Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Em países latino-americanos comandados pelo Foro de São Paulo, como a Venezuela, Colômbia, Equador, Argentina e Brasil, entre vários mais, o Facebook está fechando contas de usuários que falem contra esses governos de esquerda.



Pouco depois do massacre dos soldados no Cauca, pelas mãos das FARC que contaram com a cúmplice decisão de Juan Manuel Santos, do ministro Pinzón e do comandante das Forças Militares, General Rodríguez de não utilizar o apoio aéreo para combater os terroristas, publiquei um vídeo no Facebook que mostrava a cena do crime, a prova de que os soldados foram pegados dormindo, obedecendo a ordem de Santos, do ministro e da cúpula militar de não responder ao fogo, não atacar os bandidos e crer cegamente que eles não os atacariam em cumprimento da promessa do “cessar fogo unilateral”.


Não faltarão candidatos para receitar ainda mais do mesmo veneno a uma nação enferma. Pretenderão resolver a crise do Estado oferecendo ao eleitor mais e mais Estado.

Lula está tratando de se eximir das responsabilidades que sobre ele recaem em relação aos 13 anos de governo petista.


Desde o trabalhismo de Getúlio Vargas, a partir de 1932, a sociedade brasileira escolheu ser social-democrata. Afinal, todos os países chiques são pelos menos um pouco disso, certo? Por que, então, haveríamos de não ser?


Só quem torce o nariz à simplicidade e à honestidade da verdade de homens comuns e de Bolsonaros são esses intelectualóides e os jornalistas de esquerda, além dos estrategistas cagões de centro e de direita.


Mentira, engodo, desinformação, confusão etc. conformam as estratégias da esquerda há século e meio. Mundo afora, a reação de parte dos não-esquerdistas, logo depois do atordoamento por lidar com o descaramento do adversário, é tentar imitá-lo, colocando a estratégia política acima da verdade indiscutível.

Olhemos para o Brasil. O PT mente há 30 anos. No meio desse caminho, seus adversários desistiram de defender a realidade. Passaram a fazer de conta que não eram a favor de ações corretas (e.g., austeridade e eficiência nas contas públicas e flexibilização de leis trabalhistas) e começaram a levantar as mesmas bandeiras do adversário mais eloqüente. Quantas vezes vimos o PSDB pintando de azul bandeiras petistas? [Sim, assumo aqui que haja a possibilidade de o PSDB não ser mera linha auxiliar a serviço do PT.] Quantos políticos que sabíamos ser contrários ao desarmamento e outros esquerdismos não "esquerdaram" no Plenário ou aos microfones midiáticos?

A base seria o lar de silos de mísseis balísticos de médio alcance.

O projeto venezuelano de aviões não-tripulados - conhecidos como M2 - está a cargo do engenheiro da Guarda Revolucionária Iraniana, Ramin Keshavarz.

 

O porto secreto do Irã em Paraguaná, Venezuela, está a apenas 1.880 quilômetros de Miami: a 3.095 quilômetros de Washington DC e a só 988 quilômetros da cidade de Bogotá, Colômbia.

 

O sistema de foguetes iranianos está capacitado para alcançar facilmente essas distâncias. Só resta saber se o Irã desenvolveu ogivas nucleares para armar seus mísseis. Deve-se levar em conta que o sistema missilístico iraniano de longo alcance classe Shahab-3, pode alcançar alvo de até 5.000 quilômetros.


Mesmo aqueles que desejariam ardentemente diminuir os poderes do Estado não vêem outra maneira de fazê-lo senão por meio do próprio Estado, e suas belas intenções acabam sendo trituradas pela máquina da racionalidade estatal.


Toda idéia que se condensa num chavão torna-se imediatamente estúpida, se é que já não o era desde o início e por isso mesmo se acomoda tão confortávelmente nesse formato. Há anos ouço falar de “enxugar o Estado”. À primeira vista parece a resposta lógica natural à constatação de que de que os problemas do Brasil provêm de a sociedade civil ser muito débil e o Estado muito forte – tão forte que consegue subjugar as organizações da sociedade civil. O PT jamais teria conseguido concentrar tanto poder sem a ajuda da OAB, da CNBB e de milhares de ONGs que, nascidas da iniciativa social espontânea, acabaram se transformando numa espécie de funcionalismo público informal. O sujeito vê isso acontecendo e exclama: “Enxugar o Estado!”


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Mais de 40 mil homens trabalham para modelar a Internet segundo deseja Pequim.


O Exército Popular de Libertação da China comunista tornou público que entraria na “guerra digital”, registrou a revista Atlantico.


O pretexto alegado foi que “forças hostis do Ocidente e uma minoria de traidores ideológicos” apontados com o dedo são “inimigos” que usam a Internet para atacar o Partido Comunista Chinês.


Só faltou dizerem que o juiz Sérgio Moro é que deveria estar preso.


Após quase um ano de abençoado silêncio, rompendo longa tradição de frequentes edições trimestrais ou quadrimestrais, a assessoria da CNBB emitiu nova Análise de Conjuntura. Eu estava convencido de que a cúpula da entidade houvesse apontado a porta da rua à equipe, após a produção do texto relativo a agosto de 2014. Naquele documento, em incisiva defesa da candidatura presidencial governista, os redatores se enredaram em previsões sobre a realidade nacional que conseguiram ser tão falsas e enganosas quanto as da candidata petista. Para os assessores da Conferência, naqueles dias, a única coisa que fazia mal ao Brasil era o sombrio discurso da oposição e as previsões de um certo ente maligno, filho do demônio com a Madame Mim, que atende pelo nome de mercado.

A esquerda costuma tratar como capitão-do-mato todo negro que se opõe a ela.

Já aconteceu com o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa – o carrasco dos mensaleiros – e agora com o professor Paulo Cruz, que contestou a cantora Daniela Mercury, para quem a redução da idade penal é um “extermínio dos negros” (sic).

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Para o progressista de plantão, os negros são seus aliados naturais e ele busca neles o apoio moral para suas teses. A cor da pele do interlocutor, contudo, é usada contra ele quando este se revela um opositor dos dogmas da esquerda.

Toda comparação entre as filosofias e o cristianismo – um vício incurável dos historiadores da filosofia – é um despropósito completo, pois uma filosofia não passa de uma doutrina, de pensamentos que um homem pensou, e o cristianismo é a presença agente do próprio Deus no mundo. Diferem entre si como a idéia de uma coisa difere da coisa. Você pode pensar em gatos pelo resto da sua vida e isso não fará brotar dos seus pensamentos um gato de carne e osso. Um filósofo pode criar os mais belos argumentos para validar a sua filosofia, mas não pode produzir um milagre para comprová-la, multiplicando pães ou fazendo cessar uma tempestade. Aristóteles dizia que a verdade só existe no juízo, isto é, num pensamento, mas, quando Jesus Cristo diz que Ele próprio é a Verdade, essa verdade não está presente no pensamento e sim na realidade do mundo. Quando o cristianismo se confronta com as filosofias, ele lhes faz, por assim dizer, concorrência desleal, tal a desproporção de substância ontológica entre o ser e o pensar.

Mutatis mutandis, se um filósofo quiser impugnar o cristianismo ele só poderá fazê-lo em pensamento. Suprimir os milagres cristãos por um ato de pensamento seria o mais espantoso dos milagres.


Pastor James McConnell, de Belfast: "não me arrependo do que eu disse. Eu não odeio os muçulmanos, mas acuso o Islã como doutrina e não me retratarei por isso. Irei declarar "inocência" quando estiver no banco dos réus em agosto".


Um pastor cristão evangélico no norte da Irlanda está sendo processado por "tecer comentários fora de qualquer propósito" sobre o Islã.

James McConnell, 78, poderá ser condenado a seis meses de prisão por proferir um sermão no qual ele descreve o Islã como sendo "pagão" e "satânico". O sermão foi transmitido ao vivo pela Internet, em seguida um grupo muçulmano contatou a polícia para prestar queixa.

Quem conhece a história do Foro de São Paulo, nascido no rescaldo do fim da URSS, sabe que a entidade é uma espécie de "Comunistas sem fronteiras", ao qual a nação está sendo entregue, empacotada como presente à tal Pátria Grande.


Foi Olavo de Carvalho quem primeiro denunciou a existência e os objetivos do Foro de São Paulo. Ele chamava a atenção para o que estava em curso e a imensa maioria dos comentaristas o acusava de ser porta-voz de uma teoria da conspiração. O FSP era visto como tema para ser balbuciado a portas fechadas e enfrentado em divã de psiquiatra. Jamais como objeto de interesse do jornalismo bem-informado. Enquanto isso, o Foro, criado em 1990, existia e se expandia. Deliberava e suas metas iam sendo atingidas.

Mesmo quando se reunia no Brasil, ele permanecia como tema sigiloso, até que o próprio Lula, então presidente, em discurso proferido no encontro de 2005, recolheu a cortina:

As palavras de Hotovely podem ter “levantado sobrancelhas” ao exortar os diplomatas de Israel a enfocarem os direitos e a história judaicos sem pedirem desculpas, mas o histórico é claro: estes são os argumentos que têm sempre produzido maior impacto.


Houve agitação e revolta quando a nova vice-ministra do Exterior de Israel fez seu discurso de posse[1] para o corpo diplomático do Estado judeu.

“Precisamos voltar à verdade básica de nosso direito a esta terra”, disse Tzipi Hotovely, que está dirigindo as operações do dia-a-dia do Ministério do Exterior, enquanto o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu detém o título de ministro do Exterior. “A terra de Israel pertence ao povo judeu”, declarou ela, “e a reivindicação que ele faz dessa terra é tão antiga quanto a Bíblia”.[2] “É importante dizer isto e não enfocar somente os interesses da segurança de Israel. Logicamente que a segurança é uma preocupação profunda”, observou Hotovely, “mas os argumentos baseados na justiça, na moralidade e nos direitos históricos profundos são mais fortes”. Ela até mesmo citou o sábio judeu medieval Rashi, que escreveu que o Gênesis tem início com a criação do mundo por Deus para impedir subseqüentes acusações de que a reivindicação dos judeus à terra seja sem mérito.

fw


Estará você destinado a ser triturado no contínuo ciclo da falsa polarização?


Tido como um partido de direita pela massa desinformada - e apresentado como tal pelos desinformantes -, o PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira, carrega consigo uma das mais brilhantes estratégias de articulação de dois socialismos: a Estratégia das Tesouras.


O objeto (o valor moral, a Verdade) em si não muda, apenas é revelado; o que muda é a capacidade de percepção de quem o vê.

Quem diz que “a sociedade evoluiu” porque, por exemplo, agora se faz sexo cada vez mais cedo, já está na situação de confusão psicótica criada pelo estado de volubilidade moral criado pelo relativismo moderno.


Ouvi alguém dizer (talvez uma sexóloga de programa vespertino de TV) que “hoje em dia é normal que jovens de 12, 13 anos façam sexo” e que “pode ser que um dia deixe de ser assim”, “que volte a ser como antes”, mas que “agora é preciso se adaptar” à situação vigente.

"O Foro de São Paulo começou dentro do Diálogo Interamericano. Não podemos esquecer disso."

"Os conceitos tradicionais da ciência política desenvolvidos para estudar o esquema de poder numa democracia como os Estados Unidos ou a Inglaterra não se aplicam a situação política brasileira. (...)
É como se você estivesse tentando tirar uma fotografia colorida com uma máquina de branco e preto."

 

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