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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Li em algum lugar que Joaquim Levy é um economista fiscalista. É certo. Resta saber qual é a singularidade de um economista fiscalista. Isso quero abordar aqui.

Os economistas, junto com os profissionais do Direito, são as mãos e os braços do Estado. Eles que formatam e dão racionalidade geral à administração pública. Normalmente são os seres mais poderosos da estrutura estatal. O economista – o ministro da Fazenda (ainda que não necessariamente diplomado na matéria) – é o sujeito que administra a lei da escassez. O que vimos no Brasil é que temos dois tipos bem definidos de profissionais da economia: o desenvolvimentista, que ignora as leis econômicas fundamentais e quer driblar a lei da escassez, usando para isso a inflação, e o fiscalista, aquele que impõe a racionalidade já bastante conhecida pela ciência econômica de limitação dos meios.

Essa racionalidade consiste essencialmente na compatibilização da receita e da despesa pública, no controle do endividamento e da emissão de moeda. Basicamente os pilares de qualquer administração estatal responsável em todo o mundo: superávit primário, câmbio flutuante e metas inflacionárias.

"As idéias são muito mais poderosas do que as armas. Nós não permitimos que nossos inimigos tenham armas. Por que deveríamos permitir que tenham idéias?" Stalin


Só os muito comunistas, os muito ingênuos e os muito visionários não sabiam que a recente entente cordiale entre os EUA e Cuba, enquanto fortalecia o regime e atendia à alta conveniência do governo cubano, em sentido algum satisfazia os interesses do povo da ilha.

Cuba, há muitos anos, funciona como um empreendimento privado dos irmãos Castro. Num país onde o governo controla tudo, com maior rigor controlará os novos negócios que se implantarem, bem como o provimento dos novos postos de trabalho. O Minint continuará agindo como sempre, distinguindo ciudadanos confiables de no confiables ao indicar os ocupantes dessas posições privilegiadas. E o governo, a exemplo do que ocorre há décadas, continuará recolhendo para si algo entre 80% e 90% dos valores pagos a trabalhadores cubanos.


Centralização é um quase sinônimo de autoritarismo, ou totalitarismo, ou tirania. É algo assim que está em curso no Brasil, de um modo escancarado.


São tantas as investidas do governo da União contra a autonomia dos Estados e municípios que já não as vemos como investidas nem como anomalias institucionais. Quando a presidente Dilma convidou José Eduardo Cardozo para o Ministério da Justiça, ela estava sinalizando para um agravamento dessa situação e para uma radicalização à esquerda em seu governo. O novo ministro pertence à nata do Foro de São Paulo, em cujas reuniões desfia sua oratória revolucionária. Por convicção política o ministro só pode ser partidário da centralização, do acúmulo de poder, da unidade de comando.


O passado glorioso dos mártires cristãos inspirou a reação ucraniana.


Na passagem de 2013 para 2014, vivia-se na Praça Maidan, da capital ucraniana, um clima nobremente condizente com o passado glorioso dos mártires cristãos e oposto ao da conciliação da Igreja com os seus inimigos.

Sob um frio de muitos graus negativos, bispos e sacerdotes dos ritos greco-católico e latino sustentavam espiritualmente a resistência dos ucranianos que não queriam o retorno de um comunismo metamorfoseado na fachada, mas igual na essência; daquele comunismo que tentou liquidar na Ucrânia a Igreja Católica e que exterminou pela fome milhões de camponeses pobres.

 

O governo sueco abriu as portas para os refugiados sírios.

Ai daquele na Suécia que discordar do ponto de vista ortodoxo, de que acolher calorosamente levas de indigentes de países como o Iraque, Síria e Somália não seja uma ideia ótima e nobre. O simples fato de discutir a permissão de que cerca de um por cento da população de uma civilização esquisita emigre anualmente faz com que o proponente caia em desgraça, política, social e até legalmente. (Eu conheço um jornalista que foi ameaçado com prisão por discordar ligeiramente sobre essa questão). Dizer que há uma cultura sueca que vale a pena preservar, causa perplexidade.

Desprezado senhor,


A propósito da matéria publicada em http://blogdomorris.blogfolha.uol.com.br/…/laerte-no-brasi…/:

Segundo esse senhor ou dona Laerte, "a guerra jihadista contra o mundo é uma idéia louca, alimentada por Bushes da vida, Olavos de Carvalho da vida". É incrível a leviandade com que palpiteiros me atribuem qualquer estupidez que lhes passa pela cabeça, sem quaisquer escrúpulos, sem qualquer consulta aos meus textos e sem conhecer absolutamente NADA do que penso e digo. Quem assim procede não merece respeito nem consideração, é apenas um cafajeste, um bandidinho pé-de-chinelo. Nem vou perguntar o que tenho a ver com Bush ou com jihadistas, porque quem me lê -- o que não é o caso dessa pessoa -- sabe que é absolutamente nada e não vejo razão para insistir no óbvio só porque um ignorante com presunção de onissapiência o nega. Não espanta que as opiniões políticas dessa criatura nasçam de uma pura preferência sexual, o que consiste exatamente em pensar com o cu ou com o pau.

Associar o meu nome ao de George W. Bush já é absurdo em si, mas culpar-nos aos dois pelo jihad é puro delírio psicótico, que em tempos normais nenhum jornal publicaria. O jornalismo brasileiro desceu mesmo ao nível do esgoto. Responder a essa porcaria com um xingamento já seria conceder-lhe honra demais. Responsabilizo pessoalmente o sr. Octavio Frias Filho pela publicação dessa enormidade e anuncio que, se ele não me pedir desculpas em público, cuspirei na sua cara tão logo tenha o desprazer de encontrá-lo.

Olavo de Carvalho

 


Em junho de 2014 minha mulher e eu fomos conhecer Istambul. Não por coincidência, procedíamos de Roma. Quiséramos, de fato, experimentar esse salto abrupto, proporcionado por pouco mais de duas horas de voo, entre as duas cidades milenares - a Roma do Ocidente e a Roma do Oriente.

Encontramos uma Istambul fortemente ocidentalizada. O trânsito caótico, aliás, lembra muito o de Roma. No entanto, sobre a buzinação dos automóveis e o ruidoso assédio dos comerciantes é possível ouvir, cinco vezes ao dia, a miríade de minaretes reproduzirem a voz do muezin chamando à oração. É assim que a gente se lembra, frequentemente, de estar num país islâmico.


Esses radicais já provaram que não aceitam nenhum tipo de diálogo, nenhuma argumentação, humor ou crítica. Ser civilizado não significa abrir mão do poder de fogo na hora da luta,
e sim lutar com honra.
 

Diversos países europeus vêm, já há alguns anos, assumindo uma postura totalmente equivocada no tocante à imigração de refugiados muçulmanos para seus territórios. Parece que os líderes da Inglaterra, França, Espanha e Suécia, entre outros, não conseguiram enxergar a diferença brutal que existe entre acolher um refugiado em sua casa e passar a escritura da casa para o refugiado.

O continente que foi palco da grande maioria das guerras que já aconteceram no mundo, o berço da filosofia, da arte e do conhecimento científico que construíram a civilização ocidental, uma terra onde estão enterrados dezenas de milhões de soldados que lutaram pelas liberdades que tanto valorizamos, está de joelhos diante do avanço do islamismo. O episódio de hoje, em Paris, onde terroristas muçulmanos invadiram a sede do jornal Charlie Hebdo, matando 12 pessoas e ferindo 11, é mais um dos resultados que os governos da Europa vêm colhendo com sua política covarde. Os terroristas, radicais que queriam vingar as piadas feitas com sua fé, não tiveram nenhuma misericórdia com os jornalistas que ali estavam, e cometeram essa chacina com a mesma tranquilidade com que eu ou você matamos um pernilongo que tenta nos picar. Aliás, para os radicais islâmicos, nós não passamos disso: somos seres descartáveis, sem valor algum, somente por não professarmos a mesma fé.

Os esquerdistas são os facilitadores do avanço islamita no Ocidente.
Como o tempo agora é de radicalização e há mortos e feridos nas calçadas das grandes cidades, não é mais possível ignorar os perigos.


Guardadas as devidas proporções, em face dos números dos mortos, o atentando ocorrido ontem em Paris é da mesma natureza do que aquele que derrubou as Torres Gêmeas. É a prova de que o terrorismo islâmico continua ativo em toda parte. Mesmo nos EUA tivemos alguns episódios de franco-atiradores mortais. A novidade é que o fato ocorreu na França, país que tem demonstrado grande simpatia pelos militantes da causa islâmica em várias oportunidades. Em 1995, a mesma Paris já tinha sido objeto de um atentado a uma estação de metrô, que deixou muitos mortos, mas parece que tudo se apagou da memória. Fiquei indignado com a morosidade registrada pela polícia francesa para reagir. As imagens do policial assassinado friamente parecem revelar que ele nem portava arma de defesa pessoal. Presa fácil, galinha morta.

Relatório documenta o que a mídia em geral deixa de noticiar.


Houve uma onda de violência anti-cristã realizada por muçulmanos ao redor do mundo, o que incluiu a destruição de cerca de 200 igrejas cristãs na Nigéria durante um curto período por volta de outubro, de acordo com um novo relatório do Instituto GateStone.
A organização de Raymond Ibrahim, um especialista em islamismo e Oriente Médio que tem documentado suas descobertas no livro “Crucificados de Novo: Desmascarando a Nova Guerra do Islamismo Contra os Cristãos”, apresentou uma estimativa da recente onda nesta sexta-feira.


A técnica da superposição é, a rigor, o único procedimento estilístico e dialético do sr. Boff e o resumo quintessencial do seu, digamos, pensamento.


O estilo é o homem? Sim, e o é para o bem e para o mal. Para o bem, quando a análise revela, por trás das construções sintáticas e figuras de linguagem, a percepção viva de aspectos obscuros e dificilmente dizíveis da experiência humana, que assim emergem da nebulosidade hipnótica onde jaziam e se tornam objetos dóceis da meditação e da ação, transfigurando-se de fatores de escravidão em instrumentos da liberdade. Para o mal, quando nada mais se encontra por baixo da trama verbal senão o intuito perverso de construir uma “segunda realidade” à força de meras palavras, transportando o leitor do mundo real para um teatro de fantoches onde tudo e todos se movem sob as ordens do distinto autor, elevado assim às alturas de um pequeno demiurgo, criador de “outro mundo possível”.


Para demonstrá-lo, pedirei ao leitor a caridade de seguir até o fim esta exposição do sr. Leonardo Boff, conselheiro de governantes e, segundo se diz, até de um Papa, bem como, e sobretudo, porta-voz eminente de uma “teologia da libertação” onde não se encontra nenhuma teologia nem muito menos libertação:

Onde outros teriam desistido ele perseverou.


Participo de vários grupos e, inevitavelmente, em algum momento alguém começa a falar sobre Olavo de Carvalho. Uns defendem outros criticam, esse post é a minha resposta a todos eles.

Olavo de Carvalho é um craque. Mais do que isso, é um homem de coragem e força de vontade ímpar. Assim, ele é um exemplo de conhecimento, inteligência, preparo acadêmico, e coragem para enfrentar desafios. Este homem lutou praticamente sozinho, por mais de 10 anos, contra toda a esquerda nacional e internacional. Alertou sobre os perigos do socialismo, sobre o Foro de São Paulo, sobre o PT, sobre o problema da deterioração da alta cultura quando estes problemas sequer eram imaginados seja na academia ou nas redações de jornais e revistas brasileiras.

Na história A roupa nova do imperador de Hans Christian Andersen encontramos apenas um fragmento de um enredo muito maior que praticamente não recebeu atenção até agora. Àqueles que não estão familiarizados com A roupa nova do imperador, segue um breve resumo. “Era uma vez, escreveu Andersen, um imperador vaidoso cuja preocupação única na vida era se vestir elegantemente”. Essa obsessão rapidamente chamou a atenção dos serviços de inteligência da Rússia e da China, que por sua vez enviaram os agentes de influência Ivanov e Wang, descritos por Andersen como “dois vigaristas”. Eles convenceram o imperador que eles haviam inventado um novo tecido, dizendo ao imperador que ele “é invisível a qualquer um que seja demasiado estúpido e incompetente para apreciar sua qualidade”. Por uma grande quantia de dinheiro (e acesso aos segredos de Estado) Ivanov e Wang concordaram em fazer uma roupa especial nos moldes do imperador usando esse novo tecido.

pvkO coronel da polícia política soviética KGB e agora chefe máximo do Kremlin continua com sua sutil ofensiva para angariar novos “companheiros de viagem” para derrocar o regime de propriedade privada e livre iniciativa ocidental. 

No Natal, Putin soube aproveitar astutamente uma singular oportunidade. Esta lhe foi oferecida pelo arcebispado de Paris, que monta todos os anos uma grande e bela árvore de Natal diante da catedral Notre-Dame, especialmente visitada nessa época.

Mas como as arcas desse arcebispado não vivem seus melhores momentos, ele foi à busca de patrocinadores para a árvore de Natal. 

E apesar de não faltarem franceses capazes de corresponder a este gesto, ainda que por interesse comercial, e entre eles muitos produtores de árvores natalinas, que as vendem aos milhões em cada Natal, a preferência do arcebispado parisiense incidiu sobre a oferta caída como que angelicamente do Céu das mãos do embaixador do ex-coronel da KGB.

Os jornais de Paris “Le Monde” e “Le Figaro” anunciaram a surpreendente escolha num momento que as tensões entre a OTAN e Moscou envolvem o governo socialista filo-russo da França. Notadamente, a decisão eclesiástica entra em conflito com as sanções internacionais visando o fim dos crimes internacionais da Rússia contra a soberania dos vizinhos e contra a paz na Europa.

A realidade é que vivemos em países socialistas.


Façamos um pequeno “teste político” com dez “políticas públicas” ou ações do governo, das quais sempre se fala em todos os países. Você tem de marcar se está de acordo ou não com cada uma destas dez idéias ou medidas. Você pode responder e depois perguntar a seus familiares e amigos. Comecemos:

1.“Reforma agrária”, ou seja, a luta contra o latifúndio: a grande propriedade rural;

2.“Imposto progressivo”, ou seja, quem ganha mais paga uma porcentagem maior de imposto;

3.“Imposto sobre heranças”, para se ter mais igualdade de oportunidades;