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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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rpmÉ inadmissível que alguns, para se vingar de um jornalista independente e para proteger certos interesses políticos, queiram se desfazer de Ricardo Puentes e destruir o importante espaço de liberdade que ele criou.


O Ministério Público acaba de cometer um novo atropelo judicial contra a liberdade de imprensa na Colômbia. O jornalista Ricardo Puentes Melo, diretor do conhecido portal web Periodismo sin Fronteras, de Bogotá,  (N.do.E.: e colaborador do Mídia Sem Máscara) é objeto neste momento de um processo no qual careceu da possibilidade de se defender. As acusações contra ele não são só absurdas senão que, além disso, o juiz da causa antecipou a pena e impôs uma sanção econômica desproporcional, sem que o processo tenha culminado, ao decretar o embargo da casa onde o jornalista vivia e trabalhava.

O juiz argumentou que esse embargo é destinado a garantir o pagamento da indenização que a demandante exige do demandado. Em conseqüência, Ricardo Puentes teve que abandonar seu domicílio e está frente a um julgamento que rompe com as garantias processuais mais clássicas, entre elas a presunção de inocência. Esse processo põe em perigo a existência pessoal, civil e laboral do jornalista.

A atual inexplicável aliança entre comunistas e nazistas na América do Sul é melhor compreendida como um jogo complexo que remonta à penetração do Terceiro Reich por agentes soviéticos durante a guerra.


Alexander Dugin, o teórico geopolítico russo e conselheiro do presidente Putin, tem dito que o século XX foi o “século da ideologia”. Foi um século no qual, como predisse Nietzsche, ideias (e ideologias) guerrearam umas contra as outras. As três facções em guerra foram, em ordem de aparição: liberalismo (da esquerda e da direita), comunismo (assim como a social-democracia) e fascismo (incluindo o nacional-socialismo de Hitler). Estas três ideologias combateram-se mutuamente até “a morte, criando, em essência, toda a dramática e sangrenta história política do século XX”. De acordo com Dugin, o liberalismo veio a vencer no final do século XX. Ainda que vitórias deste tipo raramente sejam permanentes. Na verdade, Dugin diz-nos que o liberalismo já se desintegrou na “pós-modernidade”. Dugin argumenta que, com seu foco no indivíduo, o liberalismo conduziu à globalização, e globalização significa que o homem é “libertado de sua adesão a uma comunidade” e de qualquer identidade coletiva...” Isto aconteceu porque a massa de seres humanos, “compreendida inteiramente por indivíduos, é atraída em direção à universalidade e busca tornar-se global e unificada”. Mesmo agora este ímpeto em direção à globalização coincide com a glorificação da liberdade total “e a independência do indivíduo de qualquer tipo de limite, incluindo razão, moralidade, identidade... disciplina, e assim por diante”. O resultado, diz Dugin, é o “Fim da História” de Francis Fukuyama. Mas não nos enganemos, explica Dugin. A história não termina realmente. O que realmente aconteceu, na verdade, é que a realização do triunfo do liberalismo tem sido o desastre da humanidade. É um desastre para o indivíduo, devido ao indivíduo ter perdido seu ancoradouro. É um desastre para a liberdade, porque agora estamos sob “a tirania das maiorias”. É um desastre para nossa economia, porque a espoliação é o princípio emergente do mercado. E aqueles que desejam preservar sua identidade racial, nacional ou religiosa são apontados como inimigos pelo politicamente correto tão iludido como desumano.

“É extremamente perturbador ver o Governo da Venezuela empregar e dar proteção e segurança a facilitadores e arrecadadores de fundos do Hezbolah”.


Consultar a internet para saber a que horas deveria se prostrar para orar, foi “um risco indevido que Oday Nassereddine nunca deveria ter corrido de maneira voluntária”, adverte um informante - a ele devem-se as seguintes revelações - que seguiu de perto a atividade desse indivíduo e outros membros de sua família. Oday teve o cuidado de onde e quando telefonava com seu celular, para evitar ser localizado em determinadas missões, mas não se deu conta de que quando teclava suas coordenadas em uma página web na Venezuela para conhecer os momentos de levante e ocaso do sol, estava divulgando na rede sua própria localização. Seus dígitos, lidos à distância, permitiram traçar seus passos. Assim, a DEA norte-americana soube que residia em Barquisimeto, a só vinte e seis quilômetros do campo de treinamento que o Hezbolah tinha em Yaritagua, no vizinho estado Yaracuy, e que o próprio Oday Nassereddine comandava. As práticas de guerrilha realizavam-se na fazenda que foi expropriada do deputado da oposição Eduardo Gómez Sigala.

A mesma insólita afeição, aliás, é tributada à ditadura comunista bolivariana e não revela qualquer consideração pelas dificuldades que os venezuelanos enfrentam.


Solidariedade é um estado de espírito que nos envolve com aflições alheias. Não é apenas condolência, mas algo “sólido”, que nos leva a ajudar concretamente os demais. A palavra é muito cara ao cristianismo, cuja doutrina a define como expressão social da caridade, amor ao próximo em dimensão comunitária.

 Tenho ouvido falar em “solidariedade a Cuba”. Que significa isso, quando se manifesta em partidos políticos e atos de apoio ao regime? Solidariedade só pode existir em relação a pessoas ou grupos que sofrem, como é o caso do povo daquele país. A ligação sentimental de alguém ou de algum governo com a tirania que escraviza a ilha há 56 anos tem outro nome e é bem feio. Define, aliás, o que vem fazendo a esquerda mundial, desde o dia 2 de dezembro de 1961, quando Fidel descantou o verso da revolução e proclamou: “Soy marxista-leninista!”.


Tomar o poder e exercê-lo na máxima medida das suas possibilidades é a essência e missão da intelectualidade revolucionária.


A teoria embutida no espaço entre o fato e a generalização que Gramsci dela extrai é a própria teoria gramsciana da hegemonia, segundo a qual a cultura reinante em qualquer época ou lugar é o instrumento pelo qual a classe dominante impõe sua ditadura mental a toda a população.

Interpor uma teoria entre os fatos e a conclusão, em vez de esperar que a própria acumulação de fatos sugira a conclusão, já é trapaça suficiente para desmoralizar qualquer teorizador. Mas a teoria da hegemonia ultrapassa os últimos limites da vigarice razoável e tenta nos fazer engolir como realidade universal e constante algo que é uma impossibilidade material pura e simples.

O Brasil participa da instalação de uma Escola de Defesa que outra coisa não é que uma versão bananeira do Pacto de Varsóvia.

O que mais é preciso? Por quanto mal ainda devemos esperar?

Dizer que “não é caso de impeachment” é fornecer ao governo um fraudulento atestado de boa conduta.


Não houve na história da República governo que merecesse tanto ser posto porta afora pelas instituições quanto esse alegadamente reeleito no dia 26 de outubro do ano passado. Percorreu de A a Z o dicionário das coisas que um governo não deve fazer, e mandou para longe das próprias vistas os limites morais a que se subordinam as pessoas e as instituições que merecem respeito.

Quando um candidato recebe doação de empresa privada, o eleitor tem a liberdade de votar nele ou não; mas os "movimentos sociais" - patrocinados por fundações multimilionárias - serão introduzidos pelo projeto de reforma política em instâncias decisórias do poder público sem a consulta ou a participação do cidadão brasileiro.


Promotores, "apóstolos" e entusiastas do projeto de reforma política da CNBB frequentemente destacam - como sinal da inspiração divina dele - o item que propõe o "financiamento público" das campanhas eleitorais. Pregam que proibir doações de empresas privadas a partidos e candidatos - mantendo a permissão para doações de pessoas físicas - visa eliminar a influência do "poder econômico" nas questões políticas e evitar que os interesses do "capital" se sobreponham ao interesse público.


Os partidos socialistas controlam a economia por meio de seu controle sobre os grandes grupos econômicos, de um lado, e pela destruição acelerada da pequena burguesia, do outro.


Alguém poderia me ter perguntado, ao ler meu artigo Os três eixos da revolução brasileira: e a economia, estúpido? Como se faz revolução sem mexer nas bases econômicas? Eu responderia como faria o meu amigo Martim Vasques da Cunha: não é a economia, mas a literatura que é relevante, estúpido! O arranjo econômico se faz por gravidade ou inércia da revolução anteriormente analisada. É claro que os revolucionários que tomaram o poder no Brasil mexeram profundamente no sistema econômico e essa será talvez a principal causa da grave crise que está em curso.

 

Dois cidadãos norte-americanos enfrentam há 10 anos uma prisão salvadorenha, em que pese não haver evidência de que tenham infringido a lei. Seu acusador é o governo do ex-guerrilheiro marxista Salvador Sánchez Cerén, um dos “clientes” favoritos da ajuda estrangeira do governo de Barack Obama.

 

Enquanto Miguel Lacayo e Thomas Hawk, que têm dupla cidadania, ficam no ar em El Salvador, a Millennium Challenge Corporation (MCC) e o Departamento de Estado dos Estados Unidos continuam injetando dinheiro no país. Em uma carta a este jornal (The Wall Street Journal) em 5 de outubro, os membros da junta da MCC Lorne Craner e Susan McCue defenderam uma nova promessa de investimento de US$ 277 milhões assinada em setembro. “El Salvador passou de estritos critérios de MCC a respeito da liberdade econômica, justiça e investimento nas pessoas”, escreveram.


O Brasil do futuro que se vislumbrava nos debates públicos dos anos 90 era exatamente o que temos hoje: um vácuo sangrento, um Nada crescente e invencível que tudo devora.


Excetuadas algumas frustrações e desencantos banais que não vêm ao caso, só guardo uma única tristeza na alma: a de não sido ouvido numa época em que ainda havia tempo de bloquear a ascensão comunopetista e impedir que o Brasil mergulhasse no lodaçal em que vai afundando hoje em dia.

Não vai nisso o menor ressentimento pessoal. A indiferença à mensagem quase nunca implicou hostilidade ou desprezo ao mensageiro. Sempre fui muito bem recebido em toda parte. As pessoas me ouviam, aplaudiam e, com ares de amável ceticismo, prometiam pensar no assunto.

 Há muito mais culpados entre os omissos do que entre os efetivos agentes do processo de destruição dos valores.


Quando decidi renovar meu velho blog, dando a ele o formato atual em www.puggina.org, escolhi duas frases para aparecerem intermitentemente na “testa” do site: “O bom liberal sabe que há princípios e valores que se deve conservar” e “O bom conservador deve ser um defensor das liberdades”.


A esquerda deixou de ter o monopólio da mídia e da produção de ideias. A internet deu voz àqueles que, isolados, nada podiam fazer para interferir no processo.


É notório que o Brasil vem num processo de transformação rápido, que tem sido produzido pela revolução socialista que está em curso. Esta revolução quer ser silenciosa e tem passado desapercebida para a maioria dos brasileiros. Poucas vozes se levantaram para denunciar e falar sobre o assunto. Quero aqui explicitar como esse movimento revolucionário tem sido implantado em nosso país.

Os municípios brasileiros têm até o dia 24 de junho para aprovar seus Planos Municipais de Educação (PMEs). É justamente este o novo campo de batalha dos inimigos da família.


Em sua coluna de hoje, 02/06, a jornalista de fofocas da Folha, Mônica Bergamo, lançou um ataque contra os cidadãos que têm comparecido em audiências públicas para se manifestar contra a inserção da Ideologia de Gênero (gayzismo) nos planos municipais de educação (PME).

Ocorre que militantes – sempre minoritários e insignificantes – pretendiam impor a Ideologia de Gênero na educação no grito e imaginavam que o fariam sem resistência. Mas foram surpreendidos nas audiências por grupos maiores de opositores da referida ideologia.

Sim, há um perigo de guerra. Mas este perigo não se deve ao imperialismo de Obama, mas à fragilidade de Obama.


Em maio recebi uma nota da analista romena Anca-Maria Cernea que se referia à conferência “de um excelente analista polonês, o professor Przenyslaw Zurawiski vel Grajewski, que estava dizendo que seja o que for que os russos estivessem por fazer, em termos de avançar para a guerra, seria provavelmente feito antes do término do segundo mandato de Obama. Logo, deverá ser agora, ou muito em breve, ou nunca...” Como Cernea também observou, a guerra pode ocorrer porque Putin está “desesperado com a possibilidade de perda de poder...”.

Se o governo aceitar essa interpretação do pactuado em março de 2015, os 700 municípios minados do país ficarão à disposição das FARC e de seus aliados.


Edilson Romaña, porta-voz das FARC em Cuba, anulou de fato o acordo de março de 2015 entre eles e com o governo colombiano sobre o “desminado humanitário”. Anulou mediante uma declaração feita em Havana em 30 de maio de 2015. O chefe terrorista disse ante o correspondente de Noticias Caracol: “Se a extração de todo esse material (minas anti-pessoa e restos de explosivos de guerra) tem como propósito a tranqüila chegada das tropas, do para-militarismo e dos bandos criminosos, não se terá conseguido nada com o acordo (de março passado). Se é assim, não mais. É melhor deixar tudo quieto”.