Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Só pode dar sentido à vida terrena algo que se situe fora dela, que a ela preexista e que se projete para além dela.

A esperança do cristão lhe vem da Ressurreição. São Paulo diz que se Cristo não tivesse ressuscitado, “vã seria a nossa fé”.


Não consegui encontrar a obra, em meio ao indesculpável desarranjo da minha biblioteca. Mas li, faz bom tempo, texto muito interessante sobre certo anúncio feito publicar na imprensa por um personagem do escritor José-María Gironella. O anunciante era um cavalheiro que declarava haver perdido a mais preciosa de suas joias. Justamente aquela pela qual entregaria todos os seus outros bens. Estava consternado e conclamava quantos o lessem a um ato de solidariedade humana: que saíssem às calçadas, às ruas, às praças e procurassem por ela durante alguns minutos. Suplicava a quem a encontrasse que a restituísse ao legítimo dono, porque somente para ele, autor do anúncio, tal joia tinha valor precioso e utilidade infinita. O tão extraordinário bem, esclarecia ele por fim, era o tesouro imaterial da Esperança, sem a qual não estava conseguindo viver.

No livro The Failure Factory, escrito em 2008, Bill Gertz descreveu detalhadamente a “apostasia” nuclear do General da Força Aérea dos Estados Unidos e ex-chefe do Comando Estratégico dos Estados Unidos, George Lee Butler. Incrivelmente, o Gen. Butler subverteu a política de dissuasão nuclear dos EUA ante à Rússia e se gabou disso mais tarde. Quando o Gen. Butler se aposentou em 1994, ele confessou ser um pacifista nuclear. Em vez de buscar encorajar a dissuasão nuclear americana, o Gen. Butler odiava o “autosserviço aos interesses lucrativos do complexo militar-industrial”. Como ele mesmo disse, os Estados Unidos têm estado “numa perseguição messiânica de um inimigo demonizado”. E ele não estava sozinho ao manter essa posição. Vários políticos e analistas, especialmente da esquerda, expressaram similar opinião. Entretanto, Butler mantinha uma posição especial. Ele poderia enfraquecer as capacidades nucleares dos EUA e – conforme suas próprias palavras – “dar fim à loucura” da dissuasão nuclear. Essa crença está junta daquela que imagina que os líderes russos não buscavam o domínio global, a despeito de vários desertores do alto escalão do Bloco Leste terem dito que o objetivo dos seus ex-líderes era exatamente o domínio global. O Gen. Butler, crente nas intenções benevolentes dos líderes russos, confessou os seguintes atos:

...Eu fiz o que pude na minha jurisdição para impedir todos os programas estratégicos de modernização nuclear, que chegavam a totalizar US$ 40 bilhões. Cancelei cada um desses programas”.


São vários os casos de empresas e de profissionais que se vêem prejudicados, processados, boicotados, despedidos, por terem a “ousadia” de acreditar que um casamento deve ser apenas entre um homem e uma mulher.


Porque continua a existir sobre o assunto alguma confusão, bastantes dúvidas, várias incertezas, permitam-me dar de imediato o meu, necessariamente modesto, contributo: quem é a favor do denominado “casamento” entre pessoas do mesmo sexo – e, concomitantemente, a favor da adoção por “casais” homossexuais – não é, não pode ser, de direita; não é, não pode ser, um conservador. Ponto. Mesmo que partilhe outros dos ideais habitualmente associados àquele campo ideológico, como a – efetiva – liberdade de expressão, a prioridade à economia de mercado, a rejeição de um Estado onipresente, o combate a todos os totalitarismos.

Se você precisar de estímulo para cometer assassinatos em nome da jihad, a Biblioteca Britânica possui uma esplêndida variedade de tópicos para você escolher.


Respeitados anti-jihadistas como Geert Wilders, Michael Savage e Robert Spencer têm em comum a distinção de terem sido agraciados com a proibição de entrarem no Reino Unido e, agora, o Governo de Sua Majestade, em sua sabedoria, proibiu também o acesso a dois websites ligados a mim. Não é exatamente a mesma coisa e, com certeza, estou trabalhando para que a proibição seja cancelada, mas também a uso como uma perversa condecoração de honra, dado o vergonhoso histórico daquele governo em relação ao islamismo.

Digamos que você esteja na Biblioteca Britânica, depósito da biblioteca nacional, uma instituição governamental, em termos gerais equivalente a (Library of Congress) Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos ou a (Bibliothèque nationale) Biblioteca Nacional da França. Digamos que você queira ler o que David Brog tem a dizer sobre o declínio do apoio evangélico a Israel no último Middle East Quarterly. Se você digitar MEForum.org receberá o seguinte resultado:

A negociação atual em Havana não é entre o governo colombiano e os chefes das FARC, senão entre a Colômbia e Cuba.


A Al-Qaeda se diferencia das FARC em um ponto: rechaça as entrevistas com a imprensa. Seus chefes muito poucas vezes aceitam ser interrogados por um jornalista. Eles seguem o preceito que diz: “A Jihad e o fuzil, não negociação, nem entrevistas, nem diálogo”. Essa linha foi traçada por Abdallah Azzam, o preceptor político de Osama Bin Laden.

Para as FARC, pelo contrário, utilizar a imprensa, sobretudo mediante entrevistas de complacência, é indispensável. Isso faz parte de seu instrumental político-militar, pois o diálogo com um jornalista é o melhor meio que têm para consolidar a ameaça. Também, mas em segundo lugar, esses contatos lhes servem para melhorar sua maltratada imagem, para facilitar seus contatos discretos com governos estrangeiros e otimizar as condições de seus recrutamentos na Colômbia e no exterior.

Os petralhas nunca cedem, não tomam jeito, nem se envergonham; mesmo condenados, aprisionados e com toda farsa escancarada, não arredam pé no vale-tudo pela "causa".


A memória dos 50 anos da Revolução, ou Golpe de 1964, trouxe à baila desatinos reveladores de que, em busca do poder, nossos políticos quase nunca abriram mão de interesses mesquinhos

Olhar mais atento mostra que mais do que se preocuparem com reais necessidade da população, gostavam mesmo é de promover golpes, renúncias, mudanças constitucionais e planos econômicos, sob a balela da busca pela construção de um novo País, coisas de democracia esculhambada, mas democracia.

Meio milhão de pessoas, segundo os organizadores, saíram às ruas de Taipé, capital de Taiwan, contra um tratado comercial com a China que ameaçaria a independência do país.

Eles portavam um girassol como sinal de identificação, que logo virou o símbolo do protesto contra o imperialismo chinês.

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Os manifestantes também pediram a renúncia de Ma Ying-jeou, presidente de Taiwan, acusando-o de excessiva simpatia e falta de vigor em relação ao vizinho comunista, noticiou “Business Insider”.

Os católicos de rito grego, ou “uniatas”, estão sendo obrigados a abandonar a Crimeia para fugir às prisões e ao confisco de suas propriedades.

“O novo governo nos apresenta como nacionalistas e extremistas”, disse o Pe. Mykhailo Milchakovskyi, pároco e capelão militar de Kerch, falando para a agência do episcopado dos EUA – noticiou a revista inglesa “The Catholic Herald”.

Dom Sviatoslav Shevchuk, arcebispo-mor dos católicos,  denuncia perseguição análoga à dos tempos soviéticos Dom Sviatoslav Shevchuk, arcebispo-mor dos católicos,
denuncia perseguição análoga à dos tempos soviéticos.

Agentes da FSB russa (Serviço de Segurança Federal, herdeiro da sinistra KGB) estão convocando padres e fiéis católicos a comparecerem às delegacias para saber se eles “reconhecem a nova ordem”.

A Petrobras não apenas financiou projetos do governo petista, mas nela se instalou uma imensa máquina de corrupção, que envolve inexplicados negócios bilionários.

A primeira foto que encabeça este post é da época em que Luiz Inácio Lula da Silva, embalado pela farsa das grandes descobertas de petróleo do pré-sal, proclamava a autossuficiência do Brasil em matéria petrolífera, usava e abusava do petróleo como arma publicitária e da Petrobras como máquina para a consecução de seu projeto ideológico de poder.

A mediocridade em nossa pátria atingiu tamanha valoração que as mais abjetas manifestações culturais são elevadas a categoria de sentença categórica de pensadora.


Grandes nações são forjadas por grandes homens. Aliás, não se tem como fundar a magnificência em colunas de mesquinhez. Infelizmente, quando volvemos nossas vistas para o presente, a grandeza de espírito vê-se não apenas minguada em nossas terras, mas também, e principalmente, vexada quando ousa manifestar-se. Em nossos tristes trópicos essa é a regra.

Pior! Quando reconhecemos uma alma valorosa e pensamos que essa irá imprimir destemidamente seu nome nos umbrais da história, erramos. Ficamos vagando pelo ermo, desenganados. Não estou a referir-me aqui a uma decepção. Não mesmo. A grandeza não falta ao senhor ao qual me refiro sem nominar. Ele a tem de sobra. Refiro-me sim ao silêncio auto-impingido por um grande intelectual que preferiu abraçar o anonimato junto a sua família ao invés de travar pelejas com seu tinteiro e pena na arena pública.

Como já vimos no caso de Rachel, todas as intenções do PT se baseiam em censurar a dissidência. Sempre foi assim na Rússia, China, Cambodja e Cuba.
Por que agora seria diferente?

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Segundo o Portal 100 Fronteiras, finalmente os fascistas do PT, PCdoB e PSOL conseguiram: a opinião de Rachel Sheherazade está formalmente censurada no SBT. E em pleno 2014 tudo isso ocorreu à luz do dia! Veja o texto:

O SBT decidiu cortar de seu principal telejornal os comentários pessoais que a apresentadora Rachel Sheherazade costumava fazer. Em comunicado enviado nesta segunda (14), a emissora avisa que Sheherazade continuará dividindo a bancada com Joseval Peixoto no comando do SBT Brasil, mas que os comentários serão feitos em forma de Editorial. De acordo com o comunicado, “essa medida tem como objetivo preservar os apresentadores”. A apresentadora virou alvo do Ministério Público após fazer um comentário em que apoiava a ação de justiceiros no Rio de Janeiro. Na ocasião, um grupo de jovens tinha acorrentado a um poste um jovem acusado de praticar um roubo. Leia abaixo o comunicado na íntegra: Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo Jornalismo da emissora em forma de Editorial. Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do SBT Brasil.


Bem, pelo menos o SBT não escondeu que foi vítima de censura. Senão, por que eles deveriam “preservar” Rachel?

No país do analfabetismo funcional, novo plano de educação negligencia o mérito, põe a escola contra a família e, em vez de estimular a leitura, policia as palavras, transformando a língua num instrumento de opressão ideológica.


Durante uma audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, realizada em 22 de outubro do ano passado, o economista e professor Cláudio de Moura Castro, ao término de sua palestra, resolveu apresentar uma proposta ao Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020). Professor visitante de renomadas universidades estrangeiras, Ph.D. em Economia pela Vanderbilt University, nos Estados Unidos, e conceituado pesquisador da educação, com vários livros publicados, Moura Castro, com um ligeiro sorriso no rosto, anunciou: “Já que todo mundo botou um negócio no plano, um artiguinho, eu também quero propor um artiguinho no plano: um bônus para as caboclinhas de Pernambuco e do Ceará conseguirem se casar com os engenheiros estrangeiros, porque aí eles ficam [no País], e aumenta o capital humano no Brasil, aumenta a nossa oferta de engenheiros”.

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Cláudio de Moura Castro, economista e pesquisador, denuncia os delírios
do Plano Nacional de Educação. (Foto: Paulo Antunes)

obmpEm um prospecto de 1991 divulgado por agência literária, mostra-se um currículo de Obama no qual ele se apresenta como queniano.


Eu sou um louco de pedra. O presidente Barack Obama, em 1991, admitiu ter nascido no Quênia, e aparentemente, ninguém está ligando. Isto é de "ouvir dizerem". Está documentado. Isto não é tipicamente uma "bomba" porque a verdade é que nós temos tido conhecimento disto por mais de um ano, e alguns sabem disto desde há muito mais tempo. O problema é que ninguém quer denunciar ou falar a respeito. A mídia e os idiotas úteis de plantão irão dar desculpas ou simplesmente atirar insultos. 

Estou doente e cansado de me dizerem que não importa onde Obama nasceu. O argumento que tenho obtido de muitos conservadores é que nada vai ser feito sobre isto, então nós precisamos nos focar em coisas importantes como Benghazi, o escândalo da Receita Federal, a espionagem feita pela NSA ou qualquer outra coisa ao gosto particular da semana.


Joaquim Câmara Ferreira não morreu sob tortura, como apregoa a esquerda mentirosa, mas de ataque cardíaco. Quem se importa com mais esta mentira, a não ser a (c)Omissão Nacional da Verdade e os esquerdistas em geral?


A Ação Libertadora Nacional (ALN) foi um grupo terrorista, cujos fundos eram obtidos por assaltos e dinheiro recebido de Cuba. “Militei na Ação Libertadora Nacional (ALN), uma organização guerrilheira que mantinha excelentes relações com Cuba. Muitos de nossos companheiros receberam treinamento militar na ilha para enfrentar com armas a ditadura militar que havia deposto um governo legitimamente eleito” (Paulo de Tarso Venceslau, “30 Moedas”, site Jornal Contato, acesso em 13/5/2011).

Uns cento e tantos anos atrás, os intelectuais russos mais ligados à Igreja Ortodoxa alardeavam a plenos pulmões que no século XX a Rússia iria encabeçar uma grande revolução espiritual destinada a salvar o mundo da corrupção ocidental católico-protestante-judaico-ateística. O que veio foi a Revolução de 1917 e a maior perseguição anticristã de todos os tempos.

A Revolução, por sua vez, prometia um paraíso de paz, liberdade e prosperidade. O que veio foi a transformação da Rússia e de vários países em torno em matadouros humanos como ninguém tinha visto antes nem poderia jamais ter imaginado.

A pergunta decisiva da qual duguinistas e putinistas se evadem  como baratas assustadas é a seguinte: Por duas vezes a Rússia já prometeu salvar o mundo e só conseguiu torná-lo mais parecido com o inferno. Vamos dar-lhe um novo crédito de confiança para que ela o faça uma terceira vez?