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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Os que participam deste tipo de montagens são premiados pelo governo, ascendendo-os a cargos mais altos.

Bogotá, 19 de novembro - O juiz Luis Cabrera, que ordenou a detenção ilegal do Presidente deUnoAmérica, Alejandro Peña Esclusa, participou de uma montagem para encarcerar gente inocente. Assim o revelou Alexis Peñuela, testemunha-chave no badalado caso Anderson, em declarações difundidas ontem à noite por Globovisión.
Peñuela assegurou que - pouco antes de se iniciar o julgamento sobre o assassinato do procurador Danilo Anderson - o juiz Cabrear o abordou em uma sala contígua ao tribunal e lhe exigiu que mentisse, para culpar do assassinato um homem inocente, Otoniel Guevara.


Os "delfins" do narco-terrorismo fazem parte do arcabouço diplomático que as FARC conseguiram estabelecer no exterior. Trata-se de uma complexa rede de apoios ideológicos e financeiros que os narco-terroristas teceram junto à extrema-esquerda internacional

Uma recente reportagem divulgada pelo programa "Testigo Directo" do Canal UNO[1], revela que ao menos 13 dos filhos dos principais cabeças da guerrilha narco-terrorista das FARC encontram-se atualmente estudando, entre outros países, na França, Canadá, México, Cuba, Argentina, Nicarágua e, certamente, na tristemente célebre República Bolivariana da Venezuela. Segundo o informe televisivo, os filhos dos mais importantes chefes narco-terroristas, entre eles "Alfonso Cano", "Rodrigo Granda" e os mortos "Raúl Reyes" e "Mono Jojoy", encontram-se residindo no exterior e levam uma vida "normal", como qualquer outro estudante, sem se sentir ameaçados ou importunados pelos controles e perseguição das autoridades.
Dissolver o Senado e estatizar totalmente o processo eleitoral. Dois absurdos que são prioridade no que o PT chama de "reforma política". Nivaldo Cordeiro dá seu parecer a respeito em mais um vídeo.

O PT quer e tentará fazer a reforma política no primeiro ano de mandato de Dilma Rousseff. A agremiação almeja dois pontos que são essenciais para seu projeto de transformação revolucionária: acabar com o Senado, instituindo o sistema unicameral e o financiamento público de campanha.

O Mídia Sem Máscara publica o manifesto em defesa do posicionamento da Universidade Mackenzie em relação ao homossexualismo e aos ataques realizados pelo movimento gayzista contra a liberdade de opinião e expressão religiosa. O manifesto, elaborado por cristãos de várias denominações, foi publicado em mais de mil blogs nesta sexta-feira (19).

A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente "homofóbico" veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo "homofobia", que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.

As raposas devem estar se moendo de inveja dos políticos brasileiros. Estes conseguiram o que elas vêm tentando, sem sucesso, há milênios: convencer as galinhas de que devem se deixar depenar, serem comidas e ainda baterem palmas e continuarem elegendo as raposas para administrar o galinheiro.

É desolador o panorama eleitoral brasileiro dos últimos doze anos. Desde 1998 revezam-se no poder os Kamaradas petistas com os Companheiros de Viagem tucanalhas. Embalados por um surto de prosperidade com o barateamento das importações, FHC comprou o Congresso - num mensalão nunca denunciado - e se reelegeu triunfantemente e já em janeiro de 1999 acaba 'a farra das importações', como se fosse um pai dizendo para seus filhos: - hora de naná, nenéns, acabou a farra, vão escovar os dentes e já pra caminha! Sejam Kamaradas marxistas-leninistas, sejam Companheiros de Viagem fabianos ou social-democratas, todos concordam que a população é constituída de um bando de crianças irresponsáveis que precisam de senhores oniscientes que lhes orientem para um mundo melhor e com mais 'igualdade'.

Nem discriminatório, nem supérfluo. Leis que proíbem a Sharia são essenciais para defender a ordem constitucional.

Conforme os americanos ficam sabendo mais sobre o Islã, o aspecto que eles acham mais censurável não é a teologia (como por exemplo se Alá é Deus ou não) nem seu simbolismo (por exemplo, um centro no sul de Manhattan) e sim seu código de leis, chamado de Sharia. E com razão, eles dizem não a uma série de leis que privilegia muçulmanos às custas de não muçulmanos, homens às custas das mulheres e contêm muitos elementos hostis à vida moderna.
Fazer palhaçada gay contra o Mackenzie cristão é motivo de gargalhada para os homofascistas, por causa da real tolerância dos evangélicos. Mas os adoradores do ânus nunca testariam a paciência e tolerância islâmica fazendo palhaçadas contra as mesquitas.

Depois de três anos, a militância gay finalmente notou que há um manifesto anti-PLC 122 no site do Mackenzie, que é a Universidade Mackenzie, com sede em São Paulo e ligada à Igreja Presbiteriana do Brasil. O manifesto, postado originalmente em 2007, não contém nenhuma incitação à agressão ou assassinato de homossexuais. Mesmo assim, foi agora sentenciado como "homofóbico" - termo usado de modo abundante e puramente ideológico para rotular de assassino ou cúmplice qualquer pessoa que faça qualquer comentário contrário ao ato de um homem enfiar o sexo masculino no ânus de outro homem.
Porventura Ingrid Betancourt não sabe que Dilma é amiga das FARC através do Foro de São Paulo?


A ex-candidata presidencial da Colômbia e ex-seqüestrada das FARC, Ingrid Betancourt, esteve em princípios deste mês no Brasil para fazer o lançamento de seu último livro, "Não há silêncio que não termine" e, como era de se esperar, foi tratada com muita bajulação, entrevistada em jornais e no programa do Jô Soares. Jô, que além de metido a engraçado é comunista, não perdeu a oportunidade de fazer coro com Ingrid quanto à legitimidade de um movimento guerrilheiro com "ideais" marxistas-leninistas; o que é condenável, para ambos, é apenas o narcotráfico, como se o comunismo não tivesse sido o regime mais sangrento e cruel da história da humanidade.

Com respeito à terrorista Dilma, que vai governar o Brasil sob as ordens de Lula, as FARC não só a chamam de "compatriota", senão que a posicionam como a mensageira da paz no continente.

Os efusivos elogios das FARC ao falecido ex-presidente argentino Néstor Kirchner e à "compatriota" Dilma Rousseff, recém eleita presidente do Brasil, corroboram que o complô comunista e pró-terrorista contra a Colômbia está vigente e que a UNASUL, movida por trás dos bastidores por Lula, seguirá empenhada em legitimar as FARC e apoiar a guerra contra as instituições colombianas até onde seja necessário.

A principal razão a favor do voto livre é a mesma a favor da democracia: todas as pessoas devem ter o direito e a responsabilidade de tomar suas próprias decisões, assim como de escolher quais decisões devem tomar.

O resultado da eleição presidencial dividiu eleitores brasileiros entre a metade sul e a metade norte do país. O que se viu nas redes sociais online nos dias que se seguiram à vitória de Dilma Rousseff foi algo próximo de uma guerra civil virtual com xingamentos de ambos os lados. Tudo porque eleitores de Serra do Sul e do Sudeste acusam Norte e Nordeste de ter votado por ignorância, quando não trocado o voto por assistencialismo.

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ao qualificar Hugo Chávez como seu "novo melhor amigo", cometeu, no melhor dos casos, um excesso desnecessário.

Soltei uma gargalhada, só para depois ficar perplexo. Acreditei que era outra das saídas esquizofrênicas do Tenente-Coronel, que agora tratava Santos como seu compadre quando apenas semanas antes lhe havia chamado de mafioso e para-militar. A perturbação veio quando constatei que não era Chávez quem falava de novas amizades, senão Santos que se referia afetuoso ao aprendiz de tirano.

Só me resta crer que o escritor argentino, agora canadense como se apresenta, atribui a tal imundícia às posições políticas de Mario Vargas Llosa.

O escritor argentino Alberto Manguel, um ilustre e afamado que se diz também canadense, teve a ousadia de afirmar, na Feira Literária Internacional de Pernambuco (ver no Estadão), que o escritor peruano recém laureado com o Prêmio Nobel, Mario Vargas Llosa, é "imundo". Tive um choque. Vargas Llosa imundo? Só podia ser um engano ou má fé. Tenho do escritor peruano, de quem li quase toda obra e por quem nutro admiração, a melhor das imagens: um homem íntegro, elegante, criativo, de corte político-ideológico o melhor possível no mundo de hoje, liberal clássico. Imundo? Não, certamente tal adjetivo depreciativo não se aplica a ele.

Se as operações Xeque, Fênix, Camaleão e Sodoma demonstraram que se necessita qualidade e não quantidade, é inadiável considerar até onde é positivo o aumento do pé de força sem qualificar ou o incremento de soldados profissionais

Em contraste com os excelentes resultados operacionais contra o narcoterror comunista, materializados nas baixas de importantes cabeças das FARC, problemas de evidente infiltração de elementos indesejáveis, por exemplo, o caso de uma rede de malfeitores uniformizados que vendiam armas às FARC, ou os aberrantes atos de pedofilia em Arauca somados a escândalos anteriores, indicam que além da óbvia vergonha institucional e a assunção do problema ante o país, os sistemas de incorporação, ascensão e destinação a cargos sensíveis no Exército merecem urgente revisão, fortalecimento da contra-inteligência e adequação de um sólido Regulamento de Regime Disciplinar para as Forças Militares.

Luciano Ayan, valendo-se do exemplo de Leonardo Sakamoto, mostra como os esquerdistas cultivam a prática da usurpação da bondade para obter uma autoridade moral que não possuem.

Num tal Blog do Sakamoto, da Folha, o jornalista Leonardo Sakamoto executa com perfeição essa lição, típica dos esquerdistas.

Vejam seu texto abaixo, intitulado "Como Cultivar a exclusão social em São Paulo":

O senhor que é um guerreiro moderno e um modelo a ser seguido em suas virtudes, foi levado a duvidar de sua própria missão de vida, a perder de perspectiva o sentido de suas ações, a desejar a aniquilação de uma instituição que, ainda que tomada por corruptos, é fundamental na defesa contra a violência.

Caríssimo Tenente-Coronel Nascimento,

Todos nós testemunhamos seu corajoso depoimento acerca dos políticos corruptos envolvidos com as milícias e louvamos a sua bravura. Entretanto, tenente-coronel, não pudemos deixar de notar com preocupação, que os anos de guerra, primeiramente com armas e depois na ação política, deixaram-lhe um profundo impacto emocional.