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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Bilhões foram gastos nos luxos de um festival futebolístico que não estava nos planos nem nas urgências da família brasileira.


Não sei se vocês repararam na beleza que está sendo a Copa, sua organização, a qualidade da algumas equipes, a lotação dos belos estádios, o comportamento civilizado dos torcedores visitantes, cujo colorido e bulício enfeita as ruas das cidades-sede com riqueza de tons e sons. Isso é fato e fatos não se contestam. A Copa, como tal, vai bem, obrigado.

 

É verdade que a sociedade esteve dividida, nos últimos meses, em relação a esse evento. De um lado, aqueles que reprovavam o padrão elevado e oneroso imposto pelas rigorosas exigências da FIFA, a atenção dada ao conforto dos visitantes, o ínfimo padrão dos serviços prestados pelo Estado brasileiro aos cidadãos nativos, o atraso das obras, especialmente daquelas ligadas à mobilidade urbana, que restariam como benefício permanente às cidades onde se disputam os jogos. Tudo isso formou um quadro de repulsa que evoluiu até se tornar francamente majoritário na sociedade. De outro lado, situavam-se os defensores do evento, que focavam, prioritariamente, os ganhos decorrentes da promoção do país, as receitas proporcionadas pelos turistas e os investimentos em infraestrutura relacionados à sua realização.

Não é muito difícil entender que uma ideologia voltada à reconstrução de um dos impérios mais sangrentos de todos os tempos acabará, mais dia menos dia, revelando a sua própria índole cruel e homicida.

Estudantes da Universidade Estatal de Moscou estão exigindo a demissão do prof. Alexandre Duguin por ter defendido, desde o alto da sua cátedra, a matança sistemática dos ucranianos, que segundo ele não pertencem à espécie humana.

“Matem, matem, matem”, disse ele. “Não há mais o que discutir. Digo isso como professor.”

A declaração integral e exata está aos 17m50s deste vídeo:

(http://euromaidanpr.wordpress.com/2014/06/15/moscow-students-demand-to-fire-dugin-from-the-moscow-state-university-for-sparking-hatred-towards-ukrainians/).

Compreende-se então que Putin modere cada vez mais suas bravatas contra a Ucrânia e seu povo. A população de Donetsk, que poderia ser seu apoio, está se voltando fortemente contra o separatismo e não quer saber da anexação à Rússia e das milícias estrangeiras.


Entre as milícias de mercenários enviados por Putin, destacou-se o chamado Batalhão “Vostok” (“Leste”).

A unidade foi recebida em Donetsk com aplausos por algumas centenas de separatistas. Mas, na mesma ocasião, como pode ser visto em vídeo divulgado no Youtube, um de seus componentes declarou que a milícia é composta de chechenos muçulmanos, soldados profissionais que já lutaram no Afeganistão e que lá estavam para ajudar a Rússia e um “povo irmão”.

Os mercenários não perderam tempo: ocuparam a sede da administração regional e a transformaram em depósito dos frutos de suas pilhagens e saques.

Meu amigo cristão, a sua igreja faz orações “pela nação”, supostamente “para que Deus ilumine as nossas autoridades”? Deus não responde tais orações.

E isso não é opinião minha; é um fato. Faz muito tempo, décadas que oram assim nas igrejas cristãs da América Latina. E as coisas não melhoram. Não há prosperidade nem desenvolvimento; e a cada governo, a situação do povo costuma ser igual ou pior que a do governo anterior.

Essa falta de resposta de Deus carece de explicação. Sobretudo porque nós cristãos estamos dando um mau testemunho. Aquele que não é cristão tem todo o direito de perguntar: “Que aconteceu com esse seu Deus? Por que não responde? É surdo? Acaso está dormindo?”.

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Bandeira do Estado Islâmico do Iraque e Síria.

Hoje, cada cidadão americano e todas as pessoas do Ocidente precisam largar o churrasco no quintal e seus divertimentos e olhar com muita atenção, um olhar demorado e firme, para a engenharia que está sendo feita no Iraque, pois a vida tal como nós a conhecemos em breve irá mudar. Para os americanos, o Iraque está a meio mundo de distância. Para outros, ele está muito mais próximo. No entanto, em breve e para todos ele irá se tornar algo muito pessoal para todos nós.

Nestes dias de intenso cinismo político, turbo-alimentado por uma confusa “entrevista” (http://www.asemana.publ.cv/spip.php?article100562&ak=1) do sr. José Maria Neves, estafante e supinamente vazia, vale a pena retomar um tema mal esclarecido na esfera pública pátria.

A disputa esquerda vs. direita.

Proponho, todavia, aos amáveis leitores um exercício diferente, mais enriquecedor, num debate instruído que vá além dos slogans e estribilhos de circunstância. Não se vê outra alternativa.

Mas há, nisto tudo, um ponto estratégico que não pode ser ignorado: o ir e vir constante, e mesmo iluminante,entre a teoria e a prática.

Só assim se recupera a unidade primordial, o logos dos antigos. O ser das coisas. Como condição aliás da coerência e, porque não?, antídoto eficaz contra a mistificação; quefalsifica, que sacrifica, que destrói o laço eterno entre o discurso e a realidade. 

Rafael Revert está em liberdade. O indivíduo que a imprensa colombiana chama “o espanhol”, no obscuro episódio da infiltração que o Ministério Público realizou em completa ilegalidade contra a campanha do candidato Oscar Iván Zuluaga, ostenta, além disso, a qualidade de “testemunha protegida do Ministério Público” e, o que é pior, estaria a ponto de sair do país, sob a proteção do Ministério Público Geral da Nação.

Se esse personagem se for do país, o promotor Eduardo Montealegre Lynett estaria se metendo em uma tremenda confusão. Como os advogados de Oscar Ivan Zuluaga, vítima de Rafael Revert, poderão interrogar o prófugo Revert? Pois terão que fazê-lo e descobrir outras verdades, pois a atuação desse mercenário está longe de ter sido esclarecida e porque a tal infiltração que ele executou, e que o Ministério Público utilizou para que Zuluaga perdesse no primeiro turno da eleição presidencial, sem conseguir, não pode ficar desse tamanho. A justiça tem muito que dizer a respeito.

celestinoparaventiLendo a ultra-esquerdista e cada vez mais governista Piauí, revista criada e dirigida pelo herdeiro de um dos maiores bancos do país e irmão do cineasta que fez uma hagiografia de Che Guevara, lembrei de Celestino Paraventi (foto), uma figura que muitos brasileiros deveriam conhecer.

Paraventi foi um milionário de origem italiana que herdou do pai a primeira torrefação de café do estado de São Paulo. Cantor lírico, boêmio, era amigo pessoal de Luís Carlos Prestes e Olga Benário, que chegaram a ser levados por seu motorista num Lincoln do ano até a casa de campo dele, na margem da Represa Guarapiranga, para curtirem uma lua-de-mel. História mais comunista, impossível.

Pelas contas bancárias das empresas de Celestino Paraventi no exterior o governo Stálin mandava dinheiro para os comunistas brasileiros sem deixar rastros, já que a movimentação financeira era tão alta que não despertava suspeitas do governo. Paraventi bancava não só muitos comunistas brasileiros como suas famílias e até suas publicações.

Estatísticas dos Estados Unidos mostram que as vítimas armadas saem ilesas de tentativas de assalto numa proporção duas vezes maior que vítimas que se rendem completamente.


Imagine que você fosse um presidente ou primeiro-ministro de um país. Imagine também que você quisesse proteger seu poder e de seus sucessores de possíveis levantes e revoluções vindos da população. Afinal, se já aconteceu em outros lugares no passado, por que não aconteceria com você? Numa situação dessas você quer manter o uso da força letal com o Estado, através do exército e das polícias. E só há uma maneira de fazer isso: desarmar completamente a população.

Governos do mundo todo têm insistido na falácia de que é preciso desarmar as pessoas porque mais armas geram mais crimes. Sustentados por estudos superficiais e fraudulentos, e por uma miríade de apoiadores dos mais diversos tipos, eles seguem firmes no objetivo de monopolizar o uso da força e negar aos cidadãos o direito à defesa própria. Entre os que apoiam esse tipo de iniciativa estão uma maioria de pessoas sem nenhuma noção sobre o assunto, mas que acreditam nas informações disseminadas pela mídia e pelos governos, as quais acabam se tornando senso comum quando o assunto é armamento de civis; e há também os idiotas úteis que militam nos movimentos desarmamentistas, e que contribuem para dar poderes cada vez maiores e cada vez menos democráticos aos seus governantes.

No cúmulo da hipocrisia, a revista Cristianismo Hoje (CH) diz estar preocupada com o risco da disseminação de comportamentos anticristãos, mas dá destaque para um de seus maiores disseminadores, cuja boca é tão suja quanto uma latrina.

A CH se diz também preocupada com o “perigo” e “risco” de disseminação de heresias, mas tem evitado denunciar como heresia o avanço de posturas evangélicas progressistas favoráveis ao “casamento” gay.


A revista Cristianismo Hoje, que nunca conseguiu cumprir um papel minimamente decente de alerta quanto aos perigos da agenda gay, agora entra em cena enxergando perigo em outro lugar.

Em longa matéria de capa (edição de junho e julho de 2014) intitulada “O perigo está na rede: cresce maciçamente o uso de redes sociais pelos crentes, mas o risco de disseminação de heresias e comportamentos anticristãos preocupa,” a revista se diz preocupada com “heresias,” agora que a mídia evangélica é mais livre e desmonopolizada. Para tratar desse assunto, a Cristianismo Hoje (CH) entrevistou Danilo Fernandes, que tem se notabilizado por um sensacionalismo gospel geralmente de caráter esquerdista e antineopentecostal.

Pensar, até um burro pensa. O que distingue a espécie humana é sua capacidade de confrontar o pensado com o conjunto dos conhecimentos disponíveis e regular o curso do pensamento pela escala de credibilidade que vai do possível ao verossímil, ao provável ou razoável e, em certos casos, à certeza.

Aristóteles já ensinava isso.

Infelizmente, no Brasil, raros opinadores têm o senso dessas distinções. A maioria imagina que para pensar com proveito basta um pouco de lógica formal e algum domínio dos chavões mais caros ao coraçãozinho da platéia.

Em debate recente, o prof. Ígor Fúser, uma estrela do cast universitário esquerdista, assegurou que “não se pode julgar a maldade um regime pelo número das suas vítimas”. Dez minutos depois, desmentia-se fragorosamente ao alegar que a ditadura brasileira “perseguiu milhares de pessoas” e que o número de cristãos assassinados no mundo está muito abaixo dos cem mil por ano – subentendendo, portanto, que a ditadura foi um horror e que os matadores de cristãos nos países islâmicos e comunistas não são tão maus quanto se diz.

Os indivíduos que possuem em maior quantidade aspectos da Classe I são as “raposas” da Maquiavel. Eles vivem de maquinações; colocam toda a confiança na fraude, na enganação e na própria astúcia. Eles não têm apego à família, à igreja, à nação e às tradições (embora eles possam vir a explorar esse apego que os demais possuem). Eles vivem no presente, pouco pensam do futuro e estão sempre prontos para mudanças, novidades e aventuras. Em assuntos econômicos, eles tendem à especulação, à promoção e à inovação. Por via de regra, eles não são adeptos ao uso da força. São inventivos e oportunistas.
James Burnham, The Machiavellians (p. 237-8)


Nas três partes vimos como o Império das Mentiras avança em todos os fronts, seja aqui ou no estrangeiro. O grande Estado socialista é evidentemente o cerne da Grande Mentira moderna, pois a morte de Deus e o poder político desenfreado formam a base dessa nova religião monstruosa que se disfarça de “ciência”. Essa nova religião cresce por todos os lados. Seus asseclas dominam os meios de comunicação, a educação, o governo e as artes. Essa religião taxa como mau todo aquele que se afasta da consciência social, todo aquele que avança a “sombria ciência” do princípio econômico e todo aquele que adere a Deus e à pátria.

É em virtude da pluralidade inerente à composição social que a democracia, institucionalizada como regime, só pode ser representativa.


Vários jornalistas e opinadores da mídia descobriram, após exaustivas investigações, que as vaias e os insultos dirigidos à presidente durante o jogo de estreia do Brasil na Copa provieram de uma elite com "caixa" suficiente para adquirir os custosos ingressos que davam acesso às cadeiras do Itaquerão. Ali não estava o "povo". E, menos ainda, o povão. É claro que se Dilma tivesse sido aplaudida (como era aplaudido o presidente Médici quando entrava no Maracanã), jamais recusariam à efluente plateia o direito de ser identificada como imagem viva do "povo".

A contradição nos coloca diante de mais um problema gerado pelo petismo. Para entender o que acontece é preciso saber como funcionam essas coisas na cabeça dos que foram doutrinados pelo Partido dos Trabalhadores. Eles são o povo quando vaiam e jamais são vaiados pelo povo porque isso significaria vaiar a si mesmos. E é assim que pensam, por mais que a presidente Dilma, nos últimos meses, recolha apupos onde quer que vá.


Notalatina informa sobre o segundo turno das eleições colombianas, e as notícias até o momento infelizmente não são boas. Às 16:00 h. (18:00 de Brasil) encerraram-se as votações e imediatamente começou a apuração, e em seu 7º boletim vai dando vitória a Santos.

Durante o dia houve denúncias do Centro Democrático, sobre compra de votos por parte do vereador Sergio Romero, de San Andrés de Sotavento a favor de Juan Manuel Santos. O vereador foi capturado e encontra-se detido na delegacia de Polícia. O Centro Democrático, partido de Uribe e Zuluaga, denuncia que houve participação de funcionários públicos na política e possível compra de votos.
Por outro lado, a Procuradoria informou que recebeu 96 denúncias de possíveis delitos eleitorais. O Ministério Público recebeu informação sobre uma possível “alteração da ordem pública em cinco municípios do estado do Chocó”, onde teriam impedido o desenvolvimento normal da jornada eleitoral e que isto teria sido ocasionado por membros do ELN. “Em todo o país há total normalidade com exceção de cinco municípios do Chocó, onde a jornada não pôde se iniciar a tempo, por destruição de material eleitoral e por outros fatores de alteração da ordem pública, onde a medida que foi avançando as horas se foi restabelecendo a jornada eleitoral nesses cinco municípios”, disse o funcionário.

dspl

Numa tentativa desesperada de tentar amenizar as vaias e o VTNC dirigido em massa à Dilma Rousseff pelos brasileiros presentes no jogo de abertura da Copa, o Lula deu ordem para que blogueiros pagos pelo governo saíssem em defesa da Dilma. A solução encontrada foi criar um FACTÓIDE. Qual foi o factóide criado apressadamente e espalhado por petistas militantes e por inocentes úteis? A alegação que "as vaias contra 'a presidenta' iniciaram na área VIP do Itaquerão, de pessoas que pagaram até R$ 990 pelo ingresso". Em “lulês” claro: quem vaiou foram as “zélite” (sempre elas). (1)