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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Essa - meus queridos jovens - é a lição que queria transmitir-lhes hoje. A felicidade se encontra quando a vida é orientada a um fim superior.

Queridos jovens:

Ao se completar um mês de meu injusto encarceramento, senti o desejo de me comunicar com vocês, na certeza de que minhas palavras lhes poderão ser úteis.

É claro que o movimento de 1964 não foi revolução, foi contra-revolução.

Quando falam do movimento de 1964, os afavor dizem Revolução, e os contra falam golpe de Estado. Há tempos, li um artigo em que Jarbas Passarinho - quoque tu, dux mi? - demonstrava, por analogia histórica, que 1964 merece o título de Revolução, como se revolução fosse coisa virtuosa. Posteriormente o ilustre brasileiro passou a usar contra-revolução.

Além da Bill & Melinda Gates Foundation, outras organizações que defendem o aborto também receberam dezenas de milhões para seu trabalho de promover o aborto nos EUA e em outros países por meio da Fundação Susan Thompson Buffett.

Durante os últimos anos o bilionário americano Warren Buffett, de 79 anos, está gradualmente doando sua fortuna, avaliada em 47 bilhões de dólares - e boa parte dela está indo para sustentar o trabalho de ativistas pró-aborto no mundo inteiro.

- O que é isso? Ir em TGV de Lisboa a Helsínquia?
- A Helsínquia, não, porque os países escandinavos não têm TGV.
- Como? Então, os países mais evoluídos da Europa não têm TGV e vocês têm de ter?
- É, dizem que assim entramos mais depressa na modernidade.

Segunda-feira passada, a meio da tarde, faço a A-6, em direcção a Espanha e na companhia de uma amiga estrangeira quarta-feira de manhã, refaço o mesmo percurso, em sentido inverso, rumo a Lisboa. Tanto para lá como para cá, é uma auto-estrada luxuosa e fantasma. Em contrapartida, numa breve incursão pela estrada nacional, entre Arraiolos e Borba, vamos encontrar um trânsito cerrado, composto esmagadoramente por camiões de mercadorias espanhóis. Vinda de um país onde as auto-estradas estão sempre cheias, ela está espantada com o que vê:

Dona Marina não consegue dar uma palavra firme sobre o aborto, sobre o casamento gay, sobre a relação do PT com as FARC, sobre a carga tributária, sobre o MST, sobre o controle da imprensa e da liberdade de expressão, e até onde saiu de cima do muro, veio tão somente para defender a permanência do terrorista Battisti em solo tupiniquim.

Os leitores das casas dos "enta", como eu, devem recordar como se deu o processo de privatização do setor telefônico. Para melhor compreensão dos mais jovens, vou trazer os fatos em pormenores:

O advogado Alfredo Bueno informou que esses elementos contundentes serão apresentados em seu momento oportuno; o mais provável é que seja em instâncias internacionais.

David Colmenares, diretor de inteligência do SEBIN (Serviço Bolivariano de Inteligência), seria provavelmente o responsável de haver ordenado que se colocassem os explosivos C-4 na residência de Alejandro Peña Esclusa, os quais foram apreendidos pelos funcionários que invadiram a casa do dirigente político na ocasião de sua detenção em 12 de julho.

Ferdinand Lassalle, o precursor da social-democracia alemã, era amigo íntimo e emprestava (sem retorno) dinheiro à Marx, o pai do "socialismo científico", e o próprio Lenin, por sua vez, diante do fracasso econômico dos primórdios da revolução socialista russa, passou marcha à ré e transou numa boa com o mercado - para depois abatê-lo a pauladas.

Fernando Henrique Cardoso volta a atacar, desta feita com um livro intitulado "Xadrez internacional e social-democracia" (Editora Paz e Terra, 2010, Rio), uma coletânea de textos requentados (daí, o preço "irrisório": R$ 29,00) sobre as transformações econômicas e políticas do mundo atual, em especial da América Latina e do Brasil.

Essa guerra centra-se não entre os estados mas dentro de cada estado. Ou seja, o verdadeiro risco é enfrentado pelos povos dos distintos estados, e essa realidade parece óbvia hoje na Colômbia, pois a liberdade ali enfrenta as FARC e na Venezuela enfrenta a Chávez.

As recentes declarações do presidente Uribe a respeito do plano da UNASUL, para o restabelecimento das relações entre a Colômbia e a Venezuela, colocam-no como o Churchill da América do Sul.

O aparato político-ideológico da esquerda conseguiu dominar tão bem o universo mental da nacionalidade que já ninguém, dentro do território pátrio, pode desviar-se um só milímetro da semântica oficial.

Em 2002, tivemos uma disputa presidencial entre quatro candidatos que em uníssono alardeavam a condição de esquerdistas como o seu mais elevado título de glória. Tão perfeita homogeneidade ideológica, que nem mesmo os militares tinham ousado impor ao cenário político nacional, só se vira, antes, nas eleições soviéticas ou chinesas, mas a "grande mídia" inteira fez questão de abafar a estranheza do fenômeno e, com aquela mistura de cinismo e estupidez genuína que tão bem a caracteriza, celebrou o pleito como uma apoteose da democracia.

Embora a questão dos manicômios seja discutível, o caso das prisões, naturalmente, é bastante mais grave, especialmente em um país como o Brasil, onde a violência urbana come solta e a mortandade é 50 vezes pior do que na supostamente terrível Faixa de Gaza.

Muito se discute sobre a questão das prisões, se deveriam "reabilitar", "reeducar" ou simplesmente "punir" o criminoso.

Sucede que não se combate um mal com outro, ainda pior, como seria o aniquilamento do princípio de autoridade, tanto mais porque o projeto do governo também prevê o ensino dos "direitos humanos" nas escolas, estímulo este adicional para que os jovens se sintam ainda mais tentados a desafiar pais e professores.

O presidente Lula pediu apoio do Congresso para aprovação de projeto de lei que inclui "castigo corporal" e "tratamento cruel e degradante" como violações de direitos na infância e na adolescência. A lei vigente (ECA, Estatuto da Criança e do Adolescente), fala em "maus tratos", mas não especifica os castigos que não podem ser aplicados por pais, mães e responsáveis. Lula também previu que o projeto seria criticado por setores "conservadores" da sociedade (como de fato está acontecendo [1]), ao mesmo tempo em que questionou a eficácia do castigo físico na educação das crianças. De acordo com o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos, a ideia não é punir os pais, mas evitar castigos corporais, dizendo querer "deixar claro que o que nos move não é o beliscão e a palmadinha" [2], e exemplificou com os conhecidos casos de Isabella Nardoni, e da menina adotada por uma procuradora do Estado do Rio de Janeiro. Carmen Oliveira, da mesma Secretaria de Direitos Humanos, esclareceu que a iniciativa do governo visou atender recomendação da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, que orientou a "adoção de medidas legislativas que proíbam de forma explícita o castigo corporal contra crianças e adolescentes" [3].

O delírio imperialista do PT e dos ideólogos como Samuel Pinheiro Guimarães está criando um clima de horror para os pequenos empresários em nossa economia. O desastre é certo.

Mesmo o brasileiro mais desatento pode perceber, a olhos nus, os movimentos diplomáticos desastrados que Lula e o PT impuseram ao Brasil nos últimos anos. Alucinação completa: apoio ao Irã e à sua bomba atômica, apoio incondicional a Cuba de Fidel (com desprezo acintoso pelos direitos humanos), apoio ao Hamas e demais movimentos armados palestinos contra Israel, tutela e apoio incondicional a Hugo Chávez (com direito a hostilizar a Colômbia), apoio a Evo Morales, ao bispo polígamo do Paraguai, ao delirante revolucionário do Equador, a desastrosa tentativa de intervenção em Honduras, a cumplicidade com as FARC no âmbito do Foro de São Paulo e, por tabela, com o tráfico de drogas realizado pelos terroristas tornados narcotraficantes.

Lula sabe a importância da comunicação para o exercício do poder político numa sociedade de massa. No entanto, escolheu para sucedê-lo uma candidata que se dá melhor quando não fala e tem seus melhores momentos totalmente muda.

Não é de meu hábito travar por falta de palavras. Mas quando tento identificar o que tenha feito Lula ungir Dilma Rousseff como sua sucessora, entro em dispnéia vocabular. Fico que nem ela perante o mais trivial dos conceitos. Não sei o que levou o presidente a tal desatino. Se lhe foi dado escolher, por que escolheu assim?

Desde que Israel reagiu às agressões do Hamas, em janeiro de 2009, uns 400 foguetes foram lançados de Gaza em direção a alvos civis israelenses. Nas redações, ninguém tomou conhecimento, nem usou o adjetivo obrigatório: "desproporcional".

Na instituição acadêmica Sapir, próxima a Sderot, cidade ao sul de Israel, funciona um centro de fisioterapia e outras atividades terapêuticas para crianças com necessidades especiais. Famílias de todo o país procuram a unidade, que não existe mais*.

Quanto tempo ainda vai levar até que as autoridades britânicas compreendam que a sua política atual - tentar melhorar as condições materiais dos muçulmanos e ao mesmo tempo aplacar os islamistas - deixa escapar a questão fundamental da ideologia?

A maior e mais demorada investigação sobre terrorismo realizada na Grã-Bretanha terminou no mês passado com a condenação de três muçulmanos britânicos. A conspiração de 2006 envolvia explodir aviões de passageiros com rotas transatlânticas na esperança de matar até 10.000 pessoas. Essa quase catástrofe nos faz lembrar de forma dolorosa do perigo global apresentado pelo Islã radical baseado no Reino Unido.