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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Dentre as palavras da moda no meio educacional, duas merecem destaque: formação e capacitação. É um tal de forma para lá e capacita para cá sem fim. Quem olha de fora pensa que tudo coopera para o bem da Nação e para um sistema de ensino - público ou privado - de excelência. Porém, é preciso ter cautela e tentar olhar para o que acontece por trás do cenário róseo vendido, mormente para a educação pública.

 

Nos países onde a opinião pública tem boa noção de seu valor e força, manipulações e abusos do tipo que ocorrem entre nós são rapidamente corrigidos.


Triste a nação que renuncia à tarefa de transmitir valores morais às suas gerações!



Jornalistas costumam dizer que a imprensa tem costas largas, sendo objeto de críticas merecidas e imerecidas. É verdade. Mas também costuma ter costas quentes, pois o poder de que desfruta lhe proporciona uma boa proteção. Numa sociedade de massa, entre muitos outros papéis, a mídia desempenha tarefa relevante na formação da opinião pública, ou seja, no modo de pensar, nos usos e costumes, nos critérios de juízo e na formação dos padrões morais e de conduta que os indivíduos passam a reproduzir no cotidiano.

 

O diabo na rua, no meio do redemoinho”.

Guimarães Rosa

 

O ano que passou foi coberto por ventos fortes, que ceifaram muitas árvores frondosas e muita gente boa sucumbiu. Algumas pessoas foram feitas prisioneiras por causa da corrupção. Os ventos vergaram a estrutura de poder, mas não a derrubaram. As eleições foram o marco mais substantivo do ano e foram a prova cabal de que a revolução em marcha, levada a cabo pelo PT, logrou enganar parte considerável do eleitorado, a ponto do partido se manter no poder. Vieram à tona as coisas do petrolão, inutilmente, secundando o mensalão de triste memória. Os brasileiros eleitores parecem ter perdido o senso moral e a capacidade de se indignar com os governantes. Ignoraram os fatos e as provas, ignoraram a imprensa e o reboliço indignado que se apossou de boa metade da nação, quem sabe “a” boa metade.

A amostra mais reveladora da política brasileira nos últimos tempos não é o Petrolão, mas o caso Bolsonaro.


Pelo menos desde os estudos de François Furet, que datam de duas décadas atrás (especialmente Le Passé d’une Illusion, 1995), já não é permitido a nenhuma pessoa intelectualmente responsável ignorar que a formação comunista não introduz apenas algumas crenças falsas na mente humana, mas deforma gravemente a sua percepção da realidade em geral, nas grandes como nas pequenas coisas, na esfera da política e da História como na da moral e dos sentimentos.

Isso transparece em praticamente qualquer atitude pública de um líder ou militante comunista, mas com diferentes graus de nitidez. Em certos casos é preciso escavar fundo, em outros a deformidade se evidencia logo ao primeiro exame, só permanecendo invisível ao próprio indivíduo que a ostenta e aos membros do seu círculo que padecem do mesmo handicap.

A exemplo de qualquer país comunista, Cuba não permite que instituições externas monitorem seus dados.


O escritor Luiz Fernando Veríssimo, competente quando faz humor e engraçadíssimo quando escreve sério, furou o teto da falta de noção no texto publicado em 22 de dezembro, em Zero Hora. Ao longo da coluna, para justificar a terrível violência institucional do totalitarismo chinês e cubano, LFV foi argumentando com base em omeletes e ovos. Meios e fins. Quebrar ovos para fazer omeletes. Deixou de lado o totalitarismo soviético porque, pelo jeito, não serviu à tese. Mais valem dois argumentos na mão do que uma tese voando.

A paixão ideológica tem razões que a razão desconhece. Os leitores sabem distinguir um ovo de uma pessoa humana, não há necessidade de contra-arrazoar. Vou ao que conheço mais, que é a publicidade comunista em torno do IDH cubano. Atribuir confiabilidade a dados sociais fornecidos por qualquer governo comunista é uma enorme ingenuidade. É o mesmo que acreditar em Fidel Castro. Ou em Lula. Ou em Dilma. Dou um exemplo que serve ao caso. Fidel, no dia 8 de janeiro de 1959, no discurso que fez ao entrar em Havana, logo após a sua revolução (Che Guevara chegara antes), falou assim às mães cubanas: "Hoy yo quiero advertir al pueblo, y yo quiero advertir a las madres cubanas, que yo haré siempre cuanto esté a nuestro alcance por resolver todos los problemas sin derramar una gota de sangre.  Yo quiero decirles a las madres cubanas que jamás, por culpa nuestra, aquí volverá a dispararse un solo tiro" (íntegra). As mães cubanas aplaudiram. E ele, ato contínuo, começou a quebrar ovos no paredón. Bem como conviria à omelete de LFV.

Cada fragmento de evidência observável prova que viajar para Cuba e fazer negócios com essa máfia stalinista enriquece e consolida estes proprietários da economia de Cuba fortemente armados e treinados pela KGB.

 Só neste ano os russos perdoaram 30 bilhões de dólares que os Castro ainda os devia.

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Você notou o exato momento da salvação econômica dada por Obama a Castro, de acordo com o anúncio do dia 17 de Dezembro, sob o pretexto de "mudar [nossas] relações com o povo [a ênfase é minha] de Cuba"?

Ela não entende que a totalidade do seu ser foi raptada pelos inimigos do seu país.


"Se um núcleo desse fenômeno patológico macrossocial já existe no mundo, sempre encobrindo sua característica verdadeira por detrás da máscara ideológica de algum sistema político, ele é radiado para outras nações através de notícias codificadas, que são difíceis para as pessoas normais entenderem, mas de fácil leitura para os indivíduos psicopatas. “Esse é o lugar para nós, nós agora temos uma pátria onde nossos sonhos sobre como governar aqueles ‘outros’ podem se tornar realidade. Nós podemos finalmente viver em segurança e prosperidade”. Quanto mais poderosos forem o núcleo e a nação patocrática, mais amplo será o escopo deste chamado indutivo, ouvido pelos indivíduos cuja natureza é correspondentemente anômala, como se fossem receptores super-heteródinos, naturalmente sintonizados na mesma faixa de onda. Infelizmente, o que é utilizado hoje são transmissores de rádio reais de centenas de quilowatts, além de agentes secretos da patocracia interligando nosso planeta."

Andrew M. Lobaczewski, em Ponerologia: Psicopatas no Poder

Um reduzido e ultra-seleto grupo de macro-oligarcas russos apossou-se da economia do país graças às dádivas de Vladimir Putin, noticiou pormenorizada reportagem do The New York Times.

Esses partidários incondicionais do amo do Kremlin não receberam gratuitamente suas fortunas, muitas vezes bilionárias. Eles são instrumentos fiéis da rede de aço com que Putin jugula a Rússia.

A filosofia dessa macro-oligarquia é “ele [Putin] deu e ele tirou”, segundo Mikhail Kasyanov, ex-primeiro-ministro de Putin. “Eles dependem de Putin, e Putin depende deles”.

A primeira referência de “fato vivido” registrada em minha memória foi de uma noite de Natal (não me recordo a data exata) dos primeiros anos da minha infância.

O que recordo-me é que, por alguma razão, voltei ao interior da igreja onde haviam acabado de celebrar a missa. Apesar de ainda estar vazia, conservava as luzes acesas e, portanto, iluminava o altar onde estava o presépio do menino Jesus. Parece que o ambiente estava envolto por uma atmosfera musical, como num sonho. A “noite feliz” ainda ressoava em mim, com uma força total. A minha curiosidade fez avançar até o altar e contemplar aquelas imagens imortais: a criança na manjedoura, Maria, José, os animais e os reis magos. Tudo ali era colorido, de uma cor intensa, assim como a música que ainda repercutia em meu espírito. Foi quando, por alguma misteriosa coincidência, vislumbrei a cena que me marcaria decisivamente e, a partir dela, emergiriam todas as motivações intelectuais. Ali estava o berço do menino, que sorria candidamente, num sorriso confiante, sereno e afetuoso. Sua expressão de rosto me dava paz e, acima de tudo, confiança e bem-estar. Ao fundo, como uma sombra, vislumbrei a parede do templo, e nela, a cruz. Lá estava o homem feito, com os braços abertos, a coroa de espinhos, a marca do sangue pelo corpo, a cabeça pendida, os olhos semicerrados, a expressão do sofrimento no rosto, enfim, o retrato da dor.


Que poderia ser o melhor Natal da sua vida? Aquele em que você percebesse claramente a Presença de Deus. Que é a Presença de Deus? Ela é tantas coisas que todos os livros do mundo não bastariam para descrevê-la. De todas essas coisas, sei somente uma, uminha. Ela pode ser muito modesta no conjunto, mas para mim é a mais importante, justamente porque é a única que  conheço com a certeza absoluta de quem viveu a experiência e sabe do que está falando.


Vou tentar resumi-la. Espero que você goste deste presente de Natal.


É o seguinte. Quando você fala com alguém, não joga simplesmente palavras para todo lado, mas as dirige a uma pessoa determinada, da qual você sabe alguma coisa. Falar com Deus não é diferente disso. Você tem de se dirigir a Ele como a uma pessoa determinada, não um anônimo desconhecido que não está em parte alguma.


Íntegra do meu pronunciamento feito na audiência pública sobre urnas eletrônicas, na Comissão de Tecnologia, Ciência e Informação, na Câmara dos Deputados, em 16 de dezembro de 2014.


Excelentíssimo Senhor Deputado Izalci, autor do requerimento desta audiência pública, ao que parabenizo pela iniciativa relevantíssima no momento em que vivemos. Demais membros da mesa e aqui presentes, a minha abordagem aqui nesta complexa questão, será de natureza política, numa breve fala aqui de 5 minutos, ao que agradeço ao deputado pela oportunidade de participação.
 

Esta Casa de Leis é a instância adequada para os questionamentos aqui apresentados. Viemos aqui, caro deputado, solicitar, sim, a abertura de uma CPI, primeiro um grupo de trabalho para aprofundar, para que investigue, e uma CPI, posteriormente, para fazer as devidas investigações sobre a empresa Smartmatic. Aliás, eu queria perguntar ao nobre deputado, se confirma a ausência do representante do TSE e da empresa aqui nesta audiência pública? Os demais membros não são representantes? [Confirmam que não há representantes do TSE, nem da Smartmatic]. Então, realmente, se lamenta que não estejam aqui presentes representantes do TSE e da empresa Smartmatic, nesta importante audiência pública.

No Brasil e no exterior, ideologia de gênero causa perseguição.

O Ministério Público deve agir como fiscal da lei, e não como partidário de uma ideologia. Muito menos de uma ideologia que, desprezando a base biológica da natureza humana, pretende legitimar os mais aberrantes comportamentos sexuais, desde o homossexualismo até o incesto e a pedofilia.


Por ocasião da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, foi distribuída aos jovens uma cartilha intitulada “Keys to Bioethics” (Chaves para a Bioética). Produzida pela Fundação Jéròme Lejeune e traduzida em diversas línguas, ela pretendeu ser um manual de Bioética para jovens, respondendo a questões atuais de maneira direta, objetiva e repleta de ilustrações. Um apêndice de oito páginas foi dedicado a explicar e refutar a “teoria do gênero”. A cartilha explica que, segundo essa ideologia, “a identidade sexual do ser humano depende do ambiente sociocultural e não do sexo – menino ou menina – que caracteriza cada ser humano desde o instante da concepção. [...] A nossa identidade feminina ou masculina teria muito pouco a ver com a realidade do nosso corpo, e de fato nos seria imposta pela sociedade. Sem outra escolha, desde a mais tenra infância cada pessoa interiorizaria o papel que supostamente deve desempenhar na sociedade na condição de mulher ou de homem”. Após a explicação, vem a crítica: “A teoria de gênero subestima a realidade biológica do ser humano. Reducionista, supervaloriza a construção sociocultural da identidade sexual, opondo-a à natureza”.

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Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva. Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e raras vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.


Se abrir relações diplomáticas e comerciais com uma ditadura comunista pudesse fomentar a liberdade, a China seria hoje uma democracia. Obama repete o erro criminoso de Richard Nixon, adquirindo para os EUA "o melhor inimigo que o dinheiro pode comprar". Em poucos anos, Cuba será uma potência econômica e militar invejável, sem democratizar-se no mais mínimo que seja – excetuada, é claro, a hipótese de uma revolução popular, que é exatamente o que o governo americano tenta evitar mediante a tábua de salvação atirada in extremis a uma ditadura moribunda.


Além do Brasil e das Farc, o Foro de São Paulo terá agora mais um patrono bilionário: os EUA, por intermediação de Cuba.


Os políticos conservadores e os refugiados cubanos em Miami podem se esforçar para dar outro rumo ao encadeamento das causas e efeitos, mas isso será como colocar rédeas num dragão.

"Ahora, llevamos adelante, pese a las dificultades, la actualización de nuestro modelo económico para construir un socialismo próspero e sostenible".
Raúl Castro, em discurso ao povo cubano no dia 17 de dezembro de 2014.


Num dia de outubro do ano de 2012 - já contei isso antes por aqui - enquanto caminhava ao longo do Malecón habanero, eu ia observando o incessante bater das ondas contra os molhes que protegem a cidade. Retornara a Havana, passados 10 anos da minha visita anterior, para conhecer as mudanças que se dizia, então, estarem ocorrendo no país. Gastara os dias anteriores perguntando às pessoas sobre essas mudanças. "Câmbios? No hay cambios!", asseguravam-me aqueles com quem falava. De fato, tudo parecia apenas dez anos mais velho, dez anos mais deteriorado, exceto pela novidade dos telefones celulares. "Mas um dia o mar vencerá o muro", eu ia pensando enquanto contemplava a baía de Havana.