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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Olavo de CarvalhoIMPEACHMENT DA DILMA, FECHAMENTO DO PT E DESTITUIÇÃO DA JUÍZA QUE RECUSOU O PEDIDO.
Vejam este vídeo e repassem o quanto puderem. É definitivo:

(Do canal VideoDebate, comentado por Ton Martins.)


Comentários de Olavo de Carvalho:

Os empréstimos ilegais a Cuba, Angola etc. são DECISÕES DO FORO DE SÃO PAULO. CRIME DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA, CRIME ELEITORAL E VIOLAÇÃO OSTENSIVA DA CONSTITUIÇÃO.

Que mais será preciso para alguém entender que a autora desses crimes NÃO PODE ser candidata à presidência?

Kant escreveu em 1762: “Eu me veria a mim mesmo como mais inútil do que um simples trabalhador manual se não acreditasse que esta ocupação [a filosofia] pode acrescentar valor a todas as outras e ajudá-las a estabelecer os direitos da humanidade.”

Homem de maturação lenta, aos trinta e oito anos ele descobria o que viria a ser a meta constante do resto da sua vida: “estabelecer os direitos da humanidade”, demolir a autoridade da tradição e do hábito, criar a sociedade racional governada por um Estado racional educador de seres humanos racionais, prontos a agir sob o ditame de regras universais em vez de seguir seus instintos como os animais ou os padres como um camponês medieval.

Tudo o que ele fez desde o momento daquela declaração de princípios foi para servir a esse objetivo, ao qual mesmo os feitos filosóficos mais notáveis que ele realizou ao longo do caminho se subordinam como meios para um fim.

A nova “campanha do medo” bolivariana se baseia em dizer que “se Dilma não ganhar, a coisa vai ferrar… para Uruguai, Bolívia, Venezuela, Argentina e Cuba”. Pelo menos essa é a impressão que os discursos de militantes e tiranos bolivarianos nos passam.

O que significa trair a pátria? E mesmo violar a soberania nacional? E por que isso é tão grave para o povo que vive em seu país. Simplesmente espera-se que o governo de um país atue em prol de seu povo, e não para beneficiar outras nações em detrimento de seu povo. A lógica para isso é óbvia demais: quem paga impostos aqui no Brasil são os brasileiros (e os estrangeiros que se mudaram para cá), não os outros países. É por isso que quando o governo do PT envia dinheiro para Cuba, está violando a soberania nacional e colocando os interesses de uma ditadura sanguinária acima dos interesses de nosso povo. O pior de tudo é que essa violação de soberania, cuspindo no interesse do povo brasileiro, é feita em aliança com a escória da América Latina.

Olhem o nível: Venezuela, Argentina, Bolívia, Equador, China, Rússia, Cuba, Coréia do Norte. Onde estão as boas relações prioritárias com Nova Zelândia, México, Estados Unidos, Europa? Simplesmente na lata do lixo. Depois muitos não sabem por que o Brasil hoje está atrasado tanto em termos de política externa como em termos econômica.

O brilhante economista Thomas Sowell certa vez disse que:

A primeira lição da economia é a da escassez: nunca há uma quantidade suficiente de alguma coisa de modo a satisfazer todos que a desejam. 

Já a primeira lei da política é ignorar a primeira lição da economia.

A política econômica do governo tem insistido em ignorar as leis econômicas. Mas as leis econômicas não têm ideologia. E, assim como a lei da gravidade, as leis econômicas agem inexoravelmente sobre todas as pessoas (e governos também!).

Vejamos os dez pecados capitais da política econômica do governo Dilma.

Faltando apenas 7 dias para que o partido político mais vagabundo, mais corrupto e assassino de toda história brasileira deixe o governo, começam as tentativas desesperadas de atacar tudo e todos que estiverem em seu caminho. A tática é sempre a mesma. Durante toda sua história, os bandidos petistas fizeram questão de se manter como os paladinos da moral. De seus adversários dizem tudo; deles, nada pode ser dito. Pensam, esses marginais, ter a prerrogativa do uso de termos chulos, das ofensas e palavrões com que se dirigirem aos opositores, fazendo da destruição de reputações sua arma diária.

No último debate do SBT, quando a presidente alegou estar se sentindo mal e “com queda de pressão”, fiz um post no grupo fechado do Facebook que eu mesmo criei. Não escrevi como médico, como representante de nenhum sindicato da categoria ou porta-voz dos colegas do Brasil. Não pedi “licença” alguma ao Conselho Federal de Medicina e não existe previsão no Código de Ética Médica para me punir pelo que escrevi alegando que vim a público “macular” a imagem da profissão que já teve como Ministro da Saúde um médico petista acusado de fraudar diploma de especialista em infectologia.


O fato de que o PT ou mesmo qualquer de seus próceres jamais tenha revisto formal e publicamente as concepções originárias do partido, tendo mesmo recusado a comprometer-se com o pacto constitucional de 1988, revela que lamentavelmente está ainda viva a estratégia revolucionária totalitária que fora enunciada naquele ano. 



Nas democracias constitucionais que funcionam com o sistema presidencial de governo, a representação política e o governo são constituídos por dois procedimentos senão diferentes pelo menos independentes entre si, ambos em eleições universais competitivas periódicas e regulares e com mandato por tempo determinado. Naquelas que funcionam com o sistema parlamentar de governo a representação política eleita pelo voto popular direto nomeia o governo que, diante dela responsável, exercita suas funções enquanto dela detém a confiança, contando, entretanto, com a faculdade contraposta de submetê-la a novas eleições. Nos dois casos são instituídos e funcionam efetivamente mecanismos de separação e de contenção recíproca entre os poderes constitucionais, bem como um Tribunal Constitucional, guardião supremo dos valores e dos preceitos constitucionais; e, em particular, no sistema parlamentar de governo institui-se a separação entre Chefia de Governo, responsável pela execução das políticas públicas, e a Chefia de Estado, responsável pelo equilíbrio da ordem constitucional. Enfim, na democracia constitucional toda autoridade pública é submetida, em princípio, a mecanismos de responsabilização pública; e os direitos individuais, incluído o direito à vida, à liberdade, à propriedade e à associação, são assegurados pela lei constitucional e pelo poder judiciário.

Não devemos supor que uma possível derrota do governo nas urnas do dia 26 equivalha ao desmonte da máquina que está em operação no país, destruindo reputações, manipulando a sociedade, comprando votos e gerando violência.


Nos anos 60 a 64, houve uma acirrada batalha ideológica no Brasil. A política era debatida no campo das ideias e o comunismo ganhava crescente espaço entre os estudantes. Entidades estaduais e nacionais eram disputadas palmo a palmo e constituíam imagem visível da Guerra-Fria. Lembro-me que, em fins de outubro, na sede do R.U. (Restaurante Universitário da UFRGS) as paredes se cobriam de cartazes e faixas comemorativos do aniversário da Revolução Bolchevique. Era o outubro vermelho da moçada que se deixara seduzir pelas arengas de Leonel Brizola, pelo sucesso dos rebeldes de Sierra Maestra e pelo amplo movimento internacional de solidariedade a Cuba (mal sabiam eles o que estava tendo início naquela infelicitada nação).

O que caracteriza e distingue a filosofia no meio de tantos outros empreendimentos humanos é a peculiar sofisticação, riqueza e precisão dos meios intelectuais que ela põe a serviço do seu projeto.


Não existe filosofia modesta. Toda filosofia é uma intervenção de longo prazo e larga escala no mundo dos acontecimentos humanos. Enquanto os decretos dos governantes passam e se desfazem em pó no esquecimento, as filosofias permanecem ativas e influentes decorridos séculos ou milênios do falecimento dos seus criadores, afetando ou modelando o curso das discussões científicas, morais, políticas e religiosas. Revelam, nisso, uma força auto-revigorante quase miraculosa. Milhares de biografias de Napoleão e Júlio César não trariam de volta os seus impérios, mas às vezes basta um debate erudito ou um ensaio de reinterpretação para que uma filosofia que parecia esquecida ressurja das cinzas e, adornada ou não do prefixo “neo”, venha interferir na vida contemporânea como se tivesse sido publicada ontem.


Não imaginem que esse fenômeno se deva somenteao zelo de admiradores e discípulos tardios que, à revelia e sem a mínima participação de seus mestres e inspiradores mortos, não deixam que a chama se apague. Ao contrário, foram esses mestres e inspiradores mesmos que, concebendo metas de longo prazo e colocando a serviço delas as mais complexas e poderosas estratégias cognitivas, deixaram aberta ou fomentaram conscientemente a possibilidade de sucessivos renascimentos.

Somos incapazes de admitir que estamos sob ataque. 


A percepção da verdade sobre o ambiente real, especialmente um entendimento da personalidade humana e seus valores, deixa de ser uma virtude durante os chamados tempos “felizes”; os céticos ponderados são considerados intrometidos [...]. Isso, por sua vez, leva a um empobrecimento do conhecimento psicológico, da capacidade de diferenciar as propriedades da natureza e da personalidade humana, e da habilidade para moldar criativamente as mentes. O culto ao poder, então, suplanta aqueles valores mentais tão essenciais à manutenção da lei e da ordem por meios pacíficos. O enriquecimento ou a involução de uma nação em relação à sua visão de mundo psicológica pode ser considerado um indicador de quão bom ou ruim será o seu futuro.
Andrew M. Lobaczewski, em 'Ponerologia: Psicopatas no poder'.


A política americana trata-se das mentiras que contamos a nós mesmos enquanto nação. Geralmente, nossos políticos não nos oferecem um menu de soluções, mas sim um menu de auto-enganos. Eles nos dizem o quão inovadores somos, o quão poderosos somos e quão poderosa nossa união é. Que estamos morrendo enquanto sociedade é algo que eles não nos dizem; porquanto, a instituição familiar está morrendo, e tanto a paternidade quanto a maternidade estão sob ataque; e o mais frio dos monstros — o Estado — está assumindo o controle de tudo e de todos. Chamaram isso de esperança e mudança [
hope and change]. Mas em todo lugar, como diz o poema, a “cerimônia da inocência está afogada” [ceremony of innocence is drowned].

A questão principal é, sem dúvida, a tentativa de tomada do país por um grupo ideológico, que, além de tudo, age como uma máfia.


Esta campanha política, relativa à corrida presidencial, apesar de estar se tornando uma disputa acirrada, como não foi vista nas eleições anteriores, em seu conteúdo, porém, não tem sido muito diferente de outras que acompanhamos a cada 4 anos. A tônica principal, de fato, sempre gira em torno de dois temas básicos: economia e corrupção. De alguma maneira, são realmente as duas grandes preocupações do brasileiro e, não coincidentemente, as duas envolvem dinheiro.

O brasileiro, ainda que não esteja entre os cidadãos mais abastados do mundo, valoriza demais sua vida material. Ele é, sem nenhuma dúvida, um consumista. Ele, certamente, mede seu sucesso e seu fracasso pelas conquistas financeiras que obtém.

No que diz respeito aos corpos sociais, no campo da psicologia social, pouco ou quase nada publicou-se sobre as anestesias psicológicas que podem ser aplicadas - e que se vêm aplicando - em nações inteiras e até a blocos regionais de países.


1. Bastou que no primeiro turno das eleições presidenciais o pêndulo político brasileiro se movesse alguns centímetros da esquerda para o centro, para que a atual hegemonia esquerdista ficasse em uma situação psicologicamente instável no Brasil, no Uruguai (onde este mês também haverá eleições presidenciais e onde a oposição tem possibilidade de ganhar da esquerda), assim como em outros países da América Latina atualmente com governos esquerdistas.

2. Trata-se de uma hegemonia que se mantém desde longos anos pela inação dos líderes do centro e da direita, é verdade. Porém, que sobretudo conseguia se impor mediante uma misteriosa anestesia psicológica que as esquerdas foram capazes de injetar, em doses graduais, nos públicos dos respectivos países latino-americanos que atualmente governam.

Dentro de uma geração ou duas, os Estados Unidos haverá de perguntar: quem perdeu, Europa? Eis aqui o discurso pronunciado por Geert Wilders, do Partido para a Liberdade, da Holanda, pronunciado no Hotel Four Seasons de New York, ao apresentar uma Aliança de Patriotas e anunciar a Conferência para enfrentar a Jihad em Jerusalém.



Estimados amigos. Agradeço-lhes muito haver-me convidado. Vim aos Estados Unidos com uma missão. Nem tudo anda bem no Velho Mundo. Existe um tremendo perigo espreitando. E é muito difícil ser otimista. É muito possível que já estejamos transitando pelas últimas etapas da Islamização da Europa.

 

Isto já não é somente um perigo claro e atual para o futuro da Europa em si, senão uma ameaça à América e à mera sobrevivência de todo o mundo ocidental. Os Estados Unidos são o último bastião da civilização ocidental, enfrentando uma Europa islâmica.

 

Em primeiro lugar lhes descreverei a situação em terras da Europa mesma. E depois, lhes direi algumas coisas sobre o Islam. E para encerrar, lhes contarei uma reunião realizada em Jerusalém.


A partir de 1° de agosto de 2014, todos os blogs da Rússia com mais três mil visualizações – quantidade acima do muito pouco – passaram a ser controlados estritamente pelo Kremlin, noticiou o jornal portenho “Clarín”.  

Controles análogos já existiam, afogando os grandes meios de comunicação e caindo agora sobre quase todas as publicações online.

A denominada “Lei sobre os blogueiros” inclui uma série de reformas no Código Administrativo, na lei de Informação e na lei de Comunicações.

A nova legislação obriga os administradores/proprietários de um endereço virtual a fornecer informações sobre seus usuários às autoridades da “nova URSS”.

Sabe aqueles vídeos anunciados como contendo "cenas muitos fortes", tipo "tire as crianças de perto"? É com iguais cautelas que se deveriam abrir as matérias referentes às revelações feitas pelos dois mais famosos depoentes das últimas semanas, o doleiro Alberto Youssef e o engenheiro Paulo Roberto Costa.

Quem se tenha dado ao trabalho de escutar o teor dos depoimentos deste último, disponível no YouTube, ouvirá dele que em três partidos políticos com sólida presença no Governo Federal e no Congresso Nacional se estruturaram organizações criminosas. Não que ele assim as qualifique. Não, em seu relato, Paulo Roberto Costa, o "Paulinho" de Lula, simplesmente entrega o serviço, contando, em tom monocórdio, como eram feitos os acertos e a repartição do botim das comissões entre o PT, o PMDB e o PP. Não preciso dizer qual dos três ficava com a parte do leão.


A estrutura de uma filosofia é o que ela tem de mais patente e de mais oculto ao mesmo tempo. Patente, porque está presente em todas as suas partes, mesmo as mais ínfimas e humildes, as quais nada são fora dela. Oculto, porque só está presente no fundo, como chave de travamento do conjunto, e jamais como parte ou tema explícito em qualquer das partes. O filósofo que tomasse como tema a estrutura da sua própria filosofia, para discorrer sobre ela, já a estaria, nesse mesmo momento, inserindo como parte numa estrutura maior.


Uma das conseqüências disso é que a estrutura jamais pode ser revelada por nenhuma “análise de texto”, por mais meticulosa e bem cuidadinha que seja, a qual só leva à estrutura da exposição, ou da obra escrita, cuja relação com a estrutura da filosofia propriamente dita é sempre variada e ambígua.

O método para apreender a estrutura de uma filosofia tem de partir dos seguintes princípios: