SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Cano morreu, mas o Plano Estratégico das FARC, não. 


Antes e depois da morte de Cano, os meios de comunicação especularam acerca da presença e relações das FARC com o governo pró-terrorista de Hugo Chávez na Venezuela. Surgiram muitas hipóteses e elucubrações, mas nenhuma concreta, atinente à importância capital do chavismo no Plano Estratégico das FARC, não obstante isto tenha ficado claro nos computadores de Raúl Reyes, bem manejados pelo governo Uribe no aspecto midiático, porém, muito mal utilizados para estabelecer responsabilidades penais.

1. O Plano Estratégico das FARC é um roteiro de guerra para a tomada do poder. 

Em que pese que em milhares de documentos apreendidos dos terroristas, somados aos testemunhos de desertores das FARC, às declarações de seus cabeças nos meios de comunicação, às abertas simpatias mútuas com ONG’s “humanitárias”, aos livros e documentários elaborados por seus áulicos, ou os textos publicados em seus órgãos de difusão oficial como o Semanario Voz, do Partido Comunista Colombiano e a página ANNCOL, há ainda muitos iludidos, como o ex-presidente Pastrana, que acreditam que as FARC têm intenções de negociar a paz e sua desmobilização.

Quando a homossexualidade atinge suas relações com as nações muçulmanas, o compromisso do governo americano é não ofender seus aliados islâmicos que executam gays.


O governo de Obama rejeitou pedido de asilo de um homossexual da Arábia Saudita.

Numa reportagem, o jornal Jerusalem Post disse que Ali Ahmad Asseri “argumentou que se fosse fosse devolvido ao Reino da Arábia Saudita ele enfrentaria execução porque a forma radical de islamismo do país ordena a pena de morte para relações de mesmo sexo”.

De acordo com a imprensa, o governo de Obama negou o asilo para “evitar atrapalhar as relações dos EUA com a Arábia Saudita”. Perturbar marimbondos é menos perigoso do que perturbar uma nação muçulmana!

As eleições na Espanha e a vitória da direita: Rede Globo faz cobertura depreciativa de Mariano Rajoy.


Acabei de assistir do Jornal Nacional a cobertura sobre o novo primeiro-ministro eleito da Espanha Mariano Rajoy, do Partido Popular, de orientação conservadora.

A matéria consiste num daqueles clássicos casos de difamação e desconstrução de imagem, em que a mentira é apresentada somente com a superposição de verdades, embora desconexas entre si por qualquer relação causal. 


Está em curso, não nos iludamos, um movimento de pinça: de um lado, os grandes grupos internacionais cujos interesses cobrem o globo terrestre, e do outro, partidos de esquerda, entre nós agrupados sob a bandeira do PT, líder do Foro de São Paulo.


Nos países em desenvolvimento, possuidores de recursos naturais de pequeno ou grande vulto, a existência de Forças Armadas bem adestradas, motivadas e dotadas de equipamentos e armas modernos, não responde nem aos interesses externos nem aos internos. Que o diga a “primavera árabe” onde um dos objetivos, o petróleo líbio, foi alcançado pelo emprego dos meios militares da OTAN e, internamente, atendeu aos interesses de líderes tribais.

Órgãos governamentais facilmente tiram crianças de seus pais, e facilmente as expõem a pedófilos.


Reportagem da FoxNews denuncia:

Uma nova auditoria do Estado da Califórnia revelou que mais de 1.000 criminosos sexuais estão vivendo em casas que têm licença para dar serviços para crianças, adotivas ou não.

A informação de deixar qualquer um perplexo foi descoberta depois que a auditoria foi solicitada para investigar como o Conselho Tutelar lidou com mortes de crianças em casas para crianças adotivas.

No começo deste ano, o deputado Henry Perea da cidade de Fresno solicitou que o estado investigasse as mortes de crianças que estão sob a custódia do Conselho Tutelar. A solicitação foi feita depois que Seth Ireland, um menino de dez anos, foi surrado até a morte pelo namorado de sua mãe adotiva em 2008.

Se por conta de sua maldade intrínseca, a existência de um partido nazista é inadmissível, por que a existência de um partido socialista ou comunista seria legítima, uma vez que se trata de uma ideologia ainda mais assassina, sem a qual o nazismo sequer existiria, e que se levanta contra as liberdades individuais?


Há sempre histórias reais que servem à perfeição para debater e aplicar os princípios e valores liberais sem o conforto dos exemplos meramente teóricos. Nesses casos, a ação que se segue à discussão testará o liberalismo no que se refere às consequências intencionais e não-intencionais.

Eis a impressionante história contada no livro When the Nazis Came Skokie, de Philippa Strum, ex-professora de ciência política no City University of New York–Brooklyn College e hoje atua como Senior Scholar do Woodrow Wilson International Center for Scholars: na Chicago do final dos anos de 1970, um grupo neonazista pretendeu realizar uma marcha na cidade enquanto judeus sobreviventes do Holocausto na Alemanha refugiados nos Estados Unidos defendiam o direito de viver no lugar sem serem intimidados, agredidos, perseguidos ou mortos.


O dicionário tem um nome para pessoas boquirrotas que, quando são pegas em flagrante delito de desonestidade trasvestida de opinião respeitável, não conseguem sustentar suas afirmações: pilantra. Essa palavrinha é, na verdade, uma corruptela da palavra "pelintra": como substantivo, significa "pessoa pobre ou mal vestida, mas com pretensões de figurar"; como adjetivo, quer dizer "próprio de quem não tem nada, mas pretende mostrar que tem alguma coisa".

Há alguns dias, topei com um texto do Sr. Miguel do Rosário que se prestou, única e exclusivamente, a ofender o professor Olavo de Carvalho. Tão logo tomei conhecimento do texto, escrevi uma resposta à altura dos ataques do Sr. Miguel do Rosário, e, como verdadeiro gentleman que sou, fiz questão de avisá-lo da postagem do texto -- e, como meu artigo tratava dele, julguei ser uma questão de cortesia e hombridade avisá-lo desse texto (comportamento, aliás, que ele não teve o cuidado de adotar quando decidiu atacar o professor Olavo). Esse aviso gerou um pequeno debate (se é que podemos colocar dessa maneira) na área de comentários do referido texto de Miguel do Rosário, debate este que reproduzo na íntegra abaixo:

Passaram-se algumas semanas desde que o PayPal censurou o blogueiro cristão Julio Severo e agora, aqueles que estavam confortavelmente sentados em silêncio estão olhando os censores entrando em seu território.

Julian Assange reclamou quando Julio Severo foi bloqueado de receber doações pelo PayPal para ele e sua família de quatro filhos sobreviverem?

Não o ouvi fazendo nenhum protesto.

Semanas atrás, o PayPal cortou seus serviços para Julio Severo porque Julio diz em seu blog que ele concorda com o Novo Testamento acerca da conduta homossexual. Eles fizeram isso a pedido de um grupo de ativistas homossexuais.

Nota do editor: Graça Salgueiro comenta, num dos programas de maior audiência e prestígio da Colômbia, a narcotização do Brasil, que é, hoje, o maior consumidor de cocaína da América do Sul, os escândalos de corrupção constantes envolvendo o alto escalão do PT, com os quais a população já está morbidamente acostumada, e as questionáveis ações da polícia contra o narcotráfico no Rio de Janeiro.

A jornalista brasileira, que analisa há mais de uma década as alianças do PT com o narcoterror revolucionário continental e o papel central que o partido de Lula e Dilma desempenha no Foro de São Paulo, ressalta o fato de que as autoridades brasileiras não deram uma só felicitação ao governo colombiano por ter abatido o líder das FARC, Alfonso Cano; ao invés disso, o PCB, partido apoiador do PT, fez uma homenagem ao narcoterrorista morto pelo exército colombiano.

Há suficientes dramas, em número e porte, para dispensar a ridícula louvação aos jovens rebeldes promovida por "coroas" irresponsáveis (combinação explosiva!), sob motivações ideológicas e afinidades políticas.


Leia a citação a seguir apesar dos erros primários: "Historicamente a Universidade em todo mundo se assume como um espécie de territorio livre em que caberia desde a mais inusitada teoria sobre qualquer dimensão do real a experimentação de vivências que iriam desde o consumo de maconha ao sexo casual". Essa frase não é de uma redação do ENEM. Foi produzida por um doutor em Educação pela USP, professor da UFMT (o resto do artigo, em defesa dos invasores da USP, é ainda pior). Tendo lido e ouvido ideias parecidas também por aqui, é sobre isso que escrevo.

Não há geração que não tenha manifestado inconformidade em relação à que a antecedeu e vice-versa. A contrariedade de certos filósofos gregos ante o comportamento dos discípulos se repete na experiência de praticamente todos os pais e filhos, mestres e alunos. Exceções são exatamente isso - exceções.

A vitória de um grupo como a Aliança pela Liberdade dentro de uma instituição de ensino como a UnB possui um simbolismo claro: os estudantes da universidade estão fartos da hegemonia esquerdista dentro da academia brasileira.


O movimento estudantil foi concebido, desde sua origem, como uma ponta-de-lança da revolução gramsciana. Louis Althusser, em seu opúsculo “Aparelhos Ideológicos de Estado”, postula que a escola deve ser o alvo primário dos esforços subversivos para a criação de um ambiente social propício à revolução. Paulo Freire, o “pedagogo” responsável pela aplicação das teorias althusserianas na educação brasileira, transportou o conceito da luta de classes para dentro das escolas, transformando-as em campos de luta ideológica e solapando os valores sobre os quais o ensino foi constituído. Florestan Fernandes, outro dos grandes “intelectuais” idolatrados pela esquerda estudantil, declarou, convicto: “Ou os estudantes se identificam com o destino de seu povo, como ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo e, nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo.”

Como fiscalizar as ONGs? Houve problemas, ninguém nega. E quem tiver cometido erro tem que pagar”. Quando Aldo Rebelo, escolhido para substituir Orlando Silva no Ministério dos Esportes, fez essa declaração, ficou claro, no conjunto da entrevista que concedeu, que responsabilizar as ONGs foi um modo de livrar a cara do camarada antecessor. Eu entendi a manifestação como exercício de um dever de solidariedade. A culpa era dessas só organizações e da dificuldade de as fiscalizar. Foi na mesma linha que entendi o novo ministro quando, em outras entrevistas, disse que não pretendia prosseguir com tal prática. Ele não mais se valeria de instituições que não tinha como fiscalizar e passaria a destinar os recursos da pasta para estados e municípios.

Passado menos de um mês, fica-se sabendo que Aldo Rebelo cancelou convênios com 50 ONGs. Mas se era possível cancelar assim, por que, raios, esses convênios existiam? Por outro lado, deduz-se que das organizações que mantinham convênio com o ministério, malgrado a decisão de trabalhar com nenhuma, remanesceram 250 (!) em atuação (segundo o noticiário, cerca de três centenas de ONGs operavam nos programas de esporte do governo).

Nunca houve um país ou uma nação árabe conhecida como “Palestina” durante os tempos de Jesus (tampouco em qualquer outra época). A terra era conhecida como “Iudaea” (Judéia) e seus habitantes eram “judeanos”, isto é, judeus.


No dia 23 de setembro de 2011, Mahmoud Abbas exigiu oficialmente que as Nações Unidas criassem o Estado árabe número 22 -- o segundo, não o primeiro, Estado árabe dentro dos limites originais de 1920 do Mandato da Palestina. A Jordânia foi estabelecida depois de 1922 em uns 80% da área total.

Dentre outras ficções que Abbas incluiu em seu discurso estava sua negligência proposital em mencionar quaisquer dados históricos judaicos ligados à terra. Embora tenha mencionado Maomé e Jesus, ele deliberadamente deixou de citar o povo do qual Jesus fazia parte. Isso não aconteceu por acaso, de modo algum, mas foi parte de um padrão que os árabes têm demonstrado já há um bom tempo. Vejam bem, aviões não são as únicas coisas que Abbas e os seguidores de Arafat, seus predecessores, têm tentado seqüestrar. Sigam-me de perto para verem o que quero dizer.

Sair do isolamento é essencial para desacreditar a caricatura esquerdista dos conservadores.

 
O "Ocupe Wall Street" objetiva influenciar a opinião pública projetando a falsa ilusão de uma "crença coletiva" contra mercados livres. Da mesma forma, a maior parte das agendas esquerdistas depende da construção de um falso senso de apoio da opinião pública, especialmente quando a agenda não consegue sobreviver a escrutínio ou debate prolongados.

Mas o sucesso do ativismo esquerdista depende, em grau elevado, no silêncio cotidiano de milhões de indivíduos conservadores. A matriz do politicamente correto construída pelas elites esquerdistas é provavelmente mais efetiva em aplicar ampla pressão social nos conservadores enquanto indivíduos.

Dezenas de presos soltos do corredor da morte saíram para matar novamente. Ninguém sabe exatamente quantos, mas é muito maior do que o número de inocentes que foram executados nos Estados Unidos (o que, pelo menos desde 1950, é zero).


Se eu fosse esquerdista, teria passado a última semana em choque depois que espectadores democratas em Flint, Michigan, ovacionaram o vice-presidente Joe Biden ao descrever o assassinato de um policial. E se eu fosse uma esquerdista desesperada para manter meu emprego na MSNBC, eu diria que os democratas têm “orgasmos” ao saber de policiais mortos (como afirmou Chris Matthews a respeito de espectadores republicanos que aclamaram a pena de morte).

Os espectadores de Biden vibraram e aplaudiram em Flint na semana passada quando ele afirmou que, sem a lei do emprego de Obama, a polícia ficaria “mais armada e mais numerosa”. Forte aplauso!