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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Com essa violência total, aberta e soterrada, é o que os chefes estrangeiros das FARC, as ditaduras totalitárias que mais dano fizeram ao gênero humano, e agora o Foro de São Paulo, lhes dizem: “vocês são a vanguarda de uma revolução luminosa”.


Sem arrependimento, nenhum acordo de paz é possível. Sem o arrependimento do agressor, a paz é inalcançável. Esse é o nó górdio da atual negociação de paz: os chefes das FARC estão anos-luz de alcançar essa lucidez, essa altura moral, essa nobreza de espírito indispensável para que eles possam se reconciliar verdadeiramente com o país que martirizaram durante mais de 60 anos, para entrar, realmente, em um novo começo.

A noção de arrependimento é central em tudo isto. É a lição mais profunda deixada por Nelson Mandela e Frederik de Klerk. Se essa noção é descartada, como foi até agora na Colômbia, é impossível chegar a algo sério em matéria “pós-conflito”. Jamais haverá um “pós-conflito” na Colômbia sem esse elemento. Um compromisso de arrependimento sincero do agressor deve chegar de alguma maneira.

O politicamente correto foi uma invenção marxista com o fim de destruir a sociedade ocidental desde dentro... E na Rússia não há qualquer vestígio de politicamente correto! A razão para isso é que os marxistas não precisam solapar a sociedade russa desde dentro, pois ela já é marxista.
Konstantin Preobrazhensky, “Como o Ocidente foi enganado por Vladimir Putin”


Para entender o que se passa na Ucrânia, é proveitoso ter em conta o baú russo de truques estratégicos e políticos. É nossa incapacidade de entender esses truques que nos levou a avaliar erroneamente as jogadas e as intenções russas. Falando só aqui entre nós, é o caso de perguntar se nosso atual método de ameaça de sanções econômicas é algo solidamente realista, dado que temos em nosso meio tanto agentes quanto amigos russos. Afinal de contas, há algo estranho em um sistema econômico vulnerável como o nosso perseguindo um Estado (Rússia) que tem um longo histórico semi-autárquico.

Encontro eurasiano e antissemita em São Paulo
Leiam o que vai acontecer em SP entre os dias 10 e 12 deste mês, no ofício de Marcelo Itagiba:


evola
Rio de Janeiro, 5 de setembro de 2014

Exmo. Diretor Geral do Departamento de Policia Federal

Este mês, nos dias 10, 11 e 12, na cidade de São Paulo/SP, acontecerá um chamado Encontro Nacional Evoliano. Tal encontro pretende discutir assuntos contrários aos princípios da nossa Constituição Federal e das leis brasileiras., com a difusão de idéias de cunho racista.

Ameaças de morte, apedrejamento de sua residência, perseguição, terror – tudo o que não se faz nem aos piores assassinos, se fez com a referida torcedora.


Um dos textos mais conhecidos do evangelho cristão é aquele em que Jesus se dirige a uma turma prestes a apedrejar uma prostituta, e lhes diz: quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. A lição, que deveria ser óbvia, é a de que somos todos imperfeitos, e portanto incapazes de fazer julgamentos sobre os outros. A narrativa bíblica confirma que os envolvidos no episódio captaram a mensagem, já que se retiraram um a um, deixando a cena do quase-linchamento.

O episódio envolvendo a torcedora gremista, Patrícia, e o goleiro do Santos, Aranha, é a prova de que nossa sociedade está profundamente adoecida. Não seria correto defender a atitude da torcedora, já que ela estava errada. Houve o xingamento, o xingamento foi racista, e a coisa toda foi gravada. Mas a sequência de fatos deflagrados por esse acontecimento pontual tomou proporções irracionais e absurdas, envolvendo desde pessoas comuns até entidades como o STJD, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva.

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Bombardeiro russo Tupolev.

A força aérea japonesa obrigou dois bombardeiros estratégicos russos Tupolev Tu-95 a se afastarem do espaço aéreo nipônico, do qual tinham se aproximado imprudentemente, informou o Ministério de Defesa de Tóquio, citado pela agência “RIA-NOVOSTI” de Moscou.

Após se aproximarem da ilha de Okinawa, sede da maior base americana no Oriente, os bombardeiros russos foram bordejando o arquipélago japonês.

O Estadão do último domingo publica entrevista com D. Leonardo Steiner, secretário-geral da CNBB. A matéria leva o título "Igreja Católica não tem curral eleitoral" e destaca a frase "Igreja não é palanque", mostrando o secretário-geral interessado em despegar a Igreja do debate eleitoral em curso, tratando da política num sentido amplo. Suas falas apontam para um contraste entre a orientação católica e o modo partidarizado e personalizado que marca o procedimento usual em muitos templos evangélicos nesses períodos.

De longa data, as igrejas evangélicas mantêm transparente e militante atuação em favor de seus candidatos. Distribuem materiais de campanha e proclamam que votar neles é uma forma de "servir a Jesus". É certo que, em muitos casos, Jesus se sente desconfortável com tais vinculações, mas o fato é que eleitoralmente a tática funciona.


A imprensa, que tão pronta e justamente reprova a agressão a bandidos nas ruas, não percebeu o linchamento moral imposto à jovem, com a superexposição a que a submeteu?


Não é muito raro que cidadãos comuns, presenciando um assalto, reajam contra o assaltante agredindo-o fisicamente. Sabem que o meliante, levado à delegacia, tem grande possibilidade de sair livre, leve e solto pela mesma porta por onde entrou. E sai, muitas vezes, antes mesmo de que o policial preencha os documentos relativos à sua captura. Ainda recentemente, o secretário de segurança do Rio Grande do Sul relatou a uma emissora de rádio que certo PM, num único turno de trabalho, prendeu duas vezes o mesmo bandido. Então, as pessoas, vez por outra, tratam de fazer justiça com as próprias mãos.

Socialismo é o processo de coletivização, estatização e centralização de um país, e, por conseguinte, de supressão da vida social independente nas esferas da economia, cultura, educação, imprensa, etc., enquanto todas as empresas e instituições se tornam estatais ou dependentes do Estado, sendo tudo isso justificado e legitimado com alguma variante da ideologia marxista. “Comunismo” é quando o processo chega a um ponto alto, ou seja, é socialismo ao extremo. “Socialismo” é, portanto, a antessala do comunismo.

O avanço do socialismo pode levar vários anos; e uma a uma as esferas e instituições vão caindo. Em seu livro “Liberdade de escolher”, de 1980, Rose e Milton Friedman examinam os 14 Pontos do Programa do Partido Socialista dos Estados Unidos, de 1928. E ao lado de cada um deles, anotam o ano em que foi aprovado, começando com a criação do Banco Central, em 1913. Esse partido socialista nunca se tornou governo nos Estados Unidos, nem teve maioria no Congresso, porém teve enorme influência ideológica no partido Democrata, e até no Republicano. Seus 14 Pontos estão todos em voga. E se isso aconteceu nos Estados Unidos, o que podemos esperar na América Latina?


Hoje pela manhã fui surpreendida. Fui até a feirinha do Bom Fim comprar algumas coisas e pude assistir ao desfile de várias escolas, entre elas do Colégio Militar e do Colégio da Brigada, em homenagem ao 7 de setembro. Eu não sabia que o desfile aconteceria ali e, pra falar a verdade, nem havia me dado conta da data. Minha cabeça está voltada para o dia 13. Até lá terei dificuldades em lembrar de qualquer outra data. Mas, voltando ao desfile, pude ouvir e observar muita coisa interessante.

A primeira delas foi a diferença entre os poucos veteranos presentes e os estudantes em geral. Claro que a idade, por si, já contribui para a distinção, mas era nítida uma certa sobriedade (gravidade, melhor dizendo) na postura dos mais velhos, enquanto a maioria dos estudantes trazia um olhar e uma postura de quem não sabe ao certo o que está fazendo ali; outros, por sua vez, personificavam a irreverência, alheios àquilo que deveria ser rememorado e expressado no desfile. Alguns poucos, porém, pareciam saber a razão de estarem ali e portaram-se de acordo.

O movimento está colhendo apoio nas ruas e é encabeçado por organizações de esquerda e extrema-esquerda, entre as quais o PT, o PCdoB, a CUT e dezenas de sindicatos.


Começou na segunda-feira uma ação coordenada em todo o Brasil por um movimento que se intitula Plebiscito Constituinte. Com uma roupagem patriótica, uma comunicação feita nas cores da bandeira brasileira e um apelo à juventude que foi às ruas em junho de 2013, esse movimento tenta viabilizar algo que há muito vem sendo considerado pelo atual governo e por todo o PT como uma peça-chave para a supressão do Estado Democrático de Direito: uma Constituinte para modificar o sistema político brasileiro. Essa aberração foi sugerida pela primeira vez pela própria presidente Dilma Rousseff em seu pronunciamento de 24 de junho de 2013.


planodeacaoEm julho de 2013, um mês antes do lançamento do best seller de Olavo de Carvalho, idealizado e organizado por mim, O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota, eu organizei notas e trechos da obra do autor para responder de vez a todos que, no auge da comoção nacional com as manifestações de rua, perguntavam quais eram as soluções e as “propostas positivas” para o país. Como tudo isso volta à tona em período eleitoral, atualizo aqui no meu blog na VEJA o post de um ano atrás, observando que, neste meio-tempo, eu ocupei o meu espaço na mídia. Destaque para a PARTE VI, que traz “As 8 soluções para o Brasil”, reduzidas a 3 no plano de ação ao lado.

PARTE I: PROBLEMAS DO BRASIL

[Trecho do artigo "Uma geração de predadores", de 03/06/2011, presente nas páginas 294-6 do 'Mínimo']

(…) Se me perguntarem quais são os problemas essenciais do Brasil, responderei sem a menor dificuldade:

1) A matança de brasileiros, entre quarenta e cinquenta mil por ano [número que já subiu para 56.337 em 2012, de acordo com o mais recente Mapa da Violência, de 2014];

Durante décadas, houve um longo tempo de semeadura. Agora, a colheita será farta.


Intelectuais de esquerda da França e da Inglaterra sempre tiveram uma caidinha por regimes comunistas. Na França, o destaque fica para Jean-Paul Sartre, que disse que todo anticomunista é um cão”. Na Inglaterra, um dos ícones do totalitarismo vermelho é Eric Hobsbawn, tido como um grande historiador, porém não passa de um reles ideólogo do marxismo.

Os campi da Sorbonne, localizados em Paris, foram importantes incubadoras do marxismo para militantes advindos de todos os cantos do planeta. Na segunda metade do século XX, destacaram-se expoentes do comunismo, como Sartre e sua amante Simone de Beauvoir, o cineasta Jean-Luc Godard, Pol Pot - o genocida do Khmer Vermelho, do Camboja, que trucidou 20% de sua população -, e Abimael Guzmán, líder do grupo terrorista peruano Sendero Luminoso, que matou mais de 70.000 pessoas. Escaparam da lavagem cerebral marxista, na Sorbonne, Joseph Ratzinger (Papa Bento XVI), Raymond Aron, entre poucos. Entre os pupilos brasileiros, destacam-se personalidades da “esquerda caviar”, como Celso Furtado, FHC, que eu chamo de “FHCannabis”, por sua recente militância em prol da liberação da maconha, Dom Paulo Evaristo Arns (apelidado de “cardeal vermelho”), Ibrahim Sued, Luiz Mott.


"Digo que os ‘clérigos’ modernos [os intelectuais] pregaram que o Estado deveria ser robusto e não se importar nem um pouco em ser justo..."
Julien BendaA traição dos intelectuais, p. 107

"Devemos organizar os intelectuais."
Willi Munzenberg, organizador comunista, 1919


A atual situação pode ser caracterizada da seguinte maneira: Todas as nossas instituições estão entrando em colapso e o caos social surge em todos os lugares: (1) o colapso da família, da maternidade e da paternidade; (2) o colapso da moralidade, especialmente da honestidade; (3) o colapso do governo constitucional e da segurança nacional, o fenômeno do presidente impostor, legisladores covardes, generais carreiristas, oficiais de inteligência que são agentes duplos; (4) um sistema educacional que é anti-patriótico; (5) narcisismo epidêmico, egoísmo, cultura de entretenimento e materialismo. Nisso tudo vemos o colapso do indivíduo e a instauração da loucura, conforme mostrado no reforço social acima.

Duas ou três concessõezinhas oferecidas pela candidata à economia liberal, que no fundo em nada diferem daquelas feitas pelo primeiro mandato do sr. Lula, pouco significam em comparação com o fato de que o partido de Marina pertence ao Foro de São Paulo e, como tal,
tem compromissos estratégicos internacionais.


Toda decisão covarde, quer se expresse por ação ou omissão, deixa no fundo da alma uma vergonha que, quanto menos reconhecida e confessada, mais exige rituais histéricos de compensação. Posta vergonhosamente em fuga por um golpe militar que não disparou um só tiro, a esquerda brasileira exibe até hoje os sintomas residuais do vexame enterrado, mas jamais completamente esquecido: daí sua compulsão incurável de exagerar hiperbolicamente os sofrimentos padecidos e a força ameaçadora do adversário, pintado sempre como um dragão voraz mesmo quando obviamente não passa de um cãozinho doméstico.

Exemplo típico é o historiador comunista Nelson Werneck Sodré, do qual escrevi em 2008 (v.http://www.olavodecarvalho.org/semana/080414dc.html) :

Artigo pétreo. 

Por medida profilática, a virilidade espiritual está para sempre extirpada da República de Banânia.

Eis o abecedário completo da “Nomenklatura”:

a) Todas as pessoas têm o direito inviolável de cair em depressão profunda, desde que seja por qualquer ninharia.

b) Cabe exclusivamente ao Estado definir quem pode e quem deve sentir-se ofendido — e os motivos pelos quais este excelso direito deve ser exercido.

c) Quem não se sentir triste pelos motivos codificados pelo Estado será exposto à execração pública.