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Aborto, prostituição, eutanásia, gayzismo e logo adiante, a pedofilia, integram a agenda de planificação cultural e comportamental da ONU, e contam com o apoio maciço dos meios de comunicação brasileiros.


A novela Salve Jorge, exibida em horário nobre pela Rede Globo, vem tratando do tema da exploração sexual em seus episódios e chamando a atenção para o problema do tráfico de mulheres. É difícil imaginar a tal “Vênus Platinada” empenhada em uma causa que não integre ou que fortaleça a agenda do globalismo ocidental. Bem, coincidentemente, na última semana as Nações Unidas publicaram um relatório que denuncia as milhões de vítimas de tráfico humano, exploração sexual e trabalho forçado em mais de 118 países do mundo. O relatório dá destaque especial para a exploração sexual, que representa 58% dos casos.

Ora, tudo isso ajudaria muito para a proposta que regulamenta a prostituição, obra, aqui no Brasil, do deputado e ex-BBB Jean Wyllys (PSOL) . O projeto busca, entre outras coisas, “o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes”. A proposta tem sido vista como solução para o problema na mente doentia dos que preferem arrecadar impostos às custas da prostituição do que enfrentar os chefões dessa máfia mundial.

A ONU tem um passado negro quando o assunto é tráfico de pessoas e exploração sexual, tanto diretamente quanto em termos de acobertamento. Quem não conhece a denúncia feita por Kathy Bolkovac, que lhe custou o emprego, mas foi contada no filme/denúncia The Whisteblower (A Informante), em 2010? Kathy só está viva porque recorreu à imprensa e colheu centenas de documentos durante a investigação, que fez por conta própria. O resultado foi a descoberta da imensa rede de corrupção na qual centenas de meninas eram sequestradas e usadas como escravas sexuais, na Bósnia, pelos próprios funcionários militares que deveriam protegê-las, além de executivos da própria ONU.

Será que nos números do relatório apresentado estão considerados os crimes da própria entidade?

O novo alvo de negócios lucrativos envolvendo prostituição e exploração de menores é o Brasil. No ano passado, a ONG Red Española contra la trata de personas, apontou que as prostitutas brasileiras são as de maior circulação entre prostíbulos europeus. Parece que o deputado Wyllys está de olho em estimular um novo segmento de exportação. Vale lembrar que a exigência para o projeto é que, se aprovado, entre em vigor antes da Copa de 2014, quando haverá grande circulação de estrangeiros no País. Afinal, vale tudo para aumentar a arrecadação, o PIB, etc...

A mesma ONG espanhola apresenta dados que vão além dos apresentados pela ONU. O comércio sexual aumentou 50% nos últimos cinco anos e movimenta cerca de R$ 12 bilhões por ano. O preço de uma mulher neste meio varia de R$ 2 mil a R$ 7 mil, de acordo com a idade. Claro, quanto mais nova mais cara.

Embora esse comércio não enfrente grandes problemas com as leis, já que a sociedade em geral ignora o assunto, as Nações Unidas já buscam ampliar o liberalismo econômico em relação ao sexo e à pedofilia para que tenham benefícios da legalidade e do prestígio internacional. Em março de 2010, como sabemos, a entidade buscou estender o que chamou de “direito à saúde sexual e reprodutiva” para crianças de até dez anos. O objetivo, segundo o próprio Secretário Geral, Ban-Ki-Moon, é dar acesso ao aborto e contracepção também às crianças. A legalização da pedofilia é um dos grandes temas ocultados pela mídia hoje. A causa já conta com milhares de apoiadores, partidos políticos e associações.

Neste mês de fevereiro, a Alemanha, ao aprovar uma lei que proíbe a zoofilia, enfrentou protestos indignados daqueles para os quais o amor aos animais vai um pouco além dos limites. Entre os zoófilos convictos, destaque para a “comovente” história de um homem que mantinha relações com sua cadela há seis anos. "É mais fácil compreender os animais do que uma mulher, por exemplo", disse o homem. Ao contrário do que pode parecer, este tipo de comentário não vem de uma demanda popular ou individual, mas de décadas de planejamento comportamental, para então serem lançados às massas sob a forma de encenações midiáticas pautadas (as doidas do Femen são outro exemplo notório) pela aversão à vida humana, por meio da erotização da morte e de uma imagem bonitinha das bestas. E então temos os comentários, cada vez mais comuns na boca das adolescentes que desfilam abraçadas em cães e fazem campanha pelo aborto e eutanásia, que a raça humana é o câncer do mundo. "Prefiro bicho do que gente". O bestialismo vem crescendo, com notícias como esta e apoiado pela modelagem do imaginário das crianças que não desejam mais ser pais ou mães, mas crescem odiando a humanidade. Eis o processo de desumanização, que dentre seus alvos tem a eliminação progressiva e voluntária de crianças, doentes ou idosos “indesejáveis”.

Aborto, prostituição, eutanásia, gayzismo e logo adiante, a pedofilia, integram a agenda de planificação cultural e comportamental da ONU, e contam com o apoio maciço dos meios de comunicação brasileiros, colocando o tema na agenda mental da população por meio tanto das notícias quanto de novelas que exploram o lado sentimental da coisa toda. Juntas, estas causas trarão um mundo de liberdades infinitas para devassos e criminosos de toda sorte. Há décadas que a Globo e outras emissoras tratam de fazer parecerem normais condutas cada vez piores às crianças e donas de casa, impondo pautas, instigando debates e martelando sem parar o parecer de seus “especialistas” de estimação. Não se pode esquecer que o famigerado deputado e ativista, defensor dos gays encalhados e das putas mal pagas, foi aclamado e teve a seus pés os holofotes poderosos da rede de tevê mais influente do país.

E nunca a frase “tirem as crianças da sala” foi tão oportuna.



Cristian Derosa
é jornalista.



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