cptaec

 


 

Novo curso de Olavo de Carvalho:

cursoOdeC

Nas livrarias:

novolivroSiga a fanpage do livro 'O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota'
no Facebook
.


SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

trueoutspeak2
atasFSP

clip_image002

THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
Orkut-32 twittericon Youtube_32x32 facebook_32 Feeds_32x32 Mail-32currency_blue_dollar-32

Evo Morales, o presidente boliviano, é agradecido, pois reconheceu publicamente que seu acesso e continuidade no poder, ao qual chegou no 2005, é conseqüência da assistência de todo tipo que o desaparecido Hugo Chávez e o tristemente presente Fidel Castro lhe prestaram.

Chávez e Castro facilitaram a Morales os recursos materiais e logísticos que necessitava para desestabilizar o país e se converter em uma alternativa de poder, porque se não fosse por estes dois autocratas, o líder cocalero não teria passado de ser um agitador de ofício que recorria à violência extrema para impor sua vontade e incrementar sua influência, porém sem possibilidades de ganhar umas eleições presidenciais.

mbl
Paulo Batista, Bene Barbosa, Hermes Rodrigues Nery, Kim Patroca Kataguiri e Paulo Eduardo Martins integram o Movimento Brasil Livre, que saiu às ruas, em ato pró-impeachment da presidente Dilma Roussef, em São Paulo, em 1º de novembro.


Os que saíram às ruas em 1º de novembro, na primeira manifestação pró-impeachment, catalizaram, de imediato, o sentimento geral do povo, ao que pode ter sido o maior embuste de toda nossa história.

Está posto o dilema para Dilma Rousseff, que é saber o que fazer com a questão da economia. O ministro Guido Mantega está demissionário e se arrasta no cargo feito um morto-vivo. Quem conhece os meandros do poder sabe que um ministro da Fazenda fraco é meio caminho andado para o desastre, sobretudo numa hora que decisões difíceis precisam ser tomadas. É ele quem tem que dizer “não” aos demais ministros, em nome da presidente.

Por que Guido Mantega ainda não foi substituído? Quem segura o ministro é o próprio Lula, é a sua cota pessoal. Só sairá quando o ex-presidente assim decidir. Será na escolha do nome que ficarão claros os caminhos que Dilma Rousseff escolheu. Um nome igual ou à esquerda do atual ministro significará a ampliação da política supostamente desenvolvimentista, a mesma que desarrumou as contas públicas e desalinhou os preços relativos. Um nome mais conservador significará a sinalização de que a inflação, de fato, será combatida.

Olavo: “Você não tem uma democracia quando um só partido domina o Judiciário, o STF e Justiça Eleitoral ao ponto de querer impor uma eleição com apuração secreta: só eles têm acesso, você tem de confiar na palavra deles e não se tem o direito de fiscalização”.

A aparente incoerência está totalmente de acordo com a estratégia petista: acalmar os mercados e
ajustar a economia, enquanto se reorganiza politicamente.


“Já disse para meus companheiros que eles precisam ler uma das decisões de Lênin, depois da Revolução de 1917. Ele fez concessões a multinacionais sobre a exploração do petróleo de Baku, porque não tinha dinheiro para explorar (...) problema é o sentido político de tomar essas medidas. Você toma essas medidas no sentido de aprofundar o modelo ou no sentido de processualmente criar condições para outro modelo (...) faria muito bem a alguns críticos do PT a leitura de algumas decisões de quando houve rupturas e confrontos”
.


A análise acima, de meados de 2003, no primeiro governo de Lula, foi feita para o jornal ‘Estado de São Paulo’ pelo mensaleiro condenado José Genoíno, na época presidente do PT.

isO presidente eleito Hassan Rouhani em uma conferência de imprensa anunciou recursivamente a inclinação do Irã para melhorar os laços com a vizinhança árabe na região do Golfo Pérsico. (1) A sinalização dada pelo Irã foi recebida positivamente por toda a vizinhança, incluindo a Arábia Saudita. A principal questão é, por qual motivo, apesar da abordagem moderada na arena da política externa e apesar das melhorias nas relações com a maior parte dos estados do Golfo Pérsico, as relações entre Teerã e Riad ainda não alcançaram um câmbio qualitativo após mais de um ano? Considerar os fatores a seguir ajudará a compreender a frigidez dominante na relação entre os dois estados.

A percepção de ameaça mútua: o Irã e a Arábia Saudita são rivais naturais na região, principalmente devido aos seus posicionamentos geopolíticos e às suas ideologias contraditórias. Assim, qualquer desdobramento regional é capaz de contribuir para transformar esta rivalidade em hostilidade. A Primavera Árabe é um [desses desdobramentos] que recentemente afetou suas interações mútuas.

O Irã, sob a presidência de Mahmoud Ahmadinejad, bendisse a deposição dos déspotas árabes e também apoiou fortemente a população Xiita na região de modo que eles pudessem concretizar suas demandas. Estes tópicos, junto com a ênfase ideológica do Irã na arena da política externa, fizeram com que os líderes sauditas visualizassem Teerã novamente como uma séria ameaça; isso ocorreu pois eles possuem algumas similaridades com os regimes depostos, em termos de estrutura política, e também pelo fato de que eles possuem uma minoria Xiita desemparelhada com o governo no poder. (2)

Uma mídia que não se envergonha de usar recursos como os de Adghirni já nos ajuda a demonstrar o que é morar em um país vivenciando fases intermediárias do bolivarianismo.


Se olharmos a estratégia de guerra dizendo para “bater onde dói”, há um ponto que incomoda muito os bolivarianos: chamá-los pelo nome e explicar ao povo o que isso significa.

Observem as reações deles: sempre começam a se explicar, ficando na defensiva. Eles não fazem o mesmo se os chamamos de comunistas, pois o senso comum percebe isso como muito fora da realidade.

O jornal oficial da ditadura cubana, o Granma, publicava no dia seguinte que a “Reeleição de Rousseff avaliza a sucessão de mudanças no Brasil”, para a qual os Castros contribuíram enormemente com seus mais de 13 mil espiões disfarçados de médicos.


Quando o então candidato Aécio Neves conseguiu votos para chegar ao segundo turno, comentei no meu programa
 Observatório Latino na Rádio Vox, que essa havia sido a praxis do Foro de São Paulo em toda a América Latina para enganar os eleitores, fazendo-os crer com isso que respeitavam o “jogo democrático”. “Permitindo” que um candidato opositor fosse disputar o cargo à Presidência, o processo seguiria mostrando o opositor à frente nas pesquisas eleitorais para em seguida dar empate técnico e, finalmente, mostrar seu candidato superando o opositor com alguns pontos de vantagem. Dessa forma, dava-se passagem para a fraude que seria cometida no dia do pleito. E assim foi. Rigorosamente igual.

Para bem da democracia, da respeitabilidade das instituições e da legitimidade dos mandatos, que tudo seja auditado e investigado.


Escreverei sobre fato novo, valendo-me de notícias velhas. Não faz um ano, nem dois, nem três, que os meios de comunicação e as redes sociais vêm divulgando análises técnicas independentes, estudos elaborados em universidades, opiniões de juristas, alarmantes experiências feitas por hackers e insistentes alertas de que o sistema de votação utilizado no Brasil é vulnerável e de que a transmissão de dados via internet também não proporciona segurança. É insistentemente dito que essas deficiências fazem com que o sistema usado em nosso país seja refugado por muitos outros. Salta aos olhos mais desatentos que um sistema de votação que não permite recontagem tem um gravíssimo e imperdoável pecado original.

Os milhões de brasileiros que estão inconformados com o governo esquerdista têm uma oportunidade histórica de levar adiante uma oposição racional e inteligente.


1. A re-eleita presidente do Brasil, Srª Dilma Rousseff, do esquerdista Partido dos Trabalhadores (PT), em suas primeiras palavras de festejo e de alívio ante a apertada vitória eleitoral, prometeu:
 “Meu primeiro compromisso deste segundo mandato é o diálogo”.

2. Essa primeira promessa presidencial de “diálogo”, reiterada em várias partes de seu discurso, é exatamente o contrário do que ela disse e fez ao longo de seu primeiro mandato, marcado pela intolerância política, pela asfixia da propriedade privada e da livre iniciativa, pela corrupção governamental e por uma política externa pró-chavista. Tudo isso contribuiu para dividir politicamente o país pela metade, e conseguiu levar os opositores da Srª Rousseff a uma situação de indigestão inédita na história desse país, conhecido por sua cordialidade.

(Apontamentos inspirados pelo livro Russia’s kleptocracy de Karen Dawisha e à luz da metodologia de Golitsyn)

“Por podermos constatar que há um sistema astuto e complexo na Rússia — que por sinal é opaco e cheio de detalhes interessantes e regras internas — deveríamos concluir que o sistema só veio a se concretizar por causa de um projeto consciente. Mas como? Evidências mostram que indubitavelmente ele não se concretizou por acaso. Este livro rejeita com veemência a ideia frequentemente disseminada pelos meios acadêmicos ocidentais de que Putin é um ‘autocrata acidental’ ou um ‘bom czar rodeado por maus boiardos’.”
Karen DawishaPutin’s Kleptocracy: Who Owns Russia?

luiz-nassif-midia-e-democracia-_9843-300dpi-juvenal

Uma das coisas mais importantes para um fraudador é fazer com que seus alvos não percebam que estão sendo vítimas de fraude.

Você talvez dirá: “Mas isso é óbvio, Luciano”. Mas será que essa lição que os auditores de fraudes aprendem logo nas primeiras aulas é tão intuitiva assim?

Na verdade, muitos acabam sendo enrolados exatamente nos momentos em que o fraudador usa truques para tentar convencer suas vítimas de que “tudo está indo de acordo com a normalidade”.

Uma das maiores vitórias do movimento socialista foi, como queria Antonio Gramisci, o aniquilamento da resistência católica.

De fato, nos tempos do Papa Pio XI, havia uma tão grande consciência a respeito, que o mesmo pôde escrever que "socialismo religioso, socialismo católico são termos contraditórios: ninguém pode ser ao mesmo tempo bom católico e verdadeiro socialista" (Quadragesimo anno). Na sequência, ele inclusive previniu a Igreja contra o socialismo cultural, que ele chamava de educacional, tão perverso quanto o anterior.

Contudo, as décadas se passaram e as advertências de Pio XI, Pio XII e João XXIII foram sendo ignoradas... Os socialistas entraram dentro da Igreja e começaram a confundir a mente dos fieis, até o ponto de que não apenas os mesmos não conseguiam mais discernir os porquês da Igreja em condená-los, mas passaram até a tornar-se seus defensores contra a mesma Tradição à qual diziam pertencer.

“A democracia, o progresso e a tolerância são valores que ainda não se implantaram na Terra (…). Em suma, o mundo sempre foi perigoso. O Ocidente é que deixou de estar vigilante.”
Margaret Thatcher


Em meados do séc. XIX, era um país promissor e muito rico. Atraía emigrantes e aventureiros.

A Argentina era, nesse tempo, um pouco como o Zimbabwe da época colonial: um território próspero e bem governado.

Acarinhava a livre-iniciativa e seguia os bons conselhos de Adam Smith, o grande mestre escocês da filosofia moral. Investimento. Poupança. Trocas voluntárias. Criação de riqueza.

Tudo andava sobre rodas.

Houve fraude nas eleições presidenciais de 2014? Sem o menor temor de errar, afirmo categoricamente: Houve não uma, nem duas, nem mil, mas a mais longa e assombrosa sucessão de fraudes que já se observou na história eleitoral de qualquer país, em qualquer época.

Essa afirmação, que soará hiperbólica aos ouvidos de quem não conhece os fatos o suficiente para poder medi-la, traduz uma verdade literal e simples que qualquer um, se quiser investigar um pouco em vez de julgar sem conhecimento de causa, poderá confirmar por si próprio.

Primeira série de fraudes:

A Lei dos Partidos Políticos de 1995, Art. 28, alínea II, afirma taxativamente que será cassado o registro de qualquer partido que se comprove subordinado a uma organização estrangeira.