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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Os socialistas querem fazer crer que “o Estado existe para redistribuir riqueza”, concedendo educação grátis, saúde e aposentadorias grátis, presentes e auxílios “para o povo!”

Grande mentira! Nada é “grátis” na vida. Pagamos os gastos do Estado com impostos. E entre as contribuições (e multas) “impostas” inclui-se a dívida do Estado, um imposto postergado; a inflação, um imposto disfarçado; e os confiscos de empresas e ativos econômicos a título de “expropriações”.

Porém a educação, a assistência médica, as pensões e, de modo geral, os serviços que o Estado presta são ruins e de má qualidade. As empresas do Estado costumam dar prejuízo. E para a economia privada o Estado também decreta cargas regulamentares, chamadas de “regulatórias”. E acabam não sendo muito produtivas. A fiscalização é selvagem. Na Argentina, por exemplo, os impostos levam uns 50% da economia formal! Em outros países a tributação se aproxima perigosamente desse número. Assim a pobreza resiste em desaparecer, porque a “recuperação” econômica nunca chega.

Todo cidadão de bem deveria ter assegurado seu direito de defesa.


Errou a OAB ao colocar no seu site o artigo de seu presidente, o Dr. Marcus Vinicius Furtado Coêlho, publicado originalmente no blog do jornalista Matheus Leitão, no portal de notícias G1, demonstrando sua postura desarmamentista. Errou porque, em que pese o legítimo direito de manifestação do seu presidente nacional, a OAB é uma instituição que deve primar pelo pluralismo de ideias e não servir de instrumento para a inculcação de conceitos ideológicos.

Não se justifica a preocupação de que se está pretendendo uma “legalização generalizada do porte de armas de fogo” e que isso visa, no final, a ampliação dos lucros da indústria de armas, como se todos aqueles que lutam pelo direito do cidadão de possuir e portar armas estivessem a soldo dessa indústria.

Se fosse contrário à vontade de Deus um crente ter uma arma para sua defesa, por que o Filho de Deus ordenou a aquisição de espadas e não mandou Pedro jogar fora a sua?


No segundo dia do ano, duas notícias no Portal G1 chamaram a atenção. Numa delas, “Carro passa atirando e mata 4 em bar em SP”. No meio da manhã, parecem ter descoberto que a culpa não era do carro: havia alguém dentro dele puxando o gatilho, e o título foi alterado para “Ataque a tiros em bar deixa 4 mortos em Guarulhos, na Grande SP”.

Em outra manchete, um fato que causou ainda mais perplexidade do que o ataque do carro que atirava sozinho: “Policial militar é preso após atirar e matar homem que invadiu sua casa”. Dessa vez, o título está correto, a narração dos fatos é que parece confusa. Mas, se tudo correu como se conta, o que aconteceu com o direito à legítima defesa no Brasil?

Que sistema é esse que beneficia o mau empregado e o mau empregador?


Leis e instituições devem estar ordenadas pela razão, a serviço do bem comum. Há problema grave quando as instituições operam para si mesmas, ou quando a lei determina práticas que entram em contradição com o bem comum. Não hesito em afirmar que a legislação trabalhista brasileira, os mecanismos criados para regular as relações laborais e os critérios dominantes na Justiça do Trabalho produzem tal efeito. Gerar empregos, no Brasil, não é bom. É péssimo. São tantas e de tal monta os encargos incidentes sobre as folhas de pagamento que os trabalhadores recebem menos do que deveriam e os empregadores pagam mais do que poderiam.

O envolvimento existencial do autor, o resgate da análise de acontecimentos decisivos do século XX, a clareza na exposição das conexões entre fatos e agentes históricos, além da notória erudição de Heitor De Paola, fazem da obra não somente um antídoto contra a alienação ideológica, mas um mas um tributo à excelência intelectual e à responsabilidade histórica.

https://loja.observatoriolatino.com/
http://radiovox.org/


Yusuf Ibrahim. Não há fotos disponíveis para o público de suas vítimas, que permanecem sem rosto e sem traços característicos.


A polícia e a imprensa fizeram um trabalho incrível de investigação sobre a vida e a motivação de Syed Rizwan Farook e Tashfeen Malik, o casal que massacrou 14 pessoas em 2 de dezembro em San Bernardino, Califórnia.

Ficamos conhecendo suas famílias, os históricos dos estudos e empregos pelos quais passaram, viagens, casamento, opiniões e seus preparativos para o ataque. Acima de tudo, a dimensão do engajamento dá a entender que estamos a par que o casal tinha intenções jihadistas, ou seja, eles atacaram conforme seu papel de muçulmanos devotos disseminando a mensagem, lei e soberania do Islã.

Graças ao legado do falecido Hugo Chávez e seus contemporâneos como Nicolás Maduro, Rafael Correa, Evo Morales, Daniel Ortega, Cristina Fernández de Kirchner, Salvador Sánchez Cerén e outros, o Irã goza de um poder jamais visto na América Latina.

Mahmoud Ahmadinejad: "É um assunto de vida ou morte. Preciso que intermedeie junto à Argentina uma ajuda para o programa nuclear de meu país. Precisamos que a Argentina compartilhe conosco a tecnologia nuclear. Sem a colaboração do país, será impossível avançar em nosso programa".

Faz dois meses que o Irã e a Arábia Saudita estão brincando de cabo-de-guerra para ver quem fica com a América Latina. Em 10 de novembro de 2015 o Vice-Ministro das Relações Exteriores do Irã se reuniu, a portas fechadas, com os embaixadores de nove países da América Latina para reiterar o desejo da República do Irã de "expandir e aprofundar os laços" com aquela região. No final daquele mês outras declarações no mesmo sentido foram proferidas pelo Presidente do Irã Hassan Rouhani e pelo Líder Supremo Aiatolá Ali Khamenei no Fórum dos Países Exportadores de Gás (GECF em inglês) em Teerã.

Quão mais longeva Dilma Rousseff for no poder mais a economia ficará deteriorada e maior o sofrimento do povo.

À classe política não cabe outra coisa: decretar o impeachment.


N.doE.:
Assista também ao ótimo hangout do Cabo Anselmo com Nivaldo Cordeiro.


Dilma Rousseff deveria ter sido deposta antes do Ano Novo, mas o PT tem força e conseguiu procrastinar a decisão, que já está tomada no âmbito das Casas legislativas. Como o STF refez as decisões rituais de Eduardo Cunha, o parto para expelir Dilma Rousseff se prolongou por, pelo menos, seis meses. Será um tempo trágico para o Brasil, que precisa se reorganizar politicamente e tomar tirocínio administrativo, impossível sob um governo do PT.

Estamos em um mundo caído. As coisas não são como deveriam ser. A utopia não é possível.
Portanto, as decisões políticas devem lidar com o equilíbrio, pesando os prós e contras das várias políticas.


A Bíblia é um livro grande, de modo que há uma série de coisas que podem ser ditas no esforço de formar uma visão política de mundo a partir dos princípios bíblicos. Mas isto aqui é um blog, não um livro. Então deixe-me tomar apenas uma área doutrinária e destrinchar algumas implicações possíveis.

Creio que nossas mais importantes considerações políticas nascem de uma compreensão apropriada da pessoa humana. Quanto mais nossos políticos e instituições políticas agirem em acordo com o modo como as coisas realmente são e o modo como nós realmente somos, mais cresceremos como nação.

Melancólico final de ano vivido pelo Brasil! Somos objeto de escárnio e do descrédito internacional.

Vamos enfrentar as dificuldades de 2016 com as instituições engasgadas, sob o comando de quem produziu o caos.

 

Já fizemos desastrosas experiências com líderes carismáticos. Fomos do empresário bem acabado e milionário Collor ao operário mal acabado e pobretão Lula. Hoje não se sabe qual o mais abastado. Exceto pelos dois beneficiários, foi tudo em vão porque líderes carismáticos são causa de instabilidade e insegurança política. Embora tantos preguem diferente, a política pode passar muito bem sem pessoas assim. Ela precisa é de líderes capazes de conduzir competentemente o barco nacional. Nós temos Dilma Rousseff.

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Provavelmente, nunca vivemos um tempo tão temeroso da verdade. Esse temor se expressa através do relativismo, do niilismo, do cinismo, do ceticismo e várias outras doenças do espírito. Tais enfermidades têm um canto de sereia envolvente – a facilidade com que se chega ao cume dos seus argumentos.

Por outro lado, emergem versões das mais variadas formas de cientificismo, tentando nos convencer de que o império do conceito é a única maneira de nos relacionarmos com o mundo que nos envolve. Para estes, esse mundo pode ser, gradativamente, resumido a uma idéia, um sistema, uma equação. Assim, o que não vier dos esforços experimentais da ciência é considerado futilidade, ilusão, engano, delírio.

O cristianismo tem sido a maior e mais consistente alternativa a essas patologias modernas do espírito; não é à toa que é a religião mais perseguida do mundo, por mais que isso não figure com o devido destaque nas manifestações da imprensa.

Da arte de difamar e menosprezar o melhor...


Se há algo cansativo no ambiente letrado – ou pseudoletrado – do Brasil é a difamação contra os melhores.

Exemplo mais que repetido é o que se faz contra o filósofo (filósofo, sim), professor e escritor Olavo de Carvalho.

O filósofo Olavo reúne uma plêiade caricatural e tenebrosa de ex-alunos e de acadêmicos diplomados que não param de prestar-lhe atenção a todos os movimentos, dispostos ao ataque no mais simples deslize ou mal-entendido. Os professores e grandes pesquisadores já o deixaram em paz há anos, após terem se escaldado na água fervente de sua crítica cultural em obras essenciais para o Brasil como O Imbecil Coletivo I e II e O Mínimo. Porém, agora é a vez dos miúdos, que atacam sem a cautela dos grandes, e com menos vergonha também.

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Projeto de lei do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) é parte de um velho plano globalista que dá ainda mais poder à elite política revolucionária e anticristã.

Daniel Estulin: "O governo sabe que para controlar, vigiar e seguir a pista da população, deve suprimir o dinheiro em espécie."


Como todos já deveriam saber, a turma ligada ao PT está no poder com a missão de acelerar a degradação do País, entregando todos os setores e recursos em baixa para as organizações transnacionais revolucionárias que a sustenta. Ou por qual motivo você acha que gente tão baixa, vil e desqualificada possui as costas tão quentes? Pois é.

eipacsJihadistas do Estado Islâmico durante a destruição do milenar mosteiro Mar Elian em Qaryatain na Síria.

Durante todo o mês de setembro, à medida que mais e mais cristãos foram massacrados e perseguidos por conta da religião, não só pelo Estado Islâmico, mas também pelos muçulmanos "comuns" dos quatro cantos do planeta, um contingente cada vez maior de pessoas e organizações clama para que alguma medida seja tomada. Enquanto isso, aqueles que estão em condições de fazer alguma coisa, particularmente o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama e o Papa Francisco nada fazem.

Os profissionais reagem ao deslocamento do público para a direita com o deslocamento deles próprios para a esquerda, incentivando mais imigração do Oriente Médio, instituindo mais clichês de "discurso de incitamento ao ódio" para abafar críticas ao Islã, proporcionando mais apoio aos islamistas.


O assassinato de cerca de 127 inocentes em Paris por uma gangue de jihadistas na sexta-feira chocou a França levando a mais uma rodada de solidariedade, exame de consciência e rancor. Em última análise, a violência islamista contra os cidadãos do Ocidente se reduz a duas questões: o quanto essa última atrocidade irá mudar a opinião pública? e o quanto ela irá continuar estimulando o Establishment a negar a realidade?

Conforme sugerem essas questões, o povo e os profissionais estão caminhando em direções opostas, a primeira para a direita e a segunda para a esquerda. No final, esse embate reduzirá, e muito, o impacto desses acontecimentos em termos políticos.

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