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SPACÇO DO SPACCA

© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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A eventual consagração de Marina Silva como presidente da República significará o passo final para o caos, pois a possibilidade de governança ou governabilidade tende a desaparecer.
 

A boutade de Abílio Diniz, o empresário que aderiu de mala e cuia ao PT, vem muito a calhar aqui: “o país não é ingovernável, mas é ‘ingerenciável’.” Esse tem sido o resultado das sucessivas administrações esquerdistas, desde 1985. Os governos Lula e Dilma aprofundaram a transformação do Estado, de tal sorte que se criou sua incapacidade gerencial, de gerenciar-se a si mesmo e de prover os serviços públicos que dele o povo espera.

Não é à toa que a inflação está voltando forte, irresistível, inexorável. Os desequilíbrios governamentais sempre se transformam, com o passar dos dias, na peste inflacionária. Podemos ver o fenômeno a olhos vistos, no Brasil, que virou um grande laboratório a céu aberto. É possível ver o que está predito por economistas sensatos quando os governos saem dos seus próprios sapatos e crescem além da conta.

 “Admirar sempre moderadamente é sinal de mediocridade”, ensinava Leibniz. Uma das constantes da mentalidade nacional é precisamente o temor de admirar, a necessidade de moderar o elogio – ou entremeá-lo de críticas – para não passar por adulador e idólatra.

Já mencionei esse vício em outros artigos, assinalando que ele resulta em consagrar a mediocridade como um dever e um mérito – às vezes, a condição indispensável do prestígio e do respeito.

Mas não é vício isolado. Vêm junto com pelo menos mais dois, que o prolongam e consolidam:

Como cidadão que acompanha o movimento na esquina desta eleição, permitam-me enviar um conselho ao candidato Aécio Neves. Meu caro Aécio, ou você faz como era usual na minha Santana do Livramento dos anos 50 e dá um risco com o pé no chão, estabelecendo os limites do seu campo político, definindo qual é o seu lado e o que ele significa, ou vai beber água suja nessa eleição. O senhor enfrenta neste pleito duas adversárias com posições radicais e elas não podem ser enfrentadas com luvas de pelica e punhos de renda, como já disse alguém.

O programa de governo assumido por dona Marina Silva tratou de deixar claro que também é favorável à ideia contida no "decreto dos sovietes", ou seja, que irá amarrar as decisões políticas e a gestão pública aos pareceres dos movimentos sociais. Alguns se surpreenderam com isso. No entanto, a candidata do PSB entrou na disputa riscando o chão, explicitando o seu quadrado. E por isso, crescendo. O PSDB de Aécio Neves tem, no próprio programa que é favorável ao parlamentarismo, muito mais a dizer sobre mudanças institucionais. Tem muito maior contribuição a oferecer para sustar a marcha da democracia brasileira para os braços de um projeto totalitário.

“Homem, homem, não se pode viver inteiramente sem piedade.”
 Dostoievski, citado por Koestler em O Zero e o Infinito

“Que Deus nos proteja dos santos!”
Georges Bernanos


O filósofo francês Maurice Merleau-Ponty, em 1947, havia chamado a atenção do público culto para um aspecto intrigante da política: a escolha, explicava ele, não é entre a pureza e a barbárie, mas entre graus variáveis de violência. (James Madison, ainda no séc. XVIII, esclarecera, no Federalista n.º 48, que o poder tem uma dimensão opressora e por isso carece de freios e limites – mas os incautos e sonhadores não leram esta obscura passagem…).

É certo que Ponty, homem de esquerda, estava a reagir aos efeitos devastadores provocados pela publicação do Darkness at Noon (O Zero e o Infinito, na tradução portuguesa), de Arthur Koestler, uma denúncia inteligente e implacável do fenômeno totalitário, retratando, com aquele olhar de lince, a farsa monumental dos chamados “Processos de Moscou”, orquestrados pelo aparato repressivo de Estaline nos anos 1930.

Marina escolheu o PSB por falta absoluta de opção. Continua apoiando petistas do Acre e do Rio de Janeiro.
Continua sem saber que economia é ciência e não slogan de sonháticos e pesadeláticos.


Um dia o prefeito da maior capital do país se definiu como alguém que não era de centro, nem de direita e nem de esquerda. Entendi que ele era de baixo.

Agora temos uma política profissional – sempre viveu disso – repetindo o discurso de Collor: cuidado com os políticos (os outros). O perigo maior é ela própria.

Segue a íntegra do meu pronunciamento na audiência pública sobre o Decreto 8243/2014, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, no Senado Federal, no dia 05 de agosto de 2014.


Exmo. Senador Anibal Diniz, que preside estes trabalhos, Ministro Gilberto Carvalho, Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Prof. Leonardo Avritzer, professor de Ciência Política da UFMG, Prof. Dalmo Dallari, professor da USP, Prof. José Matias Pereira, professor de Administração Pública da UnB, senadores e demais aqui presentes. Cumprimento a mesa e pelo vejo serei a única voz dissonante, o que é salutar para o debate democrático, que nos leva à reflexão, que é justamente o objetivo desta audiência pública. 


No Uruguai, a dois meses das eleições presidenciais, as pesquisas constatam até o momento um retrocesso do governante Frente Ampla, de esquerda. Além das pesquisas, que não são infalíveis, o concreto é que se percebe um envelhecimento mental e psicológico desse partido.

O ex-presidente do Uruguai e atual candidato da Frente, o Dr. Tabaré Vázquez, há até um ano tido como quase seguro ganhador, está perdendo impulso e baixou nas intenções de voto, na mesma proporção em que sobe um jovem candidato do opositor Partido Nacional, Dr. Luis Alberto Lacalle Pou, de 42 anos.

O frenteamplista Vázquez não envelheceu somente em idade. Sua aparência cansada colabora com o eclipse de um carisma de comunicador que teve outrora, inclusive com bom trânsito no centro político. Para compensar esse envelhecimento, o partido de Vázquez escolheu como candidato a vice-presidente o jovem Raúl Sendic, ex-presidente entre 2008 e 2013 da petroleira estatal ANCAP, a maior empresa do país. Porém, a nomeação de Sendic, por má sorte, coincidiu com a divulgação de perdas milionárias da ANCAP nos balanços dos últimos quatro anos, o qual não fala bem de sua capacidade de administrador público. Até o momento, a Frente bloqueou no Parlamento uma investigação sobre as reais causas desse mal resultado.

À medida que as operações israelenses contra o Hamas estão perdendo intensidade, apresento sete insights sobre o conflito que já dura um mês:

Escudo antimísseis: O impressionante desempenho da Cúpula de Ferro, o sistema de proteção que derrubou praticamente todos os foguetes do Hamas que ameaçavam vidas ou propriedades, acarreta importantes implicações militares tanto para Israel quanto para o mundo. Seu sucesso sinaliza que a "Guerra nas Estrelas" (como os adversários apelidaram maliciosamente a Cúpula de Ferro quando da sua criação em 1983), pode realmente proporcionar proteção contra foguetes e mísseis de curto alcance e provavelmente de longo alcance mudando, potencialmente, o futuro das operações militares.

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A Cúpula de Ferro em ação, protegendo israelenses.

Túneis: O uso de túneis atrás das linhas inimigas não é uma tática nova, já teve sucesso, historicamente falando, como por exemplo na Batalha de Messines em 1917, quando minas britânicas mataram 10.000 soldados alemães. As Forças de Defesa de Israel (IDF) sabiam da existência dos túneis antes do início das hostilidades em 8 de julho, mas não avaliaram quantos eram, comprimento, profundidade, qualidade da construção e sofisticação eletrônica. Jerusalém percebeu rapidamente, segundo o Times of Israel, que a mesma supremacia de "Israel no ar, mar e terra não se dava no subsolo". Assim sendo, as Forças de Defesa de Israel (IDF) precisavam de mais tempo para atingir o domínio subterrâneo.

Marina Silva quer governar com e para seu grupelho político, que é socialista e ambientalista, de costas para a realidade.


Todos os candidatos estão usando o mote da “mudança”, até mesmo quem é da situação, tentam seduzir o eleitorado para o engajamento revolucionário. Os marqueteiros admitem que sem o mudancismo não se ganha, ignorando solenemente que o povo brasileiro é majoritariamente conservador e não deseja mudança na ordem estabelecida. Dilma Rousseff não cansa de dizer que dará continuidade ás mudanças que o PT vem fazendo, desde que assumiu. Como pode alguém ser da situação e falar em mudança? Aqui é preciso uma exegese cuidadosa do discurso político em uso.

Há uma sutil confusão entre mudança de nomes (e de partidos) com a mudança da ordem vigente. Certo que todas as candidaturas são de esquerda e o esquerdismo consiste precisamente nisso, no discurso da mudança, até mesmo “contra tudo que está aí”. A esquerda quer modificar o status quo porque acha que tem as soluções para os problemas humanos, bastando, para isso, vontade política. Obviamente é delírio perigoso. Por detrás do argumento está o ímpeto perfectibilista de todos os revolucionários, que acham que podem aperfeiçoar a natureza, inclusive a natureza humana.

Primeiramente, bom dia a todos vocês!
Mas não sei quando vocês vão ler a minha carta. Então é um bom dia, mas também pode ser uma boa tarde. E, é claro, a gente sabe que pode ser também uma boa noite. Uma dessas coisas.
E vocês recebam meu carinho em qualquer época do dia em que estiverem.
É um orgulho falar com vocês. Porque, é assim, vocês são gente. Nossa gente. E é aquilo. Tem que gostar. Político gosta ou não vai gostar nunca. E eu gosto. Do que? De gente.

judtbookO livro Pensando o século XX (1) foi escrito a quatro mãos pelos historiadores e especialistas em Leste europeu Tony Judt (britânico) e Timothy Snyder (norte-americano), mais por Judt do que por Snyder. O livro é fruto de transcrição de gravações feitas quando Judt já sofria de doença degenerativa, a esclerose lateral amiotrófica, que o levou à morte em 2010. No livro, em letra redonda, é apresentado o pensamento político e filosófico de Judt, enquanto que em itálico aparecem as intervenções de Snyder, um provocador nato. [E, entre colchetes, nesta resenha, minhas divagações.]

Descendente de judeus (assim como Snyder), Judt foi criado em uma família comunista. Daí sua nostalgia por um socialismo imaginário, que ele nunca viu se concretizar em país algum. Ele preza mais o liberalismo no sentido britânico/americano do que o liberalismo clássico. Lembra até uma frase solta, atribuída a Shakespeare, totalmente fora de propósito: “matar todos os economistas”. [Resta saber quem iria substituir os economistas que, segundo a língua ferina em geral, só sabem diagnosticar o óbvio, depois dos fatos consumados.] Enfim, o sonho maior de Judt era os EUA se tornarem uma nação de bem-estar social. Não houve tempo para dar os cumprimentos a Obama... Judt enaltece John Maynard Keynes e não poupa críticas a Friedrich Hayek, chamando-o de “autista político”. No entanto, reconhece que a intervenção do Estado na economia eleva gastos públicos, produzindo inflação: “Os keynesianos do pós-guerra eram na maior parte desinteressados na inflação ou no risco relacionado a uma dívida estatal sempre crescente. Tinham aceitado que o pleno emprego era o objetivo o gasto do governo era o meio – sem entender que a política contracíclica atua nos dois sentidos: nos bons tempos, você dever cortar gastos. Mas é muito difícil diminuir gastos de governo. E assim se teve uma inflação maior” (pg. 372-3).

As perguntas mais necessárias são as mais indigestas.


Em época de campanha eleitoral todos fogem das chamadas questões sensíveis. O repórter que fizer uma dessas perguntas vai perder o amigo. É como se não fosse de bom tom formular tais questões. No entanto, são elas que possibilitam ao eleitor formar um perfil dos políticos que postulam seu voto. 

Habitualmente, e quase sem exceção conhecida, os candidatos se escondem desses temas discursando sobre o que são favoráveis. Políticos adoram falar sobre o que gostam, aprovam, respeitam, querem ver protegido. E nisso, muito provavelmente, todos estarão de acordo: gostam do povo, de pegar criancinhas no colo, se interessam em promover os mais necessitados, querem que haja emprego e moradia para todos. Querem educação de qualidade e um serviço de saúde padrão Fifa. Ou seja: todos sonham com o paraíso aqui mesmo e o prometem disponível logo ali, em janeiro do ano que vem.

O problema de muitos "formadores de opinião", no Brasil de hoje, não é a burrice em estado puro, mas aquela burrice em segunda potência que nasce do impulso histérico de criar uma frase e, ouvindo-a da própria boca, acreditar nela pela simples razão de ter conseguido dizê-la.

O histérico vive em um mundo fictício composto inteiramente de autopersuasão. Daí ao mais extremo analfabetismo funcional o passo é bem curto. Quando o histérico lê alguma coisa, não entende aquilo que está escrito, mas o que desejaria que estivesse escrito. E acredita piamente que foi isso o que leu.

Um desses, um tal de Renato Rovai, leu no meu Facebook a seguinte afirmação: "O governo torna sigilosas as investigações de acidentes aéreos e poucos dias depois já vem um acidente aéreo politicamente relevante. Ou o acaso está gozando da nossa cara, ou não é acaso." Que é que ele fez com isso? Imediatamente tascou no seu blog do Portal Forum: "Olavo de Carvalho culpa Dilma pela morte de Eduardo Campos".

Wotan, o incansável errante, o agitador, que ora aqui ora ali provoca a disputa ou exerce efeitos mágicos, foi transformado pelo cristianismo no demônio, só aparecendo como fogo fátuo em noites de tormenta ou como caçador fantasmagórico acompanhado de sua comitiva nas tradições locais cuja tendência era o desaparecimento. Sem dúvida alguma, o papel do errante sem trégua foi desempenhado, na Idade Média, pela figura então surgida de Ahasverus que não constitui uma lenda judaica e sim cristã, ou seja, o motivo do errante não incorporado por Cristo precisou ser projetado para os judeus, da mesma maneira que encontramos, nos outros, conteúdos que se tornaram inconscientes para nós. Em todo caso, a coincidência entre o anti-semitismo e o redespertar de Wotan é uma jinesse psicológica que deve ser mencionada...
Carl Jung, “Wotan” em Aspectos do drama contemporâneo



Desde a Segunda Guerra Mundial, o nome de Hitler tem sido um sinônimo de mal no Ocidente. Por ventura, ele acabou por ter o mesmo destino de Wotan conforme descrito por Jung acima. Com efeito, ele foi transformado em um demônio político durante uma era secular em que todos os conceitos religiosos foram suprimidos para darem lugar aos seculares. E Hitler foi o líder do movimento Nacional Socialista na Alemanha. E como Hitler foi um nacionalista, a partir de então passou a ser obsceno ser nacionalista. Simultaneamente, as referências ao socialismo de Hitler foram tipicamente silenciadas, isto é, a menos que um socialista queira dizer que a política econômica de Hitler (o próprio socialismo) 
salvou a economia alemã (que é o elogio que nos é permitido fazer a Hitler).

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Ler o editorial de 17 de agosto de 2014 da Gazeta do Povo é como há de ser uma experiência de quase-morte: o sujeito chega muito próximo do óbito, sabe que ainda não está morto mas antevê aquilo que em alguns minutos ou em alguns anos será inevitável.

E olhar em volta, para nossos coetâneos, só torna a situação mais desesperadora.