al


SPACÇO DO SPACCA

isp

© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

trueoutspeak2
atasFSP

clip_image002

THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
Orkut-32twittericonYoutube_32x32facebook_32Feeds_32x32Mail-32currency_blue_dollar-32

Não reconheço no Estado sacralidade alguma que torne os crimes contra ele mais sérios do que crimes contra pessoas. Isso é estrabismo existencial. O Estado não é o substituto de Deus.

No último dia 7 de setembro tivemos um relativamente vigoroso movimento contra a corrupção no Estado, especificamente aquela envolvendo o dinheiro público (há outras, muitas outras. Quem lida com fiscais do Estado sabe do que eu estou falando). Vi que entusiasmou muita gente, mas não a mim. O movimento na verdade me levou a meditar sobre a importância do combate à corrupção estatal. O mínimo que posso dizer é que manifestações dessa natureza são inócuas, pois as multidões em marcha não têm como mobilizar o aparelho repressivo do Estado para além do que ele se mobiliza automaticamente. E o faz seletivamente: os alvos são sempre ou adversários políticos do partido governante ou a parte da base aliada que costuma se rebelar contra os caprichos da presidente.

A Autoridade Palestina escolheu um caminho que afasta qualquer possibilidade de um acordo pacífico com Israel: a declaração unilateral de independência apresentada diretamente ao maior inimigo de Israel, a ONU.

Israel inicia o ano 5772 enfrentando os mesmos velhos problemas sem grandes esperanças, mas com novos desenvolvimentos estratégicos possíveis devido às transformações nos países árabes que cercam suas fronteiras, mormente a Síria e Egito. Alguns analistas, como Michael HerzogAlif Benn  pregam que Israel deveria acelerar imediatamente a decisão de aceitar as negociações com os “palestinos” visando a independência deles já que o regime de Assad está sendo pressionado pelos Estados Unidos e pela União Européia e, portanto, enfraquecido. O último sugere que o primeiro ministro Netanyahu deveria trabalhar em comum acordo com Obama no sentido de criar um estado palestino imediatamente aproveitando as reviravoltas nos países vizinhos. O argumento principal de ambos é que Israel nada tem a temer da “primavera árabe”, só a ganhar. Os regimes inimigos da Líbia e da Síria estão caindo e a paz com o Egito é possível.

Em abaixo-assinado em inglês, português, espanhol e francês, ativistas gays dos EUA pretendem coletar 25 mil assinaturas para que PayPal não mais aceite doações dirigidas a Julio Severo e outros cristãos combatem a agenda gayzista.

A organização homossexual americana AllOut (Tudo fora do armário) está empreendendo uma campanha em massa, através do Facebook, Twitter, e-mails e sites com a finalidade de pressionar o PayPal a cancelar a conta de Julio Severo, Family Research Council, Peter LaBarbera e outros.

O PayPal é um serviço internacional usado por cristãos e não-cristãos para transações monetárias e doações. No caso dos ativistas gays, eles não precisam de doações voluntárias, pois sua agenda se alimenta de rapinagens, onde gordas verbas estatais são dadas a eles com o dinheiro que é arrancado dos bolsos dos trabalhadores que pagam impostos.

Nota da tradutora: Eis aqui um artigo magnífico de um cidadão de Honduras que poderia muito bem estar se referindo ao Brasil.

De uma maneira ou de outra, todos os que vivemos nesta pátria tão convulsionada estamos expostos a altíssimos níveis de ansiedade, stress e impotência, sob as imensas nuvens negras com as quais amanhecemos e anoitecemos.

Nestas semanas temos lido e ouvido, insistentemente, acerca do termo falido. Fala-se que Honduras é um  Estado falido, que o governo é falido, que a cidadania está falida, enfim, uma cadeia de falhas que me permitiram acrescentar mais uma ao elo: esperanças falidas.

O Partido dos Trabalhadores talvez se devesse interrogar sobre os motivos da rejeição social à sua proposta de estabelecer um "marco regulatório da mídia". Por que as pessoas não acreditam nas boas intenções do partido a esse respeito? Não me faltam dicas para tal reflexão.

Há décadas, seja nas fraternas deliberações do Foro de São Paulo, seja na mídia, o PT é parceiro de fé do regime cubano e, um pouco mais recentemente, do regime bolivariano. Ora, os dois jornais de Cuba são órgãos do Partido Comunista e nunca, em meio século, publicaram uma linha contra o governo. Idem, idem para a TV cubana que é estatal. Já o regime de Chávez desapropria meios de comunicação, fecha jornais e prende jornalistas. E o PT não cansa de elogiar os dois nem de dizer que são democráticos. Lula vai a Cuba, abraça o  Fidel e chora. José Dirceu vai lá e funga. O partido sorteia excursões a Cuba. As lojinhas do partido vendem bandeirinhas cubanas e camisetas do Che Guevara. Lula afirma que na Venezuela "tem democracia até demais". E todos batem palmas.

Marchar “contra a corrupção”, como quem ademais só vê a faceta dinheirista do mal, é pior que amenizar a massa de crimes petistas: é diluí-la entre ladrões de toda espécie para manter intacto o vírus com o qual eles continuarão se alimentando.

O brasileiro, quando fica doente, acorre logo ao médico para diagnosticar o problema, mas, quando nota o país enfermo, acha natural sair atônito às ruas com uma receita qualquer. Para ele, o que muda o mundo é a ação (assim entendida como uma agitação ambulante) e, tendo esta uma intenção declaradamente boa, não será o vazio (ou a manipulação) de ideias que a gerou a dissuadi-lo da tentação de integrar o time dos bonzinhos. Ele está revoltado, sente que “precisa fazer alguma coisa” e, se esta coisa for tão simples e prática quanto uma marcha com os amigos, ele será o primeiro a se inscrever para exorcizar a culpa de sua apatia (assim entendida como uma não-agitação ambulante).

Como atribuir a existência do princípio de ordem, que é justamente a essência do método científico, ao mero acaso, antes do que - como seria apenas lógico pensar – a um Ser Inteligente?

Como é amplamente sabido, o pensamento predominante nos meios científico e acadêmico busca invalidar a existência de Deus ao submetê-lo ao crivo do método científico. Em síntese, o argumento é este: se não podemos tocá-lO, vê-lO, nem reconhecê-lO por nenhum dos conhecidos métodos de observação empírica, logo, podemos negá-lo.

Em seus ensinamentos, Thomas E. Woods Jr. nos descortina uma completa desmistificação da alegada e tão propalada incompatibilidade entre a ciência e a religião. Com efeito, sob o patrocínio da Igreja Católica, inúmeras descobertas científicas valiosas vieram ao mundo e dentre elas, talvez a mãe de todas, a do próprio método científico.

Todos os principais argumentos comumente usados para normalizar a homossexualidade estão sendo usados para normalizar a pedofilia e a pederastia.

Os artigos acadêmicos em revistas eruditas estão apresentando a pedofilia de um modo solidário há anos e, conforme observou Matthew Cullinan Hoffman, a Associação Americana de Psicologia (AAP) divulgou um relatório em 1998 “afirmando que o ‘potencial negativo’ de sexo adulto com crianças estava sendo ‘exagerado’ e que ‘a vasta maioria dos homens e mulheres não relatou nenhum efeito sexual negativo de suas experiências de abuso sexual na infância’. O relatório chegou a afirmar que grandes números das vítimas relataram que suas experiências eram ‘positivas’, e sugeriram que a frase ‘abuso sexual de crianças’ fosse substituída por ‘sexo entre adultos e crianças’”. Outros inventaram o mais repugnante dos termos: “intimidade intergeracional”.

O relatório da AAP foi tão perturbante que atraiu uma repreensão oficial do Congresso, mas a promoção pró-pedofilia (ou, pró-pederastia) continua. Aliás, alguns líderes psiquiátricos, como o Dr. Richard Green, que colaborou de forma fundamental para remover a homossexualidade da lista de desordens mentais da AAP em 1973, têm estado lutando para remover também a pedofilia.

Há alguns dias a HBO transmitiu um documentário especial em torno da vida da feminista Gloria Steinem. O documentário, com o título Gloria: In Her Own Words, põe em destaque a revolução feminista que ela ajudou a lançar.

Para além das normais mentiras que as feministas gostam de propagandear ("o mundo é injusto para as mulheres", "ter filhos não deveria ser parte integrante da identidade das mulheres", "casar torna uma mulher numa semi-pessoa", "o aborto é um direito fundamental tal como a liberdade de expressão", "as crianças sofrem de demasiada Mãezinha"), o documentário mostrou um pouco do tipo de pensamento que invade as hostes feministas.

Quando lhe perguntaram o que é o feminismo, ela disse:

O pessoal da Fundação Islam Amigo garante que esse papo de terrorismo islâmico é puro exagero midiático...

Quando nos apresentaram Lina, naturalmente a saudamos com um beijo na bochecha, mas não só Lina como também todos os presentes acusaram uma situação incômoda. É que Lina na realidade é Zaina, uma uruguaia de 27 anos que junto com seu novo nome assumiu a religião do Islam, e lhe é proibido saudar um homem com um beijo.

Há 26 dias que, entre o nascer e o pôr do sol, não se pode beber nem comer coisa alguma. Agosto é o mês do Ramadam para os muçulmanos. Como Lina, ou melhor, como Zaina, há uns 10 uruguaios na “Fundação Islam Amigo” que se converteram ao Islam, e cerca de 40 que de alguma forma o professam e aderem à sua filosofia, inclusive vários reclusos de COMCAR, Libertad e La Tablada.

O 4º Congresso do PT, realizado neste final de semana em Brasília, revelou que, mais do que nunca, as lideranças do partido se sentem à vontade para, sem pudor, alardear seu sectarismo e seu radicalismo. Controle da mídia, extinção do Senado Federal, "igualdade" de gêneros e tudo que se abriga sob essa denominação (gaysismo, aborto, destruição da família, militância antireligiosa), tudo posto às claras e transformado em resoluções do partido.

O PT se sente à vontade no poder para vomitar seu projeto totalitário, como o fez Hitler em 1933.

O exílio dos filósofos tem mesmo todo o jeito de ser uma constante, ou quase.

O exílio voluntário ou forçado – mais frequentemente voluntário – parece ser um destino mais comum entre os filósofos do que entre qualquer outro grupo de intelectuais criadores. Sócrates só não foi embora de Atenas porque achou que estava velho demais para aceitar essa oferta do tribunal que o condenou. Preferiu a morte.

Platão retirou-se para uma cidade vizinha, na esperança de que suas ideias pudessem inspirar o governo local, e só voltou para Atenas porque o plano fracassou. Aristóteles passou praticamente toda a sua vida ativa longe da terra natal. Descartes não escreveu um único livro na França; tudo na Holanda, onde morou por vinte anos. Spinoza não saiu do país, mas correu para longe de Amsterdam, onde os rabinos o haviam condenado por heresia.

Evidentemente, os magistrados deste Tribunal não podem esquecer que estava em curso um OPERAÇÃO MILITAR, legítima e licitamente desenvolvida, que se enquadra dentro do marco jurídico do DIREITO INTERNACIONAL HUMANITÁRIO, circunscrito pelo Estatuto de Genebra.


Bogotá, 31 de agosto de 2011

Para o doutor Diego Martínez Sayán

Presidente

Bogotá, Colômbia

Senhores Magistrados:

Em nossa condição de cidadãos colombianos, queremos apresentar-lhes uma atenciosa e cordial saudação de boas-vindas à Colômbia.

As reiteradas agressões a que os mestres estão sujeitos por parte de crianças e adolescentes são a face mais visível e violenta de um problema que se expressa por infinitos modos no cotidiano das escolas.

Professores, diretores de escola, bons alunos e bons pais sabem, todos, que o Estatuto da Criança e do Adolescente, ainda que concebido sob as melhores intenções, muito contribuiu para a irresponsabilidade dos menores num sentido geral e dos estudantes num sentido muito particular. Digam o que disserem quantos desejem canonizar o ECA pela santidade de seus objetivos, o fato é que na ausência de autoridade, normas e sanções as condutas se desregram. E foi exatamente isso que passou a acontecer nas escolas a partir do momento em que foi fragilizada a autoridade de professores e diretores e consagrada a supremacia infanto-juvenil. Não bastasse isso, no Rio Grande do Sul ao menos, quem quiser ser diretor de escola pública tem que fazer campanha e angariar votos entre os alunos... Depois, quando o colégio vira um sanatório, todos dizem - "Oh, que horror!".

Chutaram o balde dela e quebraram a vassoura, que não tem mais serventia nem para ela montar e sair voando pelas noites de Brasília. A derrota fragorosa da faxina “vitoriosa” foi o tirombaço certeiro no pézão da madama. Não foi disparado pela oposição amansada; foi pelo dito "fogo amigo". (Amigo uma pinoia; se é fogo, não é amigo).

"Faxina, ora a faxina"; "A lei, ora a lei". Filhota do ditador Getúlio Vargas, confirmada pelos exames de DNA da maior confiança feitos até no Programa do Ratinho ("Us mano pédi / as mina dá / depois vai no Ratinho / pedí DNA..."), a palavra de ordem  "A lei, ora a lei...", pegou; nada sofreu mais violências do que a lei na ditadura Vargas.