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A ação militar, por mais eficiente que seja, não pode fazer frente sozinha a um investimento integral que contém elementos políticos, jurídicos, econômicos, geopolíticos, geoestratégicos e, finalmente, com interesses continentais extremistas dos governos comunistas da Venezuela, Brasil, Equador, Nicarágua, Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Cuba, ansiosos em legitimar as FARC e seus cúmplices.

Desde a emissão do Plano Renascer das FARC, desenhado por Alfonso Cano para reprocessar as ações políticas, estratégicas e táticas das FARC, depois das mortes de Raúl Reyes, Iván Ríos e Tirofijo, o grupo terrorista tomou como epicentro de suas ações ofensivas os municípios do Norte do Cauca, muito próximos na geografia a Pradera e Florida no Valle, e ao coração geopolítico do grupo terrorista nos limites dos estados de Valle, Cauca, Tolima, Huila e os corredores de mobilidade ao Oceano Pacífico, ao Eixo Cafeeiro e à fronteira colombo-equatoriana.

Em que pese que os organismos de inteligência militar tenham achado e avaliado os conteúdos do Plano Renascer, que não é nada diferente de um refinamento conjuntural do Plano Estratégico geral das FARC, nem o governo nacional, nem seus "estrategistas" ministros da Defesa, nem o Congresso da República, nem a academia, nem os meios de comunicação entenderam que todos os ataques contra a população civil e as tropas, perpetrados pelas FARC no sul-ocidente do país, gravitam ao redor da busca de legitimação do grupo terrorista.

Há três décadas o M-19 apostou em uma suicida e sui generis guerra revolucionária na mesma zona, coração geopolítico e geoestratégico do país. As FARC avaliaram essa experiência falida de outro grupo terrorista, e, portanto, re-estruturaram seus planos.

A zona é de suma importância geopolítica, devido a que perto dali confluem as três cordilheiras e ficam na mira cidades como Cali, Popayán, Neiva, Ibagué, Mocoa, Florencia, Palmira, Buga, Pasto e Ipiales.

Além disso, Cano e alguns dos membros do Secretariado podem coordenar desde lá as atividades das Frentes dos Blocos Sul, Sul-Ocidental, Oriental e o chamado Comando Conjunto Central por meio de mensageiros, manter relações fluidas com os membros do Partido Comunista "legal" residentes nas áreas urbanas próximas, articular uma extensa rede de apoio logístico, inserir milícias bolivarianas e células do Partido Comunista Clandestino, e desatar ações persistentes de guerrilhas e terrorismo para causar a sensação de invencibilidade e capacidade desestabilizadora.

Para sorte das FARC, o plano lhes resultou parcialmente exitoso, devido ao desconhecimento estratégico do presidente Santos e do ministro da Defesa, somado às dificuldades que as tropas enfrentam no terreno mais quebrado e irregular da topografia colombiana, onde as FARC e o Partido Comunista incrustaram células clandestinas de apoio há mais de quarenta anos.

E a todos estes males somam-se com incidência negativa a sensação de soçobra e insegurança jurídica que as Cortes, alguns tribunais, juízes e fiscais geraram dentro das tropas, pois agora seus comandantes são muito cautelosos, não só para não cair em alguma armadilha explosiva, senão para evitar que mediante juízes venais, testemunhas falsas ou montagens aberrantes, um êxito operacional militar, que em qualquer parte do mundo seria motivo de orgulho nacional, os ponha atrás das grades ou os destitua do cargo.

Outro erro é a concepção do problema que o governo tem acerca da direção estratégica das FARC. Embora nos computadores, memórias USB e outros documentos eletrônicos achados nas guaridas das FARC, tenha ficado claro que as decisões de direção do grupo terrorista dependem do Secretariado e de um habilidoso e preconcebido plano de relevos para os que caiam presos ou mortos, ainda há membros do alto governo que acreditam que cada cabeça das FARC é autônomo.

Resultado: há combates contra as Frentes das FARC em diferentes lugares do país mas não contra sua estratégia integral. É evidente o divórcio entre a ideal mas inexistente visão política da guerra da direção política colombiana e o sacrifício dos soldados nas selvas, montanhas, planícies, campos e veredas.

Por essa mesma razão há pobreza estrutural nos planos de ação cívico-militar, não existe coerência entre o plano nacional de desenvolvimento e a necessidade de erradicar a violência atávica. A estratégia de segurança e defesa nacional recentemente apresentada por Rivera é um papel intranscendental, os ministérios não têm planos conjuntos, não há objetivos nacionais e de repeso, Santos e seus ministros de Defesa e Interior estão em campanha presidencial para 2014, inclusive desde antes de tomar posse nos atuais cargos.

A ativação do batalhão de Alta Montanha em Tacueyó é apenas uma parte da solução do problema, pois necessita-se que os governadores do Valle del Cauca, Cauca, Nariño, Huila, Tolima e Viejo Caldas deixem de olhar o problema como um assunto entre o presidente e os bandidos, para que em conjunto formulem planos interconectados de desenvolvimento sócio-econômico integrais, estaduais e regionais.

Por outra parte, requer-se que o presidente Santos e os ministros da Fazenda e Defesa deixem de lado a vaidade e o egocentrismo politiqueiro para resolver o grave problema de ajustes salariais de militares e policiais, obstaculizado pela sinuosa direção política colombiana desde 1992, dignificar o péssimo serviço de saúde das Forças Militares e da Polícia, e buscar normas jurídicas que em vez de favorecer a ação terrorista das FARC e seus cúmplices, protejam os membros das instituições armadas das canalhices dos bandidos infiltrados em diversas instâncias judiciais.

Já está na hora de os politiqueiros Santos e Rivera entenderem que a guerra contra o narco-terrorismo comunista a ganha ou a perde o povo colombiano, não as Forças Militares, mas, além disso, que raciocinem que as tropas não são os curingas de suas desmesuradas ambições eleitorais, senão a força moral e a segurança de todos os colombianos.

Também está na hora de a reserva ativa voltar a se pronunciar em praça pública, para exigir do governo nacional que pela primeira vez conceba uma estratégia integral para combater o terrorismo.

A ação militar, por mais eficiente que seja, não pode fazer frente sozinha a um investimento integral que contém elementos políticos, jurídicos, econômicos, geopolíticos, geoestratégicos e, finalmente, com interesses continentais extremistas dos governos comunistas da Venezuela, Brasil, Equador, Nicarágua, Argentina, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Cuba, ansiosos em legitimar as FARC e seus cúmplices, como primeiro passo para integrar a Colômbia ao projeto dos dinossauros do Socialismo do Século XXI.

Para o efeito e para o bem da Colômbia, necessita-se de um ministro da Defesa escolhido entre os membros da Reserva Ativa ou um general ativo das Forças Militares. Alguém que entenda do problema, conheça o Plano Estratégico das FARC e seus sócios, que saiba de estratégia, de geopolítica, de logística e, sobretudo, que seja leal com os que o defendem nesse cargo. Não outro ministro igual ao de agora e seus antecessores das duas últimas décadas.


Tradução: Graça Salgueiro



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