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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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 É o princípio da soberania popular que fundamenta a própria república.
Portanto, a legitimidade para conduzir ou retirar um governante do poder é e sempre será do povo brasileiro.
Ainda que nenhum crime tivesse sido cometido – o que é obviamente apenas uma hipótese abstrata.


A frase que inaugura o livro “Os fundamentos morais da política” do professor Ian Shapiro[i],bem poderia ter sido escrita para descrever a situação atual brasileira.

Se houvesse uma horizontalidade verdadeira, isso já deveria ter se manifestado na própria representatividade da TMI no Brasil. Na verdade, o que vemos são os mesmos nomes, os mesmos expoentes que estão à frente de todos os trabalhos.


Muitas pessoas me pedem para escrever sobre a Teologia da Missão Integral, desejosas que estão de entender melhor o que é esse movimento dentro das igrejas evangélicas. Confesso que este não está entre meus assuntos favoritos, e se comento sobre ele é apenas por uma questão de responsabilidade e necessidade. Isso porque considero a TMI como o maior perigo à igreja brasileira da atualidade, por trazer para dentro do ambiente eclesiástico uma visão contaminada de marxismo, esquerdismo e toda sua retórica materialista.

Dois meses depois das históricas manifestações de 11 de janeiro de 2015, na qual milhões de franceses repudiaram os três atentados islâmicos cometidos entre 7 e 9 desse mês em Paris contra o semanário Charlie Hebdo, uma loja freqüentada por pessoas de ascendência judaica e vários empregados e policiais, que no total deixou 18 pessoas sem vida e mais 12 feridas, e de que os cidadãos expressassem nas ruas sua vontade de defender as liberdades e a ordem republicana, subsiste um sério mal-estar na população, pois o governo socialista de Manuel Valls não conseguiu dar uma resposta legislativa adequada ao grave desafio que representa o extremismo jihadista.

A isso agregam-se as ameaças contra a França e contra os judeus, lançadas há algumas horas em um vídeo do chamado Estado Islâmico. A resposta do presidente François Hollande foi a de confirmar hoje que manterá as patrulhagens de 10.000 militares em todo o país (7.000 deles protegem os edifícios públicos e os lugares de culto). Hollande admite que a ameaça de ataques terroristas contra a França “continua sendo alta”.


Os fatos são patentes e inegáveis:

1. O PT é filiado a uma organização estrangeira, o Foro de São Paulo, que ele reconhece como “coordenação estratégica da esquerda na América Latina” (sic) e cujas resoluções, unanimemente assinadas nas suas assembléias anuais, ele acata e cumpre. Consultem-se, a respeito, o vídeo do III Congresso do partido (https://www.youtube.com/watch?v=OI8C-vKe6sw), as atas das assembléias do Foro de São Paulo (http://www.midiasemmascara.org/attachments/007_atas_foro_sao_paulo.pdf)  e o discurso comemorativo pronunciado pelo sr. Luís Inácio Lula da Silva, então presidente da República, no décimo-quinto aniversário da entidade – discurso publicado na própria página oficial da Presidência, depois comentado e linkado no meu artigo http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm). As provas não poderiam ser mais abundantes nem mais inquestionáveis.

A Lei dos Partidos Políticos (Lei número 9.096 de 19 de setembro de 1995) determina que o STF casse o registro desse partido, por violação do artigo 28, alínea II: “estar subordinado a entidade ou governo estrangeiros”.

Nem com a maior dose de boa vontade e tolerância se consegue aceitar a tese de que a suprema mandatária, comercializada ao público como "gerentona", não fosse informada nem percebesse o sumiço de bilhões das contas públicas e o mágico e inebriante retorno dessa dinheirama a seu partido e seus parceiros.


Queriam a prova? Pois ela veio assim que terminaram as manifestações do domingo, país afora. A entrevista dos ministros Miguel Rossetto e José Eduardo Cardozo fez prova provada do inverso da tese que pretenderam apresentar. O governo é incorrigível! O que tinham a dizer? Nada que suscitasse consideração ou respeito. Ao contrário, mostraram a mesma falsa autossuficiência e a conhecida arrogância. Pacote de combate à corrupção? Me poupem!

 

Pode-se até dizer que Fidélix foi grosseiro, mas não que agrediu à dignidade de um grupo. A não ser que a dignidade dos LGBT esteja alicerçada na ilusão de que podem se reproduzir entre si.

A presunção do representante do Ministério Público é uma mera dedução feita sobre seus próprios achismos e, por isso, não pode basear juridicamente uma decisão.


Lembram-se da celeuma causada pelo candidato à presidência da República, o sr. Levy Fidélix, quando ele falou algumas verdades sobre o homossexualismo, tais como “dois iguais não fazem filho” e “orgão excretor não reproduz”? Pois bem, por conta dessas declarações o candidato se tornou réu e condenado, em uma Ação Civil Pública, movida pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, que pleiteou uma indenização no valor de um milhão de reais, em virtude de supostos danos morais causados à comunidade LGBT.


A UNASUL fundou-se em Brasília. Luis Inácio Lula da Silva, aliado incondicional de Chávez, presidiu a reunião com base em uma proposta de Evo Morales, um dos promotores-chave da autocracia eleitoral.

 
O verdadeiro objetivo da UNASUL, União de Nações Sul-americanas, nunca foi o manifestado por seus promotores, que afirmavam que o projeto tinha como propósito trabalhar a favor da integração econômica e social dos países mais meridionais do continente, enquanto promovia a formação de uma identidade cidadã transnacional.

O desígnio era instrumentalizar um bloco político no qual um grupo de governos, identificados com o plano expansionista que Hugo Chávez encarnava, dispusesse da capacidade de pressionar e influenciar politicamente nas decisões das nações que se somaram ao bloco regional.

duginO mais espantoso é que Dugin tenha conseguido fazer adeptos no mundo dos futuros escravos do “Império Euro-asiático”.

Para esses enganos ele usufruiu de antigas amizades. Estas provêm da rede de “grupos de influência” que a URSS espalhou outrora no Ocidente.


O ideólogo russo Alexander Dugin, conhecido apenas em minúsculos círculos esotéricos, veio se projetando nos últimos anos pelo fato de Vladimir Putin tê-lo escolhido como seu ideólogo predileto.

O Kremlin fez dele uma espécie de porta-voz filosófico para lograr certa intelligentsia ocidental.

Olavo de Carvalho: “Essa é a primeira manifestação autenticamente popular no Brasil. (...) O povo mesmo que se levantou. Isso evidentemente graças ao fenômeno da internet. E aí a gente entende porque o governo está tão ansioso em controlar a internet.

Esse é o acontecimento mais importante da história do Brasil. Nunca o povo brasileiro teve a chance de se pronunciar com seu próprio coração.


Algumas observações sobre as manifestações que ocuparam o país e, ao que parece, vão ocupar ainda mais:

1. Há dois anos, no auge dos protestos de junho de 2013, estava prestes a dar uma palestra para um grupo de amigos e disse a um dos convidados, um desses janotas que vivem em função do mercado financeiro, que o Brasil estava passando por um processo revolucionário. Ele apenas fez um muxoxo e um esgar de desprezo;

Para resolver tais casos, a Constituição disponibiliza o processo de impeachment. Que tem lei própria.

A mobilização em favor do impeachment é ato de respeito próprio. É questão de decoro nacional. Expiação ante o mundo civilizado.


Nada seria mais danoso às carreiras ligadas ao Direito e à Justiça do que a unanimidade das opiniões jurídicas. Vale o mesmo para a imprensa. Nas sociedades livres, a divergência integra o ser social. Não existe ponto sem contraponto. E é por aí que muitos trabalham. As sociedades submetidas ao totalitarismo funcionam ao contrário: dissentir, pensar diferente do rebanho ou de seus pastores, gera consequências que vão dos adjetivos pejorativos às sentenças de morte. Por isso, a afirmação de que o impeachment da presidente Dilma constitui demanda ridícula, golpista, sem fundamento jurídico, não é uma sentença final, irrefutável. É apenas uma das posições possíveis perante o assunto.

Olavo de Carvalho: "Lá está o PSDB segurando o PT e vice-versa."


Aquela história da mentira infindavelmente repetida que se torna verdade é ela própria uma mentira infindavelmente repetida, que pode ser usada com algum sucesso se você não acredita nela mas leva aos mais desastrosos resultados quem acredita. Na maior parte dos casos, ela não passa de uma autopersuasão de avestruz, boa para induzir um cretino a caminhar com uma autoconfiança de sonâmbulo em terreno minado. O próprio dr. Joseph Goebbels, a quem se credita a invenção dessa frase, terminou muito mal.

Chavões e frases feitas são afirmações gerais de validade muito relativa, a que você apela como premissas autoprobantes para sustentar outras afirmações que em geral não têm validade nem mesmo relativa. São as ferramentas de eleição do automatismo mental, criadas para você pensar que está pensando quando na verdade está apenas falando. São o Petit Larousse do psitacismo.


Virou moda. Lula falou e a bem remunerada elite chapa-branca do jornalismo nacional passou a repetir: a zelite não quer que os pobres prosperem.

Qual o motivo de essa frase estar sendo reproduzida por tantos membros da mídia, como porta-vozes do alto comando petista? Nada que o PT repete à exaustão deixa de ter objetivo bem determinado. É o caso. Os petistas, naufragados na indecência de seu governo, numa sucessão de escândalos que envergonham o país e ruborizam a espécie humana em todas as latitudes, altitudes e longitudes, precisam atribuir motivação maldosa a seus adversários. E qual pode ser pior do que o sujeito ter raiva de quem alegadamente faz bem aos pobres? Poucos, muito poucos sentimentos humanos colocariam alguém tão às portas de uma condenação eterna do que desejar o mal do pobre, sentir-se incomodado quando ele prospera e ter raiva de quem supostamente o faça prosperar. Isso é tão inominável, tão fora da normalidade, que deixa de ser um impulso humano para ser o que de fato é: uma acusação maligna, concepção de mente enferma, que faz da política campo de provas de sua sordidez.

“Moderação” é ter abertura para Ricardo Bitun e Ariovaldo Ramos, conforme o exemplo de Augustus Nicodemus Lopes na sua gestão “conservadora” no Mackenzie?


Em artigo intitulado “Pode um cristão abraçar ideologias?” no GospelPrime, Gutierres Siqueira começa apontando acertadamente que a ideologia é um “sistema de ideias.” Ele também acerta quando diz que “o ideólogo é outro nome para um religioso. E essa religião pode ter como deus a moral, o dinheiro, o progresso, a ciência, a igualdade, a liberdade, o Estado, o feminino, o meio ambiente, o indivíduo, a sexualidade, etc. O ideólogo é um crente, secular ou não, mas é um crente.”
Ele dá um final adequado quando diz: “O cristão tem como centro a pessoa de Cristo Jesus. E Cristo está acima das ideologias, não só em qualidade, mas como juiz de toda ideia, ideal e doutrina.”