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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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 O objetivo de Putin é tomar para si a indústria de defesa presente no leste ucraniano. Ele precisa de fábricas que construirão turbinas para seus submarinos e fábricas de mísseis balísticos em Dnepropetrovsk.
 

O Memorando de Minsk, que em teoria trouxe paz à Ucrânia, dá à Rússia um tempo de folga para que ela reagrupe, para futuras ações ofensivas, suas forças convencionais e clandestinas. Escrevendo direto da Criméia, um observador acredita que as forças russas movimentarão suas tropas em direção à Ucrânia quando o clima esfriar. Pelo menos um jornalista polonês acredita que os russos na verdade farão isso em questão de semanas. Previsivelmente nomeadas de República Popular de Lugansk e República Popular de Donetsk, esses dois territórios passaram a ser, de acordo com o memorando, enclaves russos permanentes instalados em território ucraniano. Será que a Rússia se satisfará com isso?

Meus caros amigos,

Trabalhando desde junho de 2010 na UTI do Hospital Nossa Senhora da Conceição em Porto Alegre, minha contínua luta contra as barbaridades feitas contra a saúde pública no Brasil são do seu conhecimento. Foi através do blog de Ricardo Setti na Revista VEJA que, no início de 2013, “Santa Maria e a Guerra do Vietnam” (artigo de minha autoria) chegou ao conhecimento público trazendo um sério aviso sobre a vinda dos médicos cubanos. Depois de “Carta à Presidente Dilma” e de uma série de outros textos publicados tanto no meu blog “Ataque Aberto” quanto no grupo de Facebook, “Inglourious Doctors”, comecei a pagar, pessoalmente, dentro do meu emprego, o preço das minhas opiniões políticas.

Assassinar reputações de inimigos não é tática nova da esquerda brasileira. O doutor Romeu Tuma Júnior provou isso ao país. Trabalhando num grupo hospitalar que atende 100% dos pacientes pelo SUS, no qual entrei por concurso público e que é controlado por gente do PC do B, acredito que não seja necessário ser teórico da conspiração para compreender e aceitar o que acontece com aqueles que se opõem ao modelo de gestão de saúde no Brasil. Antiga, mas eficiente, a tática é sempre a mesma: atribuir desempenho ruim nas avaliações funcionais e relatos de conflitos e dificuldade de relacionamento no local de trabalho funcionam como estopim dos processos administrativos, como os quais se pretende “limpar” o serviço público dos opositores.

“Não há felicidade sem liberdade, nem liberdade sem bravura.”
Tucídides


Timothy Garton Ash, catedrático de Estudos Europeus na Universidade de Oxford, Inglaterra, escreveu (no dia 17 de Setembro) um artigo estimulante no El País, enfrentando, sem temor, osnovos problemas da ordem internacional: das ameaças bélicas dissimuladas do sr. Putin ao terror sórdido do autoproclamado “Estado Islâmico do Iraque e do Levante”, que faz tremer, pela crueldade, a própria Al-Qaeda.   

É sempre um prazer ler Garton Ash e os seus comentários bem informados; deliciosos até.

Ademais, as democracias, regimes frágeis pela sua própria vocação e forma específica de legitimação, não suportam a falta de clareza estratégica, num mundo marcado, refira-se ainda, por guerras assimétricas, turbulências e poderes subversivos.

A política moderna está saturada de mitos. E de idiotas que acreditam neles.

Idiota, aqui, no sentido (grego) clássico do termo.

Na sua face mais medíocre, a política moderna virou enredo de filme da Walt Disney. Existem heróis e vilões, o bem e o mal, e milhões de soluções mágicas para tudo.

Hoje o debate político é definido nos seguintes termos: “caras bonzinhos” tentando salvar o mundo contra “caras maus” que visam apenas o lucro.

Ainda hoje tem gente que acha que só “caras maus” se opõem ao Estado de Bem-Estar Social, um modelo econômico paternalista no qual, basicamente, alguns cidadãos vivem sustentados por outros, que trabalham e pagam impostos.

Após o PT ter chegado ao poder, os mesmos veículos que antes eram fidedignos e parceiros passaram a ser vistos como manipuladores e inimigos. Acumulam-se, desde então, as tentativas de lançar controle sobre os meios de comunicação.


Entre 1980 e 2002, o Partido dos Trabalhadores foi uma ininterrupta saraivada de pedras contra as vidraças do poder. Pedra dura sem ternura, nem meias palavras. O partido adotou a denúncia como elemento central de suas estratégias, dividindo-se entre as tribunas dos parlamentos e os balcões do Ministério Público e do Poder Judiciário. Era carga cerrada, que ganhava eficiência e eficácia com produção de cartilhas e com a rápida propagação das mensagens e orientações até o mais solitário vereador ou militante, no mais remoto dos municípios. Onde houvesse um meio de comunicação e alguém para ser municiado, ali chegava a informação ou a versão mais conveniente para o ataque, em dimensões nacionais, aos adversários da hora. Foram mais de duas décadas disso.

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Características do projeto do míssil Bulava recentemente testado mais uma vez, segundo a agência moscovita RIA-Novosti.


E se o presidente russo estivesse pensando em duas bombas atômicas táticas contra um membro da NATO – a Polônia ou a Lituânia, por exemplo? 

O pesadelo nuclear com a possibilidade de represálias poderia encerrar uma era histórica. Porém, segundo o correspondente na Rússia do The Atlantic, a enlouquecedora perspectiva não está longe de ser adotada pelo Kremlin.

 É preciso ser muito, muito burro para acreditar que, deixada a si mesma, ou mantida como um santuário inviolável pelos cultores do animalismo, a Mãe Natureza resolverá tudo na mais perfeita harmonia. Essa gentil progenitora já liquidou mais espécies animais do que toda a humanidade caçadora reunida. 


Meu plano, esta semana, era interromper esta série de considerações deprimentes sobre a hedionda política nacional e mundial e oferecer aos leitores alguma coisa mais divertida. Tinha tudo para isso. Aos 67 anos, pela primeira vez na vida fiz uma viagem de recreio e estou em plena floresta do Maine, com meu filho Pedro e meu amigo Sílvio Grimaldo, caçando ursos pretos. É uma região de beleza indescritível, os guias são pessoas gentilíssimas, de modo que a gente se sente em família, o alojamento parece um jogo de casinhas de brinquedo e a comida é de primeira ordem. Todo dia os guias nos levam por uma estrada de terra de onde partem as trilhas individuais que seguem pelo meio do mato até a cadeirinha onde nos encarapitamos para esperar o urso, atraído – espera-se – pela isca plantada num barril aberto. Meu urso não deu ainda o ar da sua graça, especialmente porque ontem choveu um bocado e urso preto não gosta de chuva, mas vou continuar tentando. Levo uma Browning calibre 300 Winchester Magnum, suficiente para derrubar três ursos em fila, e minha pontaria não é de todo má.

Como um bom "coxinha", "opressor", "fascista" e "reaça", estou trabalhando na sexta-feira à noite, enquanto aquela gente linda, revolucionária, do bem, está por aí, chapando o melão por um mundo melhor. De repente, chega a mim, desde a sala, uma voz afetada a latir algo assim: "PELO CONTROLE DAS FÁBRICAS E DO CAMPO PELOS TRABALHADORES!".Era um candidato a deputado estadual pelo Partido Comunista do Brasil.

Se por aqui 1 mais 1 fossem 2, só ouviríamos esse tipo de besteira em documentários. Socialistas e comunistas, os irmãos ricos, chiques e bem-sucedidos de nazistas e fascistas, mataram mais de 100 milhões de pessoas e destruíram talentos, obras de arte, bibliotecas e países. Entretanto, seguem por aí, firmes e fortes, a fazerem campanha política paga por nós, contribuintes, enquanto deveriam habitar a lixeira da história, junto com seus irmãos ítalo-germânicos.

Ademais, o mais importante a ressaltar é que esse tipo de discurso, em favor dos trabalhadores, é sustentado, em geral, por gente que não trabalha.


Neste domingo, 21 de Setembro, o Papa Francisco visita Tirana, capital da Albânia. É uma oportunidade para recordar e refletir sobre os horrores impostos pelo regime socialista-comunista à população do país. Perseguição e encarceramento de cristãos. Execuções. Demolição de igrejas e o ateísmo gravado na Constituição.

Mas a visita do Sumo Pontífice é oportuna também para os brasileiros. Para que refaçam a memória dos vínculos do regime opressor e sanguinário da Albânia com o Brasil. Recordação imprescindível, sobretudo neste período eleitoral, em que agentes e partidos historicamente ligados ao comunismo albanês - e comprometidos com a revolução socialista-comunista - são protagonistas do cenário político e atuam com a mesma ambição totalitária de poder.

Abaixo, algumas notas para contribuir com essa funesta recordação.

Quando a mulher repentinamente entrou na sala, o marido, num acesso de pânico, bateu a tampa do laptop com tanta força que o frágil fecho de plástico chegou a quebrar-se e cair ao chão.
— O que você tava vendo aí? — perguntou, desconfiada.
— Nada não, meu bem. É que me lembrei que está na hora do jornal — e então esticou-se para pegar o controle da TV.
— Muito estranho isso. Faz tempo que você não se interessa pelas notícias.
Ele deu um sorriso amarelo: — Eu me interesso, sim. Eu não gosto é da abordagem desses telejornais, essa coisa chapa branca. 
— Sei… 
O marido ligou a TV e começou a zapear entre diversos canais de notícias. Na ânsia de mostrar-se impassível, quase assoviou. Atento, conteve-se a tempo.— Posso acessar meu email no seu laptop? — tornou a esposa.
Ele fingiu desinteresse: — Ué, e seu celular?

Quando ficar claro que Marina não é uma alternativa, mas um aprofundamento das políticas que vêm sendo implementadas há anos no país, será tarde demais.


Minhas críticas aqueles que têm declarado seu voto à Marina Silva não é por sua escolha eleitoral, especificamente. O que mais me incomoda é que essa escolha tem se mostrado absolutamente irracional, unicamente baseada nas impressões que a figura de Marina transmite.

Sem nenhum problema, eu poderia respeitar o voto baseado na ideologia da candidata do PSB. Consideraria absolutamente normal, mesmo não concordando, que alguém votasse nela, por causa de seu ódio ao agronegócio, sua visão socialista radical e até por sua ideia de democracia participativa.

Quando Marco Feliciano foi eleito presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal, rapidamente se tornou alvo do Lobby LGBT e da imprensa.

A essa altura do nosso torneio de polêmicas, pouca gente se recorda, mas quando ficou encurralado, com gente de peso como presidente do Congresso, Henrique Alves, pedindo sua renúncia, Feliciano foi abandonado, num primeiro momento, pelo seu partido.

O Partido Social Cristão (PSC) se dobrou às pressões. Uma semana após a escolha do de Feliciano, Henrique Eduardo Alves se encontrou com líderes do PSC e saiu da reunião com a resposta que queria: a sinalização do partido de que o deputado pastor deixaria o posto.

O líder do PSC era o deputado André Moura e o vice-presidente, Everaldo Pereira.

Os narco-guerrilheiros poderão continuar armados por um tempo indeterminado, enquanto se desenvolvam as atuais ou futuras conversações de “paz”, porque sempre terão alguma desculpa de falta de garantias, ou do que seja, para não entregar as armas.

 

Em Cuba, os porta-vozes das narco-guerrilhas FARC, em intermináveis diálogos de “paz” com o governo colombiano, declararam que nunca tiveram, e nem sequer têm, a intenção de abandonar as armas de um momento para o outro. Duas frases do porta-voz das FARC, Andrés Paris, em coletiva de imprensa em Havana, falam por si mesmas sobre as reais intenções dos narco-guerrilheiros.

 

“Ninguém estabeleceu nas FARC nem dissemos ao Governo, em nenhum momento, que vai haver um só momento de entrega de armas. Repetimos, ninguém vai ter a foto da entrega de armas das FARC”. Como se tivesse ficado alguma dúvida, o porta-voz guerrilheiro rematou: “A entrega das armas não existe como figura, nem está na linguagem nem em nosso dicionário” (TeleSul, de 26 de agosto de 2014, apresenta a versão completa).

1 - É e sempre foi socialista.

2 - Foi criada no PT.

3 - Antes de se filiar ao PT Marina era integrante do PRC (Partido Revolucionário Comunista), uma organização política clandestina, de orientação marxista, mais extremista do que o PT.

4 - Foi fundadora da CUT no Acre.

5- Foi ministra de Lula e conivente com diversos desmandos do PT.

6 - Marina fala muito sobre ética, mas estava no PT durante o Mensalão (2005 e 2006) e permaneceu no PT mesmo após o estouro do escândalo na mídia.

O cristianismo ucraniano tem apoiado amplamente uma pressuposição tradicional ortodoxa de que o estado é o único parceiro viável para a Igreja. A sociedade civil tem sido efetivamente ignorada.
Entretanto, a Maidan forçou todas as igrejas a reconsiderarem essa abordagem.


A Ucrânia foi dividida pela luta civil. Os meses do inverno de 2014 testemunharam protestos anti-governo de três meses na praça de Kyiv conhecida como Maidan, os quais levaram à renúncia forçada do presidente ucraniano Viktor Yanukovych, após quatro anos no cargo. A esse fato, seguiu-se a anexação da Criméia pela Rússia e à guerra de fato no leste do país, que segue enquanto escrevo.

Estes eventos são mais que políticos. Eles tocam em experiências mais fundamentais de consciência e dignidade, refletindo um despertar da sociedade civil - e uma reação que busca um retorno a uma vida pública dominada pelo estado.