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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Em fevereiro, o governo socialista de Pequim ordenou a execução de cinco empresários que haviam formado grandes fortunas, de acordo com o site FranceTVinfo. Entre eles, o milionário da indústria mineira Liu Han, seu irmão e três sócios.

É impossível formar uma grande fortuna sob um regime socialista nivelador sem ter importantes cumplicidades com o seu sistema hegemônico.

"As desigualdades econômicas são incompatíveis com o socialismo". Essa foi a causa invocada pelos ideólogos marxistas para produzir a maior chacina da História. Porém, necessidades concretas impostas pelo progresso mundial do comunismo exigem por vezes uma tolerância do regime para com capitais privados.


Ao simplificar o conceito, o novo Código de João Paulo II, ao contrário do que dizem alguns sapientíssimos intérpretes, não isentou de excomunhão os católicos colaboracionistas, mas apenas reiterou o óbvio: não existe católico pró-comunista que não seja apóstata.


A coisa mais difícil, neste país, é encontrar um liberal, conservador ou similar que entenda, mesmo de longe, o que é comunismo. Outro dia, um blogueiro católico jurava que o novo Código de Direito Canônico já não condena à excomunhão automática os católicos que colaborem com o movimento comunista, mas só aqueles que “professem o materialismo dialético”, pois só neste caso haveria apostasia, motivo de excomunhão. Sem entrar no mérito da questão teológica aí envolvida, e analisando a coisa só do ponto de vista semântico e estilístico, vejo nessa afirmativa o tipo mesmo da linguagem falsificada em que a total ignorância de um problema se camufla de ciência superior e até de doutrina sacra. 

A mim me parece auto-evidente que nenhuma decisão papal pode ser interpretada, por um católico, de tal maneira que leve a conclusões absurdas e autocontraditórias. 

“Gramscismo sob pretextos faorianos” é uma expressão que resume perfeitamente bem a política do PT ao longo de toda a sua existência.


Na vasta bibliografia sobre temas nacionais, especialmente a assinada por autores de esquerda, não há tópico mais abundantemente estudado, explorado, revirado de alto a baixo, do que “a revolução brasileira”. Perdão. É com maiúsculas: Revolução Brasileira.

Livros com esse título, ou com essa expressão no título, foram produzidos por Nelson Werneck Sodré, Franklin de Oliveira, Octávio Malta, Celso Furtado, Pessoa de Moraes, Guerreiro Ramos, Azevedo do Amaral, Jamil Almansur Haddad, Florestan Fernandes, Moisés Vinhas, Danton Jobim, Hélio Silva, José Maria Crispim, Celso Brant e uma infinidade de outros, sem contar aqueles, muito mais numerosos, que trataram do mesmo assunto sem ostentá-lo no título.


dmnwoO alto dirigente da CNBB Raymundo Damasceno participou de um encontro da religião biônica da ONU, na cidade de Viena, Áustria, realizado entre os dias 20 e 23 de novembro de 2013.

No discurso transcrito em 3 páginas, o líder da seita cristã-esquerdista não citou nenhuma vez o nome de Jesus Cristo, do qual Raymundo se diz “pastor de almas” diante do público brasileiro. Com certeza esse discurso do cardeal globalista é uma vergonha, e segue à risca a lei imposta na nova Arca da Aliança de Mikhail Gorbachev.

Intervención del Emmo. Sr. Cardenal Raymundo Damasceno Assis, Arzobispo de Aparecida, Presidente de la Conferencia Nacional de los Obispos de Brasil (CONIB), Moderador de Religiones por la Paz América Latina y el Caribe, y Representante del Consejo Episcopal Latinoamericano (CELAM) en la Sesión Plenaria IV: “Acogiendo al otro a través del desarrollo humano que respeta la Tierra.”




Li “O homem medíocre” pela primeira vez em 1999. Na época, o cetro do poder político brasileiro estava em outras mãos e a oposição de então apresentava-se como modelo das mais seráficas virtudes. Um capítulo do livro, em especial, chamou-me a atenção por parecer escrito para aquela realidade. O autor, José Ingenieros, tratava, ali, da diferença entre a mera honestidade e a virtude, bem como da falsa honestidade daqueles que a exibem como troféu.

Em todos os tempos, a ditadura dos medíocres é inimiga do homem virtuoso. Prefere o honesto e o exibe como exemplo. Mas há nisso um erro ou mentira que cabe apontar. Honestidade não é virtude, ainda que não seja vício. A virtude se eleva sobre a moral corrente, implica uma certa aristocracia do coração, própria do talento moral. O virtuoso se empenha em busca da perfeição.”


Com certeza não vou discutir política com o Villa. O estudo de uma personalidade psicopática é MUITO mais interessante. Estou começando a entender a cabeça do sujeito.


O tipo de charlatão contumaz que encarna na sua pessoa a “cultura do fingimento”, da qual falava Roger Scruton, caracteriza-se pelo uso muito peculiar que faz dos chavões e frases feitas. Estes esquemas verbais “prêts-à-porter” servem para muitas coisas. Um cidadão sem muita cultura ou sensibilidade literária pode usá-los para descrever imprecisamente fatos e experiências cujos equivalentes verbais exatos escapam ao seu repertório. O charlatão emprega-os como instrumentos dotados de força própria, independente de quaisquer fatos ou experiências que, em vez de expressar, eles substituem. O ignorante inocente apela aos chavões como instrumentos de expressão; o charlatão, como instrumentos de falsificação.

Quem vai na contramão da segurança e do combate à violência é a própria CNBB, que é contra também a doutrina moral e social da própria Igreja Católica, ao dar voz, apoio e amparo institucional a um projeto de poder totalitário, assassino, cleptocrata , e o pior de tudo, anticristão, que é o projeto de poder do Foro de São Paulo, cujo tentáculo brasileiro mais vistoso é PT.


A nota emitida pela CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) em 21 de Abril de 2015, ao término da 53. Assembléia Geral da CNBB, a despeito de usar muitas vezes a palavra “equívoco”, é ela própria um equívoco, do início ao fim, no que faz jus à origem etimológica do termo: escolha errada.

A começar pela citação bíblica, o único ponto de veracidade do texto que deve ser seguido à risca: “Entre vós não deve ser assim” (Mc 10, 43). De fato, não se deve levar a sério o texto publicado pela antiga cúpula da entidade que encabeça o projeto de reforma política que visa dar amplos, ilimitados e eternos poderes ao PT/Foro de São Paulo.

Teólogos e pastores proeminentes agora se debatem com a questão: pode o cristão apoiar um movimento de impeachment?

Alguns dizem que sim. Outros respondem que não. É uma questão legítima, e que não diz respeito apenas ao governo de Dilma Rousseff.

Se o cristão não pode apoiar a dissolução das autoridades constituídas, isso vale para todas as autoridades constituídas. Em bom português, se não podemos tirar Dilma do poder porque devemos ser submissos o mesmo vale para políticos de outros partidos e ideologias.

A consequência prática desta interpretação do famoso texto de Romanos é a total submissão a qualquer governo, seja ele democrático ou não. Se a submissão às autoridades deve ser absoluta, os cristãos que lutaram contra Hitler estavam em pecado.


O “historiador” Marco Antonio Villa apagou nossa postagem em sua fanpage do Facebook, com o convite para participar de um programa ao vivo na Rádio Vox e explicar o que é o FASCISMO. É óbvio que esse sujeito simula um papel de intelectual democrata e não faz a menor idéia do que seja liberdade de imprensa ou democracia, achando que arrotando uma erudição que não possui, vai enganar o público distorcendo o sentido da palavra FASCISMO.

Fascismo, Marco Antonio Villa, é o sistema econômico que sustenta as empresas de mídia em que você “trabalha”, associadas ao poder estatal do PT-Foro de São Paulo-PSDB…

No caso da revista Veja, da editora Abril, tal condição é tão explícita, que a redação do períodico fica no espigão do Banco do Brasil, que banca essa pseudo-oposição ao PT.

Esse sujeito é realmente um desinformante, um agente acobertador do Foro de São Paulo, um mentiroso profissional desprovido de qualquer confiabilidade e idoneidade.


(Notas de Olavo de Carvalho sobre os comentários de Marco Antonio Villa, que, dando amostras de sua desonestidade intelectual, cegueira política e má fé, xinga-o de "fascista", "gente de extremíssima direita" e "astrólogo", em vídeo que integra o conteúdo online da revista Veja.)

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Num é pá mi gambá, mas a obra inteira do Villa não vale as minhas notinhas do Facebook.

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Aviso aos navegantes recém-chegados (os mais experientes não precisam); NUNCA, nunca uso os termos "fascista", ""comunista", "esquerdista", "direita", "fundamentalista", "desinformante", "agente", etc. como insultos. São conceitos descritivos, e não tomates podres para jogar na cabeça de quem quer que seja. Quem quiser usá-los para esse fim, que use, mas depois não venha se fazer de intelectual acadêmico na minha frente, ok?

Êta sujeitinho vagabundo, capacho do George Soros.


Conheci Marco Antonio Villa nos anos 70, na PUC/SP. O cara era maoísta, mas parece que os resíduos dessa praga nunca mais foram removidos. Ele ainda trata o socialismo esquematicamente como nos manuais, a realidade pouco importa. Afirmar que o PT não é comunista e que Olavo é fascista já diz tudo sobre ele, tanto no caráter quanto como historiador. Acho que ele não agüentou quando viu vários cartazes louvando Olavo nas manifestações. Mais um roedor da glória alheia, mais um invejoso como tantos.


Na encíclica Rerum Novarum, publicada em 1891, época em que o comunismo era apenas uma tese ainda distante um quarto de século de sua primeira experiência na Revolução Russa (1917), o Papa Leão XIII, referindo-se a esse modelo, escreveu: “Além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas conseqüências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como conseqüência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria”. Foi profeta. A história veio lhe dar inteira razão.

 No entanto, se as previsões do sábio pontífice foram confirmadas e pouca gente esclarecida rejeita suas afirmações sobre a ineficácia do sistema comunista, tem passado meio despercebida a relação cuja existência ele identificou entre o comunismo e a inveja.

marco villa

Para início de conversa devo dizer aqui que tenho 2 livros de Marco Villa, que acho muito interessantes. Ele não é um dos meus autores/intelectuais preferidos, mas devo dizer que ele tem sua contribuição. Por outro lado, tenho quase todos os livros de Olavo de Carvalho e conheço muito de seu material, embora eu não seja aluno do seu Curso de Filosofia.

Posto isso, vamos aos fatos: em uma edição recente do TVeja, Marco Villa rotulou Olavo de Carvalho de “fascista” e ainda o chamou de radical. Em seguida, usou o xingamento típico da esquerda: “é um astrólogo”. A coisa não terminou por aí. Ele disse que essa direita (que seria a “turma do Olavo”) era o problema.


bfiwy“A alta cultura é a autoconsciência de uma sociedade. Ela contém as obras de arte, literatura, erudição e filosofia que estabelecem o quadro de referência compartilhado entre as pessoas cultas.”

A definição é de Roger Scruton. Basta lê-la para perceber que a coisa aí definida cessou de existir no Brasil há muito tempo. O único “quadro de referência compartilhado” que ainda resta é a mídia popular, com seus chavões, seus erros gramaticais, seus cacoetes de pensamento repetidos semanalmente por articulistas semi-analfabetos.

Fora disso, há apenas subculturas grupais que se ignoram mutuamente e cuja unidade interna provém menos de crenças e valores compartilhados que de interesses profissionais, financeiros ou políticos imediatos. Há uma cultura de empresários e economistas, uma de evangélicos, uma de gays, uma de advogados, etc. Sobretudo há uma de militantes esquerdistas que lutam com todas as armas da chantagem, da intimidação e das propinas para torná-la hegemônica e assim fazem dela um Ersatz grotesco de alta cultura, a mais eficiente garantia de que não haverá alta cultura nenhuma.

Muitas pessoas fazem esta afirmação sem mesmo pensar a respeito da natureza e da origem dos direitos. O que são direitos, e de onde eles vêm?

A perspectiva de socialistas, progressistas e intervencionistas é de que logo que uma legislação seja adotada sob devidas regras e procedimentos, o governo cria e extingue direitos. Por exemplo, o Congresso, seguindo as regras do processo legislativo delimitado na Constituição, pode criar ou extinguir o direito ao emprego, à educação ou à alimentação.

Quando socialistas desejam expandir o escopo do governo, quase sempre fazem uma distinção entre “privilégio” e “direito”. Nesta perspectiva, algo é um privilégio apenas se uma pessoa pode conquistar por seus próprios meios, e algo é um direito se o governo usa dinheiro de impostos, ou outros poderes coercivos, para provê-los aos indivíduos, independentemente de seus meios. Coisas realmente importantes, dizem os socialistas, devem ser direitos, não privilégios.