Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O que é a dialética hegeliana? A de Marx? É colocar o espírito que sempre nega, a Negação, como motor da história. Goethe trouxe para o seu tempo essa velharia derrotada por Santo Agostinho, por Cristo ele mesmo.


Uma das passagens mais complexas e mal comentadas do Fausto, de Goethe, é a estranhíssima introdução de Helena de Tróia na trama. É uma das passagens mais longas, diga-se. Li muitos comentadores sobre a personagem e me dei conta de que ela ainda necessita de exegese, pois ninguém a compreendeu. Compreender Helena é na verdade compreender toda obra goethiana e a própria modernidade, tarefa das mais difíceis.

CartazDesarmamentoLuiz Fux representa a ascensão dos medíocres, dos homens-massa nos tribunais superiores, agora servis e apaniguados com o governo federal.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux adora alardear suas origens hebréias como descendente de refugiados do holocausto nazista. "O primeiro judeu ministro do STF" é o que se vende por aí na imprensa, na mídia e até em setores da comunidade judaica, como sinal de avanço e modernidade no judiciário brasileiro. Se os ancestrais do magistrado podem ter sofrido violentas perseguições de um regime totalitário, no entanto, ao que parece, o Sr. Fux não aprendeu nada sobre as lições que seu povo guardou durante sua história. Se depender das opiniões do novo juiz, é possível que o país se torne uma verdadeira ditadura nacional-socialista, só que petista.

Compor governo, na Bélgica, pode ser um problema. No Brasil, país onde o povo, em vez de domar os poderes à sua justa medida ajoelha-se ante seus favores, governar é um regabofe.

Barra-me na rua conhecido anarquista. "Viste a Bélgica? Está há um ano sem governo, provando a inutilidade dessa instituição. Quando é que vamos aprender, Puggina?". Pensei em sugerir a ele muita calma, mas ponderei que a calma não costuma integrar o arsenal psicológico dos radicais. Apelei, então, para as palavras mais sábias de meu repertório, aprendidas do amigo José Antônio Celia: "Não é bem assim, meu caro". Essa frase, para quem ainda não foi advertido sobre seu extraordinário potencial retórico, é como aquelas poções dos ambulantes medievais. Serve para tudo. De um lado é compatível com quaisquer refutações moderadas que se faça. De outro, raramente admite contestação plena.

Esclareço ainda, por conhecer as partes envolvidas, que o projeto não tem raízes xenófobas. Ele é, como afirmei antes, essencialmente anglofóbico.

O leitor destas linhas, se não for gaúcho, talvez não tenha sido informado sobre a usina de piadas que a base governista na Assembléia Legislativa estadual proporcionou ao aprovar o projeto de lei que torna obrigatória, nestas bandas, a tradução de palavras estrangeiras para o idioma pátrio sempre que houver, em português, termo equivalente. De modo inesgotável, a usina de piadas vem espalhando gargalhadas assim como a central nuclear de Fukushima espalha radioatividade.

Deputado gay famoso por sua participação no BBB da Globo ataca cristãos e seus valores.

"Os participantes do BBB têm inteligência inferior a de uma ameba. Que as amebas me perdoem".
Pasquale Cipro Neto.

Numa carta pública negando que esteja atacando os cristãos, o Dep. Jean Wyllys declarou: "O que fanáticos e fundamentalistas religiosos mais têm feito nos últimos anos é violar a dignidade humana de homossexuais". O deputado GLBTBBB, cuja formação pública mais importante foi participando do Big Brother Brasil, parece conhecer a palavra "dignidade" apenas para quem pratica a sodomia. Quem discordar perderá a dignidade, virando automaticamente "fanático e fundamentalista religioso".

A pista para compreender essa radical dimensão do teatro em Goethe está na sua autobiografia, Poesia e Verdade.

O teatro é mais que diversão, mais que tudo na obra de Goethe. É um símbolo. E o que é um símbolo? É o elemento metafórico capaz de comunicar à mente humana os elementos transcendentais. "É o nada que é tudo", no dizer de Fernando Pessoa. Wilhelm Meister em busca de seu destino acaba no teatro representando Hamlet. A mulher que ele ama é atriz, Mariane, ela própria um símbolo. Na cena inaugural do romance ela veste uma roupa masculina militar, algo insólito, como se fosse uma representação do andrógino, o mesmo andrógino que muitas vezes surge entre os personagens do alemão. No Fausto, o diretor do teatro é o primeiro personagem, assim como o poeta (libretista) e o bufo. O que é o teatro em Goethe?

Poucos países podem estar tomando a inclusão de gênero mais seriamente que a Austrália.

No começo, havia homem e mulher. Rapidamente, veio a homossexualidade. Mais tarde, havia lésbicas, e muito mais tarde, gays, bissexuais, transgêneros e "queers". Mas qualquer um que pensar que "LGBTQ" é a contagem completa das sexualidades contemporâneas está infelizmente desatualizado. Por exemplo, os transgêneros têm por algum tempo sido divididos entre aqueles que estão aguardando tratamento, aqueles que tiveram tratamento hormonal, aqueles que tiveram tratamento hormonal e cirurgia, e aqueles que tiveram hormônios e cirurgia mas não estão felizes e querem que tudo seja revertido.

Com ou sem armas e drogas, os bandidos e terroristas são cada vez mais bem-vindos: "Sorria, você está no Brasil". A única fronteira preocupante para o PT é a do nosso armário, contra o qual basta um referendinho de R$ 300 milhões. Ou dois.

Uma mulher de Rio Preto passou veneno na vagina e convidou o marido para o sexo oral. Tonteado com o cheiro da coisa, ele interrompeu o ato a tempo de se dirigir ao hospital mais próximo. O caso logo repercutiu na internet. A polícia investigou a tentativa de homicídio. Eu só tenho uma dúvida: onde estão os desarmamentistas? Não seria o caso de proibir as vaginas?

Carter não foi à Cuba advogar pelas liberdades individuais daqueles cidadãos-escravos mas para acertar como seria o "lobby" que fará junto ao Obaminável (apud Heitor De Paola) para libertar os cinco espiões castristas sentenciados e presos nos Estados Unidos.

Eu havia prometido a mim mesma, depois de ser insultada de todas as formas mais grosseiras e descabidas possíveis, que não voltaria a falar da "bloguera cariñosa Yoani Sánchez" (apud meu amigo Heitor De Paola). Entretanto, fatos recentes me obrigam a fazê-lo, não para tentar convencer alguém do que afirmei - e reitero - tempos atrás, senão para que fique registrado para o futuro, quando finalmente os cegos voltarem a enxergar. Aprendi que, quando se faz uma análise de inteligência a primeira regra é: "não acredite no que é oficialmente mostrado; procure o que está oculto". E quem me ensinou isto foi o ex-agente do antigo KGB, Viktor Suvorov, um mestre do serviço de inteligência soviético.

obama-shhO bloqueio é completo, o controle do fluxo de informações é tão rígido e intolerante quanto a censura soviética ou nazista, com a diferença de que só vigora na grande mídia.


A controvérsia dos documentos inacessíveis, incognoscíveis e intocáveis de Barack Hussein Obama, que a mídia conseguiu abafar na base das chacotas, da rotulação caluniosa e da intimidação direta, voltou ao primeiro plano graças ao pré-candidato republicano à presidência, Donald Trump.

O bam-bam-bam dos imóveis, além de ter dinheiro suficiente para não se intimidar com o bilhão de dólares da campanha de Obama (a maior verba de propaganda eleitoral da História), ainda conta com um trunfo decisivo: ele tem todos os seus documentos em ordem e sabe exibi-los de modo a espremer o concorrente contra a parede mediante a pergunta irrespondível, hoje espalhada em cartazes por todo o território americano: "Where is the birth certificate"? Se John McCain tivesse feito isso, não só teria vencido as eleições, mas teria jogado a carreira do seu adversário na lata de lixo.

A triste verdade é que não há um padrão-ouro para comprovar a credibilidade de uma fonte. O jornalismo, sobretudo, é feito de forma instintiva, neste sentido.

Eu tendo a seguir links. Dá pra aprender muito fazendo isto e chegar a lugares que, se não fosse por isto, não se conheceria. Também leio notas de rodapé. Posso pensar em pelo menos um livro que pode ser lido só pelas notas de rodapé: a admirável tradução de Sir Richard Francis Burton às Mil e Uma Noites.

Em uma postagem recente, "Numa meia-noite agreste*, disse o Corvo, 'A vodca está boa, mas a carne está podre.'", Pundita pôs um link para um artigo do The Epoch Times. O artigo pretende ser uma transcrição de um discurso feito pelo Ministro da Defesa Chi Haotian. Eu achei o discurso totalmente horrorizante. Uma mistura de mitologia, fantasia, conversa pra boi dormir, racismo, nacionalismo, planejamento estratégico e monstruosidade. Eis aqui um trecho:

Leia a Carta ao General Torres de Melo.

Quando cheguei ao 23 BC, para participar das Homenagens ao ínclito Chefe Militar, Marechal Castello Branco, cujo Quartel recebe seu nome, fui surpreendido pela Ordem que não se poderia realizar nenhuma solenidade, em Quartel, no dia 31 de março de 2011.

Os companheiros da reserva chegando e os da ativa desmontando o dispositivo. Em cada fisionomia, um sentimento de frustração e de dor. Uns falavam, outros calados, demais sentados, mas todos com o coração amargurado, partido e sem compreender a razão de tal ordem superior. A pergunta feita era a seguinte: "cometemos algum crime em 31 de março de 1964 ou evitamos que o País se tornasse uma ditadura comunista? Praticamos algum roubo, mentimos, somos criminosos para que o nosso Marechal Castello Branco não mereça ser homenageado?

AllendeRacismo, eugenia, planejamento de políticas de saúde pública baseadas na extinção de indivíduos "indesejáveis", troca de apoio político com o assassino nazista Walter Rauff e a submissão ao tirano Fidel Castro: fatos comprovados da trajetória política do incensado Salvador Allende.

A imagem crística que os publicitários fabricaram de Salvador Allende, o grande campeão do "humanismo marxista" latino-americano, conhece atualmente uma reciclagem brutal e saudável graças a Víctor Farías, doutor em filosofia e professor da Universidad Andrés Bello de Santiago de Chile. Farías é conhecido internacionalmente por sua obra, "Heidegger e o nazismo", escrito na época em que era investigador na Freie Universität de Berlim. Seu livro suscitou em 1987 uma forte polêmica.

Toninho_encapuzado"Olha, vou te falar uma coisa: tô no ramo do crime há quase 30 anos, passei por poucas e boas e sofri muita incompreensão da sociedade, mas eu nunca esperei ver um juiz do Supremo subscrevendo minha filosofia."

Nada melhor do que ouvir um especialista no assunto desarmamento: Toninho Cicatriz, autor de 26 homicídios, 68 assaltos e fundador da ONG Amigos da Paz, apóia a garantia dos direitos humanos básicos da bandidagem. "Uma população armada é uma população violenta", diz Toninho, que me concedeu a seguinte entrevista, por telefone celular, de dentro de um presídio de segurança máxima.

Toda vez que algum político esquerdista no Congresso tentar igualar o conservador comum a um "extremista de direita" ou a um "terrorista doméstico", observe quem é o verdadeiro fanático.

14 de abril de 2011 (Notícias Pró-Família) - Os "progressistas" parecem criadores de porcos. Num esforço para enterrar opiniões divergentes eles atiram lavagens pejorativas, rotulando como "fanáticos", "incitadores de ódio", "birutas" ou "racistas" aqueles de quem eles discordam. É o cúmulo da preguiça intelectual.