Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Considero suficientemente provado o grau de influência do modelo institucional sobre o recrutamento de lideranças para a elite política. São elas mesmas que o confessam.


Pergunto: os males da política brasileira estão relacionados mais diretamente ao caráter dos indivíduos, das pessoas concretas que ocupam postos de poder, ou ao modelo institucional que adotamos? Há muitos anos participo de debates que buscam saber qual a galinha e qual o ovo nesse dilema.

Dirá alguém que é uma questão menor e que o Brasil vive as urgências impostas por clamorosas denúncias e estridentes silêncios. No entanto, de denúncia em denúncia, de silêncio em silêncio e de urgência em urgência, vamos postergando toda e qualquer tentativa de formar consenso a propósito desse tema. E como precisamos de um consenso! Como precisamos fazer com que a nação vasculhe, atrás do palco, na coxia, as estruturas que movem de modo tão desastroso os cordéis do poder!

1. María Corina Machado, líder opositora e deputada venezuelana, solicitou em Brasília que os governos democráticos da região, como o do Brasil, retirem seu respaldo e solidariedade ao governo de Maduro, porque em relação ao drama do povo venezuelano, reprimido violentamente pelo governo, “a indiferença neste caso é cumplicidade”. Corina Machado fez extensas e documentadas declarações na Comissão de Relações Exteriores do Senado brasileiro, em uma sessão que durou quatro horas.

2. Em suas declarações, Machado mostrou que o governo de Maduro não respeita a Constituição e que a partir de janeiro começou a usar as forças de segurança e de grupos para-militares armados para torturar, deter e assassinar venezuelanos, e acrescentou que esses fatos não podem ser ignorados por nenhum governo democrático da América Latina.

Quando terminou a redação de “A Condição Humana”, Hannah Arendt fez questão de deixar claro o quão perigoso era o fato dos pensadores de uma sociedade acreditarem na liberdade de idéias como algo intocável. Salientou que, na vigência de um regime totalitário, muitas vezes o agir pode ser perigosamente mais fácil do que o pensar.

Essa semana, uma pesquisa do IBOPE mostrou algo que, até onde sei, não tem precedentes na história política brasileira: a queda nas pesquisas de um determinado candidato oficial do governo (Dilma) favorecendo a subida de um candidato não oficial (Lula) do mesmo governo na mesma eleição. É tão grande a desgraça da política brasileira, é tão miserável e anêmica a capacidade de se fazer oposição ao PT que os institutos de pesquisas não tem sequer pudor de apresentar dois candidatos do mesmo partido como alternativa aos entrevistados! O PT é algo tão grande, tão forte são seus valores (ou a falta deles) na vida política do Brasil que ele tornou-se governo e oposição ao mesmo tempo. Em certo sentido é como se pudéssemos dizer dessa gente aquilo que se dizia da Igreja na Idade Média e mudar a frase para “fora do PT não há salvação”.

A oposição parlamentar, política, partidária, raramente incomoda o PT. O partido quer calar é a oposição que se ouve e se vê. Ela está nas redes sociais, nessa miríade de mensagens, imagens e textos que circulam e recirculam, alcançando um universo ilimitado de pessoas.


A presidente Dilma convocou o camarada Franklin Martins novamente para a guerrilha da comunicação social. Ele vai comandar a campanha petista na imprensa e nas redes. Franklin havia dirigido a comunicação nos  governos petistas e é possível que tenha sido responsável por todas as perguntas não feitas - eu disse não feitas -  a Lula pelos jornalistas brasileiros nos últimos 12 anos. Coube-lhe, por bom tempo, lidar com a distribuição de verbas publicitárias federais à mídia nacional. Tal prática sempre se revelou excelente para estimular a auto-censura nos meios de comunicação. Coincidência ou não, as últimas semanas foram marcadas por demissões de conhecidos jornalistas que vinham merecendo destaque nacional e cujos comentários alcançam elevados índices de reprodução nos arquivos do YouTube.

mcmMaría Corina Machado: "Hoje em dia, o que está em jogo é a democracia. Alguns dizem que na Venezuela há uma guerra civil, mas o que existe é uma guerra contra os civis,
promovida pelo Estado."


Na quarta-feira (2), a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado brasileiro, promoveu uma audiência pública para supostamente debater a crise política na Venezuela e trouxe a deputada María Corina Machado para que ela pudesse relatar o que estava acontecendo em seu país. A decisão foi tomada no dia 28 de março, por iniciativa do presidente da comissão, Ricardo Ferraço do PMDB-ES. A  senadora do PCdoB, Vanessa Grazziotin não aceitou a idéia de se ouvir María Corina sem que também viesse alguém do governo. O senador pelo PSBD, o terrorista Aloysio Nunes, alegou que isso era uma desculpa para que María Corina não denunciasse o que estava ocorrendo DE FATO em seu país, mas que aceitava a proposta desde que não houvesse vândalos do PCdoB agredindo a deputada.

Entrevista com Pe. Dr. José Eduardo de Oliveira e Silva, Professor de Teologia Moral.


O Brasil tem protagonizado nas últimas semanas a tentativa de implantação da ideologia do gênero por meio da Votação do Plano Nacional de Educação.

Nessa última quarta-feira houve a terceira tentativa de votação na câmara dos deputados, embora mais uma vez adiada, à causa, dessa vez, de bate-boca e provocação de deputados contra os manifestantes pró-vida e pró-família presentes na sala.

“Muitos têm desviado o foco do debate para temas que não pertencem ao âmbito da ideologia de gênero”, disse à ZENIT o Pe. José Eduardo de Oliveira e Silva, sacerdote da Diocese de Osasco - SP, pároco da Igreja São Domingos (Osasco), doutor em teologia pela Pontifícia Universidade Romana da Santa Cruz e professor de Teologia Moral.

Sempre é bom lembrar o que significa o direitismo depressivo, termo criado por este blogueiro que vos escreve.

Direitismo depressivo é a condição do discurso político de uma pessoa da direita que assume um padrão de composto de propaganda de inevitabilidade para o adversário (ou seja, o adversário de esquerda sempre tem a vitória garantida quando e da forma que quiser), que serve como racionalização para um pedido por intervenção militar que, inevitavelmente, serve como mais uma propaganda não intencional para ajudar a esquerda.

Dentro dessa ótica, o direitista depressivo opera em um continuum no qual seus discursos se baseiam em racionalizações para:

SBT: “Militares transformam homem em assassino para acobertar crimes”.

A reportagem conta a história de Orlando Sabino. Um paciente psiquiátrico que é apresentado como uma espécie de “bode expiatório” criado pelos militares para encobrir os crimes cometidos por eles em ações nos estados de Minas Gerais e Goiás.

Após assistir à matéria e fazer uma breve pesquisa na internet sobre o assunto, é inevitável colocar algumas questões:

thaniaA Venezuela é o espelho do que pode ser a Colômbia.

Não podemos aceitar que agora se ponham em julgamento as instituições e as leis da República. As FARC pretendem chegar ao poder e mudar as regras do jogo.


Thania Vega
é a esposa do coronel Alfonso Plazas, que dirigiu e planejou a retomada do Palácio da Justiça, pelas mãos dos terroristas do M-19 no ano de 1985. Vítima das arbitrariedades da justiça colombiana e ardente e veemente defensora das políticas do ex-presidente Álvaro Uribe, Thania defende a necessidade de uma justiça estritamente militar para os soldados colombianos e nega-se a aceitar que o processo de paz conclua em uma “falsa paz” em troca da impunidade dos terroristas.

Que notícias tem do processo de paz?

Se os comunistas tivessem vencido em 64, Marighella e Lamarca seriam considerados heróis nacionais. Escolas, ruas e viadutos estariam recebendo seus nomes. Os livros de história e os cursos universitários apresentariam Che, Fidel e Mao como grandes defensores da liberdade.

Invasões e desapropriações de fazendas produtivas aconteceriam com frequência. O BNDES e a Caixa financiariam manifestações do MST. Quase 50 milhões de pessoas dependeriam de mesada estatal para sobreviver.

Antigos companheiros de viagem da esquerda seriam hoje considerados inimigos do povo. Os oligarcas tornar-se-iam amigos do governo desde criancinhas.

Uma análise do discurso político atual, comparando-o com o de 50 anos atrás, traz-nos surpresas interessantes. Dentre elas chama atenção a valorização da palavra “democracia” no discurso atual. 50 anos atrás, a democracia como a entendemos era atacada pela esquerda como “democracia burguesa”, contraposta a uma “democracia proletária”, ironicamente presente no nome de muitos países comunistas. A República Democrática Alemã era a Alemanha comunista, enquanto a capitalista era República Federal da Alemanha, por exemplo. O Estado de direito não era valorizado no discurso público; o próprio Jango dizia, sem pejo, que as reformas socializantes que propunha seriam feitas “na lei ou na marra”.

Ao longo dos governos militares – que se percebiam, aliás, como democráticos, por contarem com parlamento (enquanto não estava fechado) e Judiciário independentes –, contudo, a oposição consentida fez seu o termo “democracia”, em contraposição a “ditadura”.

Para uma escritora “cristã” que não está frustrada nem de coração partido por causa de Obama e sua agenda pró-aborto e pró-homossexualismo, é natural ela querer que a Visão Mundial permaneça fiel aos princípios progressistas, inclusive o “casamento” gay.


A versão americana do Christian Post de forma acertada lidou com a recente oscilação da Visão Mundial sobre o “casamento” gay citando proeminentes líderes evangélicos. As respostas deles foram em grande parte conservadoras. A primeira postura da Visão Mundial (VM) favorecendo esse casamento falsificado foi universalmente desaprovada entre cristãos conservadores. O arrependimento da VM foi bem-vindo.

De forma alguma, o Christian Post condenou os líderes conservadores e suas opiniões.

Num guinada estranha, a versão brasileira do Christian Post decidiu não só nada publicar de sua versão americana sobre a oscilação da VM, mas também tratou do caso a partir de um ponto-de-vista esquerdista. O único artigo do Christian Post brasileiro sobre essa questão foi “Obsessão evangélica sobre homossexualidade está fora de controle, relata autora,” de Luciano Portela.

Entre outras formas de "terrorismo de retaliação", cerca de 80 igrejas cristãs do Egito foram atacadas imediatamente após a Revolução do dia 30 de Junho, que testemunhou a remoção do presidente Morsi, membro da Irmandade Muçulmana.

E agora que o Egito sentenciou à morte centenas de apoiantes da Irmandade Muçulmana por terem lançado terror na nação depois da revolução popular, a Irmandade e os seus apoiantes, mais uma vez, estão a retaliar atacando a minoria de cristãos coptas e as suas igrejas.

Na última sexta-feira - o dia em que o maometanos se encontram para as suas rezas  e o dia em que os seus imãs incitam ataques contra as igrejas, para além de outras formas de terrorismo - num subúrbio do Cairo com o nome de  Ain Shams, "muçulmanos atacaram uma igreja cristã ortodoxa copta. Quatro pessoas foram mortas no ataque à igreja, dedicada à Virgem Maria e ao Arcanjo Miguel. Entre os mortos encontravam-se um jornalista de 25 anos e um congregante cristão copta. Quando as forças de segurança egípcias intervieram, a violência propagou-se pelas zonas circundantes. É bastante comum os radicais muçulmanos ficarem frenéticos sempre que se reúnem para as suas rezas.”

“Ninguém vai dominar a política de um país sem garantir um espaço na alta cultura e nas universidades. O debate intelectual deve começar primeiro. O debate científico dentro das universidades deve desbancar e desmoralizar todos esses office-boys da KGB que estão escrevendo uma história mentirosa há 50 anos.

O perigo comunista existia, sim, era muitíssimo grave, e a KGB cometeu com isso, o maior atentado contra a soberania nacional que já aconteceu. Com a cumplicidade do próprio presidente da república.”

 

 www.olavodecarvalho.org
www.radiovox.org

Eis o modelo do futuro.


Comentário do tradutor:
No artigo publicado no El Confidencial há uma boa quantidade de informações importantíssimas. Recentemente e para o espanto de muitos – embora venha explicando isso há alguns anos (vide O Mínimo que você precisa saber..., pg. 522 e seguintes) – o professor Olavo de Carvalho sintetizou o panorama político futuro mais ou menos nos seguintes termos: “o futuro do Brasil será o PT contra o narcotráfico (PCC, CV, etc), e ao final dessa disputa o PT sairá derrotado e as organizações criminosas, vitoriosas”. Para o brasileiro médio (confuso e desinformado) é de todo surreal imaginar uma situação onde as organizações criminosas e narcotraficantes venham a conquistar inclusive o poder político. No entanto, é precisamente esse o testemunho que o México nos dá e que esse artigo nos mostra! Os cartéis mexicanos descobriram algo bastante simples: deter o controle de um país inteiro ou de tão somente uma região não somente é extremamente lucrativo como é uma fonte virtualmente inesgotável de dinheiro e recursos. As cifras descritas mostram precisamente isso e é através dessa abundância de recursos que se faz possível rivalizar abertamente com o poder estatal constituído.

Outro ponto que o artigo demonstra são os efeitos não imaginados das políticas de legalização das drogas. À medida que a “produção local” de drogas nos Estados Unidos aumenta, diminuem as exportações e vendas desses cartéis àquela nação, e esse desenvolvimento produz uma alteração substancial no cenário econômico tradicional dos cartéis mexicanos, induzindo-os a buscar outros ramos de atividade em substituição à perda de um mercado
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