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SPACÇO DO SPACCA

peterpan spacca

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Está tudo documentado. O aborto é parte da agenda petista (da esquerda inteira, de fato). Abortar contribui para demolir o sistema patriarcal inerente à civilização judaico-cristã e capitalista etc. A legalização do aborto é objetivo votado e aprovado em assembléias partidárias.

"Eu acho que tem de haver a descriminalização do aborto. É um absurdo que não haja a descriminalização". Dilma Rousseff disse isso em outubro de 2007, para a Folha de S. Paulo.

"Abortar não é fácil pra mulher alguma. Duvido que alguém se sinta confortável em fazer um aborto. Agora, isso não pode ser justificativa para que não haja a legalização. O aborto é uma questão de saúde pública", reiterou Dilma à revista Marie Claire, em abril do ano passado.

Definidas as pretensões hegemônicas pelos principais interessados, resta apenas especular sobre quais seriam as "reformas importantes" propostas à nação pelo futuro Congresso Nacional dominado pela Frente Ampla Esquerdista de Lula, Dilma et caterva.

Com a possível ascensão de Dilma Rousseff à presidência da República neste segundo turno, ainda indefinido, mas tendo como certa a conquista da maioria parlamentar, pelo atual governo, nas duas Casas do Congresso Nacional, a pergunta que se torna obrigatória é a seguinte: quanto tempo vai levar para que se estabeleça no Brasil, sem disfarces, a prolongada ditadura da esquerda - radical ou não?

Jovem entra em contato com blog Julio Severo sobre suas experiências eleitorais em defesa da vida.

Olá Julio, tudo Bem?

Um prazer enorme falar com você.

Eu acompanho teu blog há um bom tempo, e compartilho o que tem acontecido em nosso país. As tentativas de legalizar a iniquidade na nossa nação, e a promoção de um PLC 122 que vem ferir nossos princípios, nossa fé, mediante um grupo de cidadãos autoritários.

É curioso: tentam sempre entender o lado dos criminosos, das minorias, dos terroristas, dos pobres, mas jamais vi que tentassem entender os motivos dos conservadores, da classe média ou dos "fundamentalistas cristãos".

Enquanto aguardava uma consulta médica, meus olhos caíram sobre uma revista chamada "American Prospect". É uma revista progressista americana. A edição, como é natural em salas de espera, era de vários anos atrás, mais precisamente dois anos atrás, logo antes da inauguração de Obama. O título exultava com o fim da era Bush, e perguntava: "O que fazer para resolver os problemas da América e salvar o mundo."

Desnecessário dizer que a manchete, como a reportagem, era absolutamente séria, sem qualquer pingo de ironia.

Quem é a favor do aborto coloca outros valores acima da vida humana, e derruba uma cerca inteira para a entrada do pensamento totalitário, para a revolução, para a recusa aos valores tradicionais. Por outro lado, ninguém precisa ser cristão para ser contra o aborto. Basta usar a cabeça com um mínimo de bom senso e respeito a si mesmo e ao próximo.

Até o dia 3 de outubro era mais fácil encontrar-se um esquimó surfando em Copacabana do que um petista que fosse contra o aborto. Claro que eles existiam, mas raramente emitiam um pio sobre o assunto. A defesa do aborto, dentro do partido, é cláusula pétrea, reiteradamente pétrea. Ser contra o aborto suscita pedidos de excomunhão das hostes partidárias, como aconteceu com uns dois ou três deputados federais que se meteram a criticar seus pares e a reprovar as decisões que tomavam a esse respeito. Esses parlamentares foram condenados a penas de suspensão, uma espécie de silêncio obsequioso ao longo do qual o filiado, entre outras coisas, não pode fazer discurso em nome do partido, participar de comissões nem votar em instâncias partidárias. É o que acontece com quem se mete a reprovar o aborto e seus defensores dentro do PT. A poderosa Secretaria de Mulheres, uma espécie de dicastério, para continuar as analogias semânticas com a Cúria Romana, chegou a pedir, por esse motivo, a expulsão do deputado Bassuma, que acabou se desfiliando do partido.

Minta quanto mentir o Datafolha e demais institutos de pesquisa, que não conduzirão os votos dos eleitores, agora perfeitamente alertados contra as manipulações e tramóias desses institutos.

A Folha de São Paulo de hoje traz a primeira pesquisa depois das eleições do primeiro turno. E, de novo e de novo, retoma a sua ladainha mentirosa de que Dilma Rousseff está ganhando, com vantagem acima da margem de erro. Esses números não passam de propaganda eleitoral. Saíram das mesmas pranchetas que davam a vitória à candidata de Lula no primeiro turno.

A fiscal Ángela María Buitrago começa dizendo em sua sentença que os senhores do M-19 estavam no Palácio da Justiça. Não! Assaltaram o Palácio, o que é muito diferente. Diz que o M-19 reteve alguns magistrados. Não! Os seqüestrou. Diz que os guerrilheiros tiraram a vida de algumas pessoas. Não! Massacraram-nas.

O coronel Plazas Vega pede que a Interpol identifique os cadáveres pelo DNA. O coronel (R) Alfonso Plazas Vega, que participou da recuperação do Palácio da Justiça tomado por guerrilheiros do M-19 em novembro de 85, faz uma surpreendente afirmação nesta reportagem: "O comandante da tomada, Luis Otero, um dos fundadores desse grupo, conseguiu escapar com vida". E o oficial da reserva acredita que ainda está (vivo). "É preciso procurá-lo".

Só o aborto, denunciado assim de última hora, já foi capaz de mobilizar um número suficiente de cristãos católicos, evangélicos e espíritas para que o 2º turno viesse a se tornar realidade. Não obstante, há muitas outras ignomínias praticadas pelo PT que precisam ser destacadas.

O que pode parecer mais absurdo e patético do que ver uma guerrilheira maoísta correr sôfrega aos canais televisivos para afirmar-se como a primeira entre as papa-hóstias? Será que mesmo a um néscio não lhe estranharia conciliar seu andar e modos de orangotango e sua fala de comissário soviético com a meiguice terna de uma respeitável senhora cristã? Terá sido impressão minha, ou serei só eu que a tenho observado revirar os olhos, assim, em sinal de "haja saco...", antes de interpretar qualquer papel de mulher honesta?

Quando mostramos um crucifixo para os petralhas eles ficam muito incomodados.

A onda de ataques políticos à Dilma Roussef que revelam em relação ao aborto o que o seu partido é, foi, e sempre será, não deveria se consumir em uma eleição. Nem Serra poderia ser o condutor de, não uma onda, mas uma tsunami de moral e ética que varresse para sempre do Brasil a peste comunista-maçônica que tem na liberação do aborto, das drogas e na promoção da homofobia, a sua marca mais saliente.

Não resta ninguém para pregar o desmantelamento da máquina de corrupção e subversão petista, nem para prometer um castigo exemplar aos protetores das Farc e do PCC nas altas esferas, nem para dar voz à repulsa do povo pelas políticas abortistas, nem mesmo para explicar, com a simplicidade da lógica elementar, que uma inclinação sexual mutável não pode ser fonte de direitos permanentes.

Não é necessário analisar os resultados da eleição de domingo. Eles falam por si. O fato mais significativo, acima de qualquer possibilidade de dúvida, foi a votação espetacular do palhaço Tiririca. Ela é a moral da história de oito anos da Era Lula. Ostentando com franqueza sarcástica a sua condição de candidato inculto, burro, desprepreparado e inepto, Tiririca explicitou a regra implícita que elegeu o sr. Luís Inácio Lula da Silva em 2002 e lhe garantiu o aplauso de todo o beautiful people deste país.

Para proteger o status quo de sua elite empresarial, os governos estão clandestinamente reduzindo o poder de compra de seus cidadãos por meio da inflação monetária. Tal política é equivalente a uma redução salarial.

Muito tempo atrás, antes de os modelos econômicos terem se desenvolvido até seus atuais níveis de sofisticação, as políticas econômicas dos governos costumavam ter o objetivo de trazer prosperidade para seus cidadãos; em outras palavras, o objetivo era elevar o nível geral de conforto material, ao mesmo tempo em que tentava reduzir a quantidade de trabalho árduo necessária para se atingir tal fim.

Se Obama toma mesmo parte na cruzada anticolonial de seu pai, isto explica por que ele quer que pessoas que já pagam perto de 50% de sua renda em impostos paguem ainda mais. O anticolonialista acredita que, já que os ricos prosperaram às custas dos outros, sua riqueza, no fundo, não lhes pertence; portanto, o que quer que possa ser extraído deles é automaticamente justo.

Barack Obama é o presidente mais anti-empresarial em uma geração, talvez na história americana. Graças a ele, a era do estado grande está de volta. Obama acumula uma dívida fiscal não na casa dos bilhões, mas dos trilhões. Ele expandiu o controle do governo federal às hipotecas domésticas, investimentos bancários, sistema de saúde, indústria automobilística e energia. A Weekly Standard resume a filosofia de Obama como onipotência em casa, impotência no exterior.

Graça comenta as eleições, a cassação da senadora lacaia das FARC Piedad Córdoba e dá mais detalhes sobre o incidente contra Rafael Correa no Equador.

Acabou o primeiro round dessa batalha farsesca em que todos somos obrigados a participar, porém a guerra - de resultado conhecido - ainda vai continuar no dia 15 de novembro. Algumas pessoas se iludem acreditando que ainda "há uma chance" para outro candidato que não a escolhida pelo Foro de São Paulo, num exercício de auto-engano consentido que dá lástima. E vergonha. Porque apesar de ser um país continental, o Brasil continua o berço da ignorância e da irresponsabilidade. Quem elege palhaços, jogadores de futebol, apresentadores de televisão ou cantores da moda, isso sem contar com camelôs e prostitutas não merece respeito mas sim, que esta escória de indigentes morais e intelectuais crie leis mais estúpidas do que as milhares já existentes para que "eles" cumpram porque eu, no legítimo direito à desobediência civil, me recuso a cumprir.

Sua destituição alegrou os colombianos e enfureceu o ditador mais sinistro que o continente americano já teve: Fidel Castro. O ogro de Havana não pôde suportar que sua fiel servidora tenha sido retirada do jogo político.

Se Piedad Córdoba não é "Teodora", nem "Dorotea", nem "a Negra", esse personagem, ou esses personagens ocultos e protegidos por pseudônimos, devem estar em alguma parte. Onde? Quem são? O que estão fazendo? Como se articulam na vida colombiana? Que tipo de relação tiveram com Raúl Reyes? Pois foi ele, e ninguém mais, quem falou da tal "Teodora" e de "Dorotea" e deu a entender que tratava-se de uma mesma pessoa. Esse defunto chefe das FARC descreveu com tanta precisão as operações que "Teodora" fazia e devia fazer que ele mesmo assinalou Piedad Córdoba desde ultra tumba, pois ele nunca imaginou que seu computador pessoal, onde registrava seus desígnios mais íntimos, chegaria um dia a cair nas mãos do poder colombiano.

Para suprema inconformidade dos entrevistadores, nenhuma criança ou adolescente se declarou "travesti".

Pais, cuidado! Talvez os seus filhos (ou filhas) sejam convocados para integrar uma cota mínima de gays nas escolas, à maneira das curvas forçadas do malfadado plano Bresser. Uma recente pesquisa que obteve por resultado um alegado pequeno número de declarações próprias de identidade homossexual entre jovens de 17 anos conclui que isto se deu por preconceito e despreparo dos... professores!