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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O comunismo e o nazi-fascismo são irmãos gêmeos. Esses dois movimentos totalitários compartilham uma mesma genealogia: a Primeira Guerra Mundial e o socialismo. Nem Lenin, nem Hitler, nem Mussolini, nem Stalin, nem Trotsky, nem Mao foram nem liberais, nem "gente de direita". Todos criaram partidos operários.

Para os comunistas a direita não existe; só há "extrema direita". Eles rechaçam as particularidades, os graus, os matizes e a complexidade das sociedades abertas e da vida em geral. Quando o debate esquenta, seus adversários são "nazistas", "fascistas" e "para-militares". Esses epítetos infamantes são uma de suas armas favoritas em seu combate desesperado contra a civilização e a democracia. Esse enfoque é mais um resultado do sociologismo grosseiro do marxismo. No final dos anos 1940, eles submeteram uma terça parte da humanidade mediante a violência e o terror, e enganaram milhões com sua linguagem falsa, sobretudo na Europa, Ásia e América Latina. Hoje, esse império derrubou-se e as gesticulações dos PC (Partidos Comunistas) residuais são vistas como o que são: fraudes, insultos à inteligência. Exceto na Colômbia?

A decisão de Chávez de tratar-se em Cuba é, dentre outras coisas, o preço que está pagando em troca da venda de seus compatriotas ao jugo dos ditadores Castro.

Quando por volta de 2004 os venezuelanos começaram a referir-se a seu país como "Cubazuela" ou "Venecuba", naquela ocasião tratava-se de um grave alerta de que a excessiva ingerência de Fidel Castro na Venezuela levaria, muito em breve, os dois países a se fundirem num só, fazendo com que a Venezuela retrocedesse ao estado de "colônia" de uma ilha perdida no Mar do Caribe.

Passados sete anos desta advertência, hoje pode-se afirmar, sem dúvida, que isto é de fato uma realidade. Em todos os segmentos da vida nacional os cubanos estão presentes, mandando e controlando tudo: nas notarias e cartórios, em todos os Ministérios, sobretudo no das Comunicações, onde existe um cabo de fibra ótica submarino ligando Venezuela a Cuba e, muito particularmente nas Forças Armadas, onde cubanos têm função de comando e na guarda pessoal de Chávez.

E se não bastasse a mídia secular para culpar o cristianismo de todos os males da sociedade, ainda há os próprios senhores ditos cristãos para teminar de jogar a porcaria no ventilador. Por exemplo (e mais uma vez), o senhor Hermes Fernandes trabalha em favor das linhas inimigas, como um agente infiltrado, fingindo ser o verdadeiro defensor de seus pares.

O caso do norueguês que matou mais de oitenta pessoas em uma ilha de seu país é emblemático, porém, menos pelo modus operandi do atirador e pelas motivações que parecem tê-lo conduzido ao feito, do que pela reação midiática ante a tragédia.

É impressionante como praticamente todos os órgãos de imprensa afirmaram que o assassino era um "fundamentalista cristão", posicionando-o em uma suposta ala do cristianismo onde estariam os mais perigosos seres humanos que podem existir. Como se os tais fundamentalistas cristãos fossem idênticos aos fundamentalistas islâmicos. Mais ainda, como se existissem esses tais fundamentalistas cristãos apontados por eles.

Estou impressionadíssimo com a qualidade moral e intelectual dos discípulos do Sr. Silveira, fruto do seu divino magistério, que eles exibem com admirável candura e despudor nos Comentários do Mídia Sem Máscara e nos posts do Facebook.

Desde logo, provam sua fidelidade ao mestre pela renitência obstinada com que, imitando seu exemplo, fogem ao assunto inicial da discussão e semeiam em torno dele a mais pujante florescência de desconversas que já se viu brotar neste país desde que alguém cobrou do ex-presidente Lula explicações sobre o Mensalão.

"O objetivo final da política prática é manter a população alarmada - e, por conseguinte clamar para ser salva - ameaçando-a permanente e continuamente com fantasmas, todos imaginários".
Henry Louis Mencken

Mencken tinha razão: os governos precisam atemorizar a população para justificarem sua própria existência, que deveria ser somente proteger as liberdades individuais. Com o processo de instalação de um governo mundial, é necessário também inventar fantasmas globais imaginários, entre outros, as ameaças do aquecimento global. É aí que entra o papel dos exterminadores do futuro: os ambientalistas, criando um "problema" climático inexistente. Mas há outros aspectos, alguns tétricos, para dizer pouco, que estão envolvidos nesta questão.

Nota da tradutora:

Desde que a esquerda retornou ao poder no Uruguai, começando por Tabaré Vazquez e dando continuidade com o terrorista José "Pepe" Mujica, a perseguição aos militares e forças de segurança civis que combateram a subversão e o terrorismo entre 1973 e 1983, tem recrudescido de forma implacável. Mortes em combate, e agora suicídios, passaram a ser classificados todos como "homicídios muito especialmente agravados", numa clara perseguição e revanchismo. A Argentina foi o primeiro país a retirar de sua Lei de Anistia os militares e combatentes da lei e da ordem. O Chile não ficou atrás e agora no Uruguai incontáveis militares estão sendo julgados e condenados por mortes ocorridas há mais de 30 anos, em combates e por auto-agressão, como o caso acima citado, numa distorção não só do direito penal, como da verdade mesma dos fatos.

E este é apenas mais um caso que os brasileiros, sobretudo os militares, não podem ignorar, não podem fazer caso omisso porque amanhã esta "moda" pode chegar ao nosso judiciário já seriamente comprometido e contaminado ideologicamente. Um após outro, todos os países do continente estão adotando esta prática, que foi estabelecida há anos pelo Foro de São Paulo.

No velho mundo, esse boicote já é norma empresarial. A direção da BBC acaba de determinar oficialmente, em relatório de orientação interna distribuído há poucos dias, que opiniões divergentes da teoria do aquecimento não serão mais ouvidas em seus programas.

"O aquecimento global não é mais um assunto científico, embora alguns cientistas se engajem nisso. Ele passou a ser uma plataforma política e econômica. Da maneira como vejo, reduzir as emissões é reduzir a geração da energia elétrica, que é a base do desenvolvimento em qualquer lugar do mundo". Quem diz é Luiz Carlos Molion, meteorologista da Universidade Federal de Alagoas e representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial.

Onde quer que se veja uma ideia, uma doutrina, um símbolo ser transfigurado em meio de uma ação política com vistas à concentração do poder para a "transformação do mundo", ali está presente a unidade do movimento revolucionário mundial, para além de todas as divergências partidárias e ideológicas.

Para encerrar estas breves explicações, só faltam duas coisas: dar um exemplo concreto, entre milhares de outros possíveis, da continuidade histórica da ação revolucionária, e esclarecer - como me pedem alguns leitores - o conceito de "movimento revolucionário mundial".

O exemplo trará por si mesmo um começo de esclarecimento.

Escrevendo em 12 de junho de 1883 a Eduard Bernstein, Friedrich Engels dizia que era preciso induzir os inimigos da revolução a "fazer-se uns aos outros em pedaços, moer-se uns aos outros até virarem pó, assim pavimentando o caminho para nós".

Mesmo sem contar os eventos paralelos que a acompanharam em dezenas ou centenas de cidades menores, a Marcha para Jesus 2011, em São Paulo, foi de longe a maior manifestação de massas já registrada ao longo de toda a História nacional, pondo no chinelo a "Diretas Já", os protestos estudantis do tempo da ditadura e tudo o mais que a mídia chique enaltece e badala como expressão histórica e paradigmática da vontade popular. Com a diferença adicional de que foi preparada sem nenhuma ajuda de jornais, canais de TV, partidos políticos, fundações bilionárias e outras entidades que injetaram toneladas de hormônio publicitário naquelas efusões de esquerdismo cívico.

Com toda a evidência, a elite opinante tem seu próprio "povo brasileiro", moldado à sua imagem e conveniência, que não coincide em nada com aquele que vemos nas ruas, nas praças, nas igrejas e nas casas.

As reportagens dos meios de comunicação caracterizavam McVeigh como um "cristão", embora ele tivesse de forma categórica negado toda e qualquer convicção e crença religiosa - colocando sua fé na ciência.

WASHINGTON, EUA - Uma análise do manifesto de 1.500 páginas de Anders Behring Breivik mostra que a atitude dos meios de comunicação de apressadamente caracterizarem o terrorista norueguês como "cristão" pode ser incorreta do mesmo jeito que foi incorreto chamar Timothy McVeigh, o terrorista do ataque a bomba na Cidade de Oklahoma, de cristão.

Breivik foi preso no final de semana, acusado de dois ataques brutais em Oslo, Noruega, e nas redondezas dessa cidade, inclusive uma explosão na capital que matou 7 pessoas e uma orgia de tiros num retiro político de jovens na ilha de Utoya que matou mais de 80 vítimas.

A verdadeira raiz da liberdade está no movimento conservador, que ele corretamente apontou ser aquele que realizou a Revolução Americana.

"O segredo e a existência de nossa era não são a libertação e o desencontro do eu. Do que ela representa, o que deseja, o que criará - é o terror".
Thomas Mann, em A Montanha Mágica

Foi que grande prazer que reli trechos do livro Melhor de Peter Drucker: Homem, Sociedade, Administração (São Paulo, Editora Nobel, 2001). Meus leitores devem se lembrar da resenha que fiz de outro livro dele, no qual sublinhei ter sido Drucker o único autor que, ainda nos anos setenta, fez o diagnóstico correto da sociedade norte-americana, apontando seu caráter coletivista, e foi ele o profeta da crise que se instalou desde 2008 (Economia Política da Crise). O autor fez o seguinte diagnóstico:

O efeito dominó em curso na área de infraestrutura do governo federal tem origem em um aparelho que ali opera desde 2005. Coisa tão antiga quanto feia. Atravessa três mandatos presidenciais consecutivos: o primeiro de Lula, o segundo de Lula com Dilma de gestora e o mandato de Dilma.

Há muita semelhança entre os dias que correm e aqueles que, desde meados de 2005, fluem, na batida do relógio, para o sorvedouro das prescrições e impunidades. "En aquel entonces", como se diz lá em Santana do Livramento, era comum ouvir-se das lideranças petistas entrevistadas algo que pessoalmente, desde muito antes, eu já esgarçara as cordas vocais de repetir: esse nosso sistema político é corrupto e corruptor. O maior culpado pelas desonestidades no setor público nacional é o sistema que as proporciona e estimula.

A coisa mais fácil do mundo seria o Sr. Sidney Silveira reconhecer o óbvio e publicar no Contra Impugnantes uma notinha: "De fato, alterei o sentido das palavras do Sr. Olavo de Carvalho e com isso arrisquei trazer dano injusto à sua reputação. Desculpe o vexame. Assunto encerrado."

Lembro-me de ter cometido pecado similar, não por intenção maliciosa mas por genuína ignorância palpiteira, contra o falecido general Hélio Ibiapina, então vivo e presidente do Clube Militar. Repassei levianamente uma história que ouvira de gente de esquerda, acusando-o de haver torturado o líder comunista Gregório Bezerra. Ele veio falar comigo, provou que eu havia feito caca, e não tive remédio senão pedir desculpas em público, o que não é desonra nenhuma, é aliás o contrário de uma desonra.

Um fato histórico da maior relevância é o cabo de guerra ora em disputa entre Barack Obama e os republicanos inspirados no Tea Party, a respeito da expansão, ou não, do limite da dívida pública. Situação histórica única, ao menos desde o final da II Guerra Mundial. Não deixar o Estado se endividar mais e não permitir a elevação de impostos é a realidade enquanto tal, a sanidade política e econômica. Mas desde o pós-guerra governos de todo o mundo abandonaram o real e mergulharam na aventura inflacionária desenfreada.

"Contra factum non argumentum est."


A apologia que o Sr. Nougué faz da sua própria condição de "repetidor" (http://spessantotomas.blogspot.com/2011/07/avisos-e-o-tomismo-e-doutrina-comum-da.html) é mais uma tentativa patética de escapar dos fatos e buscar abrigo em generalidades. No campo das discussões doutrinais, é claro que o filósofo católico deve ater-se, o melhor que possa, ao ensinamento da Igreja. Mas pretender que alguma questão de realidade factual possa ser resolvida mediante o mero apelo à doutrina e sem exame direto dos próprios fatos é prostituir a doutrina, transformando-a em instrumento de vigarice intelectual e autopromoção. É esta, precisamente, a profissão dos srs. Silveira e Nougué. Daí a pressa com que, antes sequer de ter aprendido o mandamento elementar de abster-se do pecado de falso testemunho, saem usando a doutrina como arma para afastar do caminho os mais capazes e honestos.