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SPACÇO DO SPACCA

peterpan spacca

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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A decisão de Coulter de aparecer no evento não foi em si sem polêmica; ela realmente perdeu um convite para dar uma palestra na Conferência "Retomando os EUA" em 17 de setembro em Miami, Flórida, patrocinada por WorldNetDaily, depois que foi anunciado que ela havia aceitado o convite.

NOVA IORQUE, EUA, 28 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - A comentarista conservadora Ann Coulter permaneceu fiel à sua reputação de provocar polêmica durante um discurso para homossexuais conservadores em Nova Iorque no sábado, dizendo-lhes que eles não precisam de direitos especiais e que o casamento é a união de um homem e uma mulher.

A devoção de Obama ao aborto não é o único aspecto de uma agenda pública em conflito evidente com a cosmovisão cristã.

ALBUQUERQUE, Novo México, EUA, 29 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - Depois de reportagens de ceticismo generalizado acerca de seu cristianismo professado, o presidente Obama na terça-feira invocou os ensinos de Jesus Cristo como a inspiração para sua agenda pública, que ele chamou de parte de um "esforço para expressar minha fé cristã" - e logo em seguida defendeu a matança legalizada de bebês em gestação.

Terminado o pleito, das duas uma: ou a militância sairá mais forte, ou mais revoltada. Sua periculosidade é a mesma nos dois casos.

A diferença entre eleitorado e militância é a que existe entre um gás e um sólido. O primeiro pode concentrar-se num ponto por alguns momentos, mas acabará se dispersando no ar espontaneamente. O segundo só pode ser movido do lugar mediante algum esforço, proporcional à sua massa e peso.

As próximas eleições vão opor, à solidez maciça e ao peso formidável da maior militância organizada que já houve no País, a substância gasosa de um eleitorado espremido às pressas, anarquicamente, num recipiente que vaza por todos os lados.

Em 2002, Argos, a arguto ET de 100 olhos, oriundo da Constelação de mesmo nome, esteve em visita à França e ao Brasil, para conhecer os respectivos sistemas eleitorais.

Em setembro de 2010, Argos voltou ao Brasil e solicitou uma entrevista exclusiva, para tentar entender a corruPTa política brasileira. Apesar de seus 100 olhos e Argos ser um sujeito muito arguto, as dúvidas, ao final da entrevista, só aumentaram.

- Argos, o que você acha das atuais eleições?

- Em 2002, eu observei que todos os candidatos a presidente do Brasil eram de esquerda. E agora?

Até onde se sabe, nenhuma pessoa desafiou o oceano em uma balsa caseira em busca de melhores condições de vida em Cuba.

Entre os intelectuais, o modismo de sempre é culpar todas as mazelas da sociedade no livre mercado. Basta dar uma olhada no conteúdo dos cursos universitários, nas palavras dos professores, nas publicações acadêmicas e mesmo nos jornais dos grêmios universitários. Todos eles concordam entre si nesse quesito.

O desprezo popular pelo mercado é angustiante. Poucas instituições são tão universalmente vilipendiadas, e talvez poucas instituições sejam tão universalmente incompreendidas. E essa desinformação é perigosa: os radicais que protestam tão veementemente contra o funcionamento do livre mercado raramente percebem que estão defendendo o fim da única instituição que pode aprimorar o padrão de vida das pessoas.

A santificação lulista pode parecer um dos maiores enigmas do universo. Bem, tem explicação: a idiotização completa da população brasileira, a cumplicidade criminosa da inteligentsia com o poder e a corrupção moral e ética da classe política e dos empresários.

Hans Christian Andersen, o grande contista de fábulas dinamarquês, tem uma história que retrata muito bem a realidade política brasileira, na figura do presidente Lula. É o famoso conto da roupa nova do rei. Dois bandidos fraudulentos, que se passavam por alfaiates, deram a idéia ao monarca de vestir uma roupa que só os mais astutos e inteligentes veriam. Aí dissimulavam costurar uma roupa invisível, e afirmavam que aqueles que não conseguiam ver as suas vestes, careciam de inteligência. Os seus pares nobres fingiam ver a nova roupa do rei, temendo o rótulo de burros. E todo mundo elogiava a vestimenta real que ninguém via. Num belo dia, quando o rei passeava com os trajes invisíveis, eis que uma criança sincera começou a gritar: - O rei está nu!

Ao contrário dos cidadãos muçulmanos, que só precisam de uma autorização municipal para construir mesquitas, os coptas precisam de uma aprovação presidencial para uma igreja, baseado no Decreto Otomano Hamayoni de 1856, além de dez humilhantes condições estabelecidas pelo Decreto Ezaby Pasha de 1934, antes da apreciação para um decreto presidencial.

(AINA) - Os egípcios, tanto os muçulmanos quanto os cristãos, estão acompanhando de perto a polêmica em torno do projeto da Mesquita do Marco Zero, embora por razões distintas. A mídia egípcia está dando cobertura completa ao assunto, com artigos que em sua maior parte acusam os americanos de islamofobia, e apoiando os muçulmanos a exercerem seus direitos de construir uma mesquita em qualquer parte, como é assegurado pela Constituição dos Estados Unidos, independentemente do que os americanos pensem.

Os erros no pensamento de Hawking vão muito mais fundo do que as incoerências e especulações em seu uso da física moderna. Eles implicam interpretação incorreta fundamental acerca das diferenças entre as ciências naturais e as ciências da filosofia e teologia.


Stephen Hawking, professor de física mundialmente famoso, está provocando polêmicas e manchetes ao afirmar em seu livro recente "The Grand Design" (O Plano Magistral) que Deus não é necessário para explicar a existência do universo porque, nas palavras dele, "conforme indicam recentes avanços na cosmologia, as leis da gravidade e a teoria quântica permitem que o universo apareça espontaneamente do nada"."

O intervencionismo impõe diversos obstáculos à criatividade dos indivíduos e, como esta é um fator importantíssimo para o desenvolvimento da economia e da sociedade, provoca atraso econômico, político, cultural e tecnológico. Ao bloquear a criatividade humana, emperra o avanço em todos os setores da vida social.

Intervencionismo e empreendedorismo são estados contraditórios. Não admitem meios termos, da mesma forma que não há meio termo entre chover e não chover: ou está chovendo ou então não está; ou há empreendedorismo ou intervencionismo. Infelizmente, poucos percebem isso e a imensa maioria das pessoas, incluindo muitos empresários, crê que intervencionismo e empreendedorismo podem conviver na geração do progresso.

É esse o homem que hoje, diante de acusações mais que justas - e dirigidas nem mesmo a ele, mas à sua candidata -, choraminga, num show de autopiedade histérica, que levou mais chibatadas que Jesus Cristo e, ao mesmo tempo que clama pelo controle estatal da mídia.

As denúncias que hoje circulam contra o PT, e que tanto enfurecem o sr. Presidente da República, não se comparam, em número e virulência, às que o próprio PT espalhou na mídia e alardeou no Parlamento, ao longo de vinte anos, destruindo ou subjugando as lideranças políticas que pudessem se opor aos seus intentos.


Se hoje um Collor, um Sarney, um Maluf e inumeráveis líderes empresariais beijam a mão do presidente da República (como até o valentão Antônio Carlos Magalhães chegou a beijá-la pouco antes de morrer), é porque o partido dele lhes mostrou quem é o chefe, quem é que manda nesta coisa. E o mostrou a gritos e cusparadas, à força de acusações escabrosas, ameaças e escândalos fabricados, tão numerosos e persistentes que os anos 90 ficariam marcados como a década da bandalheira se depois não viessem o Mensalão, os dólares na cueca, os assassinatos dos prefeitos de Campinas e Santo André, etc. etc., reduzindo a corrupção anterior à escala de roubo de chicletes na cantina da escola.

 

Aparecerão as diretrizes dadas por Lula, Correa, Chávez, Evo, Ortega, Lugo, Mujica, a Kirchner e Fidel a seus subalternos, para manejar com maior discrição as relações com as FARC, sem renunciar ao interesse de meter a Colômbia no Socialismo do Século XXI e legitimar as FARC.

Se os três computadores de Raúl Reyes desataram uma tormenta política no hemisfério, é presumível que os achados por revelar dos computadores de Jojoy e do Puntumayo vão causar muita urticária nos delinqüentes de colarinho branco, que deste dentro e fora do país apóiam, ou apadrinham ou militam no grupo terrorista.

A avalanche de eventos fez com que as árvores não deixassem ver o bosque, e que os meios de comunicação desviassem a atenção após dois golpes de transcendência estratégica e política contra a cúpula das FARC no Putumayo e em Meta com similar importância.

A organização presidida pelo colunista do Mídia Sem Máscara Alejandro Penã Esclusa, preso político do regime chavista, denuncia a farsa das eleições na Venezuela.

Bogotá, 27 de setembro - A União de Organizações Democráticas da América, UnoAmérica, criticou duramente o sistema eleitoral venezuelano "posto que não reflete a vontade popular".

Depois das eleições parlamentares realizadas ontem, UnoAmérica emitiu um comunicado onde expressa: "Não se explica como a oposição, tendo obtido a evidente maioria do voto total (52 por cento), tenha alcançado só um terço dos deputados. Obviamente o sistema está planejado para favorecer indevidamente o oficialismo".

As virtudes exigidas do homem público, como honestidade, transparência, cultura, honradez, seriedade e respeito, estão seriamente abaladas. Nem mesmo o povo mais as reconhece.

Dou uma passeada pelas ruas de Belém e eis que me deparo com a placa do retrato de um cidadão, candidato a deputado estadual aqui em nosso estado. A história desse homem público, médico, é bem nebulosa: foi acusado de abusar sexualmente de uma menina de nove anos de idade. No entanto, a despeito deste indivíduo ter sido condenado a 21 anos de prisão pelo crime, e ser foragido da polícia, o Tribunal Regional Eleitoral deu parecer favorável à sua candidatura. O molestador de crianças agora pode ser eleito de novo, para ter imunidade, com o beneplácito do povo ignóbil.

...Nem todas as guerras podem ser condenáveis no mesmo grau enquanto existirem países e nações preparadas para a destruição sem piedade de outras, estas devem se armar para a guerra (...). Pode parecer paradoxal, mas devemos admitir que a guerra poderia ser um meio inapropriado de estabelecer a tão desejada paz 'eterna'

Sigmund Freud

Resposta à carta de Albert Einstein 'Por que a Guerra?' (1932)

Em 1931 o Comitê Permanente para a Literatura e as Artes da Liga das Nações criou o Instituto Internacional de Co-operação Intelectual destinado a providenciar trocas de cartas entre intelectuais. Convidado, Einstein sugeriu o nome de Freud que prontamente aceitou. Em Julho de 32 Einstein dirige-se a Freud com a pergunta acima, Freud responde em Setembro. Tambores de guerra na Europa já tocavam forte, em Dezembro haveria eleições na Alemanha, onde Einstein ainda morava, o Partido Nazista faria maioria simples no Reichstag e exigiria a posse de Hitler como Chanceler. Em breve a Liga das Nações seria definitivamente enterrada e os dois missivistas teriam que emigrar.

Anteriormente, o imigrante que chegava tinha que se adaptar às leis e costumes do país, ou ao menos aprender o idioma. Hoje em dia, parece ser o contrário: é o país hóspede aquele que tem que se curvar à religião dos recém-chegados para não "ofendê-los".

Séculos atrás, brancos europeus invadiram a América e instalaram colônias, suplantando e/ou misturando-se com a população local de índios e trazendo escravos da África para trabalhar.

Hoje, está havendo uma colonização ao contrário. Árabes, africanos e índios (na forma de mestiços latinos) estão colonizando EUA e Europa. É a vingança dos colonizados.