Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Gilberto Carvalho, que havia prometido disputa ideológica com televangelistas neopentecostais para expandir metas socialistas no Brasil, se reúne com líderes de igrejas protestantes históricas.


Em 2012 durante sua participação no Fórum Social de Porto Alegre, o secretário-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, falou em uma disputa ideológica com os televangelistas neopentecostais pela classe C da população brasileira.

Na época sua fala foi duramente criticada pelo senador Magno Malta e durante encontro com a bancada evangélica o ministro alegou que suas palavras foram “mal interpretadas.” Apesar de culpar a imprensa, Gilberto Carvalho negou-se a assinar um documento para confirmar que ele não atacou os televangelistas e sua influência no público da classe C.

Em uma coluna no site Breitbart.com em que insistia que Ronald Reagan não era tão firme quanto se acreditava nos assuntos militares e de política internacional, o senador Rand Paul (republicano do Kentucky) menciona de passagem: “Conheci Ronald Reagan na adolescência quando meu pai era seu encarregado em 1976”.

A coluna escrita por Rand Paul alertou as pessoas para que elas “parem de fantasiar a política externa de Reagan”, mesmo quando falava das conexões de seu pai com Reagan.

Já seu pai, Ron Paul, dificilmente pode se dizer que hoje ele é um apoiador de uma visão ‘reaganista’. Com efeito, hoje ele afirma que a Crimeia tem o direito de sair da Ucrânia e se juntar à Rússia, além de considerar “criminosas” as sanções americanas aos russos.

Bolsa-Família, Bolsa-Leite, Bolsa-Casa, Bolsa-Geladeira, Bolsa-Presidiário, Bolsa-Eletrodomésticos, e por aí vai: somos o país dos Mendigos Tupiniquins.


O ser humano é extremamente frágil ao nascer. Chegamos ao mundo nus, analfabetos, desprovidos de linguagem articulada, quase sem mobilidade e totalmente dependentes dos adultos à nossa volta. A única coisa que sabemos fazer é chorar, na esperança de conseguir uma mamada a mais para saciar nossa fome. Ou seja, sabemos como pedir comida, e dormimos durante a maior parte do tempo, aquela em que não estamos pedindo ou mamando. É uma situação provisória (ou deveria ser); afinal, nascemos, crescemos, nos reproduzimos e morremos, como qualquer outro ser vivo.

Um adulto tem o físico muito mais desenvolvido do que o de um bebê. De pequenos seres imóveis enrolados em mantas da galinha pintadinha passamos a seres enormes que andam, correm, pulam, dançam etc. Até mesmo os portadores de deficiências físicas têm muito mais mobilidade que um bebê recém-nascido.

Quando se menciona o papel de um mediador, entre indivíduos, instituições, empresas, grupos políticos ou países em posições antagônicas, vem-nos à mente uma figura isenta e sem compromissos com as partes, que possa debelar injustiças, abrandar posturas hirtas, harmonizar interesses opostos, alcançar acordos.

A segurança pública, a segurança da comunidade, é primeiríssimo fator de agregação social e primeiríssimo papel do Estado.



Sei que choverei no molhado. Mas penso que em matéria de segurança pública precisamos de muita chuva no molhado. Só uma verdadeira avalanche, causada por sucessivas e repetidas manifestações, poderá frear a expansão da criminalidade a cujo crescente poder, leis e demandas estamos todos sujeitos. É exasperador ler que o provável assassino de um empresário está condenado a penas que se concluem em 2039, mas já flanava no semiaberto, liberado para trabalhar durante o dia. É intolerável saber que esse não foi um episódio ocasional, mas evento rotineiro, parte da agenda cotidiana de ocupações e reclamações, para magistrados, promotores e delegados. É profundamente frustrante, aos pagadores de impostos, saber que autoridades remuneradas com o fruto do nosso trabalho se declaram obrigadas a soltar indivíduos sabidamente perigosos "porque a lei assim determina". E mesmo essa justa frustração fica diminuta perante o sentimento que nos domina quando lemos que há, entre os magistrados, quem faça isso de bom grado, por motivos ideológicos.

Por motivos estratégicos, por enquanto os ideólogos de gênero não falam em defender o incesto e a pedofilia, que Shulamith Firestone defendeu com tanta crueza. Concentram-se em exaltar o homossexualismo.


A ideologia de “gênero” prega, em matéria sexual, a “liberdade” e a “igualdade”. A “liberdade”, porém, é entendida como o direito de praticar os atos mais abomináveis. E a “igualdade” é vista como a massificação do ser humano, de modo a nivelar todas as diferenças naturais que existem entre o homem e a mulher.

A origem da ideologia de gênero é marxista. Para Marx, o motor da história é a luta de classes. E a primeira luta ocorre no seio da família. Em seu livro A origem da família, da propriedade privada e do Estado (1884), Engels escreveu:

A internet, hoje, é o reino da Militância em Ambientes Virtuais (MAV). Pessoas muito bem pagas apenas para transformar qualquer coisa em propaganda partidária.


Rachel Sheherazade se tornou notícia nacional por suas declarações sobre ser “compreensível” que a população sozinha tome uma medida violenta contra um criminoso quando o Estado não age. A despeito de sua declaração não ter causado grande celeuma entre a população, que quanto mais pobre, mais sofre com a criminalidade, a militância virtual não perdoou a declaração da apresentadora do SBT Brasil.

Fora partidos como o PSol, que acionaram a Justiça contra a jornalista (alegando que afirmar que o compreensível é compreensível “fere os direitos humanos” – logo vindo do PSol, tentando praticar censura e apoiando as ditaduras socialistas mais espúrias do planeta), o grosso dos ataques veio da internet. Páginas do Facebook foram criadas, como a “Ruth Sheherazade”, que usa a imagem da apresentadora para parodiá-la como uma “irmã boazinha” de Rachel – ou seja, a versão de esquerda da jornalista.

Bolsonaro incomoda, e isso acontece, principalmente, porque ele é um homem comum, que diz coisas comuns, que refletem a cabeça da população comum.

E é exatamente esta forma de pensar que incomoda a elite esquerdista e pensante deste país.


A ideologia progressista e a esquerda, em geral, no Brasil, encontra eco em qual porcentagem dos deputados nacionais? Sem nenhuma dúvida, um discurso que confronte o socialismo brasileiro não sai das bocas sequer de 0,5% desses legisladores. Então, por que, quando alguém, como o deputado federal Jair Messias Bolsonaro, fala algo, isso é motivo para reações tão destemperadas e manifestações de temores desesperados, como do jurista Conrado Hübner Mendes, em seu artigo ‘Reféns do Bolsonarismo'?

Nota de Olavo de Carvalho: Leiam o que Juliana Chainho escreveu.



Para reconhecer uma inteligência superior à sua, basta ter inteligência. Para refutar uma filosofia, é necessário conhecimento. Inteligência e conhecimento não são sinônimos.

Ser burro por conveniência tem um nome: maldade.

Uma vez que compreender um autor - considerado outrora relevante - vem agora precedido de má vontade, ocorre o embotamento da inteligência para com o assunto propriamente dito e não só. A inteligência não é um bem adquirido que fica ali intacto e incólume diante dos auto-enganos. E o conhecimento que se adquiriu fica subjugado, quer a inteligência esteja iluminada, quer esteja embotada. Ele pode ser usado feito arma.

A expansão do duguinismo no Brasil tem sido muito rápida mas, como não poderia deixar de ser, passa totalmente despercebida da mídia e dos “formadores de opinião”, assim como aconteceu com a ascensão do Foro de São Paulo de 1990 a 2007.


Dentre os movimentos neofascistas que floresceram na Rússia para ocupar o espaço ideológico do comunismo, o mais interessante e, de longe, o mais forte, é a corrente “eurasianista” criada e liderada pelo prof. Alexandre Duguin. Filho de um oficial da KGB, Duguin é ele próprio um colaborador e um protegido do governo russo, o ideólogo maior por trás das decisões estratégicas de Vladimir Putin. Sem um estudo sério dos seus ensinamentos é impossível entender a linha de ação do Kremlin. Creio ter sido o primeiro a chamar a atenção do público brasileiro, desde uns quinze anos atrás, para a importância crucial do fenômeno Duguin. Graças à mórbida indolência mental das nossas elites, a advertência caiu em ouvidos moucos. Mas, se são avessos a todo estudo solitário, os brasileiros de classe média e alta são, na mesma medida, altamente propensos a deixar-se arrastar por qualquer bandeira ideológica que chegue do exterior com suficiente respaldo financeiro e disposição de conquistar o território. Assim, se ninguém se preparou intelectualmente para enfrentar a epidemia duguinista que eu anunciava como inevitável, essa epidemia acabou entrando no Brasil como quem arromba uma porta aberta, fazendo não só centenas adeptos nas universidades como também cooptando agentes pagos dispostos a tudo pela glória do Império Eurasiano, que no fim das contas não é senão a boa e velha Mãe Rússia com roupagem multinacional.

“Já estamos numa ditadura. Mas o pessoal só acredita se o governo proclamar: ‘isto é uma ditadura’”, comenta Olavo de Carvalho.

O consenso esquerdista na grande imprensa e as difilculdades para se lutar no Justiça contra acusações baseadas no ativismo jurídico revolucionário foram alguns assuntos do bate-papo do filósofo com o cantor Lobão realizado nesta quinta-feira (13).

O Marco Civil é mais um meio de regulação proposto por uma elite global que odeia a liberdade e, por isso mesmo, diz agir em nome dela.


As discussões a respeito do novo Marco Civil da internet no Brasil têm encontrado justificativas no problema da falta de privacidade na rede e da carência de legislação para combater os crimes de internet. O escândalo da NSA, que recentemente alarmou governos como o do Brasil diante da possibilidade do acesso a informações sigilosas por parte da agência norte-americana ligada ao governo dos EUA, também serviu de desculpa para reacender o debate. No entanto, em tempos de globalismo, as Nações Unidas confirmam a cada dia o seu intento de ampliar os meios de regulação das comunicações, mesmo que em alguns momentos isso venha manifestado por meio da defesa de políticas nacionais de comunicação.

O que no caso de Bush era um crime hediondo, no caso de Putin é já algo “compreensível”, um como que direito natural, tal como Hitler, em tempos idos, com o seu Lebensraum.



“The famous KGB defector, Anatoliy Golitsyn, warned of Moscow’s long range strategy in 1984 with the following paragraph: ‘The dialectic of this [Kremlin] offensive consists of a calculated shift the old, discredited Soviet practice to a new, ‘liberalized’ model, with a social democratic façade, to realize the communist planners’ strategy for establishing a United Europe. At the beginning they introduced a variation of the 1968 Czechoslovakian ‘democratization.’ At a later phase they will shift to a variation of the Czechoslovakian takeover of 1948.”
Jeffrey Nyquist


Putin, para quem a queda do muro de Berlim foi uma das maiores “tragédias” geopolíticas do século XX, invadiu a Ucrânia. E, perante uma tímida reação, pôde repetir, tranquilamente, a récita triunfal do mítico general romano: “Veni, vidi, vici”.

Vladimir, esse cavalheiro que, num espectáculo radioso, voltou a exibir a foice e o martelo na abertura dos recentes jogos de inverno de Sochi, recriando, enfim, a gesta comunista pura e dura! 


Num post publicado esta semana na sua página do Facebook, o prof. Alexandre Duguin afirma: “Os americanos estão nas mãos de um grupo de terroristas extremistas. Estes não são verdadeiros americanos. Eles não compartilham dos reais e profundos valores americanos. Eles sacrificam a América aos interesses de uma oligarquia financeira internacional e global.”

É no mínimo estranho que ele agora diga isso, pois essa foi precisamente a tese que defendi no debate que tive com ele, e contra a qual ele esperneou o quanto pôde, insistindo na balela de que o globalismo é a expressão do interesse nacional americano.

O livro que transcreve o debate na íntegra levou o título de Os EUA e a Nova Ordem Mundial (Vide Editorial, 2012), precisamente porque esse era o ponto crucial da nossa divergência: a Nova Ordem Mundial é o poderio americano expandindo-se para dominar o mundo ou é, ao contrário, uma estratégia para demolir a nação americana e subjugá-la aos seus principais inimigos?

“Ignore os projetos estratégicos russo e chinês por sua conta e risco.”
– Anatoliy Golitsyn, Memorando para a CIA. 1993


A manchete do Japan Times no dia 8 de março noticia: China sinaliza que será mais dura na questão territorial. É dito na notícia que a China está investindo mais dinheiro em armas de alta tecnologia e na prontidão militar. Em outro artigo do Foreign Policy, intitulado A caixa preta da força militar chinesa, afirma-se que “Beijing está investindo centenas de bilhões de dólares em defesas, mas ninguém sabe ao certo o que eles estão preparando”. Os experts no assunto dizem acreditar que a China gasta muito mais na área militar do que o montante oficialmente declarado. De acordo com o artigo, “a maior lacuna não preenchida no entendimento americano da força militar chinesa parece ser sobre como ela toma suas decisões”. Um oficial é citado falando sobre o assunto: “Basicamente não fazemos a mínima ideia sobre como o ESP (Exército de Libertação Popular) toma decisões”.