Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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É claro que a frase "onde quer que possam pegá-los" é uma indicação de que são os cristãos do mundo muçulmano que serão especialmente visados - pois são os mais fáceis de todos para serem pegos.

Em 2006, quando o Papa Bento XVI citou a História, considerada pouco lisonjeira ao Islã, cristãos por todo o mundo islâmico pagaram o preço: seguiram-se distúrbios anticristãos, igrejas foram queimadas e uma freira foi assassinada na Somália. Isto, naquela ocasião. Dias atrás, quando um cristão egípcio foi acusado de namorar uma muçulmana, vinte e duas casas de cristãos foram incendiadas aos gritos de "Allah Akbar." Há incontáveis outros exemplos de um grupo de cristãos no mundo muçulmano sendo punidos em resposta a outros cristãos.

Por que os comunistas adoram Darrow? Uma das possibilidades é que eles apreciavam muito o que ele havia feito nos Julgamentos sobre a Teoria da Evolução. Não havia inimigos mais furiosos do Cristianismo do que os comunistas.

Nota: O Dr. Paul Kengor é professor de ciência política na Faculdade Grove City e diretor executivo do Centro de Visão e Valores (The Center for Vision & Values)

22 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - Não, este artigo não vai tratar do "Anjo Clarence" do filme "It's a Wonderful Life" (A felicidade não se compra). O Clarence mencionado neste artigo é muito menos inspirador - um verdadeiro embusteiro. Vou falar de Clarence Darrow, defensor dogmático dos ateus.

Os palpites que escutei de Brasília revelavam um lugar à parte, que não existe. Uma burocracia maravilhada com suas regalias, alienada e envolvida com as propagandas do governo Lula ou mesmo prócer ou partidária das mentiras governamentais.

Se alguém com visão isenta e descompromissada tiver a oportunidade de ir à Brasília, perceberá um universo à parte do país. Não é por acaso que dizem que aquilo lá é a ilha da fantasia, dos políticos, dos funcionários públicos, dos áulicos, dos cortesãos, enfim, dos mandatários da nossa república. Seria mais ousado dizer que é um país usurpador que governa outro país. Nada do que escutei ou ouvi dos cidadãos de lá reflete realmente o que seja o Brasil. Paradoxo curioso, já que a cidade é feita de vários tipos regionais de toda a nação. Pelo contrário, eles são otimistas: qualquer governo para eles serve, contanto que ninguém mexa nos interesses sacrossantos do funcionalismo público.

O "sonho" do concurso público, basicamente, é a mentalidade patrimonialista que se repete de geração por geração, de se achar distinto, por pertencer às esferas do poder estatal.


Certo dia eu me deparei com uma frase que me soou, no mínimo, estranha. Um juiz federal, que também é professor e escritor de livros para concurso público, chamado William Douglas, falou do"sonho de passar em concurso público". Se um grupo de pessoas supõe que ser funcionário público é um sonho, é porque as coisas vão de mal a pior. Assustadores são aqueles indivíduos presunçosos, que acham que o estreito mundinho da burocracia seja o mais elevado nível de reconhecimento social e garantia econômica. Esses aí olham a sociedade de cima para baixo, sabe-se lá por quê. Todavia, de uma coisa há de se concluir: quando uma parte não muito pequena da sociedade sonha com cargos públicos, tal fato revela a falta de opção, a pobreza econômica e a visão social turva de uma nação.

As revoluções ocorridas nos últimos 100 anos jamais se deram, conforme previsto por Marx, pelo desenvolvimento das "contradições internas do capitalismo" e menos ainda pela força do "determinismo histórico".

No momento em que escrevo estas notas, o Produto Interno Bruto brasileiro está sendo avaliado em mais R$ 3 trilhões (à margem o que se opera na sábia economia paralela), 38% dos quais vão diretamente para os cofres do governo e são torrados, em sua quase totalidade, em grossos salários e aposentadorias, propaganda, subsídios e patrocínios, viagens incessantes locais e internacionais, verbas de representação, festas, almoços, jantares, manutenção e custeio da amplíssima máquina burocrática, propinas, doações a fundo perdido, além de mordomias múltiplas - para não falar nas bilionárias e permanentes falcatruas das agências, bancos, ministérios e institutos oficiais.

Mon devoir est de parler, je ne veux pas être complice.
(Meu dever é falar, não quero ser cúmplice.)

Émile Zola

Tributo ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes, assassinado a facadas por um aluno.

Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio. Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola e o professor que lhe deu notas baixas, alegando que teve danos morais ao ter que virar noites estudando para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado "dano moral" do estudante foi ter que... estudar!). A coisa não fica apenas por aí. Pelo Brasil afora, ameaças constantes. Ainda neste ano, uma professora brutalmente espancada por um aluno. O ápice desta escalada macabra não poderia ser outro. O professor Kássio Vinícius Castro Gomes pagou com sua vida, com seu futuro, com o futuro de sua esposa e filhas, com as lágrimas eternas de sua mãe, pela irresponsabilidade que há muito vem tomando conta dos ambientes escolares.

As Forças Armadas estão, a pouco e pouco e lamentavelmente, sendo empregadas em atividades que não lhes são próprias.

Com o título acima, em 1º de dezembro do corrente ano, tratando do emprego de efetivos militares em operações de combate ao narcotráfico imperante nas favelas do Rio de Janeiro, a Folha de S. Paulo, alertava para o fato de que a associação entre setores da polícia e o crime organizado deveria servir de alerta para os riscos de usar as Forças Armadas contra o tráfico.

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A fim de esclarecer fatos acontecidos em solenidades militares relativos a essa Turma, vamos apresentar, em ordem cronológica, a verdade histórica, desde a escolha do Patrono na Escola Preparatória de Cadetes em 2006, até a entrega de espadas em 2010. Antes, em 2005, por ocasião do centenário de nascimento do general Médici, a AMAN prestou significativa homenagem a seu ex-comandante na pessoa de seu filho, o engenheiro Roberto Nogueira Médici.

A escolha do nome do Patrono de cada Turma é de exclusiva decisão de seus jovens integrantes, e permanece eternamente gravada, não só na memória, como também em placas de bronze afixadas nas pérgulas das escolas de ensino militares. E assim, procederam os hoje, aspirantes-a-oficial, escolhendo entre outros notáveis brasileiros, o nome do general Médici que os acompanhará até a eternidade. E temos a certeza que a escolha recaiu não só no general, como também no presidente.

Por um momento naquele dia de novembro, o secularismo militante da moderna sociedade emudeceu em face de algo que jamais poderia produzir, nem começar a sondar; uma bela voz de seu passado repudiado, insistindo em verdades que nunca morrerão: e Ele reinará para sempre!

25 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - À medida que o ano de 2010 estava chegando ao fim, aconteceu algo maravilhoso numa praça de alimentação num shopping center do Canadá. De repente, os clientes despertaram e começaram a cantar, a cantar de forma bela, a cantar o Coro Aleluia de "O Messias" de Handel. O evento "flashmob*", filmado com múltiplas câmeras escondidas, difundiu-se pelo YouTube, onde foi visto mais que 26 milhões de vezes desde 17 de novembro, tornando-o um dos vídeos mais assistidos da história do YouTube.

Como podemos falar de amar uns aos outros e acabar com as guerras quando travamos guerra contra os seres humanos mais inocentes e vulneráveis do planeta terra?

22 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) - Selecionando a árvore de Natal com as crianças, cantando hinos de Natal na igreja, ensinando meus filhos sobre o nascimento de nosso Salvador... Eu poderia continuar falando de muitas coisas que trazem alegria para mim durante a época de Natal; é uma época verdadeiramente cheia de encanto no ano.

Os partidos já funcionam como verdadeiras máfias; com o financiamento público teriam o modelo de sonhos: quem estivesse no poder dificilmente seria dele apeado.

O que esperar o novo governo de Dilma Rousseff? Em tudo e por tudo teremos o continuísmo petista, juntamente com seus aliados. Mas o movimento em espiral descendente continuará no rumo aos ideais jacobinos dos revolucionários, pois estes jamais se satisfazem com a mera chegada ao poder. Precisam implantar sua ordem revolucionária.

Mesmo em se tratando de instituições de caridade puramente seculares, os conservadores cristãos doam mais do que os outros americanos, o que é de surpreender, pois os esquerdistas se consideram especialistas em "entidades de caridade".

É época de Natal. Por isso, os esquerdistas, que não querem nada com Deus, estão citando a Bíblia para exigir a redistribuição de renda mediante força governamental. Jesus não disse "Bem-aventurados os burocratas da assistência social do governo, pois dos tais é o reino dos céus"?


Bruno Pontes: Em 1999, o ator Charlton Heston (1923-2008) fez um belo pronunciamento aos estudantes de Direito da Harvard, do tipo que está caindo na ilegalidade, exortando-os a lutar contra a tirania politicamente correta. Heston, naturalmente, pensava nos Estados Unidos, mas a opressão que ele denuncia se alastra por todo o Ocidente. Deixo à vossa apreciação trechos do discurso do ator aos universitários, intituladoVencendo a guerra cultural:

"Dedicando o memorial de Gettysburg, Abraham Lincoln disse da América: 'Estamos envolvidos numa grande guerra civil, testando se esta nação consegue resistir'.


Praticamente não há manobra política, tática ou estratégica, que não tenha surgido antes como artifício literário.

Já citei várias vezes a máxima de Hugo von Hofmannsthal, profundamente verdadeira, de que nada está na política de um país sem estar primeiro na sua literatura. Uma das decorrências dela é que, sem extenso conhecimento da história cultural e literária, o observador só capta, dos fatos políticos, a forma final ostensiva com que aparecem no noticiário do dia, sem nada enxergar das correntes profundas onde se formaram e onde poderiam, em tempo, ter sido modificados.

Nota da tradutora:


O escritor e jornalista colombo-francês, Eduardo Mackenzie, tem sido um dos mais aguerridos defensores do coronel do Exército Colombiano, Luis Alfonso Plazas Vega, tendo escrito inúmeros artigos provando sua inocência e a ilegalidade da condenação de 30 anos de cárcere que lhe foi imposta por uma Justiça corrompida e infiltrada. Hoje ele criou mais um site em defesa do Coronel Plazas que pode ser visitado através deste link:
https://sites.google.com/site/justiciaparaelcoronelplazas/Home. O que segue abaixo é a tradução da apresentação do site. G. S.