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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Um encontro em Viena passou despercebido pela grande mídia mundial. Os líderes do Movimento Eurasiano russo, a extrema-direita populista européia, aristocratas e homens de negócios reunidos para “salvar” a Europa contra o liberalismo norte-americano e seus lobbies.


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 Palácio do Príncipe de Liechtenstein


Em abril de 2014, em torno da prefeitura de Viena, dezenas de milhares comemoravam o Life Ball, o maior evento de apoio aos portadores de HIV e Aids na Europa. No palco, Conchita Wurst junto com dançarinos gays e lésbicas dançavam em trajes burlescos o tema do evento em 2014, o “Jardim das Delícias”. Ao mesmo tempo era realizado a apenas alguns metros de distância, no Palácio do Príncipe de Liechtenstein, uma conferência com “cristãos” nacionalistas e fundamentalistas russos e europeus, sobre como salvar a Europa do liberalismo e seu lobby “satânico”, e das possibilidades de reversão da situação. A reunião foi realizada a portas e cortinas fechadas, sob o mais estrito sigilo. Foi no entanto confirmado pela imprensa suíça por duas fontes independentes.

Hoje serei profeta mais uma vez: se os financistas judeus, dentro ou fora da Europa, conseguirem submergir mais uma vez as nações noutra guerra mundial, o resultado não será a bolchevização do planeta, portanto a vitória dos judeus, mas a aniquilação da raça judia na Europa.
Adolf Hitler
Discurso no Reichstag em 30 de janeiro de 1939.


Há 73 anos reuniam-se numa vila às margens do Lago Wannsee nos arrabaldes de Berlin, quinze membros civis do regime nazista, oficiais das SS e representantes do partido para elaborar um documento que veio a ser chamado de Protocolo de Wannsee: a Endlösung der Judenfrage - a Solução Final da Questão Judaica na Europa. 20 de janeiro permanecerá para sempre um dos dias mais infames da história da humanidade.

56-58 Am Grossen Wannsee, Berlin

A Reunião
Entre os quinze presentes basta nomear o SS-Obergruppenführer (1), Reinhard Heydrich, chefe da SIPO (2) e do SD, SS-Gruppenführer Heinrich Müller, do RSHA e chefe da Gestapo, e o SS-Obersturmbamführer Adolf Eichmann, chefe da Seção IV B4 do RSHA, responsável pela logística da Solução Final. A reunião ocorria a pedido do Reichsmarshall Hermann Göring e, obviamente, do Führer, para decidir como implementar dois pontos importantes:


mfcNa Colômbia, as pessoas que são ameaçadas de morte são de dois tipos: as que recebem uma proteção efetiva do Estado e as outras. A estas últimas não se lhes faz caso, mesmo que as ameaças sejam explícitas e venham da organização terrorista mais feroz do continente. O curioso é que no primeiro grupo se encontram os que apóiam o governo de Juan Manuel Santos. No segundo estão os outros, o da oposição republicana. Esse é o respeito que o regime de Juan Manuel Santos tem pelo princípio de igualdade dos cidadãos perante a lei.

 

O que ocorre nestes momentos à parlamentar María Fernanda Cabal Molina, do partido opositor Centro Democrático, e a dois advogados defensores dos direitos humanos, Fernando Vargas Quemba e Jaime Arturo Restrepo Restrepo, é a perfeita confirmação dessa atitude escandalosa.

 

Essa gente acredita que pode governar de costas para a realidade, pregando e praticando coisas inviáveis e nocivas, contra a ordem econômica sadia e contra os bons costumes.


De fato, o PT chegou a uma encruzilhada histórica. Está há doze anos no poder e se encontra naquele limiar inevitável, o do caos econômico derivado das políticas distributivistas populistas que inviabilizam o livre mercado, seja pelo excesso de tributação, seja pelo excesso de intervenção estatal. Para cumprir a sua agenda, o PT terá necessariamente que caminhar para seu viés autoritário. Com imprensa livre e o Congresso Nacional funcionando não haverá mais “avanços” na agenda revolucionária, podendo haver mesmo um retrocesso “neoliberal” em razão das necessidades imediatas inadiáveis.


O Jardim das Aflições - De Epicuro à ressurreição de César: ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil´, um dos principais livros Olavo de Carvalho, tem uma nova edição lançada pela Vide Editorial, com posfácio inédito. 

 

A galinha mais nervosa do universo
como introdução para  “
Um ‘domo de ferro’ necessário para os jovens ocidentais?


A secretária do referido departamento disse: “Levaremos mais algumas crianças para o cuidado estatal e assim poderemos subir de cargo!”. Ao ouvir isso, todas as demais mulheres riram copiosamente.


A galinha mais nervosa do universo

Jeffrey Niquist
Era uma vez um galinheiro em que vivia uma galinha ressentida chamada Kate Coxinha. Ela estava um tanto aborrecida: “Por que eu devo botar ovos?” perguntou. “Por que eu não posso ter o cargo do galo?”. Tudo que ele tem de fazer é encher seu peito e cantar.


Excelência, fale apenas por si. A nós, o que nos deixa indignados é o tráfico!

A execução de alguém é, sempre, um ato de extrema violência, que agride nossa sensibilidade. Na madrugada de ontem, na Indonésia, um cidadão brasileiro sentiu o peso da lei local que aplica a pena máxima para o crime de tráfico de drogas. Há dez anos, Marcos Archer entrara no país com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta. Apanhado pelo raio-x do aeroporto, conseguiu fugir, mas foi capturado dias depois. Simultaneamente, também foram executados um holandês, um malauiano, um nigeriano, uma mulher vietnamita e uma cidadã do próprio país.

odecO filósofo Olavo de Carvalho é certamente o mais comentado intelectual brasileiro da atualidade. É autor de vários livros, dentre os quais O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Além de ser fundador e editor-chefe do website de media watch e opinião Mídia Sem Máscara, escreve para o jornal Diário do Comércio, de São Paulo. Também ministra aulas online em seu Seminário de Filosofia (www.seminariodefilosofia.org) e preside o The Inter-American Institute (http://theinteramerican.org), de cujas atividades participam grandes nomes da intelectualidade dos EUA e da América Latina.

Olavo prontamente se dispôs a dar seu parecer ao Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) sobre questões relacionadas à política brasileira, a gestão da segurança pública, o trabalho das polícias, desarmamento e a criminalização da atividade policial no cenário cultural.

Sinpol-DF: Segundo as estatísticas do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2013, cerca de 490 policias foram mortos no Brasil. De 2009 para cá, o número chega a 1.170 policiais. O número total de homicídios no país ultrapassa os 50 mil. São números alarmantes que indicam um estado de guerra civil não declarada. Porém, ao noticiar tais estatísticas, a imprensa deu destaque às mortes de civis provocadas por confronto com as forças policiais, para concluir que a polícia brasileira “mata muito”. O senhor concorda?

R: Pelo menos, desde os anos 60 do século passado, a esquerda internacional e nacional não esconde seu propósito de utilizar o banditismo como arma de guerra revolucionária para a conquista do poder total.

nismanEm 18 de julho de 1994, a Associação Mutual Israelense Argentina (AMIA), sofreu um violento atentado que deixou um saldo de 85 pessoas mortas, 300 feridas e o desmoronamento de sua sede, um prédio de sete andares. O atentado à AMIA foi o segundo contra os judeus na Argentina. Em 1992 uma bomba explodiu em frente à embaixada de Israel em Buenos Aires, matando 29 pessoas e ferindo 242. A comunidade judaica atribuiu o atentado ao Irã e ao Hizbolah.

Em 2004, o então presidente Néstor Kirchner designou o promotor Alberto Nisman na Unidade Especial de Investigação do Ministério Público para conduzir as investigações que, até aquele ano, não haviam ainda posto os autores (intelectuais e materiais) do ato terrorista na cadeia, embora fosse classificado como crime de lesa-humanidade. Passados pouco mais de 10 anos de exaustivas e minuciosas investigações, no dia 14 de janeiro de 2015 Nisman dá entrada no Centro de Informação Judicial (CIJ), pertencente à Corte Suprema de Justiça, a um documento com quase 300 páginas onde denuncia um complô orquestrado pela presidente Cristina Kirchner e o chanceler Héctor Timerman, entre outros, para encobrir os terroristas iranianos responsáveis pelo atentado à AMIA, a fim de se beneficiar em acordos comerciais bilaterais.


Todo mundo tem algum senso instintivo do que é normal e são, mas não sabe expressá-lo em palavras, nem usualmente é desafiado a fazê-lo. O desafio aparece quando, em épocas de crise, sentindo afrouxar-se os freios do costume e da autoridade, os interessados na promoção de alguma anormalidade específica – a sua própria ou a do seu grupo de referência -- se erguem dos bas-fonds da sociedade e partem para o ataque frontal à própria noção de normalidade e sanidade. O defensor dos antigos costumes encontra-se então numa posição de extrema desvantagem: como experiências tão abrangentes e duradouras não se deixam facilmente traduzir em conceitos, ele se apega a definições nominais e símbolos corriqueiros que a crítica corrosiva destrói com a maior facilidade. É que, não contando com a proteção do costume e do senso comum, o militante da causa mórbida entra em campo armado dos mais sofisticados instrumentos da dialética -- o que hoje em dia corresponde ao relativismo cultural e ao desconstrucionismo --, comparados aos quais o discurso do seu oponente assume a aparência grotesca de um mero apelo irracional ao argumento de autoridade e à força do conformismo banal. Eis aí, num instante, o anormal e o doentio elevados à condição de valores culturais respeitáveis, e a sanidade reduzida ao estatuto de “construção cultural” e de “preconceito”.

Comprova-se assim novamente, pela milésima vez, a lição do Eutífron de Platão, segundo a qual aqueles que estão do lado certo só por tradição e hábito, sem revigorar suas crenças pela busca ativa da verdade, se tornam presas fáceis e colaboradores inconscientes do mal.


Não surpreende que o mundo esteja falando sobre o Islamismo e sobre os grupos fanáticos e violentos que o infestam. Não surpreende que, em meio à população ocidental, estarrecida com a violência religiosa, surjam manifestações de repulsa a esse credo e àqueles que o adotam (notadamente emigrantes ou descendentes de países de língua árabe). Não surpreende que ocidentais fiquem chocados com práticas culturais e religiosas que afrontam a dignidade das mulheres muçulmanas. Não surpreende que setores mais bem informados do Ocidente, que acompanham o noticiário internacional, fiquem indignados com a ação de grupos radicais que, neste momento, promovem lavagem étnica em seus territórios, extorquindo, expulsando ou matando cristãos. Não surpreende que xiitas e sunitas se atraquem em conflitos, afinal, essa disputa já dura mil e quatrocentos anos. Não surpreende que políticas anti-natalistas e abortistas tenham gerado problemas demográficos em tantos países europeus, levando-os a favorecer a emigração e a possibilitar o ingresso de grupos radicais no interior de suas fronteiras. Não surpreende, enfim, que a jihad contra os infiéis, há 14 séculos, sob o pretexto de delirantes ordens divinas, promova ataques violentos ao mundo ocidental. Nada disso causa surpresa. Nós nos lembramos desses males cada vez que passamos por uma inspeção de segurança em qualquer aeroporto do mundo.

Desde que o PT assumiu com Lula temos visto os esforços hercúleos do PT para formar uma “base aliada”, eufemismo para dizer que o partido quer consolidar uma maioria parlamentar, supostamente para facilitar a governabilidade. Isso seria o normal em todos os governos. Ocorre que a tal base aliada tem sido infiel e tem falhado nos momentos decisivos. Por quê?

O problema central é que o PT não quer apenas a governabilidade, mas quer também implantar, pela via parlamentar, sua agenda revolucionária, aprovando suas proposituras de lei. Acontece que o “centrão”, representado pelo PMDB, faz tudo para apoiar o governo, menos aquilo que é decisivo: não apoiou a CPMF, a reeleição de Lula, o decreto de sovietização do Estado, a “democratização” da mídia, a criminalização da homofobia e coisas do mesmo naipe. O PMDB também tem servido de oposição eficaz ao PT. Isso está levando o partido ao desespero, pois o fraco desempenho de Dilma Rousseff nas últimas eleições pode significar o fim do projeto eleitoral do PT proximamente, sem que ele tenha logrado alcançar seus objetivos estratégicos.

Corromper a Igreja é uma das prioridades da KGB.


A União Soviética jamais se sentiu à vontade tendo que conviver com o Vaticano neste mundo. Descobertas recentes provam que o Kremlin estava disposto a não medir esforços para neutralizar o forte anti-comunismo da Igreja Católica.

Em março de 2006, uma comissão parlamentar italiana concluiu que “além de toda dúvida razoável, os líderes da União Soviética tomaram a iniciativa de eliminar o papa Karol Wojtyla” em retaliação à sua ajuda ao movimento dissidente Solidariedade na Polônia. Em janeiro de 2007, quando documentos mostraram a colaboração do recém-nomeado arcebispo de Warsaw, Stanislaw Wielgus, com a polícia política na época da Polônia comunista, ele admitiu a acusação e se aposentou. No dia seguinte, o prior da Catedral Wawel de Cracóvia, local de sepultamento de reis e rainhas poloneses, se aposentou pela mesma razão. Em seguida, soube-se que Michal Jagosz, um membro do tribunal do Vaticano que estuda a santidade do depois Papa João Paulo II, foi acusado de ser um antigo agente da polícia secreta comunista; de acordo com a mídia polonesa, ele foi recrutado em 1984, antes de deixar a Polônia para assumir um cargo no Vaticano. Atualmente, está prestes a ser publicado um livro que irá revelar a identidade de outros 39 sacerdotes cujos nomes foram descobertos nos arquivos da polícia secreta de Cracóvia, alguns deles bispos atualmente. Além disso, essas revelações parecem ser apenas a ponta do iceberg. Uma comissão especial em breve iniciará uma investigação sobre a atuação de todos os religiosos durante a era comunista, quando, acredita-se, milhares de sacerdotes católicos daquele país colaboraram com a polícia secreta. Isto apenas na Polônia – os arquivos da KGB e os da polícia política nos demais países do antigo bloco soviético ainda precisam ser abertos para investigar as operações contra o Vaticano.

Bill Federer revela a verdade por trás das palavras mais distorcidas de Thomas Jefferson.

Em 1 de janeiro de 1802, o povo de Cheshire, Massachusetts, enviou um bloco gigante de queijo ao presidente Thomas Jefferson, sendo apresentado pelo famoso pastor batista, John Leland.
John Leland foi então convidado a pregar para o presidente e o Congresso no Capitólio dos Estados Unidos. O tema de sua palestra foi "a separação entre a Igreja e o Estado".


Por que ainda há quem siga a Teologia da Libertação? Aparentemente nenhuma pessoa razoável deveria fazer isso. Do ponto de vista teológico, a  doutrina que o peruano Gustavo Gutierrez e o brasileiro Leonardo Boff espalharam pelo mundo já foi demolida em 1984 pelo então cardeal Joseph Ratzinger (v.
“Liberation Theology”, 1984, http://www.christendomawake.org/pages/ratzinger/liberationtheol.htm) dois anos depois de condenada pelo Papa João Paulo II (v. Quentin L. Quade, ed.,The Pope and Revolution: John Paul II Confronts Liberation Theology. Washington, D.C., Ethics and Public Policy Center, 1982). Em 1994 o teólogo Edward Lynch afirmava que ela já tinha se reduzido a uma mera curiosidade intelectual (v. “The retreat of Liberation Theology”, The Homiletic & Pastoral Review, 10024, 212-799-2600,https://www.ewtn.com/library/ISSUES/LIBERATE.TXT). Em 1996 o historiador espanhol Ricardo de la Cierva, que ninguém diria mal informado, dava-a por morta e enterrada (v. La Hoz y la Cruz. Auge y Caída del Marxismo y la Teología de la Liberación, Toledo, Fénix, 1996.)

Uma década e meia depois, ela é praticamente doutrina oficial em doze países da América Latina. Que foi que aconteceu? Tal é a pergunta que me faz um grupo de eminentes católicos americanos e que, com certeza, interessa também aos leitores brasileiros.