Una disfunción eréctil es la impotencia de obtener o mantener una erección. comprar viagra sin receta en madrid saber cuál es el medicamento ideal para usted depende de diferentes factores. L'excitation sexuelle masculine est un processus complexe qui implique le cerveau, les hormones, les émotions, les nerfs, les muscles et les vaisseaux sanguins. La dysfonction érectile peut résulter d'un problème avec l'un de ces. De même, le stress et la santé mentale préoccupations peuvent causer ou aggraver la dysfonction érectile. Où achat levitra france vous avez trouvé une #pharmacie online ici http://trendpharm.com/ #levitra. Lorsque des problèmes se produisent dans la chambre, les émotions peuvent exécuter élevé. Si vous avez commencé à éviter les rapports sexuels par crainte de ne pas obtenir une érection, votre partenaire peut commencer à vous pensez ne trouvent plus attrayants. Sentiments se blessent. En couple commencent à se sentir moins intime. Le ressentiment se insinue.

 


SPACÇO DO SPACCA

vspacca

© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

trueoutspeak2
atasFSP

clip_image002

THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
Orkut-32twittericonYoutube_32x32facebook_32Feeds_32x32Mail-32currency_blue_dollar-32

Surgiu no século XX um fenômeno massivo de “liquidação do sujeito”, imposto por uma elite cientificista e neognóstica, que se traduziu na emergência das religiões políticas totalitárias.


A ideia de “responsabilidade moral” reside na experiência subjetiva, enquanto que a ciência só concebe ações determinadas por leis da natureza, e não concebe autonomia, nem sujeito, nem consciência e nem responsabilidade. A noção de “responsabilidade” é não-científica.

Se até matar fetos inocentes se tornou “direito”, poderá ser fácil a legalização de outros absurdos, como a pedofilia - que já dispõe de ampla militância (de esquerda, claro) a favor - e a necrofilia, agora defendida por islâmicos no Egito em projeto de lei.


Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal,

Em virtude da sequência de decisões favoráveis à marcha da maconha, à união civil de homossexuais, ao aborto de fetos anencéfalos e às cotas raciais em universidades, não posso deixar de apelar para que o STF do Brasil aprove, junto com o Parlamento do Egito, o projeto de lei em favor da necrofilia matrimonial, doravante denominada "relação de despedida", "finalização terapêutica do amor", "posfácio da paixão", ou, aqui entre nós, "rapidinha post mortem" (embora, esclareço, o marido egípcio tenha um prazo de 6 horas após o falecimento da esposa para a realização da tarefa).

No último dia 19 de abril, o deputado federal Rogério Peninha Mendonça apresentou na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei nº 3.722/2012, tendo como objetivo instituir uma nova regulamentação sobre o controle de armas de fogo e munições no Brasil, assentando-se numa proposta racional, técnica e que, especialmente, respeita a opção popular categoricamente manifestada quando do Referendo realizado em 2005, sobre a proibição de seu comércio.


getA prova de inépcia suspende, automaticamente, a responsabilidade moral, civil e penal.


O traço mais pitoresco do analfabeto funcional é que ele não compreende o que diz. A maneira mais rápida e fácil de diagnosticar isso é verificar se as afirmações dele conduzem, de maneira imediata e incontornável – não remota e forçada – a consequências que ele mesmo não subscreve de maneira alguma. Num de meus últimos programas de rádio, critiquei en passant o sr. Rodrigo Constantino por conceder ao Estado, cujo poder ele abomina e diz querer limitar por todos os meios, o mais alto e presunçoso dos poderes – que é o de conceder ou negar a condição de ser humano a uma criatura proveniente de pai e mãe humanos.

A instrumentalização dos órgãos de “justiça” no Brasil tem alcançado níveis cada vez mais grotescos. Ministério Público, OAB e tribunais estão, em maior ou menor grau, comprometidos com a construção de um regime totalitário. Antonio Gramsci decerto deve estar extremamente satisfeito por ver que sua doutrina diabólica tem sido posta em prática de maneira eficiente e eficacíssima.

No dia 23 de abril deste ano, o coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra e o delegado Dirceu Gravina, da Polícia Civil de São Paulo, foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo desaparecimento de Aluízio Palhano Pedreira Ferreira, integrante da VPR.

O que me pergunto é até quando o público consentirá em ser feito de palhaço num espetáculo em que é o palhaço quem paga o ingresso.


Ninguém no mundo segue as palavras de ordem da esquerda americana com a fidelidade e a constância servil da mídia brasileira. Não há falsidade, não há camuflagem, não há patifaria que, vinda do New York Times, da CNN, do Partido Democrata,  do Occupy Wall Street ou diretamente dos escritórios de George Soros, ela não repita ampliada e multiplicada, com um zelo psicótico que, no local de origem, daria na vista e suscitaria, dos próprios interessados, um pedido de moderação.

Bertrand Russel

Que o discurso dos anti-religiosos sempre me pareceu suspeito desde o início não é novidade.

Também, após várias investigações, tornou-se claro para mim que a principal motivação deste discurso era política.

E qual a motivação maior? O governo global.

Mas para obter esse governo global seria vital a destruição das identidades de cada povo. A eliminação da religião seria, naturalmente, uma das metas.

Não foram ateus os homens que fundaram as universidades, guardaram o conhecimento do mundo antigo, patrocinaram as artes, a música, a ciência e criaram as instituições da Europa.


É muito comum escutar, na voz de alguns militantes liberais e socialistas, o argumento de que o aborto seria legítimo porque foi legalizado nos países desenvolvidos ou “civilizados”. Na ótica destes grupos, os chamados “países subdesenvolvidos”, influenciados por uma moralidade religiosa cristã, proíbem o aborto por guardar uma espécie de atraso civilizacional. Não precisa ser um gênio para perceber o sofisma grotesco desse raciocínio: a legitimidade de uma ação não está na riqueza e na prosperidade de um país, mas tão somente no que ela implica moralmente e no que ela transgride. O fato de alguns países democráticos aprovarem o aborto não é sinal de civilidade. É evidência fatal de que a democracia pode se adaptar perfeitamente à barbárie moral.


"O diabo na rua, no meio do redemoinho"

Guimarães Rosa

 

O cinquentenário de Brasília, em 2012, é um marco importante da  nossa história e merece uma reflexão. A nova capital foi projeto antigo, desde os tempos de Colônia. Com a Proclamação da República a ideia virou obsessão. Foi realizada por um governante saído de Minas Gerais, o mais central dos estados brasileiros, algo carregado de grande simbolismo. Jucelino Kubitschek de Oliveira encarnou o homem fáustico à brasileira, o construtor de cidades, o colonizador do sertão.
 

De jeitinho em jeitinho, vai-se a Constituição para o brejo, a segurança jurídica para o espaço e o Poder Legislativo para o outro lado da praça.


Assisti a boa parte das sessões em que o STF deliberou sobre a adoção de quotas raciais para ingresso nas universidades públicas. Praticamente todos os votos foram ornados com líricas declarações de amor à justiça pela igualdade. Estavam dispostos a servi-la às mancheias. O ministro Fux, por exemplo, não falava. As palavras lhe gotejavam como favos de mel enquanto o versejador Ayres Britto ralava os cotovelos na quina da mesa. Joaquim Barbosa cedeu a cadeira a Castro Alves e quedou-se em pé, atrás, feliz por "estar ali, nest'hora, sentindo deste painel a majestade".

Acabar com o racismo passa por não admitir a ideia de raça, e não por fazer uma raça prevalecer sobre outras.


O BRASIL TEM DE ACERTAR uma certa conta com os negros, é o que dizem. Eu acho muito bem. Calote é coisa feia, estou de acordo. Só uma coisinha: o Brasil, me desculpem, não sou eu. Não conheço tal sujeito e, ao que me consta, ninguém conhece. Brasil é o nome (feio) que se dá a certo território cujos habitantes (índios, negros, morenos, brancos, amarelos) falam determinada língua e cantam (pessimamente) determinado hino. Brasil, como toda nação, é uma entidade ficcional que, por convenção (e não só, mas também porque é melhor não mexer com o tal do “detentor do monopólio da força”) nós aceitamos como coisa real. Como se houvesse braços e pernas no Brasil. Como se houvesse coração e vísceras. Como se houvesse cérebro, razão e vontade. No Brasil.

A última de Rodrigo Constantino foi atacar Olavo de Carvalho em vídeo. Ao que parece, a surra que levou do ilustre pensador campinense jamais foi superada.


Recentemente, vi uma reportagem de uma revista semanal, onde fala de uma “nova direita” no ar: adivinha quem foi escolhido como modelo? Rodrigo Constantino! A imprensa propaga a direita que a esquerda quer. Uma direita inofensiva, que não cheira nem fede, e que no essencial, adere alegremente às cartilhas esquerdistas. Até o Demétrio Magnoli é citado como “direitista”! Nota-se que os nomes citados não refletem a direita, mas em alguns casos, tão somente o centro e a direita da esquerda. Alguém acharia sério o Rodrigo Constantino ser considerado “direitista”, quando ele defende toda a agendinha politicamente correta do PNDH-3 e do PT? A única divergência que Constantino tem contra o PT é em relação ao livre mercado. Mesmo assim, a divergência é bem pequena: petistas também adoram o livre mercado, ainda que seja para tributar, criar cabides de empregos públicos e roubar o dinheiro do povo.

Do meu testemunho, sempre tive muitas mais razões para depositar confiança na obra do filósofo Olavo de Carvalho do que no comportamento evasivo de Rodrigo Constantino.


Ontem assisti a um vídeo que me foi enviado por um estimado leitor, no qual o economista Rodrigo Constantino descarrega uma série de impropérios contra o filósofo Olavo de Carvalho e aqueles que o seguem ou, usando cá eu de uma expressão mais adequada, concordam com os seus argumentos.

Lula e seus asseclas já conseguiram calar a oposição. A CPI fajuta desviará a atenção da população não apenas com relação ao mensalão, mas também da PEC que liquida o Poder Judiciário e impõe uma fissura irreparável nos fundamentos da democracia, da segurança jurídica e, por fim, da liberdade.


Lula, o PT e seus sequazes nem sequer disfarçam. A CPI que é um recurso político da minoria, desta feita foi convocada pela maioria, isto é, pelo PT e seus asseclas, ou seja aquele bando de picaretas com assento no Congresso Nacional que atende pelo designativo de "base aliada". O mentor da CPI é Lula que, segundo matéria do site de O Globo, avisou que vale a pena correr riscos para alcançar os resultados: massacrar a oposição.

 Um triunfo de François Hollande na França teria repercussões negativas para a Colômbia e a América Latina.


François Hollande não é o candidato da “mudança”. Nem ele nem seu partido têm a intenção de fazer verdadeiras reformas. O socialismo francês é uma força imobilista, reacionária, defensora do status quo e dos privilégios de certas categorias sociais. Essa é a sua vocação. O socialista François Mitterrand congelou o Hexágono em muitos âmbitos e depois dele o Partido Socialista (PS) impediu que o presidente Jacques Chirac, de direita, realizasse as reformas adiadas. Por isso coube a Nicolas Sarkozy, desde 2007, iniciar uma enérgica ação em favor das mudanças, pois a França, nesses 26 anos de paralisia, havia ficado para trás com relação aos países mais avançados da Europa.