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SPACÇO DO SPACCA

peterpan spacca

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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A mesma gente que se diz ansiosa pela instauração de uma sociedade mais digna e justa, sequer exige da candidata oficial uma explicação compatível para o caso escabroso ou simplesmente aceita o fato como consumado.

Anos atrás, dois diplomatas brasileiros entraram num bar da Rua da Palma, em Assunção, capital do Paraguai, paraíso do contrabando oficializado. Os funcionários do Itamaraty, bem vestidos e escovados, uma vez no bar, dirigiram-se ao balconista e pediram água mineral. Enquanto esperavam atendimento, iniciaram uma animada prosa na língua mater.

Graças à grana que o BNDES libera para o empresariado, subsidiada pelos impostos do povão, agora caímos na real. Bolsa Família para os pobres e bolsa Louis Vuitton para os ricos.

Integro o grupo cada vez mais reduzido dos que consideram a política - mesmo a que temos - como algo importante à vida dos povos. Isso me leva a tomar a sério os processos eleitorais. Não, não estou sendo sutil nem ironizando. Levo a sério, mesmo. Aliás, anote aí, leitor: eleição é só o que nos resta de democracia no Brasil. Quem quis diretas-já para ter democracia, agora tem diretas e deve clamar por democracia-já. O regime democrático é incompatível com a desmesurada concentração de poderes, prerrogativas, recursos financeiros, forças, meios e instrumentos de barganha que, em nosso país, convergem para a presidência da República. Eis por que, desde antes da Constituinte, insisto em que constituamos uma federação de fato e em que separemos Estado, governo e administração. Como mínimo.

Isso só reforça a convicção de que a eventual vitória de Dilma Rousseff dará à gangue do PT e seus aliados a senha do "pode tudo", acima e além da lei, sobretudo naquilo que julgarem necessário para a manutenção de seu poder. A destruição das oposições será consumada e o país caminhará perigosamente para uma ordem totalitária.

O editorial do Estadão (O crime continuado do PT) de hoje é daquelas peças para se emoldurar e não mais esquecer. Ele tem por tema o roubo dos dados de pessoas importantes da base da Receita Federal. Nem vou discutir aqui a exorbitância estatal de se fazer declaração de rendimentos e de fluxo patrimonial, que é uma outra história, para outro artigo. Na verdade, estamos em pleno vigor de um Estado policialesco, na medida em que as autoridades curvam-se aos interesses menores dos petralhas que tomaram o poder. Nas palavras do editorialista:

O que se dirá então da extrema frouxidão tucana de não associar o PT às Farc? O que se vê é muito simples: esquerdista é cúmplice de esquerdista, como terrorista é cúmplice de terrorista.

O domínio, por assim dizer, "espiritual" das esquerdas na democracia brasileira é praticamente absoluto. O presidente corrupto, envolvido politicamente com a narcoguerrilha colombiana, com a destruição das democracias latino-americanas, fiel aliado de ditaduras totalitárias de matizes comunistas ou islâmicos, enfim, membro do que há de pior no âmbito dos valores políticos, indica uma candidata, cujo passado de terrorista e assaltante de bancos não é nada abonador. Mas quem disse que o eleitorado brasileiro está interessado nisso ou sabe algo de Dilma Rousseff? Basta que o capataz Lula indique seu capacho presidenciável e o povo brasileiro, como cabresto enfeitiçado pelo bolsa-esmola, vote! Quando a esquerda não intoxica a alma da população com ideologias, compra com dinheiro.

Por que ser tolerante com aqueles que não são tolerantes?

Mal poderia eu adivinhar (bem, dados os antecedentes, até poderia, ou deveria, adivinhar...) que, logo após ter inserido a anterior entrada no Obamatório sobre a "Silly Season" da política norte-americana, ocorreria a acção, ou a afirmação, mais "silly" desta "season": Barack Obama a manifestar o seu apoio à construção de uma mesquita perto do "Ground Zero" de Nova Iorque... e perante uma audiência de muçulmanos a celebrar o início do Ramadão!

À nossa volta, vai se fechando o cerco sobre a liberdade. Na Venezuela isso já é uma realidade. Com exceção do Chile, essa triste América Latina vai amordaçando as vozes que, certo ou errado, formam o contraditório que permite à população formar juízo sobre seus governantes.

Governantes em todos os tempos experimentaram a tentação de suprimir a liberdade de expressão, sempre que essa buscasse estabelecer a controvérsia, ainda que por caminhos tortos, e iluminar os cidadãos com o conhecimento.

Conhecendo todo o histórico mundial do censo, pergunte a si próprio se você realmente pode confiar ao governo central de hoje informações que certamente estariam muito mais seguras se ficassem guardadas apenas consigo próprio.

"Naqueles dias saiu um decreto da parte de César Augusto," diz São Lucas sobre o motivo de Maria e José terem ido para Belém, "ordenando o recenseamento de todo o mundo." José teve de voltar à sua cidade porque o tirânico governo romano estava conduzindo o censo. Porém, as informações colhidas foram utilizadas com um propósito que ia muito além da mera tributação. O regente local do governo romano, mais tarde, decidiu que queria encontrar o Cristo menino e matá-Lo.

Na verdade os fatos indicam que realmente há uma grande coordenação da esquerda a nível continental, e a presença de Zelaya no mais recente encontro do Foro de São Paulo é apenas a última prova. Quando é que uma conspiração torna-se verdade, quando sai no jornal?

Lembram do acidente aéreo em Katyn, que matou toda a cúpula do governo polonês, justamente no aniversário do massacre soviético? Pois agora certas notícias indicam que os russos não estariam colaborando com as investigações -- ao contrário, estariam atrasando tudo e talvez tentando ocultar certos fatos.

Alejandro Peña Esclusa falou desde o cárcere sobre suas filhas, sobre sua esposa e sobre o estado da causa contra ele por um crime que, em suas próprias palavras, não cometeu. "Estou ilegalmente retido", disse, numa curta entrevista realizada via e-mail.

ND - Como estão sua esposa e filhas? Suas filhas entendem a situação?
APE - Desde há dois anos era evidente que o governo ia me deter, devido ao extraordinário trabalho que UnoAmérica vem fazendo para opor-se ao avanço do Socialismo do Século XXI em toda a região. Com cada vez maior freqüência, os funcionários governamentais e Venezolana de Televisión me acusavam dos delitos mais inverossímeis. Dali a uma montagem para deter-me era só questão de tempo.

Alguém pode me responder se melhorou a segurança pública? Preciso comentar sobre isto? Não precisaria, a não ser para lembrar aos ainda desavisados que o PT é sócio das FARC no Foro de São Paulo

Diante de tantos descalabros cometidos por Lula e seu partido (foi mesmo por um Fiat Elba que Collor caiu?), o povo, em acepção ampla, o que inclui também a classe empresarial, tem se sentido seguro por agarrar-se tão somente aos indicadores econômicos, por acreditar que Lula e a sua equipe têm se saído bem nesta área. Pois então, hoje, venho frustar as suas esperanças. Quem sabe assim entenderão que o oásis de sombra e água fresca que lhe é apresentado pelo governo com a cumplicidade de grande parte da mídia tradicional não resiste a um exame mínimo de lógica.

O descobrimento acerca do passado de Guarín confirma que a acusação contra o Coronel Luis Alfonso Plazas Vega é arbitrária e artificial.

Que bom que René Guarín Cortés, que se apresenta como "porta-voz" das vítimas do Palácio da Justiça, tenha confessado ante "El Espectador" seu passado criminoso. Essa confissão de parte a realiza, claro, sob a pressão dos meios de informação, pois ele havia calado essa condição durante todos esses anos. Dois jornalistas, Ricardo Puentes Melo e Claudia Morales, depois de explorar novas pistas, revelaram na semana passada que Guarín havia sido membro do M-19 e havia participado, em maio de 1988, com armas na mão, do seqüestro do publicitário Jorge Valencia Ángel. Este escapou à triste sorte que lhe tinha preparado a temível organização, graças à valorosa ação da Polícia e viu-se obrigado a abandonar o país por um tempo.

O co-governo nos estados "bi-nacionais" introduzirá a ruína e o caos total em uma quarta parte da Colômbia. É isso o que talvez pretendam os países da ALBA e do Foro de São Paulo, pois a idéia vem de Caracas.

Vimos nestes dias as agitadas carreiras de Amando Benedetti em Caracas. Após o encontro em Santa Marta entre os presidentes Juan Manuel Santos e Hugo Chávez, o presidente do novo Senado colombiano precipitou-se à sede de poder na Venezuela para discutir (e negociar?) com as altas esferas do país irmão e lançar dali mensagens otimistas e até as mais estranhas propostas.

Pelas estatísticas de rendimento escolar e de criminalidade, o Brasil já é o país mais burro e assassino do mundo. Terá se tornado também o mais covarde?

A quota de mendacidade dos nossos governantes já ultrapassou os limites do que seria tolerável num mitômano doente sem esperança de cura. E a quota de servilismo com que as lideranças empresariais, jornalísticas, militares e eclesiásticas deste país aceitam como normal e respeitável essa conduta obscena já ultrapassou o nível do que se poderia admitir num escravo amarrado e chicoteado, que o feitor, por mero sadismo, obrigasse a concordar que as vacas botam ovos e as galinhas dão leite.

São muitas as perguntas que a oposição e a imprensa, que está com sua liberdade ameaçada, poderiam fazer à candidata terrorista Dilma Roussef.

Com o título de "A grande mídia se organiza contra a candidatura de Dilma", circula na internet, há dias, um texto que dá conta de um consenso entre os principais órgãos de comunicação de massa do país no sentido de alertar o eleitorado sobre "um risco para a democracia brasileira: a eleição de Dilma Rousseff". O texto aborda basicamente o aspecto liberdade de expressão e dá a entender que, a partir de então, aquela significativa porção da Imprensa que compareceu ao encontro passaria a adotar uma atitude ofensiva e não defensiva em relação ao assunto, assumindo uma postura decididamente contrária à candidata do PT. No entanto, nos últimos dias a popularidade de Dilma só fez crescer (inclusive graças a franco apoio de parte da mídia), o que leva a crer que as resoluções do seminário promovido pelo Instituto Millenium ficaram apenas nas intenções. Por seu turno, a oposição parece ter feito um pacto de silêncio com o governo.

Cada um dos defeitos e maus propósitos de José Serra e seu PSDB são multiplicados e piorados pelo projeto político do PT a níveis inimagináveis, aparentado que é com o projeto de Lênin.

"Quem não tem visão bate a cara contra o muro".
Raul Seixas

Eu tenho um punhado de razões para não confiar em José Serra e mesmo não gostar de seu estilo autoritário. Nem do seu socialismo, que impiedosamente elevou impostos em São Paulo e impôs decisões perfectibilistas e autoritárias sobre os costumes da população em banalidades, como o hábito de fumar. Nem de seu projeto de poder, que faz do Estado um monstro que quer servir de instrumento de distribuição de renda, sacrificando a ética da propriedade privada e da meritocracia, instituindo o roubo institucional. Minha própria visão de Estado é aquela que vigorou na Era Vitoriana e bem sei que ela foi soterrada pelo aterrorizante século XX, tempo em que o Estado liberal foi assassinado pelos socialistas de todos os matizes.