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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM

 



Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Totalitarismo, ataque à liberdade, estatismo, coletivismo e tantos outros meios de impor sobre o cidadão o peso de um Estado autoritário sempre foram obras de políticos de esquerda.
Foram eles que sempre diminuíram o indivíduo à mera partícula da sociedade.


O livro 'Fascismo de Esquerda', de Jonah Goldberg, é, sem dúvida alguma, um dos mais importante trabalhos sobre política dos últimos tempos. O autor, em uma demonstração de profundo conhecimento da história americana do século XX, traz, diante dos nossos olhos, a verdadeira face do progressismo nos Estados Unidos, sem as máscaras e fantasias que ele costuma se apresentar para o público. 

É notório que, no imaginário da maioria das pessoas, o fascismo é visto como um fenômeno de direita. Tanto ele como o nazismo são tidos como representantes de uma manifestação reacionária, que tem na esquerda sua antagonista. Goldberg, porém, desmonta esse mito com maestria, demonstrando, com um material farto em referências históricas, como o fascismo é um movimento que não apenas possui similaridades com os projetos de esquerda, mas foi promovido por verdadeiros personagens esquerdistas.


  “Quando discutia com os seguidores de Dugin na internet em 1998, eles mandavam uma enxurrada de e-mails dizendo ‘Morte nuclear à América’. Naqueles dias tratava-se de uma turma minúscula e insignificante. Hoje eles são os mais influentes ideólogos da Rússia.”

Rússia e Irã assinaram um acordo de cooperação militar. Por que eles fizeram isso agora?



No artigo intitulado “General russo alerta para Terceira Guerra Mundial e fala dos planos nucleares para o mundo” lemos que os russos estão envolvidos em projetos conjuntos de defesa com China, Índia e outros países. O Coronel-General Leonid Ivashov é citado no Pravda dizendo que os EUA não fizeram “upgrade de um único míssil balístico e tampouco construíram novos”. Ele gabou-se da vantagem nuclear russa: “A situação mudou drasticamente e nós estamos à beira de uma guerra — e não uma fria, mas quente. Por conseguinte, a Rússia hodierna está, antes de todos, empreendendo esforços para reconstruir a capacidade defensiva das forças armadas e mudar a doutrina militar”.


Seguindo a cartilha do Foro de São Paulo, o Brasil foi parar no Haiti.


Ao congregar sob um só comando Estado, governo e administração, na figura onipotente da presidência da República, nosso modelo institucional produz um grave déficit democrático e um enorme ônus aos pagadores de impostos. Essa fusão só pode dar confusão. A função governo, que é transitória, deve ser partidária. Nisso andamos certos. Mas constitui um completo disparate partidarizar e aparelhar, simultaneamente, o Estado e a administração. Estes, são permanentes.


Intelectualmente e teologicamente, a TL está morta há três décadas. Mas ela nunca foi um movimento intelectual e teológico. Foi e é um movimento político adornado por pretextos teológicos artificiosos e de uma leviandade sem par.


Volto à análise da Teologia da Libertação.

Se a coisa e até o nome que a designa vieram prontos da KGB, isso não quer dizer que seus pais adotivos, Gutierrez, Boff e Frei Betto, não tenham tido nenhum mérito na sua disseminação pelo mundo. Ao contrário, eles desempenharam um papel crucial nas vitórias da TL e no mistério da sua longa sobrevivência.

Maior empresa de comunicação do sul do país dá um belo pretexto para ficar sob domínio do PT, que consegue mais uma vitória rumo a um dos mais nefastos objetivos do Foro de São Paulo: controlar a imprensa.

Denúncia exclusiva Vide Versus/Rádio Vox - Vitor Vieira traz as provas do ataque judicial promovido pela procuradora do Ministério do Trabalho, Paula Rousseff Araújo, filha da narcoditadora Dilma Rousseff, contra o grupo RBS do Rio Grande do Sul.



A RBS empresa entrou em desgraça desde quando a então assessora Dilma Rousseff negociou a compra da companhia telefônica do estado do Rio Grande do Sul, a maior roubada que a RBS poderia ter entrado.

Agora, por meio da filha de Dilma Rousseff, junto com abutres e chacais ligados ao fundo de investimentos Gávea (da turma de Armínio Fraga e George Soros), a empresa é apenas um fantoche nas mãos da esquerda revolucionária internacional.


Um encontro em Viena passou despercebido pela grande mídia mundial. Os líderes do Movimento Eurasiano russo, a extrema-direita populista européia, aristocratas e homens de negócios reunidos para “salvar” a Europa contra o liberalismo norte-americano e seus lobbies.


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 Palácio do Príncipe de Liechtenstein


Em abril de 2014, em torno da prefeitura de Viena, dezenas de milhares comemoravam o Life Ball, o maior evento de apoio aos portadores de HIV e Aids na Europa. No palco, Conchita Wurst junto com dançarinos gays e lésbicas dançavam em trajes burlescos o tema do evento em 2014, o “Jardim das Delícias”. Ao mesmo tempo era realizado a apenas alguns metros de distância, no Palácio do Príncipe de Liechtenstein, uma conferência com “cristãos” nacionalistas e fundamentalistas russos e europeus, sobre como salvar a Europa do liberalismo e seu lobby “satânico”, e das possibilidades de reversão da situação. A reunião foi realizada a portas e cortinas fechadas, sob o mais estrito sigilo. Foi no entanto confirmado pela imprensa suíça por duas fontes independentes.

Hoje serei profeta mais uma vez: se os financistas judeus, dentro ou fora da Europa, conseguirem submergir mais uma vez as nações noutra guerra mundial, o resultado não será a bolchevização do planeta, portanto a vitória dos judeus, mas a aniquilação da raça judia na Europa.
Adolf Hitler
Discurso no Reichstag em 30 de janeiro de 1939.


Há 73 anos reuniam-se numa vila às margens do Lago Wannsee nos arrabaldes de Berlin, quinze membros civis do regime nazista, oficiais das SS e representantes do partido para elaborar um documento que veio a ser chamado de Protocolo de Wannsee: a Endlösung der Judenfrage - a Solução Final da Questão Judaica na Europa. 20 de janeiro permanecerá para sempre um dos dias mais infames da história da humanidade.

56-58 Am Grossen Wannsee, Berlin

A Reunião
Entre os quinze presentes basta nomear o SS-Obergruppenführer (1), Reinhard Heydrich, chefe da SIPO (2) e do SD, SS-Gruppenführer Heinrich Müller, do RSHA e chefe da Gestapo, e o SS-Obersturmbamführer Adolf Eichmann, chefe da Seção IV B4 do RSHA, responsável pela logística da Solução Final. A reunião ocorria a pedido do Reichsmarshall Hermann Göring e, obviamente, do Führer, para decidir como implementar dois pontos importantes:


mfcNa Colômbia, as pessoas que são ameaçadas de morte são de dois tipos: as que recebem uma proteção efetiva do Estado e as outras. A estas últimas não se lhes faz caso, mesmo que as ameaças sejam explícitas e venham da organização terrorista mais feroz do continente. O curioso é que no primeiro grupo se encontram os que apóiam o governo de Juan Manuel Santos. No segundo estão os outros, o da oposição republicana. Esse é o respeito que o regime de Juan Manuel Santos tem pelo princípio de igualdade dos cidadãos perante a lei.

 

O que ocorre nestes momentos à parlamentar María Fernanda Cabal Molina, do partido opositor Centro Democrático, e a dois advogados defensores dos direitos humanos, Fernando Vargas Quemba e Jaime Arturo Restrepo Restrepo, é a perfeita confirmação dessa atitude escandalosa.

 

Essa gente acredita que pode governar de costas para a realidade, pregando e praticando coisas inviáveis e nocivas, contra a ordem econômica sadia e contra os bons costumes.


De fato, o PT chegou a uma encruzilhada histórica. Está há doze anos no poder e se encontra naquele limiar inevitável, o do caos econômico derivado das políticas distributivistas populistas que inviabilizam o livre mercado, seja pelo excesso de tributação, seja pelo excesso de intervenção estatal. Para cumprir a sua agenda, o PT terá necessariamente que caminhar para seu viés autoritário. Com imprensa livre e o Congresso Nacional funcionando não haverá mais “avanços” na agenda revolucionária, podendo haver mesmo um retrocesso “neoliberal” em razão das necessidades imediatas inadiáveis.


O Jardim das Aflições - De Epicuro à ressurreição de César: ensaio sobre o Materialismo e a Religião Civil´, um dos principais livros Olavo de Carvalho, tem uma nova edição lançada pela Vide Editorial, com posfácio inédito. 

 

A galinha mais nervosa do universo
como introdução para  “
Um ‘domo de ferro’ necessário para os jovens ocidentais?


A secretária do referido departamento disse: “Levaremos mais algumas crianças para o cuidado estatal e assim poderemos subir de cargo!”. Ao ouvir isso, todas as demais mulheres riram copiosamente.


A galinha mais nervosa do universo

Jeffrey Niquist
Era uma vez um galinheiro em que vivia uma galinha ressentida chamada Kate Coxinha. Ela estava um tanto aborrecida: “Por que eu devo botar ovos?” perguntou. “Por que eu não posso ter o cargo do galo?”. Tudo que ele tem de fazer é encher seu peito e cantar.


Excelência, fale apenas por si. A nós, o que nos deixa indignados é o tráfico!

A execução de alguém é, sempre, um ato de extrema violência, que agride nossa sensibilidade. Na madrugada de ontem, na Indonésia, um cidadão brasileiro sentiu o peso da lei local que aplica a pena máxima para o crime de tráfico de drogas. Há dez anos, Marcos Archer entrara no país com 13 quilos de cocaína escondidos nos tubos de uma asa delta. Apanhado pelo raio-x do aeroporto, conseguiu fugir, mas foi capturado dias depois. Simultaneamente, também foram executados um holandês, um malauiano, um nigeriano, uma mulher vietnamita e uma cidadã do próprio país.

odecO filósofo Olavo de Carvalho é certamente o mais comentado intelectual brasileiro da atualidade. É autor de vários livros, dentre os quais O Jardim das Aflições, O Imbecil Coletivo, O Futuro do Pensamento Brasileiro, entre outros. Além de ser fundador e editor-chefe do website de media watch e opinião Mídia Sem Máscara, escreve para o jornal Diário do Comércio, de São Paulo. Também ministra aulas online em seu Seminário de Filosofia (www.seminariodefilosofia.org) e preside o The Inter-American Institute (http://theinteramerican.org), de cujas atividades participam grandes nomes da intelectualidade dos EUA e da América Latina.

Olavo prontamente se dispôs a dar seu parecer ao Sindicato dos Policiais Civis do Distrito Federal (Sinpol-DF) sobre questões relacionadas à política brasileira, a gestão da segurança pública, o trabalho das polícias, desarmamento e a criminalização da atividade policial no cenário cultural.

Sinpol-DF: Segundo as estatísticas do Anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2013, cerca de 490 policias foram mortos no Brasil. De 2009 para cá, o número chega a 1.170 policiais. O número total de homicídios no país ultrapassa os 50 mil. São números alarmantes que indicam um estado de guerra civil não declarada. Porém, ao noticiar tais estatísticas, a imprensa deu destaque às mortes de civis provocadas por confronto com as forças policiais, para concluir que a polícia brasileira “mata muito”. O senhor concorda?

R: Pelo menos, desde os anos 60 do século passado, a esquerda internacional e nacional não esconde seu propósito de utilizar o banditismo como arma de guerra revolucionária para a conquista do poder total.

nismanEm 18 de julho de 1994, a Associação Mutual Israelense Argentina (AMIA), sofreu um violento atentado que deixou um saldo de 85 pessoas mortas, 300 feridas e o desmoronamento de sua sede, um prédio de sete andares. O atentado à AMIA foi o segundo contra os judeus na Argentina. Em 1992 uma bomba explodiu em frente à embaixada de Israel em Buenos Aires, matando 29 pessoas e ferindo 242. A comunidade judaica atribuiu o atentado ao Irã e ao Hizbolah.

Em 2004, o então presidente Néstor Kirchner designou o promotor Alberto Nisman na Unidade Especial de Investigação do Ministério Público para conduzir as investigações que, até aquele ano, não haviam ainda posto os autores (intelectuais e materiais) do ato terrorista na cadeia, embora fosse classificado como crime de lesa-humanidade. Passados pouco mais de 10 anos de exaustivas e minuciosas investigações, no dia 14 de janeiro de 2015 Nisman dá entrada no Centro de Informação Judicial (CIJ), pertencente à Corte Suprema de Justiça, a um documento com quase 300 páginas onde denuncia um complô orquestrado pela presidente Cristina Kirchner e o chanceler Héctor Timerman, entre outros, para encobrir os terroristas iranianos responsáveis pelo atentado à AMIA, a fim de se beneficiar em acordos comerciais bilaterais.


Todo mundo tem algum senso instintivo do que é normal e são, mas não sabe expressá-lo em palavras, nem usualmente é desafiado a fazê-lo. O desafio aparece quando, em épocas de crise, sentindo afrouxar-se os freios do costume e da autoridade, os interessados na promoção de alguma anormalidade específica – a sua própria ou a do seu grupo de referência -- se erguem dos bas-fonds da sociedade e partem para o ataque frontal à própria noção de normalidade e sanidade. O defensor dos antigos costumes encontra-se então numa posição de extrema desvantagem: como experiências tão abrangentes e duradouras não se deixam facilmente traduzir em conceitos, ele se apega a definições nominais e símbolos corriqueiros que a crítica corrosiva destrói com a maior facilidade. É que, não contando com a proteção do costume e do senso comum, o militante da causa mórbida entra em campo armado dos mais sofisticados instrumentos da dialética -- o que hoje em dia corresponde ao relativismo cultural e ao desconstrucionismo --, comparados aos quais o discurso do seu oponente assume a aparência grotesca de um mero apelo irracional ao argumento de autoridade e à força do conformismo banal. Eis aí, num instante, o anormal e o doentio elevados à condição de valores culturais respeitáveis, e a sanidade reduzida ao estatuto de “construção cultural” e de “preconceito”.

Comprova-se assim novamente, pela milésima vez, a lição do Eutífron de Platão, segundo a qual aqueles que estão do lado certo só por tradição e hábito, sem revigorar suas crenças pela busca ativa da verdade, se tornam presas fáceis e colaboradores inconscientes do mal.