Una disfunción eréctil es la impotencia de obtener o mantener una erección. comprar viagra sin receta en madrid saber cuál es el medicamento ideal para usted depende de diferentes factores. L'excitation sexuelle masculine est un processus complexe qui implique le cerveau, les hormones, les émotions, les nerfs, les muscles et les vaisseaux sanguins. La dysfonction érectile peut résulter d'un problème avec l'un de ces. De même, le stress et la santé mentale préoccupations peuvent causer ou aggraver la dysfonction érectile. Où achat levitra france vous avez trouvé une #pharmacie online ici http://trendpharm.com/ #levitra. Lorsque des problèmes se produisent dans la chambre, les émotions peuvent exécuter élevé. Si vous avez commencé à éviter les rapports sexuels par crainte de ne pas obtenir une érection, votre partenaire peut commencer à vous pensez ne trouvent plus attrayants. Sentiments se blessent. En couple commencent à se sentir moins intime. Le ressentiment se insinue.

 


SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O domínio que um filósofo tem da lógica não se evidencia no que ele gargareja a respeito dela, mas no uso efetivo que faz dela ao analisar problemas da realidade e da experiência.


Na nota que acaba de publicar hoje, 6 de fevereiro, o sr. Lemos não responde a nenhuma das minhas objeções e muito menos se explica quanto à sua conduta abjeta e covarde. Ao contrário, usa da mesma velha tática do Sr. Sidney Silveira, a desconversa elegante, buscando dar a impressão de que aquela discussão é indigna da sua altíssima pessoa. Age como um porco e depois se faz de anjo de pureza. Se é verdade que ele não tem, como proclama, “nenhum interesse em polêmica, xingamentos, ataques pessoais e pirotecnia”, por que espalha insinuações venenosas e depois faz de conta que está muito acima delas, pairando no céu das idéias? Não há nada de tão sublime em dar um tapa e esconder a mão. Poucas coisas no mundo são tão desprezíveis quanto uma conduta de intrigante e fofoqueiro encoberta sob afetações de dignidade intelectual. 

Se vocês querem algum dia ter no Brasil um movimento conservador vigoroso, apto a conquistar e exercer o poder, comecem por meditar os seguintes pontos:

1) Os grupos que dominam a política, a mídia e o mercado livreiro provêm das universidades e especialmente do movimento estudantil. A elevação dos líderes estudantis às posições de poder leva aproximadamente trinta anos. Quem domina as universidades hoje dominará o país em trinta anos.

2) Dominar as universidades não é um processo espontâneo. É o resultado de um trabalho sistemático de ocupação de espaços, de remoção dos adversários, de interproteção mafiosa e de conquista progressiva dos altos postos, que não rende frutos em menos de uma geração: mais trinta anos, que podem se reduzir a dez porque a conquista da hegemonia universitária e a formação da nova geração de estudantes não são fases estanques, mas fundidas e superpostas.

“A nova religião fascista demanda a necessidade da crença absoluta no Fascismo, no Duce, na Revolução. Assim como alguém acredita em Deus, nós aceitamos a Revolução com orgulho, assim como aceitamos estes princípios – mesmo se acharmos que estamos sendo enganados, ainda assim os aceitamos sem discussão!”
Augusto Turati, secretário do Partido Fascista e “apóstolo da religião da Mãe-Pátria”, dirigindo-se à Juventude Italiana.


A necessidade dos movimentos totalitários de doutrinar, mobilizar e organizar a juventude já foi abordada por mim em textos anteriores [i]. Esta necessidade parte de outra, que a antecede: a desilusão com o ser humano como ele é e a idéia delirante de que se pode construir um “Homem Novo”, segundo cânones que, por “coincidência”, correspondam exatamente ao próprio conteúdo delirante daqueles que o concebem. Esta construção é absolutamente impossível se o homem for deixado livre e, principalmente, se esta liberdade for concebida como um direito inalienável com que foi dotado pelo seu Criador, assim como a vida e a busca da felicidade.

É incrível que um ser humano seja condenado contra os códigos, contra o devido processo, contra a verdade documental.

 Em cumprimento de sua missão constitucional, o Procurador Geral da Nação conceituou que o processo contra Plazas Vega está viciado e que, portanto, deve ser anulado.


A questionada sentença de segunda instância, proferida pelo Tribunal Superior de Bogotá contra o Cel Luis Alfonso Plazas Vega, mediante a qual se ratifica a condenação a 30 anos de prisão ditada contra ele em primeira instância, reflete a crise estrutural da profissão do advogado e de todos os componentes da Justiça na Colômbia. Uma e outra são interdependentes. 

Na irregular decisão de responsabilizar o Cel Plazas Vega, um dos mais brilhantes soldados das Forças Militares da Colômbia, pelo nunca provado desaparecimento de alguns dos terroristas que a sangue e fogo assaltaram o Palácio da Justiça, conjugam-se outros elementos que à luz da lógica indicariam, para qualquer leigo na matéria, graves conclusões.

O sr. Lemos ainda atira na cara do seu interlocutor, com ares de quem enunciasse um definitivo cala-a-boca, a frase inscrita no pórtico da Academia Platônica: “Não entre quem não for geômetra.” É puro jogo de cena. Ele não tem a menor idéia da função da geometria no platonismo.


O sr. Júlio Lemos, realmente, já me encheu as medidas. Após ter dado mostras de uma sofisticada inépcia naquilo que escreveu sobre Michael Dummet, bem como de uma mentalidade de fofoqueira de cortiço nas alusões que fez à minha pessoa, ainda exibiu, na discussão que teve com o sr. Rafael C. Melo no site da Dicta, uma pronunciada capacidade de cometer erros pueris naquele tom de superioridade olímpica fingida, tão característico dos antigos Wunderblogs.

Será que querem mesmo arrancar suas máscaras provisórias de intelectuais respeitáveis e exibir-se ao mundo como os mexeriqueiros subginasianos que sempre foram e sempre serão?

wittgenstein1-bigNum post dedicado a exaltar a memória do filósofo britânico Sir Michael Dummet (1925-2011), o sr. Júlio Lemos aproveita a ocasião para sublinhar a diferença entre os pensadores mais afins à literatura e às ciências humanas e aqueles que se inspiram antes na lógica matemática, na física e, de modo geral, nas chamadas “ciências duras” (v. http://www.dicta.com.br/michael-dummett-1925-2011/). Ele rotula os dois grupos, respectivamente, de “cigarras mágicas” e “formigas engenheiras”, ressaltando que somente estas fazem trabalho sério. O desprezo com que o sr. Lemos fala do outro grupo leva-me a esperar que ele nos brinde com a publicação das suas grandes e inexistentes obras de filosofia, infundindo assim alguma razão de ser no seu sentimento de superioridade ante Georg Simmel, Karl Jaspers, Benedetto Croce, Xavier Zubiri, Eric Voegelin e outros tantos incapazes de elevar-se às alturas da exatidão matemática que ele exige de um filósofo para admiti-lo entre os santos da sua devoção.

Russell KirkDa fé, emerge a ordem; e quando a ordem prevalece, a liberdade torna-se possível. Quando a fé que gera a ordem arrefece, a ordem se desintegra; e a liberdade não pode sobreviver ao desaparecimento da ordem mais do que o galho de uma árvore sobrevive à queda do tronco.


As universidades foram fundadas para sustentar a fé pela razão – e para manter a ordem na alma e na sociedade. Minha própria universidade, St. Andrews, foi fundada no século XV pelo Inquisidor Escocês de Corrupção Herética para resistir aos erros dos lollardos [1], os igualitários daquela época. O ensino das primeiras universidades tanto ordem quanto liberdade ao intelecto; e não havia paradoxo algum, pois ordem e liberdade existem necessariamente em uma tensão saudável.

plazas-vegaCom essa sentença, os magistrados Alberto Poveda e Fernando Pareja dizem ao país que sua meta não era só condenar o Coronel Plazas Vega a que preço fosse, passando por cima das exigências da Lei 600 de 2000, senão lançar um golpe devastador às Forças Armadas e ao Estado colombiano. 


O Coronel Plazas não foi sequer interrogado sobre os pontos essenciais da acusação, a qual mudou três vezes, sem explicação.


A sentença que condena em segunda instância o Coronel Alfonso Plazas Vega pelos fatos do Palácio da Justiça de 1985, pode ter 608 páginas mas não vale um prego. Os dois magistrados que subscrevem esse documento parecem não ter entendido que a verdade e a justiça não podem ser sepultadas por uma avalanche de papel. A verborréia e a hipertrofia textual nunca foram bom sinal em Direito, nem sinônimo de exatidão e clareza conceitual. Ao contrário. Para se fazer invisíveis, o erro, a covardia e a infâmia costumam se esconder sob torrentes de palavras.

Teólogo assembleiano, cujo nome consta no site de liberais teológicos esquerdistas Genizah, critica Silas Malafaia, mas não critica socialistas e vigaristas evangélicos.


Nota do editor:
Julio Severo trata de um problema grave neste artigo. Atacar quem tem denunciado o governo mais anticristão e corrupto da história do país, e em seguida, dar apoio público a lacaios do PT, a vigaristas heréticos notórios, e outros desinformantes, tem sido uma atitude vergonhosa de muitos líderes eclesiásticos no Brasil.


Silas Malafaia tem sido alvo de constantes ataques. Do lado secular, o governo e a mídia sustentada pelo governo rejeitam sua forte defesa da família contra os ataques da agenda do aborto e do homossexualismo.

Do lado evangélico, ele tem sido muito atacado por seguir a Teologia da Prosperidade. Os ataques têm vindo de todos os lados, inclusive de seus colegas assembleianos, um dos quais recentemente escreveu um artigo educado criticando essa teologia no ministério de Malafaia.

Roubava-se no almoxarifado, na tesouraria, no setor de compras, no comercial, na manutenção, no pessoal. Onde quer que mexessem, apareciam falcatruas dos encarregados.


O que vou contar aconteceu numa cidade do interior. Por uma questão de prudência que os leitores certamente entenderão e desculparão, será preciso omitir detalhes e nomes dos personagens.

Havia nessa cidade uma importante empresa que respondia por muitos empregos e tinha peso significativo na vida da comunidade. Era uma organização antiga, que atuava em diversos segmentos, sob o comando centralizado e pessoal do diretor-presidente. Certa feita (para mim, relato sem "certa feita" situa-se fora do tempo), chegou ao município uma senhora, com formação na área de economia, especialidade bem incomum naquelas bandas onde passou a lecionar e a escrever artigos com análises das características, potencialidades e gargalos do desenvolvimento local.

O golpe de estado perpetrado pelo marechal Deodoro da Fonseca foi um retrocesso em todos os sentidos. Come­çan­do pela censura à imprensa, cujos jornais eram empastelados e seus jornalistas, presos.

O Estado de Direito continua sitiado no país. Não mais pelos militares e, sim, pelos próprios civis, através do autodenominado “movimento social”, que não passa da velha política de cabresto dos coronéis por outros meios.


Em breve, o Brasil terá uma nova Cons­­ti­tui­ção. Trata-se da Lei Ge­ral da Copa, que revoga todas as disposições em contrário, começando pela soberania da nação e a cidadania dos indivíduos. Em seu período de vigência, durante a Copa do Mundo de 2014, a Lei Geral da Copa irá revogar garantias constitucionais e tornará nulas várias leis federais, estaduais e municipais. Executivo, Legislativo e Judiciário terão seus poderes suspensos e o Estado brasileiro ficará entregue ao governo da Fifa (Federação Inter­na­cional de Futebol). O povo brasileiro, que sempre viveu de pão e circo, vai consolidar sua imagem no mundo: a de País do futebol e do carnaval, em que as pessoas são destituídas de cérebro, pois só funcionam da cintura para baixo — as mulheres rebolando e os homens jogando bola.

Por que tanta fúria contra a Hungria? Simples. O país promulgou uma nova Constituição respeitando e valorizando a cultura cristã do povo húngaro. Ou seja: uma verdadeira afronta à elite tecnocrata européia, à imprensa internacional, ONG´s globalistas e os tais "órgãos multilaterais".


Líderes húngaros aprovaram uma lei que protege a família tradicional, desafiando continuas críticas de que sua nova constituição restringiria o aborto e a homossexualidade.

A nova lei diz que a família, baseada no casamento de um homem e uma mulher cuja missão é cumprida através da criação de filhos, é uma “comunidade autônoma… estabelecida antes do surgimento da lei e do Estado” e que o Estado tem de respeitá-la como questão de sobrevivência nacional. A nova lei diz: “A vida embrionária e fetal deverá ter garantido o direito à proteção e respeito desde o momento da concepção”, e o Estado tem de incentivar “circunstâncias favoráveis” para o cuidado das crianças. A lei obriga os meios de comunicação a respeitar o casamento e a responsabilidade de criar e educar filhos e concede aos pais, em vez de ao Estado, a responsabilidade principal na proteção dos direitos da criança. A lei enumera as responsabilidades para os menores de idade, inclusive o respeito e o cuidado dos pais idosos.

freedomofexpression-300x220O conceito trotskista de “revolução permanente” apareceu pela primeira vez na História, devidamente estruturado, no Corão (ou Alcorão, como alguns fazem questão). A “revolução permanente” aparece no Corão através de uma ideologia de “batalha permanente” que se pretende que elimine e erradique os inimigos do Islão [os inimigos da revolução].

A simples existência do infiel (ou seja, aquele que não é muçulmano) é vista pelo Corão como uma “injustiça ontológica” que tem que ser eliminada ao serviço de um imperativo superior. A própria existência do infiel — o facto de o infiel viver — e do relapso [o traidor] é vista como uma injustiça [Alcorão 5,33]. Podemos traçar aqui um paralelismo cultural e ideológico entre o Islamismo e a esquerda marxista e neo-marxista contemporânea, que inclui o marxismo cultural. Por exemplo, para um apologeta do Bloco de Esquerda ou do Partido Comunista, a minha simples existência — ou a existência de um conservador — é, em si mesma, uma injustiça ontológica que deve ser erradicada da face da Terra.

A cultura feminista/homossexual coloca o homem abaixo da mulher, e a mulher abaixo do homossexual.

Não era melhor a cultura “patriarcal”, onde o homem era cabeça, e na hora do perigo, salvavam-se as mulheres primeiro?


A mulher de verdade tinha valor no passado? Meu artigo “As mulheres e o futuro da humanidade”, publicado em 2008, mostra o que os homens faziam pelas mulheres:

“No passado, onde o feminismo acusa que as mulheres não tinham valor, não eram necessárias placas ‘Preferência para mulheres grávidas’. A própria responsabilidade social dos homens impunha respeito e proteção às mulheres — sem placas. Quando um navio afundava, as mulheres tinham direito prioritário de salvamento. Aliás, em todas as outras situações de grande perigo, as mulheres e crianças recebiam prioridade absoluta. Os homens ficavam em último plano, muitas vezes perdendo suas vidas para que mulheres e crianças pudessem viver”.

olavo msm 2Dois exemplos de como se faz, no Brasil, o sério e aprofundado exame crítico das obras do Olavo de Carvalho. Primeiro: o economista Cláudio de Moura Castro disse certa vez na sua coluna da revista Veja que os brasileiros não leem o que um autor escreve: leem o que imaginam que ele pensou. 

Nada mais certo. Resta acrescentar que, não sendo eles próprios capazes de pensar senão segundo as correntes de opinião padronizadas que correspondem aos rótulos de partidos políticos, o que entendem por "interpretar" o pensamento de um autor consiste em inscrevê-lo, malgré lui, no partido que ele vagamente parece apoiar. 

Não raro essa genial proeza hermenêutica vem acompanhada da mimosa sugestão de que o infeliz recebe subsídios, modestos ou polpudos, do grupo político para o qual "trabalha".