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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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 Muitos dos mais proeminentes ativistas LGBT no mundo têm endossado descaradamente, ou dado sua aprovação implícita ao que a esquerda eufemisticamente chama de “intimidade intergeracional” (leia-se: estupro de crianças).


Alegações chocantes feitas por Michael Egan, que quando era menino atuou no filme “X-Men,” contra Bryan Singer, diretor e produtor descaradamente gay desse filme, estão chocando Hollywood. Mas a reação tem sido silêncio relativo. Digo “silêncio relativo” porque, a menos que ele seja um padre católico, o falso discurso da esquerda relativista é que um homem gay é sempre a vítima e nunca o vitimador.

Apesar disso, esse episódio recente mais uma vez colocou sob os holofotes a ligação há muito tempo já provada entre o estilo de vida homossexual (inclusive o movimento homossexual) e a pedofilia — uma ligação que, apesar das negações dos progressistas ao contrário, está escondida diante dos olhos de todos.

O artigo do Times expôs, de forma espantosa, a corrupção de instituições esquerdistas como o Brookings Institution, o Center for American Progress e o National Democratic Institute.
A revelação não encontrou nenhum centavo doado a instituições conservadoras como o American Enterprise Institute, a Heritage Foundation e o Hudson Institute.
 


Em uma revelação de 4.000 palavras, de deixar cair o queixo, "Potências Estrangeiras Compram Influência de Grupos de Estudo" publicada no New York Times em 7 de setembro, Eric Lipton, Brooke Williams e Nicholas Confessore analisam o desconhecido problema de governos estrangeiros financiarem Grupos de Estudo.

O trio descobriu que embora a extensão, em sua totalidade, seja "difícil de ser levantada … desde 2011, pelo menos 64 governos estrangeiros, entidades controladas pelo estado ou por autoridades governamentais, têm contribuído com um grupo dos 28 maiores institutos de pesquisa baseados nos Estados Unidos". Usando as informações disponíveis, incompletas, eles estimam "uma contribuição ou um compromisso de no mínimo US$92 milhões vindos de governos estrangeiros interessados, nos últimos quatro anos. Com toda a certeza o total é bem mais do que isso".

Os países europeus e asiáticos que se libertaram do comunismo em fins do século passado e adotaram a economia de mercado encontram-se, hoje, em diferentes mas ascendentes níveis de evolução econômica e social.


Embora pilote minha churrasqueira com razoável competência, não sou perito em cortes de carnes. Li outro dia que o corte de costela é o mais consumido no Rio Grande do Sul. Pessoalmente, porém, não sou bem sucedido nas ocasiões em que tento assá-las. Repete-se algo que muitas vezes ouvi anfitriões comentarem em churrascadas alheias: "Esta costela não é bem aquela". Entende-se por "aquela", nessa frase, a costela ideal, com bastante carne, pouca gordura, osso delgado, macia e saborosa.

Nada está resolvido, exceto uma primeira lição aos arrogantes, aos que se julgam tutores da sociedade, pretendendo conduzi-la sob cabresto, como boiada, para as mangueiras de sua hegemonia e do totalitarismo que a acompanha.

Nada está resolvido, exceto que foi uma ilusão petista a ideia de que poderiam fazer no país o que bem entendessem. A sociedade, de modo bem consistente, deu muito mais votos à oposição do que ao governo, refletindo o que já se respirava nas ruas, oxigenando a consciência política nacional.

Ficou muito claro na voz das urnas que o governo petista, sob o ponto de vista eleitoral, só tem, como dividendos a receber, os lucros do coronelismo de Estado. O assistencialismo, elevado pelo PT à categoria das maiores realizações humanas, mantém a submissão dos carentes no ponto de calda para adoçar a vida do partido nas disputas eleitorais. E nada para elevar essa multidão a um patamar de dignidade superior.

De acordo com o portal GospelPrime, “Em 2010, o nome de Marina Silva foi citado em profecias, especialmente da apóstola Valnice Milhomens. No ano seguinte, o pastor Bob Hazlett do Ministério Touch of Fire, pregava na Conferência Dunamis 2011 e trouxe uma revelação. Como não era ano eleitoral, ela foi pouco comentada até ser lembrada nos últimos meses. O pastor americano… anunciou que Deus mudaria o controle da nação, levantando uma mulher ‘segundo o coração de Deus’ que se ajoelha diante de Deus. Sua eleição iria abalar a nação brasileira e levá-la para uma época de prosperidade.”

Conforme detalhou meu artigo “Inflamados por uma profecia americana, evangélicos brasileiros querem uma mulher na presidência do Brasil,” Hazlett, na mesma época, fez duas profecias:

1. Vitória da seleção brasileira na Copa do Mundo, com um reavivamento mundial como resultado dessa vitória.

2. Vitória de uma mulher de Deus na presidência do Brasil. Essa vitória foi amplamente interpretada como se referindo a Marina.

Um dos aspectos mais tristes da vida brasileira, para este comentarista, é a escassez ou completa ausência de atividade espiritual naquilo que se escreve e se publica, seja em livros, na mídia ou mesmo em blogs. Por atividade espiritual entendo a meditação solitária em que a consciência toma posse de si mesma como autocriação e liberdade que luta para realizar-se no mundo espaçotemporal e aí encontra, ao mesmo tempo, seus obstáculos e seus instrumentos. É só apreendendo assim a medida e a proporção entre aquilo que podemos ser e aquilo em que vamos nos tornando, que chegamos a nos conhecer como natureza inseparavelmente criada e criadora, no sentido de Scot Erígena, indescritível portanto como figura e imagem e só apreensível como força e conflito até o momento em que a morte, como nos ensina o soneto de Mallarmé, nos fixa para sempre no formato imutável de um destino realizado e esgotado.

Só quem se dedica incessantemente a essa atividade pode pronunciar a palavra “eu” com algum conhecimento de causa, ou até com algum direito legítimo. Os demais, quando a dizem, nada mais designam do que a figura totalmente fictícia que desejariam, para fins de vantagem prática ou alívio de complexos, projetar na tela da mente alheia ou na da sua própria.

A igreja precisa se opor ao marxismo seja qual for o nome adotado por ele: socialismo, comunismo, progressismo. Precisa rejeitá-lo em qualquer área que ele queira se infiltrar: política, filosofia, história, sociologia, teologia, etc. Precisa falar contra, escrever contra, votar contra.


Um verdadeiro cristão deve ser completamente antimarxista. Por quê? Pelo simples fato do marxismo ser anticristão.

E o marxismo não é anticristão em sua história. É anticristão em sua essência. Não é anticristão por ter matado milhões de cristãos. Antes matou milhões de cristãos por ser anticristão. Esse é um fato. Qualquer tentativa de negá-lo não passará de no mínimo auto engano e no máximo pura fraude.

Nenhuma surpresa com as revelações de Paulo Roberto Costa e de Alberto Youssef. Trata-se apenas de mais do mesmo, aqui como em toda parte. O único antídoto é a receita liberal, de reduzir o Estado a suas funções ditas clássicas.


O país acompanha estarrecido as revelações de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef sobre as estripulias da corrupção de larga escala. Todos já sabem e mesmo sentiram na pele a perene corrupção de pequena escala, aquela do fiscal da prefeitura ou do Trabalho. Se a corrupção é intrínseca ao homem, ela o é mais ainda ao Estado, que defino como o mal potenciado e comprimido, capaz de realizar grande devastação.

A tristeza não é uma enfermidade. Sentir dor pela morte de alguém querido não é patológico. E tremer quando se fala em público pela primeira vez, tampouco. A vida não pode ser tratada com comprimidos e, entretanto, cada vez mais recorremos a eles para combater o que não é outra coisa que o simples mal-estar de viver. Em vez de assumir pela manhã as nuvens negras com um “bom-dia tristeza”, corremos ao médico para que nos receite anti-depressivos. E em vez de encararmos o chefe tóxico que nos oprime, corremos ao psiquiatra em busca de ansiolíticos.

Em 10 anos produziu-se na Espanha um aumento não justificado do consumo de medicamentos psiquiátricos. Não há na Espanha, país alegre e ensolarado onde haja, por muito que a crise aperte, tanta depressão como indicam as vendas de Prozac e outros anti-depressivos. Nem se justifica que nas estatísticas da OCDE, a Espanha figure em segundo lugar em consumo de tranqüilizantes.

Uma conversa sobre a urgente tarefa de formar uma militância e de abrir espaços na grande mídia e na Academia para os defensores do ideário conservador, que agora começa a ter candidatos nas eleições.
Olavo de Carvalho: “Financeiramente, está tudo contra nós. Intelectualmente, é a nossa grande chance.”


 

stephanComo se não bastasse sua história no PT, o endosso à “teologia” comunista “da libertação”, seu envolvimento com os globalistas do Diálogo Interamericano e o recente ingresso em outro partido aliado ao Foro de São Paulo, o PSB, Marina ainda tem mais uma amizade suspeita: a do bilionário suíço Stephan Schmidheiny.


A súbita entrada de Marina Silva (PSB) na corrida presidencial causou, inicialmente, grande reviravolta nas pesquisas eleitorais. O candidato original do PSB, Eduardo Campos, estava em terceiro lugar nas pesquisas. A morte de Campos em um desastre aéreo, no dia 13 de agosto deste ano, levou Marina Silva a assumir a candidatura à Presidência da República, e o PSB ao segundo lugar nas pesquisas. Marina Silva representa, na visão de uma parcela de eleitores decepcionados com o governo do PT, e na sua própria visão, uma “nova política”. O que poucos sabem é que a “renovação” pode significar, na verdade, mais do mesmo. Ou mais do pior.

Sabe-se que Marina Silva construiu sua vida pública em torno da luta ambiental, da história triste de vida, e do sindicalismo. Ela diz defender conceitos bonitos, como “sustentabilidade” (nome dado a seu partido, aquele que, por não conseguir as assinaturas para o registro, não garantiu sua candidatura à Presidência) ou “baixo impacto ambiental”. Sua história triste, em estilo Oliver Twist, aliada à militância exercida ao lado de nomes como Chico Mendes, tornaram-na famosa, e Marina Silva frequentemente tem sido vedete em encontros da Avina, uma fundação constituída por multinacionais como Monsanto e BASF, entre outras, para o “desenvolvimento sustentável”.

A profecia de Hazlett disse: “Estou removendo o espírito de Mordecai que tenta controlar as mulheres nesta nação e vou levantar uma mulher segundo Meu coração e vou abalar esta nação.”
A missão mais importante de Ester foi proteger seu povo e os interesses deles. Nessa missão, ela estava sob a influência de Mordecai. A influência dele era positiva ou negativa? Positiva.


Os eventos mais importantes para o Brasil em 2014 são a Copa do Mundo — em que a seleção brasileira sofreu sua pior e mais vergonhosa derrota em tal evento de futebol — e a eleição presidencial.

De um ponto-de-vista racional, a eleição trará outra derrota vergonhosa, pois os principais concorrentes — a candidata à reeleição Dilma Rousseff e Marina Silva e Aécio Neves — são socialistas. Nesta semana, esses três grandes candidatos, juntamente com ativistas homossexuais e o Ministério Público, condenaram e atacaram Levy Fidelix, um candidato católico com mínima chance de ganhar a eleição. Fidelix foi acusado de “homofobia” depois de defender que relações homossexuais são sujas e que uma dupla homossexual jamais é uma família.

Algumas argumentações esquerdistas são tão vergonhosas que parecem fruto de neurose ou algum outro desvio mental, pois não podem ter sido de forma alguma elaboradas por pessoas em sã consciência.

É o caso desta rotina, onde eles como de costume fingem defender os pobres (embora nós já saibamos que é só encenação). Em seguida, eles dizem que nós, da direita, odiamos qualquer forma de melhoria dos pobres (como aquelas que vieram após o Plano Real). Daí eles concluem dizendo que nós estamos com raiva da esquerda por que “os pobres agora podem viajar de avião”.

Repare este comentário de um petralha, que, obviamente, foi bloqueado:

No meio científico americano, e excluídas as opiniões dos apologistas professos desta ou daquela religião, o debate sobre a questão religiosa  divide-se, grosso modo, entre os que juram, como Daniel Dennet e Sam Harris, ser a religião uma etapa superada na evolução biológica da espécie humana e os que afirmam que a crença religiosa, ou ao menos uma vaga aspiração metafísica, é uma necessidade permanente, imutável e indestrutível dos seres humanos. Estes últimos chegam a acreditar que não existem ateus de verdade, que o ateísmo é só da boca para fora (http://www.science20.com/writer_on_the_edge/blog/scientists_discover_that_atheists_might_not_exist_and_thats_not_a_joke-139982).

Os argumentos a favor de cada uma dessas correntes são eruditíssimos e ambas fazem questão de apoiar-se nas mais atualizadas pesquisas científicas. É uma pena que tanto esforço intelectual se desperdice numa discussão que parece ser calculada para não levar a parte alguma.

Na última sexta-feira aconteceu um grande tiroteio a poucos metros da minha casa. Preocupou-me a possibilidade de ser atingido por uma bala perdida. Minha viúva ficaria absolutamente desamparada, porque não conto com representação alguma na sociedade civil. Não gozo de privilégios, pois minha minoria, a dos homens-brancos-católicos-heterossexuais-estudiosos-trabalhadores é a mais desorganizada e desmobilizada de que se tem notícia; por conseguinte, é a mais menosprezada e avacalhada. Mas eu bem mereço (ao menos é o que depreendo das manifestações das organizações representantes das supostas minorias e que se pretendem opostas à minha minoria). Vejamos.

1 - Trato minha noiva como uma princesa, minha mãe como uma rainha e as demais mulheres como os seres especiais que são. Contudo, nasci homem e, portanto, sou naturalmente um opressor, digno de pouco mais do que a morte.

2 - Sou totalmente contra o conceito de divisão de raças. Entendo que há apenas uma raça, a humana. Todavia, com minha branquidão medonha, já saí do ventre materno oprimindo, escravizando à distância (no tempo e no espaço) e com uma enorme dívida histórica.