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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O Dr. Milton Simon Pires, médico cardiologista e intensivista (UTI), concursado e funcionário do Hospital Nossa Senhora da Conceição (conhecido apenas como Hospital Conceição) em Porto Alegre desde junho de 2010, ao chegar para trabalhar na manhã do dia 22 de setembro constatou que seu ponto eletrônico estava bloqueado, então foi perguntar o que havia ocorrido. Encaminharam-no ao setor de Relações Humanas quando uma funcionária entregou-lhe um documento no qual dizia que ele estava afastado do trabalho por 60 dias. Perguntada, a jovem não soube responder, pois era encarregada apenas de fazer a entrega.

O documento recebido foi a Portaria nº 443/14, que resolve “afastar por 60 dias ‘a contar do recebimento desta’ o Dr. Milton Pires (...), conforme o disposto do Art. 9º do Regulamento de Procedimentos e Sanções Disciplinares do Grupo Hospitalar Conceição (GHC)”. Constam os nomes e assinaturas dos doutores Carlos Eduardo Nery Paes, Diretor Superintendente do GHC, Dr. Gilberto Barichello, Diretor Administrativo e Financeiro, e apenas o nome, sem assinatura, do Dr. Paulo Ricardo Bobek, Diretor Técnico e chefe do Dr. Milton.

Um dos membros do painel os convidou para “encontrar a próxima geração de pessoas que estendam os limites.”
Katherine Marshall, da Universidade Georgetown, disse aos que estavam presentes que “fossem além das estruturas formais” das religiões e se envolvessem em debate “intra-religioso” em oposição a “inter-religioso.”


O Fundo de População da ONU (UNFPA) está mergulhando de cabeça na teologia, exegese e práticas espirituais num novo manual sobre religiões, sexualidade e questões reprodutivas para diplomatas e funcionários da ONU.

Quem antes dizia que a agenda cultural da esquerda leva, inevitavelmente, à defesa de abominações como a zoofilia, necrofilia e a pedofilia, era considerado louco.

Isso só poderia ser paranóia de gente muito careta, certo? Errado!

Infelizmente, os piores temores são sempre passíveis de encontrar a realidade quando se trata de lobbys organizados da esquerda e sua fúria contra a família tradicional…

Em artigo intitulado “Pedofilofobia”, publicado na Folha de S. Paulo, no último dia 21, o filósofo Hélio Schwartsman questionou a decisão da Justiça que mandou recolher todos os exemplares da revista Vogue Kids.

Há poucos dias, no estado de Córdoba, ao norte da Colômbia, narco-guerrilheiros das FARC riam-se às gargalhadas enquanto disparavam contra um grupo de policiais que foram emboscados. Sete policiais morreram, e os detalhes das sinistras gargalhadas foram narrados por sobreviventes (El Heraldo, Colômbia, 19.09.14).

Essa zombaria sangrenta, que choca profundamente às pessoas de bem, talvez seja um símbolo do sentimento que anima as FARC, no momento em que realizam conversações de “paz” com o governo colombiano em Havana, na própria cova do lobo, desde há dois anos.

Porta-vozes das FARC acabam de declarar que “nunca estivemos tão longe de uma entrega ou rendição como agora”, e que dialogam com o presidente Santos porque ele não nos considera como “terroristas” (El Espectador, 22.09.14). Como se ficasse alguma dúvida sobre suas reais intenções, acrescentaram: “Ninguém nas FARC estabeleceu nem dissemos ao Governo, em nenhum momento, que vai haver um só momento de entrega das armas. Repetimos, ninguém vai ter a foto da entrega de armas das FARC”. E concluíram: “A entrega das armas não existe como figura nem está na linguagem nem em nosso dicionário” (TeleSul, de 28.08.2014).

 O objetivo de Putin é tomar para si a indústria de defesa presente no leste ucraniano. Ele precisa de fábricas que construirão turbinas para seus submarinos e fábricas de mísseis balísticos em Dnepropetrovsk.
 

O Memorando de Minsk, que em teoria trouxe paz à Ucrânia, dá à Rússia um tempo de folga para que ela reagrupe, para futuras ações ofensivas, suas forças convencionais e clandestinas. Escrevendo direto da Criméia, um observador acredita que as forças russas movimentarão suas tropas em direção à Ucrânia quando o clima esfriar. Pelo menos um jornalista polonês acredita que os russos na verdade farão isso em questão de semanas. Previsivelmente nomeadas de República Popular de Lugansk e República Popular de Donetsk, esses dois territórios passaram a ser, de acordo com o memorando, enclaves russos permanentes instalados em território ucraniano. Será que a Rússia se satisfará com isso?

Meus caros amigos,

Trabalhando desde junho de 2010 na UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre, minha contínua luta contra as barbaridades feitas contra a saúde pública no Brasil são do seu conhecimento. Foi através do blog de Ricardo Setti na Revista VEJA que, no início de 2013, “Santa Maria e a Guerra do Vietnam” (artigo de minha autoria) chegou ao conhecimento público trazendo um sério aviso sobre a vinda dos médicos cubanos. Depois de “Carta à Presidente Dilma” e de uma série de outros textos publicados tanto no meu blog “Ataque Aberto” quanto no grupo de Facebook, “Inglourious Doctors”, comecei a pagar, pessoalmente, dentro do meu emprego, o preço das minhas opiniões políticas.

Assassinar reputações de inimigos não é tática nova da esquerda brasileira. O doutor Romeu Tuma Júnior provou isso ao país. Trabalhando num grupo hospitalar que atende 100% dos pacientes pelo SUS, no qual entrei por concurso público e que é controlado por gente do PC do B, acredito que não seja necessário ser teórico da conspiração para compreender e aceitar o que acontece com aqueles que se opõem ao modelo de gestão de saúde no Brasil. Antiga, mas eficiente, a tática é sempre a mesma: atribuir desempenho ruim nas avaliações funcionais e relatos de conflitos e dificuldade de relacionamento no local de trabalho funcionam como estopim dos processos administrativos, como os quais se pretende “limpar” o serviço público dos opositores.

“Não há felicidade sem liberdade, nem liberdade sem bravura.”
Tucídides


Timothy Garton Ash, catedrático de Estudos Europeus na Universidade de Oxford, Inglaterra, escreveu (no dia 17 de Setembro) um artigo estimulante no El País, enfrentando, sem temor, os novos problemas da ordem internacional: das ameaças bélicas dissimuladas do sr. Putin ao terror sórdido do autoproclamado “Estado Islâmico do Iraque e do Levante”, que faz tremer, pela crueldade, a própria Al-Qaeda.   

É sempre um prazer ler Garton Ash e os seus comentários bem informados; deliciosos até.

Ademais, as democracias, regimes frágeis pela sua própria vocação e forma específica de legitimação, não suportam a falta de clareza estratégica, num mundo marcado, refira-se ainda, por guerras assimétricas, turbulências e poderes subversivos.

A política moderna está saturada de mitos. E de idiotas que acreditam neles.

Idiota, aqui, no sentido (grego) clássico do termo.

Na sua face mais medíocre, a política moderna virou enredo de filme da Walt Disney. Existem heróis e vilões, o bem e o mal, e milhões de soluções mágicas para tudo.

Hoje o debate político é definido nos seguintes termos: “caras bonzinhos” tentando salvar o mundo contra “caras maus” que visam apenas o lucro.

Ainda hoje tem gente que acha que só “caras maus” se opõem ao Estado de Bem-Estar Social, um modelo econômico paternalista no qual, basicamente, alguns cidadãos vivem sustentados por outros, que trabalham e pagam impostos.

Após o PT ter chegado ao poder, os mesmos veículos que antes eram fidedignos e parceiros passaram a ser vistos como manipuladores e inimigos. Acumulam-se, desde então, as tentativas de lançar controle sobre os meios de comunicação.


Entre 1980 e 2002, o Partido dos Trabalhadores foi uma ininterrupta saraivada de pedras contra as vidraças do poder. Pedra dura sem ternura, nem meias palavras. O partido adotou a denúncia como elemento central de suas estratégias, dividindo-se entre as tribunas dos parlamentos e os balcões do Ministério Público e do Poder Judiciário. Era carga cerrada, que ganhava eficiência e eficácia com produção de cartilhas e com a rápida propagação das mensagens e orientações até o mais solitário vereador ou militante, no mais remoto dos municípios. Onde houvesse um meio de comunicação e alguém para ser municiado, ali chegava a informação ou a versão mais conveniente para o ataque, em dimensões nacionais, aos adversários da hora. Foram mais de duas décadas disso.

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Características do projeto do míssil Bulava recentemente testado mais uma vez, segundo a agência moscovita RIA-Novosti.


E se o presidente russo estivesse pensando em duas bombas atômicas táticas contra um membro da NATO – a Polônia ou a Lituânia, por exemplo? 

O pesadelo nuclear com a possibilidade de represálias poderia encerrar uma era histórica. Porém, segundo o correspondente na Rússia do The Atlantic, a enlouquecedora perspectiva não está longe de ser adotada pelo Kremlin.

 É preciso ser muito, muito burro para acreditar que, deixada a si mesma, ou mantida como um santuário inviolável pelos cultores do animalismo, a Mãe Natureza resolverá tudo na mais perfeita harmonia. Essa gentil progenitora já liquidou mais espécies animais do que toda a humanidade caçadora reunida. 


Meu plano, esta semana, era interromper esta série de considerações deprimentes sobre a hedionda política nacional e mundial e oferecer aos leitores alguma coisa mais divertida. Tinha tudo para isso. Aos 67 anos, pela primeira vez na vida fiz uma viagem de recreio e estou em plena floresta do Maine, com meu filho Pedro e meu amigo Sílvio Grimaldo, caçando ursos pretos. É uma região de beleza indescritível, os guias são pessoas gentilíssimas, de modo que a gente se sente em família, o alojamento parece um jogo de casinhas de brinquedo e a comida é de primeira ordem. Todo dia os guias nos levam por uma estrada de terra de onde partem as trilhas individuais que seguem pelo meio do mato até a cadeirinha onde nos encarapitamos para esperar o urso, atraído – espera-se – pela isca plantada num barril aberto. Meu urso não deu ainda o ar da sua graça, especialmente porque ontem choveu um bocado e urso preto não gosta de chuva, mas vou continuar tentando. Levo uma Browning calibre 300 Winchester Magnum, suficiente para derrubar três ursos em fila, e minha pontaria não é de todo má.

Como um bom "coxinha", "opressor", "fascista" e "reaça", estou trabalhando na sexta-feira à noite, enquanto aquela gente linda, revolucionária, do bem, está por aí, chapando o melão por um mundo melhor. De repente, chega a mim, desde a sala, uma voz afetada a latir algo assim: "PELO CONTROLE DAS FÁBRICAS E DO CAMPO PELOS TRABALHADORES!". Era um candidato a deputado estadual pelo Partido Comunista do Brasil.

Se por aqui 1 mais 1 fossem 2, só ouviríamos esse tipo de besteira em documentários. Socialistas e comunistas, os irmãos ricos, chiques e bem-sucedidos de nazistas e fascistas, mataram mais de 100 milhões de pessoas e destruíram talentos, obras de arte, bibliotecas e países. Entretanto, seguem por aí, firmes e fortes, a fazerem campanha política paga por nós, contribuintes, enquanto deveriam habitar a lixeira da história, junto com seus irmãos ítalo-germânicos.

Ademais, o mais importante a ressaltar é que esse tipo de discurso, em favor dos trabalhadores, é sustentado, em geral, por gente que não trabalha.


Neste domingo, 21 de Setembro, o Papa Francisco visita Tirana, capital da Albânia. É uma oportunidade para recordar e refletir sobre os horrores impostos pelo regime socialista-comunista à população do país. Perseguição e encarceramento de cristãos. Execuções. Demolição de igrejas e o ateísmo gravado na Constituição.

Mas a visita do Sumo Pontífice é oportuna também para os brasileiros. Para que refaçam a memória dos vínculos do regime opressor e sanguinário da Albânia com o Brasil. Recordação imprescindível, sobretudo neste período eleitoral, em que agentes e partidos historicamente ligados ao comunismo albanês - e comprometidos com a revolução socialista-comunista - são protagonistas do cenário político e atuam com a mesma ambição totalitária de poder.

Abaixo, algumas notas para contribuir com essa funesta recordação.

Quando a mulher repentinamente entrou na sala, o marido, num acesso de pânico, bateu a tampa do laptop com tanta força que o frágil fecho de plástico chegou a quebrar-se e cair ao chão.
— O que você tava vendo aí? — perguntou, desconfiada.
— Nada não, meu bem. É que me lembrei que está na hora do jornal — e então esticou-se para pegar o controle da TV.
— Muito estranho isso. Faz tempo que você não se interessa pelas notícias.
Ele deu um sorriso amarelo: — Eu me interesso, sim. Eu não gosto é da abordagem desses telejornais, essa coisa chapa branca. 
— Sei… 
O marido ligou a TV e começou a zapear entre diversos canais de notícias. Na ânsia de mostrar-se impassível, quase assoviou. Atento, conteve-se a tempo.— Posso acessar meu email no seu laptop? — tornou a esposa.
Ele fingiu desinteresse: — Ué, e seu celular?

Quando ficar claro que Marina não é uma alternativa, mas um aprofundamento das políticas que vêm sendo implementadas há anos no país, será tarde demais.


Minhas críticas aqueles que têm declarado seu voto à Marina Silva não é por sua escolha eleitoral, especificamente. O que mais me incomoda é que essa escolha tem se mostrado absolutamente irracional, unicamente baseada nas impressões que a figura de Marina transmite.

Sem nenhum problema, eu poderia respeitar o voto baseado na ideologia da candidata do PSB. Consideraria absolutamente normal, mesmo não concordando, que alguém votasse nela, por causa de seu ódio ao agronegócio, sua visão socialista radical e até por sua ideia de democracia participativa.