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SPACÇO DO SPACCA

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© Spacca para o MSM


Jornalistas que não se curvam à patifaria totalitária do Foro de São Paulo estão sob risco num país em que o direito à livre opinião está seriamente ameaçado. Alex Pereira e Vitor Vieira falam sobre as ameaças e acusações feitas pelos delinquentes aliados aos bandidos do PT contra aqueles que defendem as liberdades civis e que com independência denunciam um governo que está simplesmente destruindo o Brasil e suas instituições.

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Nos encontros da liderança do PT, canta-se a Internacional Socialista e fala-se abertamente do projeto de dominação política do país. No STF, fala-se apenas de corrupção, "caixa 2", peculato e outros crimes, como se o Mensalão não fosse a tentativa de usar o dinheiro como arma revolucionária, para falsear todo o jogo político nas instâncias mais altas do país e fazer com que o PT, centralizando tudo no Executivo, controlasse o país sem nenhuma oposição.

Infelizmente, a população caiu no truque das atenuações da imprensa chapa-branca, e ainda está dando apoio expressivo a políticos do PT e a seus aliados.

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Católicos não podem votar num partido pró-aborto e pró-gayzista.

Veja muito mais na seção de vídeos do Mídia Sem Máscara.

Avisos

POLÊMICAS INTER-RELIGIOSAS, EM ESPECIAL ENTRE DIFERENTES DENOMINAÇÕES CRISTÃS, SÃO EXPRESSAMENTE PROIBIDAS NESTE SITE. COM TANTOS INIMIGOS RONDANDO, VAMOS FICAR TROCANDO TAPAS EM FAMÍLIA?

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THIS IS A BULLSHIT-FREE SPACE
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Numa tentativa desesperada de tentar amenizar as vaias e o VTNC dirigido em massa à Dilma Rousseff pelos brasileiros presentes no jogo de abertura da Copa, o Lula deu ordem para que blogueiros pagos pelo governo saíssem em defesa da Dilma. A solução encontrada foi criar um FACTÓIDE. Qual foi o factóide criado apressadamente e espalhado por petistas militantes e por inocentes úteis? A alegação que "as vaias contra 'a presidenta' iniciaram na área VIP do Itaquerão, de pessoas que pagaram até R$ 990 pelo ingresso". Em “lulês” claro: quem vaiou foram as “zélite” (sempre elas). (1)

Obama - e Cameron - podem gostar de sair da guerra contra o terrorismo, mas o outro lado não entende isso como uma possibilidade de paz.


Há sete semanas, Barack Obama anunciou que “é chegada a hora de virar a página de mais de uma década de guerra”. O povo iraquiano não tem essa opção. Eles viram em Basra as milícias apoiadas pelo Irã tomarem a frente e derrotarem o exército britânico. Eles viram militantes da jihad altamente eficientes (os quais a al-Qaeda rejeita por considerar brutais) assumirem o controle de uma cidade importante, Fallujah, que está a apenas 60 quilômetros  de Bagdá. Nessa semana eles viram a sua segunda maior cidade, Mosul, cair nas mãos dos mesmos psicopatas. Se a Síria já não é flor que se cheire, limpeza religiosa, decapitações e até mesmo crucificações estão para começar.

livrosandO livro “A Invenção da Terra de Israel” (2014), do israelense Shlomo Sand, dá seguimento a uma agenda desconstrucionista a que tem se dedicado o autor desde a publicação, em 2012, de seu tratado antijudaico “A Invenção do Povo Judeu!”. Desta vez, ele quer enfrentar o tema da ligação dos judeus com a Terra de Israel, refazendo caminhos já bastante explorados pela historiografia existente, para chegar a conclusões exóticas e inaceitáveis. Para surpresa geral, diz ele, a história judaica comprovaria o contrário do que a historiografia “oficial” proclama; ou seja, que antes do movimento sionista, pelos corações e mentes dos judeus dispersos pelo planeta jamais passaram a ideia e o desejo de retorno à terra que deixaram de habitar, entre o Exílio da Babilônia, no século VI AC. e o século II da presente era.

Sand começa mal sua jornada, retratando como mítica a narrativa do Pentateuco (Torá). O raciocínio é construído na linha da interpretação escritural crítica, que possui como predecessor Espinoza e que passou a reivindicar status de ciência no século XIX. O que ele desconsidera, no entanto, é precisamente aquilo que nenhum historiador sério pode desprezar: escavações arqueológicas realizadas a partir do início do século XX constituem um contrapeso científico imprescindível à crítica de texto, apontando farta evidência para a historicidade da Torá.

O PT quer sovietizar o Brasil para viabilizar o socialismo, utilizando-se do mesmo roteiro que fez milhões de pessoas sofrerem no Leste Europeu do pós-guerra. O roteiro é o mesmo, com as sombras já conhecidas.


A releitura do capítulo "A construção da democracia popular", do livro Continente Sombrio - A Europa no século XX, de Mark Mazower, reforça as inquietações sobre o projeto de poder do PT no Brasil (especialmente após o decreto 8243/2014), que visa implantar aqui o que se tentou fazer no Leste Europeu do pós-guerra, cujo roteiro bastante conhecido, traz graves apreensões, especialmente pelas conseqüências que a história recente já registrou, de triste memória.

No pós-guerra, a União Soviética autorizou a criação de partidos e sindicatos que unissem as forças progressistas, de colaboracionistas com a ideologia marxista que levassem a democracia popular ser capaz de fazer a revolução comunista acontecer nos países destruídos pela guerra, transformados em satélites de Moscou. "A democracia popular foi claramente identificada com a ditadura do proletariado". Na Polônia, por exemplo, Mazower lembra o nome sugestivo do partido criado lá para tais objetivos: Partido dos Trabalhadores. O comunismo só avançaria com a "democracia popular" e não a chamada "democracia burguesa ou de partido". Feito isso, os próximos passos se tornaram conhecidos: os "julgamentos exemplares de figuras públicas anti-soviéticas", e o aumento das tensões, que exigiu perseguições, confinamentos e a eliminação física dos descontentes.


Houve uma época em que não se podia escrever sátiras no Brasil porque tudo o que acontecia já era satírico em si mesmo. Hoje tornou-se impossível escrevê-las porque tudo está passando rapidamente do ridículo ao deprimente, do deprimente ao aterrador.

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Quando um governo protege abertamente os usuários de crack enquanto reprime por todos os meios os fumantes de tabaco, está claro que nem acredita nos benefícios do crack nem no poder assassino dos maços de cigarros: acredita apenas que é da sua conveniência adestrar a população para adaptar-se, calada e cabisbaixa, a qualquer situação absurda que ele lhe imponha. É a técnica do bullying repetido. De tanto ser provocado, humilhado, intimidado, você desiste de reclamar.

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A presidenta posando toda alegrinha ao lado da entubadora de crucifixos é bullying no mais alto grau.

 

Para o PT, cair em si significa fazer mais do mesmo. E vem aí a outra "conquista" desse filho pródigo da ingenuidade nacional - os Jogos Olímpicos de 2016.

 

 

No Evangelho de São Lucas, Jesus narra uma história que se tornou, provavelmente, a mais conhecida dentre todas as suas parábolas. Ela descreve a experiência de um filho que pede ao pai rico a antecipação de sua herança. Com a grana na mão, ele viaja para um país distante, cai na vida, afunda nos vícios, gasta tudo que tem e experimenta o sabor da mais irrecorrível miséria (vem daí o adjetivo pródigo, ou seja, esbanjador, gastador, associado a esse personagem). Gradualmente, porém, ele se arrepende, decide retificar sua conduta e retorna à casa do pai, a quem pede e de quem recebe efusivo perdão.

Calem-se todos os que antes diziam que “a voz do povo é a voz de Deus” e que agora o peito inflam para falar em decoro, respeito ao cargo e educação ante as câmeras de tevê.


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Quando assumiu a Presidência da República em 2003, o Partido dos Trabalhadores (PT) deu início a uma revolução no país. Não interessa aqui detalhar, minuciosamente, quais os aspectos desse processo. Interessa apontar qual sua “causa motora”, qual o seu anima, seu “princípio vital”, ou se quiserem, seu espírito. Afirmo, pois, que aquilo que movia o PT em 2003 em nada difere dos princípios da esquerda do século XX e aponto em primeiro lugar a ideia de que “começar do zero”, de “passar o país a limpo”, fez com que o PT considerasse velho, corrupto e ultrapassado tudo aquilo que o antecedeu na história política da nação. Tomado o poder, tudo precisava ser derrubado e reconstruído. Tudo havia que ser pensando novamente ou simplesmente inventado para um novo Brasil, para um “novo mundo sem medo de ser feliz”. O resultado disso, todos sabemos: não sobrou “pedra sobre pedra” (a não ser de crack) da cultura e do pensamento brasileiros. Nossa razão adoeceu, nossa capacidade de crítica sumiu e iniciou-se uma verdadeira época da escuridão, um período de mau gosto estético e de relativismo moral que permitiram ao partido-religião acabar para sempre com a ideia de oposição. O PT nunca teve ou terá oposição; tem inimigos – o conceito é completamente diferente.

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O escotoma abstrativo não passa de um empobrecimento da apreensão da realidade e da inteligência humana, um artifício antidialético que só pode resultar numa opinião muito mal fundamentada.


Lembro de uma vez na qual Olavo de Carvalho utilizou o termo escotoma para se referir à ausência perceptiva de certo ponto numa questão. Em oftalmologia dizemos que o escotoma é uma mancha no campo visual do paciente, uma ausência localizada de percepção visual. Quando o paciente percebe que a mancha está lá, chama-se o escotoma de positivo; por outro lado, quando a mancha não é percebida pelo paciente, estamos diante do escotoma negativo.

A analogia possível em termos de apreensão da realidade ao se abordar uma questão bioética é interessante, e exemplifica um erro constante em nosso meio. Teríamos um escotoma negativo abstrativo quando recortes da realidade passam ao largo da intelecção ou do raciocínio humano, sendo estes os reféns de determinados aspectos abstratos pré-estabelecidos numa discussão ou na análise de uma situação. É um tipo de armadilha lógica.

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Hoje em dia, a nova encarnação rebelde de Satã é apresentável, engraçada e musicalmente talentosa como artista.


A derrocada da instituição familiar está muito evidente para que se possa negar, e essa derrocada é o prenúncio da destruição de uma sociedade que estará demasiadamente fraca para exercer resistência.




Em Diálogo sobre os oradores ou: Causas da corrupção da retórica, o historiador romano Públio Cornélio Tácito repassa as observações de um orador sobre a queda de Roma pela cultura do entretenimento durante o primeiro século d.C.: “As causas da decadência da retórica não são, de maneira alguma, difíceis de serem sondadas”, explicou o orador. “Dentre as verdadeiras causas [da decadência] estão a indolência dos jovens, a negligência dos pais, a ignorância daqueles que pretendem nos ensinar algo e a total negligência em relação à antiga disciplina”.

Inicia-se, neste dia 12 de junho, a Copa do Mundo. Realizada no Brasil – corriqueiramente designado país do futebol – a Copa deveria comportar, naturalmente, uma euforia contagiante.

Entretanto, os sentimentos são contraditórios entre os brasileiros. Junto a uma natural alegria e expectativa, a população parece ao mesmo tempo envolta por certa perplexidade, motivo pelo qual, até agora, não são muitas as bandeiras e as manifestações exteriores que habitualmente marcam o ambiente pré-Copa, tanto mais sendo esta realizada em território nacional.

Da apoteose ao pesadelo
Muito se tem dito e escrito a respeito desta Copa do Mundo e não é minha intenção debruçar-me aqui sobre temas já muito batidos, como, por exemplo, os inexplicáveis e faraônicos gastos envolvidos na preparação da mesma.

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Marina Silva tem um mérito, ainda que seja um mérito desmeritoso: está sabotando e inviabilizando a candidatura do Eduardo Campos no PSB nacional. É um mérito, pois o PSB é um partido programaticamente MAIS radical que o PT e, pior do que isso, é sócio-fundador do Foro de São Paulo, sendo assim o eventual substituto do projeto forista no Brasil (ganhando o PT ou o PSB, o projeto segue nos trilhos). Porém, é um demérito, pois favorece o PT e acirra a falsa polarização PSDB-PT.

Quem observar atentamente verá que o discurso adotado pelo PSB, devido a presença da Marina, acabou assumindo um tom agri-doce, no qual elogios são feitos ao Lula-Dilma com a promessa fraca de "vamos fazer melhor". Fazer isso é dar ao PT uma dupla vantagem: tanto pela oportunidade de haurir para si a parte elogiosa quanto a possibilidade de confrontar a promessa de "vamos fazer melhor" prometendo ele mesmo (o PT), também, corrigir os erros e deficiências do lulismo. Na política, empenhar a promessa que fará melhor do que o seu adversário é uma promessa neutra e óbvia, fraca. Em sendo assim percebe-se que a própria candidatura do PSB, no seu âmago, é um elogio ao PT e ao lulismo.

Idealizada por pesquisadores da USP, com o apoio da ONU, a criminalização da palmada tem como objetivo abolir o pátrio poder, impondo às famílias a tutela totalitária do Estado.

O clima bananeiro em que foi aprovada a Lei da Palmada pode ser medido pela entrada de Xuxa Meneghel no plenário do Senado.


O casamento, longe de ser uma expressão do amor romântico, é uma instituição do contrato social. A tradicional frase “enfim sós”, que os noivos se dizem mutuamente ao iniciar a lua de mel, não passa de uma figura de retórica. A rigor, desde o instante em que o casamento é celebrado, no cartório ou na igreja, os casais jamais ficarão a sós – a sociedade sempre estará entre eles. O casamento é uma espécie de triângulo social, formado pelos noivos que disseram “sim” e pela sociedade que lhes dirá “não” sempre que um deles quiser infringir o contrato social firmado diante dela. Mesmo quando se revela a própria chave da felicidade íntima, concretizando o amor romântico, o casamento nunca fecha totalmente suas portas à sociedade – ela está sempre espreitando o casal por meio das regras morais da religião, das leis civis do Estado e ou do legado familiar de cada um.

O que aconteceu nos últimos dias nos EUA é de uma gravidade tão evidente que os americanos ainda parecem atônitos com a percepção de que Barack Hussein Obama é ainda pior do que o que seus mais duros críticos diziam.


Bowe Bergdahl (28), filho do caminhoneiro Robert Bergdahl e da dona-de-casa Jani Larson, um rapaz tímido que nunca tirou carteira de motorista e foi educado pela mãe em casa, é o centro do que pode ser a maior polêmica de governo Barack Obama.

Filho de pais presbiterianos ortodoxos aparentemente convertidos ao islamismo, Bowe foi também budista e dançava balé até entrar no exército. Era tido pelos colegas do exército como introspectivo e estudioso, do tipo que deixava de sair nos dias de folga para aprender tudo que podia sobre o Afeganistão, país para onde tinha sido enviado.

A maioria da grande mídia ocidental abafou este enorme fato: a Rússia havia perdido a batalha da opinião pública na região que lhe era mais favorável! Poucos jornais brasileiros reproduziram a notícia.


Soldado ucraniano se prepara para o combate em KramatorskSoldado ucraniano se prepara para o combate em Kramatorsk.

A manobra político-militar de Moscou para a anexação da Criméia se repetiu como um decalque nas regiões de Donetsk e Lugansk, no leste da Ucrânia.

As regiões escolhidas pareciam ser as mais sensíveis ao apetite russo de desmembrar a Ucrânia.

ponerologia
O trabalho de Lobaczewski é fundamental, porque fornece uma chave para a compreensão da realidade brasileira e da América Latina - dominada pelos herdeiros e cultuadores dos psicopatas e das anomalias descritas pelo psiquiatra polonês.



Como é possível que tipos tão grotescos tenham conseguido ascender até os altos escalões do poder público ou ocupar posições de referência intelectual e moral para a sociedade? Um Luiz Inácio, alçado à Presidência da República; um Dirceu, que se tornou símbolo da juventude idealista e revolucionária; um Betto e um Boff, tomados - inclusive por sacerdotes e autoridades eclesiásticas - como modelos de santidade.

Não. Não é possível reduzir o problema a um fator eleitoral ou solucioná-lo apontando um intenso e febril trabalho de militância política - nem denunciar o esforço de rebaixar e adequar a fé a um projeto de poder totalitário. Não. Nenhuma destas tentativas esclarece completamente a questão. O que poderia ser justificado apenas como resultado da confusão dos tempos, o psiquiatra polonês Andrew Lobaczewski - sob a perspectiva da bio-psicologia - aponta como efeito da ação e da influência dos psicopatas.