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Alejandro2Alejandro Peña Esclusa foi preso injustamente com provas plantadas, numa operação grosseira, mas alinhada com a política do PSUV, que prevê até mesmo a revolução armada em seus estatutos.

Bogotá, 21 de julho de 2010. UnoAmérica denuncia e rechaça a campanha de difamação midiática, massiva e sistemática empreendida pelo governo de Hugo Chávez Frías contra o preso-político Alejandro Peña Esclusa. O governo pretende, frente à falta de provas, justificar e sustentar a captura e a incriminação ilegal do crítico e opositor político da ditadura de Chávez.

Alejandro Peña Esclusa representa a luta contra-revolucionária política e pacífica para reivindicar as instituições democráticas, defender o capitalismo com função social e os valores católicos, na Venezuela e no continente Ibero-Americano, razões de peso que o converteram no inimigo da Revolução Bolivariana, de acordo com o estatuído no Livro Vermelho do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), expedido em junho de 2010.

UnoAmérica afirma que o governo ditatorial de Hugo Chávez Frías, atuando na qualidade de líder do Partido Socialista Unido da Venezuela, ordenou a captura ilegal de Alejandro Peña Esclusa com evidência plantada, aplicando a combinação estratégica de todas as formas de luta necessárias para derrotar seu inimigo, de acordo com o autorizado nos estatutos do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV).

A captura ilegal e arbitrária do opositor político Alejandro Peña Esclusa, se dá precisamente no momento prévio às Eleições Legislativas Nacionais na Venezuela que ocorrerão em 26 de setembro deste ano, e posterior a múltiplas atuações legais, políticas e comunicacionais realizadas pelo presidente de UnoAmérica contra o ditador venezuelano Hugo Chávez Frías.

Como corolário do denunciado, UnoAmérica dá a conhecer algumas epígrafes do Livro Vermelho do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), publicado em junho de 2010:

- "A defesa da Revolução: A defesa da Revolução Bolivariana implica a defesa da soberania nacional, tarefa que é responsabilidade fundamental do partido e do povo, combinando todas as formas de luta para evitar que o imperialismo e seus aliados possam avançar em dinâmicas belicistas, anexionistas, divisionistas, de submissão e destruição do Mundo" (Página. 35);

- "Porquanto este ano de 2010 representa o início da era Bicentenária de nossa independência e a prioridade é assumir como desafio o logro de uma grande vitória para a revolução em 26 de setembro, acorda-se fixar para o primeiro semestre do ano de 2011 a oportunidade na qual devem eleger-se as novas autoridades do partido" (Página 80);

- "O inimigo principal da Revolução Bolivariana é o imperialismo capitalista, especialmente seu centro hegemônico, o imperialismo e o governo norte-americano, seus monopólios transnacionais, em especial os do setor financeiro, tecnológico, militar, econômico e midiático, por uma parte, e por outra, a alta hierarquia Eclesiástica contra-revolucionária, a oligarquia, as burguesias apátridas, assim como todo o setor social, que do mesmo modo que aqueles, sirva de base social ao imperialismo ou a qualquer força estrangeira para a dominação de nossos povos, em especial no âmbito da América Latina e do Caribe" (Página 86);

- "As formas de luta e a acumulação de forças: O Partido Socialista Unido da Venezuela assume a combinação estratégica de todas as formas de luta necessárias para derrotar qualquer agressão do imperialismo capitalista e seus aliados" (Página 86);

- "A Revolução Bolivariana não é uma revolução desarmada, se estabelece a defesa da Pátria, do povo e da revolução mediante a participação de todo o povo na defesa da segurança, da integridades e da soberania nacional e popular" (Página 88).


Tradução: Graça Salgueiro




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