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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Não devemos supor que uma possível derrota do governo nas urnas do dia 26 equivalha ao desmonte da máquina que está em operação no país, destruindo reputações, manipulando a sociedade, comprando votos e gerando violência.


Nos anos 60 a 64, houve uma acirrada batalha ideológica no Brasil. A política era debatida no campo das ideias e o comunismo ganhava crescente espaço entre os estudantes. Entidades estaduais e nacionais eram disputadas palmo a palmo e constituíam imagem visível da Guerra-Fria. Lembro-me que, em fins de outubro, na sede do R.U. (Restaurante Universitário da UFRGS) as paredes se cobriam de cartazes e faixas comemorativos do aniversário da Revolução Bolchevique. Era o outubro vermelho da moçada que se deixara seduzir pelas arengas de Leonel Brizola, pelo sucesso dos rebeldes de Sierra Maestra e pelo amplo movimento internacional de solidariedade a Cuba (mal sabiam eles o que estava tendo início naquela infelicitada nação).

O que caracteriza e distingue a filosofia no meio de tantos outros empreendimentos humanos é a peculiar sofisticação, riqueza e precisão dos meios intelectuais que ela põe a serviço do seu projeto.


Não existe filosofia modesta. Toda filosofia é uma intervenção de longo prazo e larga escala no mundo dos acontecimentos humanos. Enquanto os decretos dos governantes passam e se desfazem em pó no esquecimento, as filosofias permanecem ativas e influentes decorridos séculos ou milênios do falecimento dos seus criadores, afetando ou modelando o curso das discussões científicas, morais, políticas e religiosas. Revelam, nisso, uma força auto-revigorante quase miraculosa. Milhares de biografias de Napoleão e Júlio César não trariam de volta os seus impérios, mas às vezes basta um debate erudito ou um ensaio de reinterpretação para que uma filosofia que parecia esquecida ressurja das cinzas e, adornada ou não do prefixo “neo”, venha interferir na vida contemporânea como se tivesse sido publicada ontem.


Não imaginem que esse fenômeno se deva somenteao zelo de admiradores e discípulos tardios que, à revelia e sem a mínima participação de seus mestres e inspiradores mortos, não deixam que a chama se apague. Ao contrário, foram esses mestres e inspiradores mesmos que, concebendo metas de longo prazo e colocando a serviço delas as mais complexas e poderosas estratégias cognitivas, deixaram aberta ou fomentaram conscientemente a possibilidade de sucessivos renascimentos.

Somos incapazes de admitir que estamos sob ataque. 


A percepção da verdade sobre o ambiente real, especialmente um entendimento da personalidade humana e seus valores, deixa de ser uma virtude durante os chamados tempos “felizes”; os céticos ponderados são considerados intrometidos [...]. Isso, por sua vez, leva a um empobrecimento do conhecimento psicológico, da capacidade de diferenciar as propriedades da natureza e da personalidade humana, e da habilidade para moldar criativamente as mentes. O culto ao poder, então, suplanta aqueles valores mentais tão essenciais à manutenção da lei e da ordem por meios pacíficos. O enriquecimento ou a involução de uma nação em relação à sua visão de mundo psicológica pode ser considerado um indicador de quão bom ou ruim será o seu futuro.
Andrew M. Lobaczewski, em 'Ponerologia: Psicopatas no poder'.


A política americana trata-se das mentiras que contamos a nós mesmos enquanto nação. Geralmente, nossos políticos não nos oferecem um menu de soluções, mas sim um menu de auto-enganos. Eles nos dizem o quão inovadores somos, o quão poderosos somos e quão poderosa nossa união é. Que estamos morrendo enquanto sociedade é algo que eles não nos dizem; porquanto, a instituição familiar está morrendo, e tanto a paternidade quanto a maternidade estão sob ataque; e o mais frio dos monstros — o Estado — está assumindo o controle de tudo e de todos. Chamaram isso de esperança e mudança [
hope and change]. Mas em todo lugar, como diz o poema, a “cerimônia da inocência está afogada” [ceremony of innocence is drowned].

A questão principal é, sem dúvida, a tentativa de tomada do país por um grupo ideológico, que, além de tudo, age como uma máfia.


Esta campanha política, relativa à corrida presidencial, apesar de estar se tornando uma disputa acirrada, como não foi vista nas eleições anteriores, em seu conteúdo, porém, não tem sido muito diferente de outras que acompanhamos a cada 4 anos. A tônica principal, de fato, sempre gira em torno de dois temas básicos: economia e corrupção. De alguma maneira, são realmente as duas grandes preocupações do brasileiro e, não coincidentemente, as duas envolvem dinheiro.

O brasileiro, ainda que não esteja entre os cidadãos mais abastados do mundo, valoriza demais sua vida material. Ele é, sem nenhuma dúvida, um consumista. Ele, certamente, mede seu sucesso e seu fracasso pelas conquistas financeiras que obtém.

No que diz respeito aos corpos sociais, no campo da psicologia social, pouco ou quase nada publicou-se sobre as anestesias psicológicas que podem ser aplicadas - e que se vêm aplicando - em nações inteiras e até a blocos regionais de países.


1. Bastou que no primeiro turno das eleições presidenciais o pêndulo político brasileiro se movesse alguns centímetros da esquerda para o centro, para que a atual hegemonia esquerdista ficasse em uma situação psicologicamente instável no Brasil, no Uruguai (onde este mês também haverá eleições presidenciais e onde a oposição tem possibilidade de ganhar da esquerda), assim como em outros países da América Latina atualmente com governos esquerdistas.

2. Trata-se de uma hegemonia que se mantém desde longos anos pela inação dos líderes do centro e da direita, é verdade. Porém, que sobretudo conseguia se impor mediante uma misteriosa anestesia psicológica que as esquerdas foram capazes de injetar, em doses graduais, nos públicos dos respectivos países latino-americanos que atualmente governam.

Dentro de uma geração ou duas, os Estados Unidos haverá de perguntar: quem perdeu, Europa? Eis aqui o discurso pronunciado por Geert Wilders, do Partido para a Liberdade, da Holanda, pronunciado no Hotel Four Seasons de New York, ao apresentar uma Aliança de Patriotas e anunciar a Conferência para enfrentar a Jihad em Jerusalém.



Estimados amigos. Agradeço-lhes muito haver-me convidado. Vim aos Estados Unidos com uma missão. Nem tudo anda bem no Velho Mundo. Existe um tremendo perigo espreitando. E é muito difícil ser otimista. É muito possível que já estejamos transitando pelas últimas etapas da Islamização da Europa.

 

Isto já não é somente um perigo claro e atual para o futuro da Europa em si, senão uma ameaça à América e à mera sobrevivência de todo o mundo ocidental. Os Estados Unidos são o último bastião da civilização ocidental, enfrentando uma Europa islâmica.

 

Em primeiro lugar lhes descreverei a situação em terras da Europa mesma. E depois, lhes direi algumas coisas sobre o Islam. E para encerrar, lhes contarei uma reunião realizada em Jerusalém.


A partir de 1° de agosto de 2014, todos os blogs da Rússia com mais três mil visualizações – quantidade acima do muito pouco – passaram a ser controlados estritamente pelo Kremlin, noticiou o jornal portenho “Clarín”.  

Controles análogos já existiam, afogando os grandes meios de comunicação e caindo agora sobre quase todas as publicações online.

A denominada “Lei sobre os blogueiros” inclui uma série de reformas no Código Administrativo, na lei de Informação e na lei de Comunicações.

A nova legislação obriga os administradores/proprietários de um endereço virtual a fornecer informações sobre seus usuários às autoridades da “nova URSS”.

Sabe aqueles vídeos anunciados como contendo "cenas muitos fortes", tipo "tire as crianças de perto"? É com iguais cautelas que se deveriam abrir as matérias referentes às revelações feitas pelos dois mais famosos depoentes das últimas semanas, o doleiro Alberto Youssef e o engenheiro Paulo Roberto Costa.

Quem se tenha dado ao trabalho de escutar o teor dos depoimentos deste último, disponível no YouTube, ouvirá dele que em três partidos políticos com sólida presença no Governo Federal e no Congresso Nacional se estruturaram organizações criminosas. Não que ele assim as qualifique. Não, em seu relato, Paulo Roberto Costa, o "Paulinho" de Lula, simplesmente entrega o serviço, contando, em tom monocórdio, como eram feitos os acertos e a repartição do botim das comissões entre o PT, o PMDB e o PP. Não preciso dizer qual dos três ficava com a parte do leão.


A estrutura de uma filosofia é o que ela tem de mais patente e de mais oculto ao mesmo tempo. Patente, porque está presente em todas as suas partes, mesmo as mais ínfimas e humildes, as quais nada são fora dela. Oculto, porque só está presente no fundo, como chave de travamento do conjunto, e jamais como parte ou tema explícito em qualquer das partes. O filósofo que tomasse como tema a estrutura da sua própria filosofia, para discorrer sobre ela, já a estaria, nesse mesmo momento, inserindo como parte numa estrutura maior.


Uma das conseqüências disso é que a estrutura jamais pode ser revelada por nenhuma “análise de texto”, por mais meticulosa e bem cuidadinha que seja, a qual só leva à estrutura da exposição, ou da obra escrita, cuja relação com a estrutura da filosofia propriamente dita é sempre variada e ambígua.

O método para apreender a estrutura de uma filosofia tem de partir dos seguintes princípios:

Falta quanto para sugerir que um pedófilo não deve ser contratado como funcionário de escola seja considerado preconceito e um comportamento a ser criminalizado?


Como tenho avisado insistentemente aqui, o lobby pedófilo está vindo de forma avassaladora e coordenada, usando os canais usuais que há décadas inoculam as piores idéias no Ocidente: a grande imprensa "progressista". Os veículos de esquerda mais ideológicos e influentes entre jornalistas como o The New York Times, The Washington Post e o The Guardian são os preferidos dos apologistas do sexo entre adultos e crianças para que a mensagem seja reverberada e multiplicada em outros jornais, sites e blogs, além de revistas acadêmicas, de comportamento e entre na pauta de "movimentos sociais" e "moderninhos", que entedem modernidade como retroceder ao neolítico.

Os mesmos que vêem com simpatia o sexo entre adultos e crianças são os mesmos que acham que a publicidade infantil é um absurdo a ser combatido, o que dá uma idéia perfeita do caráter disfuncional destes tempos em que Kinder Ovo e McLanche Feliz são combatidos e molestamento sexual cada vez mais incentivado.


Quanto mais profunda se mostra a corrupção material do PT, mais profunda é a necessidade que seus eleitores em boas condições de vida parecem ter de se alienar da realidade e defender o partido com mais vigor. Em outras palavras, a corrupção material, quando praticada por um grupo visivelmente psicopata, parece incitar com igual teor a corrupção espiritual e psicológica. Isso é plenamente observável a cada nova denúncia de uma nova pilhagem que o governo pratica sobre o erário público.

É consideravelmente perceptível nesse grupo de eleitores a necessidade de se defender de um crime apontando ora a rotina da prática, ora a similaridade dela nos adversários do partido (vejam como os escândalos do PSDB são evocados para justificar os do PT, como se um crime expiasse o outro). Isso muito se parece com algum tipo de mecanismo de defesa psicológica que pretende restaurar uma suposta normalidade. Porquanto, admitir que se está votando de boa vontade em um partido que tem uma nítida agenda de destruição do país implicaria ter de admitir posições que seriam extremamente desconfortáveis psicologicamente.

"É extremamente difícil para um psicólogo acreditar no valor de qualquer ideologia social baseada em premissas psicológicas simplificadas."
Andrew M. Lobaczewski, em 'Ponerologia: psicopatas no poder'.

Em 1939, os países ocidentais, ao avaliar vis-à-vis a situação da Alemanha nazista e da Rússia comunista, erraram tão horrorosamente nos seus prognósticos que, para dizer a verdade, a guerra que se seguiu foi muito pior que a política do apaziguamento, pois esta última tinha como fim ganhar o tempo necessário para se preparar para a guerra. Como acabou por acontecer, os Aliados ocidentais declararam guerra quando não deviam e quando não estavam fortes o bastante, ajudando assim a criar a aliança germano-soviética que subjugou a Polônia, a França e mais alguns outros países. O Ocidente subestimou a força militar alemã e escolheu o pior momento possível para desafiar Hitler. Se eles tivessem esperado apenas mais um ano eles estariam fortes o bastante para não sofrerem derrotas.

Louise Troh, em entrevista para Associated Press, disse que está exausta da quarentena a qual ela e sua filha estão passando. A Sra. Louise é a dona do apartamento onde Thomas Eric Duncan esteve hospedado, e onde este se tornou a primeira pessoa a ser infectada pelo para o vírus do Ebola fora do continente africano. Louise afirma estar sofrendo do stress e cansada de estar trancada, porém o fato mais importante é que os EUA deixaram entrar em seu território uma pessoa portando o vírus mortal que está amedrontando o oeste da África.

Até 28 de setembro de 2014 o número de casos no continente africano é de 7191 pessoas, com 3286 vítimas fatais, configurando uma tragédia com uma taxa de mortalidade de 45,7%. Porém esses dados não podem ser levados totalmente a sério, pois a realidade das autoridades locais e voluntários internacionais é de medicina de guerra. Dentre os casos relatados existem vários falsos positivos. E isso ocorre pois há uma necessidade urgente de isolar qualquer pessoa que manifeste sintomas que possam estar relacionados à doença. Outro problema é que dos dados oficiais relatados são relacionados a pessoas que procuram assistência em hospitais e delegacias, então qualquer óbito fora desse escopo não é contabilizado. Com isso a taxa de mortalidade pode ser considerada muito maior, já que dados técnicos apontam que a taxa de mortalidade em epidemias anteriores beiravam os 90%.

Quanto à questão das declarações da apóstola, é impossível dizer que ela não fez intensa campanha pela Marina enquanto falava, ao mesmo tempo, de revelações sobre o governo do Brasil.

As atitudes e palavras dela são apenas um elo de uma longa corrente de apoio irracional a Marina.


Finalmente, a apóstola responsável (Valnice Milhomens) por campanhas pela Marina como presidente confessou culpa — mas não dela. Ela confessou que Marina perdeu porque o povo evangélico “não está preparado” por não votar em Marina aos milhões como suspostamente tinha de fazer.

Para o não cumprimento das profecias dela, ela apelou para o argumento de que as pessoas têm o livre arbítrio. Para ela, o povo evangélico tinha Marina em termos gerais como resposta abençoada de Deus para o Brasil, mas rejeitou a “bênção.”

Nosso voto é uma opção pela democracia, rejeição a um esquema de poder que está aparelhando o Estado, gerando totalitarismo. Apenas isso.


Se todos fizermos como esses nossos irmãos, se não lutarmos contra os pagãos por nossa vida e por nossas tradições, eles em breve nos exterminarão da terra!
(1ª Mac. 2,40)

Realismo versus idealismo
Entre o real e o ideal há um hiato. O homem sensato o percebe, e sabe ater-se à realidade, enquanto busca transformá-la, transformando-se ele mesmo neste processo.

Entretanto, neste debate eleitoral, certo grupo bem-intencionado tem propalado sua própria perplexidade mediante um tipo de proselitismo pela abstenção, alegando como argumento o socialismo dos candidatos à presidência da república, favorecendo colateralmente a eleição da candidata governista.