cptaec

 


 

Novo curso de Olavo de Carvalho:

cursoOdeC

Nas livrarias:

novolivroSiga a fanpage do livro 'O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota'
no Facebook
.


SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

trueoutspeak2
atasFSP

clip_image002

THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
Orkut-32twittericonYoutube_32x32facebook_32Feeds_32x32Mail-32currency_blue_dollar-32
UnoAmérica adverte sobre o ressurgimento de grupos terroristas que já haviam sido derrotados no Peru, como o Sendero Luminoso e o MRTA (Movimento Revolucionário Túpac Amaru).

Delegações dos distintos países pertencentes à União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, tiveram encontros nos dias 19, 20 e 21 de novembro de 2010 na Sociedade Bolivariana de Bogotá, a fim de realizar seu Segundo Encontro de Aniversário. Ao final das deliberações, aprovou-se a seguinte declaração:

1.
Cada delegação apresentou um diagnóstico da situação de seu país e prestou um informe das atividades realizadas durante o ano em curso, concluindo que UnoAmérica se consolida cada vez mais como escudo da democracia, espada da liberdade e farol de esperança para os povos da América Latina.

Como livreiro antigo que sou tenho algo a dizer sobre o assunto. O fato cristalino é que Sergio Machado tem razão e que a CBL falhou em manter critérios de premiação que podem levar às incoerências reconhecidas por todos. O livro escolhido na categoria de melhor ficção deveria ser o livro do ano em ficção, algo lógico e simples.

A polêmica em torno do Prêmio Jabuti continua. O capítulo de hoje foi a publicação do artigo do editor Sérgio Machado, na Folha de São Paulo. Este artigo está marcado pela sobriedade e coerência, em resposta ao do Luiz Schwarcz, editor da Companhia das Letras, que apelou feio até mesmo para a "categoria" dos livreiros.

Exceto para pedir dinheiro ao pai e protelar o pagamento de empréstimos aos inúmeros credores, Marx nada entendia de economia e foi Friedrich Engels (1820-1895), parceiro, provedor e filho de rico industrial alemão do ramo têxtil, que o induziu à leitura dos economistas clássicos ingleses, em especial de David Ricardo.


Vamos adiante: como a dialética hegeliana é um poço sem fundo, pois nela nada "é" e tudo vive em permanente transformação, Marx encampou com entusiasmo frenético o esquema de Hegel, mas encontrou, de início, um forte obstáculo. Se ele queria, no testemunho algo ingênuo do simpatizante Annenkov, "suplantar Deus" - como aceitar tal entidade quando se tratava justo de dinamitá-la?

(Notícias Pró-Família) - Quase que simultaneamente, o Parlamento Europeu anunciou sua intenção de "fortalecer a família" para lidar com a vertiginosa queda demográfica que está vindo para a Europa, e impor o "casamento gay" ou parcerias civis homossexuais em todos os países membros a União Europeia.

O Parlamento da UE votou ontem (23) a favor de um relatório que tem a intenção de forçar todos os 27 países a reconhecerem mutuamente e defenderem legalmente os "efeitos de documentos de estado civil" de outro país da UE, que imporá a exigência do reconhecimento do "casamento" homossexual, parcerias civis ou arranjos semelhantes.

O mesmo mal, repito, está sendo incubado em todas as grandes metrópoles brasileiras.

Há mais de três décadas, contando com tratamento social e político irresponsável, o crime organizado vem consolidando seu poder sobre as zonas de favela dos grandes núcleos urbanos do país. E sublinhe-se: em relação ao processo em curso, o Rio de Janeiro tem sido, apenas, o exemplo mais notório porque dispõe de maior visibilidade nacional e internacional. Mas não é caso isolado. Não é mesmo!

Há dois meses Danilo, desertor do Bloco Sul das FARC e exilado político nos Estados Unidos, descreveu em Nova York com luxo de detalhes prováveis nexos do mercenário israelense Yair Klein com terroristas das FARC, a quem teria treinado no começo dos anos 80 nos Planos do Yarí, em técnicas de combate próximo, infiltração a unidades militares e sabotagem sobre objetivos estratégicos.

Caso Plazas Vega: A juíza Jara não é como os demais juízes. Ela condenou a 30 anos de cárcere uma pessoa inocente e sem haver encontrado contra ela uma só prova.

As críticas que está recebendo a sentença que condenou, em primeira instância, o coronel Alfonso Plazas Vega a 30 anos de cárcere, estão aumentando e ganhando em amplitude e qualidade. Dias atrás um debate acadêmico organizado pela Universidade Sergio Arboleda de Bogotá, reuniu um grupo de distinguidos juristas. Todos emitiram conceitos seríssimos sobre esse tema e o resultado é inequívoco: a sentença da juíza María Stella Jara é uma aberração, um mal exemplo do que um juiz que se respeite não deve fazer, e do que o poder judiciário em uma democracia não pode tolerar.

Ao ratificar a Constituição em 1788, Hamilton se congratulava pela solidez suas instituições que, por não serem democráticas, dificilmente poderiam degenerar em ditadura.

No último artigo, apelativamente intitulado O Bordel das Normalistas, prometemos mostrar ao leitor que, ao contrário do que dizem por aí, a Constituição dos Estados Unidos de 1786 não era, nem pretendia ser, democrática. Parece estranho, porque os Estados Unidos são considerados a primeira grande democracia da História moderna. Sua Constituição serviu de modelo para dezenas de países, exatamente porque é democrática. No entanto, se o leitor consultar os textos, artigos, livros, cartas e ensaios legados pelos fundadores dos Estados Unidos, verá que raramente falavam em democracia e, nas poucas vezes em que a ela se referiam, era de modo negativo. Para tirar dúvidas, sugerimos um teste. A obra desses grandes homens foi reunida numa coleção, a Library of America. Se o leitor consultar o índice alfabético, verificará o seguinte.

George Washington, Thomas Jefferson e Benjamin Franklin nunca mencionaram democrático ou democracia em um só dos seus escritos.

Se resumisse este artigo à equação Farc + PT + Cabral + Traficantes + Usuários = Guerra "do Rio", com aspas, eu já ampliaria toda a cobertura jornalística.

Eu escrevi no Twitter em 28 de abril: "Depois de avisar gentilmente aos bandidos, polícia de Cabral ocupa 5 favelas da Tijuca. Mas: para qual eles foram agora?". Ninguém questionava ainda o destino dos narcotraficantes após a instalação sem tiros das UPPs. A imprensa aplaudia a tal Pacificação, como se o nome atribuído a uma ação política se convertesse magicamente em realidade. Sete meses e muitos veículos queimados depois, a imprensa continua sendo a porta-voz do governo. Mas, como no aforismo de Karl Krauss: "Há escritores que já conseguem dizer em vinte páginas aquilo para o que às vezes preciso de até duas linhas".

Após mais de um mês sem atualização em decorrência de minha mudança de residência, o Notalatinavolta a informar aquilo que a mídia se recusa e que é muitíssimo bem paga para fazer: informar os leitores sobre fatos de extrema relevância sobre a política latino-americana, onde estamos inseridos, obviamente. Muita coisa se passou neste intervalo de tempo, das quais tomei conhecimento mas não estava em condições de escrever, uma vez que meu escritório só há poucos dias ficou pronto. Hoje falo da "Operação Nêmesis", uma das mais importantes depois da que deu baixa a "Mono Jojoy", mas que a mídia nacional sequer comentou de raspão, preferindo noticiar a morte de dois outros membros das FARC sem a relevância deste bombardeio. Há ainda informações de correios encontrados no computador de Mono Jojoy que confirmam a participação da ex-senadora colombiana Piedad Córdoba, a chanceler das FARC, com o bando terrorista. A propósito destes fatos, recomendo a leitura do meu artigo "A desinformante", escrito para o Jornal Inconfidência de Minas Gerais que tem muito a ver com as revelações desta edição de hoje.

Abalos no cenário econômico mundial certamente irão atingir a economia no país num futuro próximo. Para agravar a situação, um burocrata pouco qualificado será o presidente do Banco Central, e o posicionamento de Dilma indica que o intervencionismo nefasto irá recrudescer. Nivaldo Cordeiro comenta em vídeo.

A nomeação de Alexandre Tombini para a Presidência do Banco Central foi uma importante definição da presidente eleita, Dilma Rousseff. Sai um homem de fortes laços com o mercado, Henrique Meirelles, e entra um burocrata de carreira do próprio BC. Certamente que Tombini não terá a mesma autoridade que Meirelles e estará subordinado mais diretamente ao ministro da Fazenda. Terá assim menor autonomia na definição da política monetária, agora subordinada ao desenvolvimentismo.

"Para dizer a verdade, sim, eu temo por minha vida".

"Eu sou apenas um homem. O perigo não vem apenas da Holanda. Ele vem de fora também. Há ameaças muito graves a partir de vários grupos terroristas, e quando alguém está ciente do grau de perigo, é apenas humano a pensar que algo ruim vai acontecer. Mas eu não posso permitir que esses pensamentos afetem meu trabalho. Se eu moderar a minha voz por causa das ameaças, parar de dizer o que está na minha mente, ou deixar de ser um político, aquelas pessoas terão utilizado meios anti-democráticos, ameaças e assassinatos para silenciar outros. Eles vão ganhar. Não os deixarei ganhar".

Na prática, as FARC estão aferradas à última tábua de salvação que lhes resta: procuram a legitimação política e o status de beligerância apadrinhados pelo Foro de São Paulo.

As recentes operações aero-terrestres das Forças Militares contra os acampamentos do Bloco Sul das FARC em Putumayo e Caquetá, somadas a exitosos golpes da Colômbia contra o grupo terrorista, corroboram uma vez mais que a coordenação de inteligência técnica, análise de documentos, bombardeios de alta precisão e desembarques de surpresa de comandos terrestres integrantes das Forças Especiais, articulam o salto qualitativo e a diferença quantitativa a favor do Estado.

Depois de muitas semanas como a página mais popular de CH, a revista resolveu tirar do ar minha entrevista, pois os leitores não paravam de protestar contra o entrevistador e contra CH.

Dilma, a mulher que nunca renegou seu terrorismo comunista do passado e sua paixão pela ditadura assassina da União Soviética e Cuba, mal ganhou a eleição e a chamada esquerda evangélica sai da toca e os evangélicos conservadores passam a ser atacados:

Depois de meses escondida, a Aliança Evangélica do Brasil - cuja formação foi denunciada por mim no final de 2009 -, volta a aparecer depois da eleição presidencial. Um de seus líderes é o progressista Ariovaldo Ramos, que tem a consciência tranquila participando de reuniões do MST ou viajando para a Venezuela para dar apoio ao ditador marxista Hugo Chavez. Ariovaldo apoiou publicamente a mulher que nunca renegou seu passado terrorista.

Quando falo disso aos meus amigos americanos, eles riem: "Quer dizer que a direita do seu país tem por modelo a esquerda americana?"

O DEM é hoje um partido moribundo. Seus próprios líderes assim o proclamam e se dizem muito preocupados, mas duvido que, com uma ou duas exceções, tenham alguma idéia clara das causas que os levaram a essa situação deprimente, bem como das saídas possíveis que ainda lhes restam. Temo que a solução que buscam venha a ser uma repetição - a última - de erros fatais já bem comprovados.

O primeiro deles foi acreditar que um partido pode viver de alianças de ocasião antes de ter uma identidade bem definida e uma estratégia abrangente que o habilitem a servir-se das alianças para seus próprios fins, em vez de servir a elas em vão como de fato aconteceu.