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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O fenômeno, nos cursos de História, faz-se especialmente surpreendente porque nada é mais demolidor para a propaganda comunista que a narrativa histórica.


Seria muita ingenuidade supor que, subitamente, agora e só agora, durante os 13 anos de governos petistas, os comunistas se desinteressassem por infiltração nas Forças Armadas. Elas sempre estiveram entre suas prioridades ao longo de nossa história republicana. Por outro lado, no mundo inteiro, a infiltração e o controle do sistema educacional é meta necessária da estratégia de dominação comunista. Nas últimas semanas, motivado pelas iniciativas da organização Escola sem Partido, escrevi vários artigos e gravei comentários mostrando como essa dominação está em pleno curso e que a meta já foi alcançada do topo à base do sistema de ensino público e privado no Brasil. Há exceções? Claro. Só não há exceções em Cuba, China, Laos, Vietnã e Coréia do Norte.

O atual chefe de Estado é acusado de ter atentado contra a segurança pública, de encobrimento, abuso de autoridade e traição à pátria.


Por que o presidente Juan Manuel Santos não quis dar a data nem os detalhes do insólito encontro em Cuba dos máximos chefes das FARC e do ELN? Por que Santos esconde sobretudo a data em que ele autorizou pessoalmente esse encontro clandestino?

Realizado, ao que parece, segundo uma rádio de Bogotá, entre 23 e 27 de abril passado, esse “encontro” permitiu a Rodrigo Londoño Echeverri, cognome “Timochenko”, das FARC, conversar não se sabe sobre o quê com Nicolás Briceño Bautista, cognome “Gabino”, do ELN.

Não são adultos falando.


Penso em muitas coisas quando leio esses contos estendidos que hoje recebem o nome de “romance” — impressos com letra grande e num papel de alta gramatura, do contrário caberiam em 10 ou 15 páginas.

Faz alguns meses, fui à livraria, peguei uma pilha de “romancistas” atuais, sentei numa poltrona e comecei a ler.

A tarde passou. Fui interrompido duas ou três vezes. Recusei um café. E quando fechei o último livro percebi que quase todos eram do mesmo autor.

Não eram — mas tratavam dos mesmos problemas, com as mesmas lamúrias, a mesma conversinha fiada em primeira pessoa, como se o autor estivesse abrindo seu coração para o psicanalista ou, pior, para um dono de botequim.

Olavo de Carvalho: "Colocar os recursos do Estado brasileiro a serviço do movimento comunista mundial é uma das funções básicas do PT.

"O problema é que o PT tem uma estratégia. A oposição não tem nenhuma. Os reacionários no Brasil apenas reagem. Reagem tarde. Não agem."

 "No Brasil, cultura é só enfeite. As pessoas adquirem cultura para parecerem bonitas. Não é para dirigir a sua ação, para entender o que está acontecendo. Então a cultura não tem funcionalidade. O pessoal comunista sabe que não é assim. O pessoal comunista adquire cultura para poder agir. Para saber o que tem de fazer."

Farinaz Khosrawani (esquerda), curda de 25 anos, pulou do quarto andar do Hotel Tara em Mahabad, onde era funcionária, no Curdistão iraniano em 4 de maio, para evitar ser estuprada por um agente de segurança do governo iraniano. À direita, manifestantes curdos, furiosos, em frente ao Hotel Tara, em chamas, em 7 de maio.

O estupro e a tortura de curdos e dissidentes no Irã, tanto mulheres quanto homens, já é corriqueiro e sistemático.

Recentemente, em 4 de maio, Farinaz Khosrawani, 25, mulher curda funcionária do Hotel Tara em Mahabad no Curdistão iraniano, pulou da janela do quarto do Hotel Tara, de acordo com a mídia curda.


A maioria sequer se equilibrava em skate quando Lula foi eleito. Mas descobriram, em poucos anos, algo que a imensa maioria da população levou três décadas para ficar sabendo.


Desde o dia 24 de abril, um grupo jovens caminha ao longo dos 1,1 mil km que separam Brasília da cidade de São Paulo, de onde partiram. Junto com a bandeira do Brasil, levam faixas e cartazes pedindo o impeachment da presidente. Proclamam "Fora Dilma!" e "Fora PT!".

A marcha, de 33 dias, segue pelo acostamento das rodovias e vai sendo aclamada pelos que passam e pelos moradores das cidades por onde transitam. Os caminhantes têm pés de romeiros, corações de guerreiros e amor à pátria. Anima-os um amor verdadeiro ao Brasil, amor virtuoso, que se submete ao sacrifício da intempérie, que vence o cansaço, que desconhece desânimo e que não olha para trás. Aqui ou ali, os exércitos de Stédile ladram enquanto sua caravana passa, na chuva e no sol, por vezes noite adentro.

A famosa “solidadariedade comunista internacional” consiste precisamente numa bem articulada divisão de trabalho, de modo que as ações dos partidos comunistas locais contribuam para o sucesso mundial do movimento pelas vias mais diversas e às vezes até incompatíveis em aparência.


Definir o comunismo como “estatização dos meios de produção”, como o fazem o sr. Marco Antonio Villa e seus admiradores, que por incrível que pareça existem, é descrevê-lo pelo sistema econômico ideal que lhe serve de bandeira e slogan, e não pela sua realidade de movimento político e intelectual com um século e meio de uma história tremendamente complexa.

É explicar fatos históricos pela definição de uma palavra no dicionário, procedimento no qual nenhuma pessoa com mais de doze anos de idade tem o direito de confiar. Procedimento que se revela ainda mais pueril e inaceitável quando a definição é usada como premissa de um raciocínio (ou raciossímio, diria o Reinaldo Azevedo) segundo o qual um partido que não prega ou pratica ostensivamente a estatização dos meios de produção não pode ser comunista de maneira alguma.

Enquanto a NSA produz livros infantis para colorir, a KGB tem produzido nazistas a partir de uma velha receita russa.


A NSA fez um livro infantil para colorir. Por que não? Nossa comunidade de inteligência tem sido abastecida por adultos infantis nos últimos cinquenta anos. O politicamente correto na NSA, assim como na CIA, há muito alcançou um nível incompatível com a segurança nacional. A NSA possui até um personagem de cartoon, um mascote do Dia da Terra. Como um incitamento, o politicamente correto é um esquema para neutralizar e desacreditar as instituições mais importantes da América. Tempos atrás James Burnham expôs que o liberalismo (esquerda americana) dos novos tempos é a ideologia do suicídio do Ocidente. E quem, no fim, lutará pelo suicídio? A NSA e a CIA estão agora completamente empenhadas nesta ideologia, contra o Partido Conservador e tudo, no presente, “convencional” ou “centrista”. Enquanto isso radicais e revolucionários da direita e da esquerda buscam a erradicação do centro. Mas primeiro, derrota-se o centro tornando-o ridículo.

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Negras protestam contra práticas eugenistas nos EUA.

Além do seu racismo politicamente correto, a esquerda tem uma longa história de amor pela eugenia. Aliás, historicamente, é possível apontar alguns pensadores de esquerda como percussores do movimento eugenista na Europa e nos Estados Unidos.

Sanahuja recorda ainda que "a visão cristã é inconciliável com o imanentismo panteísta da Carta da Terra", então é perturbadora a constatação de que Jeffrey Sachs assessora hoje o Vaticano, sabendo o que ele defende.


O cardeal argentino Dom Marcelo Sánchez Sorondo, presidente da Pontifícia Academia das Ciências, promoveu em 28 de abril, um evento sobre "mudanças climáticas", no contexto do desenvolvimento sustentável. O seminário foi promovido em parceria com a Religions for Peace e contou com a presença do secretário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon, do cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho "Justiça e Paz", e do presidente do Equador, Rafael Correa. O diretor do Instituto da Terra da Universidade de Colúmbia, Jeffrey Sachs (defensor da Carta da Terra e dos Objetivos do Milênio da ONU), foi um dos expositores, como também a presidente da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, Prof.ª Margaret Archer, Prof. Veerabhadran Ramanathan e Dr. William Vendley, secretário-geral do Religions for Peace. Também participaram do simpósio, Peter Raven, Partha Dasgupta, John Schellnhuber, Martin Rees, Y.T. Lee, Paul Crutzen, Rabbi David Rosen, Olaf Tveit, Metropolitan Emmanuel, Din Syamsuddin, Swamiji Theertha, Kosho Niwano, Jeffrey Sachs, President Rafael Correa, Hans Vestberg, Laurence Tubiana, Cardeal John Onaiyekan, Pierpaolo Donati e Stefano Zamagni. 


Há algo de muito, muito errado com um país no qual a Constituição garante a mais ampla liberdade de imprensa, inclusive com o vedação a qualquer forma de censura, e mesmo assim ocupa apenas a 111° posição no Índice de Liberdade de Imprensa. Na América do Sul, o Brasil está a frente somente da Colômbia e da Venezuela.

Os nostálgicos dos anos rebeldes tendem colocar a culpa dessa situação (e de todas as outras) na ditadura militar. Convenhamos que depois de 30 anos de redemocratização, essa explicação seria no mínimo absurda.

Bem, quase não se fala disso, mas o Brasil tem um recorde bastante incômodo: é o país democrático com a maior quantidade de conteúdo censurado no Google, com a peculiaridade de que em todos os casos a censura é determinada pelo Poder Judiciário.

Quão raro e agradável é para o poderoso compreender as limitações do poder, verdadeiramente repudiar seu uso, com efeito, devolvê-lo às miríades de indivíduos que compõem a sociedade. Assim foi Ludwig Erhard, que fez mais do que qualquer outro homem ou mulher para desnazificar a economia alemã após a Segunda Guerra Mundial. Ao fazê-lo, ele deu origem a uma miraculosa recuperação econômica.

“Aos meus olhos”, confidenciou Erhard em Janeiro de 1962, “o poder é sempre entorpecente, é perigoso, brutal e, basicamente, até estúpido”.

Por qualquer mensuração, a Alemanha em 1945 era um desastre – derrotada, devastada, dividida e desmoralizada – e não apenas devido à guerra. Os nazistas, é claro, eram socialistas ( O nome nazi deriva da abreviatura de Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães), assim que por mais de uma década a economia tinha sido “planejada” de cima. Tinha sido atormentada com controle de preços, racionamento, burocracia, inflação, cronismo (capitalismo de “compadres”), cartéis, desperdício de recursos e comando governamental das indústrias mais importantes. Os produtores faziam o que os planejadores ordenavam. Servir ao estado era o valor mais elevado.

Resposta do Villa aos meus argumentos, transmitida pela TV Cultura: "O Olavo não terminou nem o ginásio."

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Minha filha Maria Inês tem um diploma de História pela USP, igualzinho ao do Marco Antonio Villa. Só que ela sente um pouco de vergonha disso.

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Impossibilitado, pelas leis da lógica, de responder aos meus argumentos, o Villa não está debatendo nada, nem discordando de nada. Está apenas empenhado numa ostensiva campanha de difamação. Se faz isso induzido por um monstruoso e justo complexo de inferioridade intelectual ou se age a mando de algum interesse financeiro, político ou vaginal, não sei. O que sei é que vem se comportando, na mais generosa das hipóteses, como um aspirante a Veadasco.

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Este mundo é mesmo injusto. Eu, que só tenho o curso primário, obtive mais honrarias acadêmicas, prêmios internacionais e referências elogiosas de intelectuais de três continentes do que o Villa, em dez vidas que vivesse, jamais poderia sonhar em obter, ele que tem DIPROMA. Não é mesmo de ficar arrevortado?


Poucos sabem que o principal “dogma” dos ecologistas, o “aquecimento global” supostamente provocado pela atividade humana, em particular, pelo uso de combustíveis fósseis e as emissões de CO2, não provou-se cientificamente.


1. Enquanto o pontífice Francisco dá os toques finais em uma encíclica sobre ecologia, 100 cientistas ambientalistas norte-americanos lhe enviaram uma carta em 27 de fevereiro, implorando-lhe para que não se deixe levar pelos argumentos de ecologistas radicais, com análises que não foram demonstradas pela ciência ambiental. Esses líderes revolucionários, com o pretexto de ajudar os pobres, contribuem com suas propostas para aumentar perigosamente a miséria no mundo.

2. Imediatamente depois de entregar na Santa Sé a carta a Francisco, uma comissão representativa desses 100 cientistas deu uma coletiva de imprensa a poucos passos do Vaticano, no Hotel Columbus, na própria Via della Conciliazione, ante atônitos jornalistas do mundo inteiro que estão acostumados somente a ouvir, a fazer eco e a difundir as opiniões dos ecologistas radicais.


exAs maravilhas relatadas no livro aconteceram e foram para mostrar que, quem conhece Javé, não pode compactuar e nem se submeter ao Estado idólatra.


Seu eu não fosse leitor assíduo da Bíblia e desconhecesse o livro do Êxodo, até teria gostado da leitura feita por Ridley Scott no seu recente filme Êxodo – Deuses e Reis. Bela fotografia, Christian Bale está soberbo no papel de Moisés, a cenografia recria ricamente as cidades egípcias, sua periferia escravizada composta por israelitas; a recriação do processo produtivo das construções de monumentos é bastante convincente.

Christian Bale conseguiu fazer um Moisés viril, destemido, nobre. Sua função de líder enviado por Deus o tornou uma figura símbolo fortíssima e Bale soube dar dignidade ao personagem. Um sacerdote e um guerreiro, um profeta, assim fez Bale retratar esse personagem, muito rente ao texto. Gostei de como foi apresentado o seu encontro com a família de sua esposa, mostrando como se vivia e se viajava e se dava abrigo a estrangeiros naqueles tempos. Moisés foi também um peregrino vindo dos desertos.