Una disfunción eréctil puede ser el resultado de afecciones y enfermedades, medicación o estilo de vida. En primer lugar, es un problema físico. A menudo, factores psíquicos como el estrés y el miedo ayudan a mantener o empeorar los problemas eréctiles. Comprar priligy generico en barcelona saber cuál es el medicamento ideal para usted depende de diferentes factores. L'excitation sexuelle masculine est un processus complexe qui implique le cerveau, les hormones, les émotions, les nerfs, les muscles et les vaisseaux sanguins. La dysfonction érectile peut résulter d'un problème avec l'un de ces. De même, le stress et la santé mentale préoccupations peuvent causer ou aggraver la dysfonction érectile. Où commander cialis sans ordonnance vous avez trouvé une #pharmacie en ligne ici http://trendpharm.com/ #cialis. Lorsque des problèmes se produisent dans la chambre, les émotions peuvent exécuter élevé. Si vous avez commencé à éviter les rapports sexuels par crainte de ne pas obtenir une érection, votre partenaire peut commencer à vous pensez ne trouvent plus attrayants. Sentiments se blessent. En couple commencent à se sentir moins intime. Le ressentiment se insinue.

Aborto, prostituição, eutanásia, gayzismo e logo adiante, a pedofilia, integram a agenda de planificação cultural e comportamental da ONU, e contam com o apoio maciço dos meios de comunicação brasileiros.


A novela Salve Jorge, exibida em horário nobre pela Rede Globo, vem tratando do tema da exploração sexual em seus episódios e chamando a atenção para o problema do tráfico de mulheres. É difícil imaginar a tal “Vênus Platinada” empenhada em uma causa que não integre ou que fortaleça a agenda do globalismo ocidental. Bem, coincidentemente, na última semana as Nações Unidas publicaram um relatório que denuncia as milhões de vítimas de tráfico humano, exploração sexual e trabalho forçado em mais de 118 países do mundo. O relatório dá destaque especial para a exploração sexual, que representa 58% dos casos.

Ora, tudo isso ajudaria muito para a proposta que regulamenta a prostituição, obra, aqui no Brasil, do deputado e ex-BBB Jean Wyllys (PSOL) . O projeto busca, entre outras coisas, “o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes”. A proposta tem sido vista como solução para o problema na mente doentia dos que preferem arrecadar impostos às custas da prostituição do que enfrentar os chefões dessa máfia mundial.

A ONU tem um passado negro quando o assunto é tráfico de pessoas e exploração sexual, tanto diretamente quanto em termos de acobertamento. Quem não conhece a denúncia feita por Kathy Bolkovac, que lhe custou o emprego, mas foi contada no filme/denúncia The Whisteblower (A Informante), em 2010? Kathy só está viva porque recorreu à imprensa e colheu centenas de documentos durante a investigação, que fez por conta própria. O resultado foi a descoberta da imensa rede de corrupção na qual centenas de meninas eram sequestradas e usadas como escravas sexuais, na Bósnia, pelos próprios funcionários militares que deveriam protegê-las, além de executivos da própria ONU.

Será que nos números do relatório apresentado estão considerados os crimes da própria entidade?

O novo alvo de negócios lucrativos envolvendo prostituição e exploração de menores é o Brasil. No ano passado, a ONG Red Española contra la trata de personas, apontou que as prostitutas brasileiras são as de maior circulação entre prostíbulos europeus. Parece que o deputado Wyllys está de olho em estimular um novo segmento de exportação. Vale lembrar que a exigência para o projeto é que, se aprovado, entre em vigor antes da Copa de 2014, quando haverá grande circulação de estrangeiros no País. Afinal, vale tudo para aumentar a arrecadação, o PIB, etc...

A mesma ONG espanhola apresenta dados que vão além dos apresentados pela ONU. O comércio sexual aumentou 50% nos últimos cinco anos e movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano. O preço de uma mulher neste meio varia de R$ 2 mil a R$ 7 mil, de acordo com a idade. Claro, quanto mais nova mais cara.

Embora esse comércio não enfrente grandes problemas com as leis, já que a sociedade em geral ignora o assunto, as Nações Unidas já buscam ampliar o liberalismo econômico em relação ao sexo e à pedofilia para que tenham benefícios da legalidade e do prestígio internacional. Em março de 2010, como sabemos, a entidade buscou estender o que chamou de “direito à saúde sexual e reprodutiva” para crianças de até dez anos. O objetivo, segundo o próprio Secretário Geral, Ban-Ki-Moon, é dar acesso ao aborto e contracepção também às crianças. A legalização da pedofilia é um dos grandes temas ocultados pela mídia hoje. A causa já conta com milhares de apoiadores, partidos políticos e associações.

Neste mês de fevereiro, a Alemanha, ao aprovar uma lei que proíbe a zoofilia, enfrentou protestos indignados daqueles para os quais o amor aos animais vai um pouco além dos limites. Entre os zoófilos convictos, destaque para a “comovente” história de um homem que mantinha relações com sua cadela há seis anos. "É mais fácil compreender os animais do que uma mulher, por exemplo", disse o homem. Ao contrário do que pode parecer, este tipo de comentário não vem de uma demanda popular ou individual, mas de décadas de planejamento comportamental, para então serem lançados às massas sob a forma de encenações midiáticas pautadas (as doidas do Femen são outro exemplo notório) pela aversão à vida humana, por meio da erotização da morte e de uma imagem bonitinha das bestas. E então temos os comentários, cada vez mais comuns na boca das adolescentes que desfilam abraçadas em cães e fazem campanha pelo aborto e eutanásia, que a raça humana é o câncer do mundo. "Prefiro bicho do que gente". O bestialismo vem crescendo, com notícias como esta e apoiado pela modelagem do imaginário das crianças que não desejam mais ser pais ou mães, mas crescem odiando a humanidade. Eis o processo de desumanização, que dentre seus alvos tem a eliminação progressiva e voluntária de crianças, doentes ou idosos “indesejáveis”.

Aborto, prostituição, eutanásia, gayzismo e logo adiante, a pedofilia, integram a agenda de planificação cultural e comportamental da ONU, e contam com o apoio maciço dos meios de comunicação brasileiros, colocando o tema na agenda mental da população por meio tanto das notícias quanto de novelas que exploram o lado sentimental da coisa toda. Juntas, estas causas trarão um mundo de liberdades infinitas para devassos e criminosos de toda sorte. Há décadas que a Globo e outras emissoras tratam de fazer parecerem normais condutas cada vez piores às crianças e donas de casa, impondo pautas, instigando debates e martelando sem parar o parecer de seus “especialistas” de estimação. Não se pode esquecer que o famigerado deputado e ativista, defensor dos gays encalhados e das putas mal pagas, foi aclamado e teve a seus pés os holofotes poderosos da rede de tevê mais influente do país.

E nunca a frase “tirem as crianças da sala” foi tão oportuna.



Cristian Derosa
é jornalista.



Share