Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Olavo de Carvalho: “Essa é a primeira manifestação autenticamente popular no Brasil. (...) O povo mesmo que se levantou. Isso evidentemente graças ao fenômeno da internet. E aí a gente entende porque o governo está tão ansioso em controlar a internet.

Esse é o acontecimento mais importante da história do Brasil. Nunca o povo brasileiro teve a chance de se pronunciar com seu próprio coração.


Algumas observações sobre as manifestações que ocuparam o país e, ao que parece, vão ocupar ainda mais:

1. Há dois anos, no auge dos protestos de junho de 2013, estava prestes a dar uma palestra para um grupo de amigos e disse a um dos convidados, um desses janotas que vivem em função do mercado financeiro, que o Brasil estava passando por um processo revolucionário. Ele apenas fez um muxoxo e um esgar de desprezo;

Para resolver tais casos, a Constituição disponibiliza o processo de impeachment. Que tem lei própria.

A mobilização em favor do impeachment é ato de respeito próprio. É questão de decoro nacional. Expiação ante o mundo civilizado.


Nada seria mais danoso às carreiras ligadas ao Direito e à Justiça do que a unanimidade das opiniões jurídicas. Vale o mesmo para a imprensa. Nas sociedades livres, a divergência integra o ser social. Não existe ponto sem contraponto. E é por aí que muitos trabalham. As sociedades submetidas ao totalitarismo funcionam ao contrário: dissentir, pensar diferente do rebanho ou de seus pastores, gera consequências que vão dos adjetivos pejorativos às sentenças de morte. Por isso, a afirmação de que o impeachment da presidente Dilma constitui demanda ridícula, golpista, sem fundamento jurídico, não é uma sentença final, irrefutável. É apenas uma das posições possíveis perante o assunto.

Olavo de Carvalho: "Lá está o PSDB segurando o PT e vice-versa."


Aquela história da mentira infindavelmente repetida que se torna verdade é ela própria uma mentira infindavelmente repetida, que pode ser usada com algum sucesso se você não acredita nela mas leva aos mais desastrosos resultados quem acredita. Na maior parte dos casos, ela não passa de uma autopersuasão de avestruz, boa para induzir um cretino a caminhar com uma autoconfiança de sonâmbulo em terreno minado. O próprio dr. Joseph Goebbels, a quem se credita a invenção dessa frase, terminou muito mal.

Chavões e frases feitas são afirmações gerais de validade muito relativa, a que você apela como premissas autoprobantes para sustentar outras afirmações que em geral não têm validade nem mesmo relativa. São as ferramentas de eleição do automatismo mental, criadas para você pensar que está pensando quando na verdade está apenas falando. São o Petit Larousse do psitacismo.


Virou moda. Lula falou e a bem remunerada elite chapa-branca do jornalismo nacional passou a repetir: a zelite não quer que os pobres prosperem.

Qual o motivo de essa frase estar sendo reproduzida por tantos membros da mídia, como porta-vozes do alto comando petista? Nada que o PT repete à exaustão deixa de ter objetivo bem determinado. É o caso. Os petistas, naufragados na indecência de seu governo, numa sucessão de escândalos que envergonham o país e ruborizam a espécie humana em todas as latitudes, altitudes e longitudes, precisam atribuir motivação maldosa a seus adversários. E qual pode ser pior do que o sujeito ter raiva de quem alegadamente faz bem aos pobres? Poucos, muito poucos sentimentos humanos colocariam alguém tão às portas de uma condenação eterna do que desejar o mal do pobre, sentir-se incomodado quando ele prospera e ter raiva de quem supostamente o faça prosperar. Isso é tão inominável, tão fora da normalidade, que deixa de ser um impulso humano para ser o que de fato é: uma acusação maligna, concepção de mente enferma, que faz da política campo de provas de sua sordidez.

“Moderação” é ter abertura para Ricardo Bitun e Ariovaldo Ramos, conforme o exemplo de Augustus Nicodemus Lopes na sua gestão “conservadora” no Mackenzie?


Em artigo intitulado “Pode um cristão abraçar ideologias?” no GospelPrime, Gutierres Siqueira começa apontando acertadamente que a ideologia é um “sistema de ideias.” Ele também acerta quando diz que “o ideólogo é outro nome para um religioso. E essa religião pode ter como deus a moral, o dinheiro, o progresso, a ciência, a igualdade, a liberdade, o Estado, o feminino, o meio ambiente, o indivíduo, a sexualidade, etc. O ideólogo é um crente, secular ou não, mas é um crente.”
Ele dá um final adequado quando diz: “O cristão tem como centro a pessoa de Cristo Jesus. E Cristo está acima das ideologias, não só em qualidade, mas como juiz de toda ideia, ideal e doutrina.”


O bolsa-família é um campo de concentração de ingresso voluntário,
onde quem entra não sai nem que a vaca tussa.


Desde os tempos de Getúlio Vargas nada produz melhor dividendo político do que rotular-se defensor dos pobres. É um discurso que agrada pobres e ricos. Tanto isso é verdade que o PT, em seus anos de credibilidade, enquanto distante das decisões administrativas e dos recursos públicos, era o partido campeão de votos nos bairros mais aristocráticos de Porto Alegre.


Os mais recentes fatos políticos na Venezuela mostram que o presidente Maduro prendeu outro opositor, o Sr. Antonio Ledezma, atual prefeito de Caracas e apreendeu outras 53 pessoas durante os primeiros dois meses do ano. Esses fatos lamentáveis, como bem os podemos considerar, estão tendo um aspecto favorável. Esse fator favorável é que pôs à luz do dia, e por conseguinte ante o mundo, a realidade da tendência totalitária do governo venezuelano, enquanto que por mais de cinqüenta anos ela foi ignorada na Cuba de Castro.

 

Tanto assim que ao tempo em que se põem de manifesto os fatos mencionados na Venezuela, o governo dos Estados Unidos pretende reiniciar relações com o governo de Cuba. Assim, já teve lugar reuniões de representantes dos Estados Unidos com o governo mais criminoso que apareceu na América Latina. E mais ainda, não obstante que Raúl Castro já manifestou que não haverá nenhuma mudança no sistema de governo cubano, está programada a visita do vice-presidente dos Estados Unidos, John Kerry, ao Uruguai, para se entrevistar com Raúl Castro.

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Se você não estava em Marte já viu o vídeo “óóun que fofo” da semana, promovido pelo Ad Council, uma associação de publicitários criada em 1941 para a criação e divulgação de campanhas “sociais”.

O vídeo mostra a campanha “Love Has No Labels” (o amor não tem rótulos), criada por dois publicitários da agência R/GA de Nova York e patrocinada pela Coca-Cola, P&G, Allstate, StateFarm, Pepsico e Unilever. Nele, o público vê esqueletos se beijando e depois descobre que são, na visão dos criadores da campanha, vítimas de preconceito por cor, origem, religião ou orientação sexual. OK, pode falar “óóun que fofo” se quiser, todo mundo é a favor do amor, mas pense um pouco mais sobre esse vídeo.

Comentário de Julio Severo:
Com as mudanças que o Google pretende fazer em seu sistema de busca, vai prevalecer a “verdade” do Google, uma empresa multibilionária que não faz segredo de sua ambição de expandir a agenda gay no mundo inteiro. Então, se um usuário fizer uma busca no Google sobre o assunto “homossexualidade” em português, aparecerão em primeira página artigos de Luiz Mott, o maior ativista homossexual do Brasil, cuja opinião sobre suas escolhas sexuais se alinham perfeitamente com as “verdades” dos donos do Google? Em contraste, opiniões de pastores, que não se alinham com as “verdades” de Mott e do Google, serão relegadas a um canto escuro nos resultados do Google. Pena que o Google não terá interesse em revelar a verdade sobre as reais preferências de Mott e outros ativistas homossexuais que amam garotos.


Você confiaria no Google para decidir o que é “verdade” e censurar o que não é?

De acordo com um artigo no site New Scientist, a gigantesca empresa de busca na internet está considerando um novo algoritmo para classificar seus resultados de busca: um modelo baseado não em como um site é comumente linkado — que é fundamental para seu atual sistema — mas no grau de “digno de confiança” que o Google decide que a fonte — o site em questão — é.

Como observou Cernea, os comunistas não são dogmáticos. “Comunistas não pensam assim. O apego à letra da doutrina é menos importante que o apego a essa peculiar forma de perturbação mental”. Aqui ela se referiu ao que o Prof. Olavo de Carvalho chama de “mentalidade revolucionária”. E sim, devo concordar com Cernea e Olavo.

As estruturas comunistas ocultas do leste europeu estão prontas para ressurgir.



A correspondente romena

Às vezes é útil olhar para a atual crise através da perspectiva de quem mora no leste europeu. No ano passado me correspondi com a Dra. Anca-Maria Cernea, que foi bondosa o bastante para manter-me informado sobre a situação na Romênia — importante país que flanqueia a Ucrânia. Quis saber em detalhes se alguma outra manipulação russo-comunista acontecia nos outros países do leste europeu enquanto todos os olhos estão voltados para Kiev. Ela fez um interessante comentário sobre o “ateísmo soviético ser a fonte de todas as ações e métodos dos líderes russos hodiernos. Isso merece volumes inteiros de estudos e reflexões”. Segundo ela, o “ateísmo não afeta só a alma, mas também a inteligência”. Ela também observou que os nomes proeminentes da KGB de hoje “parecem bem menos refinados intelectualmente que seus predecessores. Eles são apenas brutos que estavam acostumados a espancar e assassinar prisioneiros políticos em tempos que pessoas como Andropov estavam no comando [...] Essa involução intelectual torna o ambiente mais propício ao uso da violência.”

 
Alguém ainda duvida do Pacto de Princeton ocorrido em 1993 entre os
dois maiores pulhas do Brasil – FHC e Lula?


Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, diz que Dilma Rousseff, encorajada por setores empresariais e financeiros, cogita a possibilidade de propor um pacto político ao PSDB, a fim de evitar o agravamento da crise econômica. O assunto foi discutido com dirigentes do PT, e Geraldo Alckmin, José Serra e Fernando Henrique Cardoso são vistos como interlocutores de um diálogo emergencial. Diz Diogo Mainardi: “A rigor, o PSDB já está no comando da economia, com Joaquim Levy. E, claro, não adianta nada. A única maneira de evitar o agravamento da crise econômica é cassar o mandato de Dilma Rousseff. Espera-se que seus "interlocutores" no PSDB saibam disso”.

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Não podemos esperar até que esses criminosos tenham todas as armas consigo, e comecem a fazer exatamente como na Venezuela e em tantos outros regimes marxistas.


No dia 27 de fevereiro de 2015, debati com a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL, Porto Alegre), no programa Ciranda da Cidade, apresentado pelo Diego Casagrande, na Rádio Bandeirantes AM 640. Nessa oportunidade, expliquei como funciona o papel de linha auxiliar que o PSOL desempenha em relação ao PT, e o fiz apoiado em anotações minhas. A vereadora, acostumada a repetir os mesmos clichês esquerdistas de sempre, a papagaiar os mesmos discursos que todo esquerdista profere em mesas de bar, em jantares de família e em assembléias estudantis, estranhou que alguém se preparasse para um debate e desdenhou de minha fala. Pois me comprometi com disponibilizar, na íntegra, o texto de apoio à minha fala.

Ei-lo; com acréscimos e edições de imagem importantes.