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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Segue a íntegra do meu pronunciamento na audiência pública sobre o Decreto 8243/2014, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, no Senado Federal, no dia 05 de agosto de 2014.


Exmo. Senador Anibal Diniz, que preside estes trabalhos, Ministro Gilberto Carvalho, Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Prof. Leonardo Avritzer, professor de Ciência Política da UFMG, Prof. Dalmo Dallari, professor da USP, Prof. José Matias Pereira, professor de Administração Pública da UnB, senadores e demais aqui presentes. Cumprimento a mesa e pelo vejo serei a única voz dissonante, o que é salutar para o debate democrático, que nos leva à reflexão, que é justamente o objetivo desta audiência pública. 


No Uruguai, a dois meses das eleições presidenciais, as pesquisas constatam até o momento um retrocesso do governante Frente Ampla, de esquerda. Além das pesquisas, que não são infalíveis, o concreto é que se percebe um envelhecimento mental e psicológico desse partido.

O ex-presidente do Uruguai e atual candidato da Frente, o Dr. Tabaré Vázquez, há até um ano tido como quase seguro ganhador, está perdendo impulso e baixou nas intenções de voto, na mesma proporção em que sobe um jovem candidato do opositor Partido Nacional, Dr. Luis Alberto Lacalle Pou, de 42 anos.

O frenteamplista Vázquez não envelheceu somente em idade. Sua aparência cansada colabora com o eclipse de um carisma de comunicador que teve outrora, inclusive com bom trânsito no centro político. Para compensar esse envelhecimento, o partido de Vázquez escolheu como candidato a vice-presidente o jovem Raúl Sendic, ex-presidente entre 2008 e 2013 da petroleira estatal ANCAP, a maior empresa do país. Porém, a nomeação de Sendic, por má sorte, coincidiu com a divulgação de perdas milionárias da ANCAP nos balanços dos últimos quatro anos, o qual não fala bem de sua capacidade de administrador público. Até o momento, a Frente bloqueou no Parlamento uma investigação sobre as reais causas desse mal resultado.

À medida que as operações israelenses contra o Hamas estão perdendo intensidade, apresento sete insights sobre o conflito que já dura um mês:

Escudo antimísseis: O impressionante desempenho da Cúpula de Ferro, o sistema de proteção que derrubou praticamente todos os foguetes do Hamas que ameaçavam vidas ou propriedades, acarreta importantes implicações militares tanto para Israel quanto para o mundo. Seu sucesso sinaliza que a "Guerra nas Estrelas" (como os adversários apelidaram maliciosamente a Cúpula de Ferro quando da sua criação em 1983), pode realmente proporcionar proteção contra foguetes e mísseis de curto alcance e provavelmente de longo alcance mudando, potencialmente, o futuro das operações militares.

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A Cúpula de Ferro em ação, protegendo israelenses.

Túneis: O uso de túneis atrás das linhas inimigas não é uma tática nova, já teve sucesso, historicamente falando, como por exemplo na Batalha de Messines em 1917, quando minas britânicas mataram 10.000 soldados alemães. As Forças de Defesa de Israel (IDF) sabiam da existência dos túneis antes do início das hostilidades em 8 de julho, mas não avaliaram quantos eram, comprimento, profundidade, qualidade da construção e sofisticação eletrônica. Jerusalém percebeu rapidamente, segundo o Times of Israel, que a mesma supremacia de "Israel no ar, mar e terra não se dava no subsolo". Assim sendo, as Forças de Defesa de Israel (IDF) precisavam de mais tempo para atingir o domínio subterrâneo.

Marina Silva quer governar com e para seu grupelho político, que é socialista e ambientalista, de costas para a realidade.


Todos os candidatos estão usando o mote da “mudança”, até mesmo quem é da situação, tentam seduzir o eleitorado para o engajamento revolucionário. Os marqueteiros admitem que sem o mudancismo não se ganha, ignorando solenemente que o povo brasileiro é majoritariamente conservador e não deseja mudança na ordem estabelecida. Dilma Rousseff não cansa de dizer que dará continuidade ás mudanças que o PT vem fazendo, desde que assumiu. Como pode alguém ser da situação e falar em mudança? Aqui é preciso uma exegese cuidadosa do discurso político em uso.

Há uma sutil confusão entre mudança de nomes (e de partidos) com a mudança da ordem vigente. Certo que todas as candidaturas são de esquerda e o esquerdismo consiste precisamente nisso, no discurso da mudança, até mesmo “contra tudo que está aí”. A esquerda quer modificar o status quo porque acha que tem as soluções para os problemas humanos, bastando, para isso, vontade política. Obviamente é delírio perigoso. Por detrás do argumento está o ímpeto perfectibilista de todos os revolucionários, que acham que podem aperfeiçoar a natureza, inclusive a natureza humana.

Primeiramente, bom dia a todos vocês!
Mas não sei quando vocês vão ler a minha carta. Então é um bom dia, mas também pode ser uma boa tarde. E, é claro, a gente sabe que pode ser também uma boa noite. Uma dessas coisas.
E vocês recebam meu carinho em qualquer época do dia em que estiverem.
É um orgulho falar com vocês. Porque, é assim, vocês são gente. Nossa gente. E é aquilo. Tem que gostar. Político gosta ou não vai gostar nunca. E eu gosto. Do que? De gente.

judtbookO livro Pensando o século XX (1) foi escrito a quatro mãos pelos historiadores e especialistas em Leste europeu Tony Judt (britânico) e Timothy Snyder (norte-americano), mais por Judt do que por Snyder. O livro é fruto de transcrição de gravações feitas quando Judt já sofria de doença degenerativa, a esclerose lateral amiotrófica, que o levou à morte em 2010. No livro, em letra redonda, é apresentado o pensamento político e filosófico de Judt, enquanto que em itálico aparecem as intervenções de Snyder, um provocador nato. [E, entre colchetes, nesta resenha, minhas divagações.]

Descendente de judeus (assim como Snyder), Judt foi criado em uma família comunista. Daí sua nostalgia por um socialismo imaginário, que ele nunca viu se concretizar em país algum. Ele preza mais o liberalismo no sentido britânico/americano do que o liberalismo clássico. Lembra até uma frase solta, atribuída a Shakespeare, totalmente fora de propósito: “matar todos os economistas”. [Resta saber quem iria substituir os economistas que, segundo a língua ferina em geral, só sabem diagnosticar o óbvio, depois dos fatos consumados.] Enfim, o sonho maior de Judt era os EUA se tornarem uma nação de bem-estar social. Não houve tempo para dar os cumprimentos a Obama... Judt enaltece John Maynard Keynes e não poupa críticas a Friedrich Hayek, chamando-o de “autista político”. No entanto, reconhece que a intervenção do Estado na economia eleva gastos públicos, produzindo inflação: “Os keynesianos do pós-guerra eram na maior parte desinteressados na inflação ou no risco relacionado a uma dívida estatal sempre crescente. Tinham aceitado que o pleno emprego era o objetivo o gasto do governo era o meio – sem entender que a política contracíclica atua nos dois sentidos: nos bons tempos, você dever cortar gastos. Mas é muito difícil diminuir gastos de governo. E assim se teve uma inflação maior” (pg. 372-3).

As perguntas mais necessárias são as mais indigestas.


Em época de campanha eleitoral todos fogem das chamadas questões sensíveis. O repórter que fizer uma dessas perguntas vai perder o amigo. É como se não fosse de bom tom formular tais questões. No entanto, são elas que possibilitam ao eleitor formar um perfil dos políticos que postulam seu voto. 

Habitualmente, e quase sem exceção conhecida, os candidatos se escondem desses temas discursando sobre o que são favoráveis. Políticos adoram falar sobre o que gostam, aprovam, respeitam, querem ver protegido. E nisso, muito provavelmente, todos estarão de acordo: gostam do povo, de pegar criancinhas no colo, se interessam em promover os mais necessitados, querem que haja emprego e moradia para todos. Querem educação de qualidade e um serviço de saúde padrão Fifa. Ou seja: todos sonham com o paraíso aqui mesmo e o prometem disponível logo ali, em janeiro do ano que vem.

O problema de muitos "formadores de opinião", no Brasil de hoje, não é a burrice em estado puro, mas aquela burrice em segunda potência que nasce do impulso histérico de criar uma frase e, ouvindo-a da própria boca, acreditar nela pela simples razão de ter conseguido dizê-la.

O histérico vive em um mundo fictício composto inteiramente de autopersuasão. Daí ao mais extremo analfabetismo funcional o passo é bem curto. Quando o histérico lê alguma coisa, não entende aquilo que está escrito, mas o que desejaria que estivesse escrito. E acredita piamente que foi isso o que leu.

Um desses, um tal de Renato Rovai, leu no meu Facebook a seguinte afirmação: "O governo torna sigilosas as investigações de acidentes aéreos e poucos dias depois já vem um acidente aéreo politicamente relevante. Ou o acaso está gozando da nossa cara, ou não é acaso." Que é que ele fez com isso? Imediatamente tascou no seu blog do Portal Forum: "Olavo de Carvalho culpa Dilma pela morte de Eduardo Campos".

Wotan, o incansável errante, o agitador, que ora aqui ora ali provoca a disputa ou exerce efeitos mágicos, foi transformado pelo cristianismo no demônio, só aparecendo como fogo fátuo em noites de tormenta ou como caçador fantasmagórico acompanhado de sua comitiva nas tradições locais cuja tendência era o desaparecimento. Sem dúvida alguma, o papel do errante sem trégua foi desempenhado, na Idade Média, pela figura então surgida de Ahasverus que não constitui uma lenda judaica e sim cristã, ou seja, o motivo do errante não incorporado por Cristo precisou ser projetado para os judeus, da mesma maneira que encontramos, nos outros, conteúdos que se tornaram inconscientes para nós. Em todo caso, a coincidência entre o anti-semitismo e o redespertar de Wotan é uma jinesse psicológica que deve ser mencionada...
Carl Jung, “Wotan” em Aspectos do drama contemporâneo



Desde a Segunda Guerra Mundial, o nome de Hitler tem sido um sinônimo de mal no Ocidente. Por ventura, ele acabou por ter o mesmo destino de Wotan conforme descrito por Jung acima. Com efeito, ele foi transformado em um demônio político durante uma era secular em que todos os conceitos religiosos foram suprimidos para darem lugar aos seculares. E Hitler foi o líder do movimento Nacional Socialista na Alemanha. E como Hitler foi um nacionalista, a partir de então passou a ser obsceno ser nacionalista. Simultaneamente, as referências ao socialismo de Hitler foram tipicamente silenciadas, isto é, a menos que um socialista queira dizer que a política econômica de Hitler (o próprio socialismo) 
salvou a economia alemã (que é o elogio que nos é permitido fazer a Hitler).

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Ler o editorial de 17 de agosto de 2014 da Gazeta do Povo é como há de ser uma experiência de quase-morte: o sujeito chega muito próximo do óbito, sabe que ainda não está morto mas antevê aquilo que em alguns minutos ou em alguns anos será inevitável.

E olhar em volta, para nossos coetâneos, só torna a situação mais desesperadora.

 

“Um soberano jamais deve colocar em acção um exército motivado pela raiva; um líder jamais deve iniciar uma guerra motivado pela ira.” – Sun Tzu, filósofo e general chinês (544-496 a.C.)

 

Uma das maiores pragas que se abateu sobre a humanidade foi a criação da mentalidade revolucionária.


A mentalidade revolucionária, que é a essência de 90% da esquerda, é a encarnação do Juízo Final. A secularização da ideia de salvação.


É uma ideologia, lato sensu, fanática e assassina.


Segundo o filósofo Olavo de Carvalho, trata-se essencialmente de um fenómeno espiritual e psicológico, “se bem que seu campo de expressão mais visível e seu instrumento fundamental seja a acção política”.


Mas a mentalidade de “shopping center”, relativista, oportunista, covarde e consumista, e estruturalmente leviana, perdeu a noção do perigo.


Julga que a história parou e que depois da “queda” da URSS o mundo entrou, finalmente, numa era dourada de paz e democracia.

Nota: Esta é uma versão reduzida do artigo “A sombra ‘evangélica’ da sombra ‘católica’ na Presidência da República: Alexandre Brasil e Gilberto Carvalho,” que denuncia o evangélico estratégico de Gilberto de Carvalho, que, segundo o Dep. Aroldo de Oliveira, é comunista de carteirinha, o segundo homem mais forte do PT e responsável por um projeto perigoso que visa transformar o Brasil numa Venezuela ou União Soviética. Vários aliados da sombra evangélica, inclusive Ariovaldo Ramos, assinaram manifesto público de apoio a esse projeto comunista. Todos esses evangélicos têm um elo em comum: a promoção da Teologia da Missão Integral. O propósito deste artigo reduzido é facilitar a divulgação e distribuição dessa denúncia ao maior número possível de líderes evangélicos.

O governo do PT tem um “agente” muito bem pago para iludir os evangélicos. Poderia se dizer até que era um agente de certo modo secreto, pois no ano passado quando fiz perguntas sobre ele para a Frente Parlamentar Evangélica, ninguém o conhecia.

Alexandre Brasil

Como é que o PT chegou a essa posição de ter um representante evangélico que sabe alcançar a população evangélica fora do radar e atenção de importantes líderes evangélicos no Congresso Nacional?

Marina travava projetos de infraestrutura, impedia ou retardava empreendimentos públicos e privados, aplicava a torto e a direito um receituário avesso às usinas, aos transgênicos, ao agronegócio, principal motor do desenvolvimento nacional e responsável pela quase totalidade dos superávits de nossa balança comercial.


Denunciar os terríveis malefícios prestados à Igreja Católica pela Teologia da Libertação (TL) faz parte dos deveres cívicos e religiosos que me impus desde que comecei a escrever para jornais, nos anos 80. A TL é uma versão comunista da teologia cristã, que serve ao comunismo e desserve à Igreja. Já levo 29 anos ratando, periodicamente, desse lastimável mas necessário tema.

1. O problema do nosso tempo não é o ateísmo, mas o antiteísmo. Marx e Lênin, Nietzsche e Hitler, Mao e Gramsci não são simplesmente descrentes: eles odeiam a própria ideia de Deus. Deus é conservador: representa a negação do super-homem revolucionário.

2. Parte do ambientalismo contemporâneo procura substituir Deus pela mãe-natureza. Sai o Criador, entra Gaia. É uma nova religião civil. Chesterton já dizia, em tom de alerta, que existe uma terrível consequência em acreditar que a natureza é nossa mãe: ela acabará se revelando como madrasta. Na verdade, a natureza é nossa irmã: devemos protegê-la e amá-la, como ensinava São Francisco, mas nunca adorá-la ou transformá-la em ídolo inquestionável.

“Temos de atacar a Polônia e os Estados bálticos nos lugares em que há mísseis e aeronaves da OTAN. Não podemos permitir que um avião decole e ataque a Rússia, por isso temos de atacar primeiro e impedir com meia hora de antecedência qualquer movimentação de aeronaves. E para certificarmo-nos, faremos bombardeio de saturação. A América não é uma ameaça, mas os estados anões da Europa cessarão de existir. Eles serão varridos. E então a OTAN terá de implorar a nós por negociações, caso contrário daremos a eles novamente um Maio de 45.”
Vladimir Zhirinovsky, agosto de 2014 (Entrevista à uma rede de televisão, 08/08/2014)

“No meu livro eu escrevi, há mais de dez anos, que 2015 e este ano são os anos do ponto de ruptura da civilização atlântica.”
Dr. Victor Kulish, 12 de julho de 2014, autor de Hierarchic Electrodynamics and Free Electron Lasers