Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Pedro Corzo destaca os riscos a que estão submetidos os jornalistas independentes na América Latina por conta da dominação política das quadrilhas socialistas aliançadas no Foro de São Paulo.


O jornalismo é uma profissão livre e universal, ao extremo de que uma pessoa que seja capaz de expressar uma idéia com relativa coerência, escrita ou oral, em alguma medida está se desempenhando como jornalista, porque como diz o escritor Gómez Barrueco, o jornalismo é uma das poucas profissões livres que existem no mundo, o que motiva que seja aborrecida por aqueles que não querem que se digam as verdades sobre suas atuações.

Na Colômbia funciona uma organização que se chama Periodismo sin Fronteras dirigida por Ricardo Puentes Melo, um qualificativo que deveria reger o exercício do jornalismo, porque entre os comunicadores não deveriam existir fronteiras ideológicas ou físicas no que diz respeito à defesa da integridade do mensageiro e da mensagem.

Reflexões de um jovem calvinista conservador.


Calvinismo e Conservadorismo. Julgava que ambas as ideias andavam intimamente juntas. Eu já era reformado. E também conservador, o que me tornava completamente fora de moda. Desde a adolescência, eu já sabia que socialismo era tão criminoso quanto o nazismo. Sabia que Che Guevara era um falso messias. Que bandidos não são mocinhos.

Mas viver num Brasil cultural e politicamente socialista é um tapa na cara o tempo todo. Não é à toa que um conservador como eu se sinta como um peixe fora d´água. Eu prefiro dizer que sou um peixe de água doce que acabou, por algum estranho senso de humor do destino (ou da predestinação), nascendo em águas salgadas e amargas, pois, no Brasil, bandidos são transformados em mocinhos, quando não canonizados em governantes. No Brasil, Che Guevara é o Jesus Cristo da juventude universitária e Marx seu Deus-pai.

A CNBB parece não se importar com as demasias praticadas sob o guarda-chuva de seu nome e logomarca, nem com sua instrumentalização para fins políticos e partidários.



Sei que o texto transcrito a seguir parece escrito com o cotovelo, mas era preciso ser fiel ao trabalho de seus redatores. Trata-se de um trecho do documento Análise de Conjuntura, referente a março de 2014, preparado pela assessoria da CNBB para a 83ª reunião do Conselho Permanente da entidade, ocorrida entre os dias 11 e 13 deste mês em Brasília.


"Em análises anteriores da conjuntura econômica foi assinalado o discurso alarmista da imprensa e o alarmismo de analistas econômicos, não sem contradições na análise da realidade. Está bem presente um viés ideológico que perpassa todas as análises evidenciando um conluio entre a imprensa e os donos do dinheiro no país. O tom das análises reflete rancor, raiva e oposição ao governo atual, com parcialidade tal que perde o sentido de objetividade. A chave de leitura é uma oposição visceral do mundo financeiro e empresarial ao governo da presidente Dilma, ampliada com o horizonte das eleições em outubro deste ano".

1964 – Fica claro às Forças Armadas (FFAA) que membros do Movimento Revolucionário que atuavam no Brasil desde 1961 pretendem implantar no país um regime comunista. As FFAA deixam os pracinhas e a Guerra do Paraguai para trás e tomam o poder.

1966 – Ocorre o primeiro grande ato violento dos revolucionários: o atentado no Aeroporto de Guararapes. A inteligência do Exército Brasileiro, depois de ser informada pela CIA, descobre que bombas matam e ferem gravemente a muitas pessoas.


1967-68 – Membros da luta armada, por ordem do General Golbery do Couto e Silva, são presos na Ilha Grande (RJ), com os primeiros traficantes de maconha do país. A luta armada sofre repressão efetiva e seus militantes optam pela luta cultural e pela “tomada do poder por dentro”. Fica mais fácil fazer revolução tomando chope e escutando bossa nova do que levando tiro de fuzil.

Mais-valia na “missão integral” e a manhas de Ariovaldo Ramos

O grande erro nesse debate é pensar que a discordância com a TMI se reduz meramente ao campo da visão político/ideológica. Negativo! O que está em jogo é a hermenêutica bíblica sadia.


É bom quando o culpado confessa o delito. Facilita o trabalho e reitera o valor e a veracidade de informações que divulguei, sob grossa nuvem de críticas baseadas na ignorância ou na mentira grosseira. Mais uma vez ele, Ariovaldo Ramos, ao vivo e a cores, fez o de sempre: inseriu teses seculares falsas na fé cristã. Admitindo que a “teologia” da “missão integral” (TMI) não faz uso do referencial teórico marxista, “apenas” (jamais esquecerei este “apenas”) da tese da mais-valia e da crítica ao capitalismo. Deu na Ultimato meses atrás.

Nesta quinta-feira (20), Ariovaldo Ramos publicou o mesmo texto em seu blog, justamente sem o trecho onde afirma isso e então enviou o link para o seu amigão de longa data Renato Vargens, que havia, antes tarde do que nunca, falado algo contra a TMI. Entendeu com quem estamos lidando? É assim que o “Ari” trata de questões espirituais e intelectuais com quem considera seu amigo.

Depois de uma reação contrária dos evangélicos, a Visão Mundial, um ministério internacional sem fins lucrativos, revogou sua decisão de permitir a contratação de indivíduos envolvidos em “casamentos” homossexuais.

A diretoria da organização disse numa carta aos apoiadores na quarta-feira que havia cometido um “erro” ao mudar a política.

“Estamos de coração partido com o sofrimento e confusão que causamos em muitos de nossos amigos, que dizem que viram essa decisão como uma revogação de nosso forte compromisso para com a autoridade da Bíblia,” a diretoria disse numa carta.

O Supremo Tribunal da Austrália derrubou uma lei aprovada pelo governo trabalhista (socialista) que permitia “casamentos” sodomíticos entre pessoas do mesmo sexo no país.

A advocacia do governo federal argumentou que a existência de diferentes leis sobre casamento nos vários Estados e territórios australianos criaria confusão.

O Supremo decidiu por unanimidade que a lei não está de acordo com a legislação federal sobre matrimônio, que define o casamento como a união entre um homem e uma mulher.

A Visão Mundial, proeminente organização de assistência aos pobres, disse na segunda-feira que vai contratar cristãos envolvidos em “casamento” homossexual, uma dramática mudança de política numa das questões morais mais divisivas que estão defrontando as igrejas evangélicas dos EUA.

Richard Stearns, presidente da Visão Mundial nos EUA, disse que sua organização está mudando suas políticas de emprego com relação a indivíduos num estilo de vida homossexual.

Poderá ter sido mais do que uma coincidência? Cerca de 48 horas depois de Chuck Hagel ter anunciado uma redução do número de efectivos das forças armadas dos EUA, a Rússia avançou para a Crimeia. Como se quisesse dizer: “eles vão ser menos, logo nós não temos medo”…

Porém, nem russos, chineses ou outros declarados (ou não) rivais dos EUA precisam de se preocupar (muito) com um potencial confronto com o Pentágono… porque os próprios (ir)responsáveis governamentais estão a tratar, internamente, de minar a operacionalidade e a moral militares. A “transformação fundamental” prometida por Barack Obama passa também pela defesa. E as mudanças mais significativas já introduzidas não são tanto (ainda) ao nível quantitativo mas sim ao nível qualitativo. O Partido Democrata está a enfraquecer – deliberadamente? – a melhor, mais sofisticada, mais poderosa estrutura mundial, tornando-a num espaço onde impera o “politicamente correto”. Onde agora predomina a apologia da causa LGBT e a afronta ao cristianismo. Onde se contemporiza com muçulmanos e se apontam compatriotas de direita como inimigos. 

Dias atrás eu publiquei o texto Doutrinadores marxistas como a escória da espécie humana, no qual mostrei dois vídeos relacionados a doutrinadores marxistas.

Um desses vídeos trazia o deputado Kennedy Nunes (PSD) apresentando um vídeo onde a professora Ana Campagnolo denuncia a doutrinação marxista em salas de aula. Kennedy exibiu o vídeo na Câmara dos Deputados de Santa Catarina. Em seguida, na mesma sessão da Câmara, vemos uma professora que também é deputada estadual, Luciana Carminatti (PT), usar um sem número de rotinas para tentar neutralizar as denúncias de Ana.

Eu já havia comentado as rotinas falaciosas de Luciana (foto) no post citado no início deste texto, mas devo reconhecer: Ana Campagnolo foi muito mais abrangente e assertiva.

Enquanto a ação dos serviços secretos americanos nas altas esferas da vida nacional primava pela rarefação ou pela completa ausência, a KGB-STB estava infiltrada e atuante em todos os escalões do poder, incluindo ministérios, empresas estatais e Forças Armadas.


Quem leu o meu artigo “A história proibida”, publicado no último número do Digesto Econômico (http://www.midiasemmascara.org/artigos/cultura/15061-2014-03-24-19-05-45.html), não deve perder o vídeo “O Brasil nos arquivos de espionagem do bloco soviético” (http://www.youtube.com/watch?v=Dbt1rIg8FbI), que o confirma integralmente com documentos de fonte primária revelados pela primeira vez no mundo.

Os papéis,  obtidos diretamente dos arquivos da polícia secreta da antiga Tchecoslováquia, estavam, desde o fim do regime comunista, guardados no acervo do Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários, na República Tcheca, onde, com a ajuda de pesquisadores locais, foram encontrados por Mauro Abranches, um tradutor brasileiro que mora na Polônia.

Bittman afirmou que a KGB tinha na sua folha de pagamentos, em 1964, quase uma centena de jornalistas brasileiros. Alguém se interessou em investigar quem eram eles?


Carl Schmitt definia a política como aquele campo da atividade humana no qual, não sendo possível nenhuma arbitragem racional dos conflitos, só resta juntar os amigos e partir para o pau com os inimigos. Invertendo a célebre fórmula de Clausewitz, a política tornava-se assim uma continuação da guerra por outros meios. Nessa perspectiva, o que quer que se dissesse a respeito deveria ser julgado não por sua veracidade ou falsidade, mas pela dose de reforço que desse aos “amigos” e pelo mal que infligisse aos “inimigos”.

A quase totalidade da bibliografia nacional sobre o golpe de Estado de 1964 segue rigorosamente essa receita. A hipótese de discutir racionalmente os argumentos dos golpistas é afastada in limine como “extremismo de direita” ou como adesão retroativa ao movimento que, com forte apoio popular, derrubou João Goulart e inaugurou a era dos presidentes militares. A única função que resta para o historiador é, portanto, reforçar o elemento macabro na lista dos crimes de um dos lados e enaltecer os do outro lado como boas ações incompreendidas.

“Na ‘República Autônoma da Criméia’, foram documentados casos de perseguição a clérigos de várias denominações. Está havendo uma violação dos direitos sem precedentes em matéria de liberdade de consciência e de religião”, avisa órgão do governo da Ucrânia.

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O Pe. Mykola Kvych, capelão naval em Sebastopol, preso por militares russos.


Assim que o presidente russo Vladimir Putin iniciou a manobra de anexação ilegal da Criméia, a Igreja Greco-Católica, fiel à Santa Sé, começou a sofrer uma “perseguição total” na península, segundo as autoridades religiosas.

“A vida da Igreja Católica de rito greco-católico está paralisada”, disse o Pe. Volodymyr Zhdan, chanceler da eparquia (equivalente a uma diocese) de Stryi, na Ucrânia ocidental, falando para a agência CNA.

Convivemos com uma corrupção consentida por parcela imensa da população, cujo incondicional apoio é comprado com a versão popular do mensalão.

 

Durante muitos anos, de boas lembranças para si, o PT dançou livre, leve e solto nas verdejantes planícies da oposição. Tornou-se comum, nos debates de então, que seus representantes emergissem sobranceiros de qualquer comparação porque o petismo era um ideal não experimentado, enquanto seus adversários haviam ralado as unhas nas escarpas e sujado os pés no exercício do poder. É sempre desigual o confronto em que o ideal de um lado é apresentado em oposição à prática do outro lado. Obviamente, o melhor discernimento é proporcionado quando se compara ideal com ideal e prática com prática. Durante longos anos, no entanto, o PT era apenas ideal em estado puro, com um apaixonado e combativo séquito de seguidores.

Há algumas semanas atrás um ministro de Nicolás Maduro expressou preocupação com os programas de distribuição de renda venezuelanos, que correm, segundo afirmou, o risco de gerar uma “nova classe média”, com todos os seus malditos hábitos de prodigalidade e “consumo conspícuo”. A preocupação do burocrata é compartilhada pelo tirano que o emprega - pressionado pelo descontentamento popular, em virtude da escassez de mercadorias -, o que o levou a recorrer ao corriqueiro expediente socialista do racionamento. Por motivos bem diferentes, razões que vão além do discurso demagógico bolivariano e se estendem ao continente e ao Brasil, levam-nos a crer que políticas dessa natureza jamais serão descontinuadas e representam grave ameaça à estabilidade fiscal e à contenção da pressão inflacionária, sobretudo quando alimentadas pela irresponsável ampliação do crédito e gasto públicos. Mas há outra questão, de cunho estrutural, que deve ser foco de nossas atenções: as limitações impostas pelo consumo ao funcionamento dos regimes de orientação socialista e seu papel nas teorias de “desenvolvimento” terceiro-mundistas, notadamente da Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL).