Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

* * *

Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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“Na ‘República Autônoma da Criméia’, foram documentados casos de perseguição a clérigos de várias denominações. Está havendo uma violação dos direitos sem precedentes em matéria de liberdade de consciência e de religião”, avisa órgão do governo da Ucrânia.

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O Pe. Mykola Kvych, capelão naval em Sebastopol, preso por militares russos.


Assim que o presidente russo Vladimir Putin iniciou a manobra de anexação ilegal da Criméia, a Igreja Greco-Católica, fiel à Santa Sé, começou a sofrer uma “perseguição total” na península, segundo as autoridades religiosas.

“A vida da Igreja Católica de rito greco-católico está paralisada”, disse o Pe. Volodymyr Zhdan, chanceler da eparquia (equivalente a uma diocese) de Stryi, na Ucrânia ocidental, falando para a agência CNA.

Convivemos com uma corrupção consentida por parcela imensa da população, cujo incondicional apoio é comprado com a versão popular do mensalão.

 

Durante muitos anos, de boas lembranças para si, o PT dançou livre, leve e solto nas verdejantes planícies da oposição. Tornou-se comum, nos debates de então, que seus representantes emergissem sobranceiros de qualquer comparação porque o petismo era um ideal não experimentado, enquanto seus adversários haviam ralado as unhas nas escarpas e sujado os pés no exercício do poder. É sempre desigual o confronto em que o ideal de um lado é apresentado em oposição à prática do outro lado. Obviamente, o melhor discernimento é proporcionado quando se compara ideal com ideal e prática com prática. Durante longos anos, no entanto, o PT era apenas ideal em estado puro, com um apaixonado e combativo séquito de seguidores.

Há algumas semanas atrás um ministro de Nicolás Maduro expressou preocupação com os programas de distribuição de renda venezuelanos, que correm, segundo afirmou, o risco de gerar uma “nova classe média”, com todos os seus malditos hábitos de prodigalidade e “consumo conspícuo”. A preocupação do burocrata é compartilhada pelo tirano que o emprega - pressionado pelo descontentamento popular, em virtude da escassez de mercadorias -, o que o levou a recorrer ao corriqueiro expediente socialista do racionamento. Por motivos bem diferentes, razões que vão além do discurso demagógico bolivariano e se estendem ao continente e ao Brasil, levam-nos a crer que políticas dessa natureza jamais serão descontinuadas e representam grave ameaça à estabilidade fiscal e à contenção da pressão inflacionária, sobretudo quando alimentadas pela irresponsável ampliação do crédito e gasto públicos. Mas há outra questão, de cunho estrutural, que deve ser foco de nossas atenções: as limitações impostas pelo consumo ao funcionamento dos regimes de orientação socialista e seu papel nas teorias de “desenvolvimento” terceiro-mundistas, notadamente da Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL).

É difícil se manter a par da propaganda russa sobre a Ucrânia, porém, o ótimo artigo “Playing by Putin’s tactics examina alguns pontos dessa propaganda. A coluna publicada no Washington Post foi escrita por Molly K. McKnew e Gregory A. Maniatis, os quais trabalharam para o presidente da Georgia Mikheil Saakashvili e para o consultor em segurança nacional nesse país após a guerra de 2008 com a Rússia. Mesmo assim, o artigo não oferece uma resposta à altura do que Putin vem fazendo.

Ao descrever o quão vulnerável a mídia ocidental é em relação a propaganda de Putin sobre a questão ucraniana eles percebem que “Itar-Tass publicou uma reportagem na semana passada (mais tarde divulgada na Forbes, entre outras) dizendo que 675 mil ucranianos haviam buscado recentemente asilo político na Rússia”. Esse tipo de alegações absurdas estão sendo usadas pela Rússia para justificar a invasão da Ucrânia.

Ora, um sujeito tão afável e educado não há de ser tão mau...


O charme do canalha está em que a sua pertinácia é instintivamente assimétrica, maleável, táctil. Noutras palavras, o autêntico cafajeste nunca é tedioso porque não costuma percorrer o mesmo caminho duas vezes: muda-o de acordo com as conveniências do momento, até alcançar o sucesso em seus inescrupulosos planos. Afinal, ele precisa conhecer bem os incautos que escolhe a dedo e agir de maneira a não revelar jamais as suas verdadeiras intenções, embora as insinue para confundi-los com uma ambigüidade manejada psicologicamente com maestria. A sua arte é transformar em atraente mistério a duvida quanto à natureza do seu próprio caráter.

Militantes da CDHM agora falam em criminalizar brasileiros que são contra o lesbianismo e transexualismo.


Os petistas voltaram com carga total na Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal e colocaram na pauta nacional conceitos como “lesbiofobia” e “transfobia,” as novas invenções do lobby LGBT no Brasil.

A audiência pública que a CDHM realizou ontem, 19/03, foi divulgada pelo site da Câmara simplesmente como mais um “encontro com sociedade civil e movimentos sociais”.

Mas a pauta e a abordagem dos temas foram previamente combinadas com as militâncias, que estiveram presentes na audiência dando respaldo à “reabertura” da CDHM para os tais supostos “movimentos sociais,” compostos principalmente de ativistas gays.

Como o Islã molda a maneira dos muçulmanos viverem? Os requisitos formais da religião formam a limitada base de uma estrutura bem maior de padrões que ampliam as regras formais do Islã, expandindo-as de forma inesperada e não planejada.

Alguns exemplos: segundo o Alcorão é terminantemente proibido consumir carne suína, o que levou ao virtual desaparecimento de porcos domesticados em áreas onde a maioria é muçulmana, provocando a substituição por carneiros e cabras. Estes por sua vez pastaram demasiadamente levando, ao que o geógrafo Xavier de Planhol classifica como "catastrófico desflorestamento", que por sua vez "é uma das principais razões da escassa paisagem mormente evidente nas regiões do Mediterrâneo dos países islâmicos". Observe o avanço das restrições alimentícias corânicas nas desertificações de vastas extensões de terras. O comando dos livros sagrados não tinha a intenção de provocar danos ecológicos, mas foi o que aconteceu.

“Porque, quando ainda estávamos convosco, isto vos mandamos: se alguém não quer trabalhar, também não coma. Porquanto ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes intrometendo-se na vida alheia; a esses tais, porém, ordenamos e exortamos por nosso Senhor Jesus Cristo que, trabalhando sossegadamente, comam o seu próprio pão”.
II Tessalonicenses 3.10-12


A. Os limites da caridade da Igreja
Paulo admoestou que a igreja na Tessalônica estabelecesse a seguinte regra para os membros: se alguém não quer trabalhar, também não coma.

Aos senhores pais, mães ou responsáveis,


Tendo recebido um comunicado da escola da minha filha sobre a vacinação HPV em meninas, informo que tenho estudado desde há anos sobre vacinações em massa promovidas por diferentes governos em vários países, o que me levou por concluir pela RECUSA em autorizar a vacinação contra o vírus HPV em minha filha. Portanto, considerando que o informativo do governo encaminhado em anexo ao comunicado possui informações que considero parciais, o que pretendo com esta missiva é oferecer subsídios para que os pais e mães possam tomar suas próprias decisões com o conhecimento mais amplo sobre o assunto.


Contágio

Embora o informativo do governo federal declare que o vírus HPV seja transmissível por outras maneiras além da relação sexual, as estatísticas sobre meninas virgens contaminadas são absolutamente irrisórias. Além disso, reportam-se a relações sexuais consideradas incompletas, isto é, aquelas em que não houve penetração suficiente para romper o hímen. Isto porque o contágio pode ocorrer por microfissuras na pele, considerando que as regiões genitais são mais sensíveis. São desconhecidos os casos de contágio por beijos ou outros tipos de carícias. A Dra. Jane Orient, da Associação Americana de Médicos e Cirurgiões, chamou atenção para o fato de o HPV se espalhar somente por meio da relação sexual, e não em situações escolares rotineiras[i].

Durante as últimas semanas fiz a revisão da tradução de um livro que será em breve publicado, chamado Ponerologia. O autor, Andrew Lobaczewski, viveu na Polônia e passou pela amarga experiência da ditadura Soviética. É uma obra sensacional, daquelas que mudam a vida de quem lê. O título, “Ponerologia”, é o nome que Lobaczewski dá à sua nova ciência, cujo objeto de estudo é a gênese do mal, ou seja, os mecanismos pelos quais as sociedades permitem que psicopatas assassinos cheguem ao poder e de lá comandem as mais terríveis tragédias humanas.

O autor usa como base de seu trabalho um estudo minucioso sobre as doenças da personalidade, causadas tanto por hereditariedade como por danos físicos ao cérebro. O destaque é sempre para os psicopatas, que têm seu modo próprio de pensar e enxergar a vida, totalmente diferente daquele das pessoas normais. O psicopata vê seus semelhantes – os outros psicopatas – como humanos, da mesma espécie, mas vê as pessoas normais como seres inferiores, cuja vida não vale nada a não ser que possa ser útil aos seus propósitos. Infelizmente, esse tipo de gente – pessoas doentes, sem cura – encontra nas sociedades modernas uma estrutura que os catapulta aos cargos de liderança política, de onde podem colocar em prática todos os seus planos de dominação e poder. É o que estamos vivendo hoje no Brasil.

Na hora da propaganda, para os ex-alunos da KGB tudo vale. E Putin apresentou a “nova-URSS” como tendo “um ponto de vista conservador”.


Desde os tempos em que a Rádio Moscou incitava a população russa a resistir à invasão nazista apelando para a Virgem de Fátima nunca se vira algo igual.

Apelando para essa tática stalinista, o presidente Vladimir Putin, durante seu discurso anual à Nação no fim de 2013, defendeu o “conservadorismo” de suas políticas e erigiu-se em paladino internacional dos “valores tradicionais”, informou a agência AsiaNews.

O “inimigo” é sempre o mesmo: o Ocidente. O palavreado é surpreendente, mas obedece às antigas astúcias da máquina de propaganda soviética.

Então a Rússia está se unindo com China, Índia, Irã, Coréia do Norte, Vietnã, Venezuela, Nicarágua, África do Sul, Angola, Congo, Brasil, Bolívia e Equador? O que você supõe que tudo isso significa?

Quando Putin visitou Cuba alguns anos atrás, perguntaram-lhe se ele era comunista.
Ele disse: “se for, não preciso ficar dizendo”.


“Há um considerável montante de opiniões descrevendo o anticomunismo como sendo uma obsessão de pessoas que estão incapacitadas de pensar em categorias “sensíveis” e “realistas”, escreveu Josef Mackiewicz em O Triunfo da Provocação; “elas estão, por assim dizer, afetadas por uma doença incurável, sendo, portanto, perda de tempo tratá-las. Podemos apenas descartá-los com uma encolhida de ombros”. E assim, após a queda da União Soviética, não há mais espaço para se dar à posição anticomunista. O último ponto de apoio foi destruído. A União Soviética se foi.

Será mesmo?

Se o pessoal da TMI diz amar os pobres, deveria começar amando os pobres domésticos da fé (Gl. 6:10). Mas não! São capazes de fazer juras de amor a criminosos, a invasores de terras, a gayzistas declarados, mas não conseguem demonstrar um mínimo de misericórdia pela igreja pobre.


Muitas vezes, o discurso de um grupo pode ser caracterizado, exatamente, pelo contrário de suas próprias atitudes. Enquanto berra aos quatro cantos que faz, acredita e defende algo, na prática age de maneira a negar, peremptoriamente, aquilo mesmo que apresentou como sendo sua bandeira. Isso é o que ocorre com a chamada Teologia da Missão Integral (TMI). Ela, que surgiu de um movimento que dizia ter como seus protegidos os excluídos, que lutava pela justiça social e que tinha uma preferência pelos pobres, não passa de uma ideologia, e como toda ideologia, mais fala do que faz.


Bogotá, 12 de março de 2014

 


1. A Registradoria Nacional do Estado Civil fez entrega oficial ao Centro Democrático, por intervenção da Procuradoria Geral da Nação, da informação consolidada mesa a mesa da pré-contagem da jornada eleitoral para o Congresso da República que foi publicada na página Web da mesma entidade em 9 e 10 de março do presente ano, informação que atualmente se mantém em seu web site.

 

2. Esta informação alimentou cada um dos 44 boletins que até o momento foram apresentados oficialmente, e que determinou os resultados para cada um dos partidos políticos que participaram das eleições ao Congresso da República.

Um importante alerta de Heitor De Paola sob o risco da participação em certas iniciativas.

 


http://heitordepaola.com
http://radiovox.org/