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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ao qualificar Hugo Chávez como seu "novo melhor amigo", cometeu, no melhor dos casos, um excesso desnecessário.

Soltei uma gargalhada, só para depois ficar perplexo. Acreditei que era outra das saídas esquizofrênicas do Tenente-Coronel, que agora tratava Santos como seu compadre quando apenas semanas antes lhe havia chamado de mafioso e para-militar. A perturbação veio quando constatei que não era Chávez quem falava de novas amizades, senão Santos que se referia afetuoso ao aprendiz de tirano.

Só me resta crer que o escritor argentino, agora canadense como se apresenta, atribui a tal imundícia às posições políticas de Mario Vargas Llosa.

O escritor argentino Alberto Manguel, um ilustre e afamado que se diz também canadense, teve a ousadia de afirmar, na Feira Literária Internacional de Pernambuco (ver no Estadão), que o escritor peruano recém laureado com o Prêmio Nobel, Mario Vargas Llosa, é "imundo". Tive um choque. Vargas Llosa imundo? Só podia ser um engano ou má fé. Tenho do escritor peruano, de quem li quase toda obra e por quem nutro admiração, a melhor das imagens: um homem íntegro, elegante, criativo, de corte político-ideológico o melhor possível no mundo de hoje, liberal clássico. Imundo? Não, certamente tal adjetivo depreciativo não se aplica a ele.

Se as operações Xeque, Fênix, Camaleão e Sodoma demonstraram que se necessita qualidade e não quantidade, é inadiável considerar até onde é positivo o aumento do pé de força sem qualificar ou o incremento de soldados profissionais

Em contraste com os excelentes resultados operacionais contra o narcoterror comunista, materializados nas baixas de importantes cabeças das FARC, problemas de evidente infiltração de elementos indesejáveis, por exemplo, o caso de uma rede de malfeitores uniformizados que vendiam armas às FARC, ou os aberrantes atos de pedofilia em Arauca somados a escândalos anteriores, indicam que além da óbvia vergonha institucional e a assunção do problema ante o país, os sistemas de incorporação, ascensão e destinação a cargos sensíveis no Exército merecem urgente revisão, fortalecimento da contra-inteligência e adequação de um sólido Regulamento de Regime Disciplinar para as Forças Militares.

Luciano Ayan, valendo-se do exemplo de Leonardo Sakamoto, mostra como os esquerdistas cultivam a prática da usurpação da bondade para obter uma autoridade moral que não possuem.

Num tal Blog do Sakamoto, da Folha, o jornalista Leonardo Sakamoto executa com perfeição essa lição, típica dos esquerdistas.

Vejam seu texto abaixo, intitulado "Como Cultivar a exclusão social em São Paulo":

O senhor que é um guerreiro moderno e um modelo a ser seguido em suas virtudes, foi levado a duvidar de sua própria missão de vida, a perder de perspectiva o sentido de suas ações, a desejar a aniquilação de uma instituição que, ainda que tomada por corruptos, é fundamental na defesa contra a violência.

Caríssimo Tenente-Coronel Nascimento,

Todos nós testemunhamos seu corajoso depoimento acerca dos políticos corruptos envolvidos com as milícias e louvamos a sua bravura. Entretanto, tenente-coronel, não pudemos deixar de notar com preocupação, que os anos de guerra, primeiramente com armas e depois na ação política, deixaram-lhe um profundo impacto emocional.

Não se pode ter qualquer ilusão quanto ao caráter do Estado moderno e é dever de um cristão consciente denunciá-lo e combatê-lo. E eliminar qualquer ilusão que se possa ter de que alguma bondade possa derivar desse leviatã maldito.

O artigo publicado no jornal eletrônico Mídia Sem Máscara (Estado: ministro de Deus), escrito a quatro mãos por Julio Severo e o Pr. Marcello de Oliveira, traz-nos um excelente tema para discussão. O que é o Estado? Em última análise, é uma estrutura jurídica organizada burocraticamente com o objetivo de fazer prevalecer a vontade política da elite dirigente. Gosto dessa definição porque ela é exata. Claro que o Estado tem que respeitar a vontade geral, mas nem sempre o faz. Claro que ele deveria respeitar a lei natural, mas há séculos não o faz. Claro que deveria ser um instrumento pelo qual a justiça divina fosse corretamente administrada e ministrada aos delinqüentes, mas o Estado moderno deu as costas à transcendência, de sorte que aquilo que é definido como crime deixou de ter raíz em Deus.

De minha parte, penso que não há o que censurar no sujeito que adere à informalidade. Pelo contrário. Em certas circunstâncias, evitar as garras do governo predador passa a ser um ato de legítima defesa.

Recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas calcula que o movimento da economia informal no Brasil, também conhecida como economia subterrânea ou paralela, atingiu o patamar de R$ 600 bilhões no ano de 2009.

O estudo, encomendado em causa própria pelo Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (Etco), de São Paulo, ainda dá conta de que a economia informal, compreendendo toda a soma da produção de bens e serviços não declarada ao governo, acarreta "prejuízo" anual de cerca de R$ 200 bilhões aos cofres públicos. Ou seja, aproximadamente 18,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. (Em 2003, era na ordem de 21,5%).

O leitor Ernesto Ribeiro denuncia mais uma grosseira falsificação dos fatos mais óbvios perpetrada pelo desinformante André Petry na revista Veja.

Nota do editor:

O comentário do leitor Ernesto Ribeiro foi postado no espaço para opiniões referentes ao artigo de Heitor de Paola "No, you can't! A águia reage!". Apresentando um ótimo resumo da atual situação política e institucional nos Estados Unidos, mostra o que André Petry não mostrou. Por isso, merece visibilidade. Ernesto Ribeiro fez o que a maior parte dos jornalistas brasileiros se nega, com todas as forças, a fazer: enxergar a realidade tal qual ela se apresenta.

Ao unir na mesma pessoa chefia do Estado, do governo e da administração - o atual modelo proporciona uma inconveniente concentração de poderes e permite o total aparelhamento partidário do Estado e da administração.

Bem à moda da casa, saímos da eleição de 3 de outubro com pendências para serem decididas pela Justiça. Foram concedidas liminares garantindo algumas candidaturas e são díspares as opiniões sobre a aplicabilidade imediata da lei que dispõe sobre o assunto. Mas, pelo sim, pelo não, a simples intenção de impedir a participação de candidatos cujo passado tem certificado de inconveniência já merece ser saudada. Sem exageros, contudo. A cena política não saiu purificada do pleito. O que vai acontecer, na prática, é mais ou menos o que se passa quando se trancafiam bandidos. Tem-se alguns bandidos a menos perturbando a sociedade, mas continua havendo muito bandido na rua.

Luta armada, caramba, não é idéia, não é doutrina, não é teoria filosófica: é matar pessoas.

" Par délicatesse j'ai perdu ma vie." (Arthur Rimbaud)

Um amigo que nem sempre concorda comigo, mas já deu mil provas de seus propósitos elevados, apontou duas objeções ao meu artigo "Maquiadores do crime" .

1. Se formos mal educados com os nossos inimigos, estaremos nos rebaixando ao nível deles.

2. Mais importante que derrubar os adversários é lutar positivamente pelas idéias em que acreditamos.

Tenho a certeza de que objeções similares ocorreram a muitos leitores. Deixando a segunda para um artigo vindouro, respondo aqui à primeira delas.

Muito escrevi nos últimos anos sobre o Suicídio da Águia, mergulhada num lodaçal de corrupção, esquerdismo, dominação do Partido Democrata pelo 'shadow party' comandado pelos grandes financistas sob a batuta de George Soros e a modorra Republicana que os aproximava cada vez mais dos 'liberais' (socialistas). Parecia que a eleição de Obama seria o golpe final com seu programa claramente socialista, de abjeta submissão à ONU e à 'comunidade internacional', com as medidas contra a Constituição Americana para aceitar as leis internacionais como acima dos princípios da mesma.Obama e o grupo de Chicago que tomou de assalto o poder defendem que sempre que a Constituição Americana, que jurou 'preservar, proteger e defender', contrariar a lei internacional, esta teria precedência sobre a primeira [[i]].

Um dos maiores traficantes de drogas do mundo pode em breve contar aos procuradores americanos tudo o que sabe sobre a cumplicidade do governo venezuelano com o narcotráfico.

O presidente venezuelano Hugo Chávez deve estar muito preocupado com o fato de que um homem definido pelo presidente Obama como um dos mais importantes chefes do tráfico internacional de drogas, Walid Makled-Garcia, pode contar em breve a procuradores federais americanos tudo o que sabe sobre os altos membros do governo venezuelano que foram cúmplices em suas operações de tráfico de cocaína. O depoimento devastador de Makled-Garcia vem no vácuo de novos indícios do apoio de Chávez a grupos terroristas da Espanha, Colômbia e Oriente Médio e seu apoio ilegal explícito ao programa de armas nucleares do Irã. Lenta mas inevitavelmente, Chávez está sendo desmascarado como o cabeça de um regime criminoso.

Cada vez mostra-se mais evidente que este julgamento é uma montagem, motivada unicamente por razões políticas.

Caracas, 10 de novembro - A esposa do dirigente político Alejandro Peña Esclusa apresentou-se esta manhã ante os tribunais para efetuar uma denúncia que poderia dar um giro ao caso, transformando o acusado em acusador.

Indira Ramírez de Peña denunciou cinco funcionários do Serviço Bolivariano de Inteligência (SEBIN) por haver cometido um possível delito, ao ingressar em sua residência sem autorização judicial no passado 12 de julho, dia em que levaram seu esposo preso.

A pretensão do conhecimento e a arrogância que se manifestam sob todas as formas de intervenção do estado na economia são equivocados, mas não têm limites, tanto no imaginário das pessoas quanto no oportunismo dos políticos e ideólogos de esquerda.

Uma das características epistemológicas mais importantes da Escola Austríaca de Economia, que reflete com clareza um núcleo de identidades básicas, é a convicção de que o conhecimento humano apresenta um inevitável componente de indeterminação e de imprevisibilidade. A consequência disso é que o futuro não apenas é difícil de ser previsto, mas, principalmente, é essencialmente imprevisível e, em função dessa inescapável incerteza, todas as ações humanas intencionais levadas a cabo produzem efeitos involuntários, que não podem ser calculados, previstos ou esperados e que tanto podem gerar benefícios não esperados como produzir custos não desejados.


Seja qual for o país - Império Romano, Israel, Brasil, EUA, etc. -, todo governo tem ordens divinas de impor punição e retribuição à altura dos crimes cometidos, usando inclusive a aplicação de força e meios letais.

A função de autoridade governamental constituída é trabalhar como ministro de Deus para o bem, isto é, para a segurança, ordem e a paz da sociedade (Rm 13:3,4). Esse serviço ou ministério estatal para o nosso bem deve, de acordo com o Apóstolo Paulo, ser implementado de duas maneiras importantes e fundamentais:

1) Castigar o mal (13:3,4). O Estado recebe de Deus uma responsabilidade e uma função explicitamente proibidas às igrejas cristãs (Rm 12:17-19). As igrejas cristãs não têm chamado e autoridade para multar, prender, castigar ou executar criminosos, assassinos e estupradores. Mas o que Deus proíbe às igrejas ele ordena ao Estado fazê-lo. Os governantes (presidente, comandantes militares, prefeitos, delegados de polícia, etc.) devem ser austeros no combate ao mal, pois liberdade sem restrição resulta em anarquia. O governo não pode ser complacente com os crimes, com o mal, com a anarquia, com as forças desintegradoras que tentam anarquizar a sociedade.