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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Nota introdutória de Graça Salgueiro: É necessário conhecer um pouco do que se passa na Colômbia para compreender a gravidade da denúncia feita pelo jornalista Ricardo Puentes Melo no artigo abaixo.

Um dos principais objetivos do Foro de São Paulo - e que foi enfatizado no XVI Encontro ocorrido em agosto do ano em curso - é acabar com as Forças Armadas, coisa que eles já estão conseguindo na Argentina, no Uruguai e brevemente no Brasil, primeiro com a criação do Ministério da Defesa e ultimamente, com as Forças Armadas completamente subjugadas a este sem qualquer poder de decisão.

Somos regidos por uma legislação arcaica que é voltada para impedir de todas as formas a criação de novos partidos que nasçam em âmbito estadual ou regional.

Estamos na reta final das eleições de 2010. Cuidando de manter os espaços conquistados e ampliá-los ainda mais, o atual presidente, montado numa popularidade obtida através favores concedidos aos grandes empreiteiros, banqueiros, funcionários e, demagogicamente, à população mais pobre, busca firmar o domínio do seu partido sobre o País.

Se alguém queima a bandeira americana, é protesto legítimo. Se alguém coloca um crucifixo em um balde de urina, é "arte". Se alguém quer construir uma mesquita a poucos passos do maior atentado islâmico da história, é "liberdade de expressão".

Vejam como são as coisas neste mundo. Um obscuro pastor da Flórida, cuja igreja é composta de não mais do que 50 indivíduos, decidiu anunciar publicamente que queimaria um Corão no dia 11 de setembro, afirmando que o Islã seria coisa do Diabo. Cada maluco com sua mania: seria uma cerimônia que não duraria mais do que alguns minutos em uma pequena igreja da Flórida, aberta apenas aos membros.

Porém, o mundo inteiro ergueu-se contra.

Calou-se, na alma de cada cidadão, a voz da consciência que, na escura solidão da sua alma, lhe trazia a lembrança amarga de seus delitos e de seus vícios.

A toda hora aparecem pastores, padres e, sobretudo, jornalistas e políticos - sim, jornalistas e políticos, essas personificações supremas da moralidade - clamando contra "a degradação dos costumes". O próprio termo, completamente deslocado, que empregam para nomear o mal, prova que são parte dele. "Degradação dos costumes" é uma expressão quantitativa, escalar: supõe a vigência permanente de uma escala contra a qual se mede o decréscimo da obediência rotineira aos valores que ela quantifica.

PT e PSDB, juntos, transformaram a palavra esquerda numa palavra mágica significando democracia e liberdade, com conteúdo oposto ao que ela realmente representa: o horror da tirania e do genocídio comunistas.

Desde que o ovo da serpente gerado pela relação incestuosa USP/UNICAMP pariu seus filhotes políticos ainda nos últimos anos dos governos militares, alguns poucos perceberam e denunciaram que o fim dos partidos liberais e conservadores estava próximo, era questão de poucos anos. PT e PSDB nasceram com o projeto claríssimo de banir da vida política nacional o que denominavam 'direita', que para seus próceres estava umbilicalmente ligada à 'ditadura militar'. Assim definidas, as forças liberais e conservadoras foram marcadas para fenecer lentamente. Ainda resistiram bravamente nos governos Sarney, Collor e Itamar, mas finalmente sucumbiram em 94.

Os brasileiros parecem corrompidos o suficiente para aceitar o fato como normal. Mas a provável eleição de Dilma Rousseff escandaliza os observadores internacionais.

"Meu amigo, eles acharam a fórmula. Dê ao povo um celular, TV a cabo, a "sensação" de que eles estão participando da economia e eles não vão nem pensar em liberdade. Bilhões de peões, a assim chamada classe média da China, os pobres "em ascensão" do Brasil, não têm nenhuma idéia do que foi a Carta dos Direitos ou a Carta Magna. A soma total deles, como uma horda de bárbaros, vai esmagar os pobres americanos, o último povo do mundo que tem alguma tradição subsistente de liberdade e direitos individuais. Esse pessoal nouveau-riche do Terceiro Mundo vai queimar a constituição por uma TV nova, comprada em 12 prestações no cartão de crédito."

Frente ao tirano, o pior conselheiro é o medo porque só favorece a permanência do regime no poder.

O Antigo Testamento - à parte de refletir a Palavra - é um livro de história, que constantemente exige uma mudança de atitude dos homens.

Os distintos profetas advertem o povo de Israel - uma e outra vez - de que se não abandonarem seu apego aos falsos deuses, sofrerão severos castigos. Os "falsos deuses" são aquelas atitudes que degradam a condição divina do homem, afastando-o do verdadeiro amor.

Chegou a hora de traçarmos linhas vermelhas entre a crítica legítima e as iniciativas que buscam demonizar Israel.

O papel infame de Richard Goldstone como cabeça simbólico do relatório do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas (UNHRC), acusando as Forças de Defesa de Israel (FDI) de crimes de guerra é apenas um exemplo de judeus proeminentes que exploram suas origens como uma maneira de caluniar seu povo. De fato, até recentemente, Goldstone era considerado um judeu respeitável, até mesmo um sionista. Ele se deixou cegar pela arrogância e pelo ego, e se permitiu ser seduzido pelos inimigos mais amargos de seu povo, dando legitimidade a uma calúnia sangrenta contra o Estado Judeu.

O que detém a oposição à candidata da situação senão precisamente o temor servil, covarde e incompatível com uma nação independente?

Escrevo em pleno dia da independência do Brasil. Um dia que tem sido esvaziado de seu valor e simbologia cívicas nos últimos anos, reduzido a mero feriadão. Este 7 de setembro de 2010 nasce sob a tenebrosa perspectiva de traição da que talvez seja a frase mais marcante do nosso Hino de Independência - alguém lembra dele? Estará sendo tocado em algum lugar, numa repartição pública ao menos, além do meu computador? Caso já tenha esquecido, a letra do hino está reproduzida no fim do artigo.

O Brasil elegerá a primeira mulher de nossa história, como também a primeira terrorista, guerrilheira, ladra, assassina, totalitarista, assaltante de banco, para a tristeza dos poucos homens de bem.

É relativamente comum ouvir na imprensa o refrão comum das eleições brasileiras, quando o elemento é o voto: o "espetáculo" da democracia! Na prática é um chavão cheio de fantasias, como se o voto definisse, por si mesmo, o aspecto essencial do sistema democrático. Neste caso, o voto é um fetiche, um objeto de culto, como se a expressão popular fosse a mais sacrossanta das escolhas políticas. Quem se prestasse a estudar história sabe que o voto, antes de provar a validade do sistema democrático, foi a arma mais perfeita das ditaduras totalitárias do século XX, e continua sendo o instrumento preferido dos déspotas do século XXI. Hitler, Mussolini, Stálin, Fidel Castro, Saddam Hussein, Hugo Chavez e outros demais tiranos usaram o voto como simulacro de legitimidade popular. Se o sufrágio universal já serviu para alguma coisa, foi justamente para arruinar a democracia.

Tal protesto é a prova definitiva de que a gestão que a procuradora destituída adiantava contava com o apoio do Partido Comunista Colombiano, dado que as pessoas e grupos que assinam estão vinculados a essa formação.

A lista que segue inclui os nomes de grupos e pessoas que "protestam" publicamente pela destituição da procuradora Ángela María Buitrago Ruíz, decisão tomada pelo Procurador Geral da Nação, Guillermo Mendoza Diago, e anunciada pela imprensa colombiana em 2 de setembro de 2010. Os que assinam o protesto se apresentam como "familiares de vítimas de graves violações aos direitos humanos", e como ONGs "defensoras de direitos humanos". As duas denominações são abusivas. Dessa declaração se depreende uma curiosa concepção dos "direitos humanos". Os que assinam o protesto só representam uma ínfima minoria das famílias vítimas de violações aos direitos humanos. Na lista não há uma só pessoa, nem uma só ONG que tenha se preocupado jamais com os milhares de mortos, feridos, mutilados e arruinados que os ataques do narco-terrorismo deixaram na Colômbia.

Já se tornaram proverbiais a amizade política e a conivência ideológica do mentor-mór da candidatura de Dilma Rousseff, o Presidente Lula, com Hugo Chávez e seu processo socialista "bolivariano"; Lula considera um "excesso de democracia" as prisões arbitrárias, as perseguições políticas, o cerceamento violento de órgãos da imprensa, etc.

Os laços de inequívoca amizade e companheirismo entre Luiz Inácio Lula da Silva e Mahmoud Ahmadinejad, o líder do regime islamo-fascista do Irã, têm despertado em relação ao Presidente explicáveis desconfianças e fundadas críticas, no Brasil e no Exterior.

A sua omissão é inexplicável, porque não lhe falta discernimento. Mas não é solitária, pois seus companheiros de partido estão todos se comportando como se no Brasil estivéssemos dentro da normalidade democrática e não como de fato estamos, trilhando o doloroso caminho do totalitarismo.

No artigo de hoje (5), publicado no Estadão (Democracia virtual), Fernando Henrique Cardoso se queixa forte de Lula e do PT. Se ele tem razão nas queixas, peca o ex-presidente porque não consegue fazer o mea culpa de sua própria responsabilidade pela chegada de Lula ao poder. Este é filho dos planos de FHC para destruir a direita política. O poder revolucionário e totalitário do PT foi subestimado desde sempre. FHC e, infelizmente, o Brasil, estão colhendo os frutos dos erros de avaliação fernandistas.

A morte misteriosa de Yves Hublet, o senhor que deu as famosas bengaladas em José Dirceu, e a filmagem do que seria o estupro de Ingrid Betancourt pelos narcoterroristas das FARC, são comentadas por Ipojuca Pontes, que responde aos ataques do ator Sérgio Brito.

1 - O mundo digital, vertiginoso, avança como um maremoto incontrolável. Acabo de receber pela Internet um vídeo que se presume da ex-senadora colombiana Ingrid Betancourt sendo estuprada num cativeiro por supostos integrantes do exército das FARCs, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia. Seja ela quem for, são imagens de barbárie explícita, captadas por um cérebro doentio - digo, possuído pelo rancor e animalidade revolucionários.

Durante décadas as FARC impuseram seu reinado de terror na zona de La Macarena. É possível que ali essa organização tenha enterrado muitas de suas vítimas.

Inventar uma história falsa acerca de fossas comuns não é difícil para quem conhece a técnica que se requer para fazer isso com algo de realismo. Os melhores artífices desse tipo de impostura diabólica são os comunistas. O massacre de massa de Katyn, onde 15.131 oficiais poloneses, prisioneiros de guerra dos soviéticos, foram massacrados e enterrados em fossas clandestinas em 1940, é o exemplo mais claro da habilidade perversa desenvolvida por esse repugnante sistema político. A URSS e os partidos comunistas fizeram o mundo acreditar durante 50 anos que o massacre de Katyn havia sido obra da Alemanha nazista. Essa horrível matança foi obra da NKVD, a polícia política de Stalin.