Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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mapO Iêmen (1), por ser parte da península arábica possui – por várias razões – uma importância elevada para o seu vizinho ao norte, a Arábia Saudita. O país desfruta de uma posição geopolítica especial por ter um bom controle sobre o estratégico Golfo de Aden, ao mesmo tempo em que o país também se debruça sobre o extremamente estratégico Estreito de Bab-el-Mandeb bem como toda a sensível via marítima através do Mar Vermelho. O Iêmen também é a sede da Jabal Marran (as Montanhas Marran), as quais se estendem continuamente desde o Golfo de Aden até a região de Taif no sudoeste do país. Outro motivo que torna o Iêmen um país muito importante para a Arábia Saudita é a sua fronteira em comum com as províncias de Jazan e do leste da Arábia Saudita com predominância xiita (2). Talvez seja por essas razões que muitos analistas acreditam que o Iêmen é um eixo relevante para o estabelecimento da segurança na Arábia Saudita. Este também é o motivo pelo qual – quando as ondas velozes do Despertar Islâmico estavam ameaçando o governo saudita – Riad [capital da Arábia Saudita] fez um acordo com a Irmandade Muçulmana no Iêmen. Segundo aquele acordo, a Arábia Saudita optava por um recuo no âmbito político e no de seguridade aquiescendo com a divisão do poder político no Iêmen com o Partido Islah, o qual representa a Irmandade Muçulmana no Iêmen.

No ano passado, centenas de entidades, entre as quais a CNBB e a OAB, formaram uma Coalizão pela Reforma Política e Eleições Limpas. Reitero, aqui, o desafio recentemente feito por Bruno Braga, em artigo que pode ser lido no meu site (aqui): se houver real interesse cívico por eleições limpas, comecem pelo último pleito.

Desnecessário rememorar. Os fatos, além de recentes, se agravam com a reviravolta adotada pela presidente. Ela consegue fazer pior do que Lula em 2002. Naquele ano, antes das eleições, Lula jogou no lixo o discurso demagógico e populista construído ao longo de seus anos de oposição e firmou uma “Carta ao povo brasileiro” comprometendo-se com preservar o que condenara. Seus eleitores, se leram a carta, não entenderam bulhufas. Dilma, em 2014, não escreveu carta alguma. Afirmou reiteradamente, até o dia 26 de outubro, que os desatinos que cometia na condução da Economia e das finanças públicas atendiam ao mais elevado interesse público. Quem dissesse o contrário era atacado com os piores adjetivos. No dia 27, mudou tudo.

Pela primeira vez, um governo islamista expôs a dimensão maligna e terrorista do CAIR.


Nós que acompanhamos o movimento islamista caímos das nuvens em 15 de novembro quando soubemos que o gabinete ministerial dos 
Emirados Árabes Unidos incluiu o Conselho de Relações Americano Islâmicas (CAIR) na lista de 83 organizações terroristas proscritas, juntamente com o Talibã, Al-Qaeda e EIIS.

Foi uma surpresa, já que as próprias autoridades dos EAU têm um histórico de promover o islamismo, porque o CAIR tem um histórico de levantar fundos nos EAU e também porque a embaixada dos EAU em Washington já teceu elogios ao CAIR.


Karl Marx ensinava que a estatização dos meios de produção – etapa inicial da construção do socialismo – seria um processo complexo que deveria se estender por muitas décadas ou séculos.

 

 

O falecido Jean Mellé, fundador e diretor do “Notícias Populares”, que se tornaria um clássico do jornalismo de escândalo, era um refugiado romeno que tinha sólidas razões para odiar o comunismo. Grande e musculoso, de vez em quando agarrava um de seus subordinados pela goela e, com um olhar feroz de grão-inquisidor, perguntava: “Você estar comunisto?”. Se a resposta fosse “Não”, ele se dava por satisfeito.


Em noventa por cento dos casos, o interrogado era um membro do Partido e saía rindo do patrão cujo poder ameaçador se neutralizava a si mesmo com uma dose patética de ingenuidade.

A grande verdade de 2014: não são os pobres que precisam do PT, mas é o PT que precisa dos pobres em estado de pobreza. Para quem não se deu conta, essa é a nova relação de causa e efeito da miséria no Brasil.



"Não creio que seja hora de torcer contra nem de ficar cobrando pelo que foi dito em campanha".

Economista Roberto Teixeira da Costa, em artigo publicado no jornal "O Globo" em 30 de novembro.

O texto em questão leva um título bem alinhadinho e elegantemente palaciano: "Voto de confiança". O quê? Voto de confiança? Quer dizer que não se deve cometer a leviandade de cobrar o que foi dito em campanha? Ora, leitor, isso me parece moral com agendamento, com data de vigência, segundo calendário eleitoral. A propósito: calendário eleitoral tem foto de mulher pelada, como folhinha de borracharia? Quer dizer que a presidente pode se eleger dizendo uma coisa até o dia 26 de outubro e fazer o oposto a partir do dia 27? E quem apontar a desonestidade de tal conduta torce contra o país?

Com o PT no governo por pelo menos mais quatro anos, é certo que o holocausto brasileiro será ainda mais horrendo.


Existe, atualmente, um verdadeiro holocausto no Brasil. Não me refiro ao livro de Daniela Arbex, que trata dos horrores ocorridos em um hospício mineiro, onde mais de 60.000 internos foram tratados, até suas mortes, como animais em um verdadeiro campo de concentração nazista. Refiro-me aos cerca de 60.000 brasileiros que são mortos todos os anos em acidentes rodoviários e outro tanto que são assassinados

Os números aqui apresentados são arredondados para 60.000. Não se trata de chutometria, mas da constatação, p. ex., de que muitas mortes nas estradas não são devidamente contabilizadas, pois não se leva em conta quem morre em hospital devido a acidente rodoviário.

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Comentário do tradutor:
Ao fim de março, o filósofo Roger Scruton publicou um artigo no qual tecia algumas críticas quanto à reação infeliz com que o Ocidente reagiu ao assalto russo contra a Ucrânia. Na ocasião ele referiu-se às sanções como uma política 'cega' fruto de uma 'profunda ignorância histórica'.

O texto abaixo, escrito pelo embaixador iraniano na Rússia e que também é presidente de um centro de pesquisas irano-eurasiático, é curioso por delinear de forma bastante clara um exemplo das conseqüências inesperadas que os Estados Unidos e a União Européia produziram com suas sanções econômicas à Rússia. As sanções produzem um duplo efeito prejudicial (desde um ponto de vista ocidental): ao mesmo tempo que alguns países da União Européia perderam o acesso dos seus produtos ao mercado consumidor da Rússia (no texto será mencionado o caso da Polônia que passou a ser impedida de exportar sua produção agrícola para a Rússia) também foi aberto uma espécie de imensa reserva de mercado, uma esponja, que pode ser utilizada pela Rússia para estreitar relações comerciais, estratégicas e amistosas justamente com os países que ela pretende influenciar ou atrair para sua zona de influência. (Sem esquecer que o Irã também vivencia uma situação de embargo econômico.)


acc-comunaNum culto na Igreja Batista da Lagoinha em Belo Horizonte, o pregador, virando-se para Ana Paula Valadão, diz:

“Desafio você a doar sua enorme fortuna para os pobres, para que eles tenham comida, saúde, educação, emprego e lazer. Aliás, desafio você a dar 90 por cento de tudo o que você ganha para os pobres.”

Depois, virando-se para os outros cantores famosos da Lagoinha, o pregador faz o mesmo desafio, encorajando-os a ajudar os pobres com os próprios bolsos, não só com palavras.

 

Embora a estrela máxima do recente Congresso de Missão Integral na Igreja da Lagoinha tivesse sido o Rev. Antonio Carlos Costa (foto), não foi ele quem fez o desafio. Aliás, ninguém fez tal desafio — que é apenas minha imaginação do que um “profeta” de Teologia de Missão Integral (TMI) deveria fazer.

Eduardo Mackenzie analisa o seqüestro do Gen. Alzate.

 
Sob o comando do presidente Juan Manuel Santos, as Forças Armadas, e os demais organismos do Estado encarregados da segurança do país, estão vivendo uma de suas piores épocas. O que ocorreu ao General Rubén Darío Alzate, comandante da Força-Tarefa Conjunta Titã, com jurisdição no Chocó, uma enorme e rica região com saída para dois oceanos e por isso mesmo estratégica para a segurança da Colômbia, deixou o país atônito.

O súbito e insólito seqüestro do General Alzate, em 16 de novembro passado, por parte de um grupo minúsculo das FARC, e a forma que adquiriu, 14 dias depois, a liberação dele e de seus dois acompanhantes, o Cabo primeiro Jorge Rodríguez e a advogada Gloria Urrego, não consegue ser digerido por ninguém.

mnc
É uma pena que os políticos no parlamento conheçam tão pouco as táticas marxistas e sejam tão pouco estudados. Embora a questão do PLN 36 tenha um aspecto bem politiqueiro (livrar a cara da Dilma do crime de responsabilidade fiscal), há também na iniciativa uma estratégia revolucionária orientada pelo próximo Karl Marx.

Disse Marx:

Em nosso violentado, tributado e inflacionado país, há uma figura cuja nocividade só não é maior do que a aceitação do público a suas falhas: o palpiteiro. E parece que quanto mais furados são seus palpites, mais aceito e celebrado é o tipo. Um espécime mui representativo dessa classe de embusteiros é Luis Fernando Verissimo. Metido a sarcástico, sagaz e irônico, sua maior ironia reside em seu sobrenome.

Se esse senhor se dedicasse a conhecer tudo aquilo que finge entender, ​seria de um gênio quase inigualável. Contudo, porque não vai além da pose afetada, igualmente não vai além de falaciar e enganar sua legião de ingênuos leitores. Alertado por um amigo, li a coluna de Verissimo na ZH de 01/12/2014, de título “Bang!***, na qual o escritor desdenha da Igreja Católica em relação à Ciência, debochando do fato de o papa Francisco haver admitido a possibilidade de ocorrência do "Big Bang".


Quem estranha essa posição do papa desconhece completamente aquilo que finge entender – a ciência. Pois, o propositor da teoria do "Big Bang" foi um astrônomo que era... padre. Falo do belga Georges Lemaître.


São três as passagens mais citadas por gente de esquerda sobre este ponto. Porém, cada uma delas tem sua explicação:

1 – Jesus expulsou a chicotadas os mercadores do Templo. Sim, mas é preciso ler corretamente os evangelhos: Mateus 21, Marcos 11, Lucas 19 e João 2. Não eram simples “mercadores”; eles comercializavam a religião. A cada festa da Páscoa, vendiam as pombas e animais para os sacrifícios no Templo. E os cambistas trocavam o dinheiro grego e romano dos peregrinos por moedas judaicas, as únicas autorizadas para as oferendas. O templo, “Casa de Oração”, e não de negócios, se encontrava tomado por todo esse ruído e desordem.

Jesus nada tinha contra o trabalho e o comércio: ele e sua família eram carpinteiros; boa parte de seus discípulos eram pescadores; e suas maiores lições sobre o Reino de Deus são as “parábolas agrícolas”, com vinhas e propriedades, senhores e trabalhadores: nada tinham contra o capitalismo nem a favor do socialismo. O comércio com o sagrado é algo distinto; por isso aquele ato foi o equivalente a hoje expulsar a chicotadas esses pastores que enriquecem com dízimos e ofertas, “promessas” e “pactos”.

…a autoridade legislativa, ou suprema, não pode arrogar-se o poder de governar por meio de decretos arbitrários extemporâneos, mas está obrigada a dispensar justiça e a decidir acerca dos direitos dos súbditos por intermédio de leis promulgadas e fixas, e de juízes conhecidos e autorizados. Pois, desde que a lei de natureza não é escrita e que, portanto, não se pode encontrá-la senão no espírito dos homens, não será possível, na ausência de um juiz estabelecido, convencer com facilidade de seu equívoco aqueles que – movidos pela paixão ou interesse – venham a citá-la ou aplicá-la erroneamente.”
J. Locke (1632-1704)        


Introduzida na Grécia continental pela mão de Górgias, a partir da Sicília, a Retórica passou, desde então, a ocupar um lugar privilegiado na educação dos jovens.

Os sofistas, combatidos severamente nalguns diálogos platônicos, eram nesse tempo mestres na arte oratória.

A verdade, para Platão, não pode, contudo, ser dissolvida no jogo das palavras. Havia que ligar, ensinava, o ethos ao logos.

(Notas publicadas pelo filósofo em seu página no Facebook.)


NUNCA, AO LONGO DE TODA A DITADURA MILITAR, estudantes e professores precisaram ter medo de expressar livremente suas idéias no recinto universitário, tanto que as expressavam o tempo todo e fizeram da universidades os principais centros de resistência ao governo. Hoje, o ambiente nessas instituições é de medo, de censura e autocensura. Do mesmo modo, algumas notícias nos jornais eram proibidas, mas havia dezenas de jornais de oposição, a maioria francamente comunista, circulando toda semana e alcançando milhões de leitores. Hoje, o Mídia Sem Máscara é o PRIMEIRO jornal impresso que, a duras penas, venceu uma barreira de silêncio que já durava vinte anos, e mesmo essa única voz discordante já é considerada excessiva. VIVEMOS NUMA DITADURA MUITO PIOR QUE A DOS MILITARES.

Os militares colocavam, no máximo, UM agente em cada redação. Hoje os agentes do petismo são dezenas, centenas em cada organizacão de mídia, espionando, fiscalizando, censurando, delatando. Não há comparação possível.


Buscamos combater e derrotar o PT pela via institucional e democrática, com a força da lei e
com o parlamento.

 

No programa do dia 28 de novembro, "Do outro lado da Notícia", na Rádio VOX, Heitor de Paola foi preciso, ao falar das Manifestações pró-impeachment, dizendo que "o parlamento precisa das ruas, as ruas precisam do parlamento". Esse foi o foco do posicionamento da fala que tivemos na 3ª Manifestação, em 29/11, na avenida Paulista, junto com Lobão, que teve de, mais uma vez, rechaçar a insistente presença de um grupo bem minoritário, ainda a defender a intervenção militar. "Queremos, com as nossas manifestações, salvaguardar a democracia e a soberania nacional", afirmamos no Manifesto pela Democracia (http://www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/foro-de-sao-paulo/15540-manifesto-pela-democracia.html), e buscamos combater e derrotar o PT pela via institucional, democrática, com a força da lei e com o parlamento.