lhm 


Nas livrarias: 

novolivroSiga a fanpage do livro 'O Mínimo que Você Precisa Saber Para Não Ser um Idiota'
no Facebook
.


SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

* * *


Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

trueoutspeak2
atasFSP

clip_image002

THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
Orkut-32 twittericon Youtube_32x32 facebook_32 Feeds_32x32 Mail-32currency_blue_dollar-32
BannerSeminario-ModSeminario
INDICAÇÕES MSM
Confira a lista de indicações do MSM na Livraria Cultura, com os livros que nenhum leitor bem informado pode deixar de ler.
22625366O Imbecil Coletivo O Verdadeiro Che Guevara

kreeft-maquiavel

banner-olavettes-para-seminario-filosofia

seminariodefilosofia

pmetro

Ansiosos por ter um oprimido para chamar de seu e, então, supostamente defendendo-o, galgar prestígio público e vantagens financeiras, há quem insista em dividir a sociedade entre ricos e pobres, brancos e negros, nordestinos e sulistas etc. Dividem para conquistar. E insistem nesse expediente por interesse (como já referido), mau-caratismo e desonestidade intelectual. Caso contrário, não ignorariam o que a realidade lhes mostra cotidianamente: que nossos acertos e erros não resultam de situação financeira ou cor de pele, mas de nossas decisões (influenciadas, é verdade, em maior ou menor grau por nosso contexto, mas não determinados por ele).


Em qualquer estudo erudito, o passo primeiro e indispensável é descobrir o status quaestionis, isto é, a evolução histórica das discussões sobre o assunto desde os tempos mais remotos até o seu estado atual. Essa investigação, por sua vez, toma como pano de fundo a visão mais abrangente possível da história das idéias em geral. Só assim o estudioso fica sabendo onde está, em que ponto do diálogo erudito ele entrou na conversa, a quem está se dirigindo e em que lugar do mapa civilizacional está plantando a sua contribuição, se chega a tanto a sua interferência no caso.

Um exemplo característico é a História da Literatura Ocidental, em que Otto Maria Carpeaux, após narrar com mestria exemplar a evolução dos estilos, dos temas e dos gêneros, encerra o livro com uma revisão das principais histórias – e teorias da história -- da literatura, para situar a sua obra no devido contexto temporal e marcar a diferença específica que norteou o seu projeto de escrevê-la.


A CNBB, com o texto-base da Campanha da Fraternidade de 2015, confirma que é hoje extensão do Foro de São Paulo e, de modo especial, do PT, ao explicitar sua adesão e comprometimento com a revolução bolivariana em curso na América Latina, com uma reforma política plebiscitária, que se volta contra a democracia representativa, propondo a sovietização no Brasil. A CF-2015 propõe a "radicalização da democracia", corroendo-a em demagogia, pois a chamada "democracia direta" como defende, é o instrumento anárquico para subverter a ordem jurídica e propiciar a implantação do socialismo em nosso País

O alinhamento ideológico da CNBB, à esquerda e ao socialismo, como quer o Foro de São Paulo e o PT, é evidentíssimo e cada vez mais escancarado. O que antes se suspeitava, agora está mais do que comprovado. Os assessores da CNBB [intelectuais orgânicos, gramscianos], que tanto influem os bispos , sabem que paróquias e dioceses estão reféns desse "alinhamento" e de tais forças, e funcionam como tentáculos do grande polvo que se tornou a CNBB, a serviço dos interesses políticos do Foro de São Paulo e do PT. 

The world turns and the world changes,
But one thing does not change.
In all of my years, one thing does not change.
However you disguise it, this thing does not change:
The perpetual struggle of Good and Evil.
Forgetful, you neglect your shrines and churches;
The men you are in these times deride
What has been done of good, you find explanations
To satisfy the rational and enlightened mind.
Second, you neglect and belittle the desert.
The desert is not remote in southern tropics,
The desert is not only around the corner,
The desert is squeezed in the tube-train next to you.
The desert is in the heart of your brother.
—T. S. Eliot


Mauro Souza Ventura acaba de ver incluída na edição 832 do Observatório da Imprensa uma resenha sua da tradução que fiz do primeiro livro de Otto Maria Karpfen ou, como ficou conhecido no Brasil, Otto Maria Carpeaux.Ventura, infelizmente incapaz de receber com honestidade o lançamento de Caminhos para Roma: Aventura, Queda e Vitória do Espírito e insistindo em verter o subtítulo erradamente com um vergonhoso genitivo plural indigno dos honrosos títulos acadêmicos que obteve, tenta desautorizar o tradutor e desprezar o livro.


A estratégia, agora, é apresentar o PT que vemos como deturpação do PT de outrora, honrado defensor dos mais elevados valores morais.

Que papo mais furado (desculpem a vulgaridade da expressão)! Trata-se de pura mistificação, para transmitir a ideia de que esse partido, no convívio de 35 anos com os demais alinhamentos políticos, descuidou-se e absorveu os maus exemplos que estes lhe transmitiram. Quem comprar a tese, fica convencido de que o PT, ao contrário das outras siglas, teve um passado límpido, com cheirinho de talco Johnson para bebês, podendo voltar às suas boas raízes, como novo filho pródigo. Os outros estão eternamente condenados. A salvação para o Brasil, portanto, só poderia vir de um PT repaginado, saído do Photoshop. Dá-me forças para viver!


Muitos acreditam - e o extinto promotor Alberto Nisman o referendou em sua acusação contra a presidente e o chanceler - que a “comissão da verdade”, combinada em 2013 pela Argentina e Irã, escondia um acordo para intercambiar petróleo por cereais.

Não é lógico. Para que um país venda o que tem e compre o que necessita, não é necessário um “memorando de entendimento” como o que se assinou. Ademais, nem estávamos desesperados por petróleo nem o Irã por cereais.

Não fazia falta à Argentina, para completar sua produção, grandes quantidades de petróleo bruto, e as que necessitava podia comprá-las a qualquer um. Por outro lado, o ministro de Produção, Julio de Vido, explicou que “a Argentina nunca importou petróleo iraniano porque tem 1,3% de enxofre, o qual impede seu refino aqui, onde não são toleráveis níveis superiores a 0,2%”.

 A filosofia, enfim, só aparece quando cumpridas determinadas condições culturais, tanto na sociedade em geral quanto na mente do filósofo individual.


Volta e meia reaparece, em jornais e blogs, a idéia de “ensinar filosofia às crianças”. Não é coincidência que isso aconteça justamente num país sem filósofos em número suficiente para preencher uma página da lista telefônica e com crianças em quantidade bastante para lotar várias nações da Europa.  A proposta baseia-se na radical incompreensão do que seja filosofia e na ânsia desmedida de tirar proveito da mais dócil, indefesa e numerosa massa de manobra que um demagogo poderia desejar. 

O argumento-padrão é que meninos e meninas raciocinam sobre “problemas filosóficos” desde a mais tenra infância, perguntando, por exemplo, se o mundo é real ou apenas um sonho, se as coisas cessam de existir quando fechamos os olhos, se existe apenas um universo ou vários, o que nos acontece depois que morremos ou onde elas próprias estavam antes de haver nascido.

Será que estamos diante de um caso clássico de aparelhamento de um órgão público por um lobby político organizado, neste caso o lobby LGBT?


O que aconteceria se um órgão público que deveria primar pela imparcialidade decidisse assumir o ônus de uma ação que ganhou forte repercussão negativa apenas para poupar a imagem de um deputado conservador/cristão/oposicionista?

Pois é no mínimo “curioso” o relacionamento entre o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). 

Nunca tão poucas páginas produziram tantos danos.[1]
Benjamim Wiker

Se as autoridades alemãs soubessem quanto sangue seria derramado, quantas injustiças seriam feitas e quanto ódio a pessoas inocentes seria manifestado como resultado do Mein Kampf (Minha luta) o manuscrito teria sido destruído. Hitler o publicou e liberou para o mundo ideias destruidoras que até hoje assombram a humanidade. Os resultados históricos falam por si. Aquelas ideias produziram males sem fim em muitas áreas. Defender hoje aquilo que poderia ser chamado de A Bíblia do Nazismo seria impossível para qualquer mente sã. O fruto produziu conforme a sua semente.

E, no entanto, não estou falando do Mein Kampf. Estou me referindo a outro livro com conseqüências ainda piores – O Manifesto Comunista. Ele foi síntese e semente das ideias e práticas mais destruidoras do século XX. “Já o Manifesto Comunista é um texto denso, explosivo, de imensa força. Com vigor impressionante, em suas quarenta ou cinqüenta páginas estão contidas uma teoria geral da história, uma análise da sociedade europeia e um programa de ação revolucionária” [2]


O que se está negociando é buscar um marco político especial que permita às FARC fazer a revolução socialista após a derrubada do Estado de Direito.


Estamos em plena ofensiva do presidente Santos contra o direito e o sistema jurídico colombiano. Essa estranha e violenta campanha ele não a faz pessoalmente. Ele faz, claro, mas por pessoas interpostas. E a faz em dois tempos e com dois estilos, pois a cruzada está montada para chegar rapidamente a todos os setores, os altos e os baixos. É uma coisa bem pensada. O que Santos está enviando à cara de todos é explosivo: o direito e o ordenamento jurídico do país são obstáculos para a paz e é preciso quebrá-los.

Essa campanha começou em outubro passado quando Santos escolheu a palavra “sapos” para dar o primeiro passo: “Os colombianos se quiserem a paz, terão que engolir alguns sapos”. Com essa mensagem tão bestial quanto efetiva, neutralizou os que protestavam pela chegada de Romaña à mesa de negociações em Havana, quer dizer, de um dos chefes das FARC com mais mortos nas costas. Santos acrescentou algo muito certo: “A paz se faz com os inimigos”. Por isso tinha que aplaudir essa viagem e a absolvição, de fato, desse grande criminoso. Hoje sabemos que aquilo de ter que engolir sapos para alcançar a paz vai muito mais longe.

n-urss

Comemoração pela II Guerra Mundial em Moscou teve notas de revanchismo soviético.

Putin procura, de modo sorrateiro ou provocador, segundo as conveniências e oportunidades, angariar a simpatia ou neutralizar pela intimidação os países que estariam na primeira linha de um hipotético conflito total com o Ocidente.

Trata-se especialmente dos países da orla do Báltico, das nações escandinavas bálticas e da Polônia, no norte da Europa. E dos países da Europa Central sem saída ao mar.



Blefe: 1. Mostrar falsamente confiança ou agressividade para enganar ou intimidar alguém. 2. Mostrar agressivamente os dentes como meio de intimidar outro animal.
- The Free Dictionary

Chantagem nuclear é uma modalidade de estratégia nuclear em que um agressor usa a ameaça do uso de armas nucleares para forçar um adversário a tomar alguma atitude ou fazer algumas concessões. É um tipo de extorsão.
- Wikipédia


Durante a Conferência de Segurança de Munique na sexta-feira, o ministro da Defesa da Grã-Bretanha, Michael Fallon, falou à Reuters sobre um triplo problema. Primeiro ele disse que os russos “podem ter baixado o limiar [de tolerância]” para o uso de armas nucleares. Em segundo lugar, disse que os russos estão “integrando forças convencionais e nucleares de maneira bastante ameaçadora...”. E em terceiro, “em tempo de pressão fiscal eles continuam a gastar na modernização das forças nucleares”. (v. a matéria em inglês UKb concerned over ‘threatening’ Russian nuclear strategy.)

A presidente Dilma conduz o governo como um caminhão na RS 306. Sai de um buraco para entrar noutro. Em meio ao frenesi desencadeado pela pilhagem da Petrobras, nossa presidente decidiu, enfim, trocar a diretoria da empresa. Ou ela concluiu sozinha que as coisas não iam bem por lá, ou alguém lhe contou. Não sei exatamente o que aconteceu. Em todo caso, a presidente determinou a substituição de comando.

Tirou o pé de um buraco, como acontece na RS 306, e caiu noutro. Precisava encontrar a pessoa certa para ocupar a poltrona de dona Graça Foster. Os requisitos para o posto são óbvios e os leitor os conhece: 1º) tem que ser alguém do partido; e 2º) tem que ser alguém acima de qualquer suspeita. Mas o problema era exatamente esse. Onde achar alguém acima de qualquer suspeita buscando onde ela buscava? Busca aqui, pé no buraco; busca ali, pé noutro buraco. Consulta aqui, consulta ali, buraco, buraco, buraco.

Um Executivo irresponsável criou a própria armadilha para seus agentes, ao permitir o liberou geral. Os petistas escorregaram em sua própria casca de banana.


Qualquer estudioso mediano de ciência política sabe que a corrupção é inerente ao exercício do poder e dele não pode ser separada. A corrupção não pode ser extirpada. Qualquer burocrata saberá sempre traduzir seu poder em mercadoria. Uma leitura atenta do que Ortega y Gasset escreveu sobre Mirabeau vai ensinar que é assim, sempre foi assim.

Bem outra coisa é haver tolerância com a corrupção. Quando ocorre isso perde-se o controle e o Estado deixa de exercer suas funções, passando, cada grupo de poder no seu interior, a atuar como facção autônoma, impedindo a funcionalidade do sistema. Nenhum Estado sobrevive se a corrupção ocorrer sem repressão e sem custos. Na raiz, está o sistema jurídico, que codifica e administra a Justiça.