SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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tmrO Itamaraty deveria declarar não-reconhecimento à autoridade da UNASUL e de países como Cuba, Venezuela, Bolívia e Equador, governados por ditadores ou postulantes a ditadores.

A reação oficial ainda está distante de uma reação justa e necessária.


É digno de nota que o Itamaraty tenha "repudiado" as declarações dos governantes da Bolívia, do Equador, da Venezuela e de Cuba, além da Unasul, que se recusam a reconhecer o presidente Michel Temer e insistem em chamar o processo constitucional do impeachment de golpe.[1] Contudo, a atitude do Itamaraty ainda está longe, muito longe, do realmente necessário.

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(Seleção e organização: Edson Camargo, editor-executivo do MSM)


O problema essencial continua: o brasileiro é um povo cristão e conservador PROIBIDO de ter um governo cristão e conservador.

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Conservadorismo consiste em economia liberal MAIS cultura cristã. Até hoje, o pouco de liberalismo que se consegue introduzir na economia de vez em quando vem às custas de concessões cada vez maiores ao programa cultural da esquerda. Não creio que isso possa mudar muito no governo Temer.

ptfO que mais vimos crescer no Brasil foram a degradação da moral, a ruína dos bons costumes, a valorização do grotesco, o louvor do obsceno, o desprezo completo à ordem e a harmonia, o vilipêndio à formosura.


Ontem tivemos o estranho privilégio de ouvir, em um mesmo dia, o pronunciamento de dois presidentes do Brasil. Mais cedo, escutamos a presidente impedida, que, na verdade, deveria estar interditada, falando como uma candidata à vereadora na Câmara Municipal de Parari, atropelando as ideias, desrespeitando as normas, não da linguagem culta, mas mesmo da coloquial, se comunicando, não com a sociedade brasileira, mas apenas com sua militância, e que nos fez ver ali a síntese de sua própria alma mesquinha e rasa.

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Ouvindo os dois pronunciamentos da presidente Dilma, tive a clara percepção de que, de fato, estávamos sendo governados por uma pessoa que derrubou limites na sua relação com a realidade. Era algo que já se identificava durante a campanha eleitoral. À época, essa conduta foi inteiramente atribuída a um esforço para esconder do eleitorado a crise já em curso. Certamente havia bastante disso, sim, na publicidade eleitoral e nas orientações que, a peso de ouro, produzia João Santana. Mas evidenciou-se nos últimos meses que algo mais grave envolvia pessoalmente a presidente. Para todos os efeitos práticos, Dilma presidia um país diferente. Exercia um outro governo.

Yitzhak Rabin, Bill Clinton e Yasser Arafat na cerimônia de assinatura dos Acordos de Oslo em 13 de setembro de 1993.
Em 1996, Arafat declarou publicamente: "nós palestinos tomaremos tudo... Dá para ver que planejamos eliminar o Estado de Israel e estabelecer um estado palestino puro. ... Os judeus não me servem para nada, eles são e continuam sendo judeus". (imagem: Vince Musi/Casa Branca)


Não faltam ironias nos intermináveis debates de Israel e do estado palestino.

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O caso não era novidade alguma, mas os protestos foram tantos que o governo fingiu reprimir.


Milhões de chineses descobriram estarrecidos que estavam sendo vacinados com substâncias ineficazes e até perigosas, noticiou o jornal “Le Monde”.

As autoridades chinesas anunciaram a prisão de uma farmacêutica e de sua filha, que vendiam há cinco anos vacinas vencidas ou mal conservadas, avaliadas em 307 milhões de reais.

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Olavo e os netos Isaac e Jack: "Três moleques extasiados com "A Dama e o Vagabundo".


(Notas selecionadas e organizadas por
Edson Camargo, editor-executivo do MSM.)


A verdade tem de ser dita em linguagem simples, direta, material e visível, sem hiperbolismo histérico nem eufemismos castradores.

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Não tenho dúvida de que hoje farão justiça: os bandidos condenarão a bandida trapalhona que fodeu com a roubalheira toda.

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O PT é animado por aquele egoísmo que só aceita sistema ou ordem em que tudo gravite em torno de si mesmo.


Esta terça-feira que antecede a votação do relatório da Comissão Especial do impeachment no Senado amanheceu com pneus ardendo em rodovias do país. Os jagunços do comandante João Pedro (quebra-quebra) Stédile vinham sendo, de viva voz, convocados como milícias do decadente governo. Com pneus velhos e foices mais luzidias do que baionetas de desfile, manifestam-se amuados com a decisão constitucional e soberana da Câmara dos Deputados e com a disposição do Senado Federal de afastar a presidente do atabalhoado exercício de suas funções. É bom, mesmo, que a Câmara Alta faça isso logo porque sua Excelência dedicou os últimos dias à impatriótica tarefa de jogar "miguelitos" no caminho de seu substituto.

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O antissemitismo, como todas as formas de racismo e ódio religioso, é construído sobre mentiras e distorções do passado e do presente.
Na foto, o portal do campo de concentração de Auschwitz, com a frase "O trabalho liberta".


Durante a Guerra Fria, a União Soviética, seus aliados do Pacto de Varsóvia e a extrema-esquerda ocidental espalharam uma variedade de mentiras sobre a história do sionismo. A mais famosa dessas falsidades foi a afirmação de que Hitler e o regime nazista tinham sido apoiadores do sionismo. Era uma falsidade que se encaixava bem com outra grande mentira da propaganda comunista na Guerra Fria, ou seja, que o sionismo em si é uma forma de racismo. Se este fosse o caso, faria sentido lógico que os racistas, tais como Hitler, apoiassem o sionismo. O fato é, porém, que Hitler e os nazistas desprezavam o sionismo e fizeram todo o possível para derrotá-lo.

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Em Varsóvia, o presidente Jaroslaw Kaczynski homenageia Lech Kaczynski,

morto com sua mulher e mais 94 personalidades em estranho acidente na Rússia.

As cerimônias do 6º aniversário do misterioso desastre aéreo na Rússia que decapitou a liderança política da Polônia tiveram um acirrado tom de Guerra Fria, noticiou a agência France Presse.

obmExiste uma hostilidade crescente para com os valores cristãos e as liberdades religiosas nos Estados Unidos atualmente? Aqui estão sete exemplos representativos, todos das últimas semanas. Julgue por si mesmo.

1. A NCAA (1) anunciou que não irá realizar quaisquer eventos masculinos e femininos do Final Four de basquetebol numa cidade que "discriminar" contra qualquer pessoa com base na orientação sexual ou "identidade de gênero".

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Não imagine o vice-presidente que a inclemência institucional e popular em relação à organização criminosa que está sendo afastada do poder o beneficie além dos precisos termos da Constituição.


As razões do impeachment da presidente e do inferno astral do partido devem ser buscadas em sua compulsão à construção de versões, ao tratamento desonesto dos fatos e da história, aos sofismas, às inversões de responsabilidade e à incapacidade de se corrigir. Em uma só palavra: à mentira ou falsidade em suas muitas formas. O crime de responsabilidade não aconteceria fora desse quadro, digamos assim, clínico.

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O Estado cubano “é provavelmente o maior e mais rentável traficante de pessoas do mundo”.
Com estas palavras, testemunhou recentemente ante o Congresso dos Estados Unidos a diretora executiva do “Archivo Cuba”
[1], Maria Werlau, detalhando como Cuba administra o gigantesco negócio do tráfico humano através de inúmeras entidades estatais.

O governo cubano começou em 2005 uma exportação misteriosa ao Brasil, durante o governo de Lula da Silva, de tecidos humanos e outras glândulas e partes do corpo humano de origem desconhecida.

no-unA ONU é um organismo maligno dominado por nações islâmicas e tiranias.


No mês de março, o Conselho dos Direitos Humanos da ONU (UNHRC), em Genebra, concluiu sua sessão aprovando cinco resoluções condenando Israel. Foi o que seguiu-se a uma série de libelos de sangue acusando o único país democrático do Oriente Médio, em uma região cercada pela barbárie, de engajar-se em uma política de assassinato deliberado de crianças palestinas.

Na verdade, ao longo da última década, o Conselho de Direitos Humanos aprovou mais resoluções condenando Israel do que a soma de todas as resoluções criticando outros governos. Isto, apesar do fato de que os países que conduzem as acusações contra Israel estão, eles mesmos, envolvidos em violações horríveis dos direitos humanos. E, apesar do fato de que na Síria, vizinha de Israel, centenas de milhares foram mortos e milhões de pessoas estão tentando fugir do país, enquanto o exército do presidente Bashar Assad e o ISIS massacram comunidades inteiras.

lp

Lucas Pereira, assassinado por pervertidos.

Como seria bom não ter razão!

Semana retrasada, descrevi na minha coluna semanal na Gazeta do Povo a crueldade criminosa das instituições internacionalistas de fartíssimos bolsos que ora combatem a família, que corretamente percebem como enorme obstáculo à dominação ditatorial de toda a sociedade de que ela é a base. Entre tantos outros grupos, vitimam as pobres pessoas que da noite para o dia se convencionou chamar “transexuais”, aproveitando-se de seus problemas de identidade e autoestima para convencê-los não apenas de que são o que não são, como que devem esperar que toda a sociedade partilhe de seus delírios e os trate como membros do sexo oposto.