceção, ficaram encolhidos de medo, inermes e atônitos, incapazes da menor reação efetiva, no máximo resmungando um pouco em circuito fechado. Aí veio um sujeito e, sozinho, deu cabo dessa hegemonia. Então os ratos começaram a sair das suas tocas e, num surto de coragem tardia, puseram-se a roer o cadáver da falecida com ares de quem enfrentasse um inimigo vivo, e a rosnar impropérios contra o matador da desgraçada, dizendo que ele não tinha feito nada de mais, que era apenas um astrólogo embusteiro, um gnóstico alucinado, talvez até um comunista enrustido. Essa é a biografia mental da direita brasileira nas últimas décadas. Não espanta que essa gente, mesmo secundada por noventa e dois por cento da população, não consiga derrubar um governo caquético e moribundo.

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Durante trinta anos esses bostinhas não conseguiram fazer NADA contra a hegemonia esquerdista. No máximo murmuravam pelos cantos e choramingavam no travesseiro. Depois que eu fui lá e matei o monstro, todo mundo virou herói. A velha ideologia direitista brasileira — udenista, tefepista, integralista, liberal, etc — era ABSOLUTAMENTE impotente para compreender a estratégia esquerdista posterior aos anos 60, quanto mais para combatê-la eficazmente. A maiior parte dos que AINDA falam em nome da direita nunca leu sequer uma página de Karl Marx, para não falar de Lênin, Stalin ou Mao. Pegam frases soltas nos meus artigos, transformam em chavões, repetem como papagaios e acham que estão fazendo alguma coisa.


amigosSob o governo petista, o país enfrenta um pacote de crises endógenas, todas de produção própria, caseira.


Ser petista ficou dureza. Imagina o sujeito que passou a vida exaltando as elevadas qualidades morais e o discernimento com que o PT oposicionista apontava soluções para os problemas do país. Sonhava com o PT no poder. Nas tendas e barracas em que o PT vendia adesivos, distintivos, camisetas do Che e bandeirinhas de Cuba, o cara tinha conta em caderno. Pagava por mês e ainda contribuía para o caixinha do partido. Era fã do Zé, do Genoíno, da Marta. Entrava em surto cívico até nos discursos do Suplicy. Tinha foto com o Lula na parede da sala, adesivo com estrela no carro e bandeirinha vermelha tremulante na janela. A vida era cheia de certezas. Numa delas, o PT salvaria o Brasil de si mesmo porque o partido tinha aquele caráter que parecia faltar ao eleitor brasileiro, esse vendilhão de votos em troca de favores. O PT seria o fim da estrada para a política do "é dando que se recebe". E, sobre tudo, havia o Lula, o metalúrgico pobretão, apto a mudar o mundo com um megafone.


O dito “anarcocapitalismo” rejeita a divisão entre direita e esquerda porque é ele mesmo uma mescla de capitalismo com marxismo cultural, e como todo híbrido é instável, inviável, estéril e inclassificável
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Vinte e tantos anos depois da queda do Muro de Berlim (1989), e do colapso da União Soviética (1991), a esquerda segue viva, e até mesmo em posição de domínio, na América Latina, Estados Unidos e em grande parte do mundo.

E por quê? Simples: porque a direita cometeu suicídio político. Uma força política pode suicidar-se de várias formas, e a direita escolheu o “igualismo”, que em inglês chamam de me-tooism (me too = eu também). No mercado é quando se lança uma oferta igual ou muito similar a da concorrência. Um equívoco grosseiro: a arte comercial consiste em distinguir-se, não em igualar-se; porque se há originais, ninguém quer cópias.


O que eu vou fazer, tal qual os dissidentes do Leste Europeu, é ignorar essa lei cretina e impossível de ser cumprida
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Era com pequenos atos de desobediência que os dissidentes do comunismo combatiam os governos que os oprimiam. Se o regime inventava uma lei estapafúrdia que mandasse afixar uma foto do presidente nas lojas ou hastear uma bandeira na porta de casa numa data qualquer, os dissidentes ignoravam, agiam como se não houvesse lei, como se nada acontecesse. Faziam-no pondo em risco a vida e a liberdade, como no caso do poeta cubano Armando Valladares, jogado numa prisão por duas décadas porque se negou a colocar a plaquinha “Estoy con Fidel” na mesa de trabalho.

Os dissidentes não eram minoria entre um povo de entusiastas do regime; pelo contrário, eram a face corajosa da maioria cansada de ser oprimida pela elite comunista de bandoleiros, psicopatas, nulidades e ladrões que lhes impunha seus caprichos ao custo da destruição econômica e moral dos países.

  bcp

 A base chinesa na Patagônia cresce aceleradamente
mas as autoridades argentinas não podem entrar.


O jornal La Nación, de Buenos Aires, ecoou as profundas inquietações geradas por um documento de Pequim sobre o possível uso militar da estação espacial que a China está concluindo na província de Neuquén, numa área de 200 hectares cedida a ela pelo governo nacionalista-bolivariano de Cristina Kirchner.


Não há limite para a malícia sociopolítica, supostamente religiosa, da teologia da libertação


Se formos buscar nos Evangelhos algumas réguas para aferir os valores segundo os quais nos devemos conduzir, veremos que a régua da caridade, do zelo pelos mais necessitados, serve como medida do amor a Deus. Nenhum cristão negará essa realidade ao mesmo tempo material e espiritual. No entanto, o pobre dos Evangelhos é, principalmente, o carente de Deus. E é também, entre muitos outros aspectos, o materialmente pobre, o necessitado de afeto, de justiça, de liberdade, de oportunidade. Desconhecer isto é uma primeira e muito comum perversão do sentido evangélico da palavra "pobre" e da situação da pessoa humana a ela correspondente.


O cúmulo da demência aparece quando o grito de “respeitar as instituições” vem das mesmas bocas que acabam de dizer: “As instituições estão todas aparelhadas”. É um lindo raciocínio: As instituições não são confiáveis, portanto confiemos nelas.


Nas discussões públicas, com milhões de assuntos entrecruzados e novos fatos sucedendo-se a cada instante, o número de indivíduos com capacidade e tempo para averiguar pessoalmente a veracidade ou falsidade últimas do que se diz é ínfimo ou nulo. Para a massa dos observadores, a noção de “verdade” está indissoluvelmente fundida com a de “confiabilidade”, portanto com a de “autoridade”: o argumentum auctoritatis – o mais fraco dos argumentos, segundo Sto. Tomás de Aquino – acaba sendo não apenas o mais usado, mas o único pelo qual a população se deixa guiar.

Portanto, para saber quais idéias serão aceitas pela população, basta averiguar o que dizem as “autoridades”. Em geral, as fontes de autoridade são duas e apenas duas:

O Estado Islâmico Massacra Etíopes Cristãos
Apenas dois dias depois do Estado Islâmico (EI) ter publicado um vídeo mostrando seus membros massacrando 21 cristãos coptas na Líbia no domingo do dia 19 de abril, o grupo jihadista islâmico divulgou outro vídeo de mais cristãos na Líbia, cerca de 30 etíopes, referindo-se a eles, com desprezo, por meio do porta-voz do EI como "adoradores da cruz", sendo assassinados por não terem pago a jizya, extorsão exigida do "Povo do Livro" que se recusa a se converter ao Islã, de acordo com o Alcorão 9:29.

Alguns dos cristãos foram mortos pelas costas com um tiro na cabeça no estilo execução, os demais foram decapitados, como fizeram com os coptas.

O porta-voz do EI se dirigiu então aos "cristãos do mundo todo":

karl“Eu e meu público nos entendemos perfeitamente. Eles não ouvem o que digo, e eu não digo o que eles desejam ouvir”.
Karl Kraus


Há tanta coisa acontecendo bem agora, com um possível terremoto financeiro na Europa, que estamos todos sujeitos a focar os efeitos ao invés das causas. Por muitos anos tenho me perguntado porque tantas pessoas inteligentes e aparentemente responsáveis são de algum modo incapazes de entender nossa falência coletiva. Suspeito que se deva a uma indecente preferência por atalhos intelectuais.

Em Reflexões Autobiográficas, de Eric Voegelin, encontramos um tributo a Karl Kraus (foto). Escreveu Voegelin: “Seu trabalho... deve ser entendido no contexto da fantástica destruição da linguagem alemã durante o período Imperial da Alemanha após 1870”. Hoje tendemos a associar nosso presente declínio às inovações da década de 1960, ou aos efeitos malignos dos totalitarismos de 1920 e 1930. Mas não, a degeneração real iniciou-se muito antes. Os males dos dias modernos não emergiram do nada. A Era Dourada do capitalismo liberal foi a verdadeira origem de nossa atual decadência – o terreno de nossos empreendimentos mais malignos. Aqui está o início da corrupção de toda linguagem, todo pensamento, todo espírito. “Quem recusa todo compromisso de linguagem”, disse Kraus, “recusa todo compromisso de causa”.

Cerca de 90 anos depois do Manifesto Comunista, em Coyoacán, México, onde se exilara, Trotsky escreveu uma “Introdução ao Manifesto Comunista”, que foi publicada pela ediciones Pluna, de Buenos Aires, em 1974.

Essa publicação, da qual extraímos alguns excertos, resume pontos fundamentais tidos pela ideologia trotskysta, em todo o mundo, como verdades verdadeiras:

“- o governo do Estado moderno não é nada mais que uma junta que administra os negócios comuns de toda a classe burguesa. Esta fórmula sucinta que os dirigentes da social-democracia consideraram como um paradoxo, de fato contém a única teoria científica do Estado;

Alexis Tsipras, que correu veloz ao funeral de Hugo Chávez em março de 2013, sempre mostrou sua admiração pelo governo venezuelano a quem considera como um exemplo “de revolução socialista comunista”.


Segundo publicou o jornal El Universal de Caracas, em setembro de 2010 o governo venezuelano, pelas mãos de Hugo Chávez, começou a financiar o movimento político do hoje presidente grego Alexis Tsipras.

O então embaixador do país bolivariano no território heleno, Rodrigo Chávez Samudio, foi o encarregado de estreitar as relações políticas e econômicas com a coalizão de esquerda radical (Syriza) que já estava nas mãos de Alexis Tsipras, assim como a deputada nacional da ala esquerda do PASOK (Partido Socialista), Sofia Sakorafa, o candidato para a presidência da região de Atenas para as regionais, Alexis Mitropoulos, e a reconhecida poetisa de esquerda, Nadia Valavani, entre outros.


As análises que as estrelas da mídia tradicional nos oferecem sobre a virada brasileira à direita são tão miseráveis quanto a ideologia de baixo marxismo que eles abraçam e insistem em espalhar.


No ambiente jornalístico, a presença dominante dos comunistas é incontestável há décadas. A grande maioria dos  jornalistas sempre esteve próxima do esquerdismo. Não digo hoje, como militância aberta, mas no plano da adesão intelectual e da adoção bajuladora e servil a um argumento da autoridade petista, que é um partido da esquerda confessional, aquela que trata o marxismo como um tipo de religião revelada. Sem a submissão a este argumento da autoridade, o governo Dilma Rousseff já teria perdido sua sustentação junto à intelligentsia e, como não possui qualquer respaldo popular, teria desabado.