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SPACÇO DO SPACCA

peterpan spacca

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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O problema de muitos "formadores de opinião", no Brasil de hoje, não é a burrice em estado puro, mas aquela burrice em segunda potência que nasce do impulso histérico de criar uma frase e, ouvindo-a da própria boca, acreditar nela pela simples razão de ter conseguido dizê-la.

O histérico vive em um mundo fictício composto inteiramente de autopersuasão. Daí ao mais extremo analfabetismo funcional o passo é bem curto. Quando o histérico lê alguma coisa, não entende aquilo que está escrito, mas o que desejaria que estivesse escrito. E acredita piamente que foi isso o que leu.

Um desses, um tal de Renato Rovai, leu no meu Facebook a seguinte afirmação: "O governo torna sigilosas as investigações de acidentes aéreos e poucos dias depois já vem um acidente aéreo politicamente relevante. Ou o acaso está gozando da nossa cara, ou não é acaso." Que é que ele fez com isso? Imediatamente tascou no seu blog do Portal Forum: "Olavo de Carvalho culpa Dilma pela morte de Eduardo Campos".

Wotan, o incansável errante, o agitador, que ora aqui ora ali provoca a disputa ou exerce efeitos mágicos, foi transformado pelo cristianismo no demônio, só aparecendo como fogo fátuo em noites de tormenta ou como caçador fantasmagórico acompanhado de sua comitiva nas tradições locais cuja tendência era o desaparecimento. Sem dúvida alguma, o papel do errante sem trégua foi desempenhado, na Idade Média, pela figura então surgida de Ahasverus que não constitui uma lenda judaica e sim cristã, ou seja, o motivo do errante não incorporado por Cristo precisou ser projetado para os judeus, da mesma maneira que encontramos, nos outros, conteúdos que se tornaram inconscientes para nós. Em todo caso, a coincidência entre o anti-semitismo e o redespertar de Wotan é uma jinesse psicológica que deve ser mencionada...
Carl Jung, “Wotan” em Aspectos do drama contemporâneo



Desde a Segunda Guerra Mundial, o nome de Hitler tem sido um sinônimo de mal no Ocidente. Por ventura, ele acabou por ter o mesmo destino de Wotan conforme descrito por Jung acima. Com efeito, ele foi transformado em um demônio político durante uma era secular em que todos os conceitos religiosos foram suprimidos para darem lugar aos seculares. E Hitler foi o líder do movimento Nacional Socialista na Alemanha. E como Hitler foi um nacionalista, a partir de então passou a ser obsceno ser nacionalista. Simultaneamente, as referências ao socialismo de Hitler foram tipicamente silenciadas, isto é, a menos que um socialista queira dizer que a política econômica de Hitler (o próprio socialismo) 
salvou a economia alemã (que é o elogio que nos é permitido fazer a Hitler).

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Ler o editorial de 17 de agosto de 2014 da Gazeta do Povo é como há de ser uma experiência de quase-morte: o sujeito chega muito próximo do óbito, sabe que ainda não está morto mas antevê aquilo que em alguns minutos ou em alguns anos será inevitável.

E olhar em volta, para nossos coetâneos, só torna a situação mais desesperadora.

 

“Um soberano jamais deve colocar em acção um exército motivado pela raiva; um líder jamais deve iniciar uma guerra motivado pela ira.” – Sun Tzu, filósofo e general chinês (544-496 a.C.)

 

Uma das maiores pragas que se abateu sobre a humanidade foi a criação da mentalidade revolucionária.


A mentalidade revolucionária, que é a essência de 90% da esquerda, é a encarnação do Juízo Final. A secularização da ideia de salvação.


É uma ideologia, lato sensu, fanática e assassina.


Segundo o filósofo Olavo de Carvalho, trata-se essencialmente de um fenómeno espiritual e psicológico, “se bem que seu campo de expressão mais visível e seu instrumento fundamental seja a acção política”.


Mas a mentalidade de “shopping center”, relativista, oportunista, covarde e consumista, e estruturalmente leviana, perdeu a noção do perigo.


Julga que a história parou e que depois da “queda” da URSS o mundo entrou, finalmente, numa era dourada de paz e democracia.

Nota: Esta é uma versão reduzida do artigo “A sombra ‘evangélica’ da sombra ‘católica’ na Presidência da República: Alexandre Brasil e Gilberto Carvalho,” que denuncia o evangélico estratégico de Gilberto de Carvalho, que, segundo o Dep. Aroldo de Oliveira, é comunista de carteirinha, o segundo homem mais forte do PT e responsável por um projeto perigoso que visa transformar o Brasil numa Venezuela ou União Soviética. Vários aliados da sombra evangélica, inclusive Ariovaldo Ramos, assinaram manifesto público de apoio a esse projeto comunista. Todos esses evangélicos têm um elo em comum: a promoção da Teologia da Missão Integral. O propósito deste artigo reduzido é facilitar a divulgação e distribuição dessa denúncia ao maior número possível de líderes evangélicos.

O governo do PT tem um “agente” muito bem pago para iludir os evangélicos. Poderia se dizer até que era um agente de certo modo secreto, pois no ano passado quando fiz perguntas sobre ele para a Frente Parlamentar Evangélica, ninguém o conhecia.

Alexandre Brasil

Como é que o PT chegou a essa posição de ter um representante evangélico que sabe alcançar a população evangélica fora do radar e atenção de importantes líderes evangélicos no Congresso Nacional?

Marina travava projetos de infraestrutura, impedia ou retardava empreendimentos públicos e privados, aplicava a torto e a direito um receituário avesso às usinas, aos transgênicos, ao agronegócio, principal motor do desenvolvimento nacional e responsável pela quase totalidade dos superávits de nossa balança comercial.


Denunciar os terríveis malefícios prestados à Igreja Católica pela Teologia da Libertação (TL) faz parte dos deveres cívicos e religiosos que me impus desde que comecei a escrever para jornais, nos anos 80. A TL é uma versão comunista da teologia cristã, que serve ao comunismo e desserve à Igreja. Já levo 29 anos ratando, periodicamente, desse lastimável mas necessário tema.

1. O problema do nosso tempo não é o ateísmo, mas o antiteísmo. Marx e Lênin, Nietzsche e Hitler, Mao e Gramsci não são simplesmente descrentes: eles odeiam a própria ideia de Deus. Deus é conservador: representa a negação do super-homem revolucionário.

2. Parte do ambientalismo contemporâneo procura substituir Deus pela mãe-natureza. Sai o Criador, entra Gaia. É uma nova religião civil. Chesterton já dizia, em tom de alerta, que existe uma terrível consequência em acreditar que a natureza é nossa mãe: ela acabará se revelando como madrasta. Na verdade, a natureza é nossa irmã: devemos protegê-la e amá-la, como ensinava São Francisco, mas nunca adorá-la ou transformá-la em ídolo inquestionável.

“Temos de atacar a Polônia e os Estados bálticos nos lugares em que há mísseis e aeronaves da OTAN. Não podemos permitir que um avião decole e ataque a Rússia, por isso temos de atacar primeiro e impedir com meia hora de antecedência qualquer movimentação de aeronaves. E para certificarmo-nos, faremos bombardeio de saturação. A América não é uma ameaça, mas os estados anões da Europa cessarão de existir. Eles serão varridos. E então a OTAN terá de implorar a nós por negociações, caso contrário daremos a eles novamente um Maio de 45.”
Vladimir Zhirinovsky, agosto de 2014 (Entrevista à uma rede de televisão, 08/08/2014)

“No meu livro eu escrevi, há mais de dez anos, que 2015 e este ano são os anos do ponto de ruptura da civilização atlântica.”
Dr. Victor Kulish, 12 de julho de 2014, autor de Hierarchic Electrodynamics and Free Electron Lasers

Segundo o representante da ONU, os guerrilheiros encarcerados são vítimas do Estado e devem fazer parte da peregrinação a Cuba em igualdade de condições com as viúvas, os órfãos e os mutilados que as ações das FARC deixam.


Quem está por se desmobilizar são as FARC, não o Estado colombiano. Quem promete pôr fim a uma estratégia de mais de 60 anos de crimes contra a Colômbia são as FARC. Ninguém mais. Nos chamados “diálogos de paz”, esse é o ponto central, o único, o que justifica esse esforço, inútil até agora, de dois anos de conversações: o fim das ações do bando armado mais mortífero e depredador que a Colômbia conheceu em toda a sua história.

Lá, nessa “mesa de negociação” na ilha-prisão, o que está em jogo é, em princípio, embora as FARC pensem outra coisa, como pôr um ponto final nas ações do comunismo armado na Colômbia. O ponto não é especular acerca dos defeitos do capitalismo, nem sobre a legitimidade ou as carências do Estado colombiano. Este, pelo contrário, teve que se defender contra a opressora agressão ordenada pelo mastodonte soviético. Teve que se mobilizar de maneira defensiva contra o fruto local de uma realidade bélica exterior à Colômbia: a Guerra Fria.


Arthur Allen Leff, professor de Yale, publicou em 1979 um dos mais influentes artigos da história recente da filosofia do Direito: Unspeakable Ethics, Unnatural Law (“Ética Indizível, Direito Não Natural”, em tradução livre). A tese central do artigo é de que após a queda das concepções que basearam a Ética no comando divino, os diversos sistemas normativos seculares que se sucederam são baseados em última instância nos dogmáticos princípios estabelecidos por seus fundadores.

Em outras palavras: os sistemas éticos propõem diretrizes para avaliar o comportamento humano em termos de certo ou errado, desejável ou indesejável. Em cada um deles, existem premissas incontestáveis, pois fundamentam o próprio sistema. O utilitarismo, por exemplo, considera como boa a ação que produz a maior quantidade de bem-estar na sociedade. O deontologismo, por outro lado, postula que a qualidade positiva ou negativa de uma ação depende da aplicação do imperativo categórico. Qual o fundamento dessas premissas? A mera declaração de sua existência pelos fundadores dos sistemas éticos, respectivamente Immanuel Kant e Jeremy Bentham.

Da mesma forma como o discurso contra as medidas "neoliberais" acabou levando o PT ao governo, aquelas mesmas medidas sustentaram o discurso fanfarrão de Lula durante oito anos.


Quando nossos filhos eram pequenos, alugamos certa feita uma casa de veraneio cujo sótão servia de moradia a algum animal que emitia guinchos finos e esganiçados semelhantes ao riso humano. Na primeira vez em que foi ouvido, as crianças, assustadas, perguntaram o que era e eu respondi em tom casual sem dar muita importância: “É o Risadinha. Não é possível vê-lo, mas ele mora aí em cima”. E o Risadinha acabou incorporado para sempre ao folclore familiar, sendo evocado cada vez que se escuta algum rangido ou uma porta bate inesperadamente.

"A Teologia da Libertação é mais importante que o marxismo para a revolução latino-americana".
Fidel Castro, citado por Frei Betto em "O Paraíso perdido", pag. 166.


Paraíso perdido é o título de uma obra poética de John Milton sobre a tentação e queda de Adão e Eva. E é, também, o título de um livro de memórias gastronômicas e de militância comunista em que Frei Betto descreve suas andanças pela América Latina e Leste Europeu nos anos 80.

São mais de 400 páginas relatando dezenas, talvez mais de uma centena de viagens e itinerários em contato com lideranças católicas e governos comunistas, cumprindo dois objetivos: aproximar os católicos do comunismo e apresentar a Teologia da Libertação (TL) às lideranças comunistas. Muitas dessas viagens tiveram Cuba como destino e Fidel como figura central. Ao longo dessa jornada em que o frei vendia mercadoria avariada para os dois lados, ele e Fidel se tornaram amigos.

Diz o ditado que as estradas para o inferno são pavimentadas com boas intenções. A mensagem é que a ninguém é facultada a prerrogativa de não observar as conseqüências de suas ações. A ninguém é dado o direito de esconder-se por detrás de belas palavras, por mais convincentes que sejam, e por mais que se acreditem nelas do fundo do coração.

Isso porque a fórmula para o reconhecimento do bem ou mal não é a beleza ou fealdade do discurso, mas os resultados que decorrem daquilo que se defende. “Pelos frutos, conhecereis a árvore”, já dizia Deus em pessoa.

Em âmbito do direito penal, são ubíquas as falas sobre o caráter malévolo das sanções, sobre a incapacidade regenerativa do cárcere, sobre a falência do sistema penitenciário. Essas idéias são tecidas de forma extremamente sedutora, de modo que sua disseminação é impressionante. Claro, à medida que se afastam de suas fontes originadoras – dos pensadores que inicialmente formulam tais discursos –, as teses vão perdendo a elegância, depois os contextos, a extensão e, por fim, tornam-se a mera expressão grosseira e ultra condensada do cerne da idéia. Quem nunca ouviu que “a prisão é uma escola para o crime”?

Ao fortalecer seus laços com o Hamas, Abbas está enterrando quaisquer chances de uma solução pacífica com Israel.


A despeito de predições ao contrário, o acordo de unidade entre o Fatah e o Hamas parece não apenas estar vivo e passando bem, mas estar mais forte do que nunca.

No mês passado, os dois partidos mantiveram guerras separadas contra Israel -- uma, o Hamas, no campo de batalha; e a outra, o Fatah, na arena internacional.

No início da guerra na Faixa de Gaza, analistas políticos predisseram que o acordo de unidade que havia sido assinado pelo Hamas e pelo Fatah em abril seria uma das primeiras vítimas da guerra.

Durante a guerra, entretanto, o Fatah e o Hamas abstiveram-se de criticar um ao outro, como têm feito desde que assinaram o acordo de unidade.

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Há 84 anos, em 12 de agosto de 1930, nascia em Budapeste Schwartz György, depois renomeado George Soros, o mais bem sucedido gestor de fundos multimercados da história.