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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O presidente comunista chinês, Xi Jinping, acaba de ganhar o indesejável prêmio de maior violador dos direitos humanos, segundo se depreende de um balanço da ONG Human Rights Watch (HRW).

O argumento em favor da premiação foi que o governo chinês por ele presidido lançou desde março de 2013 “um ataque espetacular contra os direitos humanos fundamentais, com uma ferocidade inédita há anos”, escreveu o diário de Paris “Le Figaro”.

Projeto de Lei protocolado pelo deputado Jean Wyllys. (Fonte: ASCOM/Jean Wyllys)

Projeto de Lei protocolado pelo deputado Jean Wyllys. (Fonte: ASCOM/Jean Wyllys)

A ignorância não devia ser algo escandaloso. De fato, ela não é: trata-se da condição natural do homem. Através da observação, da experiência e da contemplação, o homem pode ultrapassar a barreira da ignorância e elevar-se de um nível inferior de conhecimento a um nível superior de conhecimento. Esse processo jamais se encerra, a bem da verdade.


Há basicamente três tipos de outsiders. Para abreviar, vou chamá-los de “o fracassado”, “o gênio” e “o militante”.

As modalidades de existência mais capengas que existem tornaram-se modelos de perfeição humana.


Que o advento do capitalismo colocou a economia no centro e no topo da existência é algo que ninguém pode negar, e é óbvio que a esse tipo de vida só se amoldam com algum conforto interior os entusiastas do dinheiro e os conformistas mais medíocres e sonsos. Todos os outros, por mais gratos ao progresso técnico e ao conforto material, sentem que no mundo capitalista algo de muito essencial e precioso lhes foi roubado: não adianta você dispor de todos os meios se a vida não tem outra finalidade senão produzir mais meios.


Olavo de Carvalho, no evento Conclave de Washington, comenta a eleição presidencial fraudulenta e controlada por um advogado do PT, a aplicação da estratégia gramsciana de ocupação de espaços empreendida no Brasil, e a aliança do PT com narcotraficantes no Foro de São Paulo, a maior organização criminosa e política já surgida na história das Américas.

 

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No ano 1996, a então primeira dama Hillary Clinton publicou um livro intitulado It Takes a Village (É preciso uma vila). Dada a subcultura política de traição a qual emergiu Clinton, seria mais tocante renomear o livro para It Takes a Traitor (É preciso um traidor), pois essa é a experiência formadora que temos agora. É isso que significa nosso programa nacional de educação. Neste momento, enquanto esperamos notícias de Moscou, com Putin e outras figuras proeminentes desaparecendo em intervalos de dez dias após o assassinato de Boris Nemtsov, temos a ocasião de perguntar aquilo que ninguém pensou em perguntar: Qual a relação psicológica entre os traidores dos Estados Unidos e os contínuos desajustamentos das farsas moscovitas hodiernas?


Quão tolo é preciso ser para se deixar convencer de que o povo sai às ruas porque pobres e pretos andam de avião e não por estar sob um governo que se dedicou a fazer o diabo?


Pelo menos dois milhões e meio de pessoas saíram às ruas no dia 15 de março. Diziam, em essência, quatro coisas: Fora Dilma! Fora PT! Chega de corrupção! E a que estava escrita na camiseta que eu usava: Impeachment! A desaprovação da presidente, em março, segundo levantamento da Datafolha, chegou a 62%. Em fevereiro, o mesmo instituto dizia que para 52% dos brasileiros Dilma é falsa, para 47% é desonesta e para 46%, mentirosa. Nada surpreendente quando esses números se referem a quem disse que "a gente faz o diabo em época de eleição".

A possibilidade de impeachment da presidente é real e parece ter se tornado a única saída racional para o estancamento da crise política e da crise econômica.

Remover Dilma Rousseff do poder parece ser o único caminho de sobrevivência da nação.


Dois sinais de grande vitalidade a sociedade brasileira deu nos últimos tempos, ambos sinalizando uma resistência contrarrevolucionária vigorosa. Como se sabe, nas últimas décadas o Brasil foi envolvido pela tática gramsciana de tomada do poder, sendo um dos seus focos a revolução cultural. Outro o aparelhamento ideológico dos formadores de opinião, notadamente a grande imprensa. O produto dessa revolução gramsciana foi levar sucessivos governos de esquerda ao poder, destruindo, no processo, a direita política. O processo revolucionário, todavia, parece que está sendo estancado de forma espontânea pelos brasileiros, o que é algo muito promissor, sem o concurso das forças política organizadas.


Muitos manifestantes parecem ser sobreviventes que resistiram meritoriamente, durante quase 15 anos, a uma guerra mental, tendenciosa e ideológica neo-revolucionária, gestada nos laboratórios do Fórum Social Mundial de Porto Alegre (FSM) a partir de 2001

 


1.
O que ocorreu nas profundidades do Brasil real no domingo 15 de março de 2015, dia das manifestações anti-governamentais que levaram mais de um milhão de brasileiros às ruas? As interpretações talvez sejam tantas quanto o número de analistas que tentaram explicar esses fatos que marcaram a fundo a vida do gigante sul-americano e tiveram grande repercussão internacional.

 Há uma imensa deformidade moral em pleno funcionamento.
A apropriação de recursos públicos é apenas uma das formas de corrupção, e não sobrevive sem as demais.


Quem rouba, mente. Quem mente e rouba, quando surpreendido, acusa outros daquilo que fez. Pessoas com essas características se unem por afinidade. Nascem, assim, as quadrilhas. Quadrilhas precisam de proteção. No crime organizado, essa tarefa é atribuída a outros malfeitores, recrutados e remunerados pelos chefes.

 É o princípio da soberania popular que fundamenta a própria república.
Portanto, a legitimidade para conduzir ou retirar um governante do poder é e sempre será do povo brasileiro.
Ainda que nenhum crime tivesse sido cometido – o que é obviamente apenas uma hipótese abstrata.


A frase que inaugura o livro “Os fundamentos morais da política” do professor Ian Shapiro[i],bem poderia ter sido escrita para descrever a situação atual brasileira.

Se houvesse uma horizontalidade verdadeira, isso já deveria ter se manifestado na própria representatividade da TMI no Brasil. Na verdade, o que vemos são os mesmos nomes, os mesmos expoentes que estão à frente de todos os trabalhos.


Muitas pessoas me pedem para escrever sobre a Teologia da Missão Integral, desejosas que estão de entender melhor o que é esse movimento dentro das igrejas evangélicas. Confesso que este não está entre meus assuntos favoritos, e se comento sobre ele é apenas por uma questão de responsabilidade e necessidade. Isso porque considero a TMI como o maior perigo à igreja brasileira da atualidade, por trazer para dentro do ambiente eclesiástico uma visão contaminada de marxismo, esquerdismo e toda sua retórica materialista.

Dois meses depois das históricas manifestações de 11 de janeiro de 2015, na qual milhões de franceses repudiaram os três atentados islâmicos cometidos entre 7 e 9 desse mês em Paris contra o semanário Charlie Hebdo, uma loja freqüentada por pessoas de ascendência judaica e vários empregados e policiais, que no total deixou 18 pessoas sem vida e mais 12 feridas, e de que os cidadãos expressassem nas ruas sua vontade de defender as liberdades e a ordem republicana, subsiste um sério mal-estar na população, pois o governo socialista de Manuel Valls não conseguiu dar uma resposta legislativa adequada ao grave desafio que representa o extremismo jihadista.

A isso agregam-se as ameaças contra a França e contra os judeus, lançadas há algumas horas em um vídeo do chamado Estado Islâmico. A resposta do presidente François Hollande foi a de confirmar hoje que manterá as patrulhagens de 10.000 militares em todo o país (7.000 deles protegem os edifícios públicos e os lugares de culto). Hollande admite que a ameaça de ataques terroristas contra a França “continua sendo alta”.


Os fatos são patentes e inegáveis:

1. O PT é filiado a uma organização estrangeira, o Foro de São Paulo, que ele reconhece como “coordenação estratégica da esquerda na América Latina” (sic) e cujas resoluções, unanimemente assinadas nas suas assembléias anuais, ele acata e cumpre. Consultem-se, a respeito, o vídeo do III Congresso do partido (https://www.youtube.com/watch?v=OI8C-vKe6sw), as atas das assembléias do Foro de São Paulo (http://www.midiasemmascara.org/attachments/007_atas_foro_sao_paulo.pdf)  e o discurso comemorativo pronunciado pelo sr. Luís Inácio Lula da Silva, então presidente da República, no décimo-quinto aniversário da entidade – discurso publicado na própria página oficial da Presidência, depois comentado e linkado no meu artigo http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm). As provas não poderiam ser mais abundantes nem mais inquestionáveis.

A Lei dos Partidos Políticos (Lei número 9.096 de 19 de setembro de 1995) determina que o STF casse o registro desse partido, por violação do artigo 28, alínea II: “estar subordinado a entidade ou governo estrangeiros”.

Nem com a maior dose de boa vontade e tolerância se consegue aceitar a tese de que a suprema mandatária, comercializada ao público como "gerentona", não fosse informada nem percebesse o sumiço de bilhões das contas públicas e o mágico e inebriante retorno dessa dinheirama a seu partido e seus parceiros.


Queriam a prova? Pois ela veio assim que terminaram as manifestações do domingo, país afora. A entrevista dos ministros Miguel Rossetto e José Eduardo Cardozo fez prova provada do inverso da tese que pretenderam apresentar. O governo é incorrigível! O que tinham a dizer? Nada que suscitasse consideração ou respeito. Ao contrário, mostraram a mesma falsa autossuficiência e a conhecida arrogância. Pacote de combate à corrupção? Me poupem!

 

Pode-se até dizer que Fidélix foi grosseiro, mas não que agrediu à dignidade de um grupo. A não ser que a dignidade dos LGBT esteja alicerçada na ilusão de que podem se reproduzir entre si.

A presunção do representante do Ministério Público é uma mera dedução feita sobre seus próprios achismos e, por isso, não pode basear juridicamente uma decisão.


Lembram-se da celeuma causada pelo candidato à presidência da República, o sr. Levy Fidélix, quando ele falou algumas verdades sobre o homossexualismo, tais como “dois iguais não fazem filho” e “orgão excretor não reproduz”? Pois bem, por conta dessas declarações o candidato se tornou réu e condenado, em uma Ação Civil Pública, movida pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, que pleiteou uma indenização no valor de um milhão de reais, em virtude de supostos danos morais causados à comunidade LGBT.