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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Independente de qualquer opinião política que os analistas possam ter, o discurso de Barack Obama no último dia 10 chamou atenção pelo fato do mandatário americano se referir ao grupo islâmico por ISIL e não por ISIS. Terminado a transmissão da véspera do 11 de setembro, imediatamente todos os debates giraram em torno do estranho do repetido acrônimo ISIL, e se por um lado democratas tentavam defender o espirito cosmopolita do Obama ao tentar introduzir algum sotaque a palavra ISIS e por outro lado republicanos estavam irados por outra estripulia, politicamente correta, onde o líder da nação tentava enfiar, gola a abaixo do povo americano, um estrangeirismo em uma sigla inglesa, que no final das contas siginifica Islamic State of Iraq and Syria (Estado Islâmico do Iraque e da Síria).

Já no final da mesma semana, depois de muito falatório a respeito da pronúncia do presidente, algumas organizações da notícias, informados principalmente por jornalistas canadenses e ingleses, começaram a mudar o tom e noticiar que o termo ISIL já vinha sendo utilizado a mais de um mês por David Cameron (premiê inglês) e Stephen Harper (premiê canadense) e que este, afinal, é o termo correto para definir o grupo de jihadistas provenientes de toda a parte do mundo se intitulam Islamic State (Estado Islâmico). Então, o que significa o L ao fim da sigla e qual é a sua importância? E por que Obama utilizou o termo ISIL, já que o termo ISIS era o termo pela mídia americana?

O totalitarismo, para cujo porto estamos sendo levados pelo nariz, não pode conviver com sistemas de valores que não sejam ditados pelo Estado.


Virou moda invocar a laicidade do Estado para desqualificar opiniões, religiões e igrejas. É o tipo de coisa que só acontece no Brasil, país em que presidentes da República se atrapalham com rudimentos de português e matemática. Fosse o pensamento prática frequente entre nossa elite, tais invocações à laicidade do Estado seriam rechaçadas pelo que de fato são: ensaios totalitários visando a calar a boca da maioria da população.

A leitura dos preceitos que os constituintes de 1988 incluíram em nossa Carta Magna sobre o tema esclarece, acima de qualquer dúvida, que eles desejavam, nesse particular, limitar a ação do Estado e não das pessoas, suas religiões e igrejas, como agora, maliciosamente, lendo a carta pelo seu avesso, alguns pretendem fazer crer. Enfaticamente, a CF determina ser "inviolável a liberdade de consciência e de crença", que "ninguém será privado de direitos por motivo de crença" e que o Estado não pode estabelecer ou impedir cultos.

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Será que Washington não aprendeu nada com a Geórgia e a Ucrânia?
Nagorno-Karabakh, independentemente da distância, é a próxima frente na campanha da Rússia de reconstruir seu império perdido. 


A Ucrânia não é o único lugar onde a Rússia está criando problemas. Desde a queda da União Soviética em 1991, Moscou tem rotineiramente apoiado os separatistas nos estados fronteiriços, a fim de coagir esses estados a aceitarem seus ditames.

Estou lendo uma biografia recente do Ortega y Gasset e já cobri com os olhos uma boa metade do seu volume avantajado. O livro me veio à memória porque, no começo dos anos Vinte, o filósofo espanhol escrevia textos desesperados que formaram, depois, o volume Espanha Invertebrada, prolegômeno do famoso A Rebelião das Massas, publicado como livro em 1930. Ortega y Gasset constatava a ausência dos melhores e a tomada do poder pelos piores, exatamente como estamos vendo no Brasil de hoje. Qualquer observador da cena nacional haverá de escrever textos desesperados, pois estamos indo de desastre em desastre e uma explosão de violência política não está fora do horizonte, como aliás não estava na Espanha dos tempos de Ortega. Quem não se lembra da terrível guerra civil espanhola?

A nota interessante é que, com Ortega, aconteceu aquilo que Olavo de Carvalho chamou de paralaxe cognitiva, de forma radical. Ortega clamava pelos melhores e ele, que se achava o melhor, encarnou por um tempo o próprio homem-massa, ansioso por chegar ao poder. Ortega queria o poder para implantar o que chamou de “liberalismo socialista”, algo que certamente não defendeu ao final da vida.  Claro que é uma contradição, pois hoje é possível melhor definir os dois termos, embora na origem ambos os movimentos, socialista e liberal, estivessem unidos pela revolução. Talvez a angústia de Ortega se tenha devido a esse abismo espiritual em que ele estava metido, de saber que o desastre vinha, mas que ele próprio inconscientemente se percebia como um agente do desastre. São as ironias que a vida traz.

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Ao longo dos últimos dias, dois grandes desdobramentos ocorreram em relação a atual crise na Ucrânia. O primeiro foi um encontro entre o presidente russo Vladimir Putin e o seu equivalente ucraniano, Petro Poroshenko, em 26 de agosto de 2014 na Bielorrússia e que foi descrito pela mídia internacional como sendo infrutífero. O segundo desdobramento foi a liberação de fotos por satélite mostrando colunas militares russas, em 21 de agosto, penetrando na porção leste da Ucrânia, próximas à cidade de Novoazovsk no sudeste. As fotos também revelam forças militares russas capturadas pelo exército ucraniano, o que suscitou reações severas por parte da União Europeia, da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e dos Estados Unidos. A resposta da Rússia, numa tentativa de negar a sua presença militar direta na Ucrânia, veio na forma de uma declaração de que as forças russas capturadas eram formadas por voluntários.

Em 25 de agosto pp. o jornal “Lecce News”, da cidade de Lecce, ao sudeste da península italiana, publicava impressionantes declarações do núncio da Santa Sé em Cuba, monsenhor Bruno Musarò, sobre a realidade cubana que se encontrava em visita à região da qual é oriundo.

O núncio Musarò diagnosticou em poucas palavras “as condições de pobreza absoluta e de degradação humana e civil na qual se encontram os cidadãos cubanos, que são vítimas de uma ditadura socialista que os tem subjugados desde há 56 anos”.

“O Estado controla tudo” e “a única esperança de vida para as pessoas é fugir da ilha”, explicou o núncio Musarò, descrevendo a situação de degradação, penúria e opressão dos cubanos. E concluiu dizendo que, inexplicavelmente, “até hoje, transcorrido mais de meio século, continua-se falando da Revolução e se louva-a, enquanto as pessoas não têm trabalho e não sabem como fazer para dar de comer a seus próprios filhos”.

Atribui-se ao jornalista Cândido Norberto a frase segundo a qual, em política, pode acontecer tudo, inclusive nada. Por exemplo: pode explodir um avião sobre o cenário eleitoral; pode acontecer algo enigmático, tipo vir à superfície mais um escândalo e o governo melhorar sua posição. E também pode acontecer nada, pelo simples motivo de que parcela imensa da população, em flagrante desânimo, joga a toalha no ringue. As pesquisas desta semana indicam que nação está agendando um encontro de boi com matadouro. E vai abanando o rabo na direção de um entre dois neocomunismos: o sem Pai Nosso de Dilma ou o com Pai Nosso de Marina.


É possível que o leitor destas linhas pense que estou paranóico. Não, meu caro. Pergunto-lhe: você leu o documento final do 20º Encontro do Foro de São Paulo (aquela organização que a grande mídia nacional diz que, se existe, não fede nem cheira?). Quem lê o referido documento não só fica sabendo que o bicho existe, mas que é poderoso e bate no peito mostrando poder.

Com essa violência total, aberta e soterrada, é o que os chefes estrangeiros das FARC, as ditaduras totalitárias que mais dano fizeram ao gênero humano, e agora o Foro de São Paulo, lhes dizem: “vocês são a vanguarda de uma revolução luminosa”.


Sem arrependimento, nenhum acordo de paz é possível. Sem o arrependimento do agressor, a paz é inalcançável. Esse é o nó górdio da atual negociação de paz: os chefes das FARC estão anos-luz de alcançar essa lucidez, essa altura moral, essa nobreza de espírito indispensável para que eles possam se reconciliar verdadeiramente com o país que martirizaram durante mais de 60 anos, para entrar, realmente, em um novo começo.

A noção de arrependimento é central em tudo isto. É a lição mais profunda deixada por Nelson Mandela e Frederik de Klerk. Se essa noção é descartada, como foi até agora na Colômbia, é impossível chegar a algo sério em matéria “pós-conflito”. Jamais haverá um “pós-conflito” na Colômbia sem esse elemento. Um compromisso de arrependimento sincero do agressor deve chegar de alguma maneira.

O politicamente correto foi uma invenção marxista com o fim de destruir a sociedade ocidental desde dentro... E na Rússia não há qualquer vestígio de politicamente correto! A razão para isso é que os marxistas não precisam solapar a sociedade russa desde dentro, pois ela já é marxista.
Konstantin Preobrazhensky, “Como o Ocidente foi enganado por Vladimir Putin”


Para entender o que se passa na Ucrânia, é proveitoso ter em conta o baú russo de truques estratégicos e políticos. É nossa incapacidade de entender esses truques que nos levou a avaliar erroneamente as jogadas e as intenções russas. Falando só aqui entre nós, é o caso de perguntar se nosso atual método de ameaça de sanções econômicas é algo solidamente realista, dado que temos em nosso meio tanto agentes quanto amigos russos. Afinal de contas, há algo estranho em um sistema econômico vulnerável como o nosso perseguindo um Estado (Rússia) que tem um longo histórico semi-autárquico.

Encontro eurasiano e antissemita em São Paulo
Leiam o que vai acontecer em SP entre os dias 10 e 12 deste mês, no ofício de Marcelo Itagiba:


evola
Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2014

Exmo. Diretor Geral do Departamento de Policia Federal

Este mês, nos dias 10, 11 e 12, na cidade de São Paulo/SP, acontecerá um chamado Encontro Nacional Evoliano. Tal encontro pretende discutir assuntos contrários aos princípios da nossa Constituição Federal e das leis brasileiras., com a difusão de idéias de cunho racista.

Ameaças de morte, apedrejamento de sua residência, perseguição, terror – tudo o que não se faz nem aos piores assassinos, se fez com a referida torcedora.


Um dos textos mais conhecidos do evangelho cristão é aquele em que Jesus se dirige a uma turma prestes a apedrejar uma prostituta, e lhes diz: quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. A lição, que deveria ser óbvia, é a de que somos todos imperfeitos, e portanto incapazes de fazer julgamentos sobre os outros. A narrativa bíblica confirma que os envolvidos no episódio captaram a mensagem, já que se retiraram um a um, deixando a cena do quase-linchamento.

O episódio envolvendo a torcedora gremista, Patrícia, e o goleiro do Santos, Aranha, é a prova de que nossa sociedade está profundamente adoecida. Não seria correto defender a atitude da torcedora, já que ela estava errada. Houve o xingamento, o xingamento foi racista, e a coisa toda foi gravada. Mas a sequência de fatos deflagrados por esse acontecimento pontual tomou proporções irracionais e absurdas, envolvendo desde pessoas comuns até entidades como o STJD, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

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Bombardeiro russo Tupolev.

A força aérea japonesa obrigou dois bombardeiros estratégicos russos Tupolev Tu-95 a se afastarem do espaço aéreo nipônico, do qual tinham se aproximado imprudentemente, informou o Ministério de Defesa de Tóquio, citado pela agência “RIA-NOVOSTI” de Moscou.

Após se aproximarem da ilha de Okinawa, sede da maior base americana no Oriente, os bombardeiros russos foram bordejando o arquipélago japonês.

O Estadão do último domingo publica entrevista com D. Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB. A matéria leva o título "Igreja Católica não tem curral eleitoral" e destaca a frase "Igreja não é palanque", mostrando o secretário-geral interessado em despegar a Igreja do debate eleitoral em curso, tratando da política num sentido amplo. Suas falas apontam para um contraste entre a orientação católica e o modo partidarizado e personalizado que marca o procedimento usual em muitos templos evangélicos nesses períodos.

De longa data, as igrejas evangélicas mantêm transparente e militante atuação em favor de seus candidatos. Distribuem materiais de campanha e proclamam que votar neles é uma forma de "servir a Jesus". É certo que, em muitos casos, Jesus se sente desconfortável com tais vinculações, mas o fato é que eleitoralmente a tática funciona.


A imprensa, que tão pronta e justamente reprova a agressão a bandidos nas ruas, não percebeu o linchamento moral imposto à jovem, com a superexposição a que a submeteu?


Não é muito raro que cidadãos comuns, presenciando um assalto, reajam contra o assaltante agredindo-o fisicamente. Sabem que o meliante, levado à delegacia, tem grande possibilidade de sair livre, leve e solto pela mesma porta por onde entrou. E sai, muitas vezes, antes mesmo de que o policial preencha os documentos relativos à sua captura. Ainda recentemente, o secretário de segurança do Rio Grande do Sul relatou a uma emissora de rádio que certo PM, num único turno de trabalho, prendeu duas vezes o mesmo bandido. Então, as pessoas, vez por outra, tratam de fazer justiça com as próprias mãos.

Socialismo é o processo de coletivização, estatização e centralização de um país, e, por conseguinte, de supressão da vida social independente nas esferas da economia, cultura, educação, imprensa, etc., enquanto todas as empresas e instituições se tornam estatais ou dependentes do Estado, sendo tudo isso justificado e legitimado com alguma variante da ideologia marxista. “Comunismo” é quando o processo chega a um ponto alto, ou seja, é socialismo ao extremo. “Socialismo” é, portanto, a antessala do comunismo.

O avanço do socialismo pode levar vários anos; e uma a uma as esferas e instituições vão caindo. Em seu livro “Liberdade de escolher”, de 1980, Rose e Milton Friedman examinam os 14 Pontos do Programa do Partido Socialista dos Estados Unidos, de 1928. E ao lado de cada um deles, anotam o ano em que foi aprovado, começando com a criação do Banco Central, em 1913. Esse partido socialista nunca se tornou governo nos Estados Unidos, nem teve maioria no Congresso, porém teve enorme influência ideológica no partido Democrata, e até no Republicano. Seus 14 Pontos estão todos em voga. E se isso aconteceu nos Estados Unidos, o que podemos esperar na América Latina?