Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Informo ao Sr. Ricardo Setti que a lebre levantada sobre a possível natalidade queniana de Barack Hussein Obama não é obra de nenhum WASP birther, mas de sua própria avó, que em pelo menos duas vezes declarou tê-lo visto nascer com os próprios olhos.

Na noite de quarta-feira, dia 27 de abril de 2011, leio no meu Twitter uma mensagem do colunista da Veja, Ricardo Setti, com link para o seu artigo "Obama acaba com a palhaçada dos que duvidavam dele e divulga certidão de nascimento".

Bom, vejamos as coisas assim: Obama é negro, e durante a sua campanha, os brancos anglo-saxões protestantes da direita americana, que não suportam a idéia de um sujeito com o seu perfil candidatar-se a presidente do seu país, criam o boato de que ele não é cidadão nato, com a finalidade de difamá-lo. Então Obama, ao ler esta bobagem nos jornais, pergunta-se como alguém pode se permitir pagar um mico tão grande em público, e ato contínuo, caminha até o seu escritório, saca de uma pasta a sua certidão original de nascimento e a entrega a um de seus assessores, dizendo: " - vamos acabar logo com esta palhaçada! Esfregue isto na cara dos republicanos; mostre a quem quiser ver".

"Os tempos correrão na direção que decidamos imprimir-lhes. Nenhuma lei histórica condena as sociedades a 'progredir' indefinidamente para a anomia e a dissolução de vínculos"

O Parlamento de Budapest aprovou em 18 de abril passado a nova Constituição da Hungria. O texto apresenta uma série de traços de máximo interesse, embora insólitos na Europa atual. A nova Constituição é tão politicamente incorreta que parece um milagre (não é de se estranhar que a imprensa "progressista" ande rasgando as roupas por causa disso).

A Constituição reconhece explicitamente a importância do passado cristão na forja da identidade húngara. Quer dizer, adota uma postura diametralmente oposta à que caracterizou a abortada Constituição européia (que omitiu qualquer menção ao Cristianismo, embora citasse a Grécia, Roma e o Iluminismo). A Hungria não participa, pois, da patológica atitude de auto-negação histórico-cultural que caracteriza muitos países ocidentais. Reconhecer as raízes cristãs não é mais do que um ato de justiça histórica: é uma profissão de fé (de fato, a Hungria é hoje em dia um dos países mais descristianizados).

A inflação está aí. O excessivo gasto público, os PAC da vida, a Copa, os Jogos Olímpicos, a generosa distribuição de dinheiro público e a institucionalização da corrupção (que impõe descaradas barreiras aos próprios órgãos de fiscalização!) são incompatíveis com a estabilidade monetária.

Relatei em "Pombas e Gaviões" o caso da mocinha da novela que, advertida pela mãe sobre o erro que iria cometer, contestou-a: "Ora, mãe, deixa eu errar porque errando se aprende". O pior do episódio não foi o descaramento da guria, mas o vácuo cerebral da mãe, que emudeceu ante tão sábia manifestação de experiência juvenil. Errando se aprende!... Ora, só aprende com os próprios erros quem, ausentes outras formas de aprendizagem, busca os caminhos certos aberto ao bem e à verdade. Jamais será esse o caso dos que, tendo recebido a orientação correta, andam na direção oposta porque o erro é o objetivo buscado (como, sem qualquer constrangimento, aquela adolescente de novela expressou à tolinha da mamãe de novela).

O FAUSTO é todo estranheza e negação. É todo profanação daquilo que o Ocidente cristão até então havia considerado como verdadeiro e sagrado.

Goethe é o verdadeiro fundador da psicologia analítica, a ponto de ter cunhado suas categorias decisivas. Não ao acaso Carl Jung o louvava sempre em suas manifestações. O FAUSTO é uma obra de análise da psicologia masculina e por isso o feminino terá sempre que ser compreendido como a imagem de mulher vista desde o homem. Aqui quero tecer alguns comentários a uma das passagens memoráveis mais estudadas, e quero crer que menos compreendida, do grande poema alemão. Refiro-me à passagem do Reino das Mães, elo fundamental da trama que levará ao desfecho, que a todos surpreendeu.

Como pode ser possível que o general Jesús Armando Arias Cabrales seja condenado hoje a 35 anos, enquanto o terrorista Antonio Navarro Wolf seja Governador de Nariño e eventual aspirante à presidência em 2014?

A condenação a 35 anos de prisão contra o general Jesús Armando Arias Cabrales, comandante das tropas que salvaram a república e a institucionalidade durante as funestas horas do dias 6 e 7 de novembro de 1985, quando uma frente do grupo terrorista M-19 penetrou a sangue e fogo no Palácio da Justiça e assassinou vários reféns a sangue frio, tem fundo político, propagandístico dos comunistas e cínica atitude cúmplice com os terroristas que agora são governadores, ex-ministros, ex-candidatos presidenciais, ex-diplomatas e até ex-assessores de altos funcionários do Estado.

Do desprezo geral pela busca da verdade resulta a ausência completa da ação soviética na imagem popular das décadas de 60-70. No entanto, em 1964, a KGB tinha na sua folha de pagamentos, entre milhares de profissionais de várias áreas, pelo menos uma centena de jornalistas brasileiros.


A imagem oficial dos combates travados entre os anos 60 e 70 no Brasil opõe, de maneira reiterada e obsessiva, os "jovens" guerrilheiros aos "velhos" generais. Adolescentes românticos e entusiastas contra setentões endurecidos e carrancudos. O estereótipo, instituído pela minissérie "Anos Rebeldes" (Globo, 1992), tornou-se obrigatório em todos os filmes, romances, contos, novelas de TV e reportagens, ao ponto de arraigar-se no imaginário popular como uma cláusula pétrea da verdade histórica, a base infalível de tudo que se pensa, acredita e sente daquele período histórico.

Meu esposo foi vítima das piores canalhices na história jurídica da Venezuela e queria que os senhores manuseassem a informação que assim o demonstra.

Senhores,

Agência EFE

Caracas.

Estimados senhores,

Li com grande interesse a matéria de EFE intitulada "Esposa pede ajuda médica para um opositor venezuelano acusado de ter explosivos".

Escrevo-lhes para lhes fazer chegar algumas precisões às quais estou certa de que serão de seu interesse:

 

Fazemos um chamado aos organismos internacionais que têm como missão a defesa e a luta pelo respeito dos direitos humanos, que tomem nota e peçam que as autoridades venezuelanas respeitem os direitos à saúde e à vida de Alejandro Peña Esclusa.

Resistencia Civil de Venezolanos en el Exterior (RECIVEX), ante a violação dos direitos humanos de Alejandro Peña Esclusa, fixa posição:

1. Como cidadãos venezuelanos que, embora estejamos residenciados no exterior, não nos esquecemos de nossa pátria nem de seus valores. Solicitamos formalmente a libertação do dirigente opositor venezuelano Alejandro Peña Esclusa, não somente porque é inocente das denúncias pelas quais está sendo acusado e continua julgado, mas também pela deterioração de sua saúde devido à recaída de um câncer de próstata, pelo qual havia feito uma intervenção cirúrgica umas poucas semanas antes de sua prisão há já nove meses.

As moças na Universidade de Yale descobriram que não conseguem viver com a cosmovisão freudiana pós-moderna sexualmente devassa. Não funciona. Leva ao caos moral.

(Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) - Por algum tempo agora, venho lhes dizendo que a cosmovisão cristã é a única cosmovisão que nos fornece um jeito racional de viver no mundo. É a única cosmovisão com a qual podemos viver.

Não podemos simplesmente viver com as consequências lógicas de outras cosmovisões como o naturalismo secular, a 'nova era' ou o freudismo.

Como será o Brasil com o PLC 122 aprovado? Os ativistas gays dizem que será um país em que homens que fazem sexo com homens terão apenas igualdade de direitos. A nova versão da lei anti-"homofobia" vai banir da internet, televisão, rádio, jornais e locais públicos toda opinião negativa contra o homossexualismo, mas Marta Suplicy, atual relatora do PLC 122, garante que vai "defender a liberdade" de os religiosos poderem falar contra o homossexualismo pelo menos dentro do templo de suas igrejas.

Imaginemos agora o Brasil sob essa nova modalidade de "liberdade" de expressão:

ANNCOL difunde rumores, calúnias e insultos contra o Governo, os militares e a classe dirigente colombiana, instila calúnias e injúrias e desinforma sobre a Colômbia. ANNCOL é, pois, um instrumento de manipulação midiática.

Os comunistas venezuelanos queriam impedir a deportação à Colômbia de Joaquín Pérez Becerra, cognome "Alberto Martínez", cabeça da comissão internacional das FARC. Jerónimo Carrera, chefe do PCV (Partido Comunista da Venezuela), gesticulou ante os meios de comunicação de Caracas e despachou um batalhão de advogados para que obtivessem a libertação de Pérez, que havia sido detido em 23 de abril último no aeroporto de Maiquetía, onde havia chegado proveniente da Alemanha. Porém, fracassou.

Depois de publicarmos em fevereiro último a entrevista que fizemos com a jornalista Graça Salgueiro, é a vez de trazermos agora para nossos distintos leitores a entrevista que fizemos na última segunda-feira, dia 18 de abril, com José Anselmo dos Santos, o "Cabo Anselmo", no escritório de seu advogado, em São Paulo.

A intenção de fazermos esta entrevista antecede em muito o próprio início deste blog, em junho de 2010. Ela surgiu quando assistimos a entrevista que José Anselmo concedeu aos esquerdistas vagabundos do programa Canal Livre, na TV Bandeirantes, em setembro de 2009.

Defender ou não a minha vida, o meu patrimônio e principalmente a minha família é uma decisão consciente minha e, repito, não aceito que o governo exija a minha rendição perante os criminosos.

Imediatamente após a chacina de Realengo, o governo federal anunciou que antecipará a nova campanha em favor do desarmamento com o argumento de que uma população armada é uma população violenta. Contra essa tese trabalha o advogado paulista Bene Barbosa, presidente do Movimento Viva Brasil, associação empenhada em proteger o direito ao uso de armas para defesa da vida e da propriedade e que agora como em 2005 redobra os esforços para desmistificar a propaganda oficial.

O modelo keynesiano de moeda abstrata está virando farelo, e agora num passo acelerado. O processo contínuo de endividamento estatal adiado ao máximo pela possibilidade desimpedida de imprimir papel moeda a partir do literalmente nada está por encerrar um ciclo de empobrecimento mundial generalizado.

A notícia econômica que promete ser a mais bombástica do século XXI simplesmente tem sido ignorada pelo mainstream jornalístico brasileiro. Refiro-me ao fato de que atualmente em treze estados norte-americanos tramitam projetos de lei com a finalidade de reconhecer os metais preciosos como o ouro e a prata como moedas legítimas. Em Utah, falta tão somente a assinatura do governador para a promulgação da lei. Além do Utah, em diferentes estágios de processo legislativo se encontram os estados do Colorado, Georgia, Montana, Missouri, Indiana, Iowa, New Hampshire, Oklahoma, Carolina do Sul, Tennessee, Vermont e Washington.

O serviço diplomático americano em Honduras já odiava Roberto Micheletti desde muito antes do "golpe", e já estava preparado para tomar posição contra ele qualquer que fosse o curso posterior dos acontecimentos.

As mensagens confidenciais da embaixada americana sobre a queda do presidente hondurenho Manuel Zelaya, recentemente reveladas pelo Wikileaks, são um resumo didático de como funciona a política externa dos EUA hoje em dia.

Desde os primeiros momentos o embaixador, Hugo Llorens, toma partido em favor de Zelaya: "Os militares, a Suprema Corte e o Congresso nacional conspiraram em 28 de junho (2009) naquilo que foi um golpe inconstitucional e ilegal contra o Executivo. Na nossa perspectiva, não há dúvida de que a ascensão de Roberto Micheletti ao poder foi ilegítima."