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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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A dependência crescente da Rússia está relacionada com a decisão de Merkel, após o acidente na usina nuclear de Fukushima, no Japão, de suprimir progressivamente o programa de energia nuclear da Alemanha.


Tendo aparentemente sido assegurado por Eric Holder, do Departamento de Justiça, que ele não irá enfrentar acusações de espionagem, ao contrário de sua fonte, Edward Snowden, Glenn Greenwald voltou para os EUA e está lucrando com sua notoriedade. Seu livro, 'No Place to Hide: Edward Snowden, the NSA, and the U.S. Surveillance State' (Sem Lugar para se Esconder: Edward Snowden, a NSA, e o Estado de Vigilância dos EUA, em tradução livre), será lançado em breve, e ele estará aparecendo em 15 de maio com um de seus heróis, Noam Chomsky, um membro líder dos subprodutos do Partido Comunista, os Comitês de Correspondência para a Democracia e o Socialismo.

No entanto, existe um estatuto de limitações de 10 anos, o que significa que a administração que suceder a Obama poderia acusar os cúmplices de mídia de Snowden de violar a Lei de Espionagem (Seção 798).

O Brasil precisa de um novo IPES, congregando amplos setores da vida nacional em volta de um objetivo comum: a recuperação da sociedade brasileira, em todos seus aspectos, não só econômicos.


O Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (IPES) foi fundado em 1961 no Rio de Janeiro pelo coronel Golbery do Couto e Silva e um grupo de empresários anticomunistas, dispostos a readequar e a reformular o Estado brasileiro. Tinha por objetivo criar barreiras intelectuais contra a propagação das ideias marxistas durante o governo João Goulart. Promovia Estudos de Problemas Brasileiros para os governos militares pós-1964.

“No setor privado, destaca-se o Instituto de Pesquisas e Estudos Sociais (Ipes), fundado em 1961. O Ipes é geralmente associado à conspiração para depor o presidente João Goulart, mas a sua contribuição foi relevante para as reformas. Na verdade, o Ipes apoiou uma série de estudos sobre problemas estruturais da economia de que participaram muitos especialistas, entre os quais Roberto Campos, Mário Henrique Simonsen e Delfim Netto” (Maílson da Nóbrega, in “Há esperança”, Veja no. 2459, 6/1/2016).


Sempre que o sujeito aparece como premido por alguma investigação ou, mas grave ainda, como "premiado" na delação de alguém, a saída é quase sempre a mesma: trata-se de regular contribuição para despesas de campanha. Tudo de acordo com a regra e aprovado, direitinho, pela Justiça Eleitoral.

 Estamos tão habituados a isso quanto com a conversa daqueles que jamais estão a par de qualquer irregularidade, ainda que tenham a seu dispor multidão de servidores e instituições regiamente pagos para tarefas de fiscalização e controle. Tais autoridades nunca se surpreendem porque, mesmo depois de informadas, continuam sabendo coisa alguma. Afinal, mais de duas dezenas de ministros e ex-ministros da presidente estão sob investigação.

12528313_745507645550007_432657037_oManter a alta cultura viva é crucial para a preservação da paz e da democracia”.
Roger Scruton


A notícia de que a Inglaterra está prestes a ter sua nova “grammar school” em 50 anos despertou uma reação hostil de quase toda a esquerda. Isso era previsível porque existe uma tensão entre nossa cultura democrática e o tipo de educação tradicional que se espera encontrar em uma boa “grammar school”. Frequentemente ouvimos que um sistema que ‘segrega’ aqueles que são capazes de receber um educação acadêmica rigorosa dos que não são é ‘elitista’ e que, portanto, é contrário aos princípios igualitários de uma verdadeira democracia. Isso é verdade, especialmente no mundo da alta cultura. Se uma determinada cultura não está disponível para todos – segundo os igualitários – então ela deve ser deixada de lado como uma questão privada, que não tem espaço na educação pública.

Por elas, nem uma palavra. Não mais do que se elas jamais tivessem existido, essas centenas de mulheres alemãs, violentadas, agredidas sexualmente por uma turba formada por cerca de mil homens de origem magrebina, em sua maioria “refugiados”. Os votos do Papa ao corpo diplomático (votos quase que inteiramente consagrados aos imigrantes!) não trazem qualquer alusão ao fato. Por outro lado, o soberano pontífice continuou a exortar a Europa a permanecer acolhedora e a perpetuar-se como o “farol da humanidade”.

O Papa Francisco exortou os europeus a “vencer seu medo” aos imigrantes, “apesar das inevitáveis dificuldades”. Será isso uma alusão? As agressões sexuais em massa, utilizadas como arma de guerra para aterrorizar as populações invadidas, serão uma das “inevitáveis dificuldades” da acolhida de imigrantes às quais devemos nos acostumar?

01Reinaldo Azevedo mostrou-se INCAPAZ de refutar qualquer dos meus argumentos. Só usou de deboches e rotulações e no fim preferiu refugiar-se por trás de uma bela desconversa.

DESAFIO publicamente o Reinaldo Azevedo a me mostrar uma única frase na qual o deputado Jair Bolsonaro tenha pregado a implantação de uma ditadura militar no Brasil de hoje.
Repito: UMA ÚNICA.


Primeira postagem de Reinaldo Azevedo, publicada nesta segunda, 11 de janeiro:

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mbl-o-vem-pra-rua-este-blogueiro-e-a-bocalidade-da-extrema-burrice-disfarcada-de-extrema-direita/

Olavo:

Como a minha mensagem à coluna do Reinaldo Azevedo não foi publicada até agora, repito:

Dividir a direita em “democratas” e “golpistas” é um simplismo indigno da sua inteligência, caro Reinaldo. Ademais, é um princípio elementar de ciência política não julgar movimentos políticos somente pelos “valores” que eles dizem representar, – isto é, pela imagem que buscam ostentar –, mas pela substância das suas ações e pela qualidade da sua estratégia. Escreverei algo mais detalhado sobre isso, e espero que possamos trocar umas idéias a respeito.

A coluna de Reinaldo Azevedo não só representa uma inversão total da realidade, mas joga lama na água dos acontecimentos, criando rótulos e misturando conceitos.


Esta postagem é um desabafo, mas também uma análise sobre o estado de coisas a que chegamos no Brasil. Como a maioria deve saber, em sua coluna de ontem (11), o jornalista Reinaldo Azevedo fez um duro ataque aos que criticam os movimentos pró-impeachment, colocando-os todos no mesmo saco de gatos, a que ele chama de ‘golpistas’ e ‘bolsonarianos’ [http://tinyurl.com/hscakrj].

A análise feita pelo jornalista, além de maliciosa, é completamente estapafúrdia. Julgamos que só pode ser fruto de uma profunda confusão mental, talvez um efeito colateral do seu trotskismo de juventude, o qual, segundo o próprio Reinaldo Azevedo, ainda lhe deixa marcas.

Este texto é um convite à reflexão a quem pretende superar a mediocridade reinante; mas quem não o pretende pode ler, é claro – mal não fará.

***

Segunda-feira, 11 de janeiro de 2016; entro no Facebook e vejo a ala (digamos) pra-frentex da – vá lá – direita maldizendo o Rodrigo Gurgel (com muitas indiretas, é claro). Vou atrás de saber o motivo. Estarreço-me: o mestre disse que não conhecia o finado do dia, David Bowie. Pronto, a tchurma que acha possível restaurar a alta cultura sem largar de mão a baixa cultura já saiu rasgando as calçolas. Com todo respeito à alma do sujeito (que Deus o tenha), que grande demérito pode haver em não ter conhecimento sobre um artista “pop”? (Ou: "Um travesti que ficou famoso nos anos 80", como bem classificou Hermano Zanotta.)

As lágrimas de Obama emocionaram o mundo. Não consigo sequer imaginar, como pretenderam alguns, que elas tenham sido produto de talento teatral. Não! Ele não é ator tão competente nem faltam ao massacre de Sandy Hook motivos para uma verdadeira torrente de lágrimas.

No entanto, é abusivo valer-se das lágrimas de Obama para combater, no Brasil, propostas que buscam proporcionar ao cidadão condições de defender a si e à sua família. Obama chorou mesmo, sem qualquer mistificação. Mistificadores, estes sim, são os defensores de bandidos que enchem as páginas de nossos jornais usando expressões tipo "bancada da bala" e "turma do bangue-bangue" para se referirem aos que, como eu, querem ver assegurado aos cidadãos de bem o direito de defesa num país que se entregou para os criminosos.

gato-shrekA maior artimanha no arsenal esquerdista é politizar as emoções. Uma vez que este objetivo é alcançado, não há mais limites para a intervenção do Estado pois as emoções não são limitadas pela razão.

Considere os seguintes exemplos emocionalmente carregados. É certo ou errado matar um bebê por um milhão de dólares? E quanto a matar uma escola cheia de crianças por um milhão de dólares? Ou matar um membro se sua própria família por um trilhão de dólares?

Por mais horrendo que seja sequer considerar cometer atos tão sórdidos, o valor monetário — um reflexo dos recursos materiais e humanos do trabalho — não determina por si só se algo é ou não correto.


A redação do Enem não é tão exigente; o nível dos alunos que é péssimo.


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O tema escolhido para a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2015 deixou feministas e esquerdistas em êxtase: “A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira”. Em outubro do ano passado, a escolha gerou uma onda de comemorações nas redes sociais, com direito a provocações como “Machistas não passarão!”, além de esgares de felicidade pela suposta revolução feminista que finalmente teria chegado ao domínio da dispendiosa prova realizada pelo MEC.

Mas a alegria durou pouco.

kpPatriarca da Igreja Ortodoxa de Moscou troca beijo com Vladimir Putin.

O patriarca Kirill, de Moscou – que além de ser reconhecido como chefe da Igreja Ortodoxa Russa é o “agente Mikhailov” da antiga KGB hoje FSB – exortou seus seguidores a recuperar os “valores” do período soviético, noticiou com satisfação a agência oficial Interfax.

A seca do Nordeste ajuda mais a venda de ingressos para o desfile das Escolas de Samba no Rio de Janeiro do que a luta armada serviu à redemocratização do país.


Nessa encrenca política, típica de republiqueta bananeira em que o país está enfiado, volta e meia a frase que dá título a este artigo é pronunciada, com poses de estadista, por membros do partido governante. Que é isso, companheiro? Prá cima de mim? Desmentidos a respeito dessa alegada luta pela democracia são abundantes, inclusive entre participantes da atividade clandestina que, mais tarde, se tornaram honestos historiadores do período. Exatamente por esse motivo nenhum está no governo. A balela da luta pela democracia requer relação inescrupulosa com a verdade.

kafka pcO termo kafkatrapping¹ (“armadilha kafkiana”) descreve uma falácia lógica que é popular no feminismo, nas políticas raciais e outras ideologias de vitimização. Ela ocorre quando você é acusado de um “crime de pensamento2”, tais como o machismo, o racismo ou a "homofobia". Você reage com uma discordância honesta que é logo utilizada para reforçar sua culpa. Agora você está preso em um círculo vicioso e irrefutável; nenhum acusado pode ser inocente pois a estrutura da armadilha kafkiana exclui essa possibilidade.

O termo deriva do romance “O Processo”, de Franz Kafka, no qual um inexpressivo funcionário de banco chamado Josef K. é preso; nenhuma acusação é revelada ao personagem ou ao leitor. Josef é processado por um tribunal bizarro e tirânico de autoridade desconhecida e condenado por uma burocracia impenetrável. No final, Josef é sequestrado por dois homens estranhos e inexplicavelmente executado com uma facada no coração. “O Processo” é uma visão de Kafka sobre os governos totalitários, como a União Soviética, cuja justiça é transformada em uma paródia amarga e horripilante que serve apenas aos que estão no poder.

(“Vós sois deuses... contudo, morrereis como um homem qualquer” Sl 81,6-7)

Prezado juiz Jesseir Coelho de Alcântara,

Permite-me tratar-te por “tu” em vez de “Vossa Excelência”, sem que isso queira significar nenhuma falta de respeito.

Tu deves ter-te emocionado pelo recém-nascido encontrado no centro de Goiânia em 22 de dezembro de 2015, dentro de dois sacos de lixo, debaixo de uma árvore da Rua 01. A criança foi encontrada por um casal, socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada até o Hospital Materno Infantil, onde os servidores, emocionados, deram-lhe o nome de Manoel, “Deus conosco”. O bebê teve alta no dia de Natal, 25 de dezembro, com uma lista extensa de pessoas querendo adotá-lo[1]. Que alegria, para um juiz como tu, da 1ª vara de crime dolosos contra a vida, ver que uma pessoa foi salva de uma tentativa de homicídio!