Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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31 de março de 1964: Há 50 anos as Forças Armadas tomavam o poder no Brasil. Cansado como estou de escutar as reportagens, os depoimentos e os documentários, esgotado com as entrevistas daqueles que “sobreviveram” à prisão e às torturas, farto de escutar uma única versão, hoje me dirijo à esquerda, aos bravos combatentes da luta armada que mais tarde ajudaram a formar o PT e restaurar, como querem fazer crer, a normalidade da vida institucional no país.

Muito eu poderia escrever no sentido de revelar quem vocês na verdade são, no intuito de relatar o que fizeram e o que disseram que fariam. De tudo que me ocorre, tenho como mais importante deixar uma só mensagem, lançar uma só pedra que, com o peso e tamanho de uma montanha, há de os colocar no devido lugar quando as futuras gerações a vocês se referirem.

Vocês, seus mentirosos, seus covardes assassinos, jamais, em momento algum, lutaram pela democracia no Brasil. O que os movia era a intenção de implantar aqui o comunismo.

Para pessoas sãs e intelectualmente honestas a linha argumentativa desenvolvida pelo IPEA é inteiramente absurda e aberrante.

O uso da expressão "merecer" já indica que se trata de esquerdismo militante (a pesquisa foi feita pelo IPEA, instituto ligado à Presidência da República e nada mais é do que uma panfletagem ideológica com dinheiro público). Exigir que a população semi-analfabeta e analfabeta funcional pelo Brasil capte as nuances linguísticas de um pesquisador mal intencionado é, certamente, uma desonestidade monstruosa. Tanto pior se pesquisadores pagos a peso de ouro deliberadamente exploram essas nuances para doutrinar a população.

Exceto o Paulo Ghiraldelli (prof. esquerdista de SP) e abortistas militantes como a Eleonora Menicucci (assassina confessa), brasileiro nenhum pensa que mulheres MERECEM sofrer estupro, pelo contrário. No entanto, pesquisa comprada pelo governo junto ao IPEA diz que 65% dos brasileiros são partidários da opinião que mulheres MERECEM, SIM, ser estupradas.

No dia que marcou os 50 anos da intervenção militar no Brasil, um dado fornecido pelo instituto de pesquisa Datafolha foi repetido e destacado à exaustão: 46% dos brasileiros apoiam a anulação da Lei da Anistia (“Democracia e Ditadura” - Datafolha, 31 de Março de 2014).
 
Exemplo. Portal G1 (o destaque em vermelho é meu).
 

Destacar este dado em um contexto de maciça publicidade revolucionária – com décadas de uma falsificação da história ditada nas universidades e nas escolas, consagrada pela imprensa e repetida por “intelectuais” e formadores de opinião - significa alarmar o público leitor para o fato de que uma parcela significativa da população exige punição para os militares.

Doutrinação ideológica escolar, anti-catolicismo ou anti-cristianismo, educação sexual, pluralismo religioso, vacinação HPV e em breve, ideologia de gênero, são temas que estão se tornando comuns nas escolas brasileiras, entre as quais as próprias escolas católicas. 

 

Percebendo tais inovações metodológicas e curriculares, vários pais em Belém estão se unindo com a finalidade de resgatar a fé cristã católica nas escolas católicas: São os "Pais Católicos."

 

Em uma de suas deliberações, estes pais decidiram denunciar ao Arcebispo de Belém todas as deturpações e relativismos com que têm visto seus filhos serem atacados, e redigiram um documento que transcrevo abaixo, para que todos os pais cristãos e católicos do Brasil façam o mesmo.

Quando os psicopatas dominam, a insensitividade moral se espalha por toda a sociedade, roendo o tecido das relações humanas e fazendo da vida um inferno.


Muitas vezes o leitor já deve ter-se perguntado como é possível que tantas pessoas, aparentemente racionais, amem e aplaudam os governos mais perversos e genocidas do mundo e se recusem a enxergar a liberdade e o respeito de que elas próprias desfrutam nas democracias ocidentais, ao mesmo tempo que continuam acreditando, contra todas as evidências, que são moral e intelectualmente superiores aos que não seguem o seu exemplo.

Hoje em dia essas pessoas, no Brasil, são a parcela dominante no governo, no Parlamento, nas cátedras universitárias, no show business e na mídia. A presença delas nesses altos postos garante a este país setenta mil homicídios por ano, o crescimento recorde do consumo de drogas, o aumento da corrupção até a escala do indescritível, cinqüenta por cento de analfabetos funcionais entre os diplomados das universidades e, anualmente, os últimos lugares para os alunos dos nossos cursos secundários em todos os testes internacionais, abaixo dos estudantes de Uganda, do Paraguai e da Serra Leoa. Sem contar, é claro, indícios menos quantificáveis, mas nem por isso menos visíveis, da deterioração de todas as relações humanas, rebaixadas ao nível do oportunismo cínico e da obscenidade, quando não da animalidade pura e simples.

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Quando alguém gera um conteúdo para a guerra política, resultados são obtidos, sejam eles favoráveis ou não. Há um peso naquilo que escrevemos ou publicamos, por qualquer meio ou formato. Constatações óbvias como essa deveriam nos levar a ter mente os frames que usamos, os rótulos que impomos (e/ou aceitamos) e as reações que causamos.

O vídeo “A pregação totalitária de Jandira Feghali” da série O Brasil Pede Socorro é um dos melhores que vi recentemente, feito para denunciar a sanha totalitária da extrema-esquerda.

Chegou a Periodismo sin Fronteras um audio onde se ouve claramente Iván Márquez dar a ordem de pôr a bomba e detoná-la utilizando um telefone. A conversação é de 14 de janeiro e mostra perfeitamente que não existe vontade de paz desses delinqüentes e nos alerta sobre o terrível perigo que significa votar na fórmula Santos-Vargas Lleras, para continuar com o infame propósito de converter terroristas em pais da pátria.

As pessoas já não sabem quem são mais mentirosos na mesa de diálogos de Havana: se os delegados do governo ou os terroristas das FARC. Enquanto o governo e seus delegados mintam ao país sobre o que lhes estão cedendo aos bandidos das FARC, a custa da vida dos colombianos, os narco-terroristas das FARC assassinam colombianos inermes e têm a senvergonhice de negá-lo, mostrando assim seu desprezo pela morte dos que dizem defender.

Esporadicamente deparo-me com opiniões de que uma das soluções para o Brasil seria permitir a separação de partes do território. Assim, supostamente porções mais ricas poderiam ficar ainda mais ricas se saíssem do guarda-chuva da Federação. E as mais pobres superar sua própria pobreza, em passe de mágica, supostamente por escapar do “imperialismo” interno. Obviamente esses são argumentos estúpidos, que não se sustentam.

O meu argumento é duplo contra isso, com um pólo positivo e outro negativo. O lado negativo evidente é olhar o que houve na América espanhola. Lá, a fragmentação do território, ao contrário do que houve na América portuguesa, não produziu ilhas de prosperidade. Muito ao contrário. Uma coleção de paisecos caricatos está aí para alertar:  Uruguai, Bolívia e Equador servem bem à chacota internacional. O belo exemplo do Chile é a exceção à regra. A grande Argentina está reduzida a escombros, sem que lá tenha havido guerra. A Colômbia mal saiu, se é que saiu, da guerra civil. A Venezuela agoniza sob o bolivarianismo. E o Paraguai é sinônimo de contrabando no Brasil.

sofrimentos-inevitáveis

Tire de uma pessoa a certeza da dor, prometa-a felicidade, e ela não terá mais instrumentos para evoluir.


O ser humano nasce sofrendo. Nosso primeiro contato com o mundo é literalmente de chorar. Depois de tantas semanas no aconchego do ventre materno, a entrada no mundo através das mãos do obstetra ou da parteira vem acompanhada de muito esforço, dor, fluidos, sangue, suor e lágrimas; e me perdoem pelo chavão. A dor da mãe, principalmente no caso de parto natural, pode se estender por horas e horas, e é suportável apenas porque existe algo maior, que muitos de nós consideram o maior bem da humanidade, a vida. Digo muitos, e não todos, porque a humanidade já assistiu à ação de lunáticos poderosos que ceifaram milhões de vidas durante sua existência. Mas, no geral, a vida é e continuará sendo o motor maior do ser humano, e a chegada de uma nova vida é um espetáculo que jamais se torna repetitivo.

A Rússia está se mobilizando abertamente para a guerra.

Nossos experts jamais entenderam a União Soviética ou a China vermelha; tampouco entendem a Federação Russa hoje.


A Índia em 1962 nos oferece um distante paralelo com os dias de hoje. Pense na Crimeia atual como se fosse o Tibete em 1959. Um conflito surgiu após a invasão e anexação de um território. A posição do agressor está em ambos os casos sujeita à subversão ativa, e mesmo assim a escalada militar do agressor não é levada a sério. A ação do agressor não tem uma resposta à altura. Um conflito militar se segue e o agressor derrota e pune a interferência da democracia.

A recentemente revelada análise “ultrassecreta” do Departamento de Defesa indiano acerca do ataque militar chinês à Índia em 1962 começa de maneira apropriada, com uma citação de Sun Tzu sobre a necessidade de conhecer a si mesmo e ao inimigo.  A análise descreve os sinais preliminares de um avanço chinês rumo à Índia e fala da “ação agressiva chinesa em Longju na Agência Fronteiriça do Nordeste da Índia (NEFA) em agosto de 1959 e em Kongala na região de Ladakh em outubro de 1959”. Os generais indianos reconheceram que “esses dois incidentes mostraram a instauração do poder chinês no Tibete...” Verdade seja dita, a Índia estava dando ajuda e conforto ao povo tibetano oprimido. A China não poderia tolerar essa situação por muito tempo e estava determinada a ensinar uma lição à Índia.

Os militantes do MAV-PT deixaram que suas comemorações quanto ao Marco Governamental formalizassem em público que o projeto implementa a censura na rede.


Há dois momentos especiais onde os esquerdistas se revelam: enquanto estão frustrados (por alguma derrota) e enquanto estão comemorando uma de suas vitórias, como é o caso da aprovação do Marco Governamental da Internet.

Antes da votação, os petistas ainda tentavam disfarçar dizendo que “não é censura, mas liberdade”, mas qualquer um que tenha ao menos dois neurônios funcionando já notava que o projeto sempre foi desde o princípio uma iniciativa do governo na direção de controlar a Internet. Tudo sempre funcionou com o uso dos movimentos sociais a partir de órgãos aparelhados pelo PT. Como de costume, tudo operando exatamente da mesma maneira como Stalin fazia com os sovietes.

A alegria de Pasquale Cipro Neto ao comentar a canção contrasta com o luto vivido pelas pessoas de bem.


Li a coluna do Pasquale Cipro Neto, na Folha de São Paulo, exaltando a vitória das esquerdas contra o movimento cívico-militar de 1964. Ele tomou como mote a música Cálice, de Chico Buarque. Toda a esquerda, e o Pasquale também, exalta a suposta resistência como o prolegômeno da vitória política que se completou com a eleição de Lula e do PT.

O que me chamou a atenção é que essa música – um lamento para os malucos guerrilheiros encarcerados –, não apaga outras músicas que são verdadeiros cantos guerreiros e ânsia revolucionária, uma exortação à ação letal contra o povo e o Estado. Peguemos outra música do Chico Buarque, Baioque, da mesma época, como exemplo.

Pedro Corzo destaca os riscos a que estão submetidos os jornalistas independentes na América Latina por conta da dominação política das quadrilhas socialistas aliançadas no Foro de São Paulo.


O jornalismo é uma profissão livre e universal, ao extremo de que uma pessoa que seja capaz de expressar uma idéia com relativa coerência, escrita ou oral, em alguma medida está se desempenhando como jornalista, porque como diz o escritor Gómez Barrueco, o jornalismo é uma das poucas profissões livres que existem no mundo, o que motiva que seja aborrecida por aqueles que não querem que se digam as verdades sobre suas atuações.

Na Colômbia funciona uma organização que se chama Periodismo sin Fronteras dirigida por Ricardo Puentes Melo, um qualificativo que deveria reger o exercício do jornalismo, porque entre os comunicadores não deveriam existir fronteiras ideológicas ou físicas no que diz respeito à defesa da integridade do mensageiro e da mensagem.

Reflexões de um jovem calvinista conservador.


Calvinismo e Conservadorismo. Julgava que ambas as ideias andavam intimamente juntas. Eu já era reformado. E também conservador, o que me tornava completamente fora de moda. Desde a adolescência, eu já sabia que socialismo era tão criminoso quanto o nazismo. Sabia que Che Guevara era um falso messias. Que bandidos não são mocinhos.

Mas viver num Brasil cultural e politicamente socialista é um tapa na cara o tempo todo. Não é à toa que um conservador como eu se sinta como um peixe fora d´água. Eu prefiro dizer que sou um peixe de água doce que acabou, por algum estranho senso de humor do destino (ou da predestinação), nascendo em águas salgadas e amargas, pois, no Brasil, bandidos são transformados em mocinhos, quando não canonizados em governantes. No Brasil, Che Guevara é o Jesus Cristo da juventude universitária e Marx seu Deus-pai.

A CNBB parece não se importar com as demasias praticadas sob o guarda-chuva de seu nome e logomarca, nem com sua instrumentalização para fins políticos e partidários.



Sei que o texto transcrito a seguir parece escrito com o cotovelo, mas era preciso ser fiel ao trabalho de seus redatores. Trata-se de um trecho do documento Análise de Conjuntura, referente a março de 2014, preparado pela assessoria da CNBB para a 83ª reunião do Conselho Permanente da entidade, ocorrida entre os dias 11 e 13 deste mês em Brasília.


"Em análises anteriores da conjuntura econômica foi assinalado o discurso alarmista da imprensa e o alarmismo de analistas econômicos, não sem contradições na análise da realidade. Está bem presente um viés ideológico que perpassa todas as análises evidenciando um conluio entre a imprensa e os donos do dinheiro no país. O tom das análises reflete rancor, raiva e oposição ao governo atual, com parcialidade tal que perde o sentido de objetividade. A chave de leitura é uma oposição visceral do mundo financeiro e empresarial ao governo da presidente Dilma, ampliada com o horizonte das eleições em outubro deste ano".