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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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A Colômbia é a primeira interessada e afetada pelo que ocorra na Venezuela a partir do momento em que a nova assembléia comece a desandar o longo trecho percorrido pelos comunistas.

Em que pese a discreta e fingida diplomacia inicial de ambos os lados em contenda, o contundente triunfo dos partidos da Mesa de Unidade Democrática sobre o chavismo nas recentes eleições parlamentares na Venezuela, aponta para o desenvolvimento de um complexo conflito de interesses políticos, ideológicos e partidaristas internos no país vizinho que por sua dinâmica tem muito a ver com a Colômbia, com ênfase em assuntos de relações internacionais, segurança nacional mútua, política de fronteiras, comércio bi-nacional, turismo, imigração e com especial atenção à latente tensão de uso da força militar ao ativar o Plano Guaicapuro contra a Colômbia. 

Vivemos num Estado que ainda não é nosso, desligados da raiz histórica que nos explica e argumenta.


Para mim é no mínimo interessante que a Constituição de 1891 – a primeira promulgada após o golpe dos militares e a expulsão da família real brasileira – tenha sido escrita num cassino. Isto mesmo: num cassino. O Governo Provisório de Marechal Deodoro ainda adaptava as construções do Rio de Janeiro à estrutura republicana. Não havia lugar apropriado, segundo consta, para discutir e votar a famosa Carta de Rui Barbosa (leiam História da República, de José Maria Bello).

O que esperar do sujeito que advogou o plantio de MACONHA como solução
para a pobreza do sertão nordestino?


As discussões políticas das redes sociais giraram, na semana passada, em torno de um debate público entre Leandro Narloch (jornalista e autor da série best seller "História Politicamente Incorreta") e Olavo de Carvalho (também jornalista, além de filósofo, professor e autor do — igualmente — best seller “O Mínimo que você Precisa Saber para Não Ser um Idiota”). Para entender a querela entre esses dois autores tão populares, é preciso remontar a acontecimentos que são anteriores a ela e envolvem também Jair Bolsonaro. Tudo começou na quinta-feira, dia 17 de setembro de 2015, quando o deputado, durante uma entrevista ao Jornal Opção, usou a expressão “escória do mundo” em uma declaração sobre imigrantes haitianos, iranianos e bolivianos (escute a entrevista inteira aqui https://goo.gl/WTrgA9). Na quarta-feira seguinte, 23 de setembro de 2015, Narloch publicou, em seu blog na Veja, o texto “Deixe a escória entrar, Bolsonaro. Pois faremos com ela um grande país”, no qual ele retruca o deputado, comparando os fluxos migratórios comentados por Bolsonaro com outros fluxos migratórios que aconteceram há algumas décadas, nos quais vieram para o Brasil alemães, japoneses e italianos. A resposta dada a Bolsonaro por Narloch encontrou muitas críticas nas redes sociais, o que obrigou o jornalista a retomar o tema em um segundo texto, publicado a 25 de setembro de 2015, com o título de “A livre imigração é uma bandeira da esquerda ou da direita?”. Mais recentemente, a 5 de dezembro de 2015, foi publicado no Youtube um vídeo com um trecho de uma aula do “Curso Online de Filosofia”, popularmente conhecido como COF, no qual o professor Olavo critica Narloch (veja aqui https://goo.gl/W4faa5) apontando as diferenças entre os atuais fluxos migratórios e os que aconteceram no passado. Tendo tomado conhecimento do conteúdo do vídeo, Narloch publicou, a 9 de dezembro de 2015, um terceiro texto sobre o mesmo tema, com o título de “O erro de Olavo de Carvalho sobre a imigração”, dessa vez retrucando ao filósofo.

Os resultados apresentados no livro classificam-se como mais um absurdo cultural produzido com dinheiro público, embora afrontem justamente o público, o cidadão de bem, a sociedade não criminosa, pouco agregando realisticamente ao tema segurança pública.


Há poucas semanas foi divulgado o livro 'Violência e Segurança Pública em 2023: cenários exploratórios e planejamento prospectivo'. Esta obra e seus resultados, conforme descrito no próprio livro, são "fruto do trabalho de uma equipe do Ipea e da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República (SAE/PR), em parceria com o MJ e o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP)" (p. 7). O livro apresenta, entre seus tópicos principais, causas originadoras de violência social, cenários e perspectivas futuros sobre violência no Brasil, políticas públicas e ações mitigadoras a serem concretizadas em face dos cenários de violência propostos.

"A guerra híbrida é uma combinação de meios e instrumentos, do previsível e do imprevisível. Não há fronteiras entre o legal e o ilegal, entre a violência e a não violência. Não há uma distinção real entre guerra e paz".


A Rússia não só não dispõe dos recursos necessários para realizar o sonho imperial de Vladimir Putin – que já foi o da ex-URSS –, como carece dos meios para se sustentar em prazo médio.


Nessa contingência, nada poderia haver de melhor para o dono do Kremlin do que a Europa ser devorada por atritos internos – sociais culturais e religiosos – mais ou menos insolúveis.

Esta interrogação não implica que Putin inventou as causas da migração em massa.


Qualquer pessoa com um QI acima de 80 consegue entender:

1) A esquerda latino-americana odeia a democracia, mais até que a esquerda em geral. Melhor colocando, ela chama de democracia quando o poder está nas suas mãos e de ditadura e (ou) golpe quanto não está.

2) As próprias eleições para eles são democráticas apenas quando através do populismo barato conseguem distribuir riqueza criada por outros para comprar votos e apoios. Assim que o dinheiro acaba junto com a popularidade, as eleições passam a ser roubadas ou taxadas de "golpe".


Políticos fingem vitória para esconder o fracasso. De esq. p/ a dir.: Christiana Figueres, secretária-executiva;
Ban ki-moon, secretário geral a ONU; Laurent Fabius, presidente da COP21 e François Hollande, presidente socialista da França.


Abraços, lágrimas, euforia: não foi a final da Copa, mas da COP21 em Paris. Os organizadores comemoraram com emoção um “acordo histórico” sobre o clima futuro do planeta, sob a presidência do chanceler socialista francês Laurent Fabius.

Julgo que a atual crise brasileira geraria algum ganho se desse causa a uma reflexão nacional sobre a irracionalidade do nosso sistema de governo.


O crime de estelionato está assim definido no Código Penal Brasileiro: "Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento". É o famoso 171. Por analogia, aplica-se a designação aos casos em que o candidato ou candidata, após vitória eleitoral, passa a fazer o oposto do que afirmara em seus compromissos e promessas de campanha. O caso se torna ainda mais grave quando esse candidato ou candidata, durante a disputa, atribuiu a seu adversário a intenção oculta de aplicar essas mesmas políticas. Tem-se aqui, com toda clareza, a obtenção da vantagem ilícita (vitória eleitoral), em prejuízo de outrem (o adversário), mediante indução dos eleitores ao erro, através de persuasivo ardil.

alcaponeJamais esqueci a cena do filme “O Massacre de Chicago” (St. Valentine’s Day Massacre, 1967) em que Al Capone, representado por Jason Robards, esmigalha com um taco de beisebol a cabeça de um companheiro traidor.

Robards, ator impecável, transmite com precisão a ambigüidade do ódio vingativo que se adorna de uma encenação histérica de indignação moral ao ponto de confundir-se com ela.

É um quadro bem conhecido, banal até, nos anais da psicanálise e da psiquiatria forense: a consciência moral do assassino, sufocada e manietada no fundo do inconsciente, vem à tona em forma invertida e se transmuta em inculpação exagerada e teatral dos seus desafetos.

A certeza da inexistência de meios de defesa permite aos criminosos selecionarem milhares de vítimas, todo dia, com a tranquilidade de quem escolhe frango assado em forno de lancheria.


Tenho muito orgulho dos meus leitores. É admirável a riqueza de conteúdo dos comentários que fazem no meu site (www.puggina.org). Por isso, recomendo sempre que acessem os artigos ali. Também meus espontâneos, inteligentes e criativos comentaristas merecem a atenção dos leitores.

 Quero destacar uma das observações feitas ao texto sobre desarmamento (DESARMADOS!) que pode ser lido em http://www.puggina.org/artigo/puggina/desarmados/5593. Nela, o leitor José Luiz de Sanctis chama a atenção para o fato de que as estatísticas usadas pelos defensores do desarmamento destorcem a realidade porque apenas registram os casos em que as vítimas reagiram e se deram mal, mas não levam em conta todas as outras em que reação oportuna e correta as protegeu de um ataque. E lembrou: "Ninguém registra uma ocorrência para relatar que foi quase vítima".


Não é sobre impeachment: é sobre guerra. Quem ainda ousa pagar para ver no que isso vai dar, ainda mais quando a escória imoral deixa tudo avisado?

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99% das ditas páginas de direita não fazem outra coisa senão compartilhar notícias de mídias "progressistas", pautadas na polêmica.

Essas mídias só cobrem a superfície, desinformam em relação a todo o restante e ainda disseminam uma agenda cultural específica, pois são pagas para isso.

Sei que existem vários administradores e CDCs das respectivas páginas citadas que leem coisas importantes, mas não as compartilham. Pior: não criam ou desenterram nada de relevante.

dmComentário de Camila Hochmüller Abadie: Suécia, um país elogiadíssimo entre nós, brasileiros, pela honestidade de seus políticos, pela liberalidade do estilo de vida dos seus cidadãos e pelo seu laicismo, há sete anos mantém cativo o menino Domenic, que nunca mais pôde ver seus pais, sob a alegação de praticar a perigosíssima educação domiciliar.

Sem sombra de dúvida, uma das histórias mais tristes que já acompanhei. Uma história que mostra bem o quanto um Estado de poder incontrolável (o sonho de todos os esquerdistas) não dá a mínima para os indivíduos, muito menos para as crianças, e se precisar destruí-las não pensará duas vezes.


Corte não autoriza que pais homeschooolers sequer vejam o filho sequestrado pelo Estado

A Suprema Corte sueca recusou-se a deixar que o casal Johansson visse seu filho de 14 anos de idade, que foi basicamente “sequestrado pelo estado” e levado por assistentes sociais quando ainda tinha apenas 7 anos de idade, simplesmente porque era educado em casa.

ngdO reacionário escapa à servidão da história, porque persegue na selva humana a pegada de passos divinos.

A existência do reacionário autêntico escandaliza o progressista. Sua presença vagamente o incomoda. Ante a atitude reacionária, o progressista sente um leve menosprezo, acompanhado de surpresa e desassossego. Para aplacar seus receios, o progressista costuma interpretar esta atitude intempestiva e chocante como disfarce de interesses ou como sintoma de estultícia; mas só o jornalista, o político e o tolo não se embaraçam, secretamente, ante a tenacidade com que as mais altas inteligências do Ocidente, já há cento e cinquenta anos, acumulam objeções contra o mundo moderno. Um desdém complacente não parece, de fato, a contestação adequada a uma atitude onde podem se irmanar um Goethe a um Dostoievski. Mas se todas as teses do reacionário surpreendem ao progressista, a mera postura reacionária o desconcerta.

Só alguém muito ingênuo não percebe a quem convém a condição totalmente indefesa da população civil ordeira. No campo, serve aos invasores; nas cidades aos bandidos; e na vida social e política a quem controlar o armamento.


Não há tese errada, prejudicial ou desastrosa, sob o ponto de vista social, político, moral ou econômico, que não seja, mundo afora, abraçada pela esquerda. Desarmamento da população civil, entre elas. É inconcebível a irresponsável superficialidade, despegada do mundo real, com que os defensores do desarmamento tratam de uma questão tão prática. Transcrevo abaixo, então, para reflexão dos leitores, experiência que relatei numa crônica de 2011. Inúmeros pais de família devem ter passado por situações semelhantes.


Com exclusividade, Graça Salgueiro conta como a oposição impediu que os comunistas fraudassem mais uma eleição na Venezuela.

dc


Diosdado Cabello chora, pois perdeu o poder e poderá ser julgado como chefe de cartel de drogas nos EUA.


O ano de 2015 fecha com um grande revés para o comunismo e o Foro de São Paulo (FSP) na nossa região. Primeiro, com a eleição do conservador Mauricio Macri na Argentina em 22 de novembro, pondo fim à nefasta dinastia Kirchner, e agora, com a derrota do PSUV (Partido Socialista Unido da Venezuela) para a MUD (Mesa de Unidade Nacional) nas eleições parlamentares de 6 de dezembro na Venezuela.
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