Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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"Qual a solução, então?", perguntou-me um amigo com quem falava sobre esse tema. E eu: quem pensa, meu caro, que todos os problemas sociais tem solução não conhece a humanidade.

Os recentes episódios do Rio de Janeiro trouxeram à tona um debate recorrente - a liberação ou não do comércio de drogas ilícitas. Os argumentos pela liberação, ou pela descriminação, obedecem à lógica que descrevo a seguir. Se o consumo e o comércio forem liberados, a maconha, a cocaína, a heroína e os produtos afins serão disponibilizados aos seus infelizes consumidores, inviabilizando a atividade do traficante, cujos lucros fabulosos alimentam o crime organizado e a corrupção. Tal providência, dizem, determinaria um efeito em cascata benéfico para o conjunto da segurança pública. Alegam mais, os defensores dessa tese.

A economia mundial cresce quando os Estados Unidos crescem - mesmo quando eles desaceleram, mas não muito. A crise de Wall Street de 2007-2009 destruiu bancos, poupanças e empregos, mas em nenhum momento abalou os fundamentos do mercado mundial.

Afirmar que em 2011 os países "emergentes" vão emergir é uma profecia sem risco. Partindo de muito baixo, dispondo de reservas de mão de obra barata, tendo acesso a tecnologias testadas no Ocidente e no mercado internacional, o Brasil, a Índia ou a China perseguiram a sua ascensão. Isso é motivo de alegria, porque multidões inteiras, condenadas à miséria até recentemente, de agora em diante esperam levar uma vida mais digna.

Uribe-Entrevista-3 Uribe não tem tempo para perder. Dá aulas na universidade de Georgetown. Investiga para a ONU o caso do assalto israelense à flotilha turca. Escreve suas memórias. Recebe prêmios como o Águia das Américas da Câmara do Comércio dos Estados Unidos. Faz conferências na Guatemala, Brasil, Hungria e Madri. Esteve na inauguração da biblioteca do presidente George W. Bush no Texas. Sonha em fundar uma universidade na Colômbia. Corrige teses de graduação de estudantes colombianos. Faz fila como qualquer cristão em todos os aeroportos do mundo (tira os sapatos, o cinturão e passa pela segurança). Sobe no metrô de Washington. Chama o mordomo de "El Ubérrimo" por telefone todos os dias para ver como vão as coisas. E ainda lhe sobra tempo para fazer gols no Santiago Bernabéu.

Os ativistas do movimento homossexual estão certos de que conseguirão derrubar na Câmara Federal todas as emendas dos senadores.

Conforme depoimento de muitos parlamentares evangélicos e acontecimentos nos últimos dias no Senado Federal, venho a público com uma informação emergencial. Ativistas do movimento homossexual articularam com senadores que apoiam sua agenda um avanço, no Senado Federal entre os dias 8 e 9 de dezembro de 2010, do famoso PLC 122/06, que torna crime inafiançável a crítica ao comportamento homossexual, ou seja, imporá sobre o Brasil uma lei que tratará como criminosa toda pessoa que expressar uma opinião contrária ao homossexualismo.

"E os cubanos não protestam?", perguntam-me, frequentemente, quando conto estas coisas. Respondo: protestar faz mal para a saúde pessoal e familiar.

Poucas palavras definem tão bem a situação do povo perante o regime dos irmãos Castro quanto "escravidão". É uma escravidão um pouco diferente da que conhecemos nos livros de história, mas as restrições de liberdades e de direitos fundamentais, as relações de trabalho e as condições de vida não permitem outra descrição para a vida dos cubanos. O cidadão comum, o assim chamado "ciudadano de segunda", escravo do patrão estatal, não pode deixar o país, não decide em qual cidade ou região morar, não pode transferir um veículo se tiver sido adquirido depois de 1960, não pode trabalhar onde quiser nem para quem bem entender. E por aí vai. É uma escravidão sem lei do ventre livre. Filho de cubana já nasce escravo.


Esta não é a primeira vez que Peña Esclusa antecipa publicamente as estratégias do governo venezuelano.

Bogotá, 3 de dezembro - O Presidente de UnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, advertiu há quase dois anos que o Irã instalaria mísseis na Venezuela, como acaba de confirmar o prestigioso diário alemão Die Welt.

Em um artigo intitulado "Chávez, Ahmadinejad e a nova crise dos mísseis" [1], publicado em 28 de fevereiro de 2009, Peña Esclusa prognosticou que Chávez tentaria se perpetuar no poder detonando uma crise missilística, idêntica à que propiciou Fidel Castro em 1962.


Somente um governo sem qualquer respeito por segredos poderia permitir uma lambança dessas, para começo de conversa. E Obama não dá sinais de ter alguma ideia do que há de errado em seu próprio governo.


O deputado federal Peter King (que representa Nova Iorque pelo Partido Republicano) chama o assim chamado escândalo da Wikileaks "pior do que um ataque militar".

Se for verdade, ele nos deu uma ideia de como o governo de Barack Obama poderia reagir no caso de um ataque militar de verdade.

O ministro da Justiça Eric Holder ordenou uma investigação criminal.

O verdadeiro nome por trás da fachada é agitador. Esta é a verdadeira profissão de Obama: organizador (agitador) social. Seus títulos universitários pouco importam, já que foram obtidos apenas para esconder a profissão real e, segundo alguns, de forma bastante suspeita.

navy-jackBenjamin Franklin era contra a águia como símbolo americano, animal que dizia ter um 'caráter discutível'. Preferia a cascavel. Conta-se que antes da Independência, quando os ingleses mandavam para os EUA bandidos desterrados ele teria sugerido mandar em troca um navio cheio de cascavéis, animal não encontrado na Inglaterra, pois é característico de climas desertos. Como esclareci no final do artigo anterior os Republicanos estão usando a Gladsten Flag como simbolo de seu renascimento. Abaixo a primeira bandeira da Marinha Americana (Navy Jack), recentemente autorizada a ser usada nos navios da Armada enquanto durar a guerra ao terror. Utilizo-a aqui como símbolo do Tea Party Express, movimento conservador surgido nos dois primeiros anos da revolução de Obama.


Luiz Eduardo Soares não tem uma palavra para falar da corrupção em larga escala no poder político federal, que pôs o Itamaraty a serviço dos Estados delinqüentes e castrou o comando das Forças Armadas, que vêem impotentes os acontecimentos se desenrolarem. Não é a corrupção rasteira dos policiais que dá força ao tráfico.

Li com atenção a entrevista de Luiz Eduardo Soares dada à Folha de São Paulo. Fez-me pensar. Ele é o um dos co-autores do livro que foi base para o filme Tropa de Elite. Supostamente tem autoridade para falar do assunto de Segurança Pública, pois exerceu cargos na área, tanto no Rio de Janeiro como no plano Federal. Apesar de todas as credenciais Luiz Eduardo Soares na entrevista demonstra uma grande confusão moral e chega mesmo a identificar o crime com as forças da ordem, onde tudo está misturado. Como alguém tão confuso assim pôde trabalhar num roteiro tão sensacional? Obra coletiva esconde às vezes as carências individuais.

Se os pagadores dos impostos que o governo federal repassa ao MST ao menos sugerirem que alguma coisa aí está errada, serão automaticamente acusados de "criminalizar" o movimento e olhados com nojo por jornalistas, ongueiros e professores universitários.

Em 2007, o MST fechou duas vezes a Estrada de Ferro Carajás, operada pela Vale, impedindo o transporte de minério de ferro do Pará ao Maranhão. Os sem-terra incendiaram dormentes, cortaram cabos de fibra ótica e de energia e desmontaram trilhos. Meses depois, o juiz Carlos Henrique Haddad condenou líderes do bando a pagar multa de R$ 5,2 milhões à Vale. A resposta do MST, em nota: a sentença representava a "criminalização dos movimentos sociais que lutam por um Brasil melhor".

Embora seja improvável que a maioria dos marxistas fossem psicopatas clínicos, o movimento deles repetidamente originou regimes que se conduziram precisamente do jeito que se esperaria dos casos mais extremos dos que sofrem desse problema.

Quando leio as palavras de líderes pró-aborto como a psicóloga colombiana Florence Thomas, que chama os bebês em gestação de "tumores" e diz que são humanos apenas se a mãe deles os quiser, uma pergunta inquietante vem à mente: qual é, essencialmente, a diferença entre esse tipo de perspectiva, tantas vezes expressa pelos abortistas, e a definição clínica de "psicopata"?

Se ninguém consumisse drogas, o valor das mesmas seria zero. Não haveria, portanto,
traficantes e nem narcoterrorismo. Isso nos remete imediatamente à questão moral.

Desencantado com os rumos do Brasil,não fiz nenhuma postagem durante todo este mês. Mas, para que novembro não passe em branco, vou escrever sobre os recentes episódios protagonizados pelas forças policiais, com apoio das forças armadas e aprovação praticamente unânime da população do Rio e do Brasil, em que os traficantes alojados na Vila Cruzeiro e no chamado Complexo do Alemão foram expulsos das tocas (algumas até com banheiras de hidromassagem) em que se escondiam e de onde aterrorizavam a população, não só a daquelas "comunidades", como a de todos os cidadãos cariocas.

Não sou nem um pouco otimista quanto a esta operação, pois os capos estão sendo preservados e vão continuar impunes acobertados por este governo amigo de terroristas.


Eu havia prometido na última edição que hoje falaria das últimas medidas que o "grande líder democrático", Hugo Chávez, está tomando para implantar definitivamente um regime ditatorial castro-comunista na Venezuela mas um assunto mais grave e urgente surgiu no cenário nacional ao qual vou dar prioridade. Refiro-me à situação do Rio de Janeiro e da "caça" aos narcotraficantes encastelados nos morros e favelas daquela Cidade Maravilhosa.

Para Luciano Huck, cuja lógica faz jus à de Zuenir Ventura, "a 'guerra ao tráfico' não deu certo em nenhum lugar do mundo", "só gerou violência e
territórios ocupados", então "por que daria certo no Brasil?"

- E você garante que eles não traficam drogas nessas vizinhanças?

- Isso eu não garanto. Garanto que matarei qualquer um que o faça.

Em homenagem a Luciano Huck, o novo especialista em segurança pública do jornal O Globo, começo a coluna interativa de hoje com um Quiz. De quem é a resposta acima?

Já faz dez anos que o então principal traficante brasileiro, Fernandinho Beira-Mar, preso na Colômbia,
descreveu em detalhes a operação em que trocava armas contrabandeadas do Líbano
por duas toneladas anuais de cocaína das Farc.

Um leitor pede, gentilmente, que eu lhe diga quem, afinal, são os tão falados e jamais nomeados "barões da droga". Quem ganha com o crescimento ilimitado das quadrilhas de narcotraficantes e sua transformação em força revolucionária organizada, ideologicamente fanatizada, adestrada em táticas de guerrilha urbana, capacitada a enfrentar com vantagem as forças policiais e não raro as militares?