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Nota de agradecimento 

Nas últimas semanas, enquanto o Mídia Sem Máscara passava por problemas técnicos devido ao ataque de bandidos que infectaram o site com malware, e com a intervenção arbitrária da Google, que com omissão acintosa demorou em reconhecer posteriormente que o site não oferecia riscos, recebemos e-mails de dezenas de leitores e profissionais de informática se dispondo a colaborar com o MSM visando a solução dos problemas. Algumas dessas mensagens apenas afirmavam a importância do nosso trabalho, com palavras de incentivo e elogios. 

Cabe à Editoria MSM agradecer a estas pessoas por todo esse apoio, reafirmando nossos compromissos, já conhecidos, e que fazem do MSM, como mais uma vez se pode ver, um alvo da ira de quem deve a vida à mentira e ao jogo sujo.

Editoria MSM

AFilosofiaESeuInverso


Assista ao True Outspeak, talk-show apresentado pelo filósofo Olavo de Carvalho, desta segunda-feira, 22 de abril.

 

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Carlos Reis fala sobre o uso da psicologia e da educação para a controle mental das massas, visando um novo modelo de civilização, alinhado à promoção do caos moral e cultural. O objetivo é a implantação de um nefasto governo mundial que dominará milhões de cidadãos imbecilizados.

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O Dr. Benjamim Carson fala algumas verdades a Barack Hussein Obama. Do patrulhamento politicamente correto, pronto a incriminar quem ouse protestar contra alguma tese esquerdista, aos problemas dos EUA, que só aumentaram ao longo da administração do queniano. Minutos de sensatez, realismo e sabedoria. Legendado pelo leitor Augusto Peretti Barrozo.

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Vejam só quanta desumanidade! Este vietnamita malvado, reacionário e, pior ainda, católico, impede as criancinhas de irem para o beleléu, aonde estavam para ser enviadas por suas mães afetuosas e pelo santo governo do seu país. É o fascismo em marcha!

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Presos passarão a ler obras clássicas da literatura mundial em Joaçaba (SC). O Projeto Reeducação do Imaginário é inspirado nas lições do filósofo Olavo de Carvalho, afirma o juiz Márcio Umberto Bragaglia.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Donald Trump desafia Obama: “mostre todos os seus documentos, e doarei 5 milhões de dólares para a instituição beneficiente que o senhor quiser". Vídeo legendado pelo leitor Guilherme Corrêa.

 

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

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Olavo de Carvalho comenta as análises conjunturais periódicas que lideranças intelectuais da esquerda brasileira realizam. Trecho de aula do Seminário de Filosofia.

 

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Há uma lição supremamente importante para a vida humana e para o bem-estar da humanidade que deve ser aprendida com este horrendo sacrifício oferecido no altar de uma ideologia: ninguém jamais deve usufruir de poderes ilimitados.


Com a queda da União Soviética e dos governos comunistas do Leste Europeu, muitas pessoas passaram a crer que o marxismo, a religião do comunismo, está morto.  Ledo engano.  O marxismo está vivo e vigoroso ainda em muitos países, como Coréia do Norte, Cuba, Vietnã, Laos, em vários países africanos e, principalmente, na mente de muitos líderes políticos da América do Sul.  

No entanto, de extrema importância para o futuro da humanidade é o fato de que o comunismo ainda segue poluindo o pensamento e as ideias de uma vasta multidão de acadêmicos e intelectuais do Ocidente.

No passado dia 25 de abril, em Dallas, a inauguração da biblioteca-museu presidencial de George W. Bush revestiu-se de enorme importância e interesse.

Antes de mais, pelo próprio edifício e entidade, que alberga milhares de documentos e de objetos relevantes da história recente dos EUA. E, depois, pela presença simultânea, no mesmo local, de todos os presidentes vivos, um encontro que é muito raro – o último, com os mesmos cinco protagonistas, havia ocorrido em 2008 na Casa Branca, pouco depois da eleição de Barack Hussein Obama. Os discursos foram generalizadamente elogiosos e pontualmente marcados pelo bom humor. Contudo, e como habitualmente, Barack Obama destoou, tendo mostrado novamente a sua deselegância e o seu egotismo ao aproveitar a ocasião para falar da reforma da imigração… Porém, e isso já não é mau de todo, não procedeu pela enésima vez – porque isso implicaria fazê-lo cara a cara com o visado – ao atirar de culpas para cima do seu antecessor, tentando (sem sucesso) desresponsabilizar-se pelos (muitos e notórios) falhanços da sua presidência…

daimeAnteriormente, o governo petista, na pessoa do Sr. Lula, galhofeira e arrogantemente declarava à nação que sua fórmula era gastar mais, baixar os juros e contratar mais servidores públicos.

Agora, seus áulicos defendem com poses de sábios o aperto monetário, o aumento das taxas, e o mais contraditório, o desemprego. Está na hora de a população começar a se levar a sério.


Certo dia, se bem me recordo, fiz algumas considerações sobre as colunas publicadas no jornal cubano Granma. Impressionou-me a vagueza e a lassidão com que os seus autores discorriam sobre assuntos que dificilmente eu conseguia identificar e comparei-os àqueles devaneios que nos assombram o sono após uma beberagem das boas.

À margem dos grandes jornais, uma operação gigantesca de desinformação a respeito se desenvolve em livros escolares, programas de TV e sites da internet, a começar pela maldita Wikipedia, concebida precisamente para ser levada a sério só por meninos de ginásio.


O célebre historiador britânico George Macaulay Trevelyan, que ninguém dirá ter sido um conservador, escreveu em 1947: “A mais odiosa forma de preconceito moral está na historiografia que condena em voz alta os crimes e perseguições de um lado, e esconde ou defende os do outro.” Ele não imaginava que um dia, num país do Terceiro Mundo, haveria de aparecer uma comissão subsidiada com dinheiro público para dar cunho oficial precisamente a esse tipo de historiografia. Talvez ele imaginasse que semelhante aberração só poderia existir nas ditaduras comunistas, onde a mentira histórica, imposta à população interna para fins de controle social e distribuída no restante do mundo como arma de guerra psicológica, era a norma em vez da exceção.

pseudochristiancommunismEx-agente soviético afirma: “Khrushchev nomeou “Teologia da Libertação” a nova religião criada pela KGB.”


Novas revelações dos arquivos da KGB sugerem que a “Teologia da Libertação” foi mais bem sucedida que nos sonhos mais ousados de Khrushchev.


Se você pensa que a Rússia se tornou nossa amiga, pense novamente. Não vamos gastar todo o nosso dinheiro em bem-estar e em aquecimento global. A “eleição” do novo patriarca da Rússia em 2009 mostra que ainda precisamos nos defender contra os sonhos imperiais do Kremlin.

Para o Foro de São Paulo, não existem leis a serem respeitadas ou estatutos próprios que não possam ser rasgados, pisoteados ou descumpridos, desde que estejam a serviço dos seus camaradas.

 Mas a imprensa nacional, como sempre, brilha por seu silêncio cúmplice.

 

O mês de abril foi brindado com duas eleições na América do Sul, importantes e díspares em suas razões, e que por isso mesmo revelam os dois pesos e duas medidas empregadas pelo Foro de São Paulo (FSP), que continua mandando na região. Refiro-me à fraudulenta eleição presidencial da Venezuela e a democrática eleição no Paraguai, ocorridas nos dias 14 e 21 respectivamente.

Ao tornar o ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos, o Estado brasileiro estatiza as crianças e martiriza as famílias, ao obrigá-las a matricular os filhos numa escola que só tem a oferecer drogas, violência e sexo precoce.


A partir de agora, todos os pais estão obrigados a matricular seus filhos na escola a partir dos 4 anos de idade e eles devem permanecer matriculados até os 17 anos, custe o que custar. Já está em vigor a Lei 12.796, de 4 de abril de 2013, que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e regulamenta a Emenda Constitu­cional 59, de 11 de novembro de 2009, promulgada, na época, pelo então presidente do Senado, José Sarney, e pelo presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer. Essa emenda alterou o artigo 208 da Constituição e aumentou o tempo do ensino obrigatório, que deixou de ter a duração de 9 anos (dos 6 aos 14) e passou a ser de 14 anos (dos 4 aos 17). Com isso, é provável que o Brasil tenha se tornado o País com o maior tempo de escola obrigatória em todo o mundo, superando, com folga, os países europeus, cuja escolaridade compulsória não costuma ultrapassar dez anos. É o Brasil megalomaníaco de sempre, empenhado em pôr o chapéu onde a mão não alcança.

1.
Um assassino jamais "paga sua dívida com a sociedade", como prega o chavão estimulante de seus defensores. A vítima morta não recebe a sua parte do pagamento e a dor daqueles que a amavam não se quita com ele.

A prisão do assassino é apenas punitiva e pode até ser temporária, embora tanto melhor quanto mais longa. Mas a dívida, queiram ou não, é eterna.

2.
No Brasil, a vida humana custa nada mais que 3 anos de recolhimento na Fundação Casa, se tirada por um menor. Mesmo que este menor tenha "isqueirado" viva a sua vítima - como a dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza -, para torturá-la por dispor de apenas R$ 30 em sua conta na hora do assalto.

Ao longo de sua história, a humanidade sempre encontrou motivos para caracterizar cada época de seu desenvolvimento como “essencialmente diferente das demais” – pois o mais provável é que assim o fosse.

Cada sociedade – modernamente digamos: cada país – tem uma face peculiar num dado momento do tempo. Isto é a base da refutação daquela crítica segundo a qual “desde sempre o homem lamenta sua condição no mundo; não há nada de novo em se apontar problemas no que quer que seja”. Ora, de fato, a crítica dos arredores é natural à condição do homem de ser racional e desde os primórdios de suas atividades intelectuais os homens se debruçam sobre o problema dos males no mundo. Mas é preciso assinalar este outro fato: cada momento na história – bem como cada geração em cada particular localidade – apresenta problemas que não se confundem com aqueles gerais da época ou com os que vieram antes, embora necessariamente relacionem-se a estes. Por isso não há nada mais legítimo do que os representantes de cada geração, em cada sociedade ou país, dedicarem-se à crítica de seus arredores mais imediatos, pois certamente encontrarão aí algo de novo a que as críticas anteriores não se podiam reportar.

A política do New York Times, da Associated Press, Reuters e incontáveis outras publicações é continuar camuflando os atos de terrorismo no Oriente Médio com eufemismos purificadores.

Onde está nossa ira quando nos inteiramos que os terroristas mais honrados pela sociedade palestina são os que assassinaram a maior quantidade de pessoas?


Por que o massacre de Boston pode ocorrer de novo? Agora sabemos.

Os sem coração e malvados terroristas responsáveis pelo atentado na maratona de Boston foram dois irmãos que receberam asilo político nos Estados Unidos. Foi graças à bondade desse país que puderam encontrar a liberdade que lhes negavam em sua Chechênia nativa. O irmão mais velho, Tamerlan, ferido fatalmente depois de disparar com rifles de assalto e de lançar bombas caseiras nos policiais que o perseguiam, estava lá como um residente legal. Seu irmão mais novo, Dzhokhar, em estado delicado de saúde depois de ter sido encontrado ao final de uma intensa caçada humana que fez com que Boston e suas áreas vizinhas ficassem absolutamente paralisadas, havia se convertido em cidadão norte-americano naturalizado, no que só pode ser considerado uma ironia horripilante, em 11 de setembro do ano passado. E é assim como agradecem a seu país adotivo, com sangue.

O presidente incapaz de falar em "terroristas islâmicos" ou "jihadistas" quando os EUA são atacados por eles é o mesmo que diz "Deus vos abençoe" em discurso pró-aborto para a Planned Parenthood, a maior organização abortista do país.


Descontadas as falsificações agora condenadas, Barack Obama e Hillary Clinton nunca obtiveram o número de assinaturas necessário para o registro das suas candidaturas em Indiana em 2008.

Se fosse George W. Bush, a mídia inteira estaria pedindo o impeachment.

Como é Obama, dou um pirulito para quem encontrar a notícia na capa dos grandes jornais.

O jornal britânico “The Daily Mail” escreveu que nos anos 70 que cientistas e políticos estavam preocupados pela iminência de uma “idade de gelo”. (Confira o artigo 'Esboço de novo relatório do IPCC destrói mitos aquecimentistas')

Mas pouco depois mudaram, passando a achar o contrário. Isto porque segundo publicações do estilo da revista americana “Time”, ONGs, ONU, políticos e governos passaram a favorecer os cientistas que falavam de um iminente “aquecimento global” gerado pelo homem.

O que houve?

E eu não sei quem é mais burro.


Marx não era contra a religião ou filosofia religiosa em si, mas contra as instituições religiosas aliadas à classe dirigente europeia”. — ‘Sou marxista’, diz Dalai Lama a estudantes chineses.

O Dalai-lama teria que ler alguns livros de Karl Marx para não dizer asneiras. Normalmente dizemos asneiras mesmo lendo (errar é humano), mas quando a gente não sabe do que fala, então insultamos amiúde a inteligência dos outros.

Karl Marx não era só contra a religião: era também contra a filosofia.

Só um cego não vê que Obama tudo faz para destruir o país que preside. É, como todo pacifista, um falso, como, aliás, toda sua documentação conhecida.

Que tal visitar às sextas-feiras as mesquitas controladas pela Autoridade Palestina e assistir às mensagens incendiárias contra a “entidade sionista’ e o povo judeu?


No início deste mês, o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, visitou o Oriente Médio para implorar à Autoridade Palestina (AP) a retomada das negociações de paz com Israel. Sugeriu-se, antes de sua visita, 10 pontos para que Kerry possa avaliar a disponibilidade da AP para assumir uma postura de paz. É muito difícil que Kerry esteja realmente interessado numa paz que envolva a integridade do Estado de Israel com reconhecimento de Jerusalém como sua capital. Kerry é um traidor de seu próprio país, pois, junto com Jane Fonda – ‘Hanói’ Jane – e Tom Hayden, seu futuro marido, principal editor do Port Huron Statement e fundador da Students for a Democratic Society combateram contra a guerra do Vietnã apoiando o governo comunista de Ho Chi Min no Vietnã do Norte, inimigo declarado dos EUA que estava matando seus compatriotas.

Cesse tudo o que a antiga
Musa canta
Que um horror mais alto se alevanta

Paródia de Camões

Um velho ditado diz que os mortos terão sua vingança. Haverá sangue, dizem. O sangue dos mortos será o sangue da vingança. Sabe-se que algumas lápides já se movem e as árvores falam para trazer os culpados à justiça. Os astutos assassinos foram expostos pelos místicos presságios nos sinais dos abutres e das gralhas.
Shakespeare, "Macbeth," Ato 3, Sena 4. (1)


Crianças decapitadas, corpos cortados e acondicionados em jarras, algumas nascidas vivas de uma tentativa de aborto. Campos de concentração nazistas? Gulags? Coréia do Norte? Não, não estou falando de horrores do passado nem de países totalitários. Falo do que vem ocorrendo no país mais desenvolvido do planeta, os Estados Unidos da América (2) e suas ‘Casas da Morte’, clínicas abortistas perfeitamente legais. Você nunca ouviu falar sobre isto? Não é sua culpa. A mídia está evitando falar destes horrores desde o início do julgamento por assassinato do abortista Dr. (?) Kermit Gosnell, da clínica Women’s Medical Society de Philadelphia, Pennsylvania.