Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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  É a quase impunidade assegurada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente que tem estimulado o uso de menores para a prática de muitos crimes.

 

(Procure no Google por "maioridade penal" e, em seguida, busque "imagens". Ali você verá centenas de exemplos da desonestidade intelectual que denuncio neste artigo.)  


"Reduzir a maioridade penal não vai acabar com a violência!", proclama o debatedor em tom veemente. Ninguém afirmou uma tolice dessas, mas o sujeito passa a detonar a frase que ele mesmo fez como se, assim, estivesse destruindo a tese da redução da maioridade penal. Um criminoso de 16 anos tem que ir para a cadeia por uma série de razões e "acabar com a violência" não é uma delas. Seja como for, essa é uma das bem conhecidas e nada honestas artimanhas empregadas em debates: atribuir à tese adversária argumentos que não foram empregados em seu favor, para dar a impressão de que ela é destruída quando tais argumentos são desmontados.


A Reforma Política da Coalizão encabeçada pela CNBB-OAB favorece o PT e seu projeto de poder totalitário exposto no Caderno de Teses e nas atas do Foro de São Paulo.


1 – O Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Coalizão encabeçada pela CNBB-OAB não foi objeto de deliberação na 53ª assembleia dos Bispos. Estamos falando do PL em si. O PL não foi nem discutido nem votado por todos os Bispos presentes na Assembléia. Não estamos nos referindo à NOTA do momento nacional que foi votada, e que faz apenas uma ligeira menção à “proposta da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, da qual a CNBB é signatária, se coloca nessa direção”, mas ao PL em si, que deveria ter sido analisado, com a devida contextualização e suas implicações, etc. O PL em si não foi deliberado.


O führer de Garanhuns e seus propagandistas goebbelianos precisam do ódio como fator de luta (segundo ensinou Che Guevara).


O que efetivamente mobilizou o nazismo contra os judeus não foram as destrambelhadas especulações biológicas que apenas favoreceram o trabalho sujo dos que executaram as políticas de extermínio. A causa principal foi o mito da "conspiração judaica", difundindo a ideia do poder econômico do povo judeu e a ele atribuindo a culpa pelos males nacionais. Ao longo da história, mobilizações nacionalistas sempre procuraram identificar um inimigo interno ou externo, direcionando-lhe as animosidades. No nazismo, à exemplo do comunismo, foi acionado este fermento revolucionário que excita os piores sentimentos: a falácia de que o outro, como indivíduo, raça ou classe seja, objetivamente, causador da pobreza do pobre.

A APP-Sindicato, na condição de braço do PT, NÃO LUTA pela educação e muito menos pela democracia, mas sim pelos interesses estratégicos do partido.

 
Não sou tucano, não tenho nenhum apreço especial pelo Sr. Beto Richa, não aprovo seus métodos para sanear a economia do Estado do Paraná e muito menos suas posturas pouco democráticas no trato de temas que afetam interesses específicos. Ademais, entendo que o PSDB, ressalvados posicionamentos pontuais de seus membros, é o colchão amortecedor das quedas do PT; é o cobertor que aquece os petistas quando eles estão com frio. Dito isso, farei um brevíssimo e insignificante comentário sobre a repercussão dos conflitos entre a Polícia Militar do Paraná e os professores e os "professores" da APP-Sindicato-PR.


A imprensa (por burrice ou malícia) e os intelectuais orgânicos (ligados direta e indiretamente ao PT) já marcaram posição no caso: foi um "massacre" contra os professores perpetrado pela força policial "fascista" do Governo TUCANO do Estado do Paraná. Sendo um massacre, só resta difundir a ideia de que o Paraná inteiro está de "LUTO" pela educação e, ora bolas, pelo "fim da democracia".


O massacre do Cauca apresenta-se depois da decisão de Santos, em março, de suspender os bombardeios aéreos das bases das FARC, como prêmio pela promessa que os guerrilheiros fizeram de um cessar fogo em dezembro.


A execução de 11 soldados colombianos antes do amanhecer de 15 de abril no estado do Cauca por parte das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), está se convertendo em um momento definidor para o presidente Juan Manuel Santos. O mandatário apostou sua presidência às negociações de paz com as FARC, porém as conversações, que agora se encontram em seu quarto ano, polarizaram um país que costumava estar unido contra os rebeldes.

Com o massacre no Cauca a divisão aprofundou-se e o ressentimento latente do público explodiu ante o que alguns vêem como a submissão de seu comandante-em-chefe à guerrilha. Dias depois dos assassinatos, em uma marcha em Bogotá para honrar os heróis militares, o presidente enfrentou uma onda de vaias.

Foi preciso que se instalasse a maior crise das últimas décadas para que a política econômica fosse modificada.


Ontem a Câmara de Deputados aprovou a Medida Provisória 665, que reduz benefícios trabalhistas e impõe arrocho contra os trabalhadores. A própria edição da Medida Provisória mostra a grande contradição que é intrínseca ao PT. De um lado, denuncia o “neoliberalismo” supostamente por esse ser contra os trabalhadores, fazendo discurso populista sobre temas econômicos complexos. Do outro, praticou uma medida saneadora necessária, pois que o modelo desenvolvimentista adotado pela presidente Dilma Rousseff esgotou-se em meio à mais grave crise econômica desde 1930. O princípio de realidade triunfou sobre o discurso populista. No último programa do PT Lula ainda vociferava suas palavras de ordem de 30 anos atrás, mas foram palavras ao vento, sem influir nas decisões tomadas.

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O autor, de maneira bastante competente e patriótica, não se eximiu de analisar como os esquerdistas brasileiros, que estão no poder desde a chamada reabertura democrática.


Em um artigo escrito há algum tempo, indiquei o livro Fascismo de esquerda, escrito por Jonah Goldberg, como forma de entender o funcionamento, a atuação e a mentalidade das esquerdas e como elas usam os poderes políticos, econômicos e culturais para se impor e se consolidar no poder. Realmente este é um livro incrível! No entanto, sendo um escritor americano, Goldberg analisa a história americana, dissecando as táticas esquerdistas nos Estados Unidos. Ainda assim, o que ele apresenta é muito instrutivo e ajuda, mesmo o leitor que não vive a realidade daquele país, a entender como agem e pensam os marxistas, em geral.

Mas antes que o leitor brasileiro creia estar abandonado e que para entender como se deu a formação esquerdista em seu próprio país precise acessar apenas documentos esparsos ou trechos espalhados em livros diversos, é bom que ele conheça uma obra publicada pela sempre relevante Biblioteca do Exército, chamada Cenas da Nova Ordem Mundial – uma visão do mundo como ele é, escrita pelo Gen. Sérgio Augusto de Avellar Coutinho.

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Confira a lista de indicações do MSM na Livraria Cultura, com os livros que nenhum leitor bem informado pode deixar de ler.
22625366O Imbecil ColetivoO Verdadeiro Che Guevara

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MST, agitadores profissionais ao estilo blackbloc, CUT, PT, PSTU e afins. Sem falar na imprensa local. Esquerdinha, caricata e desavergonhada. Então são estes os representantes dos professores nas manifestações no Paraná? Muito bem! Palmas! "Salve o bolivarianismo!" Enquanto isso, as instituições democráticas do Brasil pedem socorro.

Reivindicar educação, melhores condições e salários é uma questão que se distancia, e muito, de unir forças contra quem peleja contra a própria nação, uma vez que a militância vista nas fotos é sabidamente petista, totalitária. Defende quem está acabando com o país. No Brasil, nada mais funciona. Nem o Estado de Direito, nem a economia, nem os serviços públicos. Diante de tantos esquemas sórdidos, que vão da aliança espúria com a ditadura cubana e com as FARC no Foro de São Paulo, aos inúmeros e escabrosos casos de corrupção já denunciados, será que os senhores professores realmente não percebem que estão sendo usados como massa de manobra pelo bando que sucateou a educação e a economia nos últimos 13 anos? Lembro ainda que petistas e congêneres integram as hordas que promoveram a derrocada cultural do país pela tática gramsciana no último meio século.

O futuro do PT depende da CNBB
Completamente desmoralizado por causa dos escândalos vultuosos de corrupção, repudiado veementemente nas ruas, o Partido dos Trabalhadores (PT) não conseguirá se reeleger em 2018. Nem uma eventual fraude nas urnas poderá salvá-los; ante uma eleição esmagadoramente desfavorável, uma “vitória” fraudada causaria um levante sem igual. Eles são conscientes disso.

A única alternativa que lhes resta é dar um Golpe de Estado, ou seja, suspender as instituições democráticas que caracterizam um Estado de Direito.

Para fazê-lo, porém, estão bastante desguarnecidos. Sem o favor do exército nacional e com uma militância de guerrilha insuficiente para tanto, um golpe lhes seria muito difícil e, além disso, viria em desencontro com a fachada democrática que falsamente exibem.

A saída para o impasse seria a Reforma Política, que consta de dois momentos: uma reforma eleitoral, e uma nova constituinte exclusiva e soberana. Em outras palavras, o sistema político brasileiro passaria por uma alteração completa.

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O último deus dos ateístas, o multiverso, foi aposentado em janeiro de 2012 em um evento deveras inusitado: a celebração do 70ᵒ aniversário de Stephen Hawking, em Cambridge. Com a palavra estava o Dr. Alexander Vilenkin, autor de um artigo apresentado no encontro “Estado do Universo”, de cientistas que se reuniam para honrar Hawking.

Depois de demonstrar as falácias de várias teorias que tentavam validar o multiverso, Vilenkin resumiu a sua conclusão dizendo: “Toda a evidência que nós temos diz que o universo teve um começo.” Isso, naturalmente, deixou todos os naturalistas filosóficos e ateístas de luto, porque o próprio Hawking tinha admitido: “Muitas pessoas não gostam da ideia de que o tempo tenha um começo, provavelmente porque isso sugere a intervenção divina.”

Para os que não estão familiarizados com a ideia do multiverso, a teoria do universo múltiplo postulava a existência simultânea de muitos (possivelmente infinitamente muitos) universos paralelos, na qual quase qualquer coisa teoricamente possível seria realizada no fim das contas. O multiverso era usado por materialistas e ateístas como uma forma de evitar o argumento cosmológico e o argumento do ajuste fino para a existência de Deus.


O jornalista investigativo espanhol José María Gil Garre conduziu uma série de entrevistas exclusivas com o jihadista Mohamed Hamdouch ao longo de 2014.


Uma espanhola casada com um jihadista marroquino deu a luz ao primeiro cidadão espanhol nascido no Estado Islâmico.

O pai, Mohamed Hamdouch de 28 anos, é famoso pela extrema crueldade e selvageria tanto no campo de batalha quanto fora dele. Conhecido na Espanha como "Degolador de Castillejas", em reconhecimento à sua forte inclinação de postar fotografias nas quais aparece sorrindo, segurando cabeças decapitadas de soldados sírios.

CNBB desencadeia campanha de apoio ao projeto de reforma política do PT.


“Não há nenhum indício de algum ato que possa justificar qualquer denúncia contra a presidente da República”.

D. Damasceno, então presidente da CNBB, e cardeal arcebispo de Aparecida (SP), 12/03/2015.

“Existem normas, regras, para um pedido oficial de impeachment. Creio que não chegamos a esse nível".
D. Leonardo, secretário geral da CNBB, 12/03/2015.

"A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, reunida em sua 53ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, no período de 15 a 24 de abril de 2015, avaliou, com apreensão, a realidade brasileira, marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do País."
Palavras iniciais da Nota da CNBB Sobre o Momento Nacional, divulgada no encerramento da Assembleia.

O ex-presidente da organização revolucionária CNBB, Raymundo Damasceno, figura na lista dos dirigentes da Religions for Peace, a iniciativa das ONU para a criação de um governo mundial.

A Religions for Peace, anteriormente conhecida como World Conference on Religion and Peace, foi criada em 1970 na ONU como uma continuação do Parlamento das Religiões do Mundo (1893), a primeira iniciativa do projeto de governo global de dominar a fé mundial através de uma religião biônica.


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O roubo eleitoral foi confirmado confidencialmente aos Estados Unidos por alguns dos principais dirigentes chavistas. Desaparecido Chávez, alguns começaram a entabular contatos indiretos para limpar seu passado.

 

Extrato do novo livro de Emili J. Blasco, “BUMERAN CHÁVEZ. Los fraudes que llevaron al colapso de Venezuela”.

 


Os computadores secretos dos chavistas indicavam bem claro. Às seis da tarde, hora em que em 14 de abril de 2013 deviam fechar os centros eleitorais na Venezuela, Henrique Capriles Radonski havia ganhado as eleições presidenciais. Era sua a faixa tricolor que, não obstante, ao final de um processo trapaceado, Nicolás Maduro acabaria pondo. Um sistema informático paralelo ao oficial permitia ao chavismo saber em tempo real ao longo do dia a evolução do voto, assim como o número de votos falsos que devia produzir para dar um giro no resultado. Isso ocorreria no marco de um processo completamente eletrônico, como é habitual na Venezuela, e com a cumplicidade do Conselho Nacional Eleitoral (CNE). Grande parte da fraude foi gestada em Cuba.