Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Não se trata aqui de um supremacista branco malhando os negros. Pelo contrário.
Estes marginais aí são, de certa forma, meus "manos", como eles mesmos dizem.

Semana passada traduzimos um post intitulado O que fazer a respeito da violência inter-racial negra?, do blog View from the Right. Paul K. começa afirmando que achava que os donos de cinema deveriam ter o direito de proibirem a entrada de grupos de adolescentes negros, por "serem escandalosos e incomodarem os outros" e terem "propensão à violência." Em seguida, ele menciona três episódios recentes de violência extrema cometidas por negros contra brancos e asiáticos nos Estados Unidos (registrados em vídeo) e chama atenção para o fato de que a imprensa nunca comenta o fato de que a violência inter-racial no país é praticamente sempre de negros contra brancos e amarelos e não o contrário.

AdmirávelA peça Admirável e só para selvagens, livremente inspirada no clássico Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley estréia no Rio nesta sexta-feira (7), às 20h, na sala Multiuso do Espaço Sesc, em Copacabana. A temporada vai até 30 de janeiro.

O futuro já dura muito tempo no século 27, quando Bernard e Lenina se vêem imersos na experiência de um reality show. Confinados, vão lidar pela primeira vez, quem diria, com o impacto das próprias emoções. Isso porque eles fazem parte de uma experiência para mostrar como a vida funciona sem o Soma, a substância legalizada pelo Estado e que subtrai qualquer sensação de desconforto e angústia, trazendo felicidade perene aos cidadãos da Nova Ordem Mundial.

O que creio ser o maior erro do nobre juiz: tratar um concurso público como um sonho dourado, quando é evidente que a grande maioria procura apenas estabilidade financeira, algo muito distante do tal sacerdócio proposto em seu artigo.

A discussão entre o articulista do MSM, Leonardo Bruno, e o juiz federal Willian Douglas, trouxe à tona, ainda que timidamente, o tipo de mentalidade que impregna o já tão degradado imaginário coletivo brasileiro. Na maioria das vezes não se percebe o quão maléfico é tratar um emprego, seja público ou privado, com se fosse um sentido para a vida.

Lula foi capaz de passar por cima da justiça brasileira e italiana para proteger um bandido marxista.

O affaire Cesare Battisti, que cria fortes tensões neste momento entre a Itália e o Brasil, demonstra que os caciques da esquerda se lixam da justiça e chegam até a pisoteá-la ante os ditames mais absurdos de sua política.

O ex-presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, esperou o último dia de seu mandato para anunciar que negava aos juízes italianos a extradição do ex-terrorista Cesare Battisti. Este último não é o simpático "ativista de extrema esquerda" que certa imprensa apresenta. É um escorregadio pistoleiro condenado como réu ausente pela justiça italiana, uma das mais responsáveis do mundo.

O nascimento de Zachary Jackson Levon Furnish-John para um idoso cantor pop e seu parceiro de mesmo sexo é só um sinal de coisas que virão.

3 de janeiro de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) - Em algum momento, antecipado e até temido por alguns pais, toda criança faz a pergunta inevitável: "De onde eu vim?" Essa pergunta é endêmica na raça humana. A pergunta sobre nossas próprias origens biológicas acaba se tornando inescapável. Nossa existência exige uma explicação, e a pergunta assume uma forma ousada. A resposta costumava ser fácil.

Que padrão duplo! Os meios de comunicação noticiosos fazem reportagens sobre tudo o que envolva o movimento homossexual. Mas uma declaração histórica em seu amplo alcance de líderes religiosos é totalmente ignorada.

15 de dezembro de 2010 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) - Aproximadamente duas décadas atrás, o teólogo Timothy George inventou a expressão "o ecumenismo das trincheiras", que se refere ao modo como protestantes e católicos haviam dado um jeito de colocar de lado suas diferenças teológicas e trabalhar juntos nas passeatas de manifestantes com cartazes em defesa da vida humana e da família.

(Continuação da série No, You Can't)


A revolução obâmica não é um fenômeno isolado que ocorreu nos EUA de forma súbita. É o coroamento de ações que remontam às primeiras década do século passado, e que despontaram começando na formação de uma mentalidade revolucionária nos estudantes universitários do pós-guerra. Em 1962 Tom Hayden da Universidade de Michigan, que veio a ser Senador pelo Partido Democrata, amigo de John Kerry e um dos maridos de Jane Fonda, lança o Port Huron Statement e funda a Students for a Democratic Society (SDS). No entanto, o terreno já fora preparado pelo Komintern através das ações de Willi Müzemberg com a intelectualidade americana no período entre guerras.

Não há o que comemorar nem ter esperanças de dias melhores, em nenhum dos países do nosso hemisfério.
Não enquanto o vermelho estiver no poder.

Faltando pouco mais de 24 horas para entrarmos num novo ano, o Notalatina não poderia deixar de fazer uma espécie de "balanço" do que tivemos nesse 2010 na região. Fazendo as contas bem feitas, o resultado é deficitário e acabamos no vermelho (com direito a trocadilho).

O que eu sei é que muita gente por aí sente o que eu sinto. Eles concordam comigo que a beleza importa, que a profanação e o niilismo são crimes e que deveríamos encontrar um modo de exaltar nosso mundo e dotá-lo de uma significação mais do que mundana.

Para o bem e para o mal, eu sou identificado pelas elites britânicas como a pessoa com quem se pode contar para defender o indefensável e que se pode permitir defender o indefensável, mesmo em uma televisão estatal (quer dizer, a BBC), desde que a defesa seja suficientemente diluída por outros defendendo o óbvio. No código oficial, "indefensável" quer dizer "conservador", enquanto que "óbvio" quer dizer "liberal-esquerdista". Assim sendo, quando a BBC me pediu para participar de uma série de televisão sobre a beleza, esperava-se que eu sustentasse que uma tal coisa realmente existe, que não é só uma questão de gosto, que ela está ligada ao nobre, àquilo que se deve aspirar e ao que há de sagrado em nossos sentimentos, e que a cultura pós-moderna, que enfatiza a feiúra, o desalento e a profanação, é uma traição a um chamado divino. Então, foi isso o que eu disse, já que, afinal de contas, era para isto que eles estavam me pagando. Para alcançar o equilíbrio que a BBC é obrigada por seu regimento a apresentar, dois outros programas foram encomendados, reafirmando as ortodoxias. Eles afirmaram que a arte não tem a ver com a beleza, mas com a originalidade e a originalidade quer dizer você se exibir com a língua (ou algum outro órgão apropriado) para fora.

Quem dera não só o Brasil, mas também a própria Inglaterra e os EUA tivessem hoje esses ingleses de fibra e Bíblia do passado!

Num país sério, um palhaço seria eleito somente para o circo. Mas, já que o ex-presidente Lula, seus ex-ministros e o Congresso passaram anos governando sem seriedade, a população não se importou de votar num palhaço. Tiririca, pois, foi o mais votado para deputado federal em São Paulo em 2010.

Muitos venezuelanos se perguntam como aplicar o Artigo 350 da Constituição, querem saber como exercer o direito à desobediência civil. Pois bem, nossos irmãos bolivianos nos deram um exemplo claro, vigente e atualizado de como fazê-lo.

Pouco antes do Natal, o governo de Evo Morales decretou um aumento de 80 por cento nos combustíveis. Em resposta, o povo boliviano saiu às ruas, de maneira simultânea, generalizada e sustentada, até conseguir a anulação do decreto.

O jeito lulista de governar terminou produzindo uma afinidade entre oligarquias alicerçadas na tradição patrimonialista e clientelística brasileira e oligarquias "modernas", disputando entre si espaço num governo de "unidade", capaz de preservar os interesses de ambas.

A composição do novo governo deu mostras de sexo explícito, com os diferentes partidos da base aliada numa disputa desenfreada por cargos políticos. Nenhum pudor ou vergonha presidiu a ação desses partidos, como se tal busca desenfreada pelo poder não se devesse mascarar. O "prazer" que cada um almeja se mostrou da forma mais crua, mais nua, não se fazendo necessária uma "mise-en-scène", uma encenação. Formas simbólicas de encenação da política, como apresentação de programas, justificativas do que é pretendido fazer com as novas posições de poder e ideias orientadoras da ação nem se fizeram presentes. Foi o deserto da sedução.

Faria parte da estratégia do narcoterror comunista subordinado ao Foro de São Paulo, que domina o tráfico de drogas no Brasil, implantar projetos da burlesca "economia solidária" nos morros cariocas?

O senso do mistério deve permanecer, mesmo depois do
nosso esforço máximo e depois que a verdade parece sorrir-nos. Quem julga compreender tudo, prova que nada compreende. Os que se contentam com respostas provisórias a problemas que na realidade se põe, falseiam sempre a resposta não sabendo que ela é parcial. Toda questão é enigma que a natureza propõe e, através da natureza, Deus: ora o que Deus propõe só Deus pode resolver.

A.D. Sertillanges em "A Vida Intelectual".

Os recentes acontecimentos na Vila Cruzeiro e no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, com a subseqüente reação da Polícia Militar e das Forças Armadas Brasileiras levou observadores internacionais a algumas perguntas, entre elas o que o tráfico ganhou com a baderna imposta por eles antes da intervenção da polícia? Nada, só perdeu.

Alejandro Peña Esclusa sabe que já se pode considerar moralmente vitorioso sobre um poltrão abjeto que só se notabilizou pela constância com que enfia o rabo entre as pernas sempre que é desafiado cara a cara.

Faz seis meses que Alejandro Peña Esclusa está preso na Venezuela. Pesa contra ele o testemunho de Francisco Chávez Abarca - de acordo com  as autoridades venezuelanas, um perigosíssimo terrorista salvadorenho, que o teria apontado como seu contato local.

O Estado sempre deve ser um elemento subsidiário, marginal, cujas funções devem ser limitadas por espaços que a sociedade jamais deve permitir sua intervenção, para a preservação de suas liberdades: espaços da livre iniciativa, da família, da propriedade, da religião, da livre consciência, etc.

O juiz federal e professor de concursos públicos William Douglas pareceu sensibilizado com as críticas que faço ao "sonho" do funcionalismo público, em um artigo publicado no dia 27 de dezembro de 2010, no site Mídia Sem Máscara e também no meu blog. Na verdade, percebo que necessito esclarecer sobre algumas coisas: