SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Cabo Anselmo"Traição", na Novilíngua que o "Roda Viva" encarna, consiste em voltar-se contra a esquerda após ter sido ludibriado por ela na juventude.

Quem presenciou o assassinato moral do Cabo Anselmo no “Roda Viva” sabe do que eu estava falando nos artigos 1 e 2. Chamar aquilo de entrevista seria eufemismo. Não cabe sequer evocar o tribunal da Inquisição, onde a intolerância dogmática vinha ao menos compensada pela boa fé de um interrogatório que nada prejulgava. 

No programa da TV Cultura não se ouviu uma só pergunta que não fosse acusação direta, crua, brutal, formulada com astúcias de linguagem de modo a bloquear de antemão quaisquer respostas que não a confirmassem e a usar como munição de recarga as que parecessem confirmá-la. Ao longo de duas horas uma dúzia de cães latiu e rosnou contra um homem praticamente indefeso, um homem sem direitos, uma não-pessoa a quem até um documento de identidade é negado, e que aos setenta e tantos anos tem de viver de serviços informais, quase um mendicante, porque não pode ter um emprego.

Gen BoykinÉ isso o que ela diz: você pode bater em sua esposa. Eu a li. Fico triste em dizer que ela está escrita em inglês, fornecida para falantes de inglês aqui em nosso país para encorajar os muçulmanos a seguir os ditames da Sharia.

 O movimento conservador está contaminado. Na verdade, o próximo alvo será os Tea Parties. Eu não tenho detalhes, mas o próximo alvo será os Tea Parties. Haverá um esforço para infiltrá-los com gente da Irmandade Muçulmana que começarão a criar dissensão e destruir os Tea Parties.

Palestra do Lt. Gen. William G. Boykin, autor de “Never Surrender: A Soldier’s Journey to the Crossroads of Faith and Freedom”. Council for National Policy – Maio de 2011.

Como tenho dito: “du-vi-de-o-dó” que haja mais crianças negras adotadas por negros do que crianças negras adotadas por brancos.


Não há absolutamente nada neste país que hoje não esteja submetido ao crivo ideológico. A doutrinação marxista alcança até mesmo – pasmem! - a Matemática!

Hoje trago do jornal Diário do Pará mais uma daquelas notícias que recorrentemente trazem a manipulação consigo, quase sempre invisível ao leitor desavisado, por embrulhada em palavras melífluas que convocam os bons sentimentos das pessoas para causas pretensamente nobres, justas, éticas e humanas.

Trata a matéria do batido discurso de que há candidatos suficientes para adotar todas as crianças disponíveis nas instituições de acolhimento de menores, mas que tal benfazejo efeito não se concretiza porque esbarra no preconceito étnico, já que as crianças brancas são preferidas.

Li todo o Caderno Amarelo aplicado este ano. Para quem está afeito às relações entre a linguagem e a política fica fácil perceber, em algumas questões, o emprego gramsciano do vocabulário e o uso da prova como instrumento de doutrinação e construção da hegemonia política.

A fábula da rã que se deixa cozer viva, passivamente, em uma panela de água fria que vai ficando morna, depois quente e, por fim ferve, é perfeitamente aplicável a inúmeras estratégias em curso no país. Se, em vez de avançarem aos poucos, seus condutores saltassem etapas e nos jogassem diretamente onde desejam nos levar, haveria resistência social e os projetos fracassariam. Estão nos cozinhando em fogo baixo.

Muito se tem escrito sobre o ENEM, esse mastodonte que iniciou como uma avaliação de desempenho do Ensino Médio no país e que, com raras exceções, virou monstruosidade ainda maior - prova de seleção para ingresso nos estabelecimentos de Ensino Superior. Por quê? Porque alguns pedagogos, afinados com o poder político estabelecido, decidiram que era assim que tinha que ser. Já escrevi que quando o "coletivo" aparece com uma ideia, por extravagante que seja, ela acabará prevalente. Não vou discutir, aqui, os aspectos pedagógicos nem as onerosas trapalhadas em que se tem envolvido o tal provão do MEC. Detenho-me sobre uma pauta que não pode transitar sem ser denunciada em vista de seu significado para a democracia.

Pela enésima vez, Chávez, Correa, Evo Morales, Daniel Ortega, Fidel Castro, Cristina de Kirchner, Dilma Rousseff e Lula da Silva encontram um insuperável obstáculo em seu propósito totalitarista de colocar a Colômbia na órbita da pobreza estrutural, ansiada pela ditadura cubana e seus peões.

A baixa em combate de Alfonso Cano, cabeça das FARC, significa um ponto de quebra a favor do Estado na guerra da Colômbia contra o narco-terrorismo comunista, a possibilidade máxima que o governo nacional tem para endurecer a ofensiva militar, política e psicológica contra as estruturas farianas, a oportunidade de ouro para desmascarar e julgar todos os cúmplices nacionais e internacionais do grupo terrorista, a necessária revitalização e solução aos problemas de bem-estar das Forças Militares e da Polícia, e a possibilidade para incrementar avanços para a paz, com base em uma estratégia integral que contenha elementos de desenvolvimento sócio-econômico e combate ao narco-tráfico para evitar a incorporação de jovens às quadrilhas.

encapuzadoConsegui falar com um meliante acampado no prédio da administração da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Ele nega ser funcionário do tráfico de drogas dentro do campus e desabafa: "Nesses meus dez anos como universitário eu nunca vi um ambiente tão opressor como o atual. Fica difícil estudar".

Quem começou a agressão, vocês ou os policiais?

A culpa é toda da polícia assassina do Geraldo Alckmin. Nós aplaudimos o deputado Paulo Teixeira [líder do PT na Câmara], que apontou o óbvio: a presença da PM junto aos estudantes é uma química que não dá certo. O problema é a polícia. É preciso contar a verdade que o PIG esconde.

Administrações prévias consideravam a Síria, principal cliente do Irã no mundo árabe e outro importante patrocinador do terror, como um poder hostil. Obama, cujo principal objetivo era dizer adeus a tudo isso, cortejou o regime, chamando Bashar Al-Assad de “reformista.”

O regime Al-Assad matou até agora mais de 3 mil sírios e feriu muitos mais. O “reformador” também torturou muitos oponentes do regime.


Dois assassinatos bem-sucedidos -- de Al-Awlaki e Bin Laden -- persuadiram alguns de que o presidente Obama, quaisquer que sejam suas falhas internamente, tem governado com uma bem-sucedida política externa. Isso é generosidade demais.

De fato (com a exceção dos assassinatos citados e a insurgência no Afeganistão), o presidente parece conduzir a política externa baseado mais em respostas de improviso ou intuição aos eventos do que confiando em qualquer estratégia abrangente.

A forma aristocrática é a única capaz de impor racionalidade ao Estado e ela persiste mesmo na ordem democrática, dando origem ao regime misto. Essa é a realidade política.

O desesperado gesto do primeiro-ministro grego de remeter o “pacote” europeu a referendo plebiscitário precisa ser compreendido. Há grandes equívocos teóricos sobre a questão da democracia. Esta não é regime político, é mero instrumento de escolha de dirigentes. A radicalização que grupos de esquerda querem fazer do instrumento democrático de escolha de dirigentes é um engodo, por ser inexeqüível. Só um tem sido o regime de governo: o misto, que combina a democracia na escolha dos dirigentes (e parlamentares) e a aristocracia, representada pelos dirigentes escolhidos e pela burocracia permanente, herdeira legítima da aristocracia de sangue de tempos passados.

Por que não vão puxar a erva em casa? Papá e Mamã fazem a repressão mais terrivel de todas: tomam o carro e bloqueiam o cartão de crédito.

Tentarei explicar porque enfiei a palavra "careta" no meio do meu nome. Tenho amigos tão caretas quanto eu que talvez nem saibam que "careta" tem mais de um significado. Reproduzo aqui apenas alguns, entre os que encontrei no  Aurélio Atualizado:  "Tradicional, conservador, quadrado"; "Quem não usa drogas". Há outros, irrelevantes para este texto. Aceito, sem me sentir ofendido,  ser chamado drogas". Em suma, careta.

É do alto (ou debaixo) da minha caretice que me meto a falar, como sempre fiz,  de assunto que não entendo. Uso a maior parte do tempo (e do espaço que desfruto neste DC), para falar da religião que tomou de assalto um Estado laico, como o Brasil. Fui pejorativamente apelidado de "samba de uma nota só".

padrepauloricardo1“A sociedade está em crise porque os líderes morais que poderiam dar uma orientação às pessoas estão calados. Alguém tem de pagar o preço de falar. Mesmo sabendo que, ao falar, a pessoa vai sofrer o martírio dos tempos modernos”. É o que afirma o padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior em entrevista a Paulo Briguet, do Jornal de Londrina.

Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é um padre no sentido pleno da palavra. E não apenas por usar batina. Eis um padre que segue o catecismo, o missal e a doutrina católica. Um padre que defende a Igreja e o papa. Um padre estudioso e com grande domínio da palavra. Um padre que conhece profundamente as questões canônicas. Um padre que fala de vida espiritual. Um padre que não ignora este mundo, mas sem jamais esquecer o outro. Um padre que não se furta a criticar outros sacerdotes, sobretudo o chamado “clero progressista”, ligado à teologia da libertação. Um padre à maneira antiga – tão antiga quanto os 2 mil anos da Igreja Católica.

Alfonso-Cano.jpgO Notalatina informa em edição extraordinária para anunciar uma notícia que acabou de ser confirmada há poucos minutos pelo Ministério da Defesa colombiana: Alfonso Cano, chefe máximo das FARC, está morto!

No princípio da noite as notícias davam conta de que numa operação conjunta do Exército, da Polícia e da Força Aérea num bombardeio entre os municípios de Suárez, Jambaló y Toribio (Cauca), foram capturados Edgar López, cognome “Pacho Chino”, lugar-tenente de “Sargento Pascua”, comandante da Frente 6 das FARC e mais dois elementos de cognomes “el Indio Efraín” e “el Zorro”. Foi dado baixa em dois guerrilheiros, um homem e uma mulher, que presume-se seja a companheira de Alfonso Cano, enquanto o homem seria seu chefe de comunicações.

O procurador do estado de São Paulo e fundador da ONG Escola Sem Partido, Miguel Nagib, aborda, numa esclarecedora entrevista ao podcast Conexão Conservadora, a violação à liberdade de aprender e de ensinar em todo o país, por conta da explícita e unilateral doutrinação esquerdista nas instituições de ensino.

Evocando o Pacto de San Jose, Nagib destaca que o direito dos pais de conduzir a educação moral dos filhos está sendo atacado pelo Estado, pelas escolas e professores. “Na área sexual, se os pais não acordarem, irão perder totalmente controle de suas crianças”, afirma Nagib, avisando: “é preciso que as famílias se organizem, pois é muito difícil vencer essa batalha agindo de forma isolada. E o Ministério Público não pode mais fingir que não está vendo tudo isso acontecer”.

É curioso, tragicômico e contraditório que Petro agora pose de conciliador e boa pessoa, em que pese ter encabeçado hordas terroristas.


Da mesma forma que em todas as eleições dos últimos 20 anos na Colômbia, a imprensa e os partidos políticos desataram aluviões informativos que se convertem em tempestades passageiras, para dar passagem aos questionados governos e ineficiências administrativas de sempre. E desta vez, depois da tempestade não vem a calma.

O triunfo eleitoral de Gustavo Petro, terrorista desmobilizado do M-19 para a prefeitura de Bogotá, é um ruidoso alerta para as liberdades democráticas na Colômbia, um sério chamado à denominada centro-direita e uma grave advertência aos colombianos sensatos de que o Foro de São Paulo não só continua apoiando as FARC, senão que segue empenhado na farsa de enfiar o paquidérmico comunismo cubano no país.


Em seu bojo, o movimento "Ocupe Wall Street" (no sentido mais de política do que de fraldas) é uma demanda por uma adolescência estendida às expensas públicas.


Não há praticamente nada que você não possa fazer o governo pagar para você.


Comentário de Felipe Melo:
A crescente onda de infantilização da sociedade ocidental está assumindo proporções nunca vistas antes. A pretensa vulnerabilidade que se quer fazer crível no discurso de movimentos como o “Ocupe Wall Street”, ou dos protestos violentos que inflamaram as ruas de Londres em agosto deste ano, não é nada mais do que parasitismo puro. Com isso, posterga-se para as gerações futuras uma conta ingrata e injusta que, quando chegar o momento de ser quitada, lançará os países em uma crise econômica e social gravíssima - como a que vemos hoje na Grécia, por exemplo. No Brasil, a máquina pública obesa e profundamente privatizada aos interesses da nomenklaturatupiniquim, as políticas econômicas irresponsáveis e o crescente estímulo à dependência governamental têm corroído o âmago do país, apesar da construção da ilusão de prosperidade conduzida pelo Leviatã - que, como o agente funerário, maquia o defunto para devolver-lhe esteticamente a vida.

O mesmo argumento que pretende a remoção do crucifixo (o mesmíssimo argumento!) quer silenciar os cristãos sempre que se debatem aspectos morais de propostas legislativas ou decisões judiciais.


Reafirmo meu pessimismo: mais cedo ou mais tarde, como vem ocorrendo com todas as teses provenientes desses segmentos ideológicos e políticos, os crucifixos serão arrancados das paredes. E o resíduo cultural cristão ainda persistente continuará cedendo lugar a um humanismo desumano, destituído de alma e avesso a Deus. Avesso ao Deus cuja proteção é invocada na Constituição. Não guardo ilusões. Quando se encontra com a omissão de muitos e a ingênua tolice de outros tantos, a malícia passa por cima e impõe o que pretende com quase nenhuma resistência.

Aparentemente é uma questão simples. Afinal, se o Estado é laico, os espaços públicos ou sob responsabilidade do Estado não deveriam ser isentos de qualquer religiosidade, como banheiros de estação? O crucifixo, na parede de uma repartição, seria, nessa perspectiva, um atropelo à equidade, um agravo à Constituição e à Justiça. Remova-se, então. Mas tenha-se a coragem de assumir perante a história o registro do que foi feito: preserve-se o prego! Preserve-se o prego para que todos reconheçam o extraordinário serviço prestado. Para que todos saibam que ali havia um crucifixo, e que ele foi removido por abusivo, ofensivo, intolerável às almas sensíveis que, em nome da Justiça, se mobilizaram contra ele.