Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Faisal Shahzad se diz um "soldado muçulmano" e protesta contra a intervenção em países muçulmanos. Ou seja, a perspectiva dele é primordialmente religiosa e não uma questão de disputa territorial entre países.

Foi há pouco tempo. Talvez até muitos já se tenham esquecido. Mas no dia 2 de maio passado, uma van Nissan Pathfinder começou a fumegar em pleno coração de Nova York. A polícia foi alertada por um vendedor ambulante e rapidamente evacuou a Times Square, esvaziando o centro de Manhattan.

Depois, da escola gratuita, da merenda gratuita, do transporte gratuito, da mochila e do material didático gratuito, do uniforme gratuito, e das cotas para as faculdades, constatamos que a coisa não anda. Por quê? Porque nossas crianças não têm visão de futuro.

Das minhas viagens pela marinha mercante, recordo-me das vezes em que visitei a Coréia do Sul. Conheci, entre outros lugares, Gwangyang, Pohang, Pusan e Ulsan. Naveguei nos anos 90, em um tempo em que o Brasil era um país extremamente fechado: vivíamos a hiperinflação; os brasileiros ainda não tinham cartões de crédito internacionais; e vigorava uma severa política de substituição de importações.

As trapalhadas e incoerências da administração Obama são conhecidas. Mas gerar crises e problemas propositalmente, como confessou Rahm Emanuel, seu Chefe do Estado Maior, é mergulhar no esquerdismo, que sempre aposta no "quanto pior, melhor", de uma forma por demais insana e inusitada.

O respeitado diário "The Houston Chronicle" informou que em 25 de abril deste ano, a administração Barack Obama recebeu uma oferta do governo da Holanda para o uso de naves dotadas de succionadores de último modelo, dois pares dos quais são capazes de remover 20.000 toneladas de petróleo e resíduos. Além disso, ofereceram tecnologia sofisticada para construir barreiras de areia na costa dos estados expostos a uma possível contaminação.

Absurdo? Que nada. Esse é o admirável mundo novo dos progressistas, em que o "gênero" depende unicamente da escolha.

A filha de Warren Beatty decidiu que vai virar um homem e chamar-se Stephen. Segue a onda da filha de Cher, que já virou um homenzarrão, bem robusto até.

Isso importa? Não muito. Mas as celebridades são "formadoras de opinião". O que elas fazem hoje, seu filho vai poder querer fazer amanhã.

 

Na Colômbia, onde a resistência ao projeto totalitário do Foro de São Paulo ainda existe, o filósofo Olavo de Carvalho e a colunista do Mídia Sem Máscara Graça Salgueiro deram palestras e a relevância de seus trabalhos foi reconhecida e honrada.

Eu havia prometido comentar sobre minha estada na Colômbia, mas as eleições, e depois outros fatores, me obrigaram a deixar isto para mais adiante. Então, hoje recebi uma nota de UnoAmérica sobre nossa visita e resolvi publicá-la aqui para meus leitores. Tenho, entretanto, algumas ressalvas a fazer. Estive na Colômbia por apenas uma semana, muito rica em contatos, mas a agenda inicial teve que ser totalmente refeita (e era alterada quase que diariamente) em decorrência de compromissos que as pessoas tinham em relação à eleição que ocorreria no domingo seguinte à minha volta, e a inesperada e magnífica operação que resgatou os militares e policiais em poder das FARC, não permitindo, por isso, que os encontros com militares do Exército ocorressem.

Enxergar os movimentos táticos das esquerdas exige, em primeiro lugar, o conhecimento de suas estratégias.

Posso ser insistente, mas ainda há tempo para que o DEM - ou ainda, para que qualquer político alinhado com uma democracia representativa, com o estado de direito e com a sociedade livre e de mercado defenderem com convicção o direito (apriorístico) de propriedade, o estado mínimo, a responsabilidade fiscal e as liberdades individuais. Já há uma boa - embora nascente - produção intelectual no país com que se abalizarem e instruírem.

O grosso do público não tem a mais mínima idéia das técnicas de engenharia social que, de uns trinta anos para cá, se substituíram maciçamente às normas do bom jornalismo.

A afetação de neutralidade superior, especialmente quando se quer impingir à platéia opiniões arriscadas e mentiras cínicas, é a essência mesma do "estilo jornalístico". Os "grandes jornais" deste país praticam-no com destreza tal que a maior parte de seus leitores, tomando a forma pelo conteúdo, acredita seguir a razão e o equilíbrio no instante mesmo em que vai se acomodando, pouco a pouco, anestesicamente, às propostas mais dementes, às modas mais escandalosas, às idéias mais estapafúrdias.

Um dos efeitos culturais mais devastadores dos escritos de Marx foi marcar indelevelmente a historiografia ocidental com a fácil, mas frágil fórmula mágica do 'interesse econômico' para tudo explicar sobre as relações entre as nações e os grupos humanos. Acredito que os últimos ocidentais que entenderam realmente o Islam foram os Cruzados. Isto porque também possuíam uma visão de mundo religiosa e unitária: o Cristianismo.

Habituados a raciocinar em termos de poderes estatais, militares, econômicos e burocráticos, os estrategistas do Ocidente perdem freqüentemente de vista a unidade profunda do projeto islâmico ao longo do tempo, nublada, a seus olhos, por divergências momentâneas de interesses nacionais que, para eles, constituem a única realidade efetiva. E nisso refiro-me aos estrategistas das grandes potências, não a seus macaqueadores de segunda mão que hoje constituem a "zé-lite" da diplomacia luliana. Estes não têm sequer a noção de que exista, para além dos lances do momento, um projeto islâmico de longo prazo...
Olavo de Carvalho

Não podemos acusá-lo de dubiedade. O editorialista começa o texto mostrando que, entre o governo democrático da Colômbia e um grupo terrorista que seqüestra, tortura e mata, ele fica com o grupo terrorista que seqüestra, tortura e mata.

Eu sei que todo jornal brasileiro é obrigado por lei a dar 80% de sua redação aos esquerdistas, mas publicar um editorial assinado pelas Farc me parece um pouco demais. Foi o que fez o jornal O Povo deste sábado, 26 de junho, ao comunicar aos seus leitores que as Farc estão chateadas com a vitória de Juan Manuel Santos e, portanto, da estratégia iniciada por Álvaro Uribe. Segue o editorial:

Doravante, até outubro, tudo será controlado e medido. Os centímetros de texto e de imagem, bem como os segundos de exposição concedidos aos candidatos. Só não serão compulsados, nessa imposta e falsa neutralidade, os miligramas de veneno ardilosamente inseridos nas matérias.

Não é raro que em debates de rádio e tevê surjam interlocutores que se apresentam revestidos de credenciais acadêmicas. Proclamam-se técnicos e querem que seus argumentos sejam apreciados por sua "objetividade científica". No entanto, têm lado, ocupam bem cavada trincheira ideológica ou partidária, vestem colete a prova de balas, escudo, viseira e disparam seu arsenal com determinação. Mas assumem ares de isenção. Não requer muito esforço desmontar a cena e expor a falsidade da situação: cientista militante é apenas um militante cientista, é intelectual orgânico, tão a serviço da causa quanto o sujeito que, na madrugada, sai à rua para colar cartazes. Nada há de errado em ter lado. Errado é esconder o lado onde se está. É fingir neutralidade e isenção quando não se é neutro nem isento.

grande_ruiA ação múltipla de Rui Barbosa desmonta o velho trololó marxista de que a história se move por meio da luta de classes e não pela vontade de homens (e mulheres) capazes e decididos.

Dotado de saber, caráter, energia, constância e sensibilidade, o Dr. Barbosa era um ser muito acima dos seus pares.

Certa feita, um obscuro comentarista de jornal escreveu que a biografia era um gênero literário de geografia definida, limitado ao norte pela história, ao sul pela ficção, ao leste pelo obituário e a oeste pelo tédio. Desde logo a frase, bem construída, pega pelo balizamento estrutural do gênero, mas peca pelo princípio da generalização: nem sempre a biografia, enquanto gênero literário, aborrece, em particular quando é traçada por um escritor de estilo claro e íntegro, que compreenda o tempo, o sentido da vida e a obra do seu personagem.

prince_charlesBeresford reiterou que "Chesterton dedicou sua produção literária inteira a celebrar a vida como boa e a lutar contra ideias como o controle populacional".

O Príncipe de Gales foi duramente criticado depois de usar um discurso sobre o islamismo e o ambientalismo como oportunidade para pedir uma redução no índice de natalidade do mundo, principalmente entre muçulmanos.

Na obra Páginas Várias, o maior nome da filosofia brasileira dá seu parecer sobre o homem moderno, das metrópoles, da civilização decadente.

A civilização é a metrópole. Cada vez cresce mais a separação entre os metropolitanos e os provincianos. Enquanto estes continuam a ser os guardiões das culturas, aqueles aniquilam-se na morte das ideias, que substituem por brilhos de moeda falsa. Estamos numa época de decadência, porque se instaura definitivamente no mundo, mais uma vez, o predomínio inconteste das metrópoles.

A senadora Kátia Abreu não sabe que ela própria encarna precisamente o que os comunistas chamam de obstáculos. Mas, vergonhosamente, canta loas a Aldo Rebelo.

Foi com um misto de espanto e constrangimento que li o artigo da senadora Kátia Abreu ("A coragem moral de Aldo Rebelo"), publicado na edição de hoje do jornal Folha de São Paulo. No artigo, a senadora do DEM do Tocantins revelou uma notável ignorância histórica e política sobre as forças que agem atualmente no Brasil. É de espantar que uma pessoa da sua estatura política assinasse tão notável atestado de ignorância. Vejamos o porquê.

Eu acredito que a senhora foi ameaçada por outra gente, não pelo coronel Plazas. E esse medo a pressionou a atuar, a sentenciar como o fez. Estimo que a senhora não esteja fugindo de tais ameaças. A senhora foge ante os temores que lhe gera o fato de haver cometido um delito grave como é condenar a um inocente.

Carta aberta à juíza colombiana
María Stella Jara Gutiérrez,
Onde quer que esteja

Meritíssima,

Em meio à solidão de minhas noites, às quais me condenaram já há três anos quando detiveram meu esposo, o coronel Luis Alfonso Plazas Vega, reflito acerca do que está ocorrendo.