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A decisão de Chávez de tratar-se em Cuba é, dentre outras coisas, o preço que está pagando em troca da venda de seus compatriotas ao jugo dos ditadores Castro.

Quando por volta de 2004 os venezuelanos começaram a referir-se a seu país como "Cubazuela" ou "Venecuba", naquela ocasião tratava-se de um grave alerta de que a excessiva ingerência de Fidel Castro na Venezuela levaria, muito em breve, os dois países a se fundirem num só, fazendo com que a Venezuela retrocedesse ao estado de "colônia" de uma ilha perdida no Mar do Caribe.

Passados sete anos desta advertência, hoje pode-se afirmar, sem dúvida, que isto é de fato uma realidade. Em todos os segmentos da vida nacional os cubanos estão presentes, mandando e controlando tudo: nas notarias e cartórios, em todos os Ministérios, sobretudo no das Comunicações, onde existe um cabo de fibra ótica submarino ligando Venezuela a Cuba e, muito particularmente nas Forças Armadas, onde cubanos têm função de comando e na guarda pessoal de Chávez.

No último dia 17 de julho o jornal "El Nacional" publicou uma extensa matéria na qual fica evidente que Chávez vendeu seu país aos Castro por uma soma que ultrapassa os US$ 170 milhões, num convênio para a confecção de cédulas de identidade eletrônicas. A denúncia foi feita por um ex-assessor do Ministério de Interior e Justiça, Anthony Daquin, que se viu forçado a pedir asilo nos Estados Unidos por se atrever a criticar o convênio, onde a ditadura cubana poderá incluir ou apagar informação na base de dados e até expedir documentos de identidade e passaporte venezuelanos a cidadãos de outros países, como já vem fazendo e é de amplo conhecimento. Todos os técnicos que estiveram próximos deste convênio e se objetaram, foram ameaçados ou despedidos.

Em 2008, Chávez abre uma licitação para empresas que trabalhem com cedulação eletrônica mas esta licitação não ocorre na Venezuela, como era de se supor, e sim em Havana, e o mais grave: as empresas venezuelanas foram excluídas do processo e estão impedidas de ter acesso à base de dados. Empresas de vários países concorreram mas, por pura "casualidade", a vencedora foi a empresa estatal cubana Albet Engeniería y Sistemas. Entretanto, esta empresa não possui capacidade operacional, nem tecnologia, nem material para executar o que se pede, tendo que sub-contratar a multinacional Gemalto, com sede no México.

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Tal como lhe recomendou Fidel Castro, há anos, Chávez abusa de um cristianismo falso e herético para consquistar eleitores.

Os cubanos não entregarão os códigos-fonte à Venezuela. Eles serão propriedade da Albet que, segundo explica Daquin, "os cubanos manipulam o software e marcam as diretrizes de segurança, como se abre a caixa criptográfica, quantas vezes e quando se destrói o chip". As cédulas de identidade eletrônica conterão no chip o nome e sobrenome, data de nascimento, data de expiração, impressões digitais, o registro de informação fiscal (dados sobre o pagamento de impostos do SENIAT, equivalente à nossa Receita federal), assinatura, foto e fala-se em incluir o tipo sangüíneo e o histórico médico. Quer dizer, um controle TOTAL da vida e dos bens pessoais de cada cidadão.

O contrato está feito na base do mais absoluto secretismo, contendo, inclusive, uma cláusula de "confidencialidade" (a 8.1), na qual fica patente que somente as empresas cubana e mexicana terão acesso aos dados dos venezuelanos. No contrato a Gemalto se compromete dar capacitação à parte contratante, quer dizer aos cubanos, e em uma de suas cláusulas estabelece: "Os originais dos códigos-fonte (os que descrevem o funcionamento do software e permitem introduzir mudanças) das aplicações informáticas desenvolvidas, serão conservadas pela parte cubana enquanto permaneça vigente o período de suporte técnico". "A parte venezuelana NÃO poderá acessar os códigos-fonte para realizar modificações ou ajustes, exceto se a parte cubana manifestar expressamente sua conformidade com esta ação". A íntegra do contrato, que tem no total com os anexos 44 páginas e é datado de 15 de agosto de 2008, pode ser lido aqui.

Segundo um funcionário do SAIME (Serviço de Administração, Identificação, Migração e Estrangeiria) que por motivo de segurança não quis se identificar, "Fez-se uma reunião com pessoas da Albet e do SAIME na qual falou-se da necessidade de que, se a infra-estrutura da chave pública (aplicações para assegurar a informação dos chips da cédula) fosse contratada com outras empresas, que nos dessem acesso aos códigos-fonte para que nós mesmos, os venezuelanos, pudéssemos saber o que contém no chip e pudéssemos desenvolver programas para fazer mudanças nele ou armazenar novos dados. Mas os cubanos não gostaram e demitiram todos os funcionários". Acrescente-se ainda que, a cada nova atualização, a Venezuela paga mais uma quantia à empresa cubana, daí porque é imprescindível que as empresas privadas venezuelanas fiquem fora desse projeto.

A decisão de Chávez de tratar-se em Cuba é, dentre outras coisas, o preço que está pagando em troca da venda de seus compatriotas ao jugo dos ditadores Castro. E, conforme eu já havia anunciado, sua "benevolência" em libertar os presos políticos que necessitavam com urgência de tratamento médico, como Alejandro Peña Esclusa e o delegado Iván Somonovis, somadas a uma falsa e herética religiosidade, deve-se tão-somente a uma estratégia politiqueira, onde ele já anunciou ser candidato ao pleito presidencial de 2012, tão logo regressou de Cuba no sábado 23 de julho, animado com os resultados dos últimos exames e tratamento quimioterápico.

Segundo nos conta o jornalista venezuelano Nelson Bocaranda, em sua coluna "Run Runes", Chávez foi mais específico na sua chegada de surpresa em Caracas, sábado passado, detalhando em uma entrevista que Fidel Castro lhe havia informado que "os exames praticados mostraram que não havia novas células malignas em nenhum lugar de seu organismo". E mais adiante, "depois que me submeti a estudos de imageologia (?) (tomografia axial computadorizada?) na tardinha de ontem chega Fidel para me visitar e me disse três palavras: 'não tens nada', não se detectou em nenhuma parte, em nenhum órgão, nenhuma célula maligna que tenha podido escapar do lugar onde estava o tumor e tampouco no lugar do tumor". Portanto, o câncer não está se estendendo e isso deu-lhe novo ânimo para confirmar que será candidato ano que vem.

Além desta novidade, há a confirmação de que Chávez padece de câncer de cólon e fez uma colostomia, cuja bolsa foi retirada no sábado antes de voltar à Venezuela. A prova disso está nas imagens do vídeo publicado quando Maradona foi a Havana visitá-lo e que pode ser conferido aqui:


A conversa é absolutamente irrelevante e enfadonha mas pode-se avistar o volume da bolsa através de sua camisa, enquanto conversa distraidamente com Maradona e Fidel.

Ainda em relação à doença, Bocaranda informa que tanto os médicos cubanos e venezuelanos que o assistem, quanto o espanhol Luis García Sabrido (médico pessoal de Fidel que salvou a vida de Chávez depois das burradas que os cubanos fizeram) e um médico brasileiro pertencente ao "staff superior" do Departamento de Oncologia do Hospital Sírio Libanês (cujo nome não foi revelado) enviado a Havana, acharam o paciente em "excelente estado" depois da segunda dose de quimioterapia. O médico brasileiro levou o informe ao Hospital Sírio Libanês para uma análise junto à sua equipe, com a finalidade de estar a par da situação clínica, caso Chávez aceite vir tratar-se no Brasil, coisa que a cada dia fica mais evidente que não acontecerá, sobretudo depois que se revelou o preço que está custando seu tratamento em Cuba.

 


Artigo ampliado do escrito para o Jornal Inconfidência,de Minas Gerais.





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