Una disfunción eréctil es la impotencia de obtener o mantener una erección. comprar cialis sin receta en madrid saber cuál es el medicamento ideal para usted depende de diferentes factores. L'excitation sexuelle masculine est un processus complexe qui implique le cerveau, les hormones, les émotions, les nerfs, les muscles et les vaisseaux sanguins. La dysfonction érectile peut résulter d'un problème avec l'un de ces. De même, le stress et la santé mentale préoccupations peuvent causer ou aggraver la dysfonction érectile. Où achat levitra france vous avez trouvé une #pharmacie online ici http://trendpharm.com/ #levitra. Lorsque des problèmes se produisent dans la chambre, les émotions peuvent exécuter élevé. Si vous avez commencé à éviter les rapports sexuels par crainte de ne pas obtenir une érection, votre partenaire peut commencer à vous pensez ne trouvent plus attrayants. Sentiments se blessent. En couple commencent à se sentir moins intime. Le ressentiment se insinue.

cb

Comentário de Olavo de Carvalho:
O Filipe G. Martins tem razão: O Caio Blinder fala por experiência própria ao imaginar que prever acertadamente o curso das coisas políticas é o mesmo que ganhar na loteria. Ele vem tentando há quarenta anos.


Alguém sugeriu ao folclórico Caio Blinder ouvir minha explicação sobre como acertei o resultado da eleição americana (https://goo.gl/M1scF6) e, em resposta, ouviu que eu havia acertado por sorte, na base do mero chute. Não surpreende que um sujeitinho desses julgue ser impossível fazer análises e previsões acertadas. Afinal, para essa gente a Ciência Política e a Estatística não servem para entender o mundo, mas para transformá-lo; são meras ferramentas nas mãos de engenheiros sociais.

A postura do comentarista da Globo News, no entanto, está longe de ser uma exceção e ilustra com perfeição o que há de errado com a velha mídia: é ignorante, obtusa, fechada para a realidade, ensimesmada, desonesta e profundamente arrogante. Isso tudo é evidenciado por um detalhe particularmente curioso dessa troca de mensagens: o saco de pancadas preferido do Paulo Francis deu essa resposta atravessada ao seu leitor apenas nove minutos após receber a sugestão, evidenciando que nem sequer teve o cuidado de ler o que eu escrevi ou de ouvir o que eu disse — postura típica de um charlatão obtuso e orgulhoso da própria ignorância.

Se o Caio Blinder e seus colegas de profissão lessem o professor Olavo de Carvalho e seus alunos em vez de repetir bovinamente o que dizem os cheerleaders democratas que escrevem para o New York Times e opinam na CNN, não ficariam surpresos com acontecimentos internacionais como o Brexit e a vitória do Trump; e, quem sabe, até aprenderiam uma coisinha ou outra sobre a realidade no processo. Porém, como é improvável que isso aconteça, continuarão indo para o caminho errado e ouvindo os conselhos doentes de conselheiros ainda mais infectados; continuarão sendo cegos guiados por outros cegos — e, como sabemos há pelo menos dois mil anos, quando um cego conduz outro cego, ambos acabam por cair em um buraco.

*
A guerra da rotulação maliciosa contra a realidade

Por ter erguido seu edifício ideológico sobre a noção pouco plausível e abertamente fraudulenta do igualitarismo radical, ladeada contraditoriamente pelo identitarismo inorgânico e artificial da política de minorias, o esquerdismo torna a realidade confusa e inacessível a quem se deixa contaminar por sua visão de mundo — e isso ocorre mesmo quando a adesão aos valores e aos pressupostos da esquerda não é consciente.

Isso pode ser observado em uma visita rápida a um campus universitário, mas não é necessário realizar essa expedição antropológica excêntrica para entender do que estou falando. Basta ligar a TV, ou abrir um jornal, e você verá um punhado de exemplos que ilustram com perfeição a dificuldade quase intransponível que a esquerda enfrenta para aprender com a realidade.

Talvez um dos exemplos mais emblemáticos disso seja a postura que a mídia adotou após a vitória eleitoral do Presidente Donald Trump. A grande mídia, que nunca escondeu sua intenção de empurrar a Hillary goela abaixo dos americanos, ainda não entendeu por que foi ignorada. Na cabeça dos jornalistas, a candidata deles perdeu porque eles não fizeram o suficiente para rotular como racistas, sexistas, homofóbicos e islamofóbicos os candidatos republicanos e seus apoiadores, quando a verdade é que eles perderam justamente por abusar desse expediente, explorando-o para além de todos os limites da verossimilhança.

Como são incapazes de apreender esse fato simples, optaram por dobrar a aposta e, em vez de fazer um mea culpa e tentar sair da bolha em que vivem, estão exagerando ainda mais na rotulação e na adjetivação, chamando de racista, de machista e de outras platitudes cada um dos indivíduos que o novo presidente escolhe para integrar o seu governo. Fazem isso na esperança de que essa estratégia lhes dê a vitória nas próximas batalhas, mas, como nos mostram o Brexit, o referendo colombiano, a eleição do Macri na Argentina e a do Trump nos Estados Unidos, o feitiço foi quebrado e essa estratégia agora só funciona com pessoas fracas, de personalidades frágeis, que jamais ousam discordar do pensamento dominante por medo de serem considerados anormais — o que significa que podemos esperar ainda muitas vitórias do povo, do homem real, contra o consórcio das elites progressistas e o conjunto de valores postiços e imorais que desejam impor sobre nós.


https://www.facebook.com/filipe.garcia.5621

 

 

 

Share